Questões de Concurso
Sobre sintaxe em português
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A correção gramatical do texto CG2A1-I seria preservada se fosse
inserido sinal indicativo de crase em
IFSC abre seleção para professores temporários em 14 cidades
Estão abertas, até 5 de junho, as inscrições para 42 vagas de professores temporários no IFSC. Há oportunidades para os câmpus Caçador, Canoinhas, Criciúma, Florianópolis, Florianópolis-Continente, Gaspar, Itajaí, Jaraguá do Sul-Centro, Jaraguá do Sul-Rau, Joinville, Lages, Palhoça, São Carlos, São José, São Miguel do Oeste e Tubarão, além do Centro de Referência em Formação e Educação a Distância (Cerfead), que fica em Florianópolis.
Os candidatos devem ter a formação de nível superior exigida para a área de interesse, conforme descrito no Edital nº 33/2018. A remuneração varia de R$ 2.465,31, para cargos de 20 horas semanais e formação em nível de graduação, a R$ 6.244,68, para cargos de 40 horas semanais e formação em nível de doutorado - já incluídos R$ 458,00 de auxílio-alimentação.
As inscrições devem ser feitas exclusivamente on-line, pelo link informado no edital. Atendendo à legislação federal, o edital prevê reserva de vagas para pessoas com deficiência e pessoas autodeclaradas pretas e pardas. A taxa de inscrição para participar da seleção é de R$ 32,45, paga por Guia de Recolhimento da União (GRU), conforme instruções do edital.
O processo seletivo envolve prova escrita, avaliação curricular e entrevista presencial. Após todas as etapas, o resultado final com os selecionados deve ser divulgado em 9 de julho.
Por: Coordenadoria de Jornalismo
Disponível em: https://www.ifsc.edu.br/conteudo-aberto/-/asset_publisher/1UWKZAkiOauK/content /id/1601918/ifscabre-sele%C3%A7%C3%A3o-para-professores-tempor%C3%A1rios-em-14-cidades. Acesso em 6 jun. 2019.
IFSC abre seleção para professores temporários em 14 cidades
Estão abertas, até 5 de junho, as inscrições para 42 vagas de professores temporários no IFSC. Há oportunidades para os câmpus Caçador, Canoinhas, Criciúma, Florianópolis, Florianópolis-Continente, Gaspar, Itajaí, Jaraguá do Sul-Centro, Jaraguá do Sul-Rau, Joinville, Lages, Palhoça, São Carlos, São José, São Miguel do Oeste e Tubarão, além do Centro de Referência em Formação e Educação a Distância (Cerfead), que fica em Florianópolis.
Os candidatos devem ter a formação de nível superior exigida para a área de interesse, conforme descrito no Edital nº 33/2018. A remuneração varia de R$ 2.465,31, para cargos de 20 horas semanais e formação em nível de graduação, a R$ 6.244,68, para cargos de 40 horas semanais e formação em nível de doutorado - já incluídos R$ 458,00 de auxílio-alimentação.
As inscrições devem ser feitas exclusivamente on-line, pelo link informado no edital. Atendendo à legislação federal, o edital prevê reserva de vagas para pessoas com deficiência e pessoas autodeclaradas pretas e pardas. A taxa de inscrição para participar da seleção é de R$ 32,45, paga por Guia de Recolhimento da União (GRU), conforme instruções do edital.
O processo seletivo envolve prova escrita, avaliação curricular e entrevista presencial. Após todas as etapas, o resultado final com os selecionados deve ser divulgado em 9 de julho.
Por: Coordenadoria de Jornalismo
Disponível em: https://www.ifsc.edu.br/conteudo-aberto/-/asset_publisher/1UWKZAkiOauK/content /id/1601918/ifscabre-sele%C3%A7%C3%A3o-para-professores-tempor%C3%A1rios-em-14-cidades. Acesso em 6 jun. 2019.
O juiz decidirá se a mulher continuará presa ou responderá às acusações em liberdade. (linhas 13 a 15)
A respeito do período acima, analise os itens a seguir:
I. O SE deve ser classificado como conjunção subordinativa condicional.
II. A presença do acento indicativo de crase em “às acusações” permite afirmar que o verbo “responder” exerce papel transitivo indireto.
III. O verbo “decidir” tem, no período, dois objetos diretos.
Analisados os itens, pode-se afirmar corretamente que:
Uma mulher de 21 anos foi presa em flagrante pela Polícia Civil da Paraíba porque teria visto o filho de três anos se afogar em uma piscina no município de Mari (PB), a 77 quilômetros de João Pessoa, e não o socorreu. (linhas 1 a 5)
A oração sublinhada no período acima se classifica como
A correção gramatical e os sentidos do texto CG1A1-I seriam
mantidos se a expressão “mas também”
fosse
substituída por
No texto CG1A1-I, o termo “conceitos econômicos”
é
Sem prejuízo da correção gramatical e dos sentidos originais
do texto CG3A3-II, a expressão “mesmo que”
poderia
ser substituída por
Os sentidos originais e a correção gramatical do texto CG3A3-I
seriam preservados caso o termo “pois”
fosse substituído por
Texto I O Emblema da Sirene.
Um dos maiores especialistas em acidentes do mundo, o professor Charles Perow, da Universidade de Yale, diz que existem tragédias virtualmente inevitáveis, que decorrem de falhas de sistema. São o que ele chama de “acidentes normais". Praticamente impossíveis de antecipar, como um terremoto ao qual se segue um tsunami, são, por isso mesmo, os mais desafiadores. É possível, embora improvável, que o rompimento da barragem de Brumadinho, cuja causa ainda não foi esclarecida, venha a ser incluído na categoria dos “acidentes normais” precisam resultar em catástrofes com tamanhas perdas humanas. Aí, entra o descaso.
Tome-se o exemplo das sirenes de Brumadinho. Depois do desastre de Mariana, que deixou dezenove mortos, a lei passou a exigir que as operadoras de barragens instalassem sirenes para alertar os trabalhadores e moradores das cercanias em caso de rompimento. Cumprindo a lei, a Vale instalou sirenes em Brumadinho e orientou a população sobre rotas de fuga e locais mais seguros para se abrigar. Acontece que, na tarde da sexta-feira 25, a sirene da barragem que se rompeu não tocou. A medida de segurança mais básica, e talvez a mais eficaz para salvar vidas, simplesmente não funcionou. Porquê?
A assessoria de imprensa da Vale explica que a sirene não tocou “devido à velocidade com que ocorreu o evento”. Parece piada macabra, e não deixa de sê-lo, mas sobretudo descaso letal. Ou alguém deveria acreditar que a Vale instalou um sistema de alerta capaz de funcionar apenas no caso de acidentes que se anunciam cerimoniosamente a si mesmos, aguardam que sejam tomadas as providências de segurança e só então liberam sua fúria?
O descaso não é órfão. É filho dileto de uma mentalidade que mistura atraso com impunidade. O atraso foi o que levou as empresas de mineração a ignorar as lições de Mariana. Pior: elas trabalharam discretamente, sempre nos bastidores, para barrar iniciativas que, visando a ampliar a segurança nas barragens ,as levariam a gastar algum tempo e algum dinheiro. A impunidade é velha conhecida dos brasileiros. Três anos depois, dos 350 milhões de reais em multas aplicadas pelo Ibama à Samarco, responsável pelo desastre de Mariana, a mineradora não pagou nem um centavo até hoje.
Acidentes acontecem e voltarão a acontecer. Há os que decorrem de falha humana, os que resultam de erro de engenharia, os produzidos por falhas sistêmicas. Alguns são mais complexos do que outros. Nenhum deles, porém mesmo os inevitáveis "acidentes normais” de Perow, precisa ceifar tantas vidas. Eliminando-se o atraso e a impunidade, pode-se começar com uma sirene que toca.
Fonte: Veja,16 de fevereiro de 2019.
Texto II
I
O Rio? É doce.
A Vale? Amarga
Ai, entes fosse
Mais leve a carga.
II
Entre estatais
E multinacionais
Quantos ais!
III.
A dívida interna
A dívida externa
A dívida eterna
IV
Quantas toneladas exportamos
De ferro
Quantas lágrimas disfarçamos
Sem berro?
Fonte: 1984, Lira Itabirana, Carlos Drummond de Andrade.
É uma tendência mais presente entre os mais jovens, mas comum em todas as faixas etárias: só na Espanha, o uso diário de aplicativos de mensagens instantâneas é quase o dobro do número de ligações por telefone fixo e celular, segundo dados da Fundação Telefónica.
A ligação telefônica tornou-se uma presença intrusiva e incômoda, mas por quê? “Uma das razões é que, quando recebemos
uma ligação, ela interrompe algo que estávamos fazendo, ou simplesmente não temos vontade de falar nesse momento”, explica a
psicóloga Cristina Pérez.
Perder tempo em um telefonema é uma perspectiva assustadora. No entanto, segundo um relatório mundial da Deloitte, consultamos nossas telas, em média, mais de 40 vezes ao dia.
(Adaptado de: LÓPEZ, Silvia. O último paradoxo da vida moderna: por que ficamos presos ao celular, mas odiamos falar por telefone?. El País – Brasil. 01.06.2019. Disponível em: https://brasil.elpais.com)
É uma tendência mais presente entre os mais jovens, mas comum em todas as faixas etárias... (1° parágrafo)
Uma redação alternativa para a frase acima, preservando-se as relações de sentido entre as orações, está em:
Hoje, o Rio Grande do Sul parece ser, artisticamente, uma ilha cercada de silêncio por todos os lados. Mas não foi sempre assim. Por incrível que pareça, a comunicação era muito mais fácil nos anos anteriores à década de 1960 e havia maiores possibilidades de intercâmbio, não só com os outros estados, como também com os países vizinhos, a Argentina e o Uruguai.
Tal fato, evidentemente, não é isolado. Que sabemos nós do que está se passando em matéria de arte no Ceará, no Pará? E isso em plena era das comunicações via satélite... Seria o caso de se examinar o fenômeno por outro ângulo: a morte da arte como fator de comunicação.
(Adaptado de: BITTENCOURT, Francisco. “Arte Brasil Hoje: Rio Grande do Sul” [1970], In: Arte-dinamite. Rio de Janeiro: Tamanduá, 2016, p. 59)
Hoje, o Rio Grande do Sul parece ser, artisticamente, uma ilha cercada de silêncio por todos os lados. Mas não foi sempre assim. [...] a comunicação era muito mais fácil nos anos anteriores... (1° parágrafo)
Mantendo-se a lógica, os segmentos acima estão corretamente reescritos em um único período em:
O poeta, quanto mais individual, mais universal, pois o homem, qualquer que seja o meio e a época, só vem a compreender e amar o que é essencialmente humano. Embora, eu que o diga, seja tão difícil ser assim autêntico. Às vezes assalta-me o terror de que todos os meus poemas sejam apócrifos.
Se estas linhas estão te aborrecendo é porque és poeta mesmo. Modéstia à parte, as digressões sobre poesia sempre me causaram tédio e perplexidade. A culpa é tua, que me pediste conselho e me colocas na insustentável situação em que me vejo quando alunos dos colégios vêm (por inocência ou maldade dos professores) fazer pesquisas com perguntas assim: “O que é poesia? Por que se tornou poeta?”. A poesia é destas coisas que a gente faz mas não diz.
Não sei como vem um poema. Às vezes uma palavra, uma frase ouvida, uma repentina imagem que me ocorre nas ocasiões mais insólitas. A esta imagem respondem outras (em vez de associações de ideias, associações de imagens; creio ter sido esta a verdadeira conquista da poesia moderna). Não lhes oponho trancas nem barreiras. Vai tudo para o papel. Guardo o papel, até que um dia o releio, já esquecido de tudo. Vem logo o trabalho de corte, pois noto o que estava demais. Coisas que pareciam bonitinhas, mas que eram puro enfeite, coisas que eram puro desenvolvimento lógico (um poema não é um teorema), tudo isso eu deito abaixo, até ficar o essencial, isto é, o poema.
Um poema tanto mais belo é quanto mais parecido for com um cavalo. Por não ter nada de mais nem nada de menos é que o cavalo é o mais belo ser da criação. Como vês, para isso é preciso uma luta constante. A minha está durando a vida inteira. O desfecho é sempre incerto. Sinto-me capaz de fazer um poema tão bom ou tão ruinzinho como aos dezessete anos.
(Adaptado de: QUINTANA, Mario. “Carta”. Melhores poemas. São Paulo: Global Editora, 2005, edição digital)
De acordo com a leitura atenta do cartaz publicado abaixo e com a Norma Padrão da Língua Portuguesa, analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa correta:

I. A partir da análise textual do cartaz acima, é correto dizer que, com exceção do gato e do cachorro expostos na primeira coluna, todos os donos dos animais foram responsáveis por abandoná-los.
II. Na frase “A culpa não é deles. É de quem os abandonou” os termos destacados retomam termos enunciados no texto e têm o mesmo referente.
III. Na frase “A minha dona é alérgica” o termo destacado é um predicativo do objeto.
IV. A oração “Roí um sapato” é formada, sintaticamente,
por um verbo transitivo direto e um objeto direto.
Leia com atenção o artigo abaixo, “O que é inconsciente”, da psicanalista Carmelita Gomes Rodrigues, para responder a questão.
(adaptado)
O inconsciente refere-se a conteúdos mentais/emocionais não acessados pela razão, pela consciência. É composto de memórias esquecidas, experiências reprimidas, percepções subliminares, experiências afetivas, sensações e intuições. É como um “espaço” psíquico que funciona como um “baú” repleto de fantasias, desejos e emoções de difícil controle. (...)
O inconsciente se expressa, mas por meio de símbolos e reações autônomas. Externaliza seus “alertas”, recados e anseios autênticos de diferentes formas, inclusive por meio dos sonhos (...). Também ocorrem expressões do inconsciente por meio dos chistes (humor), atos falhos (comportamentos inesperados), lapsos de linguagem, expressão artísticas (desenhos, pinturas, modelagens, etc.) e associação livre de ideias (fala livre sem crítica e sem preocupação com a coerência).
São, ainda, exemplos concretos de expressões do inconsciente: chamar uma pessoa pelo nome de outra; uma palavra que escapa fora do contexto; comportamentos não planejados ou fazer algo e depois não reconhecer o ato como sendo ação própria. Após essas “escapadas” do inconsciente as pessoas se questionam: “por que fiz isso?”, “por que disse isso?”. Vazou do inconsciente! (...)
Por que um conteúdo é reprimido?
Por ser doloroso.
A dinâmica do psiquismo humano mobiliza, conduz o organismo para a sobrevivência, recorrendo a artifícios que evitem a “destruição” do ser. Os caminhos de sobrevivência são os mais variados possíveis, inclusive a neurose, a psicose, a negação e o “esquecimento”, entre muitos outros. Mas com o decorrer do tempo, o recalque vai perdendo a eficiência e os conteúdos começam a escapar, a se mostrar por meio dos caminhos citados acima.
O ideal é livrar-se do sofrimento antes de chegar ao limite de tolerância do psiquismo e do corpo. No processo analítico, é possível recordar, reviver e elaborar a vivência traumática, fazendo com que a pessoa esvazie o complexo e recupere a autonomia de seu funcionamento.
(...) A doença não é inimiga, mas uma aliada da vida.
É o protesto do corpo, é como se ele estivesse dizendo:
“Chega! Eu não aguento mais (...)”. O corpo dá esse grito
de alerta por meio dos sintomas, das doenças. Alteração no
sono, ansiedade, medos, depressão, pânico são alguns dos
“protestos” do psiquismo via soma (corpo). É daí que vem o
termo somatizar. Ouça seu corpo! (...)
Considerando o texto e a Gramática Normativa da Língua Portuguesa, analise as afirmativas abaixo e dê valores Verdadeiro (V) ou Falso (F).
( ) No trecho “Externaliza seus ‘alertas’, recados e anseios autênticos de diferentes formas” os termos destacados são respectivamente classificados pela sintaxe como: Objeto Indireto, Objeto Direto e Objeto Direto.
( ) No trecho “A doença não é inimiga, mas uma aliada da vida”, a oração destacada é classificada como Oração Coordenada Adversativa.
( ) No trecho “A dinâmica do psiquismo humano mobiliza, conduz o organismo para a sobrevivência” o verbo destacado é, sintaticamente, Transitivo Direto e Indireto.
( ) No trecho “No processo analítico, é possível recordar, reviver e elaborar a vivência traumática”, as expressões destacadas são classificadas pela sintaxe, respectivamente, como Adjunto Adverbial e Adjunto Adnominal.
( ) No trecho “O corpo dá esse grito de alerta por meio dos sintomas, das doenças”, o termo em destaque é um elemento de coesão textual que retoma a palavra “corpo” nesse mesmo trecho.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de cima para baixo.
Leia atentamente a tira abaixo de “Calvin e Haroldo”, criada pelo cartunista Bill Watterson, para responder à questão:







