Questões de Concurso Sobre sintaxe em português

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Q3719644 Português
No primeiro quadrinho do texto 2, em “E o sorvete é considerado um alimento perfeito”, é possível afirmar que: 
Alternativas
Q3719643 Português
Armandinho usa, como estratégia de convencimento para que o deixem saborear o sorvete, a omissão de um termo sintático. O termo omitido é:
Alternativas
Q3719642 Português

Texto 1: O SORVETE (trecho)

 

Estávamos absortos na contemplação ritual, misto de atenção a formas simbólicas, e de sonho em torno de ideias complexas que elas sugeriam – ali, diante daqueles pudins e daqueles roxos, amarelos, solferinos, verdes e róseos montículos de açúcar, geleia, ovo, frutas cristalizadas e invisível manteiga, quando um objeto vulgar, mas insólito no lugar onde se achava, me captou o interesse. Encostado a uma das três portas da confeitaria, do lado da calçada, um quadro-negro propunha-nos os seguintes dizeres em giz branco:

 

Hoje

Delicioso sorvete de

ABACAXI

Especialidade da casa

Hoje!

 

A inscrição emocionou-me intensamente, e dei conta a Joel da minha perturbação.

– Você está vendo?

Aparentemente, Joel não se deixara invadir pelo sortilégio das palavras. Sua superioridade!

– “Delicioso sorvete de abacaxi...” Nunca tomei disso.

– Eu também não, respondeu o fortíssimo Joel. Deve ser porcaria.

(...)

Fomos à confeitaria, templo misterioso onde se ocultava, na parte dos fundos, vedada por uma portinha de vidro opaco, a essência imanente à coisa ou palavra sorvete, e que meus pobres sentidos se aguçavam para interpretar.

O garçom depositou cuidadosamente sobre a toalhinha alva dois copos cheios de água, dois guardanapos de papel, com florzinhas pálidas, e duas tacinhas de vidro, contendo, cada uma delas, meia esfera de uma substância alva e brilhante... Crianças de cinco anos desprezarão minha narrativa; e já ouço um leitor maduro, que me interrompe: “Afinal este sujeito quer transformar o ato de tomar sorvete numa cena histórica?”. Leitor irritado, não é bem isso. Peço apenas que te debruces sobre esta mesa a cuja roda há dois meninos do mais longe sertão. Eles nunca haviam sentido na boca o frio de uma pedra de gelo, e, como todos os meninos de todos os países, se travavam conhecimento com uma coisa de que só conhecessem antes a representação gráfica ou oral, dela se aproximavam não raro atribuindo-lhe um valor mágico, às vezes divino, às vezes cruel, em desproporção com a realidade e mesmo fora dela; um valor independente da coisa e diretamente ligado a sugestões de som, cor, forma, calor, densidade, que as palavras despertam em nosso espírito maleável... Como posso reconstituir agora tudo o que nós criáramos, para nosso próprio uso, em torno da palavra sorvete, representativa de uma espécie rara de refresco, que às pequenas cidades não era dado conhecer; e cruzada bruscamente com a nossa velha e querida palavra abacaxi, ambas como que envoltas, por uma astúcia do gerente da confeitaria, na seda fina e lisa da palavra “delicioso”?

A carga de simpatia e sensualidade com que me atirei – nos atiramos – às meias esferas trazia talvez em si o germe da decepção que logo nos assaltou. O sorvete era detestável, de um frio doloroso, do qual se excluía toda lembrança de abacaxi, para só ficar a ideia de uma coisa ao mesmo tempo pétrea e frágil, agressiva aos dentes, e, mais para além deles, a uma região íntima do ser em que está o núcleo da personalidade, sua mais profunda capacidade de gozar e sofrer. Era uma dor universal o que ele espalhava, e tão rápida e difundida como se invadisse no mesmo segundo, por mil filamentos, toda a rede nervosa... Lágrimas subiram-me aos olhos. No rosto de Joel, também o sofrimento se desenhava.

 

ANDRADE, Carlos Drummond. Contos de aprendiz. São Paulo: Companhia das Letras, 2012

A carga de simpatia e sensualidade com que me atirei – nos atiramos – às meias esferas trazia talvez em si o germe da decepção que logo nos assaltou. (10º parágrafo) O sujeito do verbo sublinhado acima pode ser classificado como:  
Alternativas
Q3719640 Português

Texto 1: O SORVETE (trecho)

 

Estávamos absortos na contemplação ritual, misto de atenção a formas simbólicas, e de sonho em torno de ideias complexas que elas sugeriam – ali, diante daqueles pudins e daqueles roxos, amarelos, solferinos, verdes e róseos montículos de açúcar, geleia, ovo, frutas cristalizadas e invisível manteiga, quando um objeto vulgar, mas insólito no lugar onde se achava, me captou o interesse. Encostado a uma das três portas da confeitaria, do lado da calçada, um quadro-negro propunha-nos os seguintes dizeres em giz branco:

 

Hoje

Delicioso sorvete de

ABACAXI

Especialidade da casa

Hoje!

 

A inscrição emocionou-me intensamente, e dei conta a Joel da minha perturbação.

– Você está vendo?

Aparentemente, Joel não se deixara invadir pelo sortilégio das palavras. Sua superioridade!

– “Delicioso sorvete de abacaxi...” Nunca tomei disso.

– Eu também não, respondeu o fortíssimo Joel. Deve ser porcaria.

(...)

Fomos à confeitaria, templo misterioso onde se ocultava, na parte dos fundos, vedada por uma portinha de vidro opaco, a essência imanente à coisa ou palavra sorvete, e que meus pobres sentidos se aguçavam para interpretar.

O garçom depositou cuidadosamente sobre a toalhinha alva dois copos cheios de água, dois guardanapos de papel, com florzinhas pálidas, e duas tacinhas de vidro, contendo, cada uma delas, meia esfera de uma substância alva e brilhante... Crianças de cinco anos desprezarão minha narrativa; e já ouço um leitor maduro, que me interrompe: “Afinal este sujeito quer transformar o ato de tomar sorvete numa cena histórica?”. Leitor irritado, não é bem isso. Peço apenas que te debruces sobre esta mesa a cuja roda há dois meninos do mais longe sertão. Eles nunca haviam sentido na boca o frio de uma pedra de gelo, e, como todos os meninos de todos os países, se travavam conhecimento com uma coisa de que só conhecessem antes a representação gráfica ou oral, dela se aproximavam não raro atribuindo-lhe um valor mágico, às vezes divino, às vezes cruel, em desproporção com a realidade e mesmo fora dela; um valor independente da coisa e diretamente ligado a sugestões de som, cor, forma, calor, densidade, que as palavras despertam em nosso espírito maleável... Como posso reconstituir agora tudo o que nós criáramos, para nosso próprio uso, em torno da palavra sorvete, representativa de uma espécie rara de refresco, que às pequenas cidades não era dado conhecer; e cruzada bruscamente com a nossa velha e querida palavra abacaxi, ambas como que envoltas, por uma astúcia do gerente da confeitaria, na seda fina e lisa da palavra “delicioso”?

A carga de simpatia e sensualidade com que me atirei – nos atiramos – às meias esferas trazia talvez em si o germe da decepção que logo nos assaltou. O sorvete era detestável, de um frio doloroso, do qual se excluía toda lembrança de abacaxi, para só ficar a ideia de uma coisa ao mesmo tempo pétrea e frágil, agressiva aos dentes, e, mais para além deles, a uma região íntima do ser em que está o núcleo da personalidade, sua mais profunda capacidade de gozar e sofrer. Era uma dor universal o que ele espalhava, e tão rápida e difundida como se invadisse no mesmo segundo, por mil filamentos, toda a rede nervosa... Lágrimas subiram-me aos olhos. No rosto de Joel, também o sofrimento se desenhava.

 

ANDRADE, Carlos Drummond. Contos de aprendiz. São Paulo: Companhia das Letras, 2012

Leitor irritado, não é bem isso. (9º parágrafo)

A função sintática do termo sublinhado é: 

Alternativas
Q3719505 Português
Leia o texto para responder a questão.


A busca incessante pela beleza 'perfeita e ideal'


    Dados da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica mostram que mais de 1,5 milhão de procedimentos estéticos são feitos no Brasil todos os anos, número que, no mínimo, desperta atenção para um setor em franca ebulição. Esse número se deve principalmente ao aumento pela busca de intervenções cirúrgicas de caráter estético.

    São diversos os procedimentos procurados hoje em dia: aumento ou redução das mamas, aumento de glúteos, blefaroplastia (que consiste na remoção dos excessos palpebrais), toxina botulínica (Botox), aumento dos lábios, remoção das gorduras localizadas e rinoplastia (aperfeiçoamento da estrutura do nariz).

    Alguns indivíduos se submetem a essas intervenções com o intuito de se adequarem ao padrão de beleza atual, frequentemente alterado em um curto espaço de tempo. Enquanto no passado eram necessárias décadas ou até mesmo séculos para que esse padrão fosse modificado, hoje os padrões se modificam constantemente, além das exigências para chegar a uma beleza "perfeita e ideal".

    A filosofia da cirurgia plástica é restaurar a função, gerar bem-estar, contribuir favoravelmente para a autoimagem do indivíduo, filosofia frontalmente contrária à venda de fantasia e ilusões realizadas por “mercadores” desqualificados, que não raramente colocam a vida de terceiros em risco.

    Ocorrências atuais de erros e mortes em procedimentos estéticos e o aumento e sofisticação dos "golpes em cirurgia plástica" chamam a atenção para a necessidade da escolha criteriosa do profissional, esclarecimento do paciente sobre possíveis riscos e os cuidados no pós-operatório. Procedimentos estéticos invasivos ou cosmiátricos devem ser executados por especialistas médicos.

    A busca incessante pela "forma ideal de beleza" vem revelando a face mais perversa do mundo da beleza, como o aumento de problemas de saúde física e mental. Distorções físicas e até óbitos são resultados de uma impropriedade doentia contemporânea.

    Sem limites, essas transformações acabam transformando o corpo em objeto para a apreciação ou talvez para a depreciação coletiva. A individualidade cai por terra.

    O trabalho de um cirurgião capacitado não se restringe ao procedimento em si; é necessário entender as expectativas de cada paciente, suas motivações para realizar o procedimento e o seu momento de vida. Também é essencial certificar-se de que o paciente realmente se beneficiará daquele planejamento cirúrgico e, enfim, deixar claro que a beleza é múltipla. Não aceita padrões, é incomparável!

    A busca equilibrada pela beleza é sensata e legítima. Não pode ser banalizada! Sentir-se bem, cuidar da aparência, da sua autoestima é dever de cada um. Não deixe se influenciar por estereótipos e versões "filtradas". A sua identidade é única e deve ser preservada a qualquer custo. A beleza genuína está na sua individualidade.


Disponível em https://odia.ig.com.br/opiniao/2024/03/6807116-a-buscaincessante-pela-beleza-perfeita-e-ideal.html
No trecho “Dados da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica mostram que mais de 1,5 milhão de procedimentos estéticos são feitos no Brasil todos os anos, número que, no mínimo, desperta atenção para um setor em franca ebulição”, o vocábulo “que” é classificado morfologicamente como Pronome Relativo. Sendo assim, assinale a alternativa que apresenta qual a sua função sintática nesse contexto.
Alternativas
Q3719502 Português
Leia o texto para responder a questão.


A busca incessante pela beleza 'perfeita e ideal'


    Dados da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica mostram que mais de 1,5 milhão de procedimentos estéticos são feitos no Brasil todos os anos, número que, no mínimo, desperta atenção para um setor em franca ebulição. Esse número se deve principalmente ao aumento pela busca de intervenções cirúrgicas de caráter estético.

    São diversos os procedimentos procurados hoje em dia: aumento ou redução das mamas, aumento de glúteos, blefaroplastia (que consiste na remoção dos excessos palpebrais), toxina botulínica (Botox), aumento dos lábios, remoção das gorduras localizadas e rinoplastia (aperfeiçoamento da estrutura do nariz).

    Alguns indivíduos se submetem a essas intervenções com o intuito de se adequarem ao padrão de beleza atual, frequentemente alterado em um curto espaço de tempo. Enquanto no passado eram necessárias décadas ou até mesmo séculos para que esse padrão fosse modificado, hoje os padrões se modificam constantemente, além das exigências para chegar a uma beleza "perfeita e ideal".

    A filosofia da cirurgia plástica é restaurar a função, gerar bem-estar, contribuir favoravelmente para a autoimagem do indivíduo, filosofia frontalmente contrária à venda de fantasia e ilusões realizadas por “mercadores” desqualificados, que não raramente colocam a vida de terceiros em risco.

    Ocorrências atuais de erros e mortes em procedimentos estéticos e o aumento e sofisticação dos "golpes em cirurgia plástica" chamam a atenção para a necessidade da escolha criteriosa do profissional, esclarecimento do paciente sobre possíveis riscos e os cuidados no pós-operatório. Procedimentos estéticos invasivos ou cosmiátricos devem ser executados por especialistas médicos.

    A busca incessante pela "forma ideal de beleza" vem revelando a face mais perversa do mundo da beleza, como o aumento de problemas de saúde física e mental. Distorções físicas e até óbitos são resultados de uma impropriedade doentia contemporânea.

    Sem limites, essas transformações acabam transformando o corpo em objeto para a apreciação ou talvez para a depreciação coletiva. A individualidade cai por terra.

    O trabalho de um cirurgião capacitado não se restringe ao procedimento em si; é necessário entender as expectativas de cada paciente, suas motivações para realizar o procedimento e o seu momento de vida. Também é essencial certificar-se de que o paciente realmente se beneficiará daquele planejamento cirúrgico e, enfim, deixar claro que a beleza é múltipla. Não aceita padrões, é incomparável!

    A busca equilibrada pela beleza é sensata e legítima. Não pode ser banalizada! Sentir-se bem, cuidar da aparência, da sua autoestima é dever de cada um. Não deixe se influenciar por estereótipos e versões "filtradas". A sua identidade é única e deve ser preservada a qualquer custo. A beleza genuína está na sua individualidade.


Disponível em https://odia.ig.com.br/opiniao/2024/03/6807116-a-buscaincessante-pela-beleza-perfeita-e-ideal.html
No primeiro parágrafo, o trecho “Dados da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica mostram que mais de 1,5 milhão de procedimentos estéticos são feitos no Brasil todos os anos, número que, no mínimo, desperta atenção para um setor em franca ebulição” apresenta exemplos de concordância verbal. Com isso, assinale a alternativa que apresenta corretamente as formas verbais destacadas.  
Alternativas
Q3719500 Português
Leia o texto para responder a questão.


A busca incessante pela beleza 'perfeita e ideal'


    Dados da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica mostram que mais de 1,5 milhão de procedimentos estéticos são feitos no Brasil todos os anos, número que, no mínimo, desperta atenção para um setor em franca ebulição. Esse número se deve principalmente ao aumento pela busca de intervenções cirúrgicas de caráter estético.

    São diversos os procedimentos procurados hoje em dia: aumento ou redução das mamas, aumento de glúteos, blefaroplastia (que consiste na remoção dos excessos palpebrais), toxina botulínica (Botox), aumento dos lábios, remoção das gorduras localizadas e rinoplastia (aperfeiçoamento da estrutura do nariz).

    Alguns indivíduos se submetem a essas intervenções com o intuito de se adequarem ao padrão de beleza atual, frequentemente alterado em um curto espaço de tempo. Enquanto no passado eram necessárias décadas ou até mesmo séculos para que esse padrão fosse modificado, hoje os padrões se modificam constantemente, além das exigências para chegar a uma beleza "perfeita e ideal".

    A filosofia da cirurgia plástica é restaurar a função, gerar bem-estar, contribuir favoravelmente para a autoimagem do indivíduo, filosofia frontalmente contrária à venda de fantasia e ilusões realizadas por “mercadores” desqualificados, que não raramente colocam a vida de terceiros em risco.

    Ocorrências atuais de erros e mortes em procedimentos estéticos e o aumento e sofisticação dos "golpes em cirurgia plástica" chamam a atenção para a necessidade da escolha criteriosa do profissional, esclarecimento do paciente sobre possíveis riscos e os cuidados no pós-operatório. Procedimentos estéticos invasivos ou cosmiátricos devem ser executados por especialistas médicos.

    A busca incessante pela "forma ideal de beleza" vem revelando a face mais perversa do mundo da beleza, como o aumento de problemas de saúde física e mental. Distorções físicas e até óbitos são resultados de uma impropriedade doentia contemporânea.

    Sem limites, essas transformações acabam transformando o corpo em objeto para a apreciação ou talvez para a depreciação coletiva. A individualidade cai por terra.

    O trabalho de um cirurgião capacitado não se restringe ao procedimento em si; é necessário entender as expectativas de cada paciente, suas motivações para realizar o procedimento e o seu momento de vida. Também é essencial certificar-se de que o paciente realmente se beneficiará daquele planejamento cirúrgico e, enfim, deixar claro que a beleza é múltipla. Não aceita padrões, é incomparável!

    A busca equilibrada pela beleza é sensata e legítima. Não pode ser banalizada! Sentir-se bem, cuidar da aparência, da sua autoestima é dever de cada um. Não deixe se influenciar por estereótipos e versões "filtradas". A sua identidade é única e deve ser preservada a qualquer custo. A beleza genuína está na sua individualidade.


Disponível em https://odia.ig.com.br/opiniao/2024/03/6807116-a-buscaincessante-pela-beleza-perfeita-e-ideal.html
No trecho “Dados da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica mostram que mais de 1,5 milhão de procedimentos estéticos são feitos no Brasil todos os anos”, a palavra destacada “que” é classificada como
Alternativas
Q3719499 Português
Leia o texto para responder a questão.


A busca incessante pela beleza 'perfeita e ideal'


    Dados da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica mostram que mais de 1,5 milhão de procedimentos estéticos são feitos no Brasil todos os anos, número que, no mínimo, desperta atenção para um setor em franca ebulição. Esse número se deve principalmente ao aumento pela busca de intervenções cirúrgicas de caráter estético.

    São diversos os procedimentos procurados hoje em dia: aumento ou redução das mamas, aumento de glúteos, blefaroplastia (que consiste na remoção dos excessos palpebrais), toxina botulínica (Botox), aumento dos lábios, remoção das gorduras localizadas e rinoplastia (aperfeiçoamento da estrutura do nariz).

    Alguns indivíduos se submetem a essas intervenções com o intuito de se adequarem ao padrão de beleza atual, frequentemente alterado em um curto espaço de tempo. Enquanto no passado eram necessárias décadas ou até mesmo séculos para que esse padrão fosse modificado, hoje os padrões se modificam constantemente, além das exigências para chegar a uma beleza "perfeita e ideal".

    A filosofia da cirurgia plástica é restaurar a função, gerar bem-estar, contribuir favoravelmente para a autoimagem do indivíduo, filosofia frontalmente contrária à venda de fantasia e ilusões realizadas por “mercadores” desqualificados, que não raramente colocam a vida de terceiros em risco.

    Ocorrências atuais de erros e mortes em procedimentos estéticos e o aumento e sofisticação dos "golpes em cirurgia plástica" chamam a atenção para a necessidade da escolha criteriosa do profissional, esclarecimento do paciente sobre possíveis riscos e os cuidados no pós-operatório. Procedimentos estéticos invasivos ou cosmiátricos devem ser executados por especialistas médicos.

    A busca incessante pela "forma ideal de beleza" vem revelando a face mais perversa do mundo da beleza, como o aumento de problemas de saúde física e mental. Distorções físicas e até óbitos são resultados de uma impropriedade doentia contemporânea.

    Sem limites, essas transformações acabam transformando o corpo em objeto para a apreciação ou talvez para a depreciação coletiva. A individualidade cai por terra.

    O trabalho de um cirurgião capacitado não se restringe ao procedimento em si; é necessário entender as expectativas de cada paciente, suas motivações para realizar o procedimento e o seu momento de vida. Também é essencial certificar-se de que o paciente realmente se beneficiará daquele planejamento cirúrgico e, enfim, deixar claro que a beleza é múltipla. Não aceita padrões, é incomparável!

    A busca equilibrada pela beleza é sensata e legítima. Não pode ser banalizada! Sentir-se bem, cuidar da aparência, da sua autoestima é dever de cada um. Não deixe se influenciar por estereótipos e versões "filtradas". A sua identidade é única e deve ser preservada a qualquer custo. A beleza genuína está na sua individualidade.


Disponível em https://odia.ig.com.br/opiniao/2024/03/6807116-a-buscaincessante-pela-beleza-perfeita-e-ideal.html
Analise o trecho: “Dados da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica mostram que mais de 1,5 milhão de procedimentos estéticos são feitos no Brasil todos os anos”. O sujeito da oração “mostram que mais de 1,5 milhão de procedimentos estéticos são feitos no Brasil todos os anos” é classificado como
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Q3719111 Português
Entre o bizarro e o extraordinário




Ao se deparar com cientistas fazendo cócegas em ratos, você pode se revoltar com o desperdício de tempo e dinheiro em algo que à primeira vista não traz retorno para a sociedade. Para muitos, a ciência só tem valor se tiver aplicação imediata e evidente.

Acontece que existe um valor inerente ao conhecimento que muitas vezes não se revela em uma única pesquisa. A chamada “ciência básica”, que se dedica a investigar os fundamentos de fenômenos naturais, pode viabilizar soluções para problemas complexos.

Pesquisadores que passaram anos fazendo cócegas em ratos, por exemplo, compreenderam melhor as respostas neurológicas à alegria e ao prazer, ao identificar vocalizações ultrassônicas comparáveis às gargalhadas humanas. Uma descoberta que nos ajuda a desvendar mistérios como: por que sentimos cócegas? Por que algumas partes do corpo são mais sensíveis?

Ao investigar o córtex somatossensorial dos ratos, responsável por receber e processar informações sensoriais, os cientistas identificaram células que respondiam às cócegas e a outros estímulos, como brincadeiras. Se ansiosos, os ratos sentiam menos cócegas e a atividade dessas células era reduzida. São achados que ajudam a compreender a base neurobiológica das emoções positivas e abrem caminho para tratamentos contra a ansiedade e a depressão.

Não por acaso, o prêmio IgNobel, uma sátira ao Nobel, homenageia pesquisas aparentemente bizarras que “fazem as pessoas rirem e depois pensarem”. Entre os premiados estão estudos que avaliaram os fenômenos físicos responsáveis pelos escorregões em cascas de banana; o motivo pelo qual pica-paus não têm dor de cabeça; por que os cocôs de pequenos marsupiais são cúbicos, entre outros.

Na história da ciência não faltam exemplos de descobertas revolucionárias que nasceram de pesquisas “inúteis”. Depois de anos investigando uma espécie de água-viva bioluminescente, o químico Osamu Shimomura conseguiu isolar a proteína fluorescente verde (GPF), feito que provocaria uma revolução na medicina. Com os avanços da engenharia genética, cientistas passaram a inserir o gene que comanda a produção da GFP em células e em animais de laboratório, permitindo rastrear processos celulares em tempo real. A descoberta rendeu o Nobel de Química ao cientista, tornando-se uma ferramenta fundamental na criação de tratamentos e diagnósticos para seres humanos.

Analisar se o bocejo é contagioso entre tartarugas pode parecer estúpido, mas testar essa hipótese ajuda a entender as origens evolutivas do comportamento social e da empatia. Pesquisas estranhas que tratam de hábitos humanos também podem gerar aplicações que vão da psicologia à economia, a exemplo de um estudo holandês que mostrou como a vontade de urinar influencia a tomada de decisões.

Na próxima vez que você ler a respeito de uma pesquisa aparentemente excêntrica, tente resistir ao impulso de julgá-la: esteja aberto a se surpreender com a capacidade de transformar o improvável em conhecimento.


(Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br. Acesso em: agosto de 2025. Adaptado.)
No 4º§, a oração reduzida “Ao investigar o córtex somatossensorial dos ratos, [...]” deverá ser corretamente substituída pela seguinte oração desenvolvida: 
Alternativas
Q3719110 Português
Entre o bizarro e o extraordinário




Ao se deparar com cientistas fazendo cócegas em ratos, você pode se revoltar com o desperdício de tempo e dinheiro em algo que à primeira vista não traz retorno para a sociedade. Para muitos, a ciência só tem valor se tiver aplicação imediata e evidente.

Acontece que existe um valor inerente ao conhecimento que muitas vezes não se revela em uma única pesquisa. A chamada “ciência básica”, que se dedica a investigar os fundamentos de fenômenos naturais, pode viabilizar soluções para problemas complexos.

Pesquisadores que passaram anos fazendo cócegas em ratos, por exemplo, compreenderam melhor as respostas neurológicas à alegria e ao prazer, ao identificar vocalizações ultrassônicas comparáveis às gargalhadas humanas. Uma descoberta que nos ajuda a desvendar mistérios como: por que sentimos cócegas? Por que algumas partes do corpo são mais sensíveis?

Ao investigar o córtex somatossensorial dos ratos, responsável por receber e processar informações sensoriais, os cientistas identificaram células que respondiam às cócegas e a outros estímulos, como brincadeiras. Se ansiosos, os ratos sentiam menos cócegas e a atividade dessas células era reduzida. São achados que ajudam a compreender a base neurobiológica das emoções positivas e abrem caminho para tratamentos contra a ansiedade e a depressão.

Não por acaso, o prêmio IgNobel, uma sátira ao Nobel, homenageia pesquisas aparentemente bizarras que “fazem as pessoas rirem e depois pensarem”. Entre os premiados estão estudos que avaliaram os fenômenos físicos responsáveis pelos escorregões em cascas de banana; o motivo pelo qual pica-paus não têm dor de cabeça; por que os cocôs de pequenos marsupiais são cúbicos, entre outros.

Na história da ciência não faltam exemplos de descobertas revolucionárias que nasceram de pesquisas “inúteis”. Depois de anos investigando uma espécie de água-viva bioluminescente, o químico Osamu Shimomura conseguiu isolar a proteína fluorescente verde (GPF), feito que provocaria uma revolução na medicina. Com os avanços da engenharia genética, cientistas passaram a inserir o gene que comanda a produção da GFP em células e em animais de laboratório, permitindo rastrear processos celulares em tempo real. A descoberta rendeu o Nobel de Química ao cientista, tornando-se uma ferramenta fundamental na criação de tratamentos e diagnósticos para seres humanos.

Analisar se o bocejo é contagioso entre tartarugas pode parecer estúpido, mas testar essa hipótese ajuda a entender as origens evolutivas do comportamento social e da empatia. Pesquisas estranhas que tratam de hábitos humanos também podem gerar aplicações que vão da psicologia à economia, a exemplo de um estudo holandês que mostrou como a vontade de urinar influencia a tomada de decisões.

Na próxima vez que você ler a respeito de uma pesquisa aparentemente excêntrica, tente resistir ao impulso de julgá-la: esteja aberto a se surpreender com a capacidade de transformar o improvável em conhecimento.


(Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br. Acesso em: agosto de 2025. Adaptado.)

Segundo as prescrições da norma culta escrita no tocante à regência e ao emprego da crase, analise as afirmativas a seguir.


I. Na passagem “[...] em algo que à primeira vista não traz retorno [...]” (1º§), a supressão da crase não altera semanticamente o fragmento.

II. No trecho “[...] que vão da psicologia à economia, [...]” (7º§), se a preposição “até” for anteposta ao substantivo “economia”, a crase será facultativa.

III. No excerto “[...] células que respondiam às cócegas [...]” (4º§), caso o verbo “responder” fosse substituído por “reagir”, o acento grave deveria ser mantido.


Está correto o que se afirma em 

Alternativas
Q3719109 Português
Entre o bizarro e o extraordinário




Ao se deparar com cientistas fazendo cócegas em ratos, você pode se revoltar com o desperdício de tempo e dinheiro em algo que à primeira vista não traz retorno para a sociedade. Para muitos, a ciência só tem valor se tiver aplicação imediata e evidente.

Acontece que existe um valor inerente ao conhecimento que muitas vezes não se revela em uma única pesquisa. A chamada “ciência básica”, que se dedica a investigar os fundamentos de fenômenos naturais, pode viabilizar soluções para problemas complexos.

Pesquisadores que passaram anos fazendo cócegas em ratos, por exemplo, compreenderam melhor as respostas neurológicas à alegria e ao prazer, ao identificar vocalizações ultrassônicas comparáveis às gargalhadas humanas. Uma descoberta que nos ajuda a desvendar mistérios como: por que sentimos cócegas? Por que algumas partes do corpo são mais sensíveis?

Ao investigar o córtex somatossensorial dos ratos, responsável por receber e processar informações sensoriais, os cientistas identificaram células que respondiam às cócegas e a outros estímulos, como brincadeiras. Se ansiosos, os ratos sentiam menos cócegas e a atividade dessas células era reduzida. São achados que ajudam a compreender a base neurobiológica das emoções positivas e abrem caminho para tratamentos contra a ansiedade e a depressão.

Não por acaso, o prêmio IgNobel, uma sátira ao Nobel, homenageia pesquisas aparentemente bizarras que “fazem as pessoas rirem e depois pensarem”. Entre os premiados estão estudos que avaliaram os fenômenos físicos responsáveis pelos escorregões em cascas de banana; o motivo pelo qual pica-paus não têm dor de cabeça; por que os cocôs de pequenos marsupiais são cúbicos, entre outros.

Na história da ciência não faltam exemplos de descobertas revolucionárias que nasceram de pesquisas “inúteis”. Depois de anos investigando uma espécie de água-viva bioluminescente, o químico Osamu Shimomura conseguiu isolar a proteína fluorescente verde (GPF), feito que provocaria uma revolução na medicina. Com os avanços da engenharia genética, cientistas passaram a inserir o gene que comanda a produção da GFP em células e em animais de laboratório, permitindo rastrear processos celulares em tempo real. A descoberta rendeu o Nobel de Química ao cientista, tornando-se uma ferramenta fundamental na criação de tratamentos e diagnósticos para seres humanos.

Analisar se o bocejo é contagioso entre tartarugas pode parecer estúpido, mas testar essa hipótese ajuda a entender as origens evolutivas do comportamento social e da empatia. Pesquisas estranhas que tratam de hábitos humanos também podem gerar aplicações que vão da psicologia à economia, a exemplo de um estudo holandês que mostrou como a vontade de urinar influencia a tomada de decisões.

Na próxima vez que você ler a respeito de uma pesquisa aparentemente excêntrica, tente resistir ao impulso de julgá-la: esteja aberto a se surpreender com a capacidade de transformar o improvável em conhecimento.


(Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br. Acesso em: agosto de 2025. Adaptado.)
Nos textos em geral, o vocábulo “que” pode se comportar como um elemento de referenciação, ao retomar um termo antecedente, ou somente conectar orações. Em qual trecho a palavra “que” estabelece apenas conexão?
Alternativas
Q3719108 Português
Entre o bizarro e o extraordinário




Ao se deparar com cientistas fazendo cócegas em ratos, você pode se revoltar com o desperdício de tempo e dinheiro em algo que à primeira vista não traz retorno para a sociedade. Para muitos, a ciência só tem valor se tiver aplicação imediata e evidente.

Acontece que existe um valor inerente ao conhecimento que muitas vezes não se revela em uma única pesquisa. A chamada “ciência básica”, que se dedica a investigar os fundamentos de fenômenos naturais, pode viabilizar soluções para problemas complexos.

Pesquisadores que passaram anos fazendo cócegas em ratos, por exemplo, compreenderam melhor as respostas neurológicas à alegria e ao prazer, ao identificar vocalizações ultrassônicas comparáveis às gargalhadas humanas. Uma descoberta que nos ajuda a desvendar mistérios como: por que sentimos cócegas? Por que algumas partes do corpo são mais sensíveis?

Ao investigar o córtex somatossensorial dos ratos, responsável por receber e processar informações sensoriais, os cientistas identificaram células que respondiam às cócegas e a outros estímulos, como brincadeiras. Se ansiosos, os ratos sentiam menos cócegas e a atividade dessas células era reduzida. São achados que ajudam a compreender a base neurobiológica das emoções positivas e abrem caminho para tratamentos contra a ansiedade e a depressão.

Não por acaso, o prêmio IgNobel, uma sátira ao Nobel, homenageia pesquisas aparentemente bizarras que “fazem as pessoas rirem e depois pensarem”. Entre os premiados estão estudos que avaliaram os fenômenos físicos responsáveis pelos escorregões em cascas de banana; o motivo pelo qual pica-paus não têm dor de cabeça; por que os cocôs de pequenos marsupiais são cúbicos, entre outros.

Na história da ciência não faltam exemplos de descobertas revolucionárias que nasceram de pesquisas “inúteis”. Depois de anos investigando uma espécie de água-viva bioluminescente, o químico Osamu Shimomura conseguiu isolar a proteína fluorescente verde (GPF), feito que provocaria uma revolução na medicina. Com os avanços da engenharia genética, cientistas passaram a inserir o gene que comanda a produção da GFP em células e em animais de laboratório, permitindo rastrear processos celulares em tempo real. A descoberta rendeu o Nobel de Química ao cientista, tornando-se uma ferramenta fundamental na criação de tratamentos e diagnósticos para seres humanos.

Analisar se o bocejo é contagioso entre tartarugas pode parecer estúpido, mas testar essa hipótese ajuda a entender as origens evolutivas do comportamento social e da empatia. Pesquisas estranhas que tratam de hábitos humanos também podem gerar aplicações que vão da psicologia à economia, a exemplo de um estudo holandês que mostrou como a vontade de urinar influencia a tomada de decisões.

Na próxima vez que você ler a respeito de uma pesquisa aparentemente excêntrica, tente resistir ao impulso de julgá-la: esteja aberto a se surpreender com a capacidade de transformar o improvável em conhecimento.


(Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br. Acesso em: agosto de 2025. Adaptado.)
Em qual alternativa o sintagma nominal destacado foi INCORRETAMENTE substituído pelo pronome, considerando a norma culta escrita?
Alternativas
Q3718699 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Professores gastam mais de 20% da aula para manter a ordem dos alunos em sala, mostra estudo

Tempo gasto pelos docentes brasileiros é acima da média dos países da OCDE, que é de 15%


O tempo dos docentes brasileiros está acima da média dos países da OCDE, em que os professores disseram gastar 15% do tempo de aula para manter a ordem dos alunos.

Segundo o relatório, entre 2018 e 2024, a parcela do tempo de aula dedicada à manutenção da ordem aumentou 2 pontos percentuais — a média da OCDE também aumentou 2 pontos percentuais.

Ainda de acordo com o estudo, 44% dos docentes brasileiros afirmam perder bastante tempo porque os alunos interrompem as aulas. O número também é acima da média da OCDE, que é de 18%. A mesma proporção de brasileiros diz também perder muito tempo esperando os alunos ficarem quietos (a média da OCDE é de 15%).

Comportamento na sala de aula

No estudo, a percepção dos professores sobre a disciplina em sala de aula é medida pela frequência relatada de quatro situações:

"Perco muito tempo porque os alunos interrompem a aula";

"Tenho que esperar muito tempo para que os alunos se acalmem";

"Há muito barulho e desordem disruptivos";

"Muitos alunos só começam a trabalhar muito tempo depois do início da aula".

Conforme a pesquisa, cerca de um em cada cinco professores afirmam sofrer com ruído e desordem significativos em suas salas de aula, em média.

No Brasil, mais de 50% dos professores relataram os desafios. No Chile, Finlândia, Portugal e África do Sul, esse percentual fica em cerca de 33%.

Já na Albânia, Japão e Xangai, por outro lado, menos de 5% dos professores apontam essas questões disciplinares.

Professores iniciantes

A pesquisa também mostra que os professores em começo de carreira relatam mais interrupções em sala de aula do que os seus colegas mais experientes em quase todos os sistemas educacionais.

No Canadá, Áustria, Chile, Dinamarca, Finlândia, Islândia, Itália e Espanha, por exemplo, mais de 40% dos professores iniciantes afirmam "ruído perturbador frequente". Já em Portugal e no Brasil, esses percentuais aumentam para 59% e 66%, respectivamente.

Entre os professores experientes, essas taxas são mais baixas, abaixo de um terço em todos os sistemas educacionais, exceto em Portugal (33%) e no Brasil (53%).

O estudo foi realizado em 2024 e entrevistou cerca de 280 mil professores e diretores escolares em 17 mil escolas de ensino fundamental II em 55 sistemas educacionais. O Talis tem como objetivo auxiliar na elaboração de estratégias para melhorar a qualidade do ensino e os ambientes de aprendizagem.


https://www.terra.com.br/noticias/educacao/professores-gastam-mais-d e-20-da-aula-para-manter-a-ordem-dos-alunos-em-sala-mostra-estudo, ea20b81839e46ed5ad3f54c718b3bcdaz697ywnm.html?utm_source=cli pboard
"Professores gastam mais de 20% da aula para manter a ordem dos alunos em sala, mostra estudo."

Com base nos tipos de predicado, identifique a alternativa correta.
Alternativas
Q3718696 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Professores gastam mais de 20% da aula para manter a ordem dos alunos em sala, mostra estudo

Tempo gasto pelos docentes brasileiros é acima da média dos países da OCDE, que é de 15%


O tempo dos docentes brasileiros está acima da média dos países da OCDE, em que os professores disseram gastar 15% do tempo de aula para manter a ordem dos alunos.

Segundo o relatório, entre 2018 e 2024, a parcela do tempo de aula dedicada à manutenção da ordem aumentou 2 pontos percentuais — a média da OCDE também aumentou 2 pontos percentuais.

Ainda de acordo com o estudo, 44% dos docentes brasileiros afirmam perder bastante tempo porque os alunos interrompem as aulas. O número também é acima da média da OCDE, que é de 18%. A mesma proporção de brasileiros diz também perder muito tempo esperando os alunos ficarem quietos (a média da OCDE é de 15%).

Comportamento na sala de aula

No estudo, a percepção dos professores sobre a disciplina em sala de aula é medida pela frequência relatada de quatro situações:

"Perco muito tempo porque os alunos interrompem a aula";

"Tenho que esperar muito tempo para que os alunos se acalmem";

"Há muito barulho e desordem disruptivos";

"Muitos alunos só começam a trabalhar muito tempo depois do início da aula".

Conforme a pesquisa, cerca de um em cada cinco professores afirmam sofrer com ruído e desordem significativos em suas salas de aula, em média.

No Brasil, mais de 50% dos professores relataram os desafios. No Chile, Finlândia, Portugal e África do Sul, esse percentual fica em cerca de 33%.

Já na Albânia, Japão e Xangai, por outro lado, menos de 5% dos professores apontam essas questões disciplinares.

Professores iniciantes

A pesquisa também mostra que os professores em começo de carreira relatam mais interrupções em sala de aula do que os seus colegas mais experientes em quase todos os sistemas educacionais.

No Canadá, Áustria, Chile, Dinamarca, Finlândia, Islândia, Itália e Espanha, por exemplo, mais de 40% dos professores iniciantes afirmam "ruído perturbador frequente". Já em Portugal e no Brasil, esses percentuais aumentam para 59% e 66%, respectivamente.

Entre os professores experientes, essas taxas são mais baixas, abaixo de um terço em todos os sistemas educacionais, exceto em Portugal (33%) e no Brasil (53%).

O estudo foi realizado em 2024 e entrevistou cerca de 280 mil professores e diretores escolares em 17 mil escolas de ensino fundamental II em 55 sistemas educacionais. O Talis tem como objetivo auxiliar na elaboração de estratégias para melhorar a qualidade do ensino e os ambientes de aprendizagem.


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"A mesma proporção de brasileiros diz também perder muito tempo esperando os alunos ficarem quietos (a média da OCDE é de 15%)."

Analise a regência dos verbos empregados no trecho e marque com (V) as afirmativas verdadeiras ou (F) as falsas:

(__)O verbo 'esperar' no trecho está com a mesma transitividade do enunciado 'Em Deus espera minha alma'.
(__)O verbo 'ficar' no trecho apresenta transitividade igual da empregada em 'As cortinas beges ficaram muito bem na sala'.
(__)O verbo 'dizer' está empregado como verbo transitivo direto, pois tem como complemento a oração reduzida de infinitivo 'perder muito tempo esperando os alunos ficarem quietos', que funciona como objeto direto oracional.
(__)O verbo 'perder' no trecho possui a mesma transitividade da empregada no enunciado 'Nesta semana, no cassino, ele só perdeu'.

A sequência que preenche corretamente os itens acima, de cima para baixo, é:
Alternativas
Q3718695 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Professores gastam mais de 20% da aula para manter a ordem dos alunos em sala, mostra estudo

Tempo gasto pelos docentes brasileiros é acima da média dos países da OCDE, que é de 15%


O tempo dos docentes brasileiros está acima da média dos países da OCDE, em que os professores disseram gastar 15% do tempo de aula para manter a ordem dos alunos.

Segundo o relatório, entre 2018 e 2024, a parcela do tempo de aula dedicada à manutenção da ordem aumentou 2 pontos percentuais — a média da OCDE também aumentou 2 pontos percentuais.

Ainda de acordo com o estudo, 44% dos docentes brasileiros afirmam perder bastante tempo porque os alunos interrompem as aulas. O número também é acima da média da OCDE, que é de 18%. A mesma proporção de brasileiros diz também perder muito tempo esperando os alunos ficarem quietos (a média da OCDE é de 15%).

Comportamento na sala de aula

No estudo, a percepção dos professores sobre a disciplina em sala de aula é medida pela frequência relatada de quatro situações:

"Perco muito tempo porque os alunos interrompem a aula";

"Tenho que esperar muito tempo para que os alunos se acalmem";

"Há muito barulho e desordem disruptivos";

"Muitos alunos só começam a trabalhar muito tempo depois do início da aula".

Conforme a pesquisa, cerca de um em cada cinco professores afirmam sofrer com ruído e desordem significativos em suas salas de aula, em média.

No Brasil, mais de 50% dos professores relataram os desafios. No Chile, Finlândia, Portugal e África do Sul, esse percentual fica em cerca de 33%.

Já na Albânia, Japão e Xangai, por outro lado, menos de 5% dos professores apontam essas questões disciplinares.

Professores iniciantes

A pesquisa também mostra que os professores em começo de carreira relatam mais interrupções em sala de aula do que os seus colegas mais experientes em quase todos os sistemas educacionais.

No Canadá, Áustria, Chile, Dinamarca, Finlândia, Islândia, Itália e Espanha, por exemplo, mais de 40% dos professores iniciantes afirmam "ruído perturbador frequente". Já em Portugal e no Brasil, esses percentuais aumentam para 59% e 66%, respectivamente.

Entre os professores experientes, essas taxas são mais baixas, abaixo de um terço em todos os sistemas educacionais, exceto em Portugal (33%) e no Brasil (53%).

O estudo foi realizado em 2024 e entrevistou cerca de 280 mil professores e diretores escolares em 17 mil escolas de ensino fundamental II em 55 sistemas educacionais. O Talis tem como objetivo auxiliar na elaboração de estratégias para melhorar a qualidade do ensino e os ambientes de aprendizagem.


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O tempo dos docentes brasileiros está acima da média dos países da OCDE, em que os professores disseram gastar 15% do tempo de aula para manter a ordem dos alunos.
Segundo o relatório, entre 2018 e 2024, a parcela do tempo de aula dedicada à manutenção da ordem aumentou 2 pontos percentuais — a média da OCDE também aumentou 2 pontos percentuais. Ainda de acordo com o estudo, 44% dos docentes brasileiros afirmam perder bastante tempo porque os alunos interrompem as aulas. O número também é acima da média da OCDE, que é de 18%.
O emprego das expressões 'segundo o relatório', 'ainda de acordo com o estudo' e 'o número também' é um elemento linguístico que:
Alternativas
Q3718693 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Professores gastam mais de 20% da aula para manter a ordem dos alunos em sala, mostra estudo

Tempo gasto pelos docentes brasileiros é acima da média dos países da OCDE, que é de 15%


O tempo dos docentes brasileiros está acima da média dos países da OCDE, em que os professores disseram gastar 15% do tempo de aula para manter a ordem dos alunos.

Segundo o relatório, entre 2018 e 2024, a parcela do tempo de aula dedicada à manutenção da ordem aumentou 2 pontos percentuais — a média da OCDE também aumentou 2 pontos percentuais.

Ainda de acordo com o estudo, 44% dos docentes brasileiros afirmam perder bastante tempo porque os alunos interrompem as aulas. O número também é acima da média da OCDE, que é de 18%. A mesma proporção de brasileiros diz também perder muito tempo esperando os alunos ficarem quietos (a média da OCDE é de 15%).

Comportamento na sala de aula

No estudo, a percepção dos professores sobre a disciplina em sala de aula é medida pela frequência relatada de quatro situações:

"Perco muito tempo porque os alunos interrompem a aula";

"Tenho que esperar muito tempo para que os alunos se acalmem";

"Há muito barulho e desordem disruptivos";

"Muitos alunos só começam a trabalhar muito tempo depois do início da aula".

Conforme a pesquisa, cerca de um em cada cinco professores afirmam sofrer com ruído e desordem significativos em suas salas de aula, em média.

No Brasil, mais de 50% dos professores relataram os desafios. No Chile, Finlândia, Portugal e África do Sul, esse percentual fica em cerca de 33%.

Já na Albânia, Japão e Xangai, por outro lado, menos de 5% dos professores apontam essas questões disciplinares.

Professores iniciantes

A pesquisa também mostra que os professores em começo de carreira relatam mais interrupções em sala de aula do que os seus colegas mais experientes em quase todos os sistemas educacionais.

No Canadá, Áustria, Chile, Dinamarca, Finlândia, Islândia, Itália e Espanha, por exemplo, mais de 40% dos professores iniciantes afirmam "ruído perturbador frequente". Já em Portugal e no Brasil, esses percentuais aumentam para 59% e 66%, respectivamente.

Entre os professores experientes, essas taxas são mais baixas, abaixo de um terço em todos os sistemas educacionais, exceto em Portugal (33%) e no Brasil (53%).

O estudo foi realizado em 2024 e entrevistou cerca de 280 mil professores e diretores escolares em 17 mil escolas de ensino fundamental II em 55 sistemas educacionais. O Talis tem como objetivo auxiliar na elaboração de estratégias para melhorar a qualidade do ensino e os ambientes de aprendizagem.


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"No Brasil, mais de 50% dos professores relataram os desafios. No Chile, Finlândia, Portugal e África do Sul, esse percentual fica em cerca de 33%."
No trecho, observa-se que a concordância foi estabelecida de forma adequada à expressão de porcentagem. Entretanto, a norma-padrão admite outras formas de concordância, que variam conforme o contexto e a intenção comunicativa. Com base nisso, analise as concordâncias apresentadas nos enunciados a seguir:

I.Uma porção de moleques me olhavam admirados.
II.Ele é um dos raros homens que têm o mundo nas mãos.
III.Tudo isto eram sintomas graves.
IV.Que te seja propício o astro e a flor.
V.A conciliação, a harmonia entre uns e outros é possível.

Os enunciados que apresentam a concordância adequada são:
Alternativas
Q3718691 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Professores gastam mais de 20% da aula para manter a ordem dos alunos em sala, mostra estudo

Tempo gasto pelos docentes brasileiros é acima da média dos países da OCDE, que é de 15%


O tempo dos docentes brasileiros está acima da média dos países da OCDE, em que os professores disseram gastar 15% do tempo de aula para manter a ordem dos alunos.

Segundo o relatório, entre 2018 e 2024, a parcela do tempo de aula dedicada à manutenção da ordem aumentou 2 pontos percentuais — a média da OCDE também aumentou 2 pontos percentuais.

Ainda de acordo com o estudo, 44% dos docentes brasileiros afirmam perder bastante tempo porque os alunos interrompem as aulas. O número também é acima da média da OCDE, que é de 18%. A mesma proporção de brasileiros diz também perder muito tempo esperando os alunos ficarem quietos (a média da OCDE é de 15%).

Comportamento na sala de aula

No estudo, a percepção dos professores sobre a disciplina em sala de aula é medida pela frequência relatada de quatro situações:

"Perco muito tempo porque os alunos interrompem a aula";

"Tenho que esperar muito tempo para que os alunos se acalmem";

"Há muito barulho e desordem disruptivos";

"Muitos alunos só começam a trabalhar muito tempo depois do início da aula".

Conforme a pesquisa, cerca de um em cada cinco professores afirmam sofrer com ruído e desordem significativos em suas salas de aula, em média.

No Brasil, mais de 50% dos professores relataram os desafios. No Chile, Finlândia, Portugal e África do Sul, esse percentual fica em cerca de 33%.

Já na Albânia, Japão e Xangai, por outro lado, menos de 5% dos professores apontam essas questões disciplinares.

Professores iniciantes

A pesquisa também mostra que os professores em começo de carreira relatam mais interrupções em sala de aula do que os seus colegas mais experientes em quase todos os sistemas educacionais.

No Canadá, Áustria, Chile, Dinamarca, Finlândia, Islândia, Itália e Espanha, por exemplo, mais de 40% dos professores iniciantes afirmam "ruído perturbador frequente". Já em Portugal e no Brasil, esses percentuais aumentam para 59% e 66%, respectivamente.

Entre os professores experientes, essas taxas são mais baixas, abaixo de um terço em todos os sistemas educacionais, exceto em Portugal (33%) e no Brasil (53%).

O estudo foi realizado em 2024 e entrevistou cerca de 280 mil professores e diretores escolares em 17 mil escolas de ensino fundamental II em 55 sistemas educacionais. O Talis tem como objetivo auxiliar na elaboração de estratégias para melhorar a qualidade do ensino e os ambientes de aprendizagem.


https://www.terra.com.br/noticias/educacao/professores-gastam-mais-d e-20-da-aula-para-manter-a-ordem-dos-alunos-em-sala-mostra-estudo, ea20b81839e46ed5ad3f54c718b3bcdaz697ywnm.html?utm_source=cli pboard
Leia os trechos:

1."Perco muito tempo porque os alunos interrompem a aula."
2."Tenho que esperar muito tempo para que os alunos se acalmem."
3."Há muito barulho e desordem disruptivos."

Analise sintaticamente os elementos linguísticos empregados no trecho e julgue as afirmativas:

I.Em 1, os verbos 'perder' e 'interromper' apresentam a mesma transitividade. Seus complementos configuram-se como termos integrantes da oração, assim como ocorre com a expressão 'os justos' no trecho 'Haverão de vencer os justos, em que o grupo nominal exerce a função de objeto direto do verbo vencer.
II.Em 2, O verbo 'ter' e 'acalmar' não compartilham o mesmo sujeito, possuem transitividade distintas e o primeiro verbo apresenta um complemento oracional.
III.Em 2, a expressão 'muito tempo' é um complemento direto do verbo 'esperar', sendo considerado termo integrante da oração.
IV.Em 3, o verbo 'haver' é impessoal e intransitivo, apresentando-se como uma forma invariável, que não admite flexão de número, devendo, portanto, permanecer na terceira pessoa do singular.

É correto o que se afirma em:  
Alternativas
Q3718337 Português
A beleza total


   A beleza de Gertrudes fascinava todo mundo e a própria Gertrudes. Os espelhos pasmavam diante de seu rosto, recusando-se a refletir as pessoas da casa e muito menos as visitas. Não ousavam abranger o corpo inteiro de Gertrudes. Era impossível, de tão belo, e o espelho do banheiro, que se atreveu a isto, partiu-se em mil estilhaços.

   A moça já não podia sair à rua, pois os veículos paravam à revelia dos condutores, e estes, por sua vez, perdiam toda capacidade de ação. Houve um engarrafamento monstro, que durou uma semana, embora Gertrudes houvesse voltado logo para casa.

  O Senado aprovou lei de emergência, proibindo Gertrudes de chegar à janela. A moça vivia confinada num salão em que só penetrava sua mãe, pois o mordomo se suicidara com uma foto de Gertrudes sobre o peito.

   Gertrudes não podia fazer nada. Nascera assim, este era o seu destino fatal: a extrema beleza. E era feliz, sabendo-se incomparável. Por falta de ar puro, acabou sem condições de vida, e um dia cerrou os olhos para sempre. Sua beleza saiu do corpo e ficou pairando, imortal. O corpo já então enfezado de Gertrudes foi recolhido ao jazigo, e a beleza de Gertrudes continuou cintilando no salão fechado a sete chaves.


(ANDRADE, Carlos Drummond de. A beleza total. In.: Contos Plausíveis. Rio de Janeiro: Companhia das Letras, 2002.)
Considerando os desvios gramaticais relacionados à concordância verbal e nominal e ao uso da pontuação textual, assinale a afirmativa INCORRETA.
Alternativas
Q3718333 Português
Pelé: 1000


    O difícil, o extraordinário, não é fazer mil gols, como Pelé. É fazer um gol como Pelé. Aquele gol que gostaríamos tanto de fazer, que nos sentimos maduros para fazer, mas que, diabolicamente, não se deixa fazer. O gol.

   Que adianta escrever mil livros, como simples resultado de aplicação mecânica, mãos batendo máquina de manhã à noite, traseiro posto na almofada, palavras dóceis e resignadas ao uso incolor? O livro único, este não há condições, regras, receitas, códigos, cólicas que o façam existir, e só ele conta – negativamente – em nossa bibliografia. Romancistas que não capturam o romance, poetas de que o poema está-se rindo a distância, pensadores que palmilham o batido pensamento alheio, em vão circulamos na pista durante 50 anos. O muito papel que sujamos continua alvo, alheio às letras que nele se imprimem, pois aquela não era a combinação de letras que ele exigia de nós. E quantos metros cúbicos de suor, para chegar a esse não- -resultado!

   Então o gol independe de nossa vontade, formação e mestria? Receio que sim. Produto divino, talvez? Mas, se não valem exortações, apelos cabalísticos, bossas mágicas para que ele se manifeste... Se é de Deus, Deus se diverte negando-o aos que o imploram, e, distribuindo-o a seu capricho, Deus sabe a quem, às vezes um mau elemento. A obra de arte, em forma de gol ou de texto, casa, pintura, som, dança e outras mais, parece antes coisa-em-ser da natureza, revelada arbitrariamente, quase que à revelia do instrumento humano usado para a revelação. Se a obrigação é aprender, por que todos que aprendem não a realizam? Por que só este ou aquele chega a realizá-la? Por que não há 11 Pelés em cada time? Ou 10, para dar uma chance ao time adversário?

    O Rei chega ao milésimo gol (sem pressa, até se permitindo o charme de retificar para menos a contagem) por uma fatalidade à margem do seu saber técnico e artístico. Na realidade, está lavrando sempre o mesmo tento perfeito, pois outros tentos menos apurados não são de sua competência. Sabe apenas fazer o máximo, e quando deixa de destacar-se no campo é porque até ele tem instantes de não-Pelé, como os não-Pelés que somos todos.


(ANDRADE, Carlos Drummond de. O poder ultrajovem. 9. ed. Rio de Janeiro: Record, 1986. p. 133. Fragmento.)
Na frase “O difícil, o extraordinário, não é fazer mil gols, como Pelé.” (1º§), a expressão “fazer mil gols” classifica-se, sintaticamente, como:
Alternativas
Q3717807 Português
Que as emoções positivas ou negativas...


Que as emoções positivas ou negativas não podem ocupar a mente ao mesmo tempo. Uma tem de dominar, e é da tua responsabilidade assegurar que as emoções positivas constituam a influência dominante da tua mente. Elas podem aumentar as vibrações do teu pensamento, usa o teu poder criativo, a tua imaginação para criares a tua vida e protege bem a tua mente contra todas as influências negativas e desencorajadoras, incluindo sugestões negativas de familiares, amigos ou conhecidos.

Os teus desejos têm de saturar as tuas emoções. Quando temos um grande sonho nenhum obstáculo é tão grande que não possa ser superado. Nada nos pode deter e o nosso destino é o sucesso! KD MENSAGENS. Que as emoções positivas ou negativas?


Disponível em: https://kdmensagens.com/mensagens/pensamentos/2 . Acesso em: 26 out. 2025.
Considerando os princípios que regem a morfossintaxe da concordância verbal no português padrão, assinale a alternativa que apresenta a análise mais adequada da forma verbal "têm" no trecho "Os teus desejos têm de saturar as tuas emoções", quanto à sua relação com o sujeito e às implicações de sentido no enunciado.
Alternativas
Respostas
8401: D
8402: D
8403: B
8404: A
8405: D
8406: B
8407: C
8408: C
8409: A
8410: D
8411: C
8412: D
8413: C
8414: A
8415: A
8416: C
8417: A
8418: A
8419: D
8420: B