Questões de Concurso
Sobre sintaxe em português
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Para 64% dos brasileiros, tragédia no RS tem relação direta com mudanças climáticas
Por ClimaInfo

(Disponível em: climainfo.org.br/2024/05/10/para-70-dos-brasileiros-tragedia-no-rs-tem-relacao-direta-commudancas-climaticas/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
I. cerca de → aproximadamente
II. além disso → outrossim
III. perspectiva → propósito
IV. esses → tais (em ambas as ocorrências)
V. quena → qual
Está CORRETO o que se afirma em:
A pergunta que me fazem em Porto Alegre
Por David Coimbra


(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/david-coimbra/noticia/2020/02/a-pergunta-queme-fazem-em-porto-alegre-ck6qvsasjohr501mvys0c2dvv.html - texto adaptado especialmente para esta prova).
A pergunta que me fazem em Porto Alegre
Por David Coimbra


(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/david-coimbra/noticia/2020/02/a-pergunta-queme-fazem-em-porto-alegre-ck6qvsasjohr501mvys0c2dvv.html - texto adaptado especialmente para esta prova).
A pergunta que me fazem em Porto Alegre
Por David Coimbra


(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/david-coimbra/noticia/2020/02/a-pergunta-queme-fazem-em-porto-alegre-ck6qvsasjohr501mvys0c2dvv.html - texto adaptado especialmente para esta prova).
I. Quanto a classe gramatical, a palavra é um adjetivo. II. Quanto a função sintática, ela é o predicativo do sujeito. III. Quanto ao significado, ela é sinônimo de “prudente”.
Quais estão corretas?
A pergunta que me fazem em Porto Alegre
Por David Coimbra


(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/david-coimbra/noticia/2020/02/a-pergunta-queme-fazem-em-porto-alegre-ck6qvsasjohr501mvys0c2dvv.html - texto adaptado especialmente para esta prova).
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.
A pergunta que me fazem em Porto Alegre
Por David Coimbra


(Disponivel em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/david-coimbra/noticia/2020/02/a-pergunta-queme-fazem-em-porto-alegre-ck6qvsasjohr501mvys0c2dvv.html - texto adaptado especialmente para esta prova).
Instrução: Leia o texto e responda à questão.
Duplamente pobres são as mulheres que padecem situações de exclusão, maus-tratos e violência, porque frequentemente têm menores possibilidades de defender os seus direitos. Todavia, também entre elas, encontramos continuamente os mais admiráveis gestos de heroísmo na defesa e no cuidado da fragilidade das suas famílias.
(FRANCISCO. Evangelii Gaudium. São Paulo: Paulus Ed., 2013.)
Considere as seguintes informações:
Algumas das principais lavouras tropicais do mundo correm risco de ficar sem os insetos polinizadores. A presença desses insetos é essencial para a produção de uma grande variedade de frutos.
Considere as seguintes proposições para unir essas informações em um único período:
1. Algumas das principais lavouras tropicais do mundo correm risco de ficar sem os insetos polinizadores, onde a presença desses insetos é essencial para a produção de uma grande variedade de frutos.
2. Algumas das principais lavouras tropicais do mundo correm risco de ficar sem os insetos polinizadores, cuja presença é essencial para a produção de uma grande variedade de frutos.
3. Algumas das principais lavouras tropicais do mundo correm risco de ficar sem os insetos polinizadores, e a presença desses insetos é essencial para a produção de uma grande variedade de frutos.
Está/Estão correta(s) a(s) proposição(ões):
O texto a seguir é referência para a questão.
Destruição criativa 2.0
Hélio Schwartsman
Não compro muito a ideia de que a inteligência artificial (IA) vai destruir o mundo. Digo-o não porque tenha conhecimento privilegiado do porvir – em tese, é perfeitamente possível que as IAs sejam nossa ruína –, mas porque sei que, diante do novo, nossa tendência é sempre a de exagerar os perigos. Quem quiser uma confirmação empírica disso pode pegar nas coleções de jornais os artigos catastrofistas dos anos 1970 e 1980 que comentavam o advento dos bebês de proveta, que hoje não despertam mais polêmica.
Daí não decorre que devamos tratar as IAs com ligeireza. É uma mudança tecnológica de enorme potencial e que terá impactos, em especial sobre o emprego. Já vimos antes a chamada destruição criadora em ação. Mas, ao que tudo indica, desta vez, a aniquilação de postos de trabalho se dará em escala maior e atingirá também funções criativas ocupadas pelas elites intelectuais, que foram poupadas em viragens tecnológicas anteriores.
O “big picture”, porém, talvez não seja dos piores. Tanto Marx como Keynes anteviram um mundo em que as mudanças tecnológicas avançariam tanto que resolveriam o problema econômico da humanidade, isto é, as máquinas produziriam sozinhas e de graça tudo o que necessitamos, de comida a bens industrializados, passando por vários tipos de serviço. A dificuldade é que, como isso não vai acontecer da noite para o dia, devemos esperar uma transição complicada. E complicada não apenas em termos econômicos e sociais mas também psicológicos.
Quando conhecemos uma pessoa, uma das primeiras perguntas que lhe dirigimos é “o que você faz?”. Vivemos em sociedades em que os indivíduos se definem em larga medida por sua profissão. Tirar isso deles pode provocar um vazio existencial. É até possível que, com o problema econômico resolvido, passemos a extrair transcendência de outras atividades. Imagine um mundo de artistas. Mas isso vai exigir uma revolução anímica.
Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/helioschwartsman/2023/09/destruicao-criativa-20.shtml.
anímica: que é próprio da alma
Considere a seguinte sentença extraída do texto:
“Quando conhecemos uma pessoa, uma das primeiras perguntas que lhe dirigimos é ‘o que você faz?’”.
Considere as seguintes propostas de substituição do trecho destacado:
1. que dirigimos a ela
2. que dirigimos a essa pessoa
3. que a dirigimos
Pode(m) substituir corretamente o trecho destacado:
O texto a seguir é referência para a questão.
Destruição criativa 2.0
Hélio Schwartsman
Não compro muito a ideia de que a inteligência artificial (IA) vai destruir o mundo. Digo-o não porque tenha conhecimento privilegiado do porvir – em tese, é perfeitamente possível que as IAs sejam nossa ruína –, mas porque sei que, diante do novo, nossa tendência é sempre a de exagerar os perigos. Quem quiser uma confirmação empírica disso pode pegar nas coleções de jornais os artigos catastrofistas dos anos 1970 e 1980 que comentavam o advento dos bebês de proveta, que hoje não despertam mais polêmica.
Daí não decorre que devamos tratar as IAs com ligeireza. É uma mudança tecnológica de enorme potencial e que terá impactos, em especial sobre o emprego. Já vimos antes a chamada destruição criadora em ação. Mas, ao que tudo indica, desta vez, a aniquilação de postos de trabalho se dará em escala maior e atingirá também funções criativas ocupadas pelas elites intelectuais, que foram poupadas em viragens tecnológicas anteriores.
O “big picture”, porém, talvez não seja dos piores. Tanto Marx como Keynes anteviram um mundo em que as mudanças tecnológicas avançariam tanto que resolveriam o problema econômico da humanidade, isto é, as máquinas produziriam sozinhas e de graça tudo o que necessitamos, de comida a bens industrializados, passando por vários tipos de serviço. A dificuldade é que, como isso não vai acontecer da noite para o dia, devemos esperar uma transição complicada. E complicada não apenas em termos econômicos e sociais mas também psicológicos.
Quando conhecemos uma pessoa, uma das primeiras perguntas que lhe dirigimos é “o que você faz?”. Vivemos em sociedades em que os indivíduos se definem em larga medida por sua profissão. Tirar isso deles pode provocar um vazio existencial. É até possível que, com o problema econômico resolvido, passemos a extrair transcendência de outras atividades. Imagine um mundo de artistas. Mas isso vai exigir uma revolução anímica.
Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/helioschwartsman/2023/09/destruicao-criativa-20.shtml.
anímica: que é próprio da alma
Releia a seguinte sentença:
Quem quiser uma confirmação empírica disso pode pegar nas coleções de jornais os artigos catastrofistas dos anos 1970 e 1980 que comentavam o advento dos bebês de proveta, que hoje não despertam mais polêmica.
O termo “que”, destacado, é relativo a: