Questões de Concurso Sobre sintaxe em português

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Q3733438 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



A BASE PARA O ENSINO DA GRAMÁTICA


(1º§) Os professores de Língua Portuguesa enfrentam um problema que vem se agravando dia após dia. Os alunos concluem o ensino básico, na sua grande maioria, sem dominar, às vezes até odiando, a língua pátria.


(2º§) O maior encalço na vida dos estudantes é entender a gramática da língua portuguesa. Muitos deles não conseguem compreender o porquê da existência de tantas regras, e exceções, que, em seus entendimentos, não possuem nenhum valor. Daí vem a questão: deve-se continuar a minar esse pensamento nos alunos ou está na hora de mudar a maneira de se ensinar a norma culta da língua portuguesa? Será que não se associa a gramática à arte, à cultura e à literatura. Ou se pretende ensinar língua portuguesa decorativamente? Não se pode pensar assim. A arte é fantástica, a cultura compreende tudo e a literatura se engaja com os efeitos da leitura.


(3º§) A língua portuguesa dispõe de vários tipos de gramática, mas as principais são: a normativa, a descritiva, a gerativa e a funcional. Três, dessas quatro, são desconhecidas pela maioria dos brasileiros, pois são estudadas somente nos cursos de graduação em Letras, a outra é comum a todos: a normativa. Ela é chamada assim porque é a responsável por essas regras que assombram a vida dos alunos.


(4º§) Nos dias de hoje, deve-se mostrar a prática de uso da norma e não somente teorias e exemplos descontextualizados. Para que o estudante possa ver a importância de tantas regras, tem de se provar que o não uso pode provocar desde interpretações equivocadas até a impossibilidade de comunicação. Partindo desse ponto, surge a seguinte pergunta de pesquisa: Há como professor utilizar o texto como base para o ensino da gramática?


(5º§) A justificativa de se ter o texto como base para o ensino da gramática, de acordo com as novas perspectivas de ensino, está na impossibilidade de se ter como base a análise de estratos, os quais descontextualizados não têm valor para as competências: discursiva (capacidade de usar a língua de modo variado), linguística (capacidade de conhecer a língua de uma comunidade específica) e estilística (capacidade de conhecer diferentes estilos). Para que o aluno tenha o domínio dessas três competências, as quais norteiam o desenvolvimento do português, seja na fala ou na escrita, o texto é

ferramenta ideal.


(6º§) Diante disso, este estudo, baseado em pesquisas bibliográficas, tem como objetivo geral mostrar a importância de contextualizar o ensino da gramática. Além de: conceituar gramática e texto; questionar os resultados do atual método de ensino da norma; refletir sobre as consequências do ensino da gramática nas perspectivas de hoje; conhecer os novos métodos de ensino.


(7º§) A gramática contempla quatro momentos: o primeiro dá o conceito geral de gramática e trabalha com cinco especificidades: gramática normativa, gramática descritiva, gramática gerativa, gramática internalizada e gramática funcional. No segundo momento, dá-se o conceito de texto e de seus tipos e gêneros, além de conceituar coesão e coerência. Em seguida, no terceiro momento, fala-se da aliança entre texto e gramática e por fim, dão-se sugestões para trabalhar texto e gramática juntos.


(8º§) Aos professores de português cabe a obrigação de ensinar a norma culta, sem desprestigiar todas as questões norteadas nas outras gramáticas, pois essas devem trabalhar aliadas, de forma contextualizada para que o aluno perceba como se dá o uso da língua portuguesa, principalmente na escrita. Aos alunos cabe se adaptar a essa nova perspectiva de ensino, deixando de lado a resistência de produzir elementos que certamente colaborarão para o aprendizado dessas normas, principalmente o texto.


(9º§) Entenda que a gramática estrutura as normas da língua. A língua depende da gramática, uma vez que são forças atuantes e indissociáveis.


(DAMASCENO JUNIOR, Raimundo Nonato Silva. Faculdade Evangélica de Brasília, Distrito Federal, 2009). (Texto adaptado)         

Marque o parágrafo cujo último período está estruturado com termos coerentes com a ideia enunciada, entre os quais citamos:

"Termos essenciais dispostos na ordem direta; uso de uma conjunção dissílaba paroxítona escrita com dígrafo, que tem por objetivo explicar sobre o sujeito simples, o qual representado por pronome pessoal do caso reto".
Alternativas
Q3733437 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



A BASE PARA O ENSINO DA GRAMÁTICA


(1º§) Os professores de Língua Portuguesa enfrentam um problema que vem se agravando dia após dia. Os alunos concluem o ensino básico, na sua grande maioria, sem dominar, às vezes até odiando, a língua pátria.


(2º§) O maior encalço na vida dos estudantes é entender a gramática da língua portuguesa. Muitos deles não conseguem compreender o porquê da existência de tantas regras, e exceções, que, em seus entendimentos, não possuem nenhum valor. Daí vem a questão: deve-se continuar a minar esse pensamento nos alunos ou está na hora de mudar a maneira de se ensinar a norma culta da língua portuguesa? Será que não se associa a gramática à arte, à cultura e à literatura. Ou se pretende ensinar língua portuguesa decorativamente? Não se pode pensar assim. A arte é fantástica, a cultura compreende tudo e a literatura se engaja com os efeitos da leitura.


(3º§) A língua portuguesa dispõe de vários tipos de gramática, mas as principais são: a normativa, a descritiva, a gerativa e a funcional. Três, dessas quatro, são desconhecidas pela maioria dos brasileiros, pois são estudadas somente nos cursos de graduação em Letras, a outra é comum a todos: a normativa. Ela é chamada assim porque é a responsável por essas regras que assombram a vida dos alunos.


(4º§) Nos dias de hoje, deve-se mostrar a prática de uso da norma e não somente teorias e exemplos descontextualizados. Para que o estudante possa ver a importância de tantas regras, tem de se provar que o não uso pode provocar desde interpretações equivocadas até a impossibilidade de comunicação. Partindo desse ponto, surge a seguinte pergunta de pesquisa: Há como professor utilizar o texto como base para o ensino da gramática?


(5º§) A justificativa de se ter o texto como base para o ensino da gramática, de acordo com as novas perspectivas de ensino, está na impossibilidade de se ter como base a análise de estratos, os quais descontextualizados não têm valor para as competências: discursiva (capacidade de usar a língua de modo variado), linguística (capacidade de conhecer a língua de uma comunidade específica) e estilística (capacidade de conhecer diferentes estilos). Para que o aluno tenha o domínio dessas três competências, as quais norteiam o desenvolvimento do português, seja na fala ou na escrita, o texto é

ferramenta ideal.


(6º§) Diante disso, este estudo, baseado em pesquisas bibliográficas, tem como objetivo geral mostrar a importância de contextualizar o ensino da gramática. Além de: conceituar gramática e texto; questionar os resultados do atual método de ensino da norma; refletir sobre as consequências do ensino da gramática nas perspectivas de hoje; conhecer os novos métodos de ensino.


(7º§) A gramática contempla quatro momentos: o primeiro dá o conceito geral de gramática e trabalha com cinco especificidades: gramática normativa, gramática descritiva, gramática gerativa, gramática internalizada e gramática funcional. No segundo momento, dá-se o conceito de texto e de seus tipos e gêneros, além de conceituar coesão e coerência. Em seguida, no terceiro momento, fala-se da aliança entre texto e gramática e por fim, dão-se sugestões para trabalhar texto e gramática juntos.


(8º§) Aos professores de português cabe a obrigação de ensinar a norma culta, sem desprestigiar todas as questões norteadas nas outras gramáticas, pois essas devem trabalhar aliadas, de forma contextualizada para que o aluno perceba como se dá o uso da língua portuguesa, principalmente na escrita. Aos alunos cabe se adaptar a essa nova perspectiva de ensino, deixando de lado a resistência de produzir elementos que certamente colaborarão para o aprendizado dessas normas, principalmente o texto.


(9º§) Entenda que a gramática estrutura as normas da língua. A língua depende da gramática, uma vez que são forças atuantes e indissociáveis.


(DAMASCENO JUNIOR, Raimundo Nonato Silva. Faculdade Evangélica de Brasília, Distrito Federal, 2009). (Texto adaptado)         

Analise as assertivas a seguir:



I. No trecho: "Os professores de Língua Portuguesa enfrentam um problema que vem se agravando dia após dia, lembrando que vocês são professores, portanto, pensem o que se pode fazer" - temos substantivos que exemplificam homônimos perfeitos.



II. O trecho: "Os alunos concluem o ensino básico, na sua grande maioria, sem dominar, às vezes até odiando, a língua pátria; vocês são alunos e não devem odiar a língua pátria" − contempla termos que exemplificam homônimos perfeitos.



III. O predicado do período simples: "O maior encalço na vida dos estudantes é entender a gramática da língua portuguesa" − é formado por um tempo verbal composto.



IV. Os substantivos paroxítonos: "entendimentos" e "pensamento" − exemplificam derivação sufixal, respectivamente, de um verbo de segunda conjugação e primeira conjugação.




Marque a série de assertivas com análises corretas.

Alternativas
Q3733436 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



A BASE PARA O ENSINO DA GRAMÁTICA


(1º§) Os professores de Língua Portuguesa enfrentam um problema que vem se agravando dia após dia. Os alunos concluem o ensino básico, na sua grande maioria, sem dominar, às vezes até odiando, a língua pátria.


(2º§) O maior encalço na vida dos estudantes é entender a gramática da língua portuguesa. Muitos deles não conseguem compreender o porquê da existência de tantas regras, e exceções, que, em seus entendimentos, não possuem nenhum valor. Daí vem a questão: deve-se continuar a minar esse pensamento nos alunos ou está na hora de mudar a maneira de se ensinar a norma culta da língua portuguesa? Será que não se associa a gramática à arte, à cultura e à literatura. Ou se pretende ensinar língua portuguesa decorativamente? Não se pode pensar assim. A arte é fantástica, a cultura compreende tudo e a literatura se engaja com os efeitos da leitura.


(3º§) A língua portuguesa dispõe de vários tipos de gramática, mas as principais são: a normativa, a descritiva, a gerativa e a funcional. Três, dessas quatro, são desconhecidas pela maioria dos brasileiros, pois são estudadas somente nos cursos de graduação em Letras, a outra é comum a todos: a normativa. Ela é chamada assim porque é a responsável por essas regras que assombram a vida dos alunos.


(4º§) Nos dias de hoje, deve-se mostrar a prática de uso da norma e não somente teorias e exemplos descontextualizados. Para que o estudante possa ver a importância de tantas regras, tem de se provar que o não uso pode provocar desde interpretações equivocadas até a impossibilidade de comunicação. Partindo desse ponto, surge a seguinte pergunta de pesquisa: Há como professor utilizar o texto como base para o ensino da gramática?


(5º§) A justificativa de se ter o texto como base para o ensino da gramática, de acordo com as novas perspectivas de ensino, está na impossibilidade de se ter como base a análise de estratos, os quais descontextualizados não têm valor para as competências: discursiva (capacidade de usar a língua de modo variado), linguística (capacidade de conhecer a língua de uma comunidade específica) e estilística (capacidade de conhecer diferentes estilos). Para que o aluno tenha o domínio dessas três competências, as quais norteiam o desenvolvimento do português, seja na fala ou na escrita, o texto é

ferramenta ideal.


(6º§) Diante disso, este estudo, baseado em pesquisas bibliográficas, tem como objetivo geral mostrar a importância de contextualizar o ensino da gramática. Além de: conceituar gramática e texto; questionar os resultados do atual método de ensino da norma; refletir sobre as consequências do ensino da gramática nas perspectivas de hoje; conhecer os novos métodos de ensino.


(7º§) A gramática contempla quatro momentos: o primeiro dá o conceito geral de gramática e trabalha com cinco especificidades: gramática normativa, gramática descritiva, gramática gerativa, gramática internalizada e gramática funcional. No segundo momento, dá-se o conceito de texto e de seus tipos e gêneros, além de conceituar coesão e coerência. Em seguida, no terceiro momento, fala-se da aliança entre texto e gramática e por fim, dão-se sugestões para trabalhar texto e gramática juntos.


(8º§) Aos professores de português cabe a obrigação de ensinar a norma culta, sem desprestigiar todas as questões norteadas nas outras gramáticas, pois essas devem trabalhar aliadas, de forma contextualizada para que o aluno perceba como se dá o uso da língua portuguesa, principalmente na escrita. Aos alunos cabe se adaptar a essa nova perspectiva de ensino, deixando de lado a resistência de produzir elementos que certamente colaborarão para o aprendizado dessas normas, principalmente o texto.


(9º§) Entenda que a gramática estrutura as normas da língua. A língua depende da gramática, uma vez que são forças atuantes e indissociáveis.


(DAMASCENO JUNIOR, Raimundo Nonato Silva. Faculdade Evangélica de Brasília, Distrito Federal, 2009). (Texto adaptado)         

Sobre o trecho transcrito a seguir, marque a alternativa com análise incorreta.



"Além de: conceituar gramática e texto; questionar os resultados do atual método de ensino da norma; refletir sobre as consequências do ensino da gramática nas perspectivas de hoje; conhecer os novos métodos de ensino" (6º§).

Alternativas
Q3733434 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



A BASE PARA O ENSINO DA GRAMÁTICA


(1º§) Os professores de Língua Portuguesa enfrentam um problema que vem se agravando dia após dia. Os alunos concluem o ensino básico, na sua grande maioria, sem dominar, às vezes até odiando, a língua pátria.


(2º§) O maior encalço na vida dos estudantes é entender a gramática da língua portuguesa. Muitos deles não conseguem compreender o porquê da existência de tantas regras, e exceções, que, em seus entendimentos, não possuem nenhum valor. Daí vem a questão: deve-se continuar a minar esse pensamento nos alunos ou está na hora de mudar a maneira de se ensinar a norma culta da língua portuguesa? Será que não se associa a gramática à arte, à cultura e à literatura. Ou se pretende ensinar língua portuguesa decorativamente? Não se pode pensar assim. A arte é fantástica, a cultura compreende tudo e a literatura se engaja com os efeitos da leitura.


(3º§) A língua portuguesa dispõe de vários tipos de gramática, mas as principais são: a normativa, a descritiva, a gerativa e a funcional. Três, dessas quatro, são desconhecidas pela maioria dos brasileiros, pois são estudadas somente nos cursos de graduação em Letras, a outra é comum a todos: a normativa. Ela é chamada assim porque é a responsável por essas regras que assombram a vida dos alunos.


(4º§) Nos dias de hoje, deve-se mostrar a prática de uso da norma e não somente teorias e exemplos descontextualizados. Para que o estudante possa ver a importância de tantas regras, tem de se provar que o não uso pode provocar desde interpretações equivocadas até a impossibilidade de comunicação. Partindo desse ponto, surge a seguinte pergunta de pesquisa: Há como professor utilizar o texto como base para o ensino da gramática?


(5º§) A justificativa de se ter o texto como base para o ensino da gramática, de acordo com as novas perspectivas de ensino, está na impossibilidade de se ter como base a análise de estratos, os quais descontextualizados não têm valor para as competências: discursiva (capacidade de usar a língua de modo variado), linguística (capacidade de conhecer a língua de uma comunidade específica) e estilística (capacidade de conhecer diferentes estilos). Para que o aluno tenha o domínio dessas três competências, as quais norteiam o desenvolvimento do português, seja na fala ou na escrita, o texto é

ferramenta ideal.


(6º§) Diante disso, este estudo, baseado em pesquisas bibliográficas, tem como objetivo geral mostrar a importância de contextualizar o ensino da gramática. Além de: conceituar gramática e texto; questionar os resultados do atual método de ensino da norma; refletir sobre as consequências do ensino da gramática nas perspectivas de hoje; conhecer os novos métodos de ensino.


(7º§) A gramática contempla quatro momentos: o primeiro dá o conceito geral de gramática e trabalha com cinco especificidades: gramática normativa, gramática descritiva, gramática gerativa, gramática internalizada e gramática funcional. No segundo momento, dá-se o conceito de texto e de seus tipos e gêneros, além de conceituar coesão e coerência. Em seguida, no terceiro momento, fala-se da aliança entre texto e gramática e por fim, dão-se sugestões para trabalhar texto e gramática juntos.


(8º§) Aos professores de português cabe a obrigação de ensinar a norma culta, sem desprestigiar todas as questões norteadas nas outras gramáticas, pois essas devem trabalhar aliadas, de forma contextualizada para que o aluno perceba como se dá o uso da língua portuguesa, principalmente na escrita. Aos alunos cabe se adaptar a essa nova perspectiva de ensino, deixando de lado a resistência de produzir elementos que certamente colaborarão para o aprendizado dessas normas, principalmente o texto.


(9º§) Entenda que a gramática estrutura as normas da língua. A língua depende da gramática, uma vez que são forças atuantes e indissociáveis.


(DAMASCENO JUNIOR, Raimundo Nonato Silva. Faculdade Evangélica de Brasília, Distrito Federal, 2009). (Texto adaptado)         

Marque o parágrafo cujos termos morfológicos iniciais (anteriores à primeira vírgula) estão dispostos assim: "combinação prepositiva, substantivo polissílabo paroxítono, preposição essencial imposta pela regência nominal, verbo irregular de segunda conjugação dissílabo paroxítono, artigo definido, substantivo polissílabo oxítono, preposição essencial imposta pela regência nominal, verbo de primeira conjugação na forma nominal do infinitivo seguido de objeto direto, formado por: (artigo definido substantivo, adjetivo exemplificando concordância nominal).
Alternativas
Q3733433 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



A BASE PARA O ENSINO DA GRAMÁTICA


(1º§) Os professores de Língua Portuguesa enfrentam um problema que vem se agravando dia após dia. Os alunos concluem o ensino básico, na sua grande maioria, sem dominar, às vezes até odiando, a língua pátria.


(2º§) O maior encalço na vida dos estudantes é entender a gramática da língua portuguesa. Muitos deles não conseguem compreender o porquê da existência de tantas regras, e exceções, que, em seus entendimentos, não possuem nenhum valor. Daí vem a questão: deve-se continuar a minar esse pensamento nos alunos ou está na hora de mudar a maneira de se ensinar a norma culta da língua portuguesa? Será que não se associa a gramática à arte, à cultura e à literatura. Ou se pretende ensinar língua portuguesa decorativamente? Não se pode pensar assim. A arte é fantástica, a cultura compreende tudo e a literatura se engaja com os efeitos da leitura.


(3º§) A língua portuguesa dispõe de vários tipos de gramática, mas as principais são: a normativa, a descritiva, a gerativa e a funcional. Três, dessas quatro, são desconhecidas pela maioria dos brasileiros, pois são estudadas somente nos cursos de graduação em Letras, a outra é comum a todos: a normativa. Ela é chamada assim porque é a responsável por essas regras que assombram a vida dos alunos.


(4º§) Nos dias de hoje, deve-se mostrar a prática de uso da norma e não somente teorias e exemplos descontextualizados. Para que o estudante possa ver a importância de tantas regras, tem de se provar que o não uso pode provocar desde interpretações equivocadas até a impossibilidade de comunicação. Partindo desse ponto, surge a seguinte pergunta de pesquisa: Há como professor utilizar o texto como base para o ensino da gramática?


(5º§) A justificativa de se ter o texto como base para o ensino da gramática, de acordo com as novas perspectivas de ensino, está na impossibilidade de se ter como base a análise de estratos, os quais descontextualizados não têm valor para as competências: discursiva (capacidade de usar a língua de modo variado), linguística (capacidade de conhecer a língua de uma comunidade específica) e estilística (capacidade de conhecer diferentes estilos). Para que o aluno tenha o domínio dessas três competências, as quais norteiam o desenvolvimento do português, seja na fala ou na escrita, o texto é

ferramenta ideal.


(6º§) Diante disso, este estudo, baseado em pesquisas bibliográficas, tem como objetivo geral mostrar a importância de contextualizar o ensino da gramática. Além de: conceituar gramática e texto; questionar os resultados do atual método de ensino da norma; refletir sobre as consequências do ensino da gramática nas perspectivas de hoje; conhecer os novos métodos de ensino.


(7º§) A gramática contempla quatro momentos: o primeiro dá o conceito geral de gramática e trabalha com cinco especificidades: gramática normativa, gramática descritiva, gramática gerativa, gramática internalizada e gramática funcional. No segundo momento, dá-se o conceito de texto e de seus tipos e gêneros, além de conceituar coesão e coerência. Em seguida, no terceiro momento, fala-se da aliança entre texto e gramática e por fim, dão-se sugestões para trabalhar texto e gramática juntos.


(8º§) Aos professores de português cabe a obrigação de ensinar a norma culta, sem desprestigiar todas as questões norteadas nas outras gramáticas, pois essas devem trabalhar aliadas, de forma contextualizada para que o aluno perceba como se dá o uso da língua portuguesa, principalmente na escrita. Aos alunos cabe se adaptar a essa nova perspectiva de ensino, deixando de lado a resistência de produzir elementos que certamente colaborarão para o aprendizado dessas normas, principalmente o texto.


(9º§) Entenda que a gramática estrutura as normas da língua. A língua depende da gramática, uma vez que são forças atuantes e indissociáveis.


(DAMASCENO JUNIOR, Raimundo Nonato Silva. Faculdade Evangélica de Brasília, Distrito Federal, 2009). (Texto adaptado)         

Marque a frase que inicia com os termos essenciais explícitos e dispostos na ordem direta.
Alternativas
Q3733125 Português
Leia atentamente o período abaixo:
Os alunos queixaram-se da didática apresentada pelo professor.
Assinale a alternativa que classifica corretamente o termo destacado:
Alternativas
Q3733124 Português
Leia atentamente o período a seguir :
Perdeu-se o talento brasileiro no futebol com o advento dos jogos digitais.
Assinale a alternativa que classifique corretamente o tipo de sujeito: 
Alternativas
Q3733122 Português
Leia atentamente as alternativas e assinale aquela em que o termo destacado é objeto indireto:
Alternativas
Q3733119 Português

Leia atentamente o período abaixo:


O antigo armário de madeira era povoado de cupins.


Assinale a alternativa que indique a função sintática dos termos destacados: 

Alternativas
Q3733118 Português
Leia atentamente o período a seguir:
Se descobrissem a paixão que reina dentro de todo poeta.
Assinale a alternativa que defina corretamente os termos destacados:
Alternativas
Q3733117 Português

Leia atentamente o período abaixo:


Que bela música que tu cantavas.


Assinale a alternativa que defina o termo destacado: 

Alternativas
Q3733116 Português
Leia atentamente as alternativas abaixo e assinale aquela em que o termo "se " é índice de indeterminação do sujeito:
Alternativas
Q3733112 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


AS TECNOLOGIAS DE COMUNICAÇÃO NA ATUALIDADE


(1º§) As tecnologias de comunicação tornaram-se em ferramentas indispensáveis na geração de riqueza, no exercício do poder e na criação de códigos culturais na contemporaneidade, ocupando um lugar central entre as questões que surgem como prioritárias (BURKE, 2003). Adquiriram uma maior importância ao transformarem as redes no modo prevalecente de organização das atividades humanas, modificando, a partir da sua lógica, todos os domínios da vida em sociedade. Nesse processo de desenvolvimento social, a televisão manteve seu papel de influenciadora do pensamento comum.


(2º§) A cultura contemporânea, vinculada às tecnologias digitais, está criando uma nova relação entre a técnica e a vida social, que se estabeleceu como a cibercultura. Representante da vida social contemporânea, a cibercultura deve ser observada sob uma perspectiva de contínuo movimento, um processo dialógico entre as formas e os conteúdos (LEMOS, 2002). Nesse processo, novas formas de interação social estão sendo criadas, permitindo a formação de novos cenários de organização e interação da sociedade através das redes de informação eletrônicas.


(3º§) No processo de evolução dos meios de comunicação, uma tendência é a convergência, sobretudo de dados, voz e imagem. Nesse cenário, velhos e novos meios de comunicação devem convergir, como a televisão e a Internet, gerando novas possibilidades de interação social, transformando o indivíduo de consumidor a produtor de informações, que podem ser destinadas a um grande número de pessoas, influenciando gostos, culturas e interagindo de forma direta com outros indivíduos sociais.


(Por: Daniela Costa Ribeiro, professora no curso de Comunicação Social - Jornalismo do Centro Universitário da Bahia - FIB.) - (https://www.cult.ufba.br/enecult2008/14557.pdf) − (P.2) − (acesso 10.11.2023)

Sobre os componentes linguísticos textuais, marque a alternativa incorreta. 
Alternativas
Q3733111 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


AS TECNOLOGIAS DE COMUNICAÇÃO NA ATUALIDADE


(1º§) As tecnologias de comunicação tornaram-se em ferramentas indispensáveis na geração de riqueza, no exercício do poder e na criação de códigos culturais na contemporaneidade, ocupando um lugar central entre as questões que surgem como prioritárias (BURKE, 2003). Adquiriram uma maior importância ao transformarem as redes no modo prevalecente de organização das atividades humanas, modificando, a partir da sua lógica, todos os domínios da vida em sociedade. Nesse processo de desenvolvimento social, a televisão manteve seu papel de influenciadora do pensamento comum.


(2º§) A cultura contemporânea, vinculada às tecnologias digitais, está criando uma nova relação entre a técnica e a vida social, que se estabeleceu como a cibercultura. Representante da vida social contemporânea, a cibercultura deve ser observada sob uma perspectiva de contínuo movimento, um processo dialógico entre as formas e os conteúdos (LEMOS, 2002). Nesse processo, novas formas de interação social estão sendo criadas, permitindo a formação de novos cenários de organização e interação da sociedade através das redes de informação eletrônicas.


(3º§) No processo de evolução dos meios de comunicação, uma tendência é a convergência, sobretudo de dados, voz e imagem. Nesse cenário, velhos e novos meios de comunicação devem convergir, como a televisão e a Internet, gerando novas possibilidades de interação social, transformando o indivíduo de consumidor a produtor de informações, que podem ser destinadas a um grande número de pessoas, influenciando gostos, culturas e interagindo de forma direta com outros indivíduos sociais.


(Por: Daniela Costa Ribeiro, professora no curso de Comunicação Social - Jornalismo do Centro Universitário da Bahia - FIB.) - (https://www.cult.ufba.br/enecult2008/14557.pdf) − (P.2) − (acesso 10.11.2023)

Analise as assertivas a seguir:


I.O predicado do trecho: "Adquiriram uma maior importância" - refere-se ao sujeito simples: "As tecnologias de comunicação".


II.O núcleo do predicado da oração: "ao transformarem as redes no modo prevalecente de organização das atividades humanas" − equivale a "quando transformam as redes no modo prevalecente de organização das atividades humanas".


III.No período: "que podem ser destinadas a um grande número de pessoas, influenciando gostos, culturas" − temos, respectivamente, exemplo de objeto indireto e de objeto direto.


IV.O período: "No processo de evolução dos meios de comunicação, uma tendência é a convergência, sobretudo de dados, voz e imagem" - exemplifica o vício de linguagem denominado de cacofonia.


V.O título do texto exemplifica um período simples, porque a oração é absoluta.


Marque a alternativa com a opção correta.

Alternativas
Q3733110 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


AS TECNOLOGIAS DE COMUNICAÇÃO NA ATUALIDADE


(1º§) As tecnologias de comunicação tornaram-se em ferramentas indispensáveis na geração de riqueza, no exercício do poder e na criação de códigos culturais na contemporaneidade, ocupando um lugar central entre as questões que surgem como prioritárias (BURKE, 2003). Adquiriram uma maior importância ao transformarem as redes no modo prevalecente de organização das atividades humanas, modificando, a partir da sua lógica, todos os domínios da vida em sociedade. Nesse processo de desenvolvimento social, a televisão manteve seu papel de influenciadora do pensamento comum.


(2º§) A cultura contemporânea, vinculada às tecnologias digitais, está criando uma nova relação entre a técnica e a vida social, que se estabeleceu como a cibercultura. Representante da vida social contemporânea, a cibercultura deve ser observada sob uma perspectiva de contínuo movimento, um processo dialógico entre as formas e os conteúdos (LEMOS, 2002). Nesse processo, novas formas de interação social estão sendo criadas, permitindo a formação de novos cenários de organização e interação da sociedade através das redes de informação eletrônicas.


(3º§) No processo de evolução dos meios de comunicação, uma tendência é a convergência, sobretudo de dados, voz e imagem. Nesse cenário, velhos e novos meios de comunicação devem convergir, como a televisão e a Internet, gerando novas possibilidades de interação social, transformando o indivíduo de consumidor a produtor de informações, que podem ser destinadas a um grande número de pessoas, influenciando gostos, culturas e interagindo de forma direta com outros indivíduos sociais.


(Por: Daniela Costa Ribeiro, professora no curso de Comunicação Social - Jornalismo do Centro Universitário da Bahia - FIB.) - (https://www.cult.ufba.br/enecult2008/14557.pdf) − (P.2) − (acesso 10.11.2023)

Analise as assertivas com o código V (Verdadeiro) ou F (Falso):


(__)Na frase nominal: "As tecnologias de comunicação na atualidade" há termos monossílabos, entre os quais, temos uma preposição e uma contração prepositiva, ambas impostas pela regência nominal; há também termos polissílabos, entre eles, dois são paroxítonos e um é oxítono.


(__)No primeiro período do (1º§), temos o verbo "tornaram-se" exemplificando uso de ênclise, - o "se" exerce função sintática de objeto direto.


(__)A vírgula do trecho: "na contemporaneidade, ocupando um lugar central" separa oração subordinada reduzida do gerúndio.


(__)As vírgulas do trecho: "modificando, a partir da sua lógica, todos os domínios da vida em sociedade" − estão separando uma informação entre o predicado e seu complemento direto.


Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo: 

Alternativas
Q3732850 Português
Assinale a alternativa em que não há sujeito:
Alternativas
Q3732708 Português
Considere a crônica a seguir, escrita por Paulo Mendes Campos, para responder a próxima questão.

“Um dos aforismos pungentes da literatura é este: é preciso estar sempre bêbado – de vinho, de poesia, de religião. O homem bebe para disfarçar a humilhação terrestre; para ser consolado; para driblar a si mesmo; o homem bebe como o poeta escreve seus versos, o compositor faz uma sonata, o místico sai arrebatado pela janela do claustro, a adolescente adora cinema, o fiel se confessa, o neurótico busca o analista. Quem foge de si mesmo se encontra. Quem procura encontrar-se, se afasta de si mesmo. Não é paradoxo, é o imbricamento da natureza humana. E esta é uma espiral inflacionária cuja moeda, em desvalorização permanente, é a nossa precária percepção da realidade. Somos inflacionados pelo nosso próprio vazio: a reação nervosa da embriaguez parece encher- -nos ou pelo menos atenuar a presença do espírito desesperado dentro do corpo perfeitamente disposto a possuir os bens terrestres e gozá-los. Não defendo o alcoolismo, respeitável Sr. Alcoólico Anônimo. Queira entender-me com um pouco mais de sutileza, se me faz o favor. Modestamente embora, falando do alto duma tribuna para uma plateia vazia, defendo é o homem. O uísque não me interessa, o que me interessa é a criatura humana, esta pobre e arrogante criatura humana já confrangida por um destino obscuro, arrumada odiosamente numa sociedade dividida em castas, uma sociedade sanguessuga, uma sociedade engenhosamente arquitetada para triturar as classes de baixo a fim de transformar a dolorosa matéria-prima em petróleo, aço, eletricidade, veículos, aparelhos domésticos, tecidos, alimentos. Segue-se a segunda fase do processo industrial: correias de transmissão levam estes bens terrestres ao alto forno, que os transforma miraculosamente em palácios, iates, cavalos de corrida, joias, amantes de luxo. Mas os ricos também bebem, e quanto! Bebem às vezes por má consciência, outras por má educação, e bebem porque todos os bens terrestres são fantasias que se desfazem de repente ao hálito da morte. Pois o que eu advogo no meu desespero-dialético é a melhor distribuição das fantasias terrestres. Será a única maneira eficiente de reduzir o alcoolismo. A máquina social de hoje cria sobre o indivíduo uma inumerável série de compressões, que o desequilibram e o infelicitam. O alcoolismo é uma das variadíssimas consequências desse extraordinário mal-estar coletivo. Transpondo a porta do bar, o homem age com toda a pureza e inocência, buscando fugir ao sofrimento, tentando cumprir a sua vocação para o prazer; se encontra no bar um novo mal, a degradação, o desemprego, a debilitação orgânica, a morte prematura, isto é outra história”.

(Por que bebemos tanto assim?, por Paulo Mendes Campos, com adaptações).
No trecho “Não defendo o alcoolismo, respeitável Sr. Alcoólico Anônimo”, a expressão “respeitável Sr. Alcoólico Anônimo” pode ser classificada como:
Alternativas
Q3732703 Português
Considere a descrição a seguir, escrita pelo viajante Bartolomé Bossi a respeito de uma cultura indígena, para responder a próxima questão.

“Estas tribos de guaicurus ocupam as margens do Chaco em uma grande extensão. Todos os anos fazem suas incursões contra as tribos vizinhas, especialmente contra os guanás: desta tribo são os escravos que possuem. Só cativam mulheres, jovens e crianças. Os últimos abraçam facilmente os hábitos e a língua de seus senhores e, como estes os tratam com afeto, jamais pensam em abandoná-los. Entre os guaicurus existe uma forte distinção de classes que se divide em nobres, plebeus e escravos; a maior distinção traduz-se pelo número de escravos; nisto se resume sua vaidade e seu orgulho. Os guaicurus são de estatura mais que regular e bem formados. Sua musculatura é forte e marcada; seu olhar imponente; indolentes por natureza. Comem muitas vezes ao dia; o jacaré é um manjar muito preferido por eles. Pintam a cara e o corpo com urucum e jenipapo, introduzindo a tinta na epiderme; os desenhos não carecem de fantástica simetria. As mulheres põem maior esmero neste adorno indelével. A mulher, só quando chega aos trinta anos conserva seus filhos: antes procura sempre abortar, e serve-se dos meios mais cruéis e bárbaros, fazendo-se maltratar e pisotear o ventre. Só depois dos trinta anos começa a preocupar-se com a conservação de sua prole; devendo notar-se que essa raça de mulheres são impecáveis desde então como mães de família, pelos cuidados e pela ternura que consagram a seus filhos. No caráter destes índios predomina a soberba, olham com o mais alto desprezo as demais tribos; professam um ódio visceral aos paraguaios e são muito partidários dos brasileiros. Contentam-se com a posse de uma única mulher, da qual lhes é dado separar-se por mútuo acordo. Crêem em um Ente Criador, mas não lhe rendem nenhum culto manifesto. Não têm nenhuma ideia de recompensas ou castigos futuros; só afirmam que a alma dos capitães transporta-se a uma mansão de delícias contínuas, privilégio do qual também gozam os pretensos adivinhos que há entre eles, que também exercem a profissão de médicos. Estes seres privilegiados, espécie de sacerdotes, que se dizem intérpretes desse Ente Criador, servem-se de sua misteriosa preponderância para estimular a barbárie e ferocidade da tribo."

(Bartolomé Bossi, Viagem Pitoresca, com adaptações).
No trecho “Não têm nenhuma ideia de recompensas ou castigos futuros”, o verbo “têm” apresenta circunflexo porque o sujeito da oração:
Alternativas
Ano: 2023 Banca: NC-UFPR Órgão: PM-PR Prova: NC-UFPR - 2023 - PM-PR - Cadete |
Q3732676 Português
O texto a seguir é referência para a questão.


Os modelos de competição (que podemos entender como modelos de relações sociais) são classificados em: competição primária 1 sem regras, competição entre duas pessoas com regras, competição de muitas pessoas a um só nível, competição de dois níveis 2 do tipo oligárquico, e, competição de dois níveis do tipo crescentemente democrático. Com exceção do primeiro tipo, os modelos se 3 assemelham a jogos reais como xadrez, futebol, tênis ou tantos outros esportes. Representam a competição segundo regras, as 4 quais podem variar em sua escala de presença e importância. “Todos os modelos se baseiam em duas ou mais pessoas que medem 5 suas forças” (ELIAS, 2005, p. 80), ou seja, na distribuição potencial de poder ao longo de uma configuração qualquer. O equilíbrio 6 de poder, segundo ELIAS (2005), constitui um elemento integral de todas as relações humanas, as quais são, comumente, 7 multipolares. Nesse caso, os modelos de jogos poderiam ajudar a “uma melhor compreensão do tal equilíbrio do poder, não como 8 uma ocorrência extraordinária, mas como uma ocorrência cotidiana” (ELIAS, 2005, p. 80). Elias entende que ninguém vem ao mundo 9 desprovido de poder, pois este é um elemento básico nas relações humanas. Ocorre que como por vezes o desequilíbrio de poder 10 é muito grande, algumas perspectivas teóricas acabam reificando o poder em suas análises. 

STAREPRAVO, Fernando Augusto; SOUZA, Juliano de; MARCHI JUNIOR, Wanderley. A teoria dos jogos competitivos de Norbert Elias como alternativa à leitura das políticas públicas de esporte e lazer no Brasil. Revista Brasileira de Educação Física e Esporte, São Paulo, v. 26, n. 4, p. 658-659. Adaptado. 
Com base no texto, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q3732439 Português

Leia atentamente a frase abaixo:

Passaremos pela Ponte Rio-Niterói.

Assinale a alternativa que aponte corretamente a função sintática do termo destacado:

Alternativas
Respostas
19401: B
19402: A
19403: D
19404: B
19405: D
19406: D
19407: E
19408: A
19409: C
19410: E
19411: E
19412: D
19413: C
19414: A
19415: D
19416: D
19417: E
19418: D
19419: D
19420: C