Questões de Concurso
Sobre tipologia textual em português
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Essa frase exemplifica o que se classifica como texto argumentativo; neste caso, a sua finalidade principal é:
Texto CG1A1-II
O conceito de herói está profundamente ligado à cultura que o criou e ao momento em que ele foi criado, o que significa que ele varia muito de lugar para lugar e de época para época. Mesmo assim, a figura do herói aparece nas mais diversas sociedades e eras, sempre atendendo a critérios morais e desejos em comum de determinado povo.
Na mitologia grega, o herói era uma semidivindade que estava entre os deuses e os humanos e cujos feitos evidenciavam a sua enorme disposição de se sacrificar em nome do bem-estar dos seres humanos. Na Europa da Idade Média, quando Deus e a religião passaram a ser a bússola moral de muitas pessoas, os feitos humanos considerados heroicos tinham relação com o temor e a fidelidade a esse Deus. Assim, heróis eram os mártires e missionários, que também entregavam suas vidas a essa causa, que julgavam a mais nobre.
Hoje, no século 21, o status de herói é bastante diferente. Talvez por uma necessidade psicológica de adotarmos heróis, frequentemente escolhemos heróis falhos, demasiadamente humanos, muito mais similares a nós mesmos do que os heróis de outros períodos históricos. Diferentemente do herói infalível, bom, que se sacrifica em nome de causas nobres, o herói moderno é um personagem que erra, toma atitudes que julgamos imorais e não possui virtudes geralmente atribuídas aos heróis.
Lucas Mascarenhas de Miranda. A fronteira tênue entre heróis e vilões. In:
Ciência Hoje, edição 382. Internet:
Texto 2
Sonho, memória e o reencontro de Freud com o cérebro (fragmento adaptado)
“Para que serve sonhar? No início do século XX esta pergunta ancestral pareceu subitamente ao alcance da Razão, com a publicação de ‘A interpretação dos sonhos’. Neste livro Freud fundou uma nova e ambiciosa psicologia, repleta de novas ideias sobre a mente humana e seus sonhos. A despeito do impacto profundo destas ideias na sociedade ocidental, sua formulação e desenvolvimento não se deram sobre uma base empírica e quantitativa, marcando um divórcio progressivo de método e discurso entre a psicanálise e a biologia. Como resultado, pouca ou nenhuma influência é atualmente atribuída a Freud no que diz respeito à investigação científica do fenômeno onírico.
O fosso não poderia ser mais profundo. Predomina nas ciências exatas a noção de que a contribuição da psicanálise para o entendimento dos sonhos resume-se a um amontoado de observações isoladas, teorias não testáveis, imperativos ideológicos e argumentos de autoridade. Por outro lado, as diferentes vertentes da psicanálise ocupam-se pouco ou nada do estudo experimental e quantitativo dos sonhos, voltando-se exclusivamente para os símbolos e jamais para seu substrato material, o sistema nervoso.
Na contramão deste divórcio, pretendo aqui demonstrar que os avanços da psicologia experimental e da neurociência convergiram nos últimos anos para dois importantes insights psicanalíticos. O primeiro consiste na observação concreta de que os sonhos, muito frequentemente, contêm elementos da experiência do dia anterior, denominados ‘restos do dia’. O segundo é o reconhecimento de que estes ‘restos’ incluem atividades mnemônicas e cognitivas da vigília, persistindo nos sonhos na medida de sua importância para o sonhador. Assim, ainda que de maneira difusa, a psicanálise prevê que a consolidação de memórias e o aprendizado sejam importantes funções oníricas. [...]”
(Sidarta Ribeiro. Disponível em: http://old.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext
&pid=S1516-44462003000600013&lng=en&nrm=iso. Acesso em: 02/04/2022)
Texto para o item.

Internet:<http://www.drauziovarella.uol.com.br/>
Quanto à tipologia do texto e às ideias nele expressas, julgue o item.
O objetivo principal do texto, estruturado em forma
dissertativa, é informar o público leitor de que a
obesidade é uma doença crônica, que requer
tratamento específico de longo prazo.
Esse é o início de um conto de Lygia Fagundes Telles; sobre esse texto, é correto afirmar que:
Sobre gêneros e tipos textuais, à luz do que preconiza Marcuschi, avalie as afirmações que segue, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) Toda a manifestação verbal se dá sempre por meio de textos realizados em algum gênero; a comunicação verbal só é possível por algum gênero textual.
( ) Quando se domina um gênero textual, não se domina uma forma linguística e sim uma forma de realizar linguisticamente objetivos específicos em situações sociais particulares.
( ) Gênero textual designa uma espécie de construção teórica definida pela natureza linguística de sua composição; caracterizando-se pelas sequências linguísticas.
( ) Tipo textual faz referência aos textos materializados encontrados no cotidiano, considerando os componentes que funcionam conforme a necessidade de uso e as técnicas de composição.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Esse segmento serve de introdução a um texto jornalístico; nesse caso, a introdução segue o modelo de uma:
“Olhou o objeto por trás da cadeira que estava diante dele. Contornou-a e aproximou-se da mesa. Cuidadosamente, pegou o pequeno pássaro esculpido em madeira e, voltando para a cadeira, girou-o entre os dedos, examinando a pequena base pintada de azul”.
A técnica descritiva empregada nesse texto, é:
“Um homem tinha uma fazenda perto de um rio, mas essa proximidade nunca havia trazido problema. Certo dia o rio começou a crescer e ele percebeu que sua fazenda ia ficar submersa”.
A frase que inicia propriamente a narração, é:
I. Predominantemente dissertativa.
II. Predominantemente descritiva.
III. Reportagem.
Estão corretas as afirmativas:
Texto 01- Dia das Mães: pouca reivindicação e muito consumismo.
A data perdeu sua origem reivindicativa para se tornar um negócio com grande carga sentimental. (David Bernal)
I. Predominantemente narrativa.
II. Predominantemente descritiva.
III. Predominantemente injuntiva.
Estão corretas as afirmativas: