🎯 Saiba o que estudar

Avançado com Treinador a partir de R$ 0,76/dia

Questões de Concurso Sobre uso do ponto, do ponto de exclamação e do ponto de interrogação em português

Questões Discursivas

Foram encontradas 895 questões

Q4097548 Português
Assinale a alternativa que preenche a frase com as pontuações corretas:
“Você viu que a prefeitura limpou o córrego hoje___ Reinaldo___”
Alternativas
Q4097540 Português
Qual sinal de pontuação deve ser usado após uma ordem, um grito ou palavra que indica susto em um texto escrito?
Alternativas
Q4097535 Português

Leia a frase:


Valéria perguntou:⸺ Que horas você chega____

Assinale a alternativa que insere o sinal de pontuação correto no fim da frase:

Alternativas
Q4095525 Português
Assinale a alternativa cuja sentença se apresenta totalmente correta em relação à pontuação. 
Alternativas
Q4095334 Português
Assinale a alternativa que preenche a frase com as pontuações corretas:
“Geovana___ você poderia levar esses pratos para a mesa___”
Alternativas
Q4095321 Português

Leia a frase:

Tiago se assustou e deu um grito: ⸺ Cuidado_

Assinale a alternativa que insere o sinal de pontuação correto no fim da frase:

Alternativas
Q4066932 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Novo exame de sangue pode melhorar diagnóstico da hanseníase

Trabalho premiado abre perspectivas animadoras para flagrar mais cedo esta infecção que ainda acomete muitos brasileiros

-

A hanseníase persegue o homem desde a Antiguidade, e, mesmo com tantos avanços da medicina, ainda é um problema de saúde pública no mundo. No Brasil, são 30 mil novos casos por ano [*] o país é o segundo com maior incidência da doença.

Identificá-la o mais cedo possível é a chave para interromper a cadeia de transmissão e prevenir as lesões e sequelas.

Hoje [*] esse processo é eminentemente clínico, quando já existem alterações na sensibilidade e na estrutura da pele. E a confirmação muitas vezes depende da baciloscopia, método que permite enxergar o patógeno no microscópio, ou da biópsia, uma técnica mais invasiva. Ocorre que nem sempre elas estão disponíveis nos postos do SUS.

Esses obstáculos motivaram uma equipe da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (USP) a pesquisar biomarcadores presentes no sangue para descobrir mais rápido a hanseníase — antes mesmo de aparecerem os primeiros sinais [*]

Para criar um novo método, os pesquisadores avaliaram o potencial de anticorpos contra uma proteína específica da bactéria Mycobacterium leprae. Os resultados promissores já encorajam a preparação de um kit de baixo custo e fácil execução a ser empregado em unidades básicas de saúde (UBS) de todo o país.

Esse é um passo significativo para a redução no número de contágios, infecções e reincidências da moléstia, que ainda é cercada de estigma e desinformação.
Os símbolos [*] do texto podem ser substituídos, respectivamente, por:
Alternativas
Q3929488 Português
O Uraguai

Basílio da Gama 




 
O fragmento apresentado pertence ao poema épico O Uraguai (1769), do poeta Basílio da Gama, que narra artisticamente um fato histórico — a resistência indígena na disputa entre jesuítas, portugueses e espanhóis na região de Sete Povos das Missões, no Rio Grande do Sul. No trecho selecionado, é narrada a morte de Lindoia, indígena Guarani, amada de Cacambo. Após o assassinato de Cacambo, para não ser obrigada a casar-se com Baldeta, filho do padre jesuíta Balda, Lindoia decide morrer e se deixa ser picada por uma serpente venenosa antes que seu irmão Caitutu possa evitar a tragédia. 

A partir dessas informações, julgue o item seguinte, relacionado ao fragmento apresentado de O Uraguai

No verso “Tanto era bela no seu rosto a morte!”, o sinal de exclamação é empregado para reforçar o sentimento de admiração pela beleza de Lindoia, entendendo-se que, em seu semblante, até mesmo a morte se mostra como algo belo.  
Alternativas
Q3816333 Português
Os sinais de pontuação que substituem, correta e respectivamente, os símbolos no trecho abaixo são:
Use protetor solar em todo o rosto, pescoço orelhas, nuca, braços, mãos e pernas 
Alternativas
Q3700477 Português
Há uma frase exclamativa em: 
Alternativas
Q3611568 Português
Bolo


Sete de cada lado, as mulheres assistindo, todos com barriga e pouco fôlego, menos o Arruda. O Arruda em grande forma. Magro, ágil, boa cabeleira. Cinquenta anos, e brilhando. Foi depois de o Arruda dar um passe para ele mesmo, correr lá na frente como um menino, chutar com perfeição e fazer o gol, para delírio das mulheres, que todo o time correu para abraçá-lo. Que gol! O Arruda era demais. Empilharam-se em cima do Arruda. Apertaram o Arruda. Beijaram o Arruda. O Arruda depois diria que alguém tentara morder a sua orelha. Quando o Arruda quis se levantar para recomeçarem o jogo, não deixaram. Derrubaram o Arruda outra vez. Quando ele parecia que estava conseguindo se livrar dos companheiros, veio o time adversário e também pulou no bolo para cumprimentar o Arruda. O Arruda acabou tendo que sair de campo, trêmulo, amparado pelas mulheres indignadas, enquanto o jogo recomeçava, agora só com os fora de forma. Na hora do churrasco, o Arruda ainda não estava totalmente recuperado da comemoração, para aprender.


(VERISSIMO, Luis Fernando. O melhor das comédias da vida privada. Rio de Janeiro: Objetiva, 2013. p.139.)
Qual das seguintes alternativas substitui corretamente, sem prejuízo do sentido, a pontuação da frase “O Arruda em grande forma. Magro, ágil, boa cabeleira. Cinquenta anos, e brilhando.”?
Alternativas
Q3583624 Português
TEXTO 1

Rap contribui para a formação social de cantores e jovens da periferia
A partir do rapper Mano Brown, pesquisa da USP analisa como os conselhos presentes nas letras de rap podem ajudar na formação política e social das pessoas

    O rap se popularizou no Brasil por volta dos anos 1990. Influenciados pelo hip hop americano, os jovens das periferias de São Paulo passaram a usar o estilo musical como uma forma de relatar as dificuldades enfrentadas por aqueles que viviam na periferia. Mas, além de levantar críticas sobre a violência e a desigualdade social, as músicas do rap assumem outro importante papel: o de auxiliar o artista e o ouvinte na sua formação social, psicológica, política e econômica.
    Foi o que o pesquisador Híkaro Diego de Queiroz, da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP, defendeu na sua dissertação de mestrado, intitulada “O rap de formação: uma abordagem do narrador em Mano Brown”. O pesquisador define o Rap de Formação como “o rap no qual o artista, após passar por uma transformação na sua forma de pensar, transmite essa transformação em suas músicas e atinge também o ouvinte”.
    Para o cantor, a transformação ocorre a partir do momento em que ele começa a analisar, com um olhar crítico, a realidade na qual vive, reproduzindo essa análise nas letras de suas músicas. Para o ouvinte, essa transformação se dá por meio dos conselhos e “sermões” que costumam estar presentes nas letras das músicas, como pontua o pesquisador: “O rap é diferente de outros estilos musicais porque tem a particularidade de trazer um reflexo do que as pessoas estão vivendo e, através desse relato, trazer conselhos. Logo, a partir do rap, há uma troca de aprendizado entre ambos os sujeitos”.
    Híkaro Queiroz salienta que essa contribuição do rap na formação de jovens está na identificação: “Não é qualquer música que vai fazer você mudar de realidade, mas o choque da realidade, no qual o jovem se identifica com aquela música que está ouvindo, faz com que ele pense e reflita no que diz respeito a se formar como ser humano”.
    Para o seu estudo, o pesquisador analisou a trajetória de um dos principais cantores do gênero, o rapper Mano Brown. Nascido na capital paulista em 1970, Pedro Paulo foi criado na periferia da zona sul, entre o Capão Redondo e o Parque Santo Antônio. Seu interesse pelo rap começou na juventude, quando passou a frequentar o Metrô São Bento, local de encontro daqueles que praticavam o gênero. Sua primeira música, Pânico na Zona Sul, lançada em 1989, fez sucesso e chamou a atenção por escancarar, sem máscara ou filtro, o cotidiano violento da região [marginalizada] onde morava.
    Para relatar em suas músicas as dificuldades que vivenciava, Pedro Paulo criou o personagem Mano Brown. “O que Pedro faz é se autoenunciar: ele narra [através do Mano Brown] o que está na sua realidade. Eu procurei traçar como ele mesmo se projeta fazendo uma cronologia dele criança, adolescente e entrando na fase adulta.” Ao longo de suas músicas, entretanto, não vemos apenas relatos de problemas, mas sim críticas que contribuíram para uma mudança no pensamento do cantor.
    Na juventude, percebemos o início do seu processo de transformação como pessoa e as dificuldades que viriam a surgir para atrapalhar esse processo. Uma dessas dificuldades é relatada na música Quanto Vale um Show: “Na fase dos 14 aos 17, o Pedro Paulo está muito ligado à questão de ter condições de comprar marcas famosas que estavam fazendo sucesso naquela época. Então há o agente manipulador do consumo e do status”.
    Esse agente manipulador, que tentava induzir Mano Brown a escolher o caminho mais fácil para obter dinheiro, isto é, o do crime, é o mesmo que tenta induzir os jovens da periferia a fazer o mesmo: “O jovem quer ser visto e notado, então muitos acabam sucumbindo a esse sujeito manipulador e indo para o mundo da marginalidade por não terem uma formação, uma estrutura familiar ou apoio de alguém”. Diferente do Mano Brown, muitos não conseguem fugir desse ciclo e completar o processo de formação. É nesse contexto que o rap assume a função social de alertar o jovem para não cair na manipulação que sua realidade lhe apresenta. [...]
    O pesquisador defende que todo jovem precisa de uma formação. “Se não pelo rap, por outros fatores, como as políticas públicas, para que cada vez mais o jovem tenha esse processo de formação completo e consiga se encontrar”.
Fonte: Lemos, Lívia. Rap contribui para a formação social de cantores e jovens da periferia. [Adaptado] Disponível em https://jornal.usp.br/. Acesso em 15 de mar de 2024. 

TEXTO 2

 
Fonte: Ziraldo. Tirinha. Disponível em http://ziraldoproducoes.com.br/. Acesso em 15 de mar de 2024.

Considerando a tirinha protagonizada pelo Menino Maluquinho (Texto 2), qual é o tipo predominante de frase utilizado pelos personagens nos diálogos? 
Alternativas
Q3552130 Português

Na tirinha de Garfield abaixo, quatro sinais de pontuação diferentes são utilizados. Assinale a alternativa que explica correta e respectivamente cada um desses sinais:



Imagem associada para resolução da questão

Fonte: https://www.lpm.com.br/site/default.asp?Template=../livros/layout_produto.asp&CategoriaID=645528&ID=927193

Alternativas
Q3527308 Português

Considerando os sinais de pontuação, analisar os itens.



I. Na frase “Machado de Assis, um dos maiores escritores brasileiros, nasceu no Rio de Janeiro.”, as vírgulas separam um aposto explicativo.


II. Utiliza-se ponto de exclamação após interjeições.


III. Na frase “Para a receita, precisamos de três ingredientes: ovos, farinha e leite.”, os dois pontos apresentam uma enumeração.



Está CORRETO o que se afirma:

Alternativas
Q3320672 Português
Assinale a alternativa em que há erro no uso do ponto final:
Alternativas
Q3302751 Português

Leia e responda a questão abaixo:


O TESOURO DO MENDIGO


    Era uma vez um andarilho muito sábio que vagava de vila em vila pedindo esmolas e compartilhando os seus conhecimentos nas praças e nos mercados.

    Ele estava em uma praça em Akbar quando um homem chegou perto dele e disse:

    – Ontem, um mago muito poderoso me disse que aqui nesta praça eu encontraria um mendigo, que apesar de sua miserável aparência me daria um tesouro de valor inestimável e que isto mudaria completamente a minha vida. Quando vi você, percebi de imediato que era o homem que eu procurava. Por favor, me dê o seu tesouro.

    O mendigo olhou para ele sem falar nada, enfiou a mão em um alforje de couro bem desgastado e em seguida estendeu a mão para o homem, dizendo:

    – Deve ser isto então! Entregando-lhe um diamante enorme.

    O outro levou um grande susto e exclamou:

    – Mas esta pedra deve ter um valor enorme!

    – É mesmo? Pode ser. Eu a encontrei no bosque. Disse o mendigo.

    – Muito bem, quanto devo dar por ela?

    – Nada! Para mim ela não serve. Não preciso dela. Se ela lhe serve, leve-a. Não foi isto que o mago lhe disse? Perguntou o mendigo.

    – Sim, foi isto que ele me disse. Obrigado.

    Muito confuso, o homem guardou a pedra e foi embora.

    Meia hora mais tarde ele voltou. Procura o mendigo na praça e encontrando-o diz:

    – Tome sua pedra e me dê o tesouro.

    – Não tenho nada para lhe dar. Disse o mendigo.

    – Tem sim! Quero que me ensine como pôde abrir mão dela sem que isso o incomodasse.

    O homem então passou anos ao lado do mendigo até que aprendeu o que era o desapego.


(https://www.tudosaladeaula.com/) 

Quais os sinais de pontuação presentes no trecho abaixo?


“– Mas esta pedra deve ter um valor enorme!


– É mesmo? Pode ser. Eu a encontrei no bosque. Disse o mendigo.”

Alternativas
Q3284771 Português
Leia a descrição a seguir e assinale a alternativa que indica corretamente de qual tipo de pontuação se trata. É o sinal que se usa depois de imperativo, interjeições ou termos equivalentes em frases que podem expressar algum sentimento em relação a algo, como surpresa, alegria, tristeza, repugnância, dor, dúvida, impaciência, admiração etc.
Alternativas
Q3278890 Português
Marque a frase em que aparece ponto de exclamação:
Alternativas
Q3257867 Português

Texto CG1A1 


        O tradicional feriado do Dia do Trabalho, que é celebrado no dia 1.º de maio em praticamente todos os países — e na primeira segunda-feira de setembro, somente nos Estados Unidos da América (EUA) e no Canadá —, nasceu de movimentos trabalhistas ocorridos no final do século XIX, em meio à crescente inquietação dos trabalhadores com relação às condições de trabalho opressivas e a uma greve maciça que ameaçava se tornar violenta.


        Em abril de 1872, dez mil pessoas marcharam pelas ruas de Toronto, no Canadá, para pedir uma semana de trabalho mais curta. A partir de então, as cidades canadenses começaram a realizar desfiles anuais em homenagem aos trabalhadores. Dez anos depois, os EUA seguiram o exemplo. Em 5 de setembro de 1882, os líderes sindicais da cidade de Nova Iorque organizaram o que hoje é considerado o primeiro desfile do Dia do Trabalho do país.


        Naquele dia, dez mil trabalhadores marcharam pelas ruas da cidade em um evento que culminou em um piquenique com discursos, fogos de artifício e dança. Os organizadores proclamaram o dia como “um feriado geral para os trabalhadores desta cidade”. Eles continuaram a realizar o desfile nos anos seguintes e, em 1884, o evento foi fixado na primeira segunda-feira de setembro.


        Acontece que o Dia do Trabalho de Nova Iorque não era um feriado oficial — os participantes tiravam férias não remuneradas nesse dia para celebrá-lo —, mas o movimento para declará-lo como tal havia começado oficialmente.


        O feriado do Dia do Trabalho no dia 1.º de maio também teve origem nos EUA. Em 1.º de maio de 1886, no que ficou conhecido como Haymarket Riot (Revolta de Haymarket, em português), os trabalhadores inundaram as ruas da cidade de Chicago para exigir uma jornada de trabalho de oito horas por dia. No entanto, ainda seria necessário outro confronto no meio-oeste estadunidense para tornar o Dia do Trabalho um feriado federal.


        Apesar de suas consequências sangrentas, a criação de um feriado dedicado exclusivamente aos trabalhadores foi uma conquista importante para o movimento trabalhista. “O Dia do Trabalho marca uma nova época nos anais da história humana”, escreveu Samuel Gompers, presidente da Federação Americana do Trabalho, no jornal The New York Times, em 1910. “Entre todos os dias festivos do ano, não há nenhum que se destaque tanto para o avanço social das pessoas comuns como essa data”, disse ele.


Internet: <nationalgeographicbrasil.com> (com adaptações).

Estariam mantidos os sentidos e a correção gramatical do texto CG1A1, no que diz respeito à pontuação, caso 
Alternativas
Q3244143 Português
Discrepâncias no volante


Minha esposa é um espetáculo no volante. Não tenho como me comparar com ela. Beatriz é capaz de ir de ré por muitas quadras. Estaciona em lugares apertados e improváveis. Não dá voltas à toa. Não tem medo da plateia no meio-fio.

Curiosamente, ela precisou fazer três vezes o exame de direção para obter a CNH. Foi reprovada nas duas primeiras tentativas por algumas distrações das quais ela nunca ficou sabendo. Pode ter sido qualquer detalhe − um amigo, Rodrigo, esqueceu de fechar o visor do capacete na moto e repetiu a prova.

Eu sou um motorista medíocre, não do tipo que acumula 40 pontos de infrações por ano, mas dirijo com limitações. Não me engano achando que velocidade é virtude. Eu me estendo na barra da direção como um gafanhoto, como se estivesse em carro-choque. Freio de modo abrupto no sinal vermelho.

Pois é, espantosamente, passei de primeira no exame de direção. A vida nem sempre é justa. Há justificativas racionais para o desequilíbrio, ou para a minha sorte azarada, ou para o seu azar sortudo.

Existe o impacto da quantidade de aulas práticas. Eu fiz o mínimo de aulas previsto: 20. Como acabei aprovado de cara, eu me acomodei no básico. Beatriz realizou 40 aulas, num investimento maior de prevenção.

A diferença etária também pesa. Fui tirar a carteira aos 25 anos, ela aos 18 anos. Não consegui internalizar o carro como a extensão do meu corpo. Quanto mais cedo você aprende a dirigir, mais apurado será o senso de proporção e de pertencimento mecânico.

Beatriz já entrou no universo das rodas com a idade mínima. O retrovisor é parte natural do seu globo ocular. Ela não hesita, conhece os dispositivos eletrônicos por impulso automático.

Não sofre nenhum distanciamento com o para-brisa. Suas decisões são intuitivas e orgânicas. Não se trata, portanto, de nenhum demérito ser reprovado no exame de direção. É tão somente resultado do nervosismo paralisante. Talvez a reincidência seja um feliz aperfeiçoamento, e você possa assim se tornar o melhor motorista da família.


Fabrício Carpinejar - Texto Adaptado


https://www.otempo.com.br/opiniao/fabricio-carpinejar/2025/1/10/discre pancias-no-volante 
Com base no uso da pontuação no trecho "Não dá voltas à toa. Não tem medo da plateia no meio-fio", analise a função dos pontos finais nesse contexto e escolha a alternativa correta.
Alternativas
Respostas
41: A
42: E
43: B
44: C
45: C
46: A
47: E
48: C
49: E
50: C
51: D
52: E
53: C
54: D
55: C
56: A
57: E
58: B
59: A
60: C