Questões de Concurso
Sobre termos essenciais da oração: sujeito e predicado em português
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Em “quando se estabelece” (linha 30), a partícula “se” indica que o sujeito da oração é indeterminado.
No que se refere ao texto e a seus aspectos linguísticos, julgue o item a seguir.
O emprego da forma verbal “diminuam” (linha 42) na
terceira pessoa do plural indica que o sujeito da oração
é indeterminado.
Julgue o próximo item, relativo aos sentidos e aos aspectos linguísticos do texto CB1A1-I.
Na forma “Afirma-se” (ℓ.9), o emprego do pronome “se” indica que não existe um agente responsável pela ação de afirmar.
Acerca dos sentidos e de aspectos linguísticos do texto precedente, julgue o item a seguir.
A oração “que haja a implementação de um modelo de
policiamento” (ℓ. 11 e 12) tem a função de qualificar o
adjetivo que a antecede: “essencial” (ℓ.11).
No que se refere aos aspectos linguísticos e aos sentidos do texto CB1A4-I, julgue o item que se segue.
Na linha 18, os sujeitos das formas verbais “respondia” e
“fazia” estão elípticos e referem-se, respectivamente, a “tia
Marcolina” e “espelho”, mencionados anteriormente no texto.
A respeito de aspectos linguísticos e semânticos do texto CB1A1-I, julgue o item a seguir.
O sujeito da forma verbal “cometeram” (ℓ.29) é indeterminado.
TEXTO I
Relação com o consumidor: impactos das redes sociais no comportamento de consumo

As feições de Barcelona são tão marcantes e únicas que encantam ao primeiro encontro. Boa parte dessa impressão poderosa é fruto da criatividade e ousadia de arquitetos como Gaudí e Domènech i Montaner, autores de ícones extravagantes como a Casa Milá e o Palau de La Música Catalana, respectivamente. No bem preservado Bairro Gótico, ruelas estreitas e escuras são cheias de vida, ao passo que no amplo Eixample os padronizados quarteirões exalam charme e vanguarda cultural. Negligenciada por décadas, a orla marítima surpreende hoje com agradáveis praias e as múltiplas opções culturais de Port Vell. Outro polo de lazer é Montjuïc, que abriga museus, o castelo e várias instalações olímpicas dos Jogos de 1992, como o belo estádio e o Palau San Jordi. Falando em esporte, nada como assistir a um jogo do Barcelona, o “Barça”, símbolo do orgulho e criatividade catalães, de seu espírito altivo e amor por sua terra.
Nada porém tem o poder atemporal da Sagrada Família. O
inacabado templo católico transcende a religião para se tornar
um símbolo da cidade, impresso no gênio de Gaudí e nos
muitos artistas que ali deixaram sua marca.
COMO CHEGAR (via aérea)
Via aérea: a forma mais prática de chegar a Barcelona é através de voos que passam por Lisboa ou Madri: há muitas conexões disponíveis e não é necessário ir para hubs mais distantes, como Amsterdã, Frankfurt ou Roma. Os voos vindos do Brasil costumam pousar em El Prat, na cidade vizinha de Llobregat. Para chegar ao Centro, prefira o Aerobus, linha circular que liga o aeroporto à Plaça Catalunya em 35 minutos.
COMO CIRCULAR
Barcelona possui um excelente sistema de transporte integrado. A combinação de metrô e ônibus faz o turista chegar a praticamente todas as principais atrações turísticas com velocidade e muita praticidade. São oito linhas de subterrâneos, cem linhas de ônibus, as linhas de teleférico e funicular de Montjuïc. Para compreender o sistema, mapas estão disponíveis em todas as linhas de metrô, mas você também pode traçar sua rota no site da TMB (www.tmb.cat).
Uma viagem simples, não integrada, custa €2 para os ônibus, metrô ou funicular. Um cartão para dez viagens sai por € 9,25, enquanto que há também bilhetes turísticos válidos por vários períodos: 2 dias (€ 12,80), 3 dias (€ 18,50), 4 dias (€ 23,50) e 5 dias (€ 28). Há outros descontos para crianças e estudantes.
Andar de carro em Barcelona não é muito fácil. Apesar da boa qualidade de suas ruas e sinalização, o típico trânsito pesado de grandes cidades e a dificuldade em estacionar não são encorajadores. Se, mesmo assim, você tiver que usar um carro, tenha um mapa ou navegador GPS à mão.
ONDE FICAR
Barcelona possui uma enorme variedade de hotéis. Como principal cidade industrial do país, aqui não faltam bons estabelecimentos de bandeiras internacionais como NH, Tryp, Accor e Meliá, oferecendo todo conforto e infraestrutura. Uma região muito agradável é Barceloneta, assim como o entorno da estação Sants, a Diagonal, o Passeig de Gràcia e Las Ramblas oferecem muitas opções, todas nas proximidades de restaurantes, bares, cafés e bancos.
Uma tendência que vem se firmando em Barcelona são os hotéis e albergues butique. Móveis de design, decoração vanguardista e serviço personalizado são a perfeita contraposição à pasteurização dos hotéis de rede. Um hotel que fica entre estes dois mundos, sofisticação e apelo global, é o Mandarin Oriental, chiquetérrimo até a raíz.
ONDE COMER
Na última década e meia a Catalunha disputa com o País Basco o título de principal celeiro de chefs estrelados do planeta. Nomes de apelo internacional como Feran Adrià inovaram com sua cozinha lúdica, que brinca com texturas, formas e cores. Todavia, como bolhas com ar, açafrão e gelatinas de verdura não são para o gosto de todos, Barcelona segue forte com um destino onde se come bem, e de tudo. Esparramada sobre o Mar Mediterrâneo – a via que lhe trouxe influências francesas, italianas, gregas e árabes – a base de sua gastronomia aproveita-se bem de pescados.
“O inacabado templo católico transcende a religião […]”
Considerando o contexto da frase acima, como ela ficaria caso seu sujeito fosse “templos católicos”?
Atenção: Considere o texto a seguir para responder à questão.
Peça teatral no Amapá retrata os conflitos e superações da mulher contemporânea
“Mulher do Fim do Mundo” ficará em cartaz nos dias 20 e 27 de outubro, no Sesc Araxá.
Entrada é franca e a classificação é 16 anos.
Ainda considerando os sentidos e os aspectos linguísticos do texto XI, julgue (C ou E) o item que se segue.
No período “Sobe uma classe e dentro dela elevam-se muitos
aspirantes a essa camada” (l. 36 a 38), os termos “uma classe”
e “muitos aspirantes a essa camada” exercem função de sujeito
nas orações em que se inserem.
Texto CB2A1AAA

O sujeito da locução verbal “estavam submetidos” (ℓ.15) está elíptico e se refere a “historiador” (ℓ.13) e “intelectual de um modo geral” (ℓ.14).
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.

(1) sujeito (2) predicativo
( ) Rubem Braga (l. 02) ( ) todos (l. 08) ( ) tudo (l. 13) ( ) fantasia (l. 13) ( ) o Carnaselfie (l. 26)
A sequência correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.


Texto 2:
Inteligência e sabedoria não são a mesma coisa. Entretanto, na linguagem cotidiana, usamos os dois termos indistintamente. Vivemos em uma sociedade onde a eficiência e os resultados são valorizados. Aparentemente, apenas os mais inteligentes estão destinados a obter sucesso. No entanto, apenas os sábios conseguem uma felicidade autêntica. Eles são guiados por valores e preocupados em fazer uso da bondade, aplicando uma visão mais otimista à vida.
Se procurarmos agora no dicionário o termo sabedoria, será encontrada uma definição simples: a faculdade das pessoas de agir de maneira sensata, prudente ou correta. Sendo assim, a primeira pergunta que vem à mente é: a inteligência não nos dá a capacidade de nos movimentarmos no nosso dia a dia da mesma maneira? Um QI médio ou alto não nos garante a capacidade de tomar decisões acertadas?
É claro que sim. Também é claro que quando falamos de inteligência surgem diferentes nuances. Por isso, o tipo de personalidade e a maturidade emocional são fatores que influenciam mais concretamente as realizações das pessoas. Isso também é verdadeiro em relação à capacidade de investir mais ou menos em seu próprio bem-estar e no dos outros.
Em vista disso, inteligência e sabedoria são dois conceitos interessantes. Assim, poderemos ter uma ideia mais precisa e útil do que realmente são. Afinal, se queremos algo, além de ter um alto QI, é necessário desenvolver uma sabedoria excepcional e moldar uma personalidade virtuosa. Isso vai um passo além do cognitivo e do emocional. “A verdadeira sabedoria está em reconhecer a própria ignorância.” Sócrates.
Disponível em https:amentemaravilhosa.com.br/inteligencia-e-sabedoria/
Em todas as frases abaixo (texto 2) sublinhamos formas verbais de primeira pessoa do plural, em que o sujeito é quantitativamente impreciso.
O caso em que o sujeito de uma dessas formas abrange o maior universo possível de pessoas é:
Necessidade interior
Uma coisa que não podemos fazer é forçar o tempo interior. Cada coisa tem seu momento de maturação, e apressá-la significaria debilitá-la, uma fatal distorção. Num segmento do teu tempo, tens um conjunto de coisas que estão desorganizadas, e subitamente se introduz aí um elemento que organiza tudo.
Algo assim me ocorreu de uma maneira muito intensa, em meados de 1960. Uma vivência sentimental que tive, muito forte, pôs-se de repente a exigir de mim uma expressão, uma manifestação que fosse além da expressão direta desse sentimento mesmo. Senti que tinha algo a dizer, a criar. Foi dessa forma tão elementar que tudo começou. Foi assim que me fiz escritor.
(Adaptado de: SARAMAGO, José. As palavras de Saramago. São Paulo: Companhia das Letras, 2010, p. 75)


Acerca de aspectos linguísticos do texto precedente e das ideias nele contidas, julgue o item a seguir.
O sujeito da oração iniciada por “Destaca-se” (l.16)
é indeterminado, portanto não está expresso.
Debaixo da ponte
Moravam debaixo da ponte. Oficialmente, não é lugar onde se more, porém eles moravam. Ninguém lhes cobrava aluguel, imposto predial, taxa de condomínio: a ponte é de todos, na parte de cima; de ninguém, na parte de baixo. Não pagavam conta de luz e gás porque luz e gás não consumiam. Não reclamavam da falta d’água, raramente observada por baixo de pontes. Problema de lixo não tinham; podia ser atirado em qualquer parte, embora não conviesse atirá-lo em parte alguma, se dele vinham muitas vezes o vestuário, o alimento, objetos de casa. Viviam debaixo da ponte, podiam dar esse endereço a amigos, receber amigos, fazer os amigos desfrutarem comodidades internas da ponte.
À tarde surgiu precisamente um amigo que morava nem ele mesmo sabia onde, mas certamente morava: nem só a ponte é lugar de moradia para quem não dispõe de outro rancho. Há bancos confortáveis nos jardins, muito disputados; a calçada, um pouco menos propícia; a cavidade na pedra, o mato. Até o ar é uma casa, se soubermos habitá-lo, principalmente o ar da rua. O que morava não se sabe onde vinha visitar os de debaixo da ponte e trazer-lhes uma grande posta de carne.
(Carlos Drummond de Andrade. A bolsa e a vida. Adaptado)







