Questões de Concurso
Sobre sintaxe em português
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Muitos meses atrás, a pandemia era encarada com outros olhos. À ideia de que a quarentena duraria quarenta dias, ou ao fato de os peixes terem voltado a nadar nos canais de Veneza, somava-se uma preocupação com a autoimagem: havia quem brincava, em grupos de redes sociais, por exemplo, que estava engordando, porque a única “distração” em casa era comer.
Mas essa ideia, além de reforçar um discurso gordofóbico, ignora que muita gente não tinha nem um prato de arroz e feijão disponível. O relatório Efeitos da pandemia na alimentação e na situação da segurança alimentar no Brasil, publicado em abril deste ano, demonstra que houve uma redução geral da disponibilidade de alimentos nos domicílios em situação de insegurança alimentar, inclusive dos considerados não saudáveis.
Há alguns meses, estamos ouvindo especialistas e conversando com trabalhadores para entender o que sobra no prato das famílias em situação de vulnerabilidade social em tempos de covid-19. Um grupo de pesquisadores da Freie Universität Berlin (FU Berlin) trouxe a resposta que não queríamos ter: o consumo de alimentos saudáveis diminuiu em 85% nos domicílios em situação de insegurança alimentar durante a pandemia.
A maior redução encontrada pelo estudo foi das carnes, em 44% dos domicílios, seguida de frutas (40,8%), queijos (40,4%) e hortaliças e legumes (36,8%). De acordo com a pesquisa, os ovos podem ter sido substitutos da carne, com o maior aumento entre os alimentos da categoria, em quase 19%.
Os autores da pesquisa destacam que, no período entre agosto e dezembro de 2020, quase 60% dos domicílios entrevistados estavam em algum nível de insegurança alimentar — isto é, quando a qualidade dos alimentos é inadequada ou a oferta é insuficiente. Desses, 15% estavam em situação de insegurança alimentar grave.
Internet: <ojoioeotrigo.com.br> (com adaptações).
Considerando as ideias e os aspectos linguísticos do texto anterior, julgue o item a seguir.
No primeiro período do terceiro parágrafo, a substituição da
forma verbal “Há” por Fazem prejudicaria a correção
gramatical do texto.
Já dizia Machado de Assis que “De médico e louco todo mundo tem um pouco”. O ditado ficou famoso pelo livro O Alienista, de 1882, que faz um debate sobre a loucura. Uma frase parecida é da nordestina Nise da Silveira, grande admiradora do autor brasileiro: “Não se curem além da conta. Gente curada demais é gente chata. Todo mundo tem um pouco de loucura. Felizmente, eu nunca convivi com pessoas muito ajuizadas”.
Nise Magalhães da Silveira ajudou a escrever e revolucionar a história da psiquiatria no Brasil e no mundo. Nascida no ano de 1905 em Maceió – AL, ela ficou conhecida por humanizar o tratamento psiquiátrico e era contrária às formas de tratamento agressivas usadas em sua época, como o eletrochoque.
Inspirada em Carl Jung, um dos pais da psiquiatria, Nise foi uma das primeiras mulheres a se formar em medicina no Brasil. Em meados de 1940, ela foi pioneira na terapia ocupacional, método que utiliza atividades recreativas no tratamento de distúrbios psíquicos. A alagoana se destacou por usar a arte como uma forma de expressão e de dar voz aos conflitos internos vivenciados principalmente pelos esquizofrênicos.
Em 1956, Nise fundou a Casa das Palmeiras, um passo na direção da luta contra os hospícios, que chegaria a seu ápice com a Lei Antimanicomial, de 2001. A partir do esforço da psiquiatra e de seus pacientes, foi criado o Museu do Inconsciente, aberto até hoje no Rio de Janeiro junto ao Instituto Municipal Nise da Silveira, atual nome do Centro Psiquiátrico de Engenho de Dentro, onde a médica construiu seu projeto.
Internet: <www.brasildefato.com.br> (com adaptações).
Com relação às ideias e aos aspectos linguísticos do texto anterior, julgue o item subsequente.
No primeiro período do último parágrafo, o termo “que”
retoma “hospícios”.
Leia o texto abaixo para responder às questões.
Formar leitores para o século 21
Claudia Costin
Venho de uma família de leitores, via meus pais com frequência lendo em seu tempo de lazer. Isso me ajudou a ter na leitura um hábito e fonte de prazer. Ter frequentado bibliotecas públicas completou minha formação leitora.
Ao ler a notícia de que o Brasil ainda apresenta índices inaceitáveis no último Pisa em leitura e interpretação de textos, ocorreu-me que, apesar de esforços em promover a leitura nas escolas, nossa tardia universalização do acesso ao ensino fundamental e a forma como ainda produzimos analfabetos funcionais escolarizados têm cobrado um preço alto.
Mas não são só os que não foram bem alfabetizados e os que vêm de famílias vulneráveis que não têm o hábito da leitura, contamos infelizmente com elites não leitoras.
Sim, cada vez se lê mais, mas ler em redes sociais — na maior parte das vezes, só o conteúdo expresso no tuíte, desprezando os textos a ele acoplados — não torna a casa em que vivem os jovens mais propícia a estimular a leitura que os prepara para os desafios do século 21.
A neurocientista Maryanne Wolf, em seu brilhante livro recentemente traduzido para o português, “O Cérebro no Mundo Digital”, mostra que a leitura, uma competência não inata em humanos, como é a fala, demanda passos sequenciais complexos para o seu aprendizado, o que não fazemos com seriedade, e que seu desenvolvimento ao longo da vida demanda um foco que o mundo digital, com suas distrações, vem retirando de nós.
Sim, pelas recentes pesquisas sobre o cérebro, há que haver intencionalidade pedagógica e uma abordagem estruturada no processo de alfabetização. Além disso, a instantaneidade do nosso tempo conspira contra a atenção concentrada necessária à leitura.
Nunca tivemos tanta informação disponível e nunca foi tão difícil ler para entender o que o texto diz nas entrelinhas, separar fato de opinião e conectar o que foi lido com um repertório cultural mais amplo —competências absolutamente necessárias em tempos de revolução 4.0, em que a inteligência artificial substitui o trabalho humano que demanda competências intelectuais de nível mais básico.
Isso, porém, não ocorre só com obras de não ficção.
Nunca foi tão urgente ler boa literatura!
Wolf associa a leitura literária não apenas com a apreciação da arte mas também com o desenvolvimento de empatia. Grandes obras nos permitem viver a vida de personagens ficcionais e sentir as suas tensões e os dramas que eles experimentaram.
Com isso nos tornamos mais humanos, menos fechados num mundo limitado e mais aptos a nos abrirmos a um diálogo com quem teve experiências distintas das nossas. E o mundo precisa muito disso!
Disponível em:<https://www.folha.uol.com.br/
colunas/claudia-costin/2019/12/formar-leitores-
para-o-seculo-21.shtml>. Acesso em 18 fev. 2020.
Assinale a única alternativa em que o termo ou expressão sublinhada não atua como sujeito.
Leia o texto abaixo para responder às questões.
Formar leitores para o século 21
Claudia Costin
Venho de uma família de leitores, via meus pais com frequência lendo em seu tempo de lazer. Isso me ajudou a ter na leitura um hábito e fonte de prazer. Ter frequentado bibliotecas públicas completou minha formação leitora.
Ao ler a notícia de que o Brasil ainda apresenta índices inaceitáveis no último Pisa em leitura e interpretação de textos, ocorreu-me que, apesar de esforços em promover a leitura nas escolas, nossa tardia universalização do acesso ao ensino fundamental e a forma como ainda produzimos analfabetos funcionais escolarizados têm cobrado um preço alto.
Mas não são só os que não foram bem alfabetizados e os que vêm de famílias vulneráveis que não têm o hábito da leitura, contamos infelizmente com elites não leitoras.
Sim, cada vez se lê mais, mas ler em redes sociais — na maior parte das vezes, só o conteúdo expresso no tuíte, desprezando os textos a ele acoplados — não torna a casa em que vivem os jovens mais propícia a estimular a leitura que os prepara para os desafios do século 21.
A neurocientista Maryanne Wolf, em seu brilhante livro recentemente traduzido para o português, “O Cérebro no Mundo Digital”, mostra que a leitura, uma competência não inata em humanos, como é a fala, demanda passos sequenciais complexos para o seu aprendizado, o que não fazemos com seriedade, e que seu desenvolvimento ao longo da vida demanda um foco que o mundo digital, com suas distrações, vem retirando de nós.
Sim, pelas recentes pesquisas sobre o cérebro, há que haver intencionalidade pedagógica e uma abordagem estruturada no processo de alfabetização. Além disso, a instantaneidade do nosso tempo conspira contra a atenção concentrada necessária à leitura.
Nunca tivemos tanta informação disponível e nunca foi tão difícil ler para entender o que o texto diz nas entrelinhas, separar fato de opinião e conectar o que foi lido com um repertório cultural mais amplo —competências absolutamente necessárias em tempos de revolução 4.0, em que a inteligência artificial substitui o trabalho humano que demanda competências intelectuais de nível mais básico.
Isso, porém, não ocorre só com obras de não ficção.
Nunca foi tão urgente ler boa literatura!
Wolf associa a leitura literária não apenas com a apreciação da arte mas também com o desenvolvimento de empatia. Grandes obras nos permitem viver a vida de personagens ficcionais e sentir as suas tensões e os dramas que eles experimentaram.
Com isso nos tornamos mais humanos, menos fechados num mundo limitado e mais aptos a nos abrirmos a um diálogo com quem teve experiências distintas das nossas. E o mundo precisa muito disso!
Disponível em:<https://www.folha.uol.com.br/
colunas/claudia-costin/2019/12/formar-leitores-
para-o-seculo-21.shtml>. Acesso em 18 fev. 2020.
É correto afirmar que no trecho
“[...] nossa tardia universalização do acesso ao ensino fundamental e a forma como ainda produzimos analfabetos funcionais escolarizados têm cobrado um preço alto”
estabelece-se entre o sujeito (nossa tardia universalização do acesso ao ensino fundamental e a forma como ainda produzimos analfabetos funcionais escolarizados) e o predicado (têm cobrado um preço alto) uma relação semântica de
INSTRUÇÃO: Leia o texto e responda às questões de 01 a 03.
Uma velhinha é uma velhinha
- Não sei se os outros pensam assim, mas, quando vejo uma velhinha e procuro imaginar que ela já tenha sido
- jovem, e tido um namorado, e feito todas as coisas a que o amor obriga, por mais que eu queira, não
- acredito. Ou, se acredito, não entendo. Porque uma velhinha é uma velhinha, tal qual uma
- rosa, que é uma rosa. Dá-me uma ideia do ser humano eterno, que sempre houve e não deixará de haver, com sua golinha de
- rendas, seu chapéu com aplicação de jasmins, seu guarda-chuva, seus sapatos de fivelas. As de Paris
- passeiam, de manhã, em Auteuil, comprando carne para os gatos, queijos e legumes para si. Passeiam seus
- cães, à tardinha, no Bois e, enquanto dão-lhes folga, discutem, umas com as outras, sobre a última e a
- próxima guerra. Queixam-se do frio, da bruma constante e, se um sinal de luz aponta para os lados de
- Versailles, dizem todas, ao mesmo tempo, numa felicíssima esperança: "vá faire beau!" Adoram o sol. Que
- engraçado vê-las ao sol! Ficam mexeriqueiras, rigorosas e bisbilhotam a vida de todas as velhinhas ausentes.
- Voltam à humildade de antes, quando o sol se cobre e a praça esfria outra vez, mandando-as para casa.
- Passava horas vendo as velhinhas de Paris. Na Ferme d'Auteuil, entre cinco e seis da tarde, tomavam seu
- chá, lentamente, e era uma delícia ouvi-las conversar. Mas nunca me consenti acreditar que houvessem sido
- mocinhas, ou que houvessem tirado aquela espécie de farda, um dia sequer, em suas vidas.
- Há pouco tempo, em um café de Friburgo, sentou-se uma velhinha para conversar. Precisava de um
- dinheiro, para caiar a casa e ajudar no casamento de uma neta. Aceitou uma xícara, beliscou de uns doces, e
- foram tantas as perguntas, que acabou contando sua vida. Tivera um namorado, andara fazendo suas
- facilidades com ele. Depois, casou com outro e, mesmo casada, facilitou também, porque não soubera
- resistir aos encantos de um primo, em Magé. Por fim, morreu-lhe o marido e, na campanha por um novo
- casamento, dera-se a duas ou três fantasias pouco recomendáveis, em senhoras viúvas. Isso representou para
- mim um choque muito grande. De repente, as velhinhas de Auteuil deixaram de ser os seres eternos que eu,
- sabiamente, imaginara. Todas se transformaram, violentamente, em gente igual a mim, que comete dos meus
- erros e, como eu, de felicidade em felicidade, de abraço em abraço, de ilusão em ilusão, inebriadamente,
- envelhece...
(Antônio Maria. Benditas sejam as moças: as crônicas de Antônio Maria. Rio de Janeiro, Civilização Brasileira, 2002.)
Sobre as relações morfossintáticas do texto, assinale a afirmativa correta.
INSTRUÇÃO: Leia o texto e responda às questões de 01 a 03.
Uma velhinha é uma velhinha
- Não sei se os outros pensam assim, mas, quando vejo uma velhinha e procuro imaginar que ela já tenha sido
- jovem, e tido um namorado, e feito todas as coisas a que o amor obriga, por mais que eu queira, não
- acredito. Ou, se acredito, não entendo. Porque uma velhinha é uma velhinha, tal qual uma
- rosa, que é uma rosa. Dá-me uma ideia do ser humano eterno, que sempre houve e não deixará de haver, com sua golinha de
- rendas, seu chapéu com aplicação de jasmins, seu guarda-chuva, seus sapatos de fivelas. As de Paris
- passeiam, de manhã, em Auteuil, comprando carne para os gatos, queijos e legumes para si. Passeiam seus
- cães, à tardinha, no Bois e, enquanto dão-lhes folga, discutem, umas com as outras, sobre a última e a
- próxima guerra. Queixam-se do frio, da bruma constante e, se um sinal de luz aponta para os lados de
- Versailles, dizem todas, ao mesmo tempo, numa felicíssima esperança: "vá faire beau!" Adoram o sol. Que
- engraçado vê-las ao sol! Ficam mexeriqueiras, rigorosas e bisbilhotam a vida de todas as velhinhas ausentes.
- Voltam à humildade de antes, quando o sol se cobre e a praça esfria outra vez, mandando-as para casa.
- Passava horas vendo as velhinhas de Paris. Na Ferme d'Auteuil, entre cinco e seis da tarde, tomavam seu
- chá, lentamente, e era uma delícia ouvi-las conversar. Mas nunca me consenti acreditar que houvessem sido
- mocinhas, ou que houvessem tirado aquela espécie de farda, um dia sequer, em suas vidas.
- Há pouco tempo, em um café de Friburgo, sentou-se uma velhinha para conversar. Precisava de um
- dinheiro, para caiar a casa e ajudar no casamento de uma neta. Aceitou uma xícara, beliscou de uns doces, e
- foram tantas as perguntas, que acabou contando sua vida. Tivera um namorado, andara fazendo suas
- facilidades com ele. Depois, casou com outro e, mesmo casada, facilitou também, porque não soubera
- resistir aos encantos de um primo, em Magé. Por fim, morreu-lhe o marido e, na campanha por um novo
- casamento, dera-se a duas ou três fantasias pouco recomendáveis, em senhoras viúvas. Isso representou para
- mim um choque muito grande. De repente, as velhinhas de Auteuil deixaram de ser os seres eternos que eu,
- sabiamente, imaginara. Todas se transformaram, violentamente, em gente igual a mim, que comete dos meus
- erros e, como eu, de felicidade em felicidade, de abraço em abraço, de ilusão em ilusão, inebriadamente,
- envelhece...
(Antônio Maria. Benditas sejam as moças: as crônicas de Antônio Maria. Rio de Janeiro, Civilização Brasileira, 2002.)
O texto constrói a coesão com base em diversos elementos linguísticos. Sobre esses elementos, assinale a afirmativa correta.
Para responder às questões 26 e 27, leia o fragmento do poema “Certa lenda numa tarde”, de Ernani Salomão Rosas.
"Perdi-me... toda uma ânsia me revela
sombra de Luz em corpo de olor vago,
a saudade é um passado que cinzela
em presente, a legenda desse orago"
"Errasse em densa noite de beleza,
pisasse incerto, um falso solo de umbra...
sonho-me Orfeu... o Luar que me deslumbra...
é marulho de Luz na profundeza!..."
Na frase TV Cultura produz documentário em homenagem aos 100 anos de Paulo Freire, quais termos configuram o sujeito da oração?
Para responder às questões 26 e 27, leia o fragmento do poema “Certa lenda numa tarde”, de Ernani Salomão Rosas.
"Perdi-me... toda uma ânsia me revela
sombra de Luz em corpo de olor vago,
a saudade é um passado que cinzela
em presente, a legenda desse orago"
"Errasse em densa noite de beleza,
pisasse incerto, um falso solo de umbra...
sonho-me Orfeu... o Luar que me deslumbra...
é marulho de Luz na profundeza!..."
Tendo em vista as regras de concordância, assinale a alternativa INCORRETA.
Após a leitura do enunciado apresentado a seguir, leia as assertivas:
Vou pela rua a passos rápidos
A criança perdida que fui me persegue
Não olho pra trás
Entro no primeiro ônibus
Por tristeza a procuro, pouco antes de descer
Ela vem logo atrás
Sigo pela rua e todos se perguntam quem é aquela
menininha
sozinha andando na rua.
Será que está perdida?
Quanto mais ela me segue, mais se perde
Subo em um andaime
O andaime sobe por entre os andares
A menininha fica lá embaixo parada, olhando pra cima,
e grita:
Pode subir! Eu estarei aqui te esperando
Ao pular, suas palavras tremulam em mim como um
lenço
perdido ao vento
(Ana Carolina. “Andaime”. In: Ruído Branco.)
I. Em Vou pela rua a passos rápidos o sujeito da oração é simples, assim como em Eu estarei aqui te esperando.
II. Em O andaime sobe por entre os andares, os termos sobe por entre os andares configuram o predicado da oração.
III. Em A menininha fica lá embaixo parada, os termos lá embaixo configuram o adjunto adverbial da oração.
Pode-se afirmar que:
Analise a oração e assinale a alternativa correta, referente aos tipos de sujeitos:
“Pais, professores e alunos reuniram-se para reivindicar o fato ocorrido.”
A oração abaixo pode ser classificada como:
“Solicitei que todos saíssem.”
A oração abaixo é classificada como:
“Joana não veio nem avisou.”
Relacione as colunas, quanto aos tipos de predicado:
( 1 ) Predicado verbal
( 2 ) Predicado nominal
( 3 ) Predicado verbo-nominal
( ) O pássaro adormeceu satisfeito.
( ) O gato devorou o rato.
( ) A coruja estava faminta.
Relacione as colunas e assinale a alternativa correta:
( 1 ) Sujeito Simples
( 2 ) Sujeito Composto
( 3 ) Sujeito Desinencial
( 4 ) Sujeito Indeterminado
( ) Passeamos em Florianópolis.
( ) Os problemas do professor começaram no ano anterior.
( ) A criança e o pai não sabiam aonde ir.
( ) Vive-se bem lá.
Assinale a alternativa que apresenta a classificação do termo em destaque:
“Algumas pessoas tomam cerveja.”
Analise a tirinha e responda:
(https://atividadesdeportugueseliteratura.blogspot.com/2016/11/html)
Os termos destacados são classificados como:
“Ele reside perto da escola.”
Analise a frase e assinale a opção correta, referente a classificação da palavra destacada:
“Juliana está triste.”
A oração abaixo é denominada:
“É possível que ela viaje novamente.”
Assinale a alternativa que corresponde, RESPECTIVAMENTE, às funções exercidas pelos termos em destaque no excerto a seguir:
“A misteriosa Pedra do Sino encanta e desperta a curiosidade de moradores e turistas que decidem visitá-la em uma serra localizada na comunidade Brejinho de Fátima, em Luís Correia, Litoral do Piauí. A pedra chama tanto a atenção por emitir os mesmos sons que um sino de uma igreja.”
(Disponível em: https://g1.globo.com/pi/piaui/noticia/2021/08/30/ped
ra-em-luis-correia-litoral-do-piaui-chama-a-atencao
por-emitir-som-de-sino-de-igreja.ghtml)