Questões de Concurso
Sobre sintaxe em português
Foram encontradas 50.956 questões
SÃO PAULO TEVE O PIOR AR DO MUNDO POR CINCO DIAS
Revista Pesquisa FAPESP
setembro 2024
Entre 120 metrópoles do globo, São Paulo figurou como a grande cidade com a pior qualidade do ar por cinco dias consecutivos, entre 9 e 13 de setembro, segundo ranking feito pelo site suíço IQAir. No período, a maior cidade brasileira passou por dias extremamente secos, com o céu tomado por fumaça proveniente de queimadas em diferentes partes do país, como Amazônia e Pantanal, além de incêndios no próprio território paulista. A qualidade do ar foi considerada como não saudável em vários momentos desses dias e ultrapassou os 150 pontos de uma escala adotada pelo IQAir. O site atualiza a classificação praticamente em tempo real – geralmente a cada hora – da qualidade média do ar das cidades monitoradas. Isso é feito a partir de uma média das informações fornecidas por estações de medição da poluição atmosférica instaladas nesses centros urbanos. O poluente usado como referência para fazer o ranking são as partículas finas inaláveis de até 2,5 micrômetros (MP2,5), que podem ficar em suspensão por muito tempo, serem absorvidas pelo organismo humano e causar problemas de saúde. Elas são provenientes da queima de combustíveis fósseis, de incêndios florestais e da combustão de vegetação. O ranking é mantido por uma empresa que produz equipamentos para tratamento do ar (IQAir) em parceria com organizações não governamentais, como o grupo ambientalista Greenpeace, e os programas das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) e para Assentamentos Humanos (ONU-Habitat).
Retirado e adaptado de: https://revistapesquisa.fapesp.br/risco-decolesterol-alto-em-jovens/. Acesso em 10 nov 2024.
Leia o texto apresentado para responder a questão a seguir:

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda a questão, que a ele se referem.
Texto 01
Texto 01 Você lembra quando não existia internet?
Para aqueles que se lembram dos dias em que conversas espontâneas em lojas e sorrisos não solicitados eram a norma, a era pré-smartphone, quando a internet ainda era apenas um sonho, foi mágica. Se o auge da sua infância envolvia ouvir sua mãe gritando na rua: “tá na hora do jantar”, ou inventar aventuras apenas com sua imaginação, você provavelmente nutre uma relação de amor e ódio com seu “telefone inteligente”, esse dispositivo maravilhoso com conexão à internet que nos permite andar em cidades que não conhecemos, pedir comida ou comprar roupa com um clique. Enfim, como sobrevivíamos sem Waze e o delivery?
E, sim, eles podem encontrar quase tudo para nós, de um novo amor a uma refeição saborosa. Mas, por mais que tentem, ainda não conseguem substituir um abraço caloroso. Muito menos uma conversa olho no olho, ou entender as sutilezas do coração humano. Um brinde à ironia de um mundo onde podemos estar a um clique de tudo, exceto da genuína conexão entre gente de verdade.
Com a ascensão dos smartphones e das redes sociais, ultrapassamos as barreiras de tempo e espaço, inclusive na internet, reconectando-nos com amigos de infância, colegas de escola e parentes em outros países em tempo real. É uma viagem incrível quebrar as limitações do relógio e da geografia com apenas um toque. Quem poderia resistir a tal fascínio? Em seguida, veio o feed infinito das redes sociais pronto para entregar elevadas doses de dopamina e satisfazer a cada um de nós, fornecendo exatamente o que desejávamos naquele momento. [...]
E assim ficamos presos, quase acreditando que havíamos perdido a capacidade de retornar à nossa humanidade. Agora, começamos a compreender esse dilema. Na busca por experiências externas, desvalorizamos a convivência íntima, aquela que nos permite crescer e dar sentido à nossa vida.
Não por acaso, atualmente, observa-se uma busca por reconexão com o mundo real, uma tentativa de compensar o empobrecimento dos nossos relacionamentos, que se tornaram superficiais.
Que venham esses novos/velhos tempos, e que venham logo, pois é estando presente que a gente vive o melhor de nós.
Disponível em: https://vidasimples.co/colunista/voce-lembra-quando-nao-existia-internet/. Acesso em: 30 set. 2024. Adaptado.
“homens têm bolsos para guardar coisas, mulheres para decoração.” Essa frase de Christian Dior em 1954, ajudou a consolidar a ideia de que os bolsos femininos são e eram meramente decorativos. Atualmente, os bolsos em jeans femininos são, em média, 48% mais curtos e 6,5 % mais estreitos do que os masculinos.
Essa canalhice começou na Era Georgiana (época de Orgulho e Preconceito, Bridgerton e outros). Antes, o vestuário feminino comportava grandes bolsos, muitas vezes amarrados à cintura e usados sob as saias, permitindo carregar diversos itens com facilidade, e cujo acesso se dava por aberturas laterais na saia para que as mãos pudessem alcançá-los facilmente.
No final do século XVIII e durante o período Regencial, as saias volumosas foram substituídas por vestidos que possuíam caimento mais justo ao corpo e cintura, e então, por isso, não podiam acomodar bolsos sem comprometer a silhueta. Para contornar o problema, surgiram as retículas pequenas bolsas que precisavam ser carregadas à mão, tornando as mulheres mais vulneráveis a roubos. Durante o surgimento do sufrágio universal feminino, a demanda por bolsos aumentou, refletindo a conexão entre bolsos e direitos das mulheres. Porém, após a segunda guerra mundial, a moda feminina se tornou cada vez mais ajustada, eliminando bolsos funcionais. @oimofinho, modificado.
Elas próprias foram buscar o pai doente; há vários candidatos aqui.
"As seis listas de nomes são recicladas a cada ano."
Em relação ao período e ao termo destacado, é CORRETO afirmar que:
O vocábulo destacado tem a mesma função sintática do termo destacado na alternativa:


Internet:<www.oglobo.globo.com>
Com base no texto, julgue o item seguinte.
Na linha 49, “também” poderia ser substituído, sem prejuízo para o sentido original do texto ou para a correção gramatical, por nem.


Internet:<www.oglobo.globo.com>
Com base no texto, julgue o item seguinte.
Em “observa Salas” (linha 35), o sujeito está anteposto ao verbo.


Internet:<www.oglobo.globo.com>
Com base no texto, julgue o item seguinte.
A forma verbal “foram” (linha 30) é de um verbo de ligação.


Internet:<www.oglobo.globo.com>
Com base no texto, julgue o item seguinte.
A oração “que gostamos de fazer isso” (linhas 24 e 25) é subordinada adverbial.


Internet:<www.oglobo.globo.com>
Com base no texto, julgue o item seguinte.
Na linha 19, o termo “pelos livros” complementa o sentido de um substantivo abstrato.


Internet:<www.oglobo.globo.com>
Com base no texto, julgue o item seguinte.
Na linha 15, “porque” é uma conjunção subordinativa.


Internet:<www.oglobo.globo.com>
Com base no texto, julgue o item seguinte.
O termo “uma tarefa fácil” (linhas 11 e 12) é um predicativo do sujeito.


Internet:<www.oglobo.globo.com>
Com base no texto, julgue o item seguinte.
Em “assistindo TV” (linhas 3 e 4), a regência do verbo foi respeitada conforme a norma‑padrão.