Questões de Concurso Sobre variação linguística em português

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Q4078663 Português
A QUESTÃO SE REFERE AO TEXTO SEGUINTE.


Q1_6.png (316×256)

Enigmas do Ah Q, de Lu Xun

Mário Sérgio Conti*


É algo à ser feito. Nem sempre porque senão fica chato. É proveitoso ler de fio a pavio um livro sem saber nada, ou quase nada, do seu autor e do ambiente histórico, social e artístico no qual foi escrito. Quanto mais remoto, melhor.


A leitura às cegas acende a imaginação. Faz com que se volte à pureza das primeiras leituras, as da infância, quando a mente livre preenche os espaços opacos gerados pela falta de referências e contexto. Fundem-se num mesmo lance encantamento, curiosidade, interpretação e crítica.


Além de fazer sentido em si, o texto não pode ser chato. Deve aliciar, enredar, levar o leitor ignorante, mas seduzido, à página seguinte, e assim sucessivamente até a última. Isso ocorre em "O Diário de um Louco ‒ Contos Completos", de Lu Xun.


Ele reúne 33 contos, publicados entre 1926 e 1936. Escritos em chinês, foram traduzidos por três homens e duas mulheres de nomes brasileiros. São contos realistas que se passam em vilarejos do meio rural. Talvez por isso surjam tantos animais (coelhos, gatos, patos) e se dê ênfase à natureza (a luz da lua, o amanhecer, o vento, chuvas). Os relatos dizem respeito ao presente, com recuos comedidos ao passado.


A leitura é instigante. Entra-se num universo à anos luz das tradições greco-romanas, judaico-cristãs e afro-ameríndias. O que parece haver é o empenho de um artista em contar a seus conterrâneos as tensões entre senhores e subalternos, tradição e modernidade, entre uns pobres diabos e outros diabos pobres. No mais das vezes, os relatos são cruéis e terminam de supetão, deixando enigmas no ar.


O melhor conto é o mais longo, "A Verdadeira História de Ah Q", de 1921. Com 60 páginas, o narrador começa por falar da dificuldade de se escrever sobre um sujeito de nome inexplicável; e cita Confúcio: "Se o nome não está correto, a palavra não faz sentido".


Ah Q não tem família nem amigos nem nada. Faz trabalhos esporádicos, enche a cara, perambula, dorme num templo. É o tolo que todos desprezam. Todavia, ele se tem em alta conta porque cultiva um mecanismo psicológico que lhe serve de compensação. Se um poderoso o esmurra, vê na humilhação um sinal da sua importância, já que foi alguém de posses que o atacou. Ou ele mesmo se estapeia ainda mais, e assim infla à autoestima. Ou esquece o caso ‒ porque o esquecimento, pensa, é um "tesouro herdado de seus antepassados".


Com isso, a submissão e suas autojustificativas ficam históricas. E talvez tenham alcance social porque a vila inteira às aceita e compartilha. A comparação é absurda, mas Ah Q lembra o protagonista de "Estorvo", de Chico Buarque ‒ o ser que se desfaz e não acaba, segue se decompondo.


Certo dia se escutam os ruídos de uma revolução que se aproxima. A aldeia se põe em polvorosa. Confuso e oportunista, Ah Q quer aderir aos revoltosos. Debalde. É preso. Ordenam-lhe que assine um papel, mas não sabe escrever. O parvo acaba desenhando um círculo: é sua confissão e sentença de morte. É levado pela vila, e "o público seguia a carroça como formigas".


O herói da resignação imagina que o fuzilamento era justo: "Que motivo haveria para executar alguém que não fosse mau?". Já a conclusão do narrador acerca de Ah Q é inapelável: "Como era ridículo!".


* Jornalista e apresentador de televisão.

Folha de São Paulo, 11 junho 2022. Adaptado.



Preencha corretamente as lacunas do texto a seguir.

Ao se analisar a linguagem usada pelo autor, observa-se que o emprego de expressões como “de supetão” e “enche a cara” sinalizam a presença de um registro __________. A associação entre linguagem __________ atende à finalidade de permitir ao leitor preencher lacunas de interpretação, além de associar a imagem a determinado ambiente onde ocorre o enredo do livro. No segundo parágrafo, a alusão a "Estorvo", comparando Ah Q ao protagonista da obra de Chico Buarque, e a referência à infância, pela menção “à pureza das primeiras leituras”, “ao encantamento”, “à curiosidade” e “à imaginação”, entre outras, caracteriza um tipo de __________. Em relação aos articuladores textuais, no enunciado “Com isso, a submissão e suas autojustificativas ficam históricas. E talvez tenham alcance social porque a vila inteira as aceita e compartilha.”, o termo destacado retoma o __________ do período simples.

A sequência que preenche corretamente as lacunas do texto é
Alternativas
Q4014110 Português

Atente aos textos abaixo para responder à questão. 


Texto 1


(Disponível em: >https://www.google.com/search?q=charge+sobre+varia%C3%A7 %C3%A3o+linguistica&tbm=isch&ved=2ahUKEwjusPGrj6_2Ah WShZUCHb7WC1cQ2- M<. Data da consulta: 03/03/2022) 



Texto II




Disponível em: > https://www.google.com/search?q=charge+sobre+varia%C3%A7% C3%A3o+linguistica&tbm=isch&ved=2ahUKEwjusPGrj6_2AhWS hZUCHb7WC1cQ2-<. Data da consulta: 03/03/2022) Data da consulta: 03/03/2022).




Atente às informações a seguir acerca dos textos I e II e responda o que se pede.



I- Em I, temos um clássico exemplo de variação linguística na modalidade estilística ou diafásica.


II- Na fala do mineiro “nóis tá achando é bão demais” (2ª fala do texto II), especificamente na parte sublinhada, temos um registro de variação linguística na modalidade regional ou diatópica.


III- Em I temos um clássico exemplo de variação linguística na modalidade regional ou diatópica.



Está CORRETO o que se afirma apenas em:

Alternativas
Q4008910 Português

Q28.png (330×216)


Na imagem acima, a fala do gaúcho e a do surfista são exemplos, respectivamente, de

Alternativas
Q4006854 Português
A Semana de Arte Moderna de 22 completa 100 anos. O texto a seguir é composto por fragmentos de “Dois poemas acreanos”, de Mário de Andrade. Essa é uma obra representativa da primeira fase do Modernismo brasileiro. 


I
Descobrimento


Abancado à escrivaninha em São Paulo
Na minha casa da rua Lopes Chaves
De sopetão senti um friúme por dentro.
Fiquei trêmulo, muito comovido
Com o livro palerma olhando pra mim.
Não vê que me lembrei que lá no norte, meu Deus! muito longe de mim
Na escuridão ativa da noite que caiu
Um homem pálido magro de cabelo escorrendo nos olhos,
Depois de fazer uma pele com a borracha do dia,
Faz pouco se deitou, está dormindo.
Esse homem é brasileiro que nem eu.


II
Acalanto do seringueiro


Seringueiro brasileiro,
Na escureza da floresta Seringueiro, dorme.
Ponteando o amor eu forcejo
Pra cantar uma cantiga Que faça você dormir.
(...)
Seringueiro, seringueiro,
Queria enxergar você...
Apalpar você dormindo,
Mansamente, não se assuste,
Afastando esse cabelo
Que escorreu na sua testa.
Algumas coisas eu sei...
Troncudo você não é.
Baixinho, desmerecido,
Pálido, Nossa Senhora!


Parece que nem tem sangue.
Porém cabra resistente
Está ali. Sei que não é
Bonito nem elegante...
(...)
Mas porém é brasileiro,
Brasileiro que nem eu...
Fomos nós dois que botamos
Pra fora Pedro II...
Somos nós dois que devemos
Até os olhos da cara
Pra esses banqueiros de Londres...
Trabalhar nós trabalhamos
Porém pra comprar as pérolas
Do pescocinho da moça
Do deputado Fulano.
Companheiro, dorme!
(...)
Seringueiro, dorme!


Num amor-de-amigo enorme
Brasileiro, dorme!
Sobre a construção do texto, marque a opção correta.
Alternativas
Q4006850 Português
Texto para questão. Leia-o.


Carta a uma senhora


    A garotinha fez esta redação no ginásio:

    “Mammy, hoje é dia das Mães e eu desejo-lhe milhões de felicidades e tudo mais que a Sra. sabe. Sendo hoje o dia das Mães, data sublime conforme a professora explicou o sacrifício de ser Mãe que a gente não está na idade de entender mas um dia estaremos, resolvi lhe oferecer um presente bem bacaninha e fui ver as vitrinas e li as revistas. Pensei em dar à Sra. o radiofono Hi-Fi de som estereofônico e caixa acústica de 2 alto-falantes amplificador e transformador mas fiquei na dúvida se não era preferível uma tv legal de cinescópio multirreacionário som frontal, antena telescópica embutida, mas o nosso apartamento é um ovo de tico-tico, talvez a Sra. adorasse o transistor de 3 faixas de ondas e 4 pilhas de lanterna bem simplesinho, levava para a cozinha e se divertia enquanto faz comida. Mas a Sra. se queixa tanto de barulho e dor de cabeça, desisti desse projeto musical, é uma pena, enfim trata-se de um modesto sacrifício de sua filhinha em intenção da melhor Mãe do Brasil.

    Falei de cozinha, estive quase te escolhendo o grill automático de 6 utilidades porta de vidro refratário e completo controle visual, só não comprei-o porque diz que esses negócios eletrodomésticos dão prazer uma semana, chateação o resto do mês, depois encosta-se eles no armário da copa. Como a gente não tem armário da copa nem copa, me lembrei de dar um, serve de copa, despensa e bar, chapeado de aço tecnicamente subdesenvolvido. Tinha também um conjunto para cozinha de pintura porcelanizada fecho magnético ultrasilencioso puxador de alumínio anodizado, um amoreco. Fiquei na dúvida e depois tem o refrigerador de 17 pés cúbicos integralmente utilizáveis, congelador cabendo um leitão ou peru inteiro, esse eu vi que não cabe lá em casa, sai dessa!

[...]

    Mammy o braço dói de escrever e tinha um liquidificador de 3 velocidades, sempre quis que a Sra. não tomasse trabalho de espremer laranja, a máquina de tricô faz 500 pontos, a Sra. sozinha faz muito mais. Um secador de cabelo para Mammy! gritei, com capacete plástico mas passei adiante, a Sra. não é desses luxos, e a poltrona anatômica me tentou, é um estouro, mas eu sabia que minha Mãezinha nunca tem tempo de sentar. Mais o quê? Ah sim, o colar de pérolas acetinadas, caixa de talco de plástico perolado, par de meias, etc. Acabei achando tudo meio chato, tanta coisa para uma garotinha só comprar e uma pessoa só usar mesmo sendo a Mãe mais bonita e merecedora do Universo. E depois, Mammy, eu não tinha nem 20 cruzeiros, eu pensava que na véspera deste Dia a gente recebesse não sei como uma carteira cheia de notas amarelas, não recebi nada e te ofereço este beijo bem beijado e carinhosão de tua filhinha Isabel”.
 

Assinale a alternativa em que o uso no texto corresponde ao tipo de variação apresentada.



Alternativas
Q3106695 Português
Ladrão de Galinhas


   Pegaram o cara em flagrante roubando galinhas de um galinheiro e levaram para a delegacia.
   - Que vida mansa, hein, vagabundo? Roubando galinha para ter o que comer sem precisar trabalhar. Vai para cadeia!
   - Não era para mim não. Era para vender.
   - Pior. Venda de artigo roubado. Concorrência desleal com o comércio estabelecido. Sem-vergonha! -
   Mas eu vendia mais caro.
   - Mais caro?
   - Espalhei o boato que as galinhas do galinheiro eram bichadas e as minhas não. E que as galinhas do galinheiro botavam ovos brancos enquanto as minhas botavam ovos marrons.
   - Mas eram as mesmas galinhas, safado!
   - Os ovos das minhas eu pintava.
   - Que grande pilantra...
   Mas já havia um certo respeito no tom do delegado.
    - Ainda bem que tu vai preso. Se o dono do galinheiro te pega...
   - Já me pegou. Fiz um acerto com ele. Me comprometi a não espalhar mais boato sobre as galinhas dele, e ele se comprometeu a aumentar os preços dos produtos dele para ficarem iguais aos meus. Convidamos outros donos de galinheiro a entrar no nosso esquema. Formamos um oligopólio. Ou, no caso, um ovigopólio.
    - E o que você faz com o lucro do seu negócio?
   - Especulo em dólar. Invisto alguma coisa no comércio ilegal. Comprei alguns deputados. Dois ou três ministros. Consegui exclusividade no suprimento de galinhas e ovos para programas de alimentação do governo e superfaturo os preços.
    O delegado mandou pedir um cafezinho para o preso e perguntou se a cadeira estava confortável, se ele não queria uma almofada. Depois perguntou:
   - Doutor, não me leve mal, mas, com tudo isso, o senhor não está milionário?
   - Trilionário. Sem contar o que eu sonego de Imposto de Renda e o que tenho depositado ilegalmente no exterior.
    - E, com tudo isso, o senhor continua roubando galinhas?
    - Às vezes, sabe como é.
    - Não sei não, excelência. Me explique.
    - É que, em todas essas minhas atividades, eu sinto falta de uma coisa. Do risco, entende? Daquela sensação de perigo, de estar fazendo uma coisa proibida, da iminência do castigo. Só roubando galinhas eu me sinto realmente um ladrão, e isso é excitante. Como agora. Fui preso, finalmente. Vou para a cadeia. É uma experiência nova.
    - O que é isso, excelência? O senhor não vai ser preso não.
   - Mas fui preso em flagrante pulando a cerca do galinheiro! - Sim. Mas primário, e com esses antecedentes...

(Fonte: https//:sitedoescritor.com.br/lfverissimo – acesso em 07/09/2022, adaptado)
A variedade linguística leva em consideração as diferentes possibilidades discursivas que há na sociedade no que se refere ao modo de falar das pessoas. Assim, gírias, regionalismos e jargões ajudam a construir a expressividade do idioma quanto à língua falada. Nesse caso, aponte a alternativa que não fez uso do registro coloquial da linguagem no texto.
Alternativas
Q2404502 Português

O texto abaixo é base para responder às questões de 6 a 10:


Texto 02


Aprenda a identificar phishings e não caia mais em golpes


Reconhecer os novos contos do vigário pode impedir que criminosos tenham acesso a informações como senhas bancárias e dados de cartões de crédito.

Um e-mail que surge repentinamente na caixa de entrada, de um remetente desconhecido, com um endereço eletrônico sem sentido e uma mensagem duvidosa. Esta é a descrição de um phishing.

Golpes que se aproveitam do infinito mar de possibilidades chamado internet, os phishings, literalmente pescam dados de usuários desatentos, que caem no conto do vigário virtual.

A pesca, neste caso, é sinônimo de roubo. Os crackers, através de e-mails, persuadem o internauta a acreditar que ganhou viagens, prêmios ou que precisa recadastrar senhas para não perder contas.

Diferente de outros golpes, os phishings não trazem anexos. Do e-mail, o usuário é levado a clicar em um link. O objetivo do cracker é um só: roubar informações pessoais do usuário e utilizá-las ilegalmente.

Inspirado no inglês “fishing”, que significa pescar, a prática ilegal compete aos crackers a mesma função dos pescadores, que jogam a isca para conseguir o máximo de peixes.

[...]

Transferida para a internet, a modalidade de golpe recebeu o batismo “phish" em 1996, por um grupo de hackers, o alt.2600. A inspiração veio do roubo de contas e scams de senhas de usuários da America Online. As contas com informações roubadas foram apelidadas de “phish", O termo, um ano depois, já constava no dicionário de linguagem cracker.

[...]

O principal alvo de phishings são instituições financeiras, com 84% dos ataques. No Brasil, a técnica é líder entre os crackers para fazer vítimas.

"Os bancos brasileiros sofrem com phishings mais que os de outros países”, conta Paulo Vendramini, gerente de engenharia de sistemas da Symantec, que explica que as instituições não liberam dados específicos sobre a quantidade de ataques.

Mensagens complicadas e longas, jamais. Os criminosos utilizam textos simples para disseminar phishings. “O e-mail é também chamativo para que se clique rapidamente no link”, explica Vendramini.

Avisados que usuários evitam abrir anexos (especialmente de desconhecidos), os crackers driblam este alerta através do envio de um link, geralmente com um endereço que parece confiável, como o de um banco ou de outra organização séria.

[...]

Se eles são tão espertos, como identificar estas fraudes? “É cada vez mais imperceptível, mas às vezes acontece de ter erros de português”, revela Vendramini. “O principal erro das pessoas é não prestar atenção aos detalhes”, diz o engenheiro. Por impulso, o usuário abre um link que parece inofensivo e cai na armadilha.

As dicas do especialista, para não cair no golpe, são simples: não abrir e-mails de desconhecidos, prestar muita atenção ao texto, que pode conter erros de português e observar a URL para saber se o site indicado é o mesmo de destino. [...]

Por Lygia de Luca, repórter do IDG Now! Disponível em https://pcworld.com.br/idgnoticia2007-06-185231719438/.

Sabemos que os enunciados linguísticos podem também variar dependendo de diferentes graus de formalidade e de determinados contextos de uso da língua. Variações de estilo ou registros linguísticos são as denominações comumente dadas a esse tipo de variação.


A partir desse princípio, pode-se perceber que a linguagem usada, no texto, é:

Alternativas
Q2404501 Português

O texto abaixo é base para responder às questões de 6 a 10:


Texto 02


Aprenda a identificar phishings e não caia mais em golpes


Reconhecer os novos contos do vigário pode impedir que criminosos tenham acesso a informações como senhas bancárias e dados de cartões de crédito.

Um e-mail que surge repentinamente na caixa de entrada, de um remetente desconhecido, com um endereço eletrônico sem sentido e uma mensagem duvidosa. Esta é a descrição de um phishing.

Golpes que se aproveitam do infinito mar de possibilidades chamado internet, os phishings, literalmente pescam dados de usuários desatentos, que caem no conto do vigário virtual.

A pesca, neste caso, é sinônimo de roubo. Os crackers, através de e-mails, persuadem o internauta a acreditar que ganhou viagens, prêmios ou que precisa recadastrar senhas para não perder contas.

Diferente de outros golpes, os phishings não trazem anexos. Do e-mail, o usuário é levado a clicar em um link. O objetivo do cracker é um só: roubar informações pessoais do usuário e utilizá-las ilegalmente.

Inspirado no inglês “fishing”, que significa pescar, a prática ilegal compete aos crackers a mesma função dos pescadores, que jogam a isca para conseguir o máximo de peixes.

[...]

Transferida para a internet, a modalidade de golpe recebeu o batismo “phish" em 1996, por um grupo de hackers, o alt.2600. A inspiração veio do roubo de contas e scams de senhas de usuários da America Online. As contas com informações roubadas foram apelidadas de “phish", O termo, um ano depois, já constava no dicionário de linguagem cracker.

[...]

O principal alvo de phishings são instituições financeiras, com 84% dos ataques. No Brasil, a técnica é líder entre os crackers para fazer vítimas.

"Os bancos brasileiros sofrem com phishings mais que os de outros países”, conta Paulo Vendramini, gerente de engenharia de sistemas da Symantec, que explica que as instituições não liberam dados específicos sobre a quantidade de ataques.

Mensagens complicadas e longas, jamais. Os criminosos utilizam textos simples para disseminar phishings. “O e-mail é também chamativo para que se clique rapidamente no link”, explica Vendramini.

Avisados que usuários evitam abrir anexos (especialmente de desconhecidos), os crackers driblam este alerta através do envio de um link, geralmente com um endereço que parece confiável, como o de um banco ou de outra organização séria.

[...]

Se eles são tão espertos, como identificar estas fraudes? “É cada vez mais imperceptível, mas às vezes acontece de ter erros de português”, revela Vendramini. “O principal erro das pessoas é não prestar atenção aos detalhes”, diz o engenheiro. Por impulso, o usuário abre um link que parece inofensivo e cai na armadilha.

As dicas do especialista, para não cair no golpe, são simples: não abrir e-mails de desconhecidos, prestar muita atenção ao texto, que pode conter erros de português e observar a URL para saber se o site indicado é o mesmo de destino. [...]

Por Lygia de Luca, repórter do IDG Now! Disponível em https://pcworld.com.br/idgnoticia2007-06-185231719438/.

Segundo o autor do texto, uma das formas de se evitar cair no golpe é não abrir e-mails de quem não conhecemos, verificar se a URL pertence ao site indicado, e "prestar muita atenção ao texto, que pode conter erros de português.”


No que se refere a essa última orientação (em destaque), e a respeito das variedades linguísticas, só NÃO podemos afirmar que:

Alternativas
Q2404417 Português

Considere os termos mandioca – aipim – macaxeira. Pode-se afirmar que tais palavras, sendo diferentes para o mesmo conceito, são exemplos de qual variação linguística?

Alternativas
Q2403590 Português

Texto 4 para responder às questões de 41 a 55.


1-----------Prezado Ronaldo Fenômeno,


-----------Meu nome é Artur, mas pode me chamar de Pinguim

-----(depois explico). Jogo de centroavante no infantil do São

4---Cristóvão, moro no Rio de Janeiro, tenho 12 anos e sou seu

-----fã.

-----------Meu melhor amigo (nível 1) é o Parede, zagueiro do

7---nosso time. Meu outro melhor amigo (nível 2) se chama seu

-----Almeida, tem 60 anos e é meu vizinho lá na vila.

-----------Pra você ver a coincidência: moro numa casa de vila

10---que fica no bairro de Vila Isabel e ainda por cima morei

-----também na Vila da Penha e na Vila Valqueire antes de vir

-----pra cá. Por causa disso, o nosso técnico lá no São Cristóvão

13---vive dizendo que estou no time errado, devia jogar era no

-----Santos, que tem o campo dele na Vila Belmiro.

-----------Não acho graça nenhuma, sinceramente. Não é por

16---nada, não, só porque a piada é boba mesmo, não tem nada a

-----ver, mas toda vez que ele diz isso eu prefiro dar pelo menos

-----um risinho amarelo, pra ele não me colocar no banco, como

19---já aconteceu.

-----------O nosso técnico gosta de ser chamado de Professor.

-----Não fez faculdade nem nada, acho que ele nem terminou a

22---escola, mas todo técnico agora virou professor, você sabe, e

-----ai de quem chamar o nosso pelo nome de verdade, que eu

-----nem sei qual é, pensando bem.

25-------Sei que não pega bem ficar falando mal de técnico,

-----ainda mais que o nosso deve ganhar uma merreca por mês,

-----coitado, e deve estar ali porque gosta mesmo de futebol e

28---acho até que gosta um pouco da gente também, mas, cá

-----entre nós, técnico assim é duro de aturar, você não acha,

-----Ronaldo?

31-------Eu estava contando dos meus dois melhores amigos.

-----Foi por causa deles que resolvi escrever esta carta e espero

-----que ela chegue sã e salva aí na Espanha e você possa me

34---responder um dia. Só peço que não demore muito porque,

-----enquanto você não me escrever de volta contando a verdade

-----sobre o que vou perguntar, nunca vou poder mostrar pro

37---Parede que ele é um idiota, e eu gostaria muito de dizer isso

-----pra ele.

-----------Foi o Parede quem me sugeriu escrever esta carta e foi

40---o seu Almeida quem reforçou a ideia, lembrando que para

-----ser escritor precisa treinar muito, que nem jogador de

-----futebol, e uma boa forma de treinar pra escritor é escrevendo

43---carta, ele me disse.

-----------O seu Almeida é escritor, Ronaldo, já publicou um

-----montão de livros, mas pelo jeito não venderam muito porque

46---ele não é famoso nem nada e mora lá na casinha dele sem

-----luxo nenhum, vivendo nem sei bem de quê. O seu Almeida

-----sempre desconversa quando pergunto como ele ganha

49---dinheiro. Umas rendas aí, umas rendas aí, ele responde, e eu

-----fico sem entender xongas. Bandido eu sei que ele não é,

-----aposentado também não, pelo menos ele me diz que nunca

52---teve carteira assinada e meu tio Álvaro me disse que sem

-----carteira assinada não tem como se aposentar. Então, eu

54---realmente não sei, é um mistério.


CARNEIRO, Flávio. Prezado Ronaldo.----------------------------------------------------------------------------------

São Paulo: Edições SM, 2. ed., 2017, com adaptações.---------------------------------------------------------------------------------

Na carta que escreve para o jogador Ronaldo Fenômeno, Artur (ou Pinguim) utiliza predominantemente um tipo específico de registro da linguagem.


Assinale a alternativa que corresponde a esse tipo de registro.

Alternativas
Q2398285 Português

INSTRUÇÃO: Leia o ofício fictício a seguir para responder às questões 9 e 10.


Pedra Verde, 18 de fevereiro de 2022.


Ao Querido Senhor


João da Silva, presidente da Câmara Municipal


Referência/Assunto: Ofício n.º 001/2022. Solicita informações sobre motivos e medidas sobre a qualidade da água distribuída no município de Pedra Verde em 05/01/2022.


Estimado Presidente,


Em atenção ao ofício em referência, informamos que o abastecimento da localidade se dá por meio de poços profundos, havendo necessidade de algumas manutenções nas redes de distribuição da água, ocasionando variação da cor e turbidez, momentaneamente. A Companhia de Tratamento está tomando as medidas necessárias para a resolução desse problema.


Colocamo-nos à disposição para quaisquer esclarecimentos que se fizerem necessários.


Um abraço de seu amigo


Pedro Paulo de Sousa

Gerente do Distrito Regional de Pedra Verde


Fonte: texto fictício.

A linguagem empregada nesse ofício é

Alternativas
Q2372597 Português
No texto “A”, observa-se a utilização de formas linguísticas não contempladas pela gramática tradicional, as quais poderiam ser vistas como “erros”, dentro dos parâmetros estabelecidos pela gramática normativa. Levando-se em consideração o pressuposto de que “São os usos que fundam a língua e não o contrário, [...] falar ou escrever bem não é ser capaz de adequar-se às regras da língua, mas é usar adequadamente a língua para produzir um efeito de sentido pretendido numa dada situação” (MARCUSCHI, Luiz Antônio. Da fala para escrita: atividades de retextualização. 2 ed. São Paulo: Cortez, 2001, p.9.), pode-se afirmar que 
Alternativas
Q2238305 Português




E . Z https:/gauchazh.clcrbs.com.bridonnainoticia/2010/01/moacyr-soliar-os-tempos-da-vida-cipmingso0009 icngzfpênib.htmi> (adaptado)

Analise as afirmativas abaixo.
I. Na linha 18, respeitando as regras gramaticais, a palavra "Há" deveria ser grafada sem a presença do “h”: “A um tempo para tudo”. II. A vírgula, na linha 01, foi usada para isolar o adjunto adnominal. lIl - A expressão “tá falado”, linha 35, é um exemplo de linguagem coloquial.
Das afirmativas acima, qual(is) está(ão) correta(s)?
Alternativas
Ano: 2022 Banca: UFMA Órgão: UFMA Prova: UFMA - 2022 - UFMA - Historiador |
Q2211222 Português
No trecho a seguir, é possível identificar palavras e construções características da linguagem coloquial oral. Reescreva-o de forma a adequá-lo à modalidade escrita culta.


“Então, quando eu tive o segundo filho, aí eu tava lá, né?... passando mal pra burro [...]”
(RAMOS, C de M. de A. et al. Estudos Sociodialetais do Estado do Maranhão. São Luís: EDUFMA, 2019, p. 187)
Alternativas
Q2211168 Português

A questão tem como base o outdoor a seguir.




(BONIN, R. Revista Veja, Editora Abril. Disponível em: https:veja.abril.com.br/coluna/radar/empresa-deoutdoors-entra-na-campanha-contra-o-virus-fique-emcasa. Acesso em: 24 jan. 2022)

Sobre o texto da campanha publicitária, é correto afirmar que:
Alternativas
Q2154887 Português

Delicinhas da língua: um breve compêndio do diminutivo no português

Por Gregório Duvivier

O ano já está no finalzinho, disse. E pensei: finalzinho é quando termina o final. Comecinho, não. Comecinho é quando começa o começo. Finalzinho é quando o final tá mais perto do final. Onde eu quero chegar com isso? Não faço ideia. Mas sei que vou devagarinho.

Enquanto quem está pertinho está mais perto, quem está longinho está menos longe. Enquanto a tardinha é no final da tarde, a noitinha fica no começo da noite.

Um minutinho dura mais do que um minuto, talvez uns três ou quatro. Um segundinho pode durar até 30 segundos regulamentares. Devagarinho é mais devagar. Rapidinho é mais rápido. Igualzinho é mais igual.

Pouquinho é mais pouco. Agorinha não é mais agora. Agorinha já foi agora, até que passou. "Ele chegou agorinha" significa que não chegou agora, mas há dois minutinhos.

Moço é o jovem, mocinho é o contrário do vilão. Mocinha só existe na frase "já virou mocinha", eufemismo pra um aumentativo: menstruação.

Todo o mundo gosta do engraçado, todo o mundo odeia o engraçadinho. O bonito dá inveja, o bonitinho dá pena.Todo o mundo quer ser bom, ninguém quer ser bonzinho. Quem está só pode estar feliz. Quem está sozinho, nunca. A voz só se torna vozinha quando irrita. Ninguém diz: "adoro sua vozinha", mas "para de fazer vozinha".

Na contramão: um pássaro pode incomodar. Um passarinho, nunca. Ricardo Araújo Pereira foi quem me alertou: o quente incomoda ou machuca. Diz-se: "cuidado, está quente." Não se diz: "cuidado, está quentinho." Diz-se "vou ficar no quentinho". Não há delícia maior que a delicinha. Nada é mais gostoso que o gostosinho.

A melhor culinária brasileira é toda diminutiva: escondidinho, empadinha, queijadinha. Não gosto muito de caldo, mas adoro um caldinho. Não gosto tanto de caju quanto de cajuzinho. Nunca comi um picado, mas não resisto a um picadinho. Gosto de coxa, mas prefiro a coxinha. Bolo tem sua graça, mas bom mesmo é um bolinho. Um é assado e doce, o outro é salgado e frito. Um serve na festinha, o outro, no barzinho.

Chamamos de soneca um sono curto, mas de soninho um sono gostoso. Sonequinha é um sono ao mesmo tempo curto e gostoso. "Quero estarzinho com ela", diz Raul Bopp em "Cobra Norato", e continua: "querzinho de ficar junto".

A língua portuguesa tem uma palavra pros buraquinhos que surgem no rosto quando se ri, e essa palavra também designa o lugar onde enterramos os mortos. Quando morrer, me enterrem numa covinha.

Disponível em:

<https://www1.folha.uol.com.br/colunas/gregorioduvivier/2021/12/delicinhasda-lingua-veja-um-breve-compendio-do-diminutivo-no-portugues.shtml>.

Acesso em: 16 ago. 2022.

Marque a alternativa em que as palavras extraídas do texto produzem efeitos de sentido pejorativo.
Alternativas
Q2144299 Português
Leia o Texto I e responda à questão.

Texto I

A espécie

O macaco-aranha-de-cara-branca se alimenta de frutos, insetos, néctar, brotos, folhas, casca de árvore, flores e cupins. Na reprodução, os indivíduos desse gênero possuem maturação sexual tardia e reproduzem-se vagarosamente, nascendo um filhote a cada dois ou três anos. A gestação demora aproximadamente sete meses, nascendo um filhote, com 340 gramas.

Adulto, ele mede de 34 a 50 cm de comprimento e pesa entre 5 a 6 kg, tem membros compridos e estrutura esguia. Com preênsil medindo entre 61 a 77 cm, o macaco-aranha o utiliza para locomoção e forrageamento. A pelagem é macia e negra, mas o focinho e o redor dos olhos possuem pele nua cor-de-rosa ou vermelho-clara.

Possuem várias vocalizações, que utilizam quando encontram comida e para manter o grupo unido. O macaco-aranha-de-testa-branca forma grandes grupos sociais (mais de 30 indivíduos), que ocupam preferencialmente os níveis superiores do dossel e nas árvores emergentes. São caçados para alimento e também para se transformarem em xerimbabo (animal de estimação) pelos índios. [...]

Disponível em:<https://g1.globo.com/mt/matogrosso/noticia/2022/09/04/macaco-aranha-de-cara-branca-que-vive-noparque-cristalino-em-mt-esta-ameacado-de-extincao.ghtm> l. Acesso em: 4 set. 2022
A palavra “xerimbabo”, indicada pelo autor do texto como “animal de estimação”, denota variação linguística local que ele destaca como pertencente ao grupo indígena de Cuiabá. Essa variedade linguística é
Alternativas
Q2122128 Português
      A língua que falamos molda a forma como enxergamos as coisas. Cada idioma tem seus recursos e expressões, e isso tudo pode contribuir para que uma mesma situação ganhe interpretações diferentes. Ao comentar sobre o pouco tempo que tem de almoço, por exemplo, uma pessoa que fala inglês ou sueco provavelmente utilizaria o termo “pausa curta”. Para falantes de espanhol e grego, porém, o momento seria descrito como uma “pequena pausa”.
    Essas variações na linguagem podem influenciar a percepção que cada pessoa tem sobre o tempo. E o caso mais interessante vem daqueles que falam mais de um idioma. Quem é bilíngue tem uma “chavinha” no cérebro, alterada de acordo com a língua que será utilizada.
     Para determinar essa relação, alguns pesquisadores analisaram um grupo de 80 voluntários, composto metade por espanhóis e metade por suecos, que foram submetidos a alguns experimentos psicológicos.
       No primeiro, eles tinham de assistir a uma animação de computador que mostrava duas linhas, que cresciam a partir de um ponto. Uma delas levava três segundos para atingir o tamanho de quatro polegadas. A outra crescia até atingir seis polegadas, no mesmo tempo. Após acompanharem as cenas, os voluntários eram orientados a manifestar suas impressões, estimando quanto tempo as linhas levaram para atingir seus tamanhos finais.
       Os pesquisadores esperavam que os suecos tivessem mais dificuldade em acertar esse tempo. E foi exatamente o que aconteceu: para eles, a linha maior teria demorado mais que a outra para chegar às seis polegadas. Enquanto isso, espanhóis indicaram a duração do experimento com mais precisão — independentemente do tamanho de cada linha.
      De acordo com os cientistas, o observado tem relação direta com a maneira como ambas as culturas quantificam o tempo.
         O que tudo isso sugere é que, sob certas condições, a linguagem pode ter um peso maior que a rapidez de pensamento. Isso quer dizer que somente o fato de os pensamentos serem em certo idioma já pode ser responsável por uma desvantagem em determinada tarefa.
       A boa notícia é que aprender novas línguas significa quebrar essa barreira, nos tornando capazes de perceber nuances que não conseguiríamos antes. 

Internet: <www.super.abril.com.br> (com adaptações).

Considerando as ideias e aspectos linguísticos do texto precedente, julgue o item a seguir.


Em alguns trechos do texto, o autor utiliza a linguagem informal como estratégia de aproximação do leitor.

Alternativas
Q2122124 Português
      A língua que falamos molda a forma como enxergamos as coisas. Cada idioma tem seus recursos e expressões, e isso tudo pode contribuir para que uma mesma situação ganhe interpretações diferentes. Ao comentar sobre o pouco tempo que tem de almoço, por exemplo, uma pessoa que fala inglês ou sueco provavelmente utilizaria o termo “pausa curta”. Para falantes de espanhol e grego, porém, o momento seria descrito como uma “pequena pausa”.
    Essas variações na linguagem podem influenciar a percepção que cada pessoa tem sobre o tempo. E o caso mais interessante vem daqueles que falam mais de um idioma. Quem é bilíngue tem uma “chavinha” no cérebro, alterada de acordo com a língua que será utilizada.
     Para determinar essa relação, alguns pesquisadores analisaram um grupo de 80 voluntários, composto metade por espanhóis e metade por suecos, que foram submetidos a alguns experimentos psicológicos.
       No primeiro, eles tinham de assistir a uma animação de computador que mostrava duas linhas, que cresciam a partir de um ponto. Uma delas levava três segundos para atingir o tamanho de quatro polegadas. A outra crescia até atingir seis polegadas, no mesmo tempo. Após acompanharem as cenas, os voluntários eram orientados a manifestar suas impressões, estimando quanto tempo as linhas levaram para atingir seus tamanhos finais.
       Os pesquisadores esperavam que os suecos tivessem mais dificuldade em acertar esse tempo. E foi exatamente o que aconteceu: para eles, a linha maior teria demorado mais que a outra para chegar às seis polegadas. Enquanto isso, espanhóis indicaram a duração do experimento com mais precisão — independentemente do tamanho de cada linha.
      De acordo com os cientistas, o observado tem relação direta com a maneira como ambas as culturas quantificam o tempo.
         O que tudo isso sugere é que, sob certas condições, a linguagem pode ter um peso maior que a rapidez de pensamento. Isso quer dizer que somente o fato de os pensamentos serem em certo idioma já pode ser responsável por uma desvantagem em determinada tarefa.
       A boa notícia é que aprender novas línguas significa quebrar essa barreira, nos tornando capazes de perceber nuances que não conseguiríamos antes. 

Internet: <www.super.abril.com.br> (com adaptações).

Considerando as ideias e aspectos linguísticos do texto precedente, julgue o item a seguir.


No texto, os trechos que tratam das línguas e das variações linguísticas evidenciam a presença da função metalinguística da linguagem.

Alternativas
Respostas
521: C
522: C
523: B
524: E
525: E
526: D
527: C
528: B
529: D
530: C
531: B
532: D
533: A
534: C
535: E
536: D
537: B
538: B
539: C
540: C