Questões de Concurso
Sobre sintaxe em português
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Considerando a concordância nominal, analisar os itens.
I. Água é bom para hidratar a pele.
II. Minha amiga é meia tímida.
III. A água que bebemos é boa.
IV. É proibido entrada de estranhos.
Está CORRETO o que se afirma:
Atentando-se à concordância verbal, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente.
( ) Assistem-se a vídeos terríveis na internet.
( ) Devem chover reclamações gigantescas.
( ) Cinco surras serão pouco para ele aprender.
( ) Viva os vencedores da gincana!
Analisar os itens.
I. Muitos cientistas viajam à Oceania para estudar os ornitorrincos.
II. Os ornitorrincos são mamíferos ovíparos moradores na Austrália.
III. A experiência dos cientistas remonta há décadas.
Assinalar a alternativa em que se há um período construído a partir da união das orações, mantendo-se a coesão, a coerência e a correção.
1 – “me” (l. 01)
2 – “de família” (l. 11)
3 – “uma pessoa” (l. 24)
4 – “com cuidado” (l. 34)
5 – “de cravos e espinhas” (l. 39)
6 – “esse alguém” (l. 43)
(_) adjunto adnominal
(_) adjunto adverbial
(_) complemento nominal
(_) objeto direto
(_) objeto indireto
(_) sujeito
Leia o texto abaixo para responder à questão.
Dinossauros eram mais lentos do que se imaginava, diz estudo com galinhas d'angola
Nova pesquisa indica que cálculos de estudos anteriores, feitos a partir de pegadas de dinossauros, podem indicar que os dinossauros eram mais velozes do que a realidade
O cinema retrata os dinossauros como seres velozes e predadores implacáveis, que não davam chance para suas presas. Mas quão rápido eles realmente eram? Um estudo publicado na revista científica Biology Letfers indicou que cálculos tradicionais para determinar a velocidade dos dinossauros podem estar equivocados. E a pesquisa colocou isso à prova de maneira criativa: usando galinhas-d'angola para estimar a velocidade de deslocamento de seus ancestrais répteis extintos.
Para determinar a velocidade que um dinossauro corria, os paleontólogos normalmente utilizam equações matemáticas que partem da distância entre pegadas dos animais deixadas em trilhas, por exemplo. Porém, novos estudos mostram como esse método pode ser inconsistente. Um deles, feito por pesquisadores de universidades no Reino Unido, EUA e Brasil, trabalharam com membros da única linhagem de dinossauros ainda existente: as aves.
Recorrendo às simpáticas galinhas-d'angola (Numida meleagris), a pesquisa fez com que essas aves corressem em percursos de lama com diferentes consistências.
Corrida pré-histórica
Os experimentos foram gravados e cronometrados para que fosse possível determinar a velocidade real dos movimentos das galinhas. Após isso, os cientistas usaram equações e procedimentos de fotogrametria — técnica para medir objetos e ambientes a partir de fotos — para calcular a velocidade das aves com base nas pegadas marcadas da trilha.
Comparando os resultados obtidos pelas gravações e pelas pegadas os pesquisadores notaram que o método que avalia somente as trilhas de lama indicava que as galinhas estavam correndo até quatro vezes mais rápido do que realmente corriam em todos os experimentos.
Isso fortaleceu a teoria de que os cálculos utilizados em trilhas de dinossauros não necessariamente representam a realidade dos movimentos desses animais no passado.
A noção de que os cálculos historicamente feitos para os dinossauros assumem que eles andassem por superfícies mais sólidas que a lama também colabora para a ideia de que, nesse tipo de superfície, a velocidade de deslocamento deles seria menor.
Outra conclusão obtida no estudo foi a de que o comprimento do passo das galinhas (e provavelmente dos dinossauros) não é um bom indicador de aceleração e desaceleração. As equações anteriormente usadas assumem que um passo mais longo equivale a uma velocidade maior, porém as gravações mostraram aves se movendo em diferentes velocidades, mesmo deixando pegadas com distâncias semelhantes entre elas.
Moral da história? Dinos que deixaram suas pegadas em solos mais firmes não necessariamente eram mais rápidos do que aqueles que circulavam áreas de solo mais macio.
Disponível em: https://revistagalilei.globo.com/ciencia/noticia/2025/06/dinossauros-eram-mais-lentos-do-que-se-imaginava-diz-estudo-com-galinhas-dangola.ghtml
“Para determinar a velocidade que um dinossauro corria, os paleontólogos normalmente utilizam equações matemáticas que partem da distância entre pegadas dos animais deixadas em trilhas, por exemplo. Porém, novos estudos mostram como esse método pode ser inconsistente.”
O termo em destaque imprime uma ideia de
TEXTO III
Ternura
Eu te peço perdão por te amar de repente
Embora o meu amor seja uma velha canção nos teus ouvidos
Das horas que passei à sombra dos teus gestos
Bebendo em tua boca o perfume dos sorrisos
Das noites que vivi acalentado
Pela graça indizível dos teus passos eternamente fugindo
Trago a doçura dos que aceitam melancolicamente.
E posso te dizer que o grande afeto que te deixo
Não traz o exaspero das lágrimas nem a fascinação das promessas
Nem as misteriosas palavras dos véus da alma...
É um sossego, uma unção, um transbordamento de carícias
E só te pede que te repouses quieta, muito quieta
E deixes que as mãos cálidas da noite encontrem sem fatalidade o olhar extático da aurora.
Vinícius de Moraes
TEXTO I
O desejo de aparecer nas redes sociais
Atualmente existe um grande desejo de aparecer nas redes sociais, mas será que somos tão felizes quanto mostramos em nossos perfis? Essa questão surge do conceito de “felicidade”, talvez fictício, mostrado continuamente nas redes. Se navegarmos em qualquer rede social, encontraremos posts de conhecidos viajando pelo mundo cheios de sorrisos, ou talvez uma foto daquele amigo – com quem não conversamos há semanas – com sua namorada, extremamente felizes e apaixonados como se tivessem saído de um filme. De acordo com o Estudo Anual de Redes Sociais elaborado pelo IAB da Espanha, passamos aproximadamente 37 horas conectados por semana, cerca de 22% do nosso tempo.
Por esse motivo, de acordo com o estudo da IAB, nossa vida social está muito ligada às plataformas sociais da Internet. Portanto, não é de surpreender que usemos essa ferramenta para enviar mensagens para as pessoas ao nosso redor. Em resumo, estamos interconectados à Internet e às redes sociais, e elas fazem parte do nosso dia a dia. Por isso, é importante nos perguntarmos: que parte da realidade mostramos nas redes sociais?
Por exemplo, obtemos uma sensação de bem-estar quando publicamos uma “selfie” e recebemos muitos likes e comentários lisonjeiros. Afinal, quem não gosta de elogios? É daí que surge a atitude de adotar certos costumes ou atividades com o objetivo de querer aparecer ou causar uma boa impressão nos outros, principalmente nas redes sociais. O psicólogo José Elías, presidente da Associação Espanhola de Hipnose, fala sobre “a adoção de certos hábitos, gestos e atitudes que buscam projetar uma boa imagem (uma imagem que receba reconhecimento positivo), para demonstrar aos demais que somos felizes, embora isso nem sempre seja verdade ou não estejamos convencidos disso”.
Segundo um estudo da Universidade da Califórnia, o humor das pessoas é modificado e condicionado pelas postagens que elas veem nas redes sociais. O mesmo estudo garante que “o conteúdo publicado procura transmitir uma imagem de ‘felicidade contagiosa'”. Segundo o estudo, perceber a alegria e o bem-estar dos outros nos leva a querer chegar a esse estado, e por isso nos estimula a publicar conteúdos semelhantes, produzindo o efeito de “felicidade contagiosa”.
Yolanda Pérez, doutora em psicologia, diz que “Tem de tudo. Pessoas que mostram a verdade, algo mais irreal e até pessoas que exibem a verdade até a metade; estes últimos são os mais comuns”. Além disso, a autora acrescenta: “Mostramos como somos bonitos, como somos simpáticos e sorridentes em um instante, mas essas fotos que são reais não mostram a nossa realidade, apenas parte dela, porque o dia tem 24 horas e é impossível sorrir por tanto tempo”.
Em resumo, é claro que nem tudo que vemos nas redes é um reflexo da realidade. A aparência nas redes sociais, como explicamos, é relativa. Portanto, não devemos cair no erro de pensar que existem pessoas que vivem 24 horas por dia em um estado de bem-estar máximo: todos nós temos momentos de crise, tristeza e angústia. Ter dias ruins faz parte da vida e nos faz valorizar ainda mais os bons momentos. Em suma, ninguém tem uma vida absolutamente perfeita.
Disponível em: https://amenteemaravilhosa.com.br/aparecer-nasredes-sociais/.
TEXTO I
O desejo de aparecer nas redes sociais
Atualmente existe um grande desejo de aparecer nas redes sociais, mas será que somos tão felizes quanto mostramos em nossos perfis? Essa questão surge do conceito de “felicidade”, talvez fictício, mostrado continuamente nas redes. Se navegarmos em qualquer rede social, encontraremos posts de conhecidos viajando pelo mundo cheios de sorrisos, ou talvez uma foto daquele amigo – com quem não conversamos há semanas – com sua namorada, extremamente felizes e apaixonados como se tivessem saído de um filme. De acordo com o Estudo Anual de Redes Sociais elaborado pelo IAB da Espanha, passamos aproximadamente 37 horas conectados por semana, cerca de 22% do nosso tempo.
Por esse motivo, de acordo com o estudo da IAB, nossa vida social está muito ligada às plataformas sociais da Internet. Portanto, não é de surpreender que usemos essa ferramenta para enviar mensagens para as pessoas ao nosso redor. Em resumo, estamos interconectados à Internet e às redes sociais, e elas fazem parte do nosso dia a dia. Por isso, é importante nos perguntarmos: que parte da realidade mostramos nas redes sociais?
Por exemplo, obtemos uma sensação de bem-estar quando publicamos uma “selfie” e recebemos muitos likes e comentários lisonjeiros. Afinal, quem não gosta de elogios? É daí que surge a atitude de adotar certos costumes ou atividades com o objetivo de querer aparecer ou causar uma boa impressão nos outros, principalmente nas redes sociais. O psicólogo José Elías, presidente da Associação Espanhola de Hipnose, fala sobre “a adoção de certos hábitos, gestos e atitudes que buscam projetar uma boa imagem (uma imagem que receba reconhecimento positivo), para demonstrar aos demais que somos felizes, embora isso nem sempre seja verdade ou não estejamos convencidos disso”.
Segundo um estudo da Universidade da Califórnia, o humor das pessoas é modificado e condicionado pelas postagens que elas veem nas redes sociais. O mesmo estudo garante que “o conteúdo publicado procura transmitir uma imagem de ‘felicidade contagiosa'”. Segundo o estudo, perceber a alegria e o bem-estar dos outros nos leva a querer chegar a esse estado, e por isso nos estimula a publicar conteúdos semelhantes, produzindo o efeito de “felicidade contagiosa”.
Yolanda Pérez, doutora em psicologia, diz que “Tem de tudo. Pessoas que mostram a verdade, algo mais irreal e até pessoas que exibem a verdade até a metade; estes últimos são os mais comuns”. Além disso, a autora acrescenta: “Mostramos como somos bonitos, como somos simpáticos e sorridentes em um instante, mas essas fotos que são reais não mostram a nossa realidade, apenas parte dela, porque o dia tem 24 horas e é impossível sorrir por tanto tempo”.
Em resumo, é claro que nem tudo que vemos nas redes é um reflexo da realidade. A aparência nas redes sociais, como explicamos, é relativa. Portanto, não devemos cair no erro de pensar que existem pessoas que vivem 24 horas por dia em um estado de bem-estar máximo: todos nós temos momentos de crise, tristeza e angústia. Ter dias ruins faz parte da vida e nos faz valorizar ainda mais os bons momentos. Em suma, ninguém tem uma vida absolutamente perfeita.
Disponível em: https://amenteemaravilhosa.com.br/aparecer-nasredes-sociais/.
Em resumo, estamos (1) interconectados (2) à Internet e às redes sociais, e elas fazem parte do (3) nosso dia a dia.
TEXTO I
O desejo de aparecer nas redes sociais
Atualmente existe um grande desejo de aparecer nas redes sociais, mas será que somos tão felizes quanto mostramos em nossos perfis? Essa questão surge do conceito de “felicidade”, talvez fictício, mostrado continuamente nas redes. Se navegarmos em qualquer rede social, encontraremos posts de conhecidos viajando pelo mundo cheios de sorrisos, ou talvez uma foto daquele amigo – com quem não conversamos há semanas – com sua namorada, extremamente felizes e apaixonados como se tivessem saído de um filme. De acordo com o Estudo Anual de Redes Sociais elaborado pelo IAB da Espanha, passamos aproximadamente 37 horas conectados por semana, cerca de 22% do nosso tempo.
Por esse motivo, de acordo com o estudo da IAB, nossa vida social está muito ligada às plataformas sociais da Internet. Portanto, não é de surpreender que usemos essa ferramenta para enviar mensagens para as pessoas ao nosso redor. Em resumo, estamos interconectados à Internet e às redes sociais, e elas fazem parte do nosso dia a dia. Por isso, é importante nos perguntarmos: que parte da realidade mostramos nas redes sociais?
Por exemplo, obtemos uma sensação de bem-estar quando publicamos uma “selfie” e recebemos muitos likes e comentários lisonjeiros. Afinal, quem não gosta de elogios? É daí que surge a atitude de adotar certos costumes ou atividades com o objetivo de querer aparecer ou causar uma boa impressão nos outros, principalmente nas redes sociais. O psicólogo José Elías, presidente da Associação Espanhola de Hipnose, fala sobre “a adoção de certos hábitos, gestos e atitudes que buscam projetar uma boa imagem (uma imagem que receba reconhecimento positivo), para demonstrar aos demais que somos felizes, embora isso nem sempre seja verdade ou não estejamos convencidos disso”.
Segundo um estudo da Universidade da Califórnia, o humor das pessoas é modificado e condicionado pelas postagens que elas veem nas redes sociais. O mesmo estudo garante que “o conteúdo publicado procura transmitir uma imagem de ‘felicidade contagiosa'”. Segundo o estudo, perceber a alegria e o bem-estar dos outros nos leva a querer chegar a esse estado, e por isso nos estimula a publicar conteúdos semelhantes, produzindo o efeito de “felicidade contagiosa”.
Yolanda Pérez, doutora em psicologia, diz que “Tem de tudo. Pessoas que mostram a verdade, algo mais irreal e até pessoas que exibem a verdade até a metade; estes últimos são os mais comuns”. Além disso, a autora acrescenta: “Mostramos como somos bonitos, como somos simpáticos e sorridentes em um instante, mas essas fotos que são reais não mostram a nossa realidade, apenas parte dela, porque o dia tem 24 horas e é impossível sorrir por tanto tempo”.
Em resumo, é claro que nem tudo que vemos nas redes é um reflexo da realidade. A aparência nas redes sociais, como explicamos, é relativa. Portanto, não devemos cair no erro de pensar que existem pessoas que vivem 24 horas por dia em um estado de bem-estar máximo: todos nós temos momentos de crise, tristeza e angústia. Ter dias ruins faz parte da vida e nos faz valorizar ainda mais os bons momentos. Em suma, ninguém tem uma vida absolutamente perfeita.
Disponível em: https://amenteemaravilhosa.com.br/aparecer-nasredes-sociais/.
TEXTO I
O desejo de aparecer nas redes sociais
Atualmente existe um grande desejo de aparecer nas redes sociais, mas será que somos tão felizes quanto mostramos em nossos perfis? Essa questão surge do conceito de “felicidade”, talvez fictício, mostrado continuamente nas redes. Se navegarmos em qualquer rede social, encontraremos posts de conhecidos viajando pelo mundo cheios de sorrisos, ou talvez uma foto daquele amigo – com quem não conversamos há semanas – com sua namorada, extremamente felizes e apaixonados como se tivessem saído de um filme. De acordo com o Estudo Anual de Redes Sociais elaborado pelo IAB da Espanha, passamos aproximadamente 37 horas conectados por semana, cerca de 22% do nosso tempo.
Por esse motivo, de acordo com o estudo da IAB, nossa vida social está muito ligada às plataformas sociais da Internet. Portanto, não é de surpreender que usemos essa ferramenta para enviar mensagens para as pessoas ao nosso redor. Em resumo, estamos interconectados à Internet e às redes sociais, e elas fazem parte do nosso dia a dia. Por isso, é importante nos perguntarmos: que parte da realidade mostramos nas redes sociais?
Por exemplo, obtemos uma sensação de bem-estar quando publicamos uma “selfie” e recebemos muitos likes e comentários lisonjeiros. Afinal, quem não gosta de elogios? É daí que surge a atitude de adotar certos costumes ou atividades com o objetivo de querer aparecer ou causar uma boa impressão nos outros, principalmente nas redes sociais. O psicólogo José Elías, presidente da Associação Espanhola de Hipnose, fala sobre “a adoção de certos hábitos, gestos e atitudes que buscam projetar uma boa imagem (uma imagem que receba reconhecimento positivo), para demonstrar aos demais que somos felizes, embora isso nem sempre seja verdade ou não estejamos convencidos disso”.
Segundo um estudo da Universidade da Califórnia, o humor das pessoas é modificado e condicionado pelas postagens que elas veem nas redes sociais. O mesmo estudo garante que “o conteúdo publicado procura transmitir uma imagem de ‘felicidade contagiosa'”. Segundo o estudo, perceber a alegria e o bem-estar dos outros nos leva a querer chegar a esse estado, e por isso nos estimula a publicar conteúdos semelhantes, produzindo o efeito de “felicidade contagiosa”.
Yolanda Pérez, doutora em psicologia, diz que “Tem de tudo. Pessoas que mostram a verdade, algo mais irreal e até pessoas que exibem a verdade até a metade; estes últimos são os mais comuns”. Além disso, a autora acrescenta: “Mostramos como somos bonitos, como somos simpáticos e sorridentes em um instante, mas essas fotos que são reais não mostram a nossa realidade, apenas parte dela, porque o dia tem 24 horas e é impossível sorrir por tanto tempo”.
Em resumo, é claro que nem tudo que vemos nas redes é um reflexo da realidade. A aparência nas redes sociais, como explicamos, é relativa. Portanto, não devemos cair no erro de pensar que existem pessoas que vivem 24 horas por dia em um estado de bem-estar máximo: todos nós temos momentos de crise, tristeza e angústia. Ter dias ruins faz parte da vida e nos faz valorizar ainda mais os bons momentos. Em suma, ninguém tem uma vida absolutamente perfeita.
Disponível em: https://amenteemaravilhosa.com.br/aparecer-nasredes-sociais/.
“Por esse motivo, de acordo com o estudo da IAB, nossa vida social está muito ligada às plataformas sociais da Internet. Portanto, não é de surpreender que usemos essa ferramenta para enviar mensagens para as pessoas ao nosso redor”.
