Questões de Concurso
Comentadas sobre sintaxe em português
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• Como sempre se deslocavam pela cidade de carro... (1° parágrafo)
• Mas isso depende de treino e prática... (2° parágrafo)
Os termos destacados nos trechos do texto apresentam, correta e respectivamente, relação de:
Leia o fragmento seguinte para responder à questão.
“Um dia ela se move e tira o peito da nossa boca. Aí, a gente dá uma babada, olha em volta, reclama porque não está vendo o seio da mãe, não está vendo aquele organismo materno alimentando toda a nossa gana de vida,...” (linhas 25-28).
Leia o fragmento seguinte para responder a questão.
“Esses dois componentes são modulados pelas culturas e pelas sociedades, mas não é sobre modulação cultural que irei discorrer: antes de mais nada, tentarei indicá-los.”(linhas 18-19)
Leia o trecho abaixo para responder à questão.
“Com ela, a leitura da palavra foi a leitura da ‘palavramundo’”. (linhas 34-35)
I – O sintagma “nos momentos de agruras espirituais [...]” (primeiro parágrafo) funciona como expressão indicativa de tempo, desempenhando o papel de um adjunto adverbial de tempo.
II – O conectivo “mas”, no segmento [...] mas que nos ajuda a significar nossas circunstâncias. (2º parágrafo), corresponde a uma conjunção coordenativa que expressa relação semântica de oposição, adversidade.
III – O conectivo “se”, no segmento “Se isto nos for possível de estabelecer, então os clássicos seguirão cumprindo seus papéis [...] (2º parágrafo), corresponde a uma conjunção coordenativa que estabelece o sentido de causa necessária para o fato enunciado.
IV – Os pronomes “elas” e “outras”, nos segmentos “elas nos mostram” e “unidas a todas as outras que nos cercam” (2º parágrafo), estabelecem relações referenciais anafóricas e retomam expressões apresentadas no texto, evitando repetição desnecessária.
É CORRETO o que se afirma em:
Para responder à questão, leia a tirinha a seguir. Em seguida, faça o que se pede:

Disponível em https://www.umsabadoqualquer.com/tirinhas, acesso em: 12 jul. 2022.
A respeito da tirinha acima, no que tange sobretudo à regência do verbo “saber”, julgue as afirmativas a seguir:
I – A preposição “de” poderia ser retirada do primeiro quadrinho, sem provocar profundas alterações de ordem semântica;
II - A preposição “de” poderia ser retirada do primeiro quadrinho, provocando alterações de natureza sintática;
III - A preposição “de” não poderia ser retirada do primeiro quadrinho, pois isso provocaria inadequação na regência verbal;
IV - A preposição “de” poderia ser retirada do primeiro quadrinho, o que provocaria não apenas profundas alterações de ordem semântica, mas também alterações de natureza sintática.
Está(ão) CORRETA(S) a(s) afirmação (ões):
A vírgula deve ser usada para separar, em geral, [...] as orações adverbiais que vêm antes ou no meio da sua principal.
(BECHARA, Evanildo. Moderna Gramática Portuguesa. 37. ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2009.)
Indique a frase em que se aplica essa regra de uso de vírgula.
A questão se referem ao texto a seguir.
TEXTO
“Tudo errado, mas tudo bem”
Por Salvador Nogueira
É difícil precisar quando nasceu o negacionismo sobre a mudança climática. Mas dá para dizer que ele surgiu de mãos dadas com a própria constatação do aquecimento global.
Era 1997. O tema era quase desconhecido do público, e os maiores interessados no fenômeno, as companhias de petróleo, queriam saber o quanto deviam se preocupar com ele. James Black, cientista sênior da Exxon, trouxe uma mensagem reta aos diretores da petroleira. Avisou que havia um consenso científico de que a maneira mais provável pela qual a humanidade está influenciando o clima é por meio da liberação de CO2 com a queima de combustíveis fósseis. No ano seguinte, 1978, ele já alertava que a duplicação da quantidade de CO2 na atmosfera elevaria as temperaturas médias globais em dois a três graus – número consistente com o consenso atual.
A Exxon ouviu o recado. E fingiu ter entendido o exato oposto. Quando, dez anos depois, o cientista da Nasa, James Hansen, participou de uma audiência no Congresso americano para dizer que o aquecimento produzido pelo homem era uma realidade, a reação de um conglomerado de empresas de petróleo, gás e carvão foi fundar a Coalizão Global do Clima. A Exxon estava no meio. E a missão inconfessa (mas documentada) do projeto era basicamente lançar dúvidas – sobre a realidade das mudanças climáticas e sobre o papel humano no fenômeno.
O cientista Kenneth Kimmel, que expôs a manipulação, em 2015, contou que um memorando trocado entre as companhias diz: “A vitória virá quando o cidadão médio estiver incerto sobre a ciência do clima”.
Fundada em 1989, a tal Coalização Global do Clima foi dissolvida em 2002. Mas os milhões de dólares promovendo o negacionismo foram suficientes para fazer com que o então presidente americano George W. Bush, alegando prejuízos à economia e incertezas científicas, retirasse, em 2001, os Estado Unidos da América do Protocolo de Kyoto, primeira tentativa de promover de forma multilateral a redução das emissões de gases–estufas por todos os países.
Mais de uma década depois, a história se repetiria com o Acordo de Paris. Assinado em 2015 por Barack Obama, ele foi rejeitado por Donald Trump. Agora, com Joe Biden, o país voltou, tentando recuperar o tempo perdido. No âmbito da ciência, a única coisa que mudou nos últimos 40 anos foi o grau de convicção de que as mudanças climáticas são uma realidade. E nem é mais questão de futuro. A Terra já aqueceu 1°C enquanto o pessoal semeava suas falsas incertezas.
Superinteressante, jun/2021. [texto adaptado]
James Black, cientista sênior da Exxon, trouxe [1] uma mensagem reta aos diretores da petroleira. Avisou [2] que havia um consenso científico de que a maneira mais provável pela qual a humanidade está influenciando o clima é por meio da liberação de CO2 com a queima de combustíveis fósseis.
Em relação aos verbos em destaque, é correto afirmar:
Para responder a questão, considere o período a seguir.
A Terra já aqueceu 1°C enquanto o pessoal semeava suas falsas incertezas
Para responder a questão, considere o período a seguir.
A vitória virá quando o cidadão médio estiver certo sobre a ciência do clima.
TEXTO 1
Todo esse trecho de Alencar antecipa de quase 150 anos as questões de que hoje tratam linguistas, filólogos, gramáticos, escritores e jornalistas.
A ocorrência da preposição em destaque, nesse contexto, é justificada, sintaticamente, pela
TEXTO 1
Admitidos na linguagem diária, muitos desses estrangeirismos mais usados podiam ser acomodados à pronúncia e grafia do português [...]
O trecho em destaque indica relação de subordinação
Desde que termos estrangeiros são introduzidos em um país pela necessidade e tornam-se indispensáveis nas relações civis, a língua, que os recebe em seu vocabulário, reage, por uma lei natural sobre a composição etimológica, para imprimir-lhe o seu próprio caráter morfológico.
Uma nova redação para esse período, com alterações na flexão de número de alguns termos, está sintaticamente adequada em:
Desde que termos estrangeiros são introduzidos em um país pela necessidade e tornam-se indispensáveis nas relações civis, a língua, que os recebe em seu vocabulário, reage, por uma lei natural sobre a composição etimológica, para imprimir-lhe o seu próprio caráter morfológico.
Em relação às orações subordinadas desenvolvidas, é correto afirmar que há
TEXTO 1
Admitidos na linguagem diária, muitos desses estrangeirismos mais usados podiam ser acomodados à pronúncia e grafia do português, que os recebia; aportuguesavam-se, apesar da crítica de juízes mais exigentes.
Sobre o uso das palavras em destaque, é correto afirmar:
TEXTO 1
Uma concepção antiga de língua “pura” via com maus olhos esses empréstimos exóticos, oriundos de outras línguas, fazendo exceção àquele que viesse do latim e do grego. Ocorre que não há língua de cultivo puro, sem o auxílio do patrimônio de outras línguas, com as quais um idioma entra em contato.
A expressão em destaque estabelece uma relação de
A
[...] aumenta-se perigosamente o apoio à formulação de uma espécie de "index prohibitorum" digital [...]
B
[...] coube à sociedade civil ampliar os seus limites na prática.
Sobre os segmentos em destaque, é correto afirmar: