Questões de Concurso Sobre variação linguística em português

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Q2191372 Português
    Desde seu primeiro livro para crianças, A menina do narizinho arrebitado, Monteiro Lobato fixa o espaço e boa parte do elenco que vai ocupá-lo e ocupar-se em aventuras de todo tipo: é o Sítio do Picapau Amarelo, propriedade de Dona Benta, que vive originalmente acompanhada de sua neta Lúcia, conhecida por Narizinho, e de uma cozinheira antiga e fiel, Tia Nastácia. Trata-se de uma população pequena para preencher um cenário tão grande, mas as personagens multiplicam-se rapidamente.
    São os laços familiares que garantem a união do grupo, mas o Sítio do Picapau Amarelo constitui sempre o ponto de entrada de todas as narrativas: as desempenhadas pelos netos de Dona Benta e as que alojam heróis provenientes do exterior e de outras histórias, introduzidos pela voz da velha senhora.
   Assim, o sítio não é apenas o cenário onde a ação pode transcorrer. Ele representa igualmente uma concepção do mundo, da sociedade e do Brasil, bem como uma tomada de posição a propósito da criação de obras para a infância, como se vê no trecho de O irmão de Pinóquio:
    A moda de Dona Benta ler era boa. Lia “diferente” dos livros. Como quase todos os livros para crianças que há no Brasil são muito sem graça, cheios de termos do tempo do Onça ou só usados em Portugal, a boa velha lia traduzindo aquele português de defunto em língua do Brasil de hoje. Onde estava, por exemplo, “lume”, lia “fogo”; onde estava “lareira”, lia “varanda”. E sempre que dava com um “botou-o” ou “comeu-o”, lia “botou ele”, “comeu ele” – e ficava o dobro mais interessante.

(Marisa Lajolo e Regina Zilberman. Literatura infantil brasileirahistória & histórias. Editora Unesp. Adaptado)
De acordo com o texto de Lobato, Dona Benta lia de modo diferente os livros porque
Alternativas
Ano: 2023 Banca: IBFC Órgão: SEE-AC Prova: IBFC - 2023 - SEE-AC - PROFESSOR-PNS-P2 - LIBRAS |
Q2184871 Português
Barbosa (2014) afirma que qualquer língua exibe sempre variações: nenhuma se apresenta como unidade homogênea. Sobre essa menção, assinale a alternativa incorreta
Alternativas
Ano: 2023 Banca: UFPR Órgão: IF-PR Prova: UFPR - 2023 - IF-PR - Letras Português/Inglês |
Q2183134 Português
Com base no tema variação linguística, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q2177597 Português

A seguir, observe o texto abaixo para responder a questão:

Tubarões preferem banhistas que usam preto e branco

Vem ni mim, tubarão!

    Está todo mundo lá na praia, nadando feliz e contente, quando vem um tubarão. Como é que ele escolhe qual pessoa morder? Uni-duni-tê?
    De acordo com a pesquisa do especialista em tubarões da Universidade da Flórida (EUA), George Burgess, a escolha fashion do banhista é um dos fatores que o bicho leva em consideração: quem usa trajes que combinem preto e branco tem mais chances de levar uma bela mordida.
    Burgess analisou dados de ataques de tubarão registrados nos últimos 50 anos no município de Volusia, uma região costeira da Flórida conhecida pela alta incidência de ataques (no período analisado, foram 231). Nessa análise, percebeu que a maioria das pessoas mordidas estava usando branco e preto.
   Mas por que o tubarão gosta dessa combinação? O cara ainda não sabe ao certo. Mas, segundo ele, é provável que o fenômeno esteja ligado à habilidade dos tubarões em enxergarem contrastes. Não por menos, a combinação de preto e amarelo também não se mostrou segura.
   Além disso, Burgess constatou outras coisas interessantes (e outras nem tanto): a maioria dos ataques acontece aos domingos (provavelmente porque é o dia em que a praia está mais cheia), a menos de 2 metros de profundidade (porque é onde a maioria das pessoas geralmente fica) e (isso sim é legal) durante a Lua nova. “Isso porque as marés, afetadas pela Lua, trazem os peixes preferidos dos tubarões para mais perto da costa”, diz o especialista.
Disponível em:https://super.abril.com.br/coluna/cienciamaluca/tubarões-preferem-banhistas-que-usam-preto-e-branco/ . Acesso em: 13 jul. 2011
Identifique a opção que demonstra a variação linguística mais informal: 
Alternativas
Q2177182 Português
O post a seguir evidencia as diferenças de vocabulário entre Brasil e Portugal. Veja e, em seguida, responda a questão.

A esse tipo de variação linguística dá -se o nome de: 
Alternativas
Q2177178 Português
O próximo texto, de Inácio de Loyola Brandão, diz respeito a questão:

O VERDE
   
    Estranha é a cabeça das pessoas. Uma vez, em São Paulo, morei numa rua que era dominada por uma árvore incrível. Na época da floração, ela enchia a calçada de cores. Para usar um lugar-comum, ficava sobre o passeio um verdadeiro tapete de flores; esquecíamos o cinza que nos envolvia e vinha do asfalto, do concreto, do cimento, os elementos característicos desta cidade. Percebi certo dia que a árvore começava a morrer. Secava lentamente, até que amanheceu inerte, sem folha. É um ciclo, ela renascerá, comentávamos no bar ou na padaria. Não voltou. Pedi ao Instituto Botânico que analisasse a árvore, e o técnico concluiu: fora envenenada. Surpresos, nós, os moradores da rua, que tínhamos na árvore um verdadeiro símbolo, começamos a nos lembrar de uma vizinha de meia-idade que todas as manhãs estava ao pé da árvore com um regador. Cheios de suspeitas, fomos até ela, indagamos, e ela respondeu com calma, os olhos brilhando, agressivos e irritados:
      — Matei mesmo essa maldita árvore.
      — Por quê?
   — Porque na época da flor ela sujava minha calçada, eu vivia varrendo essas flores desgraçadas. 
Marque a opção em que aparece marca de linguagem informal. 
Alternativas
Q2175132 Português

Leia a charge e responda a seguir.


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Podemos afirmar que a linguagem empregada na charge é 

Alternativas
Q2175122 Português
A falsa vida no Instagram

Expor-se em fotos na rede é um paliativo para a mediocridade.

Walcyr Carrasco - 14 fev 2020

Estou no aeroporto. Uma mulher pede uma selfie. Faço a pose. Sorrio. Essa cena acontece principalmente quando estou com uma novela de sucesso. Eu me pergunto: para que servem os milhões de selfies clicadas diariamente? Bem, para postar. A foto dá a impressão de intimidade. Mas nem nos conhecemos. A maioria avassaladora das pessoas que postam selfies com famosos não conhece ninguém. São imagens arrancadas, às vezes em situações horríveis. Certa vez, em Belo Horizonte, meu voo estava sendo chamado. Eu entrando no banheiro às pressas. Uma senhora me parou para fazer selfie, tentei me safar, ela insistindo… Enfim… Imaginem a situação. Tive de sorrir e me deixar fotografar! O pior é que não sei com quem estou dando um clique. Se for parar num tribunal e disser que não conheço a pessoa, haverá uma selfie! Esse mundo digital cria uma falsa impressão de intimidade!
Abro o Instagram e o que vejo? Muita gente com famosos, mais famosos que eu, óbvio. A vida de um Neymar deve ser um martírio! Também há os turistas deslumbrados. Sinto “vergonha alheia” ao ver tantos amigos postando fotos de viagem como se fossem a última bolacha do pacote. Vamos combinar. Quem precisa de mais um retrato de alguém no Coliseu? Ou na Torre Eiffel? Recentemente eu estava com um amigo, seu filho e primo adolescentes no templo budista Zu Lai, em Cotia, São Paulo. É um lindo santuário, com escadarias, pátios, esculturas. Todos tirando selfies e fazendo poses. De repente, percebi: ninguém estava olhando o templo! Só clicando. Postar era mais importante que a experiência em si.
Outra tendência são as mulheres seminuas e os rapazes de músculos à mostra. No passado, as revistas masculinas pagavam fortunas às mulheres para que ficassem nuas. Hoje é de graça, e as modelos são donas de casa, executivas… Só não há nus absolutos porque o próprio Instagram proíbe. Um amigo desempregado, já maduro, mas com músculos bem desenhados, postava uma foto de praia atrás da outra. Foi fazer uma entrevista. O possível chefe reclamou dos posts. Disse serem ruins para um candidato a cargo de direção. Apavorado, ele parou de postar. Duas semanas. Já está postando tudo de novo. Atenção: quem oferece uma vaga sempre verifica o candidato nas redes sociais. É um risco para o currículo. Fico imaginando a vida dos rapazes que postam fotos de si próprios em academias ou na praia, como pavões. Na real, contam os centavos, levam fora da namorada… Há quem poste batatinhas gordurosas orgulhosamente, como se fossem alta gastronomia. E ah… por que tanta gente faz questão de postar seus cachorrinhos? Felicidade igual au-au?
O Instagram é uma narrativa. As pessoas criam uma ficção da própria vida. Histórias de intimidade com famosos, de viagens, de alta moda, de gastronomia. Sentem-se mais interessantes, desejáveis. Os posts são um paliativo para a mediocridade de seu dia a dia. Postar virou um vício. Em que realmente acreditam? Em seu trabalho, relações? Ou na personagem criada no Instagram? Tornar a vida uma ficção só pode dar errado.

Publicado em VEJA de 19 de fevereiro de 2020. 
No terceiro parágrafo lemos:
“Na real, contam os centavos, levam fora da namorada…”
As palavras empregadas nessa frase são características da linguagem 
Alternativas
Q2174278 Português
Por que devemos tratar a solidão como uma questão de saúde pública?

Estudos mostram aumento de mortalidade ou de riscos à saúde entre pessoas afetadas por este sentimento

Claudio Lottenberg
2 de março de 2023

    Você, leitor, talvez já tenha passado por um dia “daqueles”: reuniões em série, demandas urgentes e inconciliáveis, telefone tocando sem parar, múltiplas mensagens em diversos aplicativos, e-mails a responder, aulas, compromissos familiares e sabe-se lá mais quanta coisa a requerer sua atenção. Num dia assim, é bem fácil que já tenha recorrido àquela fantasia, à primeira vista tranquilizadora, de estar numa praia deserta. Desconectado do mundo, sem ninguém por perto. Curtindo um estado do que pareceria a mais plena solidão.
    Essa fantasia romântica da solidão só parece positiva porque a imaginamos como um estado que nos ajudará a ter sossego, que poderá estimular nossa criatividade, ou coisas assim. E isso até tem validade – mas é só uma face da moeda. A outra, nem sempre presente naqueles momentos em que ela parece ser tudo que queremos, é o seu sentido mais real: um sentimento de mal-estar ou angústia atribuído à falta de relacionamento com outras pessoas com quem trocar impressões e fazer coisas, na definição sugerida pelo psicólogo holandês René Diekstra, em artigo no site da Organização Mundial de Saúde.
    Pesquisas mostram inclusive que, mesmo sendo um estado subjetivo, a solidão ganhou proporções de crise de saúde pública – muito na esteira do que a pandemia, com o isolamento social necessário para conter a transmissão da Covid-19, provocou. Um relatório da OMS de 2021 mostrou que a solidão afeta entre 20% e 34% dos idosos de China, Europa, América Latina e Estados Unidos. O documento ainda registrou uma associação entre a solidão sentida por pacientes recém-operados e um risco mais de óbito nos 30 dias subsequentes (o estudo foi feito com mais de 4 mil idosos, e foi publicado no Jama Surgery (Diário da Associação Médica Americana)).
    A associação Americana do Coração, por sua vez, ainda verificou num estudo uma associação entre solidão, isolamento social e aumento (de 30%) nos riscos de AVC (acidente vascular cerebral) e ataques cardíacos. Jovens são igualmente vítimas da solidão – outro estudo mostrou uma associação desse estado com índices mais altos de tabagismo (e nem é preciso descer a detalhes sobre os efeitos do tabaco na saúde).
    Impressiona que, em uma sociedade em que a conexão de todos com todos seja cada vez mais abrangente, a sensação de isolamento se faça sentir cada vez mais. O sociólogo Zygmunt Bauman (1925-2017) disse em entrevista ao “El País” em 2016 que “a solidão é a grande ameaça nesses tempos individualistas”. Segundo ele, muita gente usa as redes sociais para se fechar em zonas de conforto, nas quais ouvem apenas as próprias vozes – e não para dialogar, criar conexões de qualidade com as pessoas. Podem oferecer uma sensação de pertencimento a alguma comunidade, mas, diz ele, “são uma armadilha”.     A romantização da ideia de solidão está presente no pensamento de inúmeros pensadores, escritores, poetas. O escritor francês Paul Valéry teria dito que solidão e silêncio podem ser meios de liberdade; Jean-Jacques Rousseau a via como uma vantagem, de estar sempre na companhia de alguém que sabe pensar; Arthur Schopenhauer a encarava como uma sorte de espíritos excepcionais. Tais noções dificultam a compreensão do fenômeno da solidão e a busca por formas de conviver com ela – e de ajudar aqueles que a vivem como uma patologia.
    Na “Política”, uma de suas muitas obras, o filósofo grego Aristóteles define o ser humano como um “animal político” – ou seja, como aquele que vive na pólis, na cidade. É, portanto, um ser gregário, social, não existe para viver sozinho. Numa caracterização mais contemporânea – mas basicamente sinônima –, o neurocientista argentino Facundo Manes disse que o sentimento da solidão é como um alarme que nos recorda de que somos seres sociais (como o sábio grego já havia entendido há cerca de 2.500 anos), da mesma forma que a fome nos lembra de que temos que nos alimentar. O ditado popular diz que o remédio se diferencia do veneno pela dose; com a solidão talvez seja a mesma coisa.

Claudio Lottenberg é mestre e doutor em oftalmologia pela Escola Paulista de Medicina (Unifesp). É presidente do conselho do Hospital Albert Einstein e do Instituto Coalizão Saúde.

LOTTENBERG, Claudio. Por que devemos tratar a solidão como uma questão de saúde pública? Forbes Brasil, 02 de março de 2023. Saúde. Disponível em: https://forbes.com.br/forbessaude/2023/03/claudio-lottenberg-por-que-devemostratar-a-solidao-como-uma-questao-de-saude-publica/. Acesso em: 10 mar. 2023
Quanto à linguagem empregada no texto, pode-se afirmar que ela se caracteriza por ser predominantemente
Alternativas
Q2174221 Português
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Agora analise as proposições a seguir.

I. A linguagem utilizada nos balões de fala apresenta um tom de coloquialidade. II. O texto apresentado é não verbal em toda a sua extensão. III. O gênero textual em que se encaixa esse texto é o cartum.
Marque a alternativa que apresenta a(s) proposição(ões) CORRETA(S). 
Alternativas
Q2171155 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 03 a seguir para responder à questão que a ele se refere.

Texto 03 




Disponível em: https://acontecendoaqui.com.br/propaganda/smiles. Acesso em: 17 fev. 2023.

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 a seguir para responder à questão que a ele se refere.
Texto 01
Viagem terapêutica: o autoconhecimento como destino
11.png (798×363)

Disponível em: https://vidasimples.com/vida-emocional. Acesso em: 14 fev. 2023. Adaptado.



Analise as afirmativas a seguir, tendo em vista as ideias veiculas no texto 03 em comparação ao texto 01.

I. Os dois textos consideram que as viagens são oportunidades de promoção do autoconhecimento. II. Os dois textos, embora não usem verbos no imperativo, têm função apelativa, pois pretendem convencer as pessoas a praticarem uma determinada ação. III. Os dois textos, embora tenham pontos de contato quanto à temática, pertencem a gêneros diferentes. IV. Os dois textos fazem uso da linguagem verbal e não verbal para transmitirem suas ideias. V. O texto 03, diferentemente do texto 01, insere a questão da inclusão social por meio da linguagem não verbal.
Estão CORRETAS as alternativas
Alternativas
Q2170722 Português

Observe a variação linguística exemplificada na tirinha.


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Em relação à tirinha, percebe-se que a variação linguística é motivada

Alternativas
Q2170721 Português
Como você corrige os outros? Ana Elisa Ribeiro
    “Dói meu ouvido”, diz o conhecido, sabendo que sou professora de português. Ele procura uma cumplicidade comigo, depois de protagonizar uma cena explícita de preconceito linguístico. Um vendedor de água ou de chicletes vem oferecer suas mercadorias, diz “aí, dona, é água e balinha, é as melhó, três por cinco”. Meus ouvidos ouvem, não, obrigada, não compram; os ouvidos dele doem,e também dispensam os doces. 
    Noutro momento, numa festinha familiar ou de fim de ano, duas ou três pessoas conversa meu madelas pronuncia “gratuíto”, enquanto a outra concorda mal um sujeito e um predicado; a terceira usa impropriamente uma palavra supostamente chique e culta. Novamente, chega alguém mais informado e diz na minha orelha: “você deve sofrer, né?”
    Não sofro. Não sofro o tempo todo. Mas noto algumas coisas: (a) que quando esses falares acontecem, há uns segundos de expectativa, quando os olhares vêm na minha direção, aguardando por uma atitude imediata de cá, isto é, uma correção explícita à fala alheia; (b) uma decepção generalizada quando não faço isso, como se fosse uma espécie de maldade ou de omissão de socorro; (c) em seguida, o perdão geral, após a conclusão de que eu provavelmente só não quis constranger ninguém, mas que corrigirei a pessoa em momento oportuno, expondo-a menos.

RIBEIRO, Ana Elisa. “Com você corrige os outros?”. Disponível em: https://revistapessoa.com/artigo/3453/como-voce-corrige-os-outros? Acesso em: 04 mar. 2023. 

Conforme Antunes (2007) “a ciência linguística defende que o bom uso da língua é aquele adequado às condições de uso”. Estabelecendo uma relação com o texto de Ana Elisa Ribeiro, classifique as afirmativas como (V) verdadeiras ou (F) falsas.
( ) O uso da língua fora do contexto culto indica falta de conhecimento linguístico e gramatical devendo ser corrigido em diferentes contextos de fala.
( ) O fato da norma culta corresponder a variante de prestígio social, seu uso deve ser priorizado nas situações de interação verbal.
( ) Por ser a língua homogênea e regida pela norma padrão, o emprego de “gratuíto” no contexto apresentado configura um desvio linguístico.
( ) Quanto maior a capacidade do falante real fazer uso das normas e diferentes registros da língua, mais competente ele se apresenta.

A sequência correta de classificação, de cima para baixo, é:
Alternativas
Q2166981 Português
Texto 2
Cinco atitudes sustentáveis para combater o aquecimento global
Inspire-se com cinco hábitos simples que vão fazer bem para o planeta e para você




INSTITUTO BRASILEIRO DE DEFESA DO CONSUMIDOR. 18 de setembro de 2019; atualizado em 16 de janeiro de 2020. Disponível em: https://idec.org.br/dicas-e-direitos/5-atitudes-simples-para-combater-o-aquecimento-global. [Adaptado]. Acesso em: 18 jan. 2023.
Com base no texto 2 e na variedade padrão da língua escrita, assinale a alternativa correta.  
Alternativas
Q2166848 Português
“Todo escritor, por meio do narrador ou dos personagens, utiliza uma linguagem adaptada à situação de comunicação, ou meio social em que os fatos se inserem. Ele também é determinado pelas regras de uso na época em que escreve. Foi assim que se desenvolveu, na época clássica, a ideia de uma ‘boa linguagem’, que rejeitaria tanto os excessos dos puristas quanto a utilização de gírias e regionalismos. Hoje, a escolha entre vários registros de língua permite efeitos de humor e de ironia. É a ocasião de criar um universo original, de instaurar uma relação de cumplicidade particular com o leitor.” Abaixo estão cinco afirmações sobre a língua; aquela que está em desacordo com o que se expressa nesse pequeno texto, é:
Alternativas
Q2166619 Português
Texto 1
Antropoceno: a era do colapso ambiental


ALVES, José Eustáquio Diniz. Centro de Estudos Estratégicos da Fiocruz. Disponível em: https://cee.fiocruz.br/?q=node/1106. [Adaptado]. Acesso em: 18 jan. 2023.
Com base no texto 1 e na variedade padrão da língua escrita, indique se as afirmativas abaixo são verdadeiras (V) ou falsas (F) e assinale a alternativa com a sequência correta de cima para baixo.
( ) Por “o desenvolvimento sustentável virou um oximoro” (linhas 27 e 28) entende-se que há uma relação harmônica e convergente entre as ideias de “desenvolvimento” e “sustentável”.
( ) Por “força onipresente” (linha 03) entende-se uma força que, de tempos em tempos, está presente em todos os lugares.
( ) Em “A estabilidade climática do Holoceno propiciou o desenvolvimento econômico e social, e o ser humano expandiu [...]” (linhas 04 e 05), a vírgula é usada para separar orações coordenadas com sujeito distinto.
( ) Em “o grau do impacto destruidor” (linha 10), “a força impulsionadora da degradação ambiental” (linhas 13 e 14) e “ações que são catalisadoras de uma provável catástrofe ecológica” (linha 14), as palavras sublinhadas estão funcionando como adjetivo.
( ) Em “a domesticação dos animais” (linha 06), “A sexta extinção em massa” (linha 15), “o avanço do progresso humano” (linha 25) e “processo de empobrecimento do meio ambiente” (linhas 25 e 26), as palavras sublinhadas estão funcionando como substantivo.
( ) Em “O Homo sapiens surgiu” (linha 01) e “o surgimento do Homo sapiens” (linhas 22 e 23), a forma verbal “surgiu” se alterou para o nome derivado “surgimento” e o termo Homo sapiens passou de sujeito a adjunto adnominal, respectivamente.  
Alternativas
Q2166387 Português
A linguagem coloquial é uma variação utilizada em situações cotidianas mais informais; a coloquialidade encontra fluidez na oralidade e não segue normas da gramática tradicional.
Das alternativas a seguir, a única que não se caracteriza pela presença de linguagem coloquial é: 
Alternativas
Q2165889 Português

Leia, com atenção, o texto 04 a seguir para responder à questão que a ele se refere. 


Disponível em: https://www.google.com.br. Acesso em: 28 jan. 2023. 

Analise as afirmativas a seguir tendo em vista os recursos de estruturação do texto 04.
I - A linguagem denotativa e a linguagem conotativa estão presentes no texto. II - O uso do termo “sanduba” comprova o fenômeno da variação linguística. III - O uso dos termos “pra” e “sanduba” indicam a presença de coloquialidade. IV - O pronome “este” poderia ser substituído por “esse”, com igual correção. V - A palavra “sanduba” foi formada pelo processo de redução vocabular.
Estão CORRETAS as afirmativas  
Alternativas
Q2164680 Português

INSTRUÇÃO: Leia o texto I a seguir para responder à questão.


TEXTO I

Formação de atletas ou cidadãos? Um estudo de caso sobre a aplicação do esporte nas aulas de educação física no ensino médio em escola estadual no Amapá

[...]

Questão Crítica 3: Qual a importância que o esporte tem para você?

Nesta dimensão, procurou-se investigar qual a importância que o esporte tem para a vida dos alunos. Quando questionados a respeito da importância do esporte, a maioria dos entrevistados (35,6%) referiam-se em principal a saúde e ao condicionamento físico-corporal, como podemos constatar no Gráfico 3:


Gráfico 3. Resposta geral dos alunos sobre a Questão Crítica 3

Qual a importância que o esporte tem para você?


Fonte: Própria

Pesquisa [...] Disponível em: https://bit.ly/3T2URpj. Acesso em: 5 nov. 2022 (adaptado).

São características presentes no texto I, exceto:
Alternativas
Q2131937 Português
Uma característica muito importante deste grupo são as modificações no crânio.
Considerando as formas linguísticas presentes na sentença acima, pode-se afirmar que: 
Alternativas
Respostas
441: D
442: B
443: B
444: C
445: D
446: C
447: C
448: A
449: A
450: A
451: A
452: E
453: B
454: E
455: E
456: A
457: B
458: C
459: C
460: B