Questões de Concurso
Sobre uso do ponto, do ponto de exclamação e do ponto de interrogação em português
Foram encontradas 895 questões


I- Há uma exclamação.
II- Há uma interrogação.
III- Há um travessão.
IV- Há um colchete.
É CORRETO o que se afirma apenas em:


Fonte: Armandinho. Artista: Alexandre Beck.
(__)Por que você se recusa a se transformar.
(__)Às vezes ouço passar o vento; e só de ouvir o vento passar, vale a pena ter nascido.
(__)Ah, esses moralistas... Não há nada que empeste mais do que um desinfetante.
Assinale a alternativa cuja respectiva ordem de julgamento esteja correta:
Leia o texto e responda à questão que se segue.

Leia o Texto 3 para responder à questão.
Texto 3
Menos plástico, mais amor
Eu provavelmente estava distraída quando os guardanapos das lanchonetes começaram a vir em invólucros de plástico. Você precisa abri-los antes de sujar as mãos, senão pode ser complicado demais. Embora essa questão seja importantíssima, o que me intriga de fato é em que momento e por que começamos a exagerar tanto no uso das coisas plásticas.
Vou chamar o fenômeno de hiperassepsia. Será que alguém morreu por um guardanapo contaminado, e eu não fiquei sabendo? E quanto ao copo descartável que acompanha a garrafa também descartável, nós precisamos mesmo dele? Talvez eu possa esboçar duas razões para esse excesso de itens destinados às lixeiras.
Em tempos de álcool gel, é natural que um dispensador de canudos nos pareça uma monstruosa colônia de germes. Melhor embalá-los um a um. No entanto, nesse exato momento, na França, há um funcionário recebendo uma nota de cinco euros e depois entregando um sanduíche a alguém com as mesmas mãos sem luvas. Isso pode causar nojo, mas revela mais sobre diferenças culturais do que reais riscos à saúde.
E o mais importante: o exagero dos plásticos parece estar ligado à tendência de querer agradar a qualquer custo. Só isso explica o que observo cotidianamente nos caixas de supermercado. Embora a maioria de nós seja capaz de pôr objetos dentro de uma sacola, temos empacotadores, instruídos a não colocar no mesmo saco uma pasta de dente e um pacote de biscoitos. A consequência é o uso de uma quantidade absurda de sacolas.
Na minha sacola de pano, sob os olhos atônitos do empacotador que acabo de dispensar, é claro que tudo vai misturado. Continuo viva.
Disponível em: <https://www.escrevendoofuturo.org.br/blog/literatura-em-movimento/menos-plastico-mais-amor/>. Acesso em: 19 set. 2024. [Adaptado].
ASSIS, Machado de. Dom Casmurro. Rio de Janeiro: Ediouro, 1997, p. 165.
Considerando-se a norma-padrão, em qual dos fragmentos sublinhados no texto a pontuação foi inadequadamente utilizada ou subtraída?
TEXTO III

Disponível em: https://marketplace.canva.com/
EAFGzVcSRsE/1/0/1131w/canva-cartaz-de-avisovarejo-cartazista-tipogr%C3%A1fico-vermelhoRviXLQgQoDo.jpg. Acesso em: 26 out. 2024.

Disponível em: https://www.youtube.com/watch?app=desktop&v=96QPjtVWmOk. Acesso em: 23 out. 2024.
Assinale a alternativa em que o uso da exclamação apresenta idêntica função que as mencionadas no cartaz.
Genocídio. (Emmanuel Marinho, poeta de Dourados-MS).
(Crianças batem palmas nos portões).
Tem pão velho?
Não, criança.
Tem o pão que o diabo amassou
Tem sangue de índios nas ruas
E quando é noite
A lua geme aflita
Por seus filhos mortos.
Tem pão velho?
Não, criança.
Temos comida farta em nossas mesas
Abençoada de toalhas de linho, talheres
Temos mulheres servis, geladeiras
Automóveis, fogão Mas não temos pão.
Tem pão velho?
Não, criança.
Temos asfalto, água encanada
Supermercados, edifícios
Temos pátria, pinga, prisões
Armas e ofícios
Mas não temos pão.
Tem pão velho?
Não, criança.
Tem sua fome travestida de trapos
Nas calçadas
Que tragam seus pezinhos
De anjo faminto e frágil
Pedindo pão velho pela vida
Temos luzes sem alma pelas avenidas
Temos índias suicidas
Mas não temos pão.
Tem pão velho?
Não, criança.
Temos mísseis, satélites
Computadores, radares
Temos canhões, navios, usinas nucleares
Mas não temos pão.
Tem pão velho?
Não, criança.
Tem o pão que o diabo amassou
Tem sangue de índios nas ruas
E quando é noite
A lua geme aflita
Por seus filhos mortos.
Tem pão velho?
Genocídio. (Emmanuel Marinho, poeta de Dourados-MS).
(Crianças batem palmas nos portões).
Tem pão velho?
Não, criança.
Tem o pão que o diabo amassou
Tem sangue de índios nas ruas
E quando é noite
A lua geme aflita
Por seus filhos mortos.
Tem pão velho?
Não, criança.
Temos comida farta em nossas mesas
Abençoada de toalhas de linho, talheres
Temos mulheres servis, geladeiras
Automóveis, fogão Mas não temos pão.
Tem pão velho?
Não, criança.
Temos asfalto, água encanada
Supermercados, edifícios
Temos pátria, pinga, prisões
Armas e ofícios
Mas não temos pão.
Tem pão velho?
Não, criança.
Tem sua fome travestida de trapos
Nas calçadas
Que tragam seus pezinhos
De anjo faminto e frágil
Pedindo pão velho pela vida
Temos luzes sem alma pelas avenidas
Temos índias suicidas
Mas não temos pão.
Tem pão velho?
Não, criança.
Temos mísseis, satélites
Computadores, radares
Temos canhões, navios, usinas nucleares
Mas não temos pão.
Tem pão velho?
Não, criança.
Tem o pão que o diabo amassou
Tem sangue de índios nas ruas
E quando é noite
A lua geme aflita
Por seus filhos mortos.
Tem pão velho?