Questões de Concurso Sobre sintaxe em português

Foram encontradas 51.149 questões

Q3278226 Português
Imagem associada para resolução da questão

Com base no texto, acima, pode-se afirmar que:
Alternativas
Q3278223 Português
“Diante do risco de esgotamento dos recursos naturais, cresce a necessidade de soluções alternativas a partir da árvore, um recurso renovável que é capaz de gerar, hoje, novas fontes ambientalmente corretas para a sociedade e que possam contribuir, por exemplo, para a redução significativa do uso do plástico e de outros produtos de origem fóssil.
O olhar para o futuro do novo Propósito está também no reforço do conceito forte-e-gentil, que apresenta o equilíbrio entre a busca por resultados e a maneira com a qual a Suzano se relaciona com seus diversos públicos. Orientada sempre pela certeza de que o mundo que queremos depende do que fazemos e, também, do jeito como fazemos, buscando ser melhores a cada dia.”
Disponível em: https://www.suzano.com.br (adaptado)
Em relação ao texto, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3277508 Português

    A chamada SecondSky, tecnologia que reduz as temperaturas dentro de estufas em até sete graus Celsius sem comprometer a entrada de luz, foi desenvolvida por Derya Baran, professora associada de ciência de materiais e engenharia na Universidade de Ciência e Tecnologia Rei Abdullah (KAUST).

    Após alguns países adotarem a tecnologia, agricultores de regiões dos Estados Unidos, América Latina, México, Europa, África do Sul e Marrocos começaram a instalar as coberturas SecondSky. Esses são países que historicamente se beneficiaram de condições ambientais favoráveis, mas que agora estão mudando rapidamente: “Não se trata apenas de se preparar para o futuro, mas de se proteger no presente – é como assinar uma apólice de seguro”, afirmou.

    Após o verão mais quente já registrado globalmente, este ano tem tudo para ser o mais quente da história, de acordo com o Serviço de Mudança Climática Copernicus da Europa. Eventos extremos de calor foram sentidos em várias partes do mundo, tornando-se cada vez mais prováveis devido às mudanças climáticas causadas pelo ser humano.

    Essas condições exercem uma enorme pressão sobre a agricultura. Ondas de calor podem secar as plantações, matando-as rapidamente se nenhuma medida for tomada, ou enfraquecê-las, tornando-as mais vulneráveis a pragas e doenças. Evitar a redução da produção agrícola geralmente exige um aumento no consumo de recursos – mais água, mais resfriamento, mais fertilizantes – que podem estar escassos ou simplesmente indisponíveis.

    “A missão desta empresa é viabilizar uma agricultura sustentável, e estamos avançando significativamente contra um desafio muito difícil”, disse John Keppler, presidente executivo da Iyris. “Quanto mais rápido conseguirmos fornecer soluções de fácil implementação para a agricultura convencional, melhor estaremos.”

    A Iyris integrou a tecnologia SecondSky em um polifilme flexível, que pode ser usado em túneis agrícolas, coberturas plásticas para estufas rígidas e redes de sombreamento.

    Segundo dispõe Keppler, os polifilmes normalmente são substituídos de três a cinco anos e podem ser trocados com facilidade. A empresa afirma que, ao contrário de algumas soluções tradicionais para bloquear o calor, como a aplicação de giz branco em filmes plásticos, seu aditivo não compromete a durabilidade do material.

    A Iyris fez parcerias com fabricantes de plástico como SABIC (Arábia Saudita), Hyma Plastic (Egito) e Armando Álvarez (Espanha) para produzir e distribuir coberturas contendo seu aditivo bloqueador de calor. Até o momento, já foram vendidos 4,5 milhões de metros quadrados desses materiais.


Fonte: CNN. Adaptado.

No trecho "Após alguns países adotarem a tecnologia, agricultores de regiões dos Estados Unidos, América Latina, México, Europa, África do Sul e Marrocos começaram a instalar as coberturas SecondSky.", a expressão sublinhada indica uma relação de: 
Alternativas
Q3277480 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


TEXTO I


A triste história de Kluge Hans, o cavalo que calculava 


Uns 120 anos atrás, uma das maiores celebridades da ciência mundial era Kluge Hans (João Esperto, em alemão), o cavalo que, segundo o seu dono, sabia somar, subtrair, multiplicar, dividir, operar com frações, dizer as horas e calcular dias da semana.


O proprietário, o professor de matemática e treinador de cavalos amador Wilhelm von Osten, exibia Hans publicamente, sem cobrar ingresso, para grande espanto da audiência. Por exemplo, quando Von Osten perguntava "se o oitavo dia do mês é uma terça-feira, em que data cai a sexta-feira seguinte?", Hans respondia batendo o casco no chão 11 vezes.


Os céticos diziam que era fraude, que Von Osten passava as respostas ao bicho por meio de sinais. Mas Hans acertava mesmo quando o dono estava ausente e as perguntas eram feitas por outra pessoa. Assim, a lenda do cavalo que calculava não parava de crescer.


Perante o interesse do público, a autoridade educacional da Alemanha criou uma comissão de 13 especialistas para investigar o fenômeno. Além do psicólogo Carl Stumpf, que a presidia, ela incluía um veterinário, um gerente de circo, um oficial de cavalaria, vários professores e o diretor do zoológico de Berlim. Em setembro de 1904 saiu o relatório, o qual inocentava Von Osten de qualquer truque.


Então, o biólogo e psicólogo Oskar Pfungst decidiu testar as habilidades do cavalo em diferentes condições: usando outras pessoas para questionar Hans; isolando o questionador e o cavalo do público; variando se Hans podia ver o questionador ou não; e até se o questionador sabia as respostas ou não.


Dessa forma, ele confirmou que não importava quem fazia as perguntas, o que comprovava que não havia má-fé da parte de Von Osten. Por outro lado, Pfungst constatou que Hans só respondia corretamente quando podia ver o questionador e este conhecia as respostas! De algum modo subconsciente, o questionador passava as respostas ao cavalo... E isso acontecia até quando era o próprio Pfungst quem questionava!


A descoberta lançou o descrédito sobre o pobre Hans, o que era muito injusto: mesmo não sendo capaz de calcular, Hans era um animal notável, com uma capacidade extraordinária para ler a expressão facial e a linguagem corporal dos humanos, melhor do que nós próprios somos capazes.


Von Osten não ficou convencido com as conclusões de Pfungst e continuou exibindo o seu fenômeno até morrer, em 1909. A partir daí, Hans passou por vários donos e acabou sendo alistado para servir na 1ª Guerra Mundial. O seu registro termina em 1916, quando, acredita-se, foi morto em combate.


VIANA, Marcelo. Folha de S.Paulo. Folha Corrida, 20 dez. 2023, p. B8 (adaptado). 

Leia o trecho do texto I a seguir.


"Von Osten não ficou convencido com as conclusões de Pfungst e continuou exibindo o seu fenômeno até morrer, em 1909. A partir daí, Hans passou por vários donos e acabou sendo alistado para servir na 1ª Guerra Mundial. O seu registro termina em 1916, quando, acredita-se, foi morto em combate."

"A análise sintática examina a estrutura do período, divide e classifica as orações que o constituem e reconhece a função sintática dos termos de cada oração." (Cegalla, 2010, p. 319).

A esse respeito, relacione a COLUNA II e a COLUNA I, associando a palavra ou a expressão destacada com o seu respectivo conceito, segundo orienta o gramático.


COLUNA I

1. Sujeito

2. Objeto direto

3. Predicado nominal

4. Oração subordinada


COLUNA II 


( ) "[...] e continuou exibindo o

seu fenômeno [...]."

( ) "A partir daí, Hans passou por

vários donos [...]."

( ) "[...] quando, acredita-se,

foi morto em combate."

( ) "Von Osten não ficou

convencido com as conclusões de Pfungst [...]." 


Assinale a sequência correta.

Alternativas
Q3277439 Português

Releia o trecho do texto I a seguir:


“O preço pago por essa busca desenfreada é a perda da percepção de individualidade; à medida que nos moldamos para atender a padrões externos, muitas vezes, em detrimento de nossa autenticidade, perdemos nossa verdadeira essência.”


Com base na passagem transcrita do texto I, complete as lacunas sobre a análise sintática a seguir.


O período é composto por __________. A oração “muitas vezes, em detrimento de nossa autenticidade, perdemos nossa verdadeira essência.” possui sujeito __________ e predicado __________. Em “para atender a padrões externos”, o termo destacado exerce a função de __________.


Assinale a sequência que preenche correta e respectivamente as lacunas da análise sintática apresentada.

Alternativas
Q3277159 Português
Bullying


         Bullying é uma palavra que se originou na língua inglesa. “Bully” significa “valentão”, e o sufixo “ing” representa uma ação contínua. A palavra bullying designa um quadro de agressões contínuas, repetitivas, com características de perseguição do agressor contra a vítima, não podendo caracterizar uma agressão isolada, resultante de uma briga.

     As agressões podem ser de ordem verbal, física e psicológica, comumente acontecendo as três ao mesmo tempo. As vítimas são intimidadas, expostas e ridicularizadas. São chamadas por apelidos vexatórios e sofrem variados quadros de agressão com base em suas características físicas, seus hábitos, sua sexualidade e sua maneira de ser.

        As vítimas de bullying podem sofrer agressões de uma pessoa isolada ou de um grupo. Esse grupo pode atuar apenas como “espectadores inertes” da violência, que indiretamente contribuem para a continuidade da agressão.

     Normalmente, chamamos de bullying o comportamento agressivo sistemático cometido por crianças e adolescentes. Quando um comportamento parecido acontece entre adultos, geralmente no ambiente de trabalho, classificamos o ato como assédio moral.

        As discussões sobre o bullying são relativamente recentes, chamando a profunda atenção dos especialistas em comportamento humano apenas nas últimas duas décadas. Até a década de 1970, não se falava sobre bullying. Segundo Cleo Fante, especialista no assunto, o comportamento agressivo e a perseguição sistemática de algumas crianças contra outras era visto como um traço comportamental natural.

     Comumente, o bullying é uma prática injusta, visto que os agressores ou agem em grupo (ou com o apoio do grupo) ou agem contra indivíduos que não conseguem se defender das agressões. Apesar de considerarmos o sofrimento da vítima, também devemos tentar entender o comportamento dos agressores. Muitas vezes, são jovens que passam por problemas psicológicos ou que sofrem agressões no ambiente familiar e na própria escola, e tentam transferir os seus traumas por meio da agressividade contra os outros.


Fonte: Brasil Escola (UOL) — adaptado.

Considerando as regras de concordância verbal, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente.


( ) Trata-se de questões inéditas.

( ) Tratam-se de questões inéditas.

( ) Vendem-se casas novas.

( ) Vende-se casas novas.


Alternativas
Q3277157 Português
Bullying


         Bullying é uma palavra que se originou na língua inglesa. “Bully” significa “valentão”, e o sufixo “ing” representa uma ação contínua. A palavra bullying designa um quadro de agressões contínuas, repetitivas, com características de perseguição do agressor contra a vítima, não podendo caracterizar uma agressão isolada, resultante de uma briga.

     As agressões podem ser de ordem verbal, física e psicológica, comumente acontecendo as três ao mesmo tempo. As vítimas são intimidadas, expostas e ridicularizadas. São chamadas por apelidos vexatórios e sofrem variados quadros de agressão com base em suas características físicas, seus hábitos, sua sexualidade e sua maneira de ser.

        As vítimas de bullying podem sofrer agressões de uma pessoa isolada ou de um grupo. Esse grupo pode atuar apenas como “espectadores inertes” da violência, que indiretamente contribuem para a continuidade da agressão.

     Normalmente, chamamos de bullying o comportamento agressivo sistemático cometido por crianças e adolescentes. Quando um comportamento parecido acontece entre adultos, geralmente no ambiente de trabalho, classificamos o ato como assédio moral.

        As discussões sobre o bullying são relativamente recentes, chamando a profunda atenção dos especialistas em comportamento humano apenas nas últimas duas décadas. Até a década de 1970, não se falava sobre bullying. Segundo Cleo Fante, especialista no assunto, o comportamento agressivo e a perseguição sistemática de algumas crianças contra outras era visto como um traço comportamental natural.

     Comumente, o bullying é uma prática injusta, visto que os agressores ou agem em grupo (ou com o apoio do grupo) ou agem contra indivíduos que não conseguem se defender das agressões. Apesar de considerarmos o sofrimento da vítima, também devemos tentar entender o comportamento dos agressores. Muitas vezes, são jovens que passam por problemas psicológicos ou que sofrem agressões no ambiente familiar e na própria escola, e tentam transferir os seus traumas por meio da agressividade contra os outros.


Fonte: Brasil Escola (UOL) — adaptado.
Com base no trecho do texto, ao passar para o singular a palavra “vítimas”, quantas outras palavras, além dela, também mudarão?

As vítimas são intimidadas, expostas e ridicularizadas. São chamadas por apelidos vexatórios e sofrem variados quadros de agressão com base em suas características físicas, seus hábitos, sua sexualidade e sua maneira de ser.  
Alternativas
Q3277154 Português
Bullying


         Bullying é uma palavra que se originou na língua inglesa. “Bully” significa “valentão”, e o sufixo “ing” representa uma ação contínua. A palavra bullying designa um quadro de agressões contínuas, repetitivas, com características de perseguição do agressor contra a vítima, não podendo caracterizar uma agressão isolada, resultante de uma briga.

     As agressões podem ser de ordem verbal, física e psicológica, comumente acontecendo as três ao mesmo tempo. As vítimas são intimidadas, expostas e ridicularizadas. São chamadas por apelidos vexatórios e sofrem variados quadros de agressão com base em suas características físicas, seus hábitos, sua sexualidade e sua maneira de ser.

        As vítimas de bullying podem sofrer agressões de uma pessoa isolada ou de um grupo. Esse grupo pode atuar apenas como “espectadores inertes” da violência, que indiretamente contribuem para a continuidade da agressão.

     Normalmente, chamamos de bullying o comportamento agressivo sistemático cometido por crianças e adolescentes. Quando um comportamento parecido acontece entre adultos, geralmente no ambiente de trabalho, classificamos o ato como assédio moral.

        As discussões sobre o bullying são relativamente recentes, chamando a profunda atenção dos especialistas em comportamento humano apenas nas últimas duas décadas. Até a década de 1970, não se falava sobre bullying. Segundo Cleo Fante, especialista no assunto, o comportamento agressivo e a perseguição sistemática de algumas crianças contra outras era visto como um traço comportamental natural.

     Comumente, o bullying é uma prática injusta, visto que os agressores ou agem em grupo (ou com o apoio do grupo) ou agem contra indivíduos que não conseguem se defender das agressões. Apesar de considerarmos o sofrimento da vítima, também devemos tentar entender o comportamento dos agressores. Muitas vezes, são jovens que passam por problemas psicológicos ou que sofrem agressões no ambiente familiar e na própria escola, e tentam transferir os seus traumas por meio da agressividade contra os outros.


Fonte: Brasil Escola (UOL) — adaptado.
 No texto, a expressão “apesar de” (último parágrafo) tem a função de: 
Alternativas
Q3276909 Português
Leia o texto 4 a seguir para responder a questão.

Texto 4


De quem são os meninos de rua? 

      Eu, na rua, com pressa, e o menino segurou no meu braço, falou qualquer coisa que não entendi. Fui logo dizendo que não tinha, certa de que ele estava pedindo dinheiro. Não estava. Queria saber a hora.

      Talvez não fosse um Menino De Família, mas também não era um Menino De Rua. É assim que a gente divide. Menino De Família é aquele bem-vestido com tênis da moda e camiseta de marca, que usa relógio e a mãe dá outro se o dele for roubado por um Menino De Rua. Menino De Rua é aquele que quando a gente passa perto segura a bolsa com força porque pensa que ele é pivete, trombadinha, ladrão.

      Ouvindo essas expressões tem-se a impressão de que as coisas se passam muito naturalmente, uns nascendo De Família, outros nascendo De Rua. Como se a rua, e não uma família, não um pai e uma mãe, ou mesmo apenas uma mãe os tivesse gerado, sendo eles filhos diretos dos paralelepípedos e das calçadas, diferentes, portanto, das outras crianças, e excluídos das preocupações que temos com elas. É por isso, talvez, que, se vemos uma criança bem-vestida chorando sozinha num shopping center ou num supermercado, logo nos acercamos protetores, perguntando se está perdida, ou precisando de alguma coisa. Mas se vemos uma criança maltrapilha chorando num sinal com uma caixa de chicletes na mão, engrenamos a primeira no carro e nos afastamos pensando vagamente no seu abandono.

      Na verdade, não existem meninos De Rua. Existem meninos NA rua. E toda vez que um menino está NA rua é porque alguém o botou lá. Os meninos não vão sozinhos aos lugares. Assim como são postos no mundo, durante muitos anos também são postos onde quer que estejam. Resta ver quem os põe na rua. E por quê.

      No Brasil temos 36 milhões de crianças carentes. Na China existem 35 milhões de crianças superprotegidas. São filhos únicos resultantes da campanha Cada Casal um Filho, criada pelo governo em 1979 para evitar o crescimento populacional. O filho único, por receber afeto “em demasia”, torna-se egoísta, preguiçoso, dependente, e seu rendimento é inferior ao de uma criança com irmãos. Para contornar o problema, já existem na China 30 mil escolas especiais. Mas os educadores admitem que “ainda não foram desenvolvidos métodos eficazes para eliminar as deficiências dos filhos únicos”.
      O Brasil está mais adiantado. Nossos educadores sabem perfeitamente o que seria necessário para eliminar as deficiências das crianças carentes. Mas aqui também os “métodos ainda não foram desenvolvidos”.

      Quando eu era criança, ouvi contar muitas vezes a história de João e Maria, dois irmãos filhos de pobres lenhadores, em cuja casa a fome chegou a um ponto em que, não havendo mais comida nenhuma, foram levados pelo pai ao bosque, e ali abandonados. Não creio que os 7 milhões de crianças brasileiras abandonadas conheçam a história de João e Maria. Se conhecessem talvez nem vissem a semelhança. Pois João e Maria tinham uma casa de verdade, um casal de pais, roupas e sapatos. João e Maria tinham começado a vida como Meninos De Família, e pelas mãos do pai foram levados ao abandono.

      Quem leva nossas crianças ao abandono? Quando dizemos “crianças abandonadas” subentendemos que foram abandonadas pela família, pelos pais. E, embora penalizados, circunscrevemos o problema ao âmbito familiar, de uma família gigantesca e generalizada, à qual não pertencemos e com a qual não queremos nos meter. Apaziguamos assim nossa consciência, enquanto tratamos, isso sim, de cuidar amorosamente de nossos próprios filhos, aqueles que “nos pertencem”.

      Mas, embora uma criança possa ser abandonada pelos pais, ou duas ou dez crianças possam ser abandonadas pela família, 7 milhões de crianças só podem ser abandonadas pela coletividade. Até recentemente, tínhamos o direito de atribuir esse abandono ao governo, e responsabilizá-Io. Mas, em tempos de Nova República*, quando queremos que os cidadãos sejam o governo, já não podemos apenas passar adiante a responsabilidade. A hora chegou, portanto, de irmos ao bosque, buscar as crianças brasileiras que ali foram deixadas.

(COLASANTI, Marina. A casa das palavras. São Paulo: Ática, 2002.) 
No trecho “Eu, na rua, com pressa, e o menino segurou no meu braço, falou qualquer coisa que não entendi”, a palavra “que” exerce a função de: 
Alternativas
Q3276904 Português
Leia o texto 2 a seguir para responder a questão.

Texto 2 


O amor bate na aorta

Cantiga de amor sem eira
nem beira,
vira o mundo de cabeça
para baixo,
suspende a saia das mulheres,
tira os óculos dos homens,
o amor, seja como for,
é o amor.

Meu bem, não chores,
hoje tem filme do Carlito.

O amor bate na porta
o amor bate na aorta,
fui abrir e me constipei.
Cardíaco e melancólico,
o amor ronca na horta
entre pés de laranjeira
entre uvas meio verdes
e desejos já maduros.

Entre uvas meio verdes,
meu amor, não te atormentes.

Certos ácidos adoçam
a boca murcha dos velhos
e quando os dentes não mordem
e quando os braços não prendem
o amor faz uma cócega
o amor desenha uma curva
propõe uma geometria.
Amor é bicho instruído.

Olha: o amor pulou o muro
o amor subiu na árvore
em tempo de se estrepar
Pronto, o amor se estrepou.
Daqui estou vendo o sangue
que escorre do corpo andrógino.
Essa ferida, meu bem,
às vezes não sara nunca,
às vezes sara amanhã.

Daqui estou vendo o amor
irritado, desapontado,
mas também vejo outras coisas:
vejo corpos, vejo almas
vejo beijos que se beijam
ouço mãos que se conversam
e que viajam sem mapa.
Vejo muitas outras coisas
que não ouso compreender…

ANDRADE, Carlos Drummond de. Sentimento do mundo. Rio de Janeiro: Editora Record, 1940
Considere a oração abaixo, retirada do poema de Drummond:
“O amor bate na porta.”

Marque a alternativa que CORRETAMENTE classifica o tipo de predicado presente: 
Alternativas
Q3276902 Português
Leia o texto 1 a seguir para responder a questão.

Texto 1


Empresas e saúde mental: o que está em jogo?

A saúde mental no trabalho emergiu como tema central em debates sobre bem-estar e produtividade, afetando um número crescente de trabalhadores. Além de prejudicar o indivíduo, os transtornos mentais impactam a sociedade e a economia. Ainda assim, essa área permanece negligenciada e subfinanciada, exigindo políticas mais eficazes para proteger a saúde mental dos colaboradores.

De acordo com o Relatório Técnico da Agenda Mais SUS (2023), entre 2010 e 2020, 2,5 milhões de brasileiros foram internados por transtornos mentais. A maioria desses casos envolveu homens (63%) entre 30 e 49 anos, com diagnósticos de esquizofrenia (33%) e dependência de álcool ou outras substâncias (36,2%). Esses dados reforçam a necessidade urgente de ações voltadas à saúde mental no trabalho.

Em resposta, a Lei nº 14.831, de março de 2024, institui o Certificado Empresa Promotora da Saúde Mental, reconhecendo as empresas que se destacam em práticas de cuidado com a saúde mental de seus colaboradores. A certificação visa incentivar outras empresas a adotar políticas semelhantes, e sua implementação pode contribuir para a promoção da saúde mental no ambiente corporativo.

Para obter a certificação, as empresas devem implementar programas de saúde mental, oferecer apoio psicológico e psiquiátrico, realizar campanhas de conscientização, promover a saúde mental da mulher, capacitar líderes e adotar treinamentos específicos. Medidas contra discriminação e assédio também são essenciais, além do acompanhamento contínuo das ações e garantias de transparência.

A certificação tem validade de dois anos e está alinhada com a Norma Regulamentadora 01, que agora exige o gerenciamento de riscos psicossociais no ambiente de trabalho. Isso inclui medidas para prevenir o assédio e a violência, representando um avanço na proteção dos direitos dos trabalhadores. As empresas têm até maio de 2025 para se adaptar às novas exigências do Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO), que agora abrange também os riscos psicossociais, como estresse, sobrecarga de trabalho e assédio moral.

Essa mudança está em sintonia com a Agenda 2030 da ONU, que reconhece a importância de ambientes de trabalho seguros e saudáveis. Investir na saúde mental dos colaboradores não só cumpre uma função social, como também contribui para o aumento da produtividade, criatividade e engajamento.

Em síntese, a saúde mental no trabalho é uma tendência que veio para ficar. As empresas que se adaptarem a essa realidade estarão mais preparadas para enfrentar os desafios do mercado, atraindo e retendo talentos e criando um ambiente de trabalho mais saudável e produtivo.

Estamos prontos para transformar nossos ambientes de trabalho em espaços que priorizem a saúde mental, ou continuaremos ignorando os impactos que o descuido pode ter no futuro coletivo?

*Advogada sênior especialista em direito do trabalho e professora mestra em Direito Privado, pela Ufop. Pós-graduada em Direito do Trabalho pela Universidade Cândido Mendes. Especialista em Ciência Política pela USP.


Fonte: HOJE EM DIA. Disponível em: https://www.hojeemdia.com.br/opiniao/opiniao/empresas-e-saudemental-o-que-esta-em-jogo-1.1051812 Acesso em: 11 de fev. 2025 
Considere a seguinte passagem do texto:
“A certificação visa incentivar outras empresas a adotar políticas semelhantes, e sua implementação pode contribuir para a promoção da saúde mental no ambiente corporativo.” (3º parágrafo).

A oração destacada é CORRETAMENTE classificada como: 
Alternativas
Q3276901 Português
Leia o texto 1 a seguir para responder a questão.

Texto 1


Empresas e saúde mental: o que está em jogo?

A saúde mental no trabalho emergiu como tema central em debates sobre bem-estar e produtividade, afetando um número crescente de trabalhadores. Além de prejudicar o indivíduo, os transtornos mentais impactam a sociedade e a economia. Ainda assim, essa área permanece negligenciada e subfinanciada, exigindo políticas mais eficazes para proteger a saúde mental dos colaboradores.

De acordo com o Relatório Técnico da Agenda Mais SUS (2023), entre 2010 e 2020, 2,5 milhões de brasileiros foram internados por transtornos mentais. A maioria desses casos envolveu homens (63%) entre 30 e 49 anos, com diagnósticos de esquizofrenia (33%) e dependência de álcool ou outras substâncias (36,2%). Esses dados reforçam a necessidade urgente de ações voltadas à saúde mental no trabalho.

Em resposta, a Lei nº 14.831, de março de 2024, institui o Certificado Empresa Promotora da Saúde Mental, reconhecendo as empresas que se destacam em práticas de cuidado com a saúde mental de seus colaboradores. A certificação visa incentivar outras empresas a adotar políticas semelhantes, e sua implementação pode contribuir para a promoção da saúde mental no ambiente corporativo.

Para obter a certificação, as empresas devem implementar programas de saúde mental, oferecer apoio psicológico e psiquiátrico, realizar campanhas de conscientização, promover a saúde mental da mulher, capacitar líderes e adotar treinamentos específicos. Medidas contra discriminação e assédio também são essenciais, além do acompanhamento contínuo das ações e garantias de transparência.

A certificação tem validade de dois anos e está alinhada com a Norma Regulamentadora 01, que agora exige o gerenciamento de riscos psicossociais no ambiente de trabalho. Isso inclui medidas para prevenir o assédio e a violência, representando um avanço na proteção dos direitos dos trabalhadores. As empresas têm até maio de 2025 para se adaptar às novas exigências do Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO), que agora abrange também os riscos psicossociais, como estresse, sobrecarga de trabalho e assédio moral.

Essa mudança está em sintonia com a Agenda 2030 da ONU, que reconhece a importância de ambientes de trabalho seguros e saudáveis. Investir na saúde mental dos colaboradores não só cumpre uma função social, como também contribui para o aumento da produtividade, criatividade e engajamento.

Em síntese, a saúde mental no trabalho é uma tendência que veio para ficar. As empresas que se adaptarem a essa realidade estarão mais preparadas para enfrentar os desafios do mercado, atraindo e retendo talentos e criando um ambiente de trabalho mais saudável e produtivo.

Estamos prontos para transformar nossos ambientes de trabalho em espaços que priorizem a saúde mental, ou continuaremos ignorando os impactos que o descuido pode ter no futuro coletivo?

*Advogada sênior especialista em direito do trabalho e professora mestra em Direito Privado, pela Ufop. Pós-graduada em Direito do Trabalho pela Universidade Cândido Mendes. Especialista em Ciência Política pela USP.


Fonte: HOJE EM DIA. Disponível em: https://www.hojeemdia.com.br/opiniao/opiniao/empresas-e-saudemental-o-que-esta-em-jogo-1.1051812 Acesso em: 11 de fev. 2025 
No primeiro parágrafo do texto, a autora afirma: “Além de prejudicar o indivíduo, os transtornos mentais impactam a sociedade e a economia.”
Considerando a relação semântica estabelecida entre as orações, assinale a alternativa CORRETA: 
Alternativas
Q3276831 Português
Era madrugada quando a porta abriu:

– Acorda, acorda, Chiquinho... É tu que vai levar o recado pra Zé Barbatão!

O menino esfregou os olhos cheios de remela. Para satisfação da mãe, não hesitou. Pulou da cama como um soldado em miniatura. Chiquinho ouviu o cantar do galo, latidos distantes e o rádio, som baixo, ligado no quarto dos pais, “... prevista para esta manhã a extraordinária passagem do...”. Reconheceu os cheiros. Ovo mexido, café prontinho. O lampião trazido pela mãe, postado no chão, iluminava todos os pés do quarto.

Comeu apressado. A mãe tentava sorrir. Parecia alerta, com medo de alguma coisa?

– O que tem no bilhete, mainha?

– E eu vou saber, menino? É coisa de Doutor Quincas.

Então era recado do Coronel Quincas, em cuja propriedade a família de Chiquinho vivia e trabalhava. Mas quem garantia que não tinha ali também coisa dela? Afinal, o envelope soltava um perfume.


AGUIAR, Cristhiano. Anda‑luz. Alfaguara, 2022.
Releia este trecho:
“Então era recado do Coronel Quincas, em cuja propriedade a família de Chiquinho vivia e trabalhava.”
Analise as afirmativas a seguir a respeito desse trecho:
I. A palavra “cuja” é um elemento de coesão textual que indica uma relação de posse. II. Os verbos “vivia” e “trabalhava” concordam com o sujeito implícito “Chiquinho”. III. A palavra “cuja” indica que a propriedade pertencia ao Coronel Quincas.

Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s)
Alternativas
Q3276829 Português
Analise o trecho a seguir:

A jovem artista estava completamente apaixonada ___seu trabalho, dedicando longas horas diárias ___pintura de suas obras. Porém, seu talento não se limitava ___quadros; ela também se dedicava ___esculturas.

Tendo em vista as regras de regência nominal e verbal, assinale a alternativa cujos termos preencham correta e respectivamente as lacunas, de acordo com a norma‑padrão da língua portuguesa e o contexto apresentado.
Alternativas
Q3276815 Português
Leia com atenção as afirmativas abaixo:

I.O homem que encontrei na rua era meu antigo professor.
II.É necessário que você leia o manual antes de operar o equipamento.
III.Avise-me quando o evento começar, por favor.
IV.A casa cujas janelas estão quebradas será reformada.
V.É importante que você participe das reuniões.

Em quais das afirmativas lidas há o emprego de uma oração subordinada substantiva?
Alternativas
Q3276690 Português

Leia com atenção as afirmativas abaixo:


I.Houve urgência de que as medidas fossem adotadas imediatamente.

II.Após a suspensão, o atleta foi reinserido a equipe.

III.O diretor permaneceu aguardando junto com os funcionários.

IV.Ele está desconfiado sobre as intenções do novo colega.

V.O discurso fez apologia de valores éticos na política.



Em quais das afirmativas lidas a regência nominal está correta?


Alternativas
Q3276641 Português
Em relação à concordância verbal, assinalar a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3276635 Português

    A chamada SecondSky, tecnologia que reduz as temperaturas dentro de estufas em até sete graus Celsius sem comprometer a entrada de luz, foi desenvolvida por Derya Baran, professora associada de ciência de materiais e engenharia na Universidade de Ciência e Tecnologia Rei Abdullah (KAUST).

    Após alguns países adotarem a tecnologia, agricultores de regiões dos Estados Unidos, América Latina, México, Europa, África do Sul e Marrocos começaram a instalar as coberturas SecondSky. Esses são países que historicamente se beneficiaram de condições ambientais favoráveis, mas que agora estão mudando rapidamente: “Não se trata apenas de se preparar para o futuro, mas de se proteger no presente – é como assinar uma apólice de seguro”, afirmou.

    Após o verão mais quente já registrado globalmente, este ano tem tudo para ser o mais quente da história, de acordo com o Serviço de Mudança Climática Copernicus da Europa. Eventos extremos de calor foram sentidos em várias partes do mundo, tornando-se cada vez mais prováveis devido às mudanças climáticas causadas pelo ser humano.

    Essas condições exercem uma enorme pressão sobre a agricultura. Ondas de calor podem secar as plantações, matando-as rapidamente se nenhuma medida for tomada, ou enfraquecê-las, tornando-as mais vulneráveis a pragas e doenças. Evitar a redução da produção agrícola geralmente exige um aumento no consumo de recursos – mais água, mais resfriamento, mais fertilizantes – que podem estar escassos ou simplesmente indisponíveis.

    “A missão desta empresa é viabilizar uma agricultura sustentável, e estamos avançando significativamente contra um desafio muito difícil”, disse John Keppler, presidente executivo da Iyris. “Quanto mais rápido conseguirmos fornecer soluções de fácil implementação para a agricultura convencional, melhor estaremos.”

    A Iyris integrou a tecnologia SecondSky em um polifilme flexível, que pode ser usado em túneis agrícolas, coberturas plásticas para estufas rígidas e redes de sombreamento.

    Segundo dispõe Keppler, os polifilmes normalmente são substituídos de três a cinco anos e podem ser trocados com facilidade. A empresa afirma que, ao contrário de algumas soluções tradicionais para bloquear o calor, como a aplicação de giz branco em filmes plásticos, seu aditivo não compromete a durabilidade do material.

    A Iyris fez parcerias com fabricantes de plástico como SABIC (Arábia Saudita), Hyma Plastic (Egito) e Armando Álvarez (Espanha) para produzir e distribuir coberturas contendo seu aditivo bloqueador de calor. Até o momento, já foram vendidos 4,5 milhões de metros quadrados desses materiais.


Fonte: CNN. Adaptado.

No trecho "Segundo dispõe Keppler, os polifilmes normalmente são substituídos de três a cinco anos e podem ser trocados com facilidade.", a vírgula foi usada para: 
Alternativas
Q3276606 Português

O ano mais quente da história... até agora


Por Chloé Pinheiro






(Disponível em: https://saude.abril.com.br/ecossistema/o-ano-mais-quente-da-historia-ate-agora/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna do trecho a seguir:

“As mudanças climáticas ______ impactos no meio ambiente.”
Alternativas
Q3276293 Português

Texto CG2AI  


        Presumivelmente, o processo de criatividade, seja ele qual for, é essencialmente o mesmo em todos os seus ramos, de modo que a evolução de uma nova forma artística, um novo mecanismo ou um novo princípio científico envolve fatores comuns.


        Uma maneira de investigar o problema é considerar as grandes ideias do passado e ver como elas foram geradas. Infelizmente, o método de geração não é claro nem mesmo para os próprios “geradores”.


        Mas e se a mesma ideia revolucionária ocorrer a dois homens, simultânea e independentemente? Talvez os fatores comuns envolvidos sejam esclarecedores. Considere a teoria da evolução pela seleção natural, criada independentemente tanto por Charles Darwin quanto por Alfred Wallace.


        Nesse caso, existem muitos pontos em comum. Ambos viajaram para lugares distantes, tendo observado espécies estranhas de animais e plantas e a maneira como variavam de lugar para lugar. Ambos estavam profundamente interessados em encontrar uma explicação para isso e falharam até cada um deles ler o Ensaio sobre o princípio da população, de Malthus.


        Ambos, então, viram como a noção de superpopulação e esgotamento (que Malthus havia aplicado aos seres humanos) se encaixaria na doutrina da evolução pela seleção natural (se aplicada às espécies em geral).


        Obviamente, portanto, o que é necessário não são apenas pessoas com uma boa formação em uma área específica, mas também pessoas capazes de estabelecer uma conexão entre itens que podem não parecer usualmente conectados.

        Sem dúvida, na primeira metade do século XIX, muitos naturalistas estudaram a maneira pela qual as espécies se diferenciavam entre si. Muitas pessoas leram Malthus. Talvez algumas tenham estudado as espécies e lido Malthus. Mas o que era preciso era alguém que estudasse espécies, lesse Malthus e tivesse a capacidade de fazer uma conexão cruzada.


        O ponto crucial é a rara característica que deve ser encontrada. Uma vez que a conexão cruzada é feita, ela se torna óbvia. Thomas H. Huxley teria exclamado depois de ler A Origem das Espécies: “Que estúpido da minha parte não ter pensado nisso!”. 

        

        Mas por que ele não pensou nisso? A história do pensamento humano poderia fazer parecer que há dificuldade em pensar em uma ideia, mesmo quando todos os fatos estão sobre a mesa. Fazer a conexão cruzada requer certa ousadia — porque qualquer conexão cruzada realizada de uma só vez por muitos se desenvolve não como uma nova ideia, mas como um mero corolário de uma velha ideia.


        É somente mais tarde que uma nova ideia parece razoável. De início, ela normalmente parece sem sentido. Parecia a máxima insensatez supor que a Terra se movia em vez do Sol, ou que os objetos exigiam uma força para detê-los quando em movimento, em vez de uma força para mantê-los em movimento, e assim por diante.


        Uma pessoa disposta a seguir em frente enfrentando a razão, a autoridade e o bom senso deve ser uma pessoa de considerável autoconfiança. Como ela aparece apenas raramente, deve parecer excêntrica (pelo menos nesse aspecto) para o resto de nós. Uma pessoa excêntrica em um aspecto frequentemente o é em outros. Consequentemente, a pessoa com maior probabilidade de obter novas ideias é uma pessoa de boa formação na área de interesse e alguém que não é convencional em seus hábitos.



Isaac Asimov. Sobre criatividade: como as pessoas têm novas ideias?

In: MIT Technology Review, jul./2020 [originalmente escrito em 1959].

Internet: <mittechreview.com.br> (com adaptações).

Julgue o seguinte item, relativo aos aspectos linguísticos do texto CG2A1.


No penúltimo período do último parágrafo, o termo “o” retoma o vocábulo “aspecto”. 

Alternativas
Respostas
9861: E
9862: D
9863: C
9864: D
9865: A
9866: D
9867: B
9868: A
9869: E
9870: E
9871: A
9872: E
9873: C
9874: A
9875: B
9876: B
9877: A
9878: A
9879: B
9880: E