Questões de Concurso
Sobre sintaxe em português
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Assinale a alternativa correta em relação à regência verbal na expressão destacada.
Assinale a alternativa correta em relação à análise sintática apresentada a seguir.
Assinale a alternativa correta quanto à transitividade do verbo destacado.
Assinale a alternativa correta quanto à função sintática da expressão destacada entre parênteses.
Assinale a alternativa correta quanto à classificação da oração destacada.
O termo destacado no enunciado tem a mesma função sintática que o da frase:
Com base nisso, analise os enunciados a seguir:
I."A falta de companhia, a solidão, a angústia levou-o ao desespero."
II."O cidadão brasileiro, o eleitor espera leis sociais mais justas."
III."O ministro do trabalho ou o da justiça anunciará a nova lei."
IV. "Cézar com sua mãe abriram uma livraria."
V."Conversar e discutir contribui para o nosso amadurecimento."
Os enunciados que apresentam duas formas de concordância estão na alternativa:
I."Ela lhe adorava tanto que sempre encontrava tempo para ouvir suas histórias e compartilhar momentos especiais juntos."
II."O amigo não costumava pagar o médico."
III."Dizia-me que quase não vira os filmes que eu assistira na juventude."
IV."O professor incumbiu-lhe essa tarefa."
V."O professor incumbiu-o dessa tarefa."
VI."Nunca se poupou ao trabalho de vencer na vida."
Os enunciados que apresentam a regência CORRETA estão na alternativa:

“No interior, os guatemaltecos mantêm a tradição de soltar pipas gigantes próximas aos túmulos dos que se foram”.
A expressão sublinhada é um:


O texto seguinte servirá de base para responder a questão.
O cotidiano da grosseria urbana
Perto de minha casa, há uma área reservada para veículos de idosos, com espaço para três carros. A medida é útil, sobretudo pela proximidade de um supermercado. Contudo, o desrespeito por regras básicas é comum. Alguns idosos (e outros nem tanto) utilizam a área, descarregam suas compras e abandonam os carrinhos na calçada, ignorando o simples ato de devolvê-los à loja, a poucos metros de distância.
Certa manhã, vi uma senhora estacionar seu SUV nessa área. Apesar do direito ao espaço, ela ocupou mais de uma vaga, restringindo o uso a outros veículos. Ao sugerir educadamente que reposicionasse o carro, fui surpreendido por uma resposta arrogante e uma atitude hostil. Sua reação pareceu fruto de alguma frustração pessoal, mas não deixou de refletir a crescente grosseria no convívio urbano.
Casos como esse se repetem. Outro exemplo ocorreu com uma motorista em um SUV que, parada em local proibido e atrapalhando o trânsito, ignorou os pedidos para liberar a passagem e respondeu com desdém: "Vá cuidar da sua vida!".
Supermercados, aliás, são um palco constante de falta de educação. Pessoas ignoram filas, empurram carrinhos nos calcanhares alheios e sequer pedem licença para pegar algo na prateleira. Em uma ocasião, crianças corriam pelos corredores soprando cornetas, enquanto o pai, alheio ao caos, analisava vinhos importados.
Esses episódios mostram como o egoísmo e a falta de empatia se manifestam em situações cotidianas. As grosserias urbanas, cada vez mais frequentes, evidenciam uma necessidade urgente de reflexão sobre respeito e convivência. Autor:
Fernando Fabbrini - Texto adaptado.
https://www.otempo.com.br/opiniao/fernando-fabbrini/2024/10/17/gross erias
O texto seguinte servirá de base para responder a questão.
O cotidiano da grosseria urbana
Perto de minha casa, há uma área reservada para veículos de idosos, com espaço para três carros. A medida é útil, sobretudo pela proximidade de um supermercado. Contudo, o desrespeito por regras básicas é comum. Alguns idosos (e outros nem tanto) utilizam a área, descarregam suas compras e abandonam os carrinhos na calçada, ignorando o simples ato de devolvê-los à loja, a poucos metros de distância.
Certa manhã, vi uma senhora estacionar seu SUV nessa área. Apesar do direito ao espaço, ela ocupou mais de uma vaga, restringindo o uso a outros veículos. Ao sugerir educadamente que reposicionasse o carro, fui surpreendido por uma resposta arrogante e uma atitude hostil. Sua reação pareceu fruto de alguma frustração pessoal, mas não deixou de refletir a crescente grosseria no convívio urbano.
Casos como esse se repetem. Outro exemplo ocorreu com uma motorista em um SUV que, parada em local proibido e atrapalhando o trânsito, ignorou os pedidos para liberar a passagem e respondeu com desdém: "Vá cuidar da sua vida!".
Supermercados, aliás, são um palco constante de falta de educação. Pessoas ignoram filas, empurram carrinhos nos calcanhares alheios e sequer pedem licença para pegar algo na prateleira. Em uma ocasião, crianças corriam pelos corredores soprando cornetas, enquanto o pai, alheio ao caos, analisava vinhos importados.
Esses episódios mostram como o egoísmo e a falta de empatia se manifestam em situações cotidianas. As grosserias urbanas, cada vez mais frequentes, evidenciam uma necessidade urgente de reflexão sobre respeito e convivência. Autor:
Fernando Fabbrini - Texto adaptado.
https://www.otempo.com.br/opiniao/fernando-fabbrini/2024/10/17/gross erias
No trecho:
"Ao sugerir educadamente que reposicionasse o carro, fui surpreendido por uma resposta arrogante e uma atitude hostil."
A regência do verbo sugerir indica que:
"Diversas pesquisas confirmaram que o cérebro humano foi desenhado para identificar ameaças e problemas, o que explica por que é tão fácil se fixar no negativo e porque algumas pessoas se queixam mais do que outras."
I.O vocábulo 'pesquisas' é um substantivo que exerce a função de núcleo do sujeito, enquanto 'diversas' exerce função de adjunto adnominal.
II.O verbo 'confirmar' é intransitivo.
III.O vocábulo 'desenhado' tem valor de adjetivo exercendo a função de predicativo do sujeito.
IV.Os vocábulos 'ameaças' e 'problemas' são substantivos com função de objeto direto.
V.'outras' é um pronome que foi usado para evitar a repetição do vocábulo 'pessoas'.
Estão corretas:
O texto seguinte servirá de base para responder a questão.
Lamento crônico: o custo emocional e físico de reclamar de tudo o tempo todo
Imaginemos uma situação muito comum. Duas pessoas caminham apressadamente e se encontram na rua.
Eles podem ser amigos, colegas de trabalho ou conhecidos. Um deles cumprimenta o outro, dizendo "olá, como vai?" ou "tudo bem?”.
Automaticamente, o outro responde "vamos indo” ou "caminhando, dentro do possível”. E cada um segue o seu caminho.
O tom de queixa parece algo típico de um encontro como esse.
Em pleno século 21, as sociedades desenvolvidas aceitam este tipo de atitude como uma forma rotineira de interação social.
De fato, é muito frequente ouvir reclamações sobre o trânsito, o clima, o trabalho ou as dificuldades econômicas. Para muitos, é algo inofensivo e até terapêutico, já que serve de alivio emocional.
Mas já foi demonstrado que o lamento crônico traz impactos significativos para a saúde mental, emocional e até física — tanto de quem reclama quanto de quem ouve as queixas.
Fenômeno cotidiano
Abordaremos aqui a expressão recorrente de insatisfação, frustração ou mal-estar, causada por situações percebidas como negativas. Este é um fenômeno quase universal, que pode ser extrapolado para contextos familiares, sociais e profissionais.
Longe de uma visão cataclísmica, reclamar ocasionalmente é um aspecto normal da experiência humana. O desgaste emocional e fisiológico ocorre quando este estado de espírito negativo invade nossa rotina diária.
Mas por que reclamamos tanto?
Especialistas acreditam que as queixas agem como mecanismo de enfrentamento. Através delas, liberamos tensões ou buscamos aprovação.
Concretamente, já se observou que nós reclamamos para buscar a aceitação da nossa opinião ou percepção, como se fosse um loop.
Até aqui, a reclamação funciona como uma estratégia de apresentação perante o nosso grupo social. Ela é uma função adaptativa do ser humano.
O problema surge quando ela passa a ser crônica, estendendo-se a inúmeros contextos. É uma situação que se agrava com o uso e abuso das redes sociais.
Nelas, pessoas influentes entre os mais jovens costumam dedicar grande parte do seu conteúdo a atacar isso e aquilo, como estratégia de captação de seguidores ou para criar debates e intercâmbio de comentários.
Diversas pesquisas confirmaram que o cérebro humano foi desenhado para identificar ameaças e problemas, o que explica por que é tão fácil se fixar no negativo e porque algumas pessoas se queixam mais do que outras.
Trata-se de um mecanismo evolutivo de função protetora: o cérebro tende a se fixar no negativo porque isso permitia que se enfrentasse um perigo real e aumentava as chances de sobrevivência.
Mas esse efeito, chamado de viés de negatividade, pode ser contraproducente no entorno moderna.
Manter o foco no negativo de maneira continua pode alterar a forma como as pessoas veem o mundo e interagem com outras.
Alguns estudos destacam que o ato de se lamentar pode causar mudanças estruturais no cérebro que, por sua vez, dificultam a resolução de problemas e afetam as funções cognitivas.
Isso significa que as pessoas queixosas podem sofrer redução de funções como a resolução de problemas, a tomada de decisões ou o planejamento — o que gera ainda mais frustrações e, consequentemente, mais queixas.
Também se observou que a reclamação cotidiana esta correlacionada com a sintomatologia ansiosa depressiva. Concretamente, ela traz pensamentos intrusivos, ruminações, baixa autoestima, cansaço e fadiga mental.
Por isso, os indivíduos que não param de se lamentar por tudo costumam ser mais pessimistas e menos resilientes frente às adversidades.
(https://www.bbc.com/portuguese/articles/clyjpen5gdko)
"Diversas pesquisas confirmaram que o cérebro humano foi desenhado para identificar ameaças e problemas, o que explica por que é tão fácil se fixar no negativo e porque algumas pessoas se queixam mais do que outras."
I. O vocábulo 'pesquisas' é um substantivo que exerce a função de núcleo do sujeito, enquanto 'diversas' exerce função de adjunto adnominal.
II. O verbo 'confirmar' é intransitivo.
III. O vocábulo 'desenhado' tem valor de adjetivo exercendo a função de predicativo do sujeito.
IV. Os vocábulos 'ameaças' e 'problemas' são substantivos com função de objeto direto.
V. 'outras' é um pronome que foi usado para evitar a repetição do vocábulo 'pessoas'.
Estão corretas:
I.Tenho esperança de que tudo se resolva logo.
II.Só tenho um desejo: que todos sejam felizes.
III.É importante que você estude todos os dias.
IV.Convém que todos compareçam à reunião.
V.Ele tinha certeza de que conseguiria o emprego.
Em quais das afirmativas lidas há o emprego de uma oração subordinada substantiva subjetiva?
Para a viagem levaria somente o que iria utilizar: bermudas e chinelos.
Qual é a função que os termos destacados desempenham na oração?
O texto seguinte servirá de base para responder a questão.
O preço do vazio
Após almoçarmos em um sofisticado shopping de São Paulo, eu e uma amiga decidimos olhar vitrines. Fiquei assustada com os preços: uma bolsa custava R$ 11 mil! Tudo bem, é de grife italiana, mas... uma bolsa?
Enquanto esperávamos o Uber, vimos duas crianças, gêmeas idênticas, acompanhadas por suas respectivas babás. Fiquei pensando: que vida terão essas meninas? Estarão sempre protegidas numa redoma? Ao crescerem, saberão enfrentar adversidades? Não questiono a presença de babás, mas "duas babás" me fizeram refletir: haverá espaço para a mãe?
No mesmo local, uma mulher com um motorista carregava várias sacolas. Imaginei o valor daquelas compras. Claro, esses preços existem porque há quem pague. Mas minha consciência não permitiria tal extravagância, especialmente em um país onde muitos lutam para pagar as contas básicas.
No dia seguinte, caminhando pelo Parque Ibirapuera, vimos um mundo mais simples e real: famílias, crianças, bicicletas e cachorros. Um café e um pão de queijo bastaram para a tarde. Conversamos sobre os passeios com minhas filhas no Parque Municipal, tempos em que as crianças eram crianças. Um lago com pedalinhos, o pipoqueiro, balões a gás e vestidinhos coloridos da Feira Hippie compunham a "Disneylândia" da infância delas.
Lembramos como a vida era mais simples. Quando "não" era "não", um machucado se resolvia com carinho e Merthiolate, e perder um dente trazia histórias de fadas e sorvete.
A tarde passou rápido. Era hora de voltar ao presente, chamar o Uber e enfrentar o mundo lá fora.
Fabrício Carpinejar - Texto Adaptado
https://www.otempo.com.br/opiniao/fabricio-carpinejar/o-preco-do-vazio -1.2220555
No trecho "Fiquei pensando: que vida terão essas meninas? Estarão sempre protegidas numa redoma? Ao crescerem, saberão enfrentar adversidades?", do texto O preço do vazio, de Fabrício Carpinejar, as orações cumprem funções específicas no período. Sobre as orações subordinadas no texto, analise as alternativas e assinale a correta:
"A exclusão de tempos verbais também limita projeções temporais, restringindo o pensamento ao presente imediato."
Em relação à regência, no contexto da frase, o verbo "restringir" é: