Questões de Concurso Sobre sintaxe em português

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Q3623021 Português
Analise os termos sublinhados dos trechos abaixo:

• “de súbito pareceu deslocar-se para um tempo bem antigo” (l. 10-11). • “durante anos eu procurei por aquela bala” (l. 14). • “que a certeza do ontem irá de alguma forma parecer cafuné” (l. 21-22).

Assinale a alternativa que indica, correta e respectivamente, a função sintática dos termos sublinhados.
Alternativas
Q3623019 Português
Relacione a Coluna 1 à Coluna 2, associando os termos sublinhados ao sentido que conferem ao respectivo trecho.

Coluna 1
1. “Para pagar o uso do banheiro” (l. 05). 2. “tratei logo de pegar um punhado daquele pedaço de nostalgia” (l. 16-17). 3. “Mesmo que o passado pareça reconfortante” (l. 23-24).

Coluna 2
( ) Tempo. ( ) Finalidade. ( ) Concessão.


A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é: 
Alternativas
Q3623016 Português

Analise o período a seguir, retirado do texto:


“Também fiz isso porque não sei quando é que vou encontrá-las por aí de novo — tá certo, eu até sei o local, mas ele fica longe e, sabe como é, mesmo que o passado pareça reconfortante, a gente tem uma pressa de futuro que muitas vezes é tudo, menos doce”. 


Sobre o trecho acima, analise as assertivas abaixo:


I. No trecho, pode-se identificar uma conjunção adversativa e uma locução conjuntiva concessiva, estabelecendo, cada qual, relações entre ideias de sentido contrário.


II. A ligação entre a primeira e a segunda oração do período é realizada por uma conjunção que estabelece uma relação de explicação de uma motivação entre elas.


III. A última oração do período é uma oração adjetiva, introduzida por um pronome relativo que a liga ao seu antecedente, no caso, um substantivo.


Quais estão corretas? 



Alternativas
Q3622973 Português

Leia o texto abaixo e responda à questão.


TEXTO III


A última crônica



A caminho de casa, entro num botequim da Gávea para tomar um café junto ao balcão. Na realidade estou adiando o momento de escrever. A perspectiva me assusta. Gostaria de estar inspirado, de coroar com êxito mais um ano nesta busca do pitoresco ou do irrisório no cotidiano de cada um. Eu pretendia apenas recolher da vida diária algo de seu disperso conteúdo humano, fruto da convivência, que a faz mais digna de ser vivida. Visava ao circunstancial, ao episódico. Nesta perseguição do acidental, quer num flagrante de esquina, quer nas palavras de uma criança ou num acidente doméstico, torno-me simples espectador e perco a noção do essencial. Sem mais nada para contar, curvo a cabeça e tomo meu café, enquanto o verso do poeta se repete na lembrança: “assim eu quereria o meu último poema”. Não sou poeta e estou sem assunto. Lanço então um último olhar fora de mim, onde vivem os assuntos que merecem uma crônica.


Ao fundo do botequim um casal de pretos acaba de sentar-se, numa das últimas mesas de mármore ao longo da parede de espelhos. A compostura da humildade, na contenção de gestos e palavras, deixa-se acrescentar pela presença de uma negrinha de seus três anos, laço na cabeça, toda arrumadinha no vestido pobre, que se instalou também à mesa: mal ousa balançar as perninhas curtas ou correr os olhos grandes de curiosidade ao redor. Três seres esquivos que compõem em torno à mesa a instituição tradicional da família, célula da sociedade. Vejo, porém, que se preparam para algo mais que matar a fome.


Passo a observá-los. O pai, depois de contar o dinheiro que discretamente retirou do bolso, aborda o garçom, inclinando-se para trás na cadeira, e aponta no balcão um pedaço de bolo sob a redoma. A mãe limita-se a ficar olhando imóvel, vagamente ansiosa, como se aguardasse a aprovação do garçom. Este ouve, concentrado, o pedido do homem e depois se afasta para atendê-lo. A mulher suspira, olhando para os lados, a reassegurar-se da naturalidade de sua presença ali. A meu lado o garçom encaminha a ordem do freguês. O homem atrás do balcão apanha a porção do bolo com a mão, larga-o no pratinho – um bolo simples, amarelo-escuro, apenas uma pequena fatia triangular.


A negrinha, contida na sua expectativa, olha a garrafa de Coca-Cola e o pratinho que o garçom deixou à sua frente. Por que não começa a comer? Vejo que os três, pai, mãe e filha, obedecem em torno à mesa um discreto ritual. A mãe remexe na bolsa de plástico preto e brilhante, retira qualquer coisa. O pai se mune de uma caixa de fósforos, e espera. A filha aguarda também, atenta como um animalzinho. Ninguém mais os observa além de mim.


São três velinhas brancas, minúsculas, que a mãe espeta caprichosamente na fatia do bolo. E enquanto ela serve a Coca-Cola, o pai risca o fósforo e acende as velas. Como a um gesto ensaiado, a menininha repousa o queixo no mármore e sopra com força, apagando as chamas. Imediatamente põe-se a bater palmas, muito compenetrada, cantando num balbucio, a que os pais se juntam, discretos: “Parabéns pra você, parabéns pra você…”. Depois a mãe recolhe as velas, torna a guardá-las na bolsa. A negrinha agarra finalmente o bolo com as duas mãos sôfregas e põe-se a comê-lo. A mulher está olhando para ela com ternura – ajeita-lhe a fitinha no cabelo crespo, limpa o farelo de bolo que lhe cai ao colo. O pai corre os olhos pelo botequim, satisfeito, como a se convencer intimamente do sucesso da celebração. Dá comigo de súbito, a observá-lo, nossos olhos se encontram, ele se perturba, constrangido – vacila, ameaça abaixar a cabeça, mas acaba sustentando o olhar e enfim se abre num sorriso.


Assim eu quereria minha última crônica: que fosse pura como esse sorriso.


Fernando Sabino


Disponível em: https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/13529/aultima-cronica



No 1º parágrafo do texto, observe o trecho:

“Na realidade estou adiando o momento de escrever, porque a perspectiva me assusta.”

Nesse período, a oração destacada exerce a função de:
Alternativas
Q3622963 Português
Leia o texto abaixo para responder à questão.


Texto I


Anvisa recua e fecha cerco a manipulação de emagrecedores

Claudia Lucca Mano


A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) recuou e proibiu, no último dia 25 de agosto, a manipulação de semaglutida em farmácias de manipulação. A decisão marca uma guinada em relação à postura anterior da agência, que vinha mantendo posição favorável ao setor magistral mesmo sob pressão da indústria farmacêutica.

Não é de hoje que a Anvisa publica notas técnicas sobre a manipulação de agonistas do GLP-1, como a semaglutida e a tirzepatida, usados no tratamento do diabetes e da obesidade. A popularidade desses medicamentos, que extrapolou o ambiente médico para se tornar pauta cultural, acendeu um debate regulatório e econômico.

Ozempic, Wegovy e Rybelsus — todos à base de semaglutida e fabricados pela Novo Nordisk — se tornaram símbolos da chamada “era GLP-1”. O primeiro é frequentemente citado como responsável por impactos econômicos inusitados, como a queda no faturamento de redes de fast-food. A patente da semaglutida expira em 2026, mas a empresa tenta prorrogá-la. O Superior Tribunal de Justiça já sinalizou que não deve aceitar a tese.

O Mounjaro, da Eli Lilly, caneta injetável de tirzepatida considerada mais potente que a semaglutida, tem patente válida no Brasil ao menos até 2035.

Nos bastidores, a disputa entre farmácias magistrais e laboratórios detentores de patentes ganhou força. As farmácias vinham amparadas pelo artigo 43, inciso III, da Lei 9.279/96, que permite a manipulação de medicamentos mediante prescrição individual, sem violação de patente.

A Anvisa, porém, não tem competência legal para fiscalizar infrações patentárias — nem para proteger interesses da indústria em detrimento da saúde pública. Como a agência não pode fiscalizar violações de patente, e considerando que a manipulação sob prescrição médica é legal, a indústria conseguiu uma vitória indireta: alegou ausência de equivalência entre a semaglutida aprovada pela Anvisa e a usada em farmácias de manipulação estéreis.  

O argumento prevaleceu. A agência acatou a tese de que não seria possível comparar a semaglutida biológica industrializada à manipulada, por se tratar de produtos obtidos a partir de organismos vivos. Assim, proibiu a manipulação.

A tirzepatida continua autorizada, mas as farmácias e importadoras de IFA (Insumo Farmacêutico Ativo) terão de cumprir requisitos muito mais rigorosos: atender a padrões analíticos mais restritos, inspecionar fisicamente as fornecedoras de matéria-prima, manter condições especiais de armazenamento e adotar controles que, na prática, podem inibir o atendimento magistral, além de aumentar o preço ao consumidor final.

Além disso, chama atenção o fato de a Anvisa ter retirado o efeito suspensivo dos recursos administrativos que venham a ser manejados questionando a decisão. Pela legislação brasileira, recursos têm efeito suspensivo justamente para evitar mudanças bruscas que prejudiquem pacientes em tratamento, além de conferir segurança jurídica às empresas que operam em setores altamente regulados.

O cenário pode acabar empurrando as empresas para judicialização, principalmente para assegurar a continuidade dos tratamentos em curso e impedir que estoques já manipulados sejam descartados sem respaldo científico ou sanitário.

A decisão da Anvisa fortalece a pressão de setores da indústria que buscam manter o monopólio dos GLP-1 até o fim — e talvez além — de suas patentes.

A semaglutida sintética, que está em processo de registro, pode alterar o cenário. Até lá, porém, quem perde são os pacientes que não podem arcar com os medicamentos industrializados.

Enquanto um frasco de semaglutida manipulada (4 ml a 1,3 mg/ml) custa cerca de R$ 270, uma caneta de Ozempic sai por aproximadamente R$ 999. Já o Wegovy pode variar entre R$ 999 e R$ 1.699, dependendo da dosagem. Mesmo com cortes recentes de até 20%, os preços seguem proibitivos. A economia com manipulados chega a 70%–85%.

Sem incorporação desses medicamentos ao SUS, milhões de brasileiros seguem excluídos. O governo federal já rejeitou incluir Ozempic e Wegovy na rede pública, mas o presidente Lula cobrou da Anvisa celeridade na análise da semaglutida sintética — modalidade que, em tese, poderia ser manipulada em farmácias, já que a restrição atinge apenas insumos de origem biológica.

O Brasil precisa decidir se a regulação sanitária vai continuar se curvando aos interesses comerciais ou se, finalmente, vai assumir um papel técnico e independente no que diz respeito à saúde pública.


HOJE EM DIA. Disponível em: https://claudiadeluccamano.adv.br/anvisarecua-e-fecha-cerco-a-manipulacao-de-emagrecedores-veto-ao-ozempic-enovas-regras-paratirzepatida/#:~:text=O%20argumento%20prevaleceu.,Assim%2C%20proibiu% 20a%20manipula%C3%A7%C3%A3o.

Observe os trechos a seguir:



I. “A Anvisa, porém, não tem competência legal para fiscalizar infrações patentárias — nem para proteger interesses da indústria em detrimento da saúde pública.” (6º parágrafo).



II. “Como a agência não pode fiscalizar violações de patente, e considerando que a manipulação sob prescrição médica é legal, a indústria conseguiu uma vitória indireta: alegou ausência de equivalência entre a semaglutida aprovada pela Anvisa e a usada em farmácias de manipulação estéreis.” (6º parágrafo).



As expressões em destaque estabelecem relação semântica de:




 

Alternativas
Q3622649 Português
Leia o texto a seguir e responda à questão.

TEXTO II

Chocolate faz bem para a saúde?

Quando o assunto é chocolate, até conhecer um pouco de sua história e alguns de seus efeitos em nosso organismo é divertido. Mas o que para alguns é um prazer incontrolável, para outros se constitui em uma tentação, principalmente para os que querem emagrecer.

A árvore que dá origem ao cacau é o cacaueiro que tem como nome científico Theobroma cacau, cujo nome Theobroma significa bebida dos deuses. O cacaueiro é uma árvore nativa da América Central e do Sul, que necessita de condições especiais para produzir. Só para exemplificar, as árvores produtoras de cacau são muito sensíveis às variações climáticas e principalmente às doenças. Sua altura não costuma ultrapassar os 10 metros e caso as condições sejam favoráveis, em apenas 5 anos se inicia sua produção, podendo viver até quase 50 anos. A polinização de suas flores é realizada por morcegos!

O Brasil já foi um dos grandes produtores mundiais de cacau, contribuindo na época com mais de 30% da produção mundial. Entretanto, problemas relacionados aos custos de produção local e à falta de organização dos produtores cacaueiros, contribuíram para a retração desse setor produtivo, representando hoje apenas 4% da produção mundial.

A história do cacau é muito antiga, visto que povos pré-colombianos já utilizavam suas sementes para fazer uma bebida usada em rituais religiosos e alguns a empregavam como moeda. Cristovão Colombo, em uma de suas várias incursões pelo continente, foi o primeiro europeu a tomar conhecimento do chocolate, mas o sucesso do chocolate na Europa só veio a ocorrer em anos posteriores. Inicialmente, a bebida, por ser amarga e oleosa, não era adequada ao gosto europeu, somente com a substituição de alguns produtos, como a pimenta pelo açúcar, por exemplo, foi que se permitiu uma maior aceitação da bebida."

Com a popularidade, logo outros países europeus começaram a produzir o cacau em suas colônias, contribuindo para a diminuição dos preços, que eram altíssimos! Desta forma, a bebida que antes era exclusiva dos reis e pessoas afortunadas, aos poucos foi se popularizando. A substituição da água por leite também contribuiu significativamente para melhorar ainda mais o sabor da bebida. A partir do aumento do consumo e do desenvolvimento de novas e modernas técnicas de produção e processamento, o chocolate passou a ser consumido em tabletes e evoluiu até a forma que conhecemos atualmente.

Em relação aos efeitos do chocolate em nosso organismo, não existem estudos conclusivos sobre como as substâncias presentes neste alimento agem em nosso sistema nervoso, entretanto, alguns estudos já realizados conseguiram desmistificar a ideia que o chocolate estaria relacionado ao aparecimento da acne e de inflamações cutâneas. Assim, o grande problema em relação ao consumo do chocolate se refere ao excesso de gordura hidrogenada acrescentada durante sua fabricação, que é prejudicial.


Fabricio Alves Ferreira
Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/curiosidades/chocolate.htm
Releia:
“Cristóvão Colombo, em uma de suas várias incursões pelo continente, foi o primeiro europeu a tomar conhecimento do chocolate, mas o sucesso do chocolate na Europa só veio a ocorrer em anos posteriores.”

É CORRETO afirmar que sua estrutura é composta por:
Alternativas
Q3622645 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

TEXTO I

Setembro lilás e o direito a uma chance

Laura Brito

O setembro lilás nos convoca a um mês de conscientização da doença de Alzheimer e outros tipos de demência. Se você que me lê pensa que é só mais um mês ou só mais uma cor, peço um pouco de atenção aos números de demência no Brasil.

Em 2024, o Ministério da Saúde divulgou o Relatório Nacional sobre a Demência: Epidemiologia, (re)conhecimento e projeções futuras e o estudo mostrou que cerca de 8,5% da população com 60 anos ou mais convivem com algum tipo de demência, o que representa cerca de 1,8 milhão de casos. Até 2050, a projeção é que 5,7 milhões de pessoas sejam diagnosticadas no Brasil.

Isso significa que muitas pessoas à sua volta estão vivendo com demência e algumas delas não têm sequer a chance de saber, muito menos de se tratar. Isso se dá por uma sequência de obstáculos: resistência da família, falta de especialização médica e desconsideração do tratamento prescrito. Tudo isso pode ser melhorado por meio de conscientização.

Sobre a resistência de família, é preciso que as pessoas saibam que falta de memória recente não é comum na velhice, nem motivo de brincadeiras. Se uma pessoa próxima está tendo dificuldade de se lembrar de algo que fez há pouco, é hora de enfrentar o tabu e dizer: vamos buscar um médico. Receber o diagnóstico de Alzheimer não é o problema. O problema é a demência estar lá e todo mundo fingir que não vê. 

Como o aumento da longevidade e o consequente crescimento dos casos de demência são recentes, obter um diagnóstico preciso para uma situação de declínio cognitivo ainda é difícil. Por isso, vale a conscientização de que buscar um profissional especializado, sempre que possível, é uma chance importante para um manejo adequado das manifestações. A doença de Alzheimer não tem cura, mas tem tratamentos que visam estabilizar os sintomas e diminuir o ritmo da progressão da doença.

Obtido o diagnóstico, é preciso, dentro das possibilidades da família, cumprir o plano de tratamento prescrito. Além de medicação, há reabilitação cognitiva, terapia ocupacional, estimulação social e física e adaptações no ambiente. A abordagem multidisciplinar é muito importante. Sabemos que nem sempre é possível cumprir toda essa agenda de tratamento. Mas é essencial que se vença uma noção bastante arraigada de que a medicação – especialmente as mais comumente prescritas para agitação – é suficiente para administrar o Alzheimer. 

A conscientização dos sintomas e da importância do diagnóstico precoce também é uma chance de planejamento jurídico do envelhecimento e do avanço dos sintomas da demência. Uma pessoa que recebe o diagnóstico de Alzheimer quando o declínio cognitivo é inicial e ainda não lhe tirou a capacidade pode tomar uma série de decisões para a sua vida e o seu patrimônio. Se a família resiste ou não tem informações para reconhecer os sintomas que já começaram a se instalar, a pessoa perde a chance de exercer sua autodeterminação e tomar providências que poderiam mudar a sua vida.

Essa pessoa pode, por exemplo, liquidar uma parte de seu patrimônio imobilizado para ter dinheiro em aplicações de fácil resgate, que lhe permita ter acesso a conforto e autonomia. Ela pode fazer um testamento, designando quem deve ficar com seus bens ou sobre remuneração de serviços prestados a ela, por ocasião da doença de que faleceu, ainda que fique ao arbítrio do herdeiro ou de outrem determinar o valor do legado.

Contudo, depois que os sintomas da demência avançam, desaparecem as chances de que a pessoa desafiada por ela pudesse manifestar seus desejos. Também nesse ponto a conscientização pregada pelo setembro lilás é tão importante.

Nesse sentido, quando o Alzheimer já fez instalar um declínio cognitivo avançado, o remédio jurídico é a curatela, por meio do que uma pessoa próxima será nomeada representante de quem está vulnerável. Não adianta procuração, não adianta ter cartão e senha.

O que organiza as responsabilidades em relação a uma pessoa com demência é o processo de interdição. A curatela não incapacita ninguém – o Alzheimer, sim. A curatela, na realidade, organiza e centraliza a gestão dos cuidados e das finanças da pessoa curatelada.

Precisamos falar sobre demência e sobre Alzheimer. Precisamos vencer o medo desconhecido, do que não tem cura. Fechar os olhos não faz com que o Alzheimer desapareça, só faz com que as pessoas percam chances importantes de tratamento e tomada de decisão.

HOJE EM DIA. Disponível em: https://www.hojeemdia.com.br/opiniao/opiniao/setembro-lilas-e-o-direito-auma-chance-1.1083283. 
O termo “se” pode apresentar significados e efeitos de sentido diversos de acordo com a construção em que está inserido. Observe o trecho do texto:

“Se uma pessoa próxima está tendo dificuldade de se lembrar de algo que fez há pouco, é hora de enfrentar o tabu e dizer: vamos buscar um médico.”

Nesse caso, o emprego do “se” introduz uma ideia de:
Alternativas
Q3622611 Português

Texto 3


Leia o poema de Elias José.



O sim e o não


Em casa

Sempre digo NÃO

sem parar para pensar.


Ando só na contramão,

carregando bandeiras

e discursos de protesto.


Sinto que sou dura,

juro mudar, mas só vou piorando.


Na rua, na escola,

com colegas e professores,

sou a cordeirinha,

a dama do SIM,

aquela que abaixa a cabeça

e cala

ou ainda agradece

quando usada.


Sinto que sou mole, despersonalizada,

juro mudar, mas só vou piorando. Que raiva!


Por que não sei pôr

O SIM e o NÃO

no lugar e no tempo certos?

Avalie as afirmativas abaixo no que tange à concordância nominal.

1. O último verso do poema (no lugar e no tempo certos) exemplifica a regra de que quando há mais de um substantivo e o adjetivo vem depois deles, este deve concordar com aquele que está mais próximo ou com todos eles.
2. Uma jovem disse: “Estou meia perdida aqui, pode me orientar? Obrigada!”. A jovem valeu- -se adequadamente de duas regras de concordância nominal: a palavra “meio” na função de advérbio e a palavra “obrigado” concordando com o gênero da interlocutora.
3. Se são alunos, são menos alunos; se são alunas, são menas alunas.
4. Em: “Elas cantam bastante” e “Elas cantam bastantes músicas lindas”, a concordância da palavra “bastante” está correta nas duas orações.
5. Posso corretamente escrever: “Entrada é permitido” ou “A entrada é permitida”.

Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas. 
Alternativas
Q3622606 Português
Texto 1

No Brasil, algumas pessoas e grupos sociais que dominam a norma-padrão da língua consideram todas as outras variantes linguísticas como formas impuras e corrompidas de nosso idioma. Veja, por exemplo, o ponto de vista de Arnaldo Niskier, presidente da Academia Brasileira de Letras:

[…] pode-se registrar o fato, facilmente comprovável, de que nunca se escreveu e falou tão mal o idioma de Ruy Barbosa. […] A classe dita culta mostra-se displicente em relação à língua nacional e, assim, a indigência vocabular tomou conta da juventude e dos não tão jovens assim, quase como que aqueles se orgulhassem de sua própria ignorância e estes quisessem voltar atrás no tempo.

(Folha de São Paulo)


Texto 2

[…] não há Português certo ou errado: todas as variedades são igualmente eficazes em termos comunicacionais nas situações em que são de uso esperado e apropriado. O que há na verdade são modalidades de prestígio e modalidades desprestigiadas em função do grupo social que as utiliza.

(Luiz Carlos Travaglia)
Leia a frase abaixo retirada do texto 2:
“Todas as variedades são igualmente eficazes…”
Avalie a veracidade das afirmativas abaixo considerando a análise sintática.

1. É um período simples com uma só oração. 2. Não constitui oração, pois não apresenta verbo.
3. O predicado é nominal e “eficazes” é o termo classificado como predicativo do sujeito.
4. O sujeito é composto, pois trata-se de mais de uma variedade.
5. Se o sujeito “todas as variedades” viesse posposto ao predicado, a frase não teria seu sentido prejudicado.

Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas. 
Alternativas
Q3622541 Português
Leia o texto abaixo para responder à questão.


Texto I


Anvisa recua e fecha cerco a manipulação de emagrecedores


Claudia Lucca Mano


A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) recuou e proibiu, no último dia 25 de agosto, a manipulação de semaglutida em farmácias de manipulação. A decisão marca uma guinada em relação à postura anterior da agência, que vinha mantendo posição favorável ao setor magistral mesmo sob pressão da indústria farmacêutica.


Não é de hoje que a Anvisa publica notas técnicas sobre a manipulação de agonistas do GLP-1, como a semaglutida e a tirzepatida, usados no tratamento do diabetes e da obesidade. A popularidade desses medicamentos, que extrapolou o ambiente médico para se tornar pauta cultural, acendeu um debate regulatório e econômico.


Ozempic, Wegovy e Rybelsus — todos à base de semaglutida e fabricados pela Novo Nordisk — se tornaram símbolos da chamada “era GLP-1”. O primeiro é frequentemente citado como responsável por impactos econômicos inusitados, como a queda no faturamento de redes de fast-food. A patente da semaglutida expira em 2026, mas a empresa tenta prorrogá-la. O Superior Tribunal de Justiça já sinalizou que não deve aceitar a tese.


O Mounjaro, da Eli Lilly, caneta injetável de tirzepatida considerada mais potente que a semaglutida, tem patente válida no Brasil ao menos até 2035.


Nos bastidores, a disputa entre farmácias magistrais e laboratórios detentores de patentes ganhou força. As farmácias vinham amparadas pelo artigo 43, inciso III, da Lei 9.279/96, que permite a manipulação de medicamentos mediante prescrição individual, sem violação de patente.


A Anvisa, porém, não tem competência legal para fiscalizar infrações patentárias — nem para proteger interesses da indústria em detrimento da saúde pública. Como a agência não pode fiscalizar violações de patente, e considerando que a manipulação sob prescrição médica é legal, a indústria conseguiu uma vitória indireta: alegou ausência de equivalência entre a semaglutida aprovada pela Anvisa e a usada em farmácias de manipulação estéreis.


O argumento prevaleceu. A agência acatou a tese de que não seria possível comparar a semaglutida biológica industrializada à manipulada, por se tratar de produtos obtidos a partir de organismos vivos. Assim, proibiu a manipulação. 


A tirzepatida continua autorizada, mas as farmácias e importadoras de IFA (Insumo Farmacêutico Ativo) terão de cumprir requisitos muito mais rigorosos: atender a padrões analíticos mais restritos, inspecionar fisicamente as fornecedoras de matéria-prima, manter condições especiais de armazenamento e adotar controles que, na prática, podem inibir o atendimento magistral, além de aumentar o preço ao consumidor final.


Além disso, chama atenção o fato de a Anvisa ter retirado o efeito suspensivo dos recursos administrativos que venham a ser manejados questionando a decisão. Pela legislação brasileira, recursos têm efeito suspensivo justamente para evitar mudanças bruscas que prejudiquem pacientes em tratamento, além de conferir segurança jurídica às empresas que operam em setores altamente regulados.


O cenário pode acabar empurrando as empresas para judicialização, principalmente para assegurar a continuidade dos tratamentos em curso e impedir que estoques já manipulados sejam descartados sem respaldo científico ou sanitário.


A decisão da Anvisa fortalece a pressão de setores da indústria que buscam manter o monopólio dos GLP1 até o fim — e talvez além — de suas patentes.


A semaglutida sintética, que está em processo de registro, pode alterar o cenário. Até lá, porém, quem perde são os pacientes que não podem arcar com os medicamentos industrializados.


Enquanto um frasco de semaglutida manipulada (4 ml a 1,3 mg/ml) custa cerca de R$ 270, uma caneta de Ozempic sai por aproximadamente R$ 999. Já o Wegovy pode variar entre R$ 999 e R$ 1.699, dependendo da dosagem. Mesmo com cortes recentes de até 20%, os preços seguem proibitivos. A economia com manipulados chega a 70%–85%.


Sem incorporação desses medicamentos ao SUS, milhões de brasileiros seguem excluídos. O governo federal já rejeitou incluir Ozempic e Wegovy na rede pública, mas o presidente Lula cobrou da Anvisa celeridade na análise da semaglutida sintética — modalidade que, em tese, poderia ser manipulada em farmácias, já que a restrição atinge apenas insumos de origem biológica.


O Brasil precisa decidir se a regulação sanitária vai continuar se curvando aos interesses comerciais ou se, finalmente, vai assumir um papel técnico e independente no que diz respeito à saúde pública.


HOJE EM DIA. Disponível em: https://claudiadeluccamano.adv.br/anvisarecua-e-fecha-cerco-a-manipulacao-de-emagrecedores-veto-ao-ozempic-enovas-regras-paratirzepatida/#:~:text=O%20argumento%20prevaleceu.,Assim%2C%20proibiu% 20a%20manipula%C3%A7%C3%A3o. 
No trecho:

“Como a agência não pode fiscalizar violações de patente, a indústria conseguiu uma vitória indireta.” a oração destacada é classificada como:
Alternativas
Q3622502 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.

Texto 01


“Joyspan”: o segredo para uma longevidade cheia de significado


    Vivemos mais hoje em dia do que há algumas décadas. Isso é fato. Antes, a expectativa de vida ficava perto dos 50 anos. Agora, chegar aos 80 ou 90 deixou de ser raro. Mas viver muitos anos não basta. O que realmente importa é construir uma longevidade saudável, em que gostamos da vida que vivemos. É daí que vem o conceito de “joyspan”, a ideia de prolongar não só a duração da vida, mas também o tempo de alegria e bem-estar.

    O conceito, que traz uma nova perspectiva sobre envelhecimento, se conecta profundamente com as reflexões da psicanalista e escritora Sylvia Loeb, cofundadora do canal “Minha Idade Não Me Define”. Segundo ela, um dos maiores desafios para gostar da vida, especialmente na maturidade, é lidar com as ausências que a existência inevitavelmente impõe: a perda da agilidade, de projetos, de entes queridos e de certezas. “Não se trata de gostar da vida ‘apesar de tudo’, mas de aprender a gostar dela com o que há – com o corpo mais lento, com a solidão, com as transformações. É um gosto mais sereno, mais escolhido.”

   Neuropsicóloga e psicóloga, Aline Graffiette também ressalta a importância de entender que lidar com os limites naturais do envelhecimento faz parte do processo de estar vivo. Embora o corpo passe por mudanças e haja perdas de vitalidade, como a capacidade física, o entendimento mais profundo da vida e das relações são ganhos. “Apesar de o Ocidente não valorizar tanto os idosos, no Oriente eles são reconhecidos como os grandes sábios da vida, alguém que traz a experiência de forma próxima ao contexto familiar”, destaca.

    Cultivar a alegria nessa fase da vida significa substituir a expectativa da euforia pela delicadeza do contentamento. “Não é negar as dores, mas conseguir perceber a beleza no que ainda nos pertence, seja um café quente pela manhã, uma lembrança afetuosa ou uma conversa inesperada”, conta Sylvia.

     A atenção ao presente é outro caminho para encontrar sentido e prazer no cotidiano, mesmo diante das limitações físicas e emocionais. “Pequenas rotinas como regar uma planta, caminhar devagar, cozinhar para alguém, escrever um bilhete e ouvir uma música inteira ajudam muito a não se isolar. O prazer pode vir do cotidiano, mas o sentido costuma vir da relação com o outro. E rir, rir do que ainda pode ser cômico. O bom humor é um tipo de inteligência emocional”, acrescenta a psicanalista.

   Nesse sentido, a aceitação tem um papel transformador fundamental. Para Aline, a aceitação radical, conceito presente em terapias como a terapia de aceitação e compromisso (ACT), ajuda a reconhecer que nem tudo pode ser mudado e que as perdas coexistem com ganhos.

   “Em vez de resistir, é mais saudável reconhecer o que se transforma e o que ainda pode ser vivido com plenitude”, explica.

   Na visão de Sylvia, o autoconhecimento se traduz mais na aceitação do que no entendimento. É reconhecer o que nos faz bem, o que nos fere e o que já não faz sentido manter. Essa aceitação liberta de cobranças externas e abre espaço para uma existência mais leve e verdadeira, sem a necessidade de provar algo para os outros. “Aceitar as limitações não significa desistir, mas escolher com clareza onde investir a energia que ainda temos.” “A segunda metade da vida pode ser menos barulhenta, mas muito mais autêntica e rica. É diferente da juventude e é justamente aí que está a beleza. Aceitar o que muda, cultivar o que ainda pulsa e encontrar alegria na serenidade do presente é a verdadeira arte de prosperar. Viver não é só contar os anos, mas fazer com que cada momento valha a pena.”

  Tudo isso também está ligado ao modo como vivemos a primeira metade da vida. “Se tivemos validação, relações saudáveis e autonomia, é natural que levemos isso para a segunda fase. O conceito “joyspan” tem muito a ver com a responsabilidade de ter colocado a vida sob nosso próprio controle, sem terceirizá-la. É como uma colheita: quanto melhor plantamos antes, melhor vivemos depois”, complementa. [...]



Fonte: Suzuki, Mariana. “Joyspan”: o segredo para uma longevidade cheia de significado. Disponível em: vidasimples.com/saude-emocional/. Acesso em: 13 ago. 2025. Adaptado. 
Considere a seguinte passagem do texto: “O conceito, que traz uma nova perspectiva sobre envelhecimento, se conecta profundamente com as reflexões da psicanalista e escritora Sylvia Loeb, cofundadora do canal ‘Minha Idade Não Me Define’.”

Sobre a pontuação usada nessa passagem, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3622501 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.

Texto 01


“Joyspan”: o segredo para uma longevidade cheia de significado


    Vivemos mais hoje em dia do que há algumas décadas. Isso é fato. Antes, a expectativa de vida ficava perto dos 50 anos. Agora, chegar aos 80 ou 90 deixou de ser raro. Mas viver muitos anos não basta. O que realmente importa é construir uma longevidade saudável, em que gostamos da vida que vivemos. É daí que vem o conceito de “joyspan”, a ideia de prolongar não só a duração da vida, mas também o tempo de alegria e bem-estar.

    O conceito, que traz uma nova perspectiva sobre envelhecimento, se conecta profundamente com as reflexões da psicanalista e escritora Sylvia Loeb, cofundadora do canal “Minha Idade Não Me Define”. Segundo ela, um dos maiores desafios para gostar da vida, especialmente na maturidade, é lidar com as ausências que a existência inevitavelmente impõe: a perda da agilidade, de projetos, de entes queridos e de certezas. “Não se trata de gostar da vida ‘apesar de tudo’, mas de aprender a gostar dela com o que há – com o corpo mais lento, com a solidão, com as transformações. É um gosto mais sereno, mais escolhido.”

   Neuropsicóloga e psicóloga, Aline Graffiette também ressalta a importância de entender que lidar com os limites naturais do envelhecimento faz parte do processo de estar vivo. Embora o corpo passe por mudanças e haja perdas de vitalidade, como a capacidade física, o entendimento mais profundo da vida e das relações são ganhos. “Apesar de o Ocidente não valorizar tanto os idosos, no Oriente eles são reconhecidos como os grandes sábios da vida, alguém que traz a experiência de forma próxima ao contexto familiar”, destaca.

    Cultivar a alegria nessa fase da vida significa substituir a expectativa da euforia pela delicadeza do contentamento. “Não é negar as dores, mas conseguir perceber a beleza no que ainda nos pertence, seja um café quente pela manhã, uma lembrança afetuosa ou uma conversa inesperada”, conta Sylvia.

     A atenção ao presente é outro caminho para encontrar sentido e prazer no cotidiano, mesmo diante das limitações físicas e emocionais. “Pequenas rotinas como regar uma planta, caminhar devagar, cozinhar para alguém, escrever um bilhete e ouvir uma música inteira ajudam muito a não se isolar. O prazer pode vir do cotidiano, mas o sentido costuma vir da relação com o outro. E rir, rir do que ainda pode ser cômico. O bom humor é um tipo de inteligência emocional”, acrescenta a psicanalista.

   Nesse sentido, a aceitação tem um papel transformador fundamental. Para Aline, a aceitação radical, conceito presente em terapias como a terapia de aceitação e compromisso (ACT), ajuda a reconhecer que nem tudo pode ser mudado e que as perdas coexistem com ganhos.

   “Em vez de resistir, é mais saudável reconhecer o que se transforma e o que ainda pode ser vivido com plenitude”, explica.

   Na visão de Sylvia, o autoconhecimento se traduz mais na aceitação do que no entendimento. É reconhecer o que nos faz bem, o que nos fere e o que já não faz sentido manter. Essa aceitação liberta de cobranças externas e abre espaço para uma existência mais leve e verdadeira, sem a necessidade de provar algo para os outros. “Aceitar as limitações não significa desistir, mas escolher com clareza onde investir a energia que ainda temos.” “A segunda metade da vida pode ser menos barulhenta, mas muito mais autêntica e rica. É diferente da juventude e é justamente aí que está a beleza. Aceitar o que muda, cultivar o que ainda pulsa e encontrar alegria na serenidade do presente é a verdadeira arte de prosperar. Viver não é só contar os anos, mas fazer com que cada momento valha a pena.”

  Tudo isso também está ligado ao modo como vivemos a primeira metade da vida. “Se tivemos validação, relações saudáveis e autonomia, é natural que levemos isso para a segunda fase. O conceito “joyspan” tem muito a ver com a responsabilidade de ter colocado a vida sob nosso próprio controle, sem terceirizá-la. É como uma colheita: quanto melhor plantamos antes, melhor vivemos depois”, complementa. [...]



Fonte: Suzuki, Mariana. “Joyspan”: o segredo para uma longevidade cheia de significado. Disponível em: vidasimples.com/saude-emocional/. Acesso em: 13 ago. 2025. Adaptado. 
Analise as afirmativas a seguir, tendo em vista a estrutura de composição da passagem “Na visão de Sylvia, o autoconhecimento se traduz mais na aceitação do que no entendimento. É reconhecer o que nos faz bem, o que nos fere e o que já não faz sentido manter.”

I- A vírgula depois do termo “Sylvia” foi usada para separar um adjunto adverbial antecipado.
II- O uso do recurso expressivo paralelismo sintático pode ser observado no último período.
III- O termo “o”, nas ocorrências do último período, foi usado como pronome demonstrativo.
IV- O termo “que”, nas ocorrências do último período, foi empregado como pronome relativo.
V- A próclise do pronome “se” é obrigatória tendo em vista a presença de palavra atrativa.

Estão CORRETAS as afirmativas 
Alternativas
Q3622339 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Por Que a Paciência É a Chave para o Seu Bem-Estar


Se você nasceu antes da avalanche digital e tecnológica − celulares, smartphones, internet, redes sociais, streamings, IA -, certamente vai se lembrar de como o mundo corria em um ritmo mais lento. A paciência era uma habilidade obrigatória: era preciso esperar uma semana para ver o novo capítulo da sua série favorita, ou buscar o orelhão mais próximo para combinar um programa. Caso contrário, poderíamos ser tomados pela ansiedade, ficando "malucos".


O problema é que o mundo digital virou tudo de cabeça para baixo, tornando-nos extremamente impacientes. Para se ter uma ideia, há quem desista de uma compra online em apenas 22 segundos, e mais da metade dos que buscam algo no Google abandonam a página encontrada se ela não carrega em 3 segundos. Três segundos! Nos acostumamos à velocidade da luz, e agora queremos que tudo aconteça no mesmo ritmo.


Mas aqui vai uma verdade que é possível que você não goste de saber: a impaciência não nos traz conforto algum. Primeiro, porque o mundo não vai acelerar só porque você deseja. Segundo, porque impõe uma dose extra e desnecessária de estresse. Se você lida com a ansiedade, manter esse senso de urgência ligado 24 horas por dia, sem uma válvula de escape, faz nosso motor interno começar a falhar: coração, respiração e mente ficam mais acelerados, e o cansaço toma conta. Em resumo: a impaciência sabota o nosso bem-estar


O Caminho para a Calma: Como Cultivar a Paciência


Como cultivar a paciência em um mundo que parece conspirar contra ela? Paciência diz respeito, essencialmente, ao controle das nossas emoções e à forma como respondemos às frustrações da vida: se de modo impulsivo, emocional e descontrolado (típico de quem é impaciente) ou de maneira mais refletida e racional.


Cultivar paciência não é algo que se faz da noite para o dia. Ao contrário, é uma competência vital que conquistamos dia após dia, incorporando pequenos (mas poderosos) gestos na nossa rotina.


1. Respire


Essa é das dicas das mais óbvias, mas com efeitos profundos. Pare por alguns minutos, feche os olhos e inspire e expire profundamente. A respiração lenta e consciente acalma a mente, permitindo que os pensamentos lógicos retornem ao primeiro plano, relegando as reações emocionais a um segundo plano.


2. Identifique a Raiz da Sua Impaciência


Pare por alguns segundos e faça a si mesmo essa pergunta: será que é realmente o trânsito parado que o está levando ao limite, a buzinar sem parar e a gritar pela janela? Ou, ao contrário, é possível que você tenha tantas entregas importantes a fazer que apenas alguns minutos parados na rua já foram suficientes para descontrolá-lo? Se a segunda opção for a resposta, que tal conversar com sua liderança para evitar que tantas tarefas não fiquem acumuladas em um único? dia


3. Aceite o Que Não Está em Suas Mãos


O trânsito é um exemplo clássico, assim como o atraso inevitável em uma consulta médica. Que tal virar o jogo e aproveitar esse momento em seu benefício? Escute um podcast, leia algo ou até adiante trabalho. Transforme o que seria uma fonte de estresse em uma oportunidade de relaxamento ou de produtividade.


Leia mais em: https://forbes.com.br/coluna/2025/07/por-que-a-paciencia-e-a-chave-para-o-seu-bem-estar

"como cultivar a paciência em um mundo que parece conspirar contra ela?"
A função que o pronome relativo 'que' exerce sintaticamente na frase acima é identificada através do termo destacado em: 
Alternativas
Q3622127 Português

Leia o texto a seguir e responda à questão.


TEXTO II


A Canoa


Em um largo rio, de difícil travessia, havia um

barqueiro que atravessava

as pessoas de um lado para o outro.

Em uma das viagens, iam um advogado e uma

professora. Como quem gosta de

falar muito, o advogado pergunta ao barqueiro:

- Companheiro, você entende de leis?

- Não, respondeu o barqueiro.

E o advogado, compadecido: – É uma pena, você

perdeu metade da vida.

- A professora, muito social, entra na conversa:

- Seu barqueiro, você sabe ler e escrever?

- Também não, respondeu o barqueiro.

- Que pena! Condói-se a mesma – Você perdeu

metade de sua vida!

Nisso chega uma onda bastante forte e vira o barco. 

O barqueiro, preocupado, pergunta :

- Vocês sabem nadar?

- Não !!!! Responderam o advogado e a professora,

rapidamente.

- Então…disse o barqueiro… é uma pena – Vocês perderam toda a vida !!!!!

moral da história:

” Não há saber maior ou menor “.

” Há saberes diferentes”.

- Pense nisso e valorize todas as pessoas com as quais

tenha contato -

cada uma delas tem algo de diferente a nos ensinar.


Texto atribuído à Paulo Freire

Disponível em: https://atividadesparaeja.blogspot.com/2013/11/atividadereflexiva-canoa-paulo-freire.html


No trecho do texto:


“Seu barqueiro, você sabe ler e escrever?”


A vírgula foi empregada para:

Alternativas
Q3622126 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


TEXTO I


A Eficácia do Riso


Ao escutar uma piada, daquelas que nos fazem disparar a rir, são produzidos na boca uma série de sons vocálicos que duram de 1/16 segundos e repetem a cada 1/15 segundo. Enquanto os sons são emitidos, o ar sai dos pulmões a mais de 100 Km/h.


Uma gargalhada provoca aceleração dos batimentos cardíacos, elevação da pressão arterial e dilatação das pupilas.


Os adultos riem em média 20 vezes por dia, e as crianças até dez vezes mais. Rir é um aspecto tão inerente à existência humana que esquecemos como são interessantes esses ataques repentinos de alegria.


Por que as pessoas riem quando escutam uma piada? Segundo o escritor húngaro Arthur Kostler (1905- 1983), o riso é um reflexo de luxo, que não possui utilidade biológica.


Entretanto a Natureza não investe em algo inútil, acredita-se que o impulso de rir possa ter contribuído para a sobrevivência no decurso da evolução.


A gelotologia que pesquisa sobre o riso, aponta que esta é a mais antiga forma de comunicação.


Os centros da linguagem estão situados no córtex mais recente, e o riso origina-se de uma parte mais antiga do cérebro, responsável pelas emoções como o medo e a alegria. Razão pela qual o riso escapa ao controle consciente. Não se pode dar uma boa gargalhada atendendo a um comando, muito menos é possível reprimi-la. 


O riso pode apresentar um aspecto físico, cognitivo e emocional. Acontecimento este que não reduz o senso de humor a uma única região do cérebro.


Rir, achar algo engraçado, é um processo complexo, que requer várias etapas do pensamento.



Por Patrícia Lopes

Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/curiosidades/a-eficacia-riso.htm. 

No trecho do texto:


“Entretanto a Natureza não investe em algo inútil, acredita-se que o impulso de rir possa ter contribuído para a sobrevivência no decurso da evolução.”


A palavra destacada é classificada como uma conjunção: 

Alternativas
Q3622124 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


TEXTO I


A Eficácia do Riso


Ao escutar uma piada, daquelas que nos fazem disparar a rir, são produzidos na boca uma série de sons vocálicos que duram de 1/16 segundos e repetem a cada 1/15 segundo. Enquanto os sons são emitidos, o ar sai dos pulmões a mais de 100 Km/h.


Uma gargalhada provoca aceleração dos batimentos cardíacos, elevação da pressão arterial e dilatação das pupilas.


Os adultos riem em média 20 vezes por dia, e as crianças até dez vezes mais. Rir é um aspecto tão inerente à existência humana que esquecemos como são interessantes esses ataques repentinos de alegria.


Por que as pessoas riem quando escutam uma piada? Segundo o escritor húngaro Arthur Kostler (1905- 1983), o riso é um reflexo de luxo, que não possui utilidade biológica.


Entretanto a Natureza não investe em algo inútil, acredita-se que o impulso de rir possa ter contribuído para a sobrevivência no decurso da evolução.


A gelotologia que pesquisa sobre o riso, aponta que esta é a mais antiga forma de comunicação.


Os centros da linguagem estão situados no córtex mais recente, e o riso origina-se de uma parte mais antiga do cérebro, responsável pelas emoções como o medo e a alegria. Razão pela qual o riso escapa ao controle consciente. Não se pode dar uma boa gargalhada atendendo a um comando, muito menos é possível reprimi-la. 


O riso pode apresentar um aspecto físico, cognitivo e emocional. Acontecimento este que não reduz o senso de humor a uma única região do cérebro.


Rir, achar algo engraçado, é um processo complexo, que requer várias etapas do pensamento.



Por Patrícia Lopes

Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/curiosidades/a-eficacia-riso.htm. 

Leia:


“Segundo o escritor húngaro Arthur Kostler (1905- 1983), o riso é um reflexo de luxo, que não possui utilidade biológica.”


Quanto ao emprego do pronome destacado no trecho acima, podemos afirmar que:

Alternativas
Q3622123 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


TEXTO I


A Eficácia do Riso


Ao escutar uma piada, daquelas que nos fazem disparar a rir, são produzidos na boca uma série de sons vocálicos que duram de 1/16 segundos e repetem a cada 1/15 segundo. Enquanto os sons são emitidos, o ar sai dos pulmões a mais de 100 Km/h.


Uma gargalhada provoca aceleração dos batimentos cardíacos, elevação da pressão arterial e dilatação das pupilas.


Os adultos riem em média 20 vezes por dia, e as crianças até dez vezes mais. Rir é um aspecto tão inerente à existência humana que esquecemos como são interessantes esses ataques repentinos de alegria.


Por que as pessoas riem quando escutam uma piada? Segundo o escritor húngaro Arthur Kostler (1905- 1983), o riso é um reflexo de luxo, que não possui utilidade biológica.


Entretanto a Natureza não investe em algo inútil, acredita-se que o impulso de rir possa ter contribuído para a sobrevivência no decurso da evolução.


A gelotologia que pesquisa sobre o riso, aponta que esta é a mais antiga forma de comunicação.


Os centros da linguagem estão situados no córtex mais recente, e o riso origina-se de uma parte mais antiga do cérebro, responsável pelas emoções como o medo e a alegria. Razão pela qual o riso escapa ao controle consciente. Não se pode dar uma boa gargalhada atendendo a um comando, muito menos é possível reprimi-la. 


O riso pode apresentar um aspecto físico, cognitivo e emocional. Acontecimento este que não reduz o senso de humor a uma única região do cérebro.


Rir, achar algo engraçado, é um processo complexo, que requer várias etapas do pensamento.



Por Patrícia Lopes

Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/curiosidades/a-eficacia-riso.htm. 

Leia a frase a seguir:


“Por que as pessoas riem quando escutam uma piada?”


De acordo com sua função no texto, a palavra destacada pertence a qual classe gramatical?

Alternativas
Q3622097 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.


Texto 01


O paraíso é um estado de espírito 


    Quando penso em paraíso, a imagem que me vem à cabeça é de uma praia de mar azulinho, céu de brigadeiro, silêncio, alegria e eu no modo desligadona. E você?

    Na vida que acontece fora da nossa imaginação, mesmo diante do mar mais azul, muitas vezes estamos acinzentados de medo, raiva, tédio ou tristeza. O corpo tira férias, mas a mente não. Porque mesmo que a gente desconecte logo do trabalho, as danadas das emoções reprimidas acham espaço pra emergir. 

    Escrevo essa coluna da Tailândia, mais precisamente de um dos hotéis usados para as gravações da terceira temporada da série “The White Lotus” e resolvi te contar isso porque é extremo e irônico. Vim para essas férias idealizando leveza, certa de que seria uma pausa divertida, sem grandes lições. Afinal, essa coisa de caos psicológico e drama da série é pura ficção. Rá! 

    Já na primeira massagem percebi que o silêncio impecável do lugar despertava uma melancolia guardada, e logo me vi frustrada por não estar flutuando pela praia com meus gêmeos fofos, nem aceitando bem as frustrações da minha família. Afinal, como não estamos todos morrendo de felicidade só por estar no paraíso? Resolvi voltar para mim mesma com mais atenção, ajustar meus pedidos e expectativas, e me lembrei que tudo estava bem viver férias deliciosas, mesmo que diferentes da minha imaginação. 

    Nossa inabilidade de lidar com frustrações acompanha a bagagem. Isso é tão verdade que tem até nome: o paradoxo do lazer. Quanto mais expectativa colocamos no tempo livre, mais ele vira fonte de pressão. Queremos que cada momento seja inesquecível. Sem perceber, levamos para as férias a mesma lógica de produtividade que nos exaure no trabalho. [...]

    Além do que sentimos, os incômodos também aparecem no outro, que nem sempre entende o que está vindo à tona. Lidar com isso exige flexibilidade. Ninguém vira uma versão perfeita só porque mudou de cenário. Crianças se entediam, casais se desentendem, amigos se desencontram. Ver essas dinâmicas menos como falhas e mais como parte do pacote ajuda a sair do modo controle e entrar no modo conexão. [...] 

    Quando vivemos as férias como exercício de presença, não como projeto de perfeição, a volta ao trabalho também muda. Não voltamos esperando que as férias tenham sido mágicas, nem carregando a frustração de não termos descansado direito. Voltamos um pouco mais íntimos de nós mesmos. Com um olhar menos rígido para o trabalho, menos idealizado para o descanso, mais conscientes dos próprios limites. 

    No fim, o verdadeiro paraíso talvez não seja um lugar nem um estado fixo, mas a capacidade de atravessar o que surge com humanidade. Um paraíso imperfeito, mas verdadeiro, que vai com a gente da praia para o escritório, do silêncio para o Zoom, do descanso para a ação. [...]


Fonte: PROENÇA, Marina. O paraíso é um estado de espírito. Disponível em: https://vidasimples.co/colunista/o-paraiso-e-um-estado-de-espirito/. Acesso em: 9 ago. 2025. Adaptado. 
No trecho “Quanto mais expectativa colocamos no tempo livre, mais ele vira fonte de pressão.”, a locução conjuntiva “quanto mais [...] mais” insere, nessa passagem, uma ideia de  
Alternativas
Q3622071 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 02 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.


Texto 02 


TEXTO_2.png (536×424)

Disponível em: https://www.culturagenial.com/. Acesso em: 13 ago. 2025. 
Em “O passado foi duro/ mas deixou o seu legado”, a conjunção “mas” expressa uma ideia de 
Alternativas
Q3621934 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Animais reagem a sons 'secretos' de plantas, revela pesquisa


Uma nova pesquisa sugere que os animais reagem aos sons emitidos pelas plantas, abrindo a possibilidade de que exista um ecossistema invisível entre eles.

Na primeira evidência desse tipo, uma equipe da Universidade de Tel Aviv, em Israel, descobriu que mariposas fêmeas evitavam botar ovos em pés de tomate se eles emitissem ruídos que elas associavam ao estresse, indicando que poderiam não estar saudáveis.

A equipe foi a primeira a mostrar, há dois anos, que as plantas gritam quando estão sob estresse ou não estão saudáveis.

Os sons estão fora do alcance da audição humana, mas podem ser percebidos por muitos insetos, morcegos e alguns mamíferos.

"É especulação nesta fase, mas pode ser que todos os tipos de animais tomem decisões com base nos sons que ouvem das plantas, como se devem polinizar, se esconder dentro delas ou comer a planta."

Os pesquisadores realizaram uma série de experimentos cuidadosamente controlados para garantir que as mariposas estavam respondendo ao som, e não à aparência das plantas.

Eles agora vão investigar os sons que diferentes plantas emitem, e se outras espécies tomam decisões com base neles.

"É possível pensar que pode haver muitas interações complicadas, e este é o primeiro passo", diz Yovel.

Outra área de pesquisa é se as plantas podem transmitir informações umas às outras por meio do som e agir em resposta — conservando água, por exemplo, em condições de seca, de acordo com Lilach Hadany, também professora da Universidade de Tel Aviv.

"Essa é uma questão interessante", diz ela à BBC News.

"Se uma planta está estressada, o organismo mais preocupado com isso são outras plantas, e elas podem responder de várias maneiras."

Os pesquisadores enfatizam que as plantas não são sencientes. Os sons são produzidos por meio de efeitos físicos causados por uma mudança em suas condições locais. O que a descoberta de hoje mostra é que esses sons podem ser úteis para outros animais, e possivelmente outras plantas, capazes de perceber esses sons.

Se for este o caso, então plantas e animais desenvolveram a capacidade de produzir e ouvir os sons para benefício mútuo, de acordo com Hadany.

"As plantas poderiam evoluir para produzir mais sons ou sons mais altos se isso fosse benéfico para elas, e a audição dos animais poderia evoluir de acordo para que eles pudessem captar essa enorme quantidade de informações."

"Esse é um campo vasto e inexplorado um mundo inteiro à espera de ser descoberto."

No experimento, os pesquisadores se concentraram nas mariposas fêmeas, que normalmente botam seus ovos em tomateiros para que as larvas possam se alimentar deles assim que saírem da casca.

O pressuposto era que as mariposas procuram o melhor local possível para botar seus ovos — uma planta saudável que possa nutrir adequadamente as larvas. Então, quando a planta sinaliza que está desidratada e sob estresse, a questão era: será que as mariposas dariam atenção ao aviso, e evitariam colocar ovos nela?

A resposta foi que elas não botaram ovos, devido ao som que as plantas estavam produzindo.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c77v50515lro
"É possível pensar que pode haver muitas interações complicadas, e este é o primeiro passo", diz Yovel. De acordo com os elementos linguísticos empregados no texto, analise as afirmativas:

I.A locução verbal 'pode haver' tem como sujeito explícito a expressão 'muitas interações complicadas'.
II.O verbo 'haver', empregado no sentido de existir, é impessoal e, por isso é intransitivo, não exigindo complementos verbais.
III.O pronome 'este' exerce a mesma função do termo destacado em: "Os 'socorristas' ajudaram o menino que estava ferido."
IV.A expressão 'o primeiro passo' tem função de predicativo do sujeito, enquanto os vocábulos 'o' e 'primeiro' exercem a função de adjuntos adnominais.

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Respostas
9421: B
9422: D
9423: E
9424: D
9425: C
9426: B
9427: B
9428: C
9429: D
9430: B
9431: D
9432: B
9433: D
9434: C
9435: D
9436: D
9437: A
9438: E
9439: D
9440: B