Questões de Concurso
Sobre sintaxe em português
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A oração iniciada pela conjunção em destaque classifica-se como:
I. Os alunos precisam de orientação constante.
II. Marcelo comprou um carro.
III. A verdade apareceu inesperadamente.
IV. Confio em sua capacidade de superação.
Assinale a alternativa que apresenta a classificação correta da transitividade verbal, na ordem em que os verbos aparecem:
Com base nas regras de concordância verbal e nominal, marque com V as afirmativas verdadeiras ou com F as falsas.
( ) O verbo 'virar' está no plural porque concorda com 'brincadeiras, núcleo do sujeito posposto ao verbo.
( ) O adjetivo 'imaginando' concorda com 'Maria', sujeito da oração, no feminino singular.
( ) Em 'sua irmã, Elisa, e uma amiga', a enumeração de dois elementos do sexo feminino não altera a concordância do verbo 'usar', que permanece no singular por concordar exclusivamente com o sujeito 'a menina'.
( ) Caso o sujeito da oração fosse expresso por 'Maria com sua irmã', o verbo 'acabar' poderia ser flexionado tanto no singular quanto no plural.
Assinale a sequência que preenche corretamente as lacunas a seguir.
Considerando os mecanismos de coesão e coerência utilizados no trecho, marque com V as afirmativas verdadeiras e com F as falsas.
(__)A conjunção 'embora' introduz uma oração concessiva, estabelecendo relação de contraste entre o que já era conhecido e o que permanecia inexplicado, contribuindo para a coerência argumentativa do texto, podendo ser substituída por 'mesmo que', mantendo o sentido essencial.
(__)O travessão funciona como recurso coesivo conclusivo, sintetizando a informação anteriormente apresentada sobre o termotécnico 'espaço interestelar', além de aproximar o texto do leitor ao explicitar o significado da expressão.
(__)O uso do pretérito mais-que-perfeito composto do subjuntivo 'já tivessem encontrado', em relação ao imperfeito 'havia', estabelece uma relação de anterioridade entre os fatos, contribuindo para a coesão temporal do período.
(__)A conjunção 'mas' introduz uma relação de adversidade, contrapondo a abundância e a importância do enxofre no Universo à dificuldade de localizar grandes moléculas contendo esse elemento no espaço interestelar.
Assinale a alternativa que apresenta a sequênciacorretados itens acima, de cima para baixo.
Considerando a regência do verbo 'ter' nas duas ocorrências, assinale a alternativa correta.
TEXTO I
O fim da política.
Nosso poder está no raciocínio, no conhecimento, na consciência e em nossas ações
Roberto Motta
O que você quer da política? Uma revolução que conserte todos os erros, coloque os bandidos na cadeia, livre os inocentes, corrija as injustiças e livre o país da corrupção? Não vai acontecer. Ninguém deve depender da política para ser feliz. Muito menos de revoluções. Especialmente de revoluções. Mas é isso que muitos esperam, inclusive pessoas que se acham “conservadoras”. Uma revolução.
Como já explicaram David Horowitz e Thomas Sowell, a disputa entre progressistas e conservadores é assimétrica. Progressistas vivem da política e para a política; conservadores só querem ser deixados em paz. Conservadores se envolvem em causas pontuais para defender direitos, enquanto para o militante progressista, tudo é oportunidade para ocupar espaços. Para estes, como já ensinou Saul Alinsky, “a questão nunca é a questão, a questão é sempre o poder”.
O modelo “democrático” incentiva o populismo irresponsável, o uso pessoal do poder e a degradação constante das finanças e da liberdade. Tudo o que o político precisa para alcançar o poder máximo são votos; cria-se então um óbvio incentivo para que ele minta, fraude eleições e compre votos, e para que seja irresponsável no exercício do poder. Niall Ferguson explicou isso em “A Grande Degeneração”, Karsten e Beckman em “Além da Democracia” e Hans-Hermann Hoppe em “Democracia, o Deus Que Falhou”.
Até que isso mude, políticos ruins serão substituídos por políticos piores. Exceções são raras. Isso não é acidente, mas a consequência inevitável. Essa não é uma postura derrotista. É uma visão realista. Não estou dizendo que está tudo perdido e que nada vale a pena. Ao contrário: afirmo que a vida é maravilhosa, cheia de possibilidades e que o progresso abriu inúmeras oportunidades de felicidade e realização pessoal – mas isso depende principalmente da ação individual. A política é apenas um instrumento – incompleto, imperfeito e sempre injusto. Não podemos depender dele.
Não dependa da política, dos políticos ou do Estado para nada. Construa sua vida, se desenvolva, cuide de sua família e proteja seus direitos de todas as formas possíveis. Acima de tudo, não transforme a frustração com a política em uma intolerância que vai encher a vida de rancor e ressentimento.
Nosso grande poder não está no voto, como os políticos querem nos fazer acreditar. Nosso poder está no raciocínio, no conhecimento, na consciência e em nossas ações. Apesar de tudo – apesar dos políticos – é possível prosperar e ser feliz, exercendo de forma consciente as faculdades que nos foram dadas por Deus.
Na política, nossas escolhas serão sempre pela alternativa menos ruim. As escolhas que fazemos em nossas vidas devem ser exatamente o contrário.
Fonte: MOTTA Roberto. O fim da política. https://revistaoeste.com/revista/edicao-319/o-fim-da-politica/
TEXTO I
O fim da política.
Nosso poder está no raciocínio, no conhecimento, na consciência e em nossas ações
Roberto Motta
O que você quer da política? Uma revolução que conserte todos os erros, coloque os bandidos na cadeia, livre os inocentes, corrija as injustiças e livre o país da corrupção? Não vai acontecer. Ninguém deve depender da política para ser feliz. Muito menos de revoluções. Especialmente de revoluções. Mas é isso que muitos esperam, inclusive pessoas que se acham “conservadoras”. Uma revolução.
Como já explicaram David Horowitz e Thomas Sowell, a disputa entre progressistas e conservadores é assimétrica. Progressistas vivem da política e para a política; conservadores só querem ser deixados em paz. Conservadores se envolvem em causas pontuais para defender direitos, enquanto para o militante progressista, tudo é oportunidade para ocupar espaços. Para estes, como já ensinou Saul Alinsky, “a questão nunca é a questão, a questão é sempre o poder”.
O modelo “democrático” incentiva o populismo irresponsável, o uso pessoal do poder e a degradação constante das finanças e da liberdade. Tudo o que o político precisa para alcançar o poder máximo são votos; cria-se então um óbvio incentivo para que ele minta, fraude eleições e compre votos, e para que seja irresponsável no exercício do poder. Niall Ferguson explicou isso em “A Grande Degeneração”, Karsten e Beckman em “Além da Democracia” e Hans-Hermann Hoppe em “Democracia, o Deus Que Falhou”.
Até que isso mude, políticos ruins serão substituídos por políticos piores. Exceções são raras. Isso não é acidente, mas a consequência inevitável. Essa não é uma postura derrotista. É uma visão realista. Não estou dizendo que está tudo perdido e que nada vale a pena. Ao contrário: afirmo que a vida é maravilhosa, cheia de possibilidades e que o progresso abriu inúmeras oportunidades de felicidade e realização pessoal – mas isso depende principalmente da ação individual. A política é apenas um instrumento – incompleto, imperfeito e sempre injusto. Não podemos depender dele.
Não dependa da política, dos políticos ou do Estado para nada. Construa sua vida, se desenvolva, cuide de sua família e proteja seus direitos de todas as formas possíveis. Acima de tudo, não transforme a frustração com a política em uma intolerância que vai encher a vida de rancor e ressentimento.
Nosso grande poder não está no voto, como os políticos querem nos fazer acreditar. Nosso poder está no raciocínio, no conhecimento, na consciência e em nossas ações. Apesar de tudo – apesar dos políticos – é possível prosperar e ser feliz, exercendo de forma consciente as faculdades que nos foram dadas por Deus.
Na política, nossas escolhas serão sempre pela alternativa menos ruim. As escolhas que fazemos em nossas vidas devem ser exatamente o contrário.
Fonte: MOTTA Roberto. O fim da política. https://revistaoeste.com/revista/edicao-319/o-fim-da-politica/
De acordo com as regras da Gramática normativa, analise as afirmações abaixo sobre elementos constitutivos do Texto I, antes de julgar o que se pede.
I. Em “...a disputa entre progressistas e conservadores é assimétrica.” (2º par.), o adjetivo em destaque foi formado por derivação parassintética, exercendo função de Predicativo do Sujeito.
II. No terceiro parágrafo, nota-se um desvio de regência no seguinte fragmento: “Tudo o que o político precisa para alcançar o poder máximo são votos”, sendo que sua reescrita adequada seria “Tudo do que o político precisa para alcançar o poder máximo são votos”, haja vista a classificação do verbo “precisar” no contexto.
III. Em “Construa sua vida, se desenvolva, cuide de sua família e proteja seus direitos de todas as formas possíveis.” (5º par.), as marcas verbais em destaque se encontram conjugadas no Modo Imperativo, direcionando sua ação para um Sujeito Desinencial representado pelo pronome “tu”.
IV. Em “Apesar de tudo – apesar dos políticos – é possível prosperar e ser feliz, exercendo de forma consciente as faculdades que nos foram dadas por Deus.” (6º par.), a expressão em destaque foi utilizada para expressar valor semântico de concessão.
Pode-se dizer que se encontra correto o que foi afirmado somente em:
O pesquisador analisou os dados com cuidado, revisou a fundamentação teórica, reformulou as hipóteses iniciais e decidiu submeter o artigo somente depois de concluir todas as etapas do estudo.
A respeito da organização sintática do período e dos efeitos de sentido produzidos pelas relações entre as orações, assinale a alternativa correta.
Para ampliar sua formação acadêmica, o estudante decidiu revisar a bibliografia indicada pelo orientador, acreditando ser necessário aprofundar os fundamentos teóricos antes de concluir a pesquisa.
Considerando a organização sintático-semântica do período e o papel desempenhado pelas orações reduzidas de infinitivo na construção do sentido global do texto, assinale a alternativa correta.
“Mesmo que o texto apresente vocabulário simples, sua compreensão exige a articulação de informações explícitas e implícitas”. No contexto desse enunciado, a função exercida pela oração inicial contribui para a construção do sentido global do texto ao:
Texto para responder à questão
Minha vó foi pega a laço
Pode parecer estranho, mas já ouvi tantas vezes esta afirmação que já até me acostumei a ela. Em quase todos os lugares onde chego alguém vem logo afirmando isso. É como uma senha para se aproximar de mim ou tentar criar um elo de comunicação comigo. Quase sempre fico sem ter o que dizer à pessoa que chega dessa maneira. É que eu acho bem estranho que alguém use este recurso de forma consciente acreditando que é algo digno ter uma avó que foi pega a laço por quem quer que seja.
– Você sabia que eu também tenho um pezinho na aldeia? – ele diz.
– Todo brasileiro legítimo – tirando os que são filhos de pais estrangeiros que moram no Brasil – tem um pé na aldeia e outro na senzala – eu digo brincando.
– Eu tenho sangue índio na minha veia porque meu pai conta que sua mãe, minha avó, era uma “índia” legítima – ele diz tentando me causar reação.
– Verdade? – ironizo para descontrair.
– Ele diz que meu avô era um desbravador do sertão e que um dia topou com uma “tribo” selvagem lá por Goiás.
– Eita. Que história interessante – falo arregalando os olhos.
– Pois é. Meu pai disse que meu avô contou que minha avó era muito linda e que olhou bem nos seus olhos antes de correr. Meu avô ficou enfeitiçado por ela. Imediatamente ele tirou o laço do lombo do cavalo em que estava montado e a laçou.
– Que incrível – digo.
– Ela, no começo, esperneou, gritou, chamou pelos outros “índios”, mas ninguém voltou e meu avô a levou para casa e com ela teve nove filhos.
– Uau!
– Meu avô contou para meu pai que vovó era baixinha, tinha cabelos longos bem pretinhos e olhos puxadinhos. Ela ficava horas sentada na frente de casa penteando os cabelos e com os olhos perdidos no horizonte.
– Ela devia estar cantando a saudade de sua casa – disse para quebrar o clima sombrio.
– Meu avô dizia que ela ficou a vida inteira aguardando que sua “tribo” viesse resgatá-la. Nunca ninguém apareceu. Ela, no entanto, foi muito feliz ao lado do meu avô.
Minha atenção se fixou nesta última frase enquanto meu novo amigo se despedia dizendo que tinha sido um prazer me conhecer. Cumprimenta-me, me olha de cima a baixo, vira as costas e vai embora.
Apesar de ser comum esta situação, nunca deixo de pensar nela. Acho esquisito quando alguém se orgulha de ter tido uma avó que foi escravizada por um homem que a usou durante toda uma vida e a obrigou a gestar filhos que provavelmente não queria. Penso que a maioria das pessoas não se dá conta de que esta narrativa é repetida tantas vezes e de forma poética para esconder uma dor que devia morar dentro de todos os brasileiros: somos uma nação parida à força.
Foi assim com os primeiros indígenas forçados a receber uma gente que se impôs pela crueldade e pela ambição; uma gente que tinha olhares lascivos contra os corpos nus – e sagrados – das mulheres nativas. Foi assim com os negros trazidos acorrentados nos porões de navios para serem escravos de pessoas que se sentiam superiores apenas por conta da cor de sua pele; as mulheres eram usadas como domésticas e como amantes, gerando “brasileiros” que eram desqualificados porque cresciam sem pai.
O Brasil foi “inventado” a partir das dores de suas mulheres e é importante não esquecermos esta história para podermos olhar de frente para nosso passado e aprendermos com ele. O Brasil precisa se reconciliar com sua história; aceitar que foi “construído” sobre um cemitério. Apenas dessa forma saberemos lidar com criatividade sobre a verdadeira história de como “minha avó foi pega a laço”.
(Por: Daniel Munduruku. Blog Combate ao Racismo Ambiental. Publicado em: 24/03/2018. Disponível em: https://racismoambiental.net.br/minha-avo-foi-pega-a-laco. Acesso em: maio de 2026.)
( ) Em “O novo levantamento da Confederação Nacional da Indústria (CNI) mostra que 44,5% dos brasileiros apresentam nível médio-alto ou alto nesse tipo de habilidade, que inclui uso de inteligência artificial, planilhas e configuração de sistemas.” (1º par.), observa-se que a oração em destaque se classifica como subordinada adjetiva restritiva, o que justifica o uso da vírgula que a inicia.
( ) Em “Quando consideradas também atividades básicas, o índice de domínio sobe para pouco mais de 54%.” (1º par.), por possuir natureza adverbial de tempo, pode-se dizer que a oração em destaque se encontra deslocada da ordem direta do período composto, o que justifica o emprego obrigatório da vírgula após o vocábulo “básicas”.
( ) Em “A especialista em Políticas e Indústrias da CNI, Cláudia Perdigão, disse que o brasileiro precisa se capacitar para continuar acompanhando o avanço da tecnologia” (2º par.), o termo em destaque se encontra isolado por vírgulas por se tratar de um Aposto explicativo.
( ) Em “Entre os brasileiros com 60 anos ou mais, o índice chega a 9,9%.” (3º par.), a expressão em destaque poderia receber corretamente o sinal de Crase, se a elaboração fosse reescrita da seguinte forma: “Entre os brasileiros com 60 anos ou mais, o índice chega à ser 9,9% graças à Regência do verbo “chega”.
( ) Em “A pesquisa foi realizada pelo instituto Nexus” (6º par.), nota-se a presença de uma elaboração frasal em Voz Passiva cujo Sujeito “A pesquisa” exerce valor paciente no contexto.
Considerando-se V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas, tem-se pela ordem a seguinte sequência:
I. Uma reescrita correta do Título do texto I, respeitando-se as regras de concordância verbal da Gramática normativa, seria “Menos de duzentos milhões de brasileiros têm domínio de tarefas digitais avançadas”.
II. Em “A especialista em Políticas e Indústrias da CNI, Cláudia Perdigão, disse que o brasileiro precisa se capacitar para continuar acompanhando o avanço da tecnologia” (2º par.), o pronome em destaque possui natureza reflexiva em relação ao Sujeito “o brasileiro”.
III. Uma possibilidade de reescrita gramaticalmente correta do subtítulo no texto I seria: “Diferenças de idade expõem lacunas quanto ao uso das ferramentas digitais”.
IV. Em “A avaliação da CNI indica necessidade de maior qualificação da população para acompanhar o avanço das tecnologias” (4º par.), o termo em destaque é um Complemento Nominal no contexto.
Nota-se como correto, segundo a norma culta, o que foi afirmado somente em:
TEXTO I
OAB cria comissão para pressionar reforma do Judiciário.
Davi Vittorazzi
O Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) criou uma comissão para promover a reforma do Poder Judiciário. A iniciativa ocorre em meio às discussões de mudanças na estrutura da Justiça, que deve também estar em pauta nas eleições deste ano. Segundo a portaria que instaura o grupo, a finalidade é articular propostas já aprovadas pela OAB sobre o tema. O documento foi publicado em 14 de abril.
A instituição justifica que, nos últimos anos, vem “amadurecendo reflexões institucionais relevantes sobre o aperfeiçoamento da estrutura, do funcionamento e dos mecanismos de controle do Poder Judiciário, em temas que dizem respeito à própria conformação do Estado Democrático de Direito”.
O colegiado será responsável por coordenar a atuação institucional da OAB, mobilizar a advocacia e consolidar contribuições das seccionais para o encaminhamento das medidas. Para o presidente nacional da instituição, Beto Simonetti, a atuação da entidade busca dar sequência às deliberações já consolidadas internamente.
“A OAB já aprovou em plenário seu apoio a itens fundamentais da reforma do Judiciário, como a adoção de mandatos fixos para ministros do STF, limitação das decisões monocráticas e estabelecimento de regras para a atuação de parentes de juízes na advocacia”, afirmou o presidente da entidade. “Uma comissão sobre o tema foi formalmente constituída pelo Conselho Federal da OAB. Qualquer discussão sobre reforma do Judiciário só será legítima, no entanto, se envolver a advocacia.”
A comissão de reforma do Judiciário
A secretária-geral da OAB Nacional, Rose Morais, vai presidir a comissão. Também integram o grupo os conselheiros federais Breno Augusto Pinto de Miranda (MT), Marilena Indira Winter (PR) e Silvia Virginia Silva de Souza (SP), além dos presidentes das seccionais Daniela Borges (BA), Márcio Nogueira (RO) e Rafael Lara Martins (GO).
A portaria também prevê a participação das seccionais e conselhos federais, que terão prazo de 15 dias para encaminhar sugestões ao colegiado, com apoio técnico da assessoria jurídica do Conselho Federal. As seccionais de São Paulo e Rio Grande do Sul já apresentaram contribuições. Os documentos serão analisados em conjunto com as demais propostas.
Fonte: VITTORAZZI, Davi. OAB cria comissão para pressionar reforma do Judiciário. https://revistaoeste.com/politica/oab-cria-comissao-parapressionar-reforma-do-judiciario