Questões de Concurso
Sobre tipologia textual em português
Foram encontradas 4.228 questões
Texto 02
Sobre o texto 02, é CORRETO afirmar que:
Leia o texto a seguir para responder às questões 09 e 10.
Na charge, a construção do humor foi possibilitada pelo fato de que
O texto apresenta características predominantemente
Nesse texto, o autor não faz menção textual e explícita ao seguinte gênero textual:
Leia o texto a seguir para responder à questão 10.
Disponível em: < https://www.umsabadoqualquer.com/category/eisntein/ >. Acesso em: 6 jul. 2019.
Se considerados os componentes contextuais da tira e a ordem como os elementos verbais e não verbais são sequenciados, eles apontam para uma direção interpretativa. Com base nessa afirmação e na leitura do texto, qual dos seguintes enunciados, atribuídos a cientistas clássicos, adéqua-se ao propósito comunicativo do produtor da tira?
TEXTO II
A discussão gerada na tirinha se baseia no seguinte aspecto:
A respeito do gênero e tipologia desse texto, analise as afirmativas a seguir e a relação proposta entre elas, caso exista.
I. O texto foca-se em temas da atualidade, quesão trabalhados a partir do olhar do autor paraeventos cotidianos, dos quais é extraída a história
a ser narrada.
Portanto
II. trata-se de uma novela.
Assinale a alternativa correta.
Leia o texto a seguir.
Sobre os elementos que compõem o sentido dessa charge, analise as afirmativas a seguir.
I. A partir da análise dos elementos presentes na charge, é possível perceber uma crítica favorável à redução da maioridade penal.
II. A charge critica a cultura armamentista brasileira, presente, por exemplo, em clubes de tiro como o representado nesse texto.
III. Analisando os elementos verbais e não verbais da charge, é possível depreender duas possibilidades de sentido para a frase “reduz pra 16!"
Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s)
Leia o texto para responder às questões 1 a 10.
Soneto
Aquela triste e leda madrugada,
cheia toda de mágoa e piedade,
enquanto houver no mundo saudade,
quero que seja sempre celebrada.
Ela só, quando amena e marchetada
saía, dando ao mundo claridade,
viu apartar-se duma outra vontade,
que nunca poderá ser apartada.
Ela só viu as lágrimas em fio,
que duns e doutros olhos derivadas,
se acrescentaram em grande largo rio.
Ela viu as palavras magoadas
que puderam tornar o fogo frio,
e dar descanso às almas condenadas.
Luís Vaz de Camões.
Com base no texto e em seus conhecimentos, responda às questões a seguir.
A repetição do pronome ela no início das três últimas estrofes constitui uma
As questões de 1 a 10 desta prova são baseadas no texto a seguir.
ABORTO, ASSUNTO DE HOMENS
Conrado Hübner Mendes
Doutor em Direito e professor da USP
1º Dias atrás, a Irlanda promoveu histórico referendo para legalização do aborto no país. O resultado teve apoio de 66% dos eleitores. Foi o ponto culminante de uma longa história de luta por direitos e igualdade, num país em que convicções religiosas sustentavam uma das leis mais restritivas à autonomia da mulher.
2º Há dois meses, o Instituto Guttmacher lançou um profundo relatório sobre a situação do aborto ao redor do mundo (Abortion worldwide 2017: uneven progress and unequal access). Entre os achados da pesquisa, apontou que as taxas de aborto caem em países desenvolvidos e se mantêm estáveis nos países em desenvolvimento; que a América Latina é a região com mais alta taxa anual de aborto (44 a cada 1.000 mulheres em idade reprodutiva) e com a mais alta taxa de gravidez indesejada (96 a cada 100 mulheres). Mostrou também que a taxa de aborto é similar entre os países que legalizaram e os que continuam proibindo a prática. Em suas palavras: "Restrições jurídicas não eliminam o aborto. Em vez disso, aumentam as chances de abortos inseguros, pois mulheres são compelidas a buscar a via clandestina".
3º Nem sempre o direito ao aborto é conquistado pela via legislativa ou pela do voto popular. Em muitos países, como Estados Unidos e Alemanha, foram tribunais de cúpula que deram esse passo. No Brasil, o episódio mais recente dessa longa história está no STF, no qual tramita ação que questiona a criminalização do aborto pelo Código Penal (Art. 124 e 126). Alega-se a violação de direitos fundamentais como dignidade, liberdade e igualdade, assim como a desproporcionalidade da medida. A ministra Rosa Weber, relatora do processo, convocou audiência pública para discutir o caso com a sociedade em breve. Os participantes serão selecionados por critérios de representatividade, expertise técnica e pluralidade.
4º Duas comissões da Câmara e uma do Senado se anteciparam ao STF e coorganizaram um seminário para debater o caso. O seminário ocorre enquanto escrevo este texto (30 de maio). Não poderei estar lá para opinar sobre os argumentos e símbolos ali presentes, mas uma olhada no perfil dos participantes dá indícios de como o assunto é tratado. O requerimento foi feito por 16 parlamentares, apenas uma mulher. Na programação, dos 24 participantes na mesa, apenas seis mulheres. Do ponto de vista profissional, uma mistura de políticos, representantes religiosos e alguns juristas. Nenhum especialista em política pública de saúde, nenhum cientista. O seminário tem lado único, e esse não é o do debate franco, que a audiência do STF promete realizar.
5º Dos minutos a que pude assistir, um participante dizia algo assim: "A criança dentro ou fora do útero tem o mesmo valor! Descriminalizado o aborto, teremos um cemitério de criancinhas!". Não duvido que ele esteja sinceramente preocupado com o valor da vida. Mas tem a responsabilidade de informar-se melhor sobre a principal lei social do aborto: na qual se criminaliza e se estigmatiza, a taxa de gravidez indesejada não s e altera, a mulher permanece no escuro e o número de abortos só faz aumentar. A criminalização do aborto não dissuade mulheres. Orientação e cuidado, talvez.
6º Há infinitas posições morais e jurídicas em relação ao aborto e múltiplos arranjos institucionais para enfrentar o tema com respeito e competência. O debate público, contudo, não resiste ao contraste binário entre os pró e os contra, sem saber exatamente ao quê.
7º Quem descriminaliza não necessariamente legaliza. Quem legaliza não expressa aprovação moral. Quem aprova legalmente não incentiva nem está menos preocupado com a vida. Todos os países que descriminalizaram o aborto no mundo o fizeram por meio de políticas públicas complexas que não celebram o aborto, não subestimam a dimensão trágica da escolha nem ignoram a sacralidade da vida. Pelo contrário: tiraram o tema da esfera do crime e da punição e o trataram por meio de orientação, prevenção, acolhimento e procedimentos médicos seguros. Conseguiram reduzir, sem exceção, o número de abortos e de mortalidade materna. Como melhor proteger a vida?
MENDES, Conrado Hübner. Aborto, assunto de homens. Época. São Paulo, Editora Globo, nº 1040, Jun. 2018. [Adaptado]
O texto compõe-se dominantemente por
As questões de 1 a 10 referem-se ao texto reproduzido a seguir.
A (in)segurança pública e os reflexos na sociedade
José Ricardo Bandeira
A cada dia que passa os cidadãos das grandes cidades e capitais brasileiras são obrigados a conviver com a explosão de violência e criminalidade que assola o país. Balas perdidas, arrastões, roubos e homicídios já não são surpresas em uma nação que tem a incrível taxa de mais de 60 mil assassinatos por ano.
E, nessa esteira de violência, muitos políticos são eleitos. Infelizmente, exploram a bandeira da repressão — a exemplo das últimas eleições — com um discurso muitas vezes demagógico e sem profundidade. Falam coisas que o cidadão cansado e acuado espera ouvir. Mas, assim como os anteriores, repetem as mesmas práticas de combate à criminalidade, que, por evidentes razões, não surtiram efeito.
A saber, nas últimas décadas, tornou-se prática obrigatória no Brasil combater a criminalidade por meio do enfrentamento policial em detrimento de muitas outras medidas racionais e científicas que poderiam trazer resultados sólidos.
Em uma caixa chamada segurança pública, onde existem diversas outras alternativas, a polícia é única e tão somente uma das ferramentas no combate à criminalidade.
Apenas para ilustrar como os nossos governantes priorizam o enfrentamento policial, a primeira grande operação no Brasil ocorreu no dia 21 de março de 1963 na “comunidade da favela”, hoje conhecida como morro da Providência, no Rio. Com o apoio de um helicóptero, cerca de 500 policiais cercaram a comunidade e fizeram 200 presos. Daí por diante, essa foi a política de segurança implementada por praticamente todos os governadores do Brasil.
Entretanto, ao priorizar o enfrentamento policial, os efeitos colaterais são inevitáveis. Há morte de inocentes, caos e transtornos nas grandes cidades e prejuízos ao comércio e turismo, além de graves sequelas psicológicas provocadas naqueles que vivenciam a violência diariamente.
A segurança pública é uma ciência e, como tal, deve ser tratada e conduzida. Logo, a forma mais eficiente de lidar com a violência nas grandes cidades é por meio de investimento em inteligência, impedindo que drogas, armas e munições cheguem às comunidades dominadas pelo tráfico de drogas e pelas organizações criminosas. Asfixia-se, assim, suas ações e corta-se seus recursos — sem drogas, armas e munições, o crime naturalmente sucumbe.
Todavia, nesse critério, o governo federal sempre foi o grande vilão da segurança pública, pois nunca impediu que drogas, armas e munições atravessassem fronteiras, percorressem estradas, portos e aeroportos e chegassem às comunidades.
Em paralelo à aplicação das medidas de inteligência, é necessário também um grande projeto de geração de emprego e renda em substituição ao dinheiro gerado pela narcoeconomia que circula nas comunidades. Infelizmente, enquanto tais medidas não forem implementadas, continuaremos a velha política de enfrentamento e com a triste classificação de termos a polícia que mais mata e que mais morre no mundo.
Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br. Acesso em: 16 abr. 2019
Um traço caraterizador da sequência argumentativa presente no texto é
As questões de 1 a 10 referem-se ao texto reproduzido a seguir.
A (in)segurança pública e os reflexos na sociedade
José Ricardo Bandeira
A cada dia que passa os cidadãos das grandes cidades e capitais brasileiras são obrigados a conviver com a explosão de violência e criminalidade que assola o país. Balas perdidas, arrastões, roubos e homicídios já não são surpresas em uma nação que tem a incrível taxa de mais de 60 mil assassinatos por ano.
E, nessa esteira de violência, muitos políticos são eleitos. Infelizmente, exploram a bandeira da repressão — a exemplo das últimas eleições — com um discurso muitas vezes demagógico e sem profundidade. Falam coisas que o cidadão cansado e acuado espera ouvir. Mas, assim como os anteriores, repetem as mesmas práticas de combate à criminalidade, que, por evidentes razões, não surtiram efeito.
A saber, nas últimas décadas, tornou-se prática obrigatória no Brasil combater a criminalidade por meio do enfrentamento policial em detrimento de muitas outras medidas racionais e científicas que poderiam trazer resultados sólidos.
Em uma caixa chamada segurança pública, onde existem diversas outras alternativas, a polícia é única e tão somente uma das ferramentas no combate à criminalidade.
Apenas para ilustrar como os nossos governantes priorizam o enfrentamento policial, a primeira grande operação no Brasil ocorreu no dia 21 de março de 1963 na “comunidade da favela”, hoje conhecida como morro da Providência, no Rio. Com o apoio de um helicóptero, cerca de 500 policiais cercaram a comunidade e fizeram 200 presos. Daí por diante, essa foi a política de segurança implementada por praticamente todos os governadores do Brasil.
Entretanto, ao priorizar o enfrentamento policial, os efeitos colaterais são inevitáveis. Há morte de inocentes, caos e transtornos nas grandes cidades e prejuízos ao comércio e turismo, além de graves sequelas psicológicas provocadas naqueles que vivenciam a violência diariamente.
A segurança pública é uma ciência e, como tal, deve ser tratada e conduzida. Logo, a forma mais eficiente de lidar com a violência nas grandes cidades é por meio de investimento em inteligência, impedindo que drogas, armas e munições cheguem às comunidades dominadas pelo tráfico de drogas e pelas organizações criminosas. Asfixia-se, assim, suas ações e corta-se seus recursos — sem drogas, armas e munições, o crime naturalmente sucumbe.
Todavia, nesse critério, o governo federal sempre foi o grande vilão da segurança pública, pois nunca impediu que drogas, armas e munições atravessassem fronteiras, percorressem estradas, portos e aeroportos e chegassem às comunidades.
Em paralelo à aplicação das medidas de inteligência, é necessário também um grande projeto de geração de emprego e renda em substituição ao dinheiro gerado pela narcoeconomia que circula nas comunidades. Infelizmente, enquanto tais medidas não forem implementadas, continuaremos a velha política de enfrentamento e com a triste classificação de termos a polícia que mais mata e que mais morre no mundo.
Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br. Acesso em: 16 abr. 2019
Sobre os parágrafos 6 e 8 é correto afirmar:
AS QUESTÕES DE 1 A 15 ESTÃO RELACIONADAS AO TEXTO ABAIXO
..
TEXTO
1--------- O regime capitalista de produção pressupõe a generalização da produção para a troca. Com a
2 expansão desta - entendida como expressão da diferenciação da divisão social do trabalho - ocorre
3 também a separação definitiva dos produtores diretos de mercadorias dos seus meios de produção.
4 Expropriados, passam a ser possuidores de uma única mercadoria - sua força de trabalho.
5 Proletarizados, são convertidos em trabalhadores assalariados. Simples operadores dos instrumentos
6 de produção que não mais lhes pertencem.
7 --------- Para participar do processo de troca, para ter existência social, o produtor precisa então levar
8 sua mercadoria ao mercado, onde esta irá defrontar-se com todas as demais mercadorias. Seu
9 possuidor a leva "livremente" ao mercado e vende-a por tempo determinado, forma única de
10 continuar sobrevivendo. Não se aliena definitivamente dela, pois só agindo assim pode continuar
11 participando da troca. Caso contrário, nada mais teria a oferecer. Alienando-se de sua mercadoria
12 única, nada mais seria que um escravo - ele próprio mercadoria. Isso significa que alguém, o
13 comprador, proprietário do dinheiro e dos meios de produção, adquire o direito de usar essa força de
14 trabalho pelo tempo acordado. Caracteriza-se, assim, a dicotomia proprietários dos meios de
15 produção/proletários.
16--------- Os proprietários da força de trabalho, os trabalhadores, submetem-se, porque dessa maneira
17 integram-se eles próprios no mercado. Só assim podem ter acesso à mercadoria dinheiro -
18 representado neste caso pelo salário - passaporte único às demais mercadorias, o que lhes permite a
19 sobrevivência. Nesse sentido, percebe-se que o salário, expressão do valor da força de trabalho, não
20 importa os meios pelos quais seja estabelecido, não "deveria" descer a níveis que ameacem a própria
21 sobrevivência e reprodução da classe trabalhadora dada a importância para o capital, que a submete,
22 mas que dela necessita (até mesmo enquanto exército de reserva), para continuar sua trajetória de
23 valorização e acumulação. (Pelo menos até a fase atual, o capitalismo não conseguiu se descartar
24 definitivamente da força de trabalho, embora a substituição de trabalho vivo por trabalho morto seja
25 mais e mais acelerada).
26--------- O trabalho torna-se então alienado, vazio de sentido para o trabalhador, dado que o resultado
27 de sua atividade passa a ser propriedade de outrem. Nesse ponto, é bastante oportuna a seguinte
28 citação: "O antigo possuidor de dinheiro marcha adiante como capitalista, segue-o o possuidor da
29 força de trabalho como seu trabalhador, um, cheio de importância, sorriso satisfeito e ávido por
30 negócios; o outro, tímido, contrafeito, como alguém que levou a própria pele ao mercado e agora não
31 tem mais nada a esperar, exceto o - curtume." Revela-se aqui todo o significado do fato de a força de
32 trabalho ser transformada em uma mercadoria a mais, no mundo da produção capitalista, em que os
33 produtos do trabalho não mais pertencem a seus produtores, anônimos participantes de um espetáculo
34 no qual entram em cena sem nem mesmo perceber e no qual têm de permanecer independentemente
35 de sua vontade. Sua sobrevivência está agora delimitada por decisões que vão, cada vez mais,
36 afastando-se de seu domínio, às quais, por meios mais ou menos violentos, acabam sendo obrigados a
37 acatar. A "liberdade", não conquistada senão que imposta, que lhes permite colocar sua força de
38 trabalho à venda, significa a subordinação completa, definitiva, do trabalho ao capital. Este, sim,
39 impondo as regras e condições aos personagens que a ele são atrelados. O conflito é inerente e
40 intransponível. Ingenuidade querer eliminá-lo, mantendo-se intocadas as características do cenário
41 em que se insere.
...
FONTE: https://mundoeducacao.bol.uol.com.br/geografia/violencia-urbana-no-brasil.htm
Constitui uma afirmação verdadeira sobre a linguagem usada no texto a expressa na alternativa
AS QUESTÕES DE 21 A 40 ESTÃO RELACIONADAS AO TEXTO ABAIXO
TEXTO
1 Uma das principais perguntas dos profissionais é a seguinte: Como posso me preparar para o atual
2 mercado de trabalho sem ser somente mais um? A resposta é: Você tem que buscar se diferenciar. Buscamos
3 remuneração, qualidade de vida, aprendizado contínuo, oportunidade de crescer. Mas, como conseguir tudo isso?
4 Como se diferenciar em um mercado tão competitivo?
5 Sem dúvida, atualmente, esperam-se cada vez mais várias mudanças de emprego ao longo da nossa
6 carreira. O mercado está cada vez mais competitivo e a melhor forma de lidar com a imprevisibilidade no futuro
7 será investir no conhecimento. Contudo, hoje em dia, não basta somente ser qualificado, é preciso ser competente.
8 Mas, o que são estes conceitos de qualificação e competência?
9 Vamos recorrer à história, onde na França, no período de pós guerra surge o conceito de qualificação
10 que determinava a padronização dos conteúdos da qualificação: a cada profissão, a cada posto de trabalho
11 correspondia um nível escolar; uma vez adquiridos os conhecimentos dessa categoria profissional, o trabalhador
12 poderia ali permanecer sem que lhe exigissem novas aprendizagens. Havia, assim, uma estável correspondência
13 entre “nível de formação” e “nível de qualificação” que garantia aos trabalhadores uma carreira profissional sólida
14 e previsível e permitia um planejamento educacional a partir da análise das ocupações. O sistema de qualificação
15 é concebido em torno da noção de nível padrão homologada pelo diploma. Mas, será que atualmente o diploma é
16 suficiente? Por exemplo, será que algum de vocês já presenciou o fato de o primeiro lugar de uma turma de
17 formados não conseguir emprego? Claro que não quero dizer que todo primeiro lugar não terá emprego, muitos
18 são extremamente competentes, mas, o que falta para aquele que não consegue emprego apesar de ser “medalha
19 de ouro” na faculdade?
20 Seu diferencial no mercado está em buscar mais do que a qualificação. Ter um diploma superior já
21 não é mais diferencial. O profissional precisa ser competente, ou seja, alinhar o conhecimento adquirido à
22 habilidade que está relacionada à aplicação produtiva do conhecimento, ou seja, as empresas querem profissionais
23 que saibam trabalhar em equipe, se comunicar, influenciar pessoas e tenham também atitude de
24 comprometimento, engajamento com o trabalho, pois, a atitude diz respeito a um sentimento ou a predisposição
25 da pessoa de querer fazer algo.
26 Alinhar conhecimento, habilidade e atitude determina a competência de um profissional. Vale
27 enfatizar que este processo é extremamente dinâmico. Com a velocidade de mudanças no mundo moderno, hoje
28 você pode ser competente, mas, amanhã, pode não ser mais. O que precisamos fazer?
29 Verifica-se no mercado que a maioria dos executivos continua investindo em estudos mesmo quando
30 chegam em posições privilegiadas na carreira. O profissional que constantemente busca a atualização é bem visto
31 pela empresa onde trabalha ou mesmo pelas que estão de olho no profissional que se destaca. O que se verifica é
32 que num momento de crescimento do Brasil, vemos uma situação dramática: as empresas precisam contratar, mas
33 muitas vezes, os desempregados não têm preparo para ocupar os postos. Ou seja, falta gente competente!!! No
34 mercado atual, é importante perceber que sucesso não é a ausência de problemas, mas sim a capacidade de resolver
35 estes problemas. Sucesso é competência aliada a consistência, por isso, todo profissional tem a obrigação de
36 melhorar, sempre.
37 Como profissional, ficar imaginando como seria bom ver seu sonho realizado não vai torná-lo
38 realidade. Planejar e cumprir o passo-a-passo é que permitirá o sucesso da empreitada. Quem se limita ao dia-a-
39 dia de trabalho dificilmente consegue manter-se antenado com as tendências de sua área. Essas pessoas acabam
40 ficando muito funcionais, focadas apenas na execução. Para você se diferenciar no mercado, trace planos de
41 curto, médio e longo prazo, pense onde você quer estar daqui a 1, 2 ,5,10 anos e conduza sua vida profissional,
42 pois, se você não souber onde quer chegar, vai acabar encontrando pessoas que vão te utilizar para atingir os
43 objetivos delas. Lembre-se que a velocidade só faz sentido se você estiver na direção certa.
FONTE: http://inemp.com.br/o-seu-diferencial-no-mercado-de-trabalho/
Expressa uma relação de causa e efeito a frase
A mudança de gênero implica a mudança de sentido, EXCETO em,
Leia o texto para responder às questões de números 01 a 10.
Alarme amazônico
Más novas para a floresta amazônica. A destruição de sua cobertura vegetal acelerou-se nos últimos meses, segundo indicam dois levantamentos independentes.
De agosto a outubro, o desmatamento na região aumentou 49%, na comparação com o mesmo período de 2017, conforme o Deter B, projeto do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (lnpe) que faz monitoramento em tempo quase real para subsidiar o trabalho de fiscalização.
O percentual corresponde a uma perda de nada menos que 1.674 km2 de floresta, área pouco maior que a do município de São Paulo.
Verdade que a taxa oficial é calculada por outro sistema, o Prodes, também do lnpe, de maior resolução. Ambos os métodos, no entanto, apresentam convergência.
O maior aumento do desmate ilegal se deu na divisa do Acre com Amazonas, área de influência da BR-364. Nesses estados, a alta foi de 273% e 114%, respectivamente.
Já o acompanhamento conduzido pela ONG lmazon trouxe dados ainda mais inquietantes. Em setembro, seu Sistema de Alerta de Desmatamento (SAD) registrou elevação de 84% na perda florestal da Amazônia, comparada ao mesmo mês de 2017.
Diversos fatores concorrem, tradicionalmente, para a derrubada de florestas. Destacam-se a especulação imobiliária, a expansão da fronteira agropecuária e a consolidação de infraestruturas regionais, como estradas e portos.
Ademais, em especial em Mato Grosso, Pará e Rondônia, circunstâncias como a alta do dólar também dão impulso ao fenômeno.
Deveria ser desnecessário mencionar os motivos para que o poder público se empenhe no combate ao desmatamento. Trata-se de compromissos assumidos no esforço para conter o aquecimento global - a maior parte das emissões brasileiras de gases do efeito estufa provém da devastação das matas.
Sabe-se ainda que a cobertura vegetal da maior floresta tropical do mundo tem influência sobre o regime de chuvas de parte considerável do Brasil, levando água por meio de "rios voadores", inclusive na estação seca, para o Sul e o Sudeste.
Tem impacto direto, ademais, sobre o clima de regiões mais próximas, como o Centro-Oeste, base do agronegócio nacional.
O país obteve expressiva melhora na preservação florestal durante a década passada. Se novos avanços têm se mostrado difíceis, um retrocesso seria inadmissível.
(Editorial. Folha de S.Pau/o. 14 novembro 2018. Adaptado)
No editorial, é defendido o ponto de vista de que
AS QUESTÕES DE 1 A 15 ESTÃO RELACIONADAS AO TEXTO ABAIXO
TEXTO
- As sucessivas revoluções industriais em muito pouco se assemelham a uma revolução de fato, uma vez que tal
- expressão é representativa de uma mudança abrupta ou a derrubada imediata de uma determinada ordem, configuração ou
- forma de poder. No caso das revoluções industriais, trata-se de um processo gradual e, sob o ponto de vista histórico,
- relativamente lento.
- A terceira etapa desse processo de transformação nos meios e modos de produção iniciou-se na segunda metade do
- século XX e ainda está em curso, a Terceira Revolução Industrial, também conhecida como Revolução Técnico-Científica
- Informacional, caracteriza-se pelos avanços nos sistemas de telecomunicações e transportes, pelo surgimento e rápida expansão
- da informática e da automação, além do desenvolvimento da engenharia robótica. Essa nova configuração estabeleceu
- profundas transformações no mundo do trabalho.
- Nas etapas anteriores das produções industriais, observava-se uma crescente substituição do homem pela máquina
- no processo produtivo, tornando o indivíduo apenas um apêndice de um maquinário cada vez mais amplo e complexo. No atual
- momento, essa situação ganhou novas e maiores proporções, na medida em que, junto ao maquinário e às novas tecnologias, a
- informática passou também a atuar. O ser humano passou a ser substituído não apenas pela mecânica, mas também
- por softwares, que, em muitos casos, passaram a gerir a produção fabril.
- Além disso, observa-se também a crescente terciarização da economia, em que a maior parte dos empregos gerados
- passou a se concentrar no setor de comércio e serviços. Tal processo, aliado à flexibilização do trabalho, contribuiu para a
- precarização das condições do trabalho, para a crise das representações sindicais e para a perda de direitos trabalhistas.
- Outro aspecto das transformações no mundo do trabalho ao longo da Terceira Revolução Industrial também está
- ligado à questão espacial entre campo e cidade. Ocorreu uma intensa mecanização dos meios rurais e o desenvolvimento de
- técnicas e mecanismos agrícolas que propiciaram um grande desemprego nesse meio, o que contribuiu para a intensificação do
- êxodo rural, isto é, uma migração em massa da população do campo para a cidade.
- O trabalho, tanto no meio urbano quanto no meio rural, passou a ser exigido muito mais em sua qualificação técnica,
- uma vez que a operação das novas tecnologias exige determinados conhecimentos específicos que não podem ser realizados
- por um profissional que não possui uma determinada formação. Tal contexto contribui para a emergência da contradição:
- aumento do número de empregos e aumento do número de desempregados, uma vez que a massa de trabalhadores que não
- consegue se adequar às novas condições de trabalho não alcança oportunidades.
- Como resultado há um crescimento na geração de emprego nos setores informais, onde não há leis e direitos
- trabalhistas, tendo em vista que esse setor caracteriza-se pela sua desregulamentação e pela ausência de uma hierarquia
- organizada de trabalho (a maior parte é informal). O resultado é a caracterização de diversos problemas, dentre eles, a pirataria,
- bastante comum nos países subdesenvolvidos ao final do século XX e início do século XXI.
Por Rodolfo Alves Pena. FONTE: https://brasilescola.uol.com.br/geografia/trabalho-na-terceira-revolucao-industrial.htm
Os termos “uma vez que” (L.1) e “tendo em vista que” (L.28), no texto, expressam, respectivamente, ideias de
De acordo com a tirinha, pode-se afirmar que:
Assinale a alternativa INCORRETA:
Cascão afirma que fez uma boa ação pois: