Questões de Concurso Comentadas sobre sintaxe em português

Questões Discursivas

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Q931816 Português
Assinale a frase que apresenta um erro de regência.
Alternativas
Q931815 Português

“Uma manhã, como um de nós estava sem tinta preta, acabou usando a azul: nascia o impressionismo.”


Sobre os componentes desse pensamento de Renoir, assinale a afirmativa correta.

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Q931811 Português
Assinale a opção que apresenta a frase em que o termo sintático sublinhado tem função sintática diferente das demais.
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Q931810 Português

“A música talvez seja o único exemplo do que poderia ter sido – se não tivessem existido a invenção da linguagem, a formação das palavras, a análise das ideias – a comunicação das almas”.


Sobre os termos sintáticos sublinhados, assinale a afirmativa correta.

Alternativas
Q931354 Português
Em qual das frases abaixo há erro de concordância?
Alternativas
Q931221 Português
Analise as afirmativas abaixo:
1. Na frase: “Ele foi, logo eu fiquei”, se colocarmos a vírgula depois da palavra “logo”, a frase mudará de sentido. 2. Solecismo é um vício de linguagem e esse vício está presente em: “Chegou ao final, naquele campeonato mundial, seleções que não estavam bem cotadas pela análise técnica. 3. Está de acordo com a norma culta a seguinte frase: “Hão de haver ainda outros campeonatos mundiais e o Brasil conseguirá a vitória”. 4. Na frase “Tua vida são essas ilusões”, a concordância verbal está correta. 5. Observe as frases: “Deverá fazer invernos rigorosos” e “Farão invernos rigorosos”. É possível afirmar que as duas frases se equivalem e ambas estão escritas corretamente quando à concordância.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
Alternativas
Q931220 Português
Leia o texto.

Dança da chuva

Você acredita na dança da chuva? Em 1998, o estado de Roraima teve quase ¼ de seu território queimado por causa de uma seca que já durava três meses. Depois de frustradas tentativa de apagar o fogo, o governo decidiu recorrer à crendice popular. Dois índios caipós, Kucrit e Mantii, foram levados do Mato Grosso até Boa Vista para executar a dança da chuva. As passagens e o hotel foram pagos pela Funai. Os pajés dançaram durante quarenta minutos, às margens do rio Curupira, pedindo chuva ao espírito de um antepassado. Para surpresa geral, a chuva veio e apagou a maior parte dos focos de incêndio.

Marcelo Duarte. O guia dos curiosos.
Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q931219 Português
Leia o texto.

Dança da chuva

Você acredita na dança da chuva? Em 1998, o estado de Roraima teve quase ¼ de seu território queimado por causa de uma seca que já durava três meses. Depois de frustradas tentativa de apagar o fogo, o governo decidiu recorrer à crendice popular. Dois índios caipós, Kucrit e Mantii, foram levados do Mato Grosso até Boa Vista para executar a dança da chuva. As passagens e o hotel foram pagos pela Funai. Os pajés dançaram durante quarenta minutos, às margens do rio Curupira, pedindo chuva ao espírito de um antepassado. Para surpresa geral, a chuva veio e apagou a maior parte dos focos de incêndio.

Marcelo Duarte. O guia dos curiosos.
Identifique abaixo as afirmativas verdadeiras ( V ) e as falsas ( F ) sobre o texto.
( ) O texto corrobora a crendice popular. ( ) A pergunta que inicia o texto é um período simples e o verbo é transitivo direto, já que o termo “dança” não está antecedido de preposição.
( ) Em “recorrer à crendice popular”, o verbo é transitivo indireto o que justifica a presença da crase diante do substantivo feminino. ( ) O termo “às margens do rio” equivale, em sentido, a “nas margens do rio” e a crase está correta. ( ) A última frase do texto apresenta um adjunto adverbial deslocado e essa estrutura frasal justifica a existência da vírgula ali posta. ( ) A regência do verbo “implicar” na frase: “Dança da chuva implica destruição de focos de incêndio na mata”, está correta.
Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.
Alternativas
Ano: 2018 Banca: PROMUN Órgão: Funcabes Prova: PROMUN - 2018 - Funcabes - Escriturário |
Q931170 Português
Assinale a alternativa em que a regência do verbo proceder contraria a norma culta da língua:
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Q931091 Português

                                                          Pensando a “motivação”

  Já é um lugar-comum dizer que a motivação é um elemento importantíssimo na tarefa de educar. “Motivar o aluno” é uma operação vista como a chave essencial do processo. Mas é preciso ter cautela quanto ao que se entende, afinal, por motivação. Se ela quer dizer algo como “corresponder a desejos ou expectativas existentes no aluno”, então não será mais do que o atendimento ao que, no fundo, já está motivado. Talvez seja o caso de aceitar que a surpresa, o passo desconhecido e o impacto do estranhamento podem ser estimulantes para o jovem se defrontar exatamente com o que é diferente do que ele já tem. Em vez de acionar nele os mecanismos de atendimento ao que já lhe interessa, não será melhor fazê-lo trilhar um caminho inédito e desafiador?

O sentido de motivar pode ser bastante conservador, ao acionar valores já mecanizados de um sistema. Começam a surgir assertivas como “isto seria mais próprio para crianças acima de dez anos” ou “os jovens de hoje preferem ouvir tal tipo de música”. Se seguirmos por esse caminho, estaremos apenas confirmando um gosto já estabelecido. A única condição que existe para se abonar o termo motivação está no aproveitamento da ideia de motivo como uma oportunidade de mover o aluno para bem mais adiante do lugar que ele próprio já determinou para instalar suas expectativas.


                                                                                (Perivaldo Ramon Gutierrez, inédito

O verbo indicado entre parênteses, ao flexionar-se, deverá concordar com o elemento sublinhado na frase:
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Q931086 Português

                     Pensamento crítico de José Saramago


      Brilhante provocador intelectual, consciência insatisfeita, duro polemista e detonador de conformismos, além de refinado analista e observador atento de seu tempo, o escritor português José Saramago assumiu, com visível energia a partir da década de 1990, a função crítica do homem de cultura envolvido pelo pulsar de seu tempo. Concernido pelo mundo e pela natureza do ser humano, empreendeu a tarefa de desestabilizar, mediante o questionamento, uma realidade social que julgou opaca, confusa e injusta.

      Saramago destacava “a necessidade de abrir os olhos” e, como Aristóteles, apegava-se à obrigação de elevar o julgamento ao nível da maior lucidez possível. Essa busca exigente das facetas ocultas da verdade – “as verdades únicas não existem: as verdades são múltiplas, só a mentira é global”, garante – o conduziria a explorar o outro lado do visível, circulando por caminhos que escapavam ao costume. Tratava-se, em resumo, de procurar enxergar com clareza, para o que se tornava iniludível a tarefa de revelar e resgatar as omissões. Iluminar e desentranhar o real constituía uma aspiração central de seu pensamento.

      Com base nesses pressupostos, enfrentou o que chamava pensamento único – ou pensamento zero, como também o qualificava – opondo-lhe a resistência de uma autêntica barricada moral e intelectual. Suas visões alternativas foram expressas com a clareza e a autonomia de um livre-pensador que reage contra as deformações dos mitos e as limitações das versões oficiais. Praticou, como o filósofo francês Voltaire, a dúvida sistemática, reagindo com firmeza à indolência da frase que diz “sábio é aquele que se contenta com o espetáculo do mundo”, defendida pelo poeta Ricardo Reis, heterônimo de Fernando Pessoa.

(Comentário sem indicação autoral ao livro As palavras de Saramago. São Paulo: Companhia das Letras, 2010, p. 453-454) 

Há ocorrência de forma verbal na voz passiva e pleno atendimento às normas de concordância na frase:
Alternativas
Q931035 Português

      Às vezes, quando vejo uma pessoa que nunca vi, e tenho algum tempo para observá-la, eu me encarno nela e assim dou um grande passo para conhecê-la. E essa intrusão numa pessoa, qualquer que seja ela, nunca termina pela sua própria autoacusação: ao nela me encarnar, compreendo-lhe os motivos e perdoo. Preciso é prestar atenção para não me encarnar numa vida perigosa e atraente, e que por isso mesmo eu não queira o retorno a mim mesmo.

      Um dia, no avião... ah, meu Deus – implorei – isso não, não quero ser essa missionária!.

      Mas era inútil. Eu sabia que, por causa de três horas de sua presença, eu por vários dias seria missionária. A magreza e a delicadeza extremamente polida de missionária já me haviam tomado. É com curiosidade, algum deslumbramento e cansaço prévio que sucumbo à vida que vou experimentar por uns dias viver. E com alguma apreensão, do ponto de vista prático: ando agora muito ocupada demais com os meus deveres e prazeres para poder arcar com o peso dessa vida que não conheço – mas cuja tensão evangelical já começo a sentir. No avião mesmo percebo que já comecei a andar com esse passo de santa leiga: então compreendo como a missionária é paciente, como se apaga com esse passo que mal quer tocar o chão, como se pisar mais forte viesse prejudicar os outros. Agora sou pálida, sem nenhuma pintura nos lábios, tenho o rosto fino e uso aquela espécie de chapéu de missionária.

                (Clarice Lispector, Encarnação involuntária. Felicidade clandestina.)

Assinale a alternativa que reescreve os trechos destacados nas passagens – ao nela me encarnar, compreendo-lhe os motivos / com o peso dessa vida que não conheço – mas cuja tensão evangelical já começo a sentir – em conformidade com a norma-padrão e expressando corretamente o sentido do texto.
Alternativas
Q931034 Português

      Às vezes, quando vejo uma pessoa que nunca vi, e tenho algum tempo para observá-la, eu me encarno nela e assim dou um grande passo para conhecê-la. E essa intrusão numa pessoa, qualquer que seja ela, nunca termina pela sua própria autoacusação: ao nela me encarnar, compreendo-lhe os motivos e perdoo. Preciso é prestar atenção para não me encarnar numa vida perigosa e atraente, e que por isso mesmo eu não queira o retorno a mim mesmo.

      Um dia, no avião... ah, meu Deus – implorei – isso não, não quero ser essa missionária!.

      Mas era inútil. Eu sabia que, por causa de três horas de sua presença, eu por vários dias seria missionária. A magreza e a delicadeza extremamente polida de missionária já me haviam tomado. É com curiosidade, algum deslumbramento e cansaço prévio que sucumbo à vida que vou experimentar por uns dias viver. E com alguma apreensão, do ponto de vista prático: ando agora muito ocupada demais com os meus deveres e prazeres para poder arcar com o peso dessa vida que não conheço – mas cuja tensão evangelical já começo a sentir. No avião mesmo percebo que já comecei a andar com esse passo de santa leiga: então compreendo como a missionária é paciente, como se apaga com esse passo que mal quer tocar o chão, como se pisar mais forte viesse prejudicar os outros. Agora sou pálida, sem nenhuma pintura nos lábios, tenho o rosto fino e uso aquela espécie de chapéu de missionária.

                (Clarice Lispector, Encarnação involuntária. Felicidade clandestina.)

Assinale a alternativa em que a substituição das expressões destacadas nas passagens – ... tenho algum tempo para observá-la / ... sucumbo à vida que vou experimentar / ... como se pisar mais forte viesse prejudicar os outros – obedece à norma-padrão de regência e emprego do sinal indicativo de crase.
Alternativas
Q931033 Português

      Às vezes, quando vejo uma pessoa que nunca vi, e tenho algum tempo para observá-la, eu me encarno nela e assim dou um grande passo para conhecê-la. E essa intrusão numa pessoa, qualquer que seja ela, nunca termina pela sua própria autoacusação: ao nela me encarnar, compreendo-lhe os motivos e perdoo. Preciso é prestar atenção para não me encarnar numa vida perigosa e atraente, e que por isso mesmo eu não queira o retorno a mim mesmo.

      Um dia, no avião... ah, meu Deus – implorei – isso não, não quero ser essa missionária!.

      Mas era inútil. Eu sabia que, por causa de três horas de sua presença, eu por vários dias seria missionária. A magreza e a delicadeza extremamente polida de missionária já me haviam tomado. É com curiosidade, algum deslumbramento e cansaço prévio que sucumbo à vida que vou experimentar por uns dias viver. E com alguma apreensão, do ponto de vista prático: ando agora muito ocupada demais com os meus deveres e prazeres para poder arcar com o peso dessa vida que não conheço – mas cuja tensão evangelical já começo a sentir. No avião mesmo percebo que já comecei a andar com esse passo de santa leiga: então compreendo como a missionária é paciente, como se apaga com esse passo que mal quer tocar o chão, como se pisar mais forte viesse prejudicar os outros. Agora sou pálida, sem nenhuma pintura nos lábios, tenho o rosto fino e uso aquela espécie de chapéu de missionária.

                (Clarice Lispector, Encarnação involuntária. Felicidade clandestina.)

Na passagem – ... então compreendo como a missionária é paciente, como se apaga com esse passo que mal quer tocar o chão, como se pisar mais forte viesse prejudicar os outros. – os termos destacados expressam, respectivamente, as ideias de
Alternativas
Q931029 Português

                Empatia: a arte de se colocar no lugar do outro


      Certamente a empatia não é uma habilidade fácil de se colocar em prática. Além de as relações humanas serem complexas, há o fato de o individualismo ser uma característica cada vez mais recorrente, em razão da escassez de tempo das pessoas para se preocupar com o próximo. A empatia, caso você não saiba, é a capacidade de se colocar no lugar do outro, de entendê-lo, de tentar compreender o que se passa em sua mente não a partir da nossa perspectiva, mas tentando pensar como ele, com as suas crenças e valores, e imaginando se teríamos a mesma atitude se estivéssemos na situação dele.

      De qualquer forma, com uma coisa todo mundo concorda: a empatia é um antídoto poderoso para esses tempos de individualismo e uma ferramenta eficaz para uma vida melhor.

      “Ver o mundo conectado no olhar do outro facilita a comunicação, cria laços, fortalece, promove a solidariedade e permite aprender com a experiência do outro”, diz a psicoterapeuta Socorro Leite. Se você deseja se relacionar saudavelmente, precisa aceitar e compreender os sentimentos e emoções das outras pessoas. “Essa conduta nos leva a agir com mais respeito, lealdade, transparência e generosidade. Afinal, todos queremos um mundo mais pacífico, justo, colaborativo e sustentável”, ressalta.

      Mas por que algumas pessoas têm a capacidade de se colocar no lugar dos outros enquanto outras não? A falta de empatia pode ser ocasionada pela falta de carinho e atenção ao longo da vida.

      Segundo pesquisa de uma universidade norte-americana, o brasileiro não está entre os povos mais empáticos do mundo. O Brasil ficou em 51° lugar na lista entre os 63 países pesquisados. A boa notícia é que a empatia pode ser aprendida. Graças à maleabilidade dos circuitos neurais do nosso cérebro, a chamada neuroplasticidade, a tendência de empatia e compaixão do cérebro nunca é fixa; ou seja, é possível reprogramá-lo para que seja mais compreensivo em pequenas escolhas do dia a dia.

                  (Gisele Bortoleto, Revista Be Bem-estar, 20-05-2018. Adaptado)

A alternativa cujo texto está redigido segundo a norma-padrão de concordância é:
Alternativas
Q930980 Português

Atenção: Considere o texto a seguir para responder à questão.


A influência da cultura na formação do cidadão

    

    Os costumes, a música, a arte e, principalmente, o modo de pensar e agir fazem parte da cultura de um povo e devem ser preservados para que nunca se perca a singularidade do coletivo.

    Durante muito tempo, o termo cultura foi estudado e acabou sendo dividido em algumas categorias. Cultura segundo a filosofia: conjunto de manifestações humanas, de interpretação pessoal, que condizem com a realidade. Cultura segundo a antropologia: soma dos padrões aprendidos, e que foram desenvolvidos pelo ser humano.

    Por ser um agente forte de identificação pessoal e social, a cultura de um povo se caracteriza como um modelo comportamental, integrando segmentos sociais e gerações à medida que o indivíduo se realiza como pessoa e expande suas potencialidades.


(Adaptado de: ALMEIDA, Heraldo. www.diariodoamapa.com.br)

Por ser um agente forte de identificação pessoal e social, a cultura de um povo se caracteriza como um modelo comportamental, integrando segmentos sociais e gerações à medida que o indivíduo se realiza como pessoa e expande suas potencialidades. (3o parágrafo)
As expressões sublinhadas estabelecem, respectivamente, relações de
Alternativas
Q930979 Português

Atenção: Considere o texto a seguir para responder à questão.


A influência da cultura na formação do cidadão

    

    Os costumes, a música, a arte e, principalmente, o modo de pensar e agir fazem parte da cultura de um povo e devem ser preservados para que nunca se perca a singularidade do coletivo.

    Durante muito tempo, o termo cultura foi estudado e acabou sendo dividido em algumas categorias. Cultura segundo a filosofia: conjunto de manifestações humanas, de interpretação pessoal, que condizem com a realidade. Cultura segundo a antropologia: soma dos padrões aprendidos, e que foram desenvolvidos pelo ser humano.

    Por ser um agente forte de identificação pessoal e social, a cultura de um povo se caracteriza como um modelo comportamental, integrando segmentos sociais e gerações à medida que o indivíduo se realiza como pessoa e expande suas potencialidades.


(Adaptado de: ALMEIDA, Heraldo. www.diariodoamapa.com.br)

Atendendo às regras de regência e preservando-se o sentido do texto, em linhas gerais, os dois-pontos, no segundo parágrafo, estarão corretamente substituídos por
Alternativas
Q930976 Português

Atenção: Considere o texto a seguir para responder à questão.


Peça teatral no Amapá retrata os conflitos e superações da mulher contemporânea


“Mulher do Fim do Mundo” ficará em cartaz nos dias 20 e 27 de outubro, no Sesc Araxá. Entrada é franca e a classificação é 16 anos.


Por Rita Torrinha, G1 AP, Macapá
20/10/2017 09h10 Atualizado 20/10/2017 09h29

    Uma montagem solo amapaense traz à reflexão a figura da mulher contemporânea como resistência de luta e superação. “Mulher do Fim do Mundo” será a atração nos dias 20 e 27 de outubro no salão de eventos do Sesc Araxá, em Macapá.
    A peça tem a assinatura da Associação Artística Casa Circo, que foi premiada este ano. Jones Barsou, diretor do espetáculo, diz que esse olhar sobre a mulher é feito de forma brutal, que se ameniza ou se agita ainda mais com momentos de dança.
    O texto é forte e fala da mulher diante de seus conflitos internos. A atriz, bailarina e artista circense Ana Caroline é quem dá vida à personagem.
    “A todo o momento a mulher é obrigada a impor uma política que valide o seu corpo e o seu discurso enquanto ser significante na sociedade. Essa condição seria desnecessária se a vida de cada pessoa fosse restrita a ela”, comenta Barsou.

Serviço
Mulher do Fim do Mundo
Data: 20 e 27 de outubro
Horário: 20h
Local: salão de eventos do Sesc Araxá − Rua Jovino Dinoá, bairro Araxá
Classificação: 16 anos
Entrada franca

(Texto adaptado. Disponível em: https://g1.globo.com)
O verbo e seu sujeito estão sublinhados em:
Alternativas
Q930928 Português
As regras de concordância estão respeitadas na frase:
Alternativas
Q930926 Português

Atenção: Considere o texto a seguir para responder à questão.


Panorama do falar amapaense


    Um atlas linguístico tem por finalidade registrar a diversidade na forma de falar do povo de uma região geograficamente definida. No Brasil, a língua portuguesa apresenta diversidades que estão relacionadas, entre outros aspectos, às diferentes formas de colonização das regiões. Não há uma língua portuguesa padronizada, única, falada do Oiapoque ao Chuí.

    O primeiro atlas linguístico brasileiro – Atlas prévio dos falares baianos – foi publicado em 1963, por Nelson Rossi. Nem mesmo dentro dos limites de cada região há uma uniformidade de falares. A partir de 1996, com o lançamento do projeto “Atlas Linguístico do Brasil”, houve um aumento significativo de publicações de atlas regionais e estaduais por todo o país. Na Região Norte, aos dois primeiros atlas publicados, do Pará e do Amazonas, veio somar-se o Atlas linguístico do Amapá, lançado em 2017 pela editora Labrador, fruto do trabalho conjunto desenvolvido pelo pós-doutor em linguística pela Université de Toulouse e pesquisador da UFPA, Abdelhak Razky, pela docente da UNIFAP, Celeste Maria da Rocha Ribeiro, e pelo doutorando pela UFPA, Romário Duarte Sanches.

    O atlas possibilita vislumbrar o panorama da realidade linguística do Amapá, buscando contribuir para o entendimento mais coerente da língua e de suas variantes e preocupando-se também em eliminar a visão distorcida que tende a privilegiar uma variante, geralmente a mais culta, e estigmatizar as demais.


(Adaptado de: PINTO, Walter. Disponível em: www.beiradorio.ufpa.br)

Um trecho do texto contendo uma construção em que se estabelece relação de causa e efeito está em:
Alternativas
Respostas
29581: D
29582: C
29583: E
29584: C
29585: C
29586: D
29587: E
29588: C
29589: A
29590: A
29591: E
29592: A
29593: B
29594: D
29595: D
29596: D
29597: A
29598: A
29599: A
29600: B