Questões de Concurso Sobre sintaxe em português

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Q3661188 Português
Em relação à concordância nominal, marcar C para as sentenças Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:

(_) Vinte reais são muito.
(_) Há diversos nomes nesta ficha.
Alternativas
Q3661186 Português
Em relação à concordância verbal, assinalar a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q3661149 Português
Assinale a alternativa em que a relação lógico-semântica estabelecida pela conjunção em destaque esteja corretamente indicada nos parênteses: 
Alternativas
Q3661148 Português
Dentre as alternativas a seguir, assinale a que apresenta, entre parênteses, a definição correta do termo da oração destacado. 
Alternativas
Q3661145 Português

De acordo com a norma gramatical, o verbo deve sempre concordar com o sujeito. No entanto, há alguns casos especiais de concordância verbal em que a dupla concordância é aceita, a depender do termo que assume a função de sujeito.


Dentre as alternativas abaixo, assinale a que o termo em destaque permite a dupla concordância:

Alternativas
Q3661144 Português
Assinale a alternativa em que a relação estabelecida pela conjunção destacada está corretamente indicada nos parênteses.
Alternativas
Q3660480 Português
Atenção: Para responder a questão, baseie-se no texto seguinte.


O estranho ofício de escrever 


    Éramos três condenados a escrever uma crônica diária em jornal: Rubem Braga no Diário de Notícias, Paulo Mendes Campos no Diário Carioca e eu no O Jornal. Um dia, numa hora de aperto, o Rubem perdeu a cerimónia: - Será que você não teria aí uma crônica pequeninha para me emprestar? Procurei uma e lhe cedi uma que talvez servisse. 

    Tempos depois chegou a minha vez, e perguntei ao Rubem se não tinha uma crônica usada para servir este seu amigo. Pois não é que ele me passou a crônica que eu lhe havia cedido? Sou pobre, mas não sou soberbo. Ajeitei a crônica como pude, toquei-lhe uns remendos. 

    De toda crônica que publiquei na vida, houve sempre um leitor para achar que era a melhor e outro a pior que já escrevi. Nunca me esqueci do dia em que o Carlos Castelllo Branco me disse: - Eu, se fosse você, parava um pouco. Essa sua última crônica estava de amargar. 

    Parei dois anos por causa disso. 

    Quando recomecei, vez por outra recauchutava um escrito antigo, falta de coisa melhor. Até que chegou o dia em que no meu estoque não restava sendo uma, jamais republicada - justamente aquela que o Castellinho havia estigmatizado com seu implacável juízo critico. Pois não é que veio ele me dizer, efusivo, a propósito da mesmíssima crônica: - É das melhores coisas que você já escreveu. 

    Havia-se esquecido, o mandrião. E por causa dele eu passara dois anos no estaleiro.

    Quando lhe acusei a contradição, ele não se perturbou: - Agora achei boa. Ou a crônica melhorou, ou eu é que piorei. 


(Adaptado de: MASSI, Augusto (org.) SABINO, Fernando. Os sabiás da crônica. Belo Horizonte: Autêntica, 2021, p. 151-152) 


Naquele dia Carlos Castello Branco me disse: - Eu, se fosse você, parava um pouco, porque essa sua última crônica está de amargar.

Transpondo-se o texto acima para o discurso indireto, ele deverá ficar: Carlos Castello Branco me disse, naquele dia, que,
Alternativas
Q3660476 Português
Atenção: Para responder a questão, baseie-se no texto seguinte.


O estranho ofício de escrever 


    Éramos três condenados a escrever uma crônica diária em jornal: Rubem Braga no Diário de Notícias, Paulo Mendes Campos no Diário Carioca e eu no O Jornal. Um dia, numa hora de aperto, o Rubem perdeu a cerimónia: - Será que você não teria aí uma crônica pequeninha para me emprestar? Procurei uma e lhe cedi uma que talvez servisse. 

    Tempos depois chegou a minha vez, e perguntei ao Rubem se não tinha uma crônica usada para servir este seu amigo. Pois não é que ele me passou a crônica que eu lhe havia cedido? Sou pobre, mas não sou soberbo. Ajeitei a crônica como pude, toquei-lhe uns remendos. 

    De toda crônica que publiquei na vida, houve sempre um leitor para achar que era a melhor e outro a pior que já escrevi. Nunca me esqueci do dia em que o Carlos Castelllo Branco me disse: - Eu, se fosse você, parava um pouco. Essa sua última crônica estava de amargar. 

    Parei dois anos por causa disso. 

    Quando recomecei, vez por outra recauchutava um escrito antigo, falta de coisa melhor. Até que chegou o dia em que no meu estoque não restava sendo uma, jamais republicada - justamente aquela que o Castellinho havia estigmatizado com seu implacável juízo critico. Pois não é que veio ele me dizer, efusivo, a propósito da mesmíssima crônica: - É das melhores coisas que você já escreveu. 

    Havia-se esquecido, o mandrião. E por causa dele eu passara dois anos no estaleiro.

    Quando lhe acusei a contradição, ele não se perturbou: - Agora achei boa. Ou a crônica melhorou, ou eu é que piorei. 


(Adaptado de: MASSI, Augusto (org.) SABINO, Fernando. Os sabiás da crônica. Belo Horizonte: Autêntica, 2021, p. 151-152) 


As normas de concordância verbal estão plenamente observadas na frase: 
Alternativas
Q3660078 Português

Leia a frase a seguir:


A professora explicou os conceitos, os alunos, no entanto, ficaram com dúvidas.


Qual reescrita mantém o sentido original e está gramaticalmente correta?

Alternativas
Q3659917 Português
Marque a alternativa que cita e exemplifica, de forma correta, o uso da vírgula nos períodos compostos.
Alternativas
Q3659914 Português
Crônica: o café que nos une.

O que nos distancia e nos faz ignorar que somos uma só espécie? Como aceitamos abismos sociais tão cruéis? Por que alguns tanto têm e outros têm tão pouco?

Com essas perguntas rondando meus pensamentos saí da padaria onde tomei o café da manhã e rumei ao trabalho. A razão desses questionamentos foi um jovem adolescente na mesa ao lado da minha durante o desjejum. Ainda que estivesse bem arrumado, cabelo penteado, pelas roupas um tanto quanto velhas e desajustadas, talvez de segunda mão e ganhas de alguém, podia se perceber que era um rapaz economicamente vulnerável, humilde.

Ele tinha na mesa uma xícara de café, como eu, e um pão d’água provavelmente recheado de presunto e queijo, não como eu com minha salada de frutas, suco e um sanduíche de pão ciabatta. Mas o que despertou a atenção sobre aquela quase criança foi que, enquanto alguns na padaria conversavam em suas mesas, todos os demais aproveitavam para mexer no celular, menos ele. Eu fazia parte dos que mexia. Usava aquele momento para me atualizar nas notícias locais e nacionais pelos sites a dedo escolhidos. Enquanto isso, o rapaz comia o pão e tomava o café, olhando para a mesa à sua frente e para o vazio da parede adiante.

Ele estava constrangido, parecia não sentir pertencer àquele lugar. E infelizmente o lugar não parecia se importar com ele. Por que afinal ele não fazia como todos e apanhava seu celular e começava a dedilhar nele, mandando mensagens de whatsapp, postando fotos no facebook? Concluí que ele não tinha um celular. Sua situação de pobreza não devia permitir esse prazer. E isso o incomodava. 

Diferente do que se pode esperar de adultos, conscientes de seu lugar no mundo e seguros o suficiente para sentarem-se sozinhos à mesa de qualquer lugar e desfrutar o momento independentemente de um aparelho tecnológico nas mãos, os adolescentes não possuem ainda segurança, autoestima consolidadas e mais do que os outros buscam aceitação, mesmo que tentando ser diferentes.

Para aquele rapaz o fato de não ter com o que se ater além da comida, num mundo onde as redes tecnológicas estão presentes nos quatro cantos, o fato de estar claro a todos que não tinha um celular, isso o incomodava, constrangia. E acabou por também me constranger. Dia desses li um texto do grande jurista e amigo Salah H. Khaled Jr, intitulado “Justiça, liberdade e meritocracia: o que é fazer a coisa certa?”. Em uma brilhante passagem, ele afirma que:

“Temos que assumir a responsabilidade sobre a forma com que as pessoas vivem. Não é uma força da natureza que produz miséria, fome e exclusão. Não é uma catástrofe que nega a expansão da cidadania. Somos nós. São as decisões que nós tomamos como sociedade, sobre como escolhemos lidar com a falta de oportunidade. Podemos simplesmente fingir que não existe desigualdade, especialmente quando as condições operam a nosso favor.”

Toda razão ao Salah. Que mundo difícil esse que cria consumidores e não cidadãos. Que mundo injusto esse que admite tantas pessoas vivendo em condições desiguais e sem oportunidades. Eu tive oportunidades. Não precisei dar saltos triplos para superar a linha da miséria e agarrar com todas as forças, muitas vezes sem resultados, oportunidades singulares, garimpadas em uma selva de pedras. Eu tive pessoas que me incentivaram, que me auxiliaram e me sustentaram em meu crescimento e em minha educação, que não me deixaram desistir de meus sonhos (ainda não deixam). 

Essas oportunidades me chegaram gratuitamente, por sorte, porque nasci do lado de cá da linha que separa o mundo de quem tem alguma condição social e econômica boa, que tem uma família que educa, protege e ama [...]. Não sei quando alcançaremos uma sociedade livre, justa e solidária, como prevê a Constituição Federal.

Não sei quando conseguiremos erradicar a pobreza e a marginalização e reduzir as desigualdades sociais e regionais, como prevê a Constituição Federal. Não sei quando concretizaremos o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação, como prevê a Constituição Federal. O que sei é que estamos longe desse mundo idealizado pelo Constituinte de 1988. E precisamos acreditar que ele é possível, que é importante por ele trabalhar todos os dias de nossas vidas.

Naquele momento, ali na padaria ao lado daquele jovem, o que eu pude fazer foi guardar meu celular no bolso e, sem mais, tomar meu café olhando para a mesa à minha frente e para o vazio da parede adiante.

João Marcos Buch - Juiz de Direito da Vara de Execuções Penais/ Corregedor do Sistema Prisional da Comarca de Joinville/escritor.
https://www.jusbrasil.com.br
Ainda que estivesse bem arrumado, cabelo penteado [...], podia se perceber que era um rapaz economicamente vulnerável, humilde.” 2º§
Nesse período, o conector discursivo destacado exprime ideia de: 
Alternativas
Ano: 2025 Banca: MPE-RS Órgão: MPE-RS Prova: MPE-RS - 2025 - MPE-RS - Promotor de Justiça |
Q3659513 Português
Considere os trechos a seguir quanto ao uso ou não de preposição com orações subordinadas.

I. No depoimento de hoje, foi afirmado pelo réu, quando instado a confirmar a declaração por meio de prova, de que não dispunha de documento ou registro do encontro.
II. Desde o debate de 2023, há relativo consenso entre especialistas da educação, especialmente à luz de vários resultados de pesquisa, de que é preciso limitar o uso de celulares nas escolas.
III. Em sua arguição, a defesa enfatizou que o objeto que, segundo o laudo técnico, o réu teria atingido a vítima não tinha forma correspondente à lesão encontrada na perícia médica.

Quais trechos estão de acordo com a norma-padrão?
Alternativas
Ano: 2025 Banca: MPE-RS Órgão: MPE-RS Prova: MPE-RS - 2025 - MPE-RS - Promotor de Justiça |
Q3659512 Português
Assinale a alternativa em que a concordância dos termos está de acordo com a norma-padrão.
Alternativas
Ano: 2025 Banca: MPE-RS Órgão: MPE-RS Prova: MPE-RS - 2025 - MPE-RS - Promotor de Justiça |
Q3659507 Português



Extraído e adaptado de: Bolívar Lamounier, Tribunos, Profetas e Sacerdotes: Intelectuais e Ideologias no Século XX. São Paulo: Companhia das Letras, 2014. p.206-223.

Alguns particípios correspondem a orações passivas reduzidas, que podem ser expandidas em orações desenvolvidas com sentido similar. Agora, considere as seguintes expansões de particípios do texto.

I.sentiram-se convocados a decifrar uma grande esfinge (l.01-02): sentiram que estavam sendo convocados a decifrar uma grande esfinge

II. decorridos mais de quatrocentos anos do Descobrimento (l.02-03): depois que tinham sido decorridos mais de quatrocentos anos do Descobrimento

III. controle outrora exercido pela família e pela religião (l.38-39): controle que era outrora exercido pela família e pela religião

Quais expansões estão gramaticalmente corretas?
Alternativas
Q3659319 Português
Sou fascinada por mapas astrais e tenho até uma astróloga para chamar de minha





(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/donna/colunistas/martha-medeiros/noticia/2025/09/soufascinada-por-mapas-astrais-e-tenho-ate-uma-astrologa-para-chamar-de-minhacmf714aqy01xb015u009ni9jq.html – texto adaptado especialmente para esta prova).
Assinale a alternativa que indica quantas outras alterações seriam obrigatoriamente necessárias para manter a correta concordância do período a seguir caso a palavra “horóscopos” fosse flexionada no singular.

“Há os horóscopos menos literários, que não falam poeticamente em alma, nem distribuem afagos, eles vão direto ao assunto”.
Alternativas
Ano: 2025 Banca: FUNDATEC Órgão: GHC-RS Prova: FUNDATEC - 2025 - GHC-RS - Cozinheiro |
Q3659274 Português
Alimentação Saudável




(Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/saude-na-escola/alimentacao-saudavel.htm – texto adaptado especialmente para esta prova).

Relacione a Coluna 1 à Coluna 2, associando as palavras sublinhadas ao sentido que elas introduzem nas frases.

Coluna 1

1. “entretanto os carboidratos são uma importante fonte de energia” (l. 04).
2. “pois quanto mais diversa é sua alimentação” (l. 13-14).
3. “Se nos alimentarmos de grande quantidade desses alimentos” (l. 18-19).

Coluna 2

( ) Explicação.
( ) Condição.
( ) Ideia de sentido oposto.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Alternativas
Q3658817 Português

As árvores e o machado


Um lenhador foi até a floresta pedir às árvores que lhe dessem um cabo para seu machado.


As árvores acharam que não custava nada atender ao pedido do lenhador e resolveram sacrificar o freixo, que era uma árvore comum e modesta.


Mas, assim que recebeu o que tinha pedido, o lenhador começou a atacar com seu machado tudo o que encontrava pela frente na floresta, derrubando as mais belas árvores.

O carvalho só se deu conta da tragédia quando era tarde demais. Espantado, ele cochichou para o cedro: 


- Foi um erro atender ao pedido do lenhador. Por que sacrificamos o freixo? Se não tivéssemos feito isso, quem sabe ainda viveríamos muitos e muitos anos!

Esopo

“O carvalho só se deu conta da tragédia quando era tarde demais.” 4º parágrafo A frase destacada acima transmite uma ideia de:
Alternativas
Q3658614 Português
Leia a tirinha e responda.

Captura_de tela 2025-10-15 115706.png (377×127)

CEREJA, W. R. MAGALHÃES, T. C. Gramática Reflexiva, 9º ano, 2 ed. SP, Atual, 2008

Analise o diálogo entre os personagens e assinale a alternativa correta, considerando o caso de regência verbal presente.
Alternativas
Q3658613 Português
Leia a tirinha abaixo:

Captura_de tela 2025-10-15 115702.png (376×377)

Assinale a alternativa que analisa corretamente a concordância.
Alternativas
Q3658607 Português
Texto 1

Gravidez após os 40 anos: até que ponto a medicina reprodutiva pode ajudar?

A maternidade após os 40 tornou-se uma possibilidade real e segura graças aos avanços da medicina, transformando sonhos em experiências concretas para muitas mulheres

Brazil Health, 23/08/25

Durante décadas, a ideia de ser mãe após os 40 anos foi cercada por dúvidas, preconceitos e até mesmo julgamentos sociais. A fertilidade feminina, de fato, sofre um declínio natural com a idade, e a medicina sempre alertou para os riscos envolvidos em uma gestação mais tardia.

[…]

O relógio biológico e o congelamento de óvulos

Enquanto a ciência e a tecnologia avançaram, permitindo que a expectativa de vida aumentasse e que as mulheres conquistassem cada vez mais espaço no mercado de trabalho, uma parte da biologia permanece imutável: os óvulos envelhecem com o tempo.

[…]

A medicina reprodutiva trouxe uma ferramenta capaz de transformar essa realidade: o congelamento dos óvulos. Esse procedimento permite que a mulher preserve sua fertilidade em um momento em que seus óvulos ainda têm boa qualidade, geralmente antes dos 35 anos. No futuro, quando decidir engravidar, poderá recorrer a esses óvulos congelados, aumentando significativamente suas chances de sucesso.


Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/saude/gravidez-aposos-40-ate-que-ponto-a-medicina-reprodutiva-pode-ajudar Acesso 23 Ago 2025.) (Adaptado)
No último parágrafo do texto 1, temos:

“No futuro, quando decidir engravidar, poderá recorrer a esses óvulos congelados, aumentando significativamente suas chances de sucesso.”

Nos trechos em destaque, é correto afirmar para os dois que temos sujeito:
Alternativas
Respostas
9481: C
9482: D
9483: D
9484: B
9485: C
9486: D
9487: E
9488: D
9489: B
9490: D
9491: A
9492: B
9493: C
9494: D
9495: D
9496: A
9497: A
9498: A
9499: C
9500: A