Questões de Concurso Sobre sílaba: monossílabos, dissílabos, trissílabos, polissílabos em português

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Q1859770 Português
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.


Sobre o uso de acento gráfico em vocábulos do texto, considere o fragmento que segue e as afirmações subsequentes, assinalando V, se verdadeiro, ou F, se falso.
    ‘No dicionário, inquietude é explicada como “falta de sossego”. Só aquilo que nos inquieta, chama nossa atenção e nos gera um certo incômodo é capaz de nos tirar da inércia para resolvermos ou aprimorarmos o que for necessário. Observar a inquietude por esse ângulo de "potência a ser revelada" pode nos levar além, pois revela a direção de para onde nossa alma está apontando para criar e atuar’.
( ) ‘dicionário’, ‘inércia’, ‘necessário’ e ‘potência’ são acentuados em virtude da mesma regra.
( ) ‘incômodo’ e ‘ângulo’ são acentuados por serem proparoxítonos.
( ) São exemplos de oxítonos que devem ser acentuados: ‘está’ e ‘além’.
( ) é e só são monossílabos tônicos acentuados.
( ) é, ‘incômodo’, ‘inércia’, ‘potência’ e ‘está’ são palavras que, se retirados os acentos gráficos continuam a existir na Língua Portuguesa; entretanto, assumindo outra classe gramatical.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Alternativas
Q4430289 Português
O texto a seguir foi extraído da obra O Abolicionismo, escrita pelo diplomata Joaquim Nabuco à época da escravidão no Brasil. Leia-o atentamente para responder as próximas questões.


“No princípio da nossa colonização, Portugal descarregava no nosso território os seus criminosos, as suas mulheres erradas, as suas fezes sociais todas, no meio das quais excepcionalmente vinham emigrantes de outra posição. No século XVI ou XVII o espírito de emigração não estava bastante desenvolvido em Portugal para mover o povo, como desde o fim do século passado até hoje, a procurar na América portuguesa o bem-estar e a fortuna que não achava na Península. Os poucos portugueses que se arriscavam a atravessar o oceano à vela e a ir estabelecer-se nos terrenos incultos do Brasil, representavam a minoria dos espíritos aventureiros, absolutamente destemidos, indiferentes aos piores transes na luta da vida, minoria que em Portugal, hoje mesmo, não é grande e não podia sê-lo, há dois ou três séculos. Apesar de se haver estendido pelo mundo todo o domínio português à América do Sul, à África ocidental, austral e oriental, à Índia e até à China, Portugal não tinha corpo, nem forças, para possuir mais do que nominalmente esse imenso império. Por isso, o território do Brasil foi distribuído entre donatários sem meios, nem capitais, nem recursos de ordem alguma, para colonizar as suas capitanias, isto é, de fato entregue aos jesuítas. A população européia era insignificante para ocupar essas ilimitadas expansões de terra, cuja fecundidade a tentava. Estando a África nas mãos de Portugal, começou então o povoamento da América por negros; lançou-se, por assim dizer, uma ponte entre a África e o Brasil, pela qual passaram milhões de africanos, e estendeu-se o hábitat da raça negra das margens do Congo e do Zambeze às do São Francisco e do Paraíba do Sul. A africanização do Brasil pela escravidão é uma nódoa que a mãe-pátria imprimiu na sua própria face, na sua língua, e na única obra nacional verdadeiramente duradoura que conseguiu fundar. Se Portugal tivesse tido no século XVI a intuição de que a escravidão é sempre um erro, e força bastante para puni-la como crime, o Brasil não se teria tornado no que vemos; seria ainda talvez uma colônia portuguesa, mas estaria crescendo sadio, forte e viril como o Canadá e a Austrália”.

(Trecho com adaptações).
 Analise as alternativas a seguir e marque a que indica APENAS palavras proparoxítonas que aparecem no texto.
Alternativas
Q4394436 Português
Ainda, com relação ao TEDE, observe a imagem, abaixo:

bra   fli   gro   dru   cle   tri

Pela sequência, a/o Psicopedagoga(o) está avaliando o:
Alternativas
Q4386633 Português

Leia o texto a seguir.



Experiência X Tempo



    Uma reflexão: O mais bonito que vejo nesse meu tempo de vida e experiência é que: Ouvimos sempre esta frase: "Você ainda está novo(a). Tem muito o que aprender". Acho-a preconceituosa demais, pois somos eternos aprendizes. A experiência nos ensina muito, mas não quer dizer que os "novos" não têm aprendizado. Há "velhos" novos ainda para o que fazem, pois não desenvolveram o tanto o que fizeram por falta de afinco com o ofício e com a vida. Há "novos" já velhos no que fazem, não como ultrapassados, mas experientes, ainda que estejam no princípio de jornada, pois fazem com prazer, com amor, e isso os transformam muito mais ricos em conhecimento do que muitos velhos de estrada e bem inocentes em suas bagagens de sabedoria.



    Assim digo, não uso essa frase em relação à idade ou a tempo da pessoa em algum lugar ou ofício, uma vez que aprendo com tantos novos, mas já "velhos" experientes, pelo amor e dedicação naquilo que exercem, e deixo de aprender com "velhos" de estrada, mas bem inocentes de experiências, por não exercerem o ofício com prazer e não reconhecerem que somos eternos alunos de nós mesmos e da vida. A sabedoria está nos eternos aprendizes e, aqueles que já se sentem sábios o suficiente, por já estarem "velhos" no que fazem, acabam por serem engolidos pela ignorância do não precisar aprender mais.



MENDONÇA, Tulius

Todas as palavras retiradas do texto são paroxítonas, EXCETO: 
Alternativas
Q4386630 Português

CONTO DE FANTASMAS



    Quando a Velhinha entrou na Livraria e perguntou se havia Livros que ensinassem a conversar com Fantasmas, todos nos surpreendemos. Era uma velha daquelas que se veem sorridentes em propagandas de plano de Saúde e certamente pareceria mais verossímil procurando livros de Tricô ou culinária. Mas fantasmas, não.



    A mulher explicou à Vendedora, que, surpresa, a levou aos livros esotéricos, sob o olhar sorridente da Clientela próxima.



    “Até sábado passado eu não acreditava em fantasma.” – disse – “Mas nesse dia, de repente, eles começaram a aparecer. Moro só. Só eu e meus Gatos.” – comentou, enquanto folheava livros a esmo. Todos nos aproximávamos disfarçadamente. Pessoas cúmplices entre desconhecidos, todos interessados neste Assunto novo e inaudito.



    “Sábado, quando acordei, estavam sentados no Sofá da Sala. Não eram fantasmas de Lençol, nem daqueles que aparecem em Filmes de Terror. Eram fantasmas comuns, daquela palidez triste que não se encontra entre os Vivos.” – e já todos ríamos meio abertamente, pensando no quanto a solidão mexe com as Pessoas, ao tempo em que a velha escolhia dois livros sem maior critério.



    “Conversamos Horas, desde então. Há Anos ninguém conversava tanto comigo e com os gatos.” – e nós, rindo de tudo, sabendo que devíamos nos condoer, enquanto a vendedora pegava os livros e levava-os ao Caixa.



    “Ontem, me falaram que eu era especial, depois foram embora.” – “e eu não soube o que queriam dizer com isso. Por esta razão, quero os livros: para entender melhor nossa próxima conversa.”



    O Senhor ao meu lado riu alto, como se lhe contassem uma Piada. Estávamos todos divertidos com a História da velha; a Culpa era para depois. “Quero entender por que sou especial”, – questionou, quando todos nós já ríamos indisfarçados.



    Mas quando a velha pagou os livros e desapareceu no Ar, no meio da livraria, todos paramos de rir.



Disponível em: www.henriqueschneider

As palavras: alguém, difícil e alcoólicas, quanto à acentuação tônica, são classificadas, respectivamente, como: 
Alternativas
Q4386343 Português
Quanto ao número de sílabas, a palavra Lambari é classificada como:  
Alternativas
Q4386327 Português

Leia o texto a seguir para responder a questão


Os anéis olímpicos



    O símbolo dos jogos olímpicos é composto por cinco anéis entrelaçados, com as cores azul, amarelo, preto, verde e vermelho sobre um fundo branco.



    As cores utilizadas nos cinco anéis da bandeira foram escolhidas devido a frequência em que aparecem nas bandeiras das diversas nações do mundo. Pelo menos uma das cores está presente em cada bandeira, dessa forma, além de simbolizar a união dos cinco continentes, integra os países.



    Cada anel representa um continente, sendo o azul correspondente a Europa, o amarelo a Ásia, o preto a África, o verde a Oceania e o vermelho as Américas.

A sílaba tônica da palavra OLÍMPICOS é:
Alternativas
Q4375625 Português
Assinale a opção em que a divisão de sílaba não está correta: 
Alternativas
Q4375624 Português
Indique qual a alternativa apresenta corretamente uma palavra dissílaba, uma monossílaba e uma polissílaba: 
Alternativas
Q4371862 Português
Com relação à classificação das palavras quanto à separação e o número de sílabas, podemos dizer que se trata de uma palavra: 
Alternativas
Q4368426 Português
Por que este texto pode mudar seu cérebro — as descobertas da neurociência sobre a leitura

    O título deste texto pode parecer pretensioso, mas ele reafirma um fato científico: a leitura muda a química, a física, o funcionamento e a anatomia do nosso cérebro. A questão é o quanto o ato de ler consegue transformá-lo. Para o neurobiólogo espanhol Francisco Mora, isso depende do texto conseguir despertar nossa curiosidade e, sobretudo, as emoções. "Você só pode aprender o que ama", afirmou Mora em seu livro Neuroeducación, publicado há 8 anos. Este ensaio sobre como a ciência do cérebro pode melhorar o ensino e o aprendizado já vendeu mais de 48 mil cópias e acaba de chegar à sua terceira edição.
    No ano passado, o autor, que também é professor universitário, publicou Neuroeducación y lectura (Neuroeducação e leitura), buscando se aprofundar no que considera "a verdadeira grande revolução humana": a capacidade de ler. Antes de sua palestra no evento Hay Festival Arequipa, no Peru, Mora conversou com a BBC News Mundo (serviço em espanhol da BBC) sobre o cérebro, a educação e a leitura. Resumimos a conversa aqui em quatro pontos principais.
1. Ler é um processo artificial e recente
    "Conquistamos a capacidade de falar por meio de processos de mutação genética com o Homo habilis, há cerca de 2 a 3 milhões de anos", diz Mora. Desde então, nós nascemos com circuitos neurais da linguagem — embora seja importante lembrar que só aprendemos a falar mediante o contato com os outros. "Pode-se dizer que nascemos com um disco cerebral no qual podemos gravar, mas que ficará vazio se nada for gravado nele", escreveu Mora em Neuroeducación y lectura. A leitura nasceu há cerca de 6 mil anos com a necessidade de se comunicar além das tribos e vilarejos, onde imperava o curto alcance do boca a boca. Além disso, sua base não é genética, mas artificial — ou melhor, cultural.
    "Ler é um processo que, por não ser geneticamente codificado (e, portanto, não transmitido de pais para filhos), se repete arduamente em cada ser humano e exige um trabalho duro de aprendizado e memória" que leva anos, quando não a vida inteira, explica no livro. Mas "árduo" não significa "sofrido", diz Mora, que aos 4 anos começou a ser submetido ao "castigo da leitura no colégio" pelo desconhecimento de seus educadores sobre como funciona o cérebro.
2. Aprender a ler muito cedo não torna alguém mais inteligente
    As crianças são "verdadeiras máquinas de aprendizagem" desde o útero, escreve o pesquisador. Na verdade, "o ser humano precisa aprender quase tudo". Ler é um dos grandes marcos no desenvolvimento infantil, algo que enche os pais de orgulho... ou de preocupação. "Quando uma mãe percebe que seu filho de 5 anos ainda tem dificuldade para aprender a ler e que a criança vizinha de 4 anos do outro lado da rua já lê com fluência, ela pode se perguntar: o meu filho é mais desajustado?", exemplifica o autor.
    Acontece que a neurociência tem mostrado que, para aprender a ler, certas partes do cérebro devem ter amadurecido antes. Isso pode acontecer já aos 3 anos de idade, mas em geral se consolida quando as crianças têm 6 ou 7 anos. Por isso, Mora defende que a leitura comece a ser ensinada formalmente aos 7 anos, "uma idade em que, quase certamente, as áreas cerebrais básicas para a leitura estão suficientemente desenvolvidas e maduras em todas as crianças".
    "Esta é precisamente a idade em que se começa a aprender a ler em um país tão avançado na educação quanto é a Finlândia." Esse é um dos exemplos que o pesquisador mais gosta de usar para explicar a importância da neuroeducação, ou seja, uma educação baseada no funcionamento do cérebro. Além do risco de gerar sofrimento e frustração ao colocar uma criança para aprender a ler prematuramente, isso é ineficaz quanto a resultados futuros.
    Em outras palavras, esse início precoce não gera uma vantagem acadêmica nem torna alguém mais inteligente. Por outro lado, há algo a ser feito para ajudar no amadurecimento do cérebro, que tem um componente genético, mas também cultural: crescer com pais que leem traz "uma dimensão emocional que facilita muito o aprendizado da leitura". 3. A internet está gerando um problema de atenção
    "Ninguém duvida que a internet foi uma revolução cultural, criando uma 'era digital' em que a leitura não só é feita mais rapidamente, mas também de uma forma diferente", escreve Mora em Neuroeducación y lectura. Diversos estudos sobre os efeitos da internet nos cérebros de crianças e adolescentes têm mostrado efeitos negativos, desde a diminuição da empatia ao enfraquecimento da capacidade de tomar decisões. 
   Conforme explica o autor em Neuroeducación, para ler precisamos inibir temporariamente "99% de tudo o que normalmente pensamos ou que entra no nosso cérebro e prestarmos atenção em apenas 1% disso". Além disso, ler exige tempo. Já navegar na internet "requer um foco de atenção muito curto e que está em constante mudança". Isso, diz o espanhol, está debilitando um dos muitos tipos de atenção que existem: a atenção executiva. "É aquela que você precisa quando está fazendo um plano de trabalho, aquela que precisa para estudar", explica, acrescentando que se trata de uma atenção "sustentada" e "repousada". Há até quem fale de uma nova forma de atenção, a digital.
    Mora reconhece que hoje não faz sentido memorizar a data de nascimento de uma personalidade histórica, quando o Google pode responder isso rápida e corretamente — mas isso não significa que a memória deixou de ser importante na sala de aula. "É preciso memorizar, e muito, porque suas memórias são o que você é", diz ele. "Não é bom lembrar alguma poesia ou o trecho de algum livro que vá embelezar sua fala?" "Essa é uma dimensão importante da sua individualidade, daquilo que o torna diferente."
4. Ler muda o cérebro (e você)
    Embora o cérebro não seja geneticamente projetado para ler, esse órgão tem uma propriedade fundamental para isso: a plasticidade. A palavra vem do grego "plastikós", que significa "mudança" ou "modelagem". Aprender a ler altera principalmente uma parte do cérebro que tem a função também de identificar formas e detectar rostos — na mesma medida, com a leitura, começamos a processar e construir palavras. "O que (o professor) ensina tem a capacidade de mudar o cérebro das crianças em sua física e química, em sua anatomia e fisiologia, fazendo aumentar algumas sinapses, eliminando outras, formando circuitos neurais cujas funções se expressam no comportamento", escreve Mora em Neuroeducación.
    Mas as transformações não acontecem apenas no nível fisiológico: como diz o autor em seu outro livro, Neuroeducación y lectura, "uma pessoa muda não só com o vivido, mas também com o lido". "Ler não é um ato passivo de absorção do que está escrito em determinado documento ou livro, mas um processo ativo, ou até recreativo ('criar novamente'), em relação ao descrito ali." Como escreveu o filósofo italiano Umberto Eco, em uma citação que Mora adora lembrar: "Quem não lê, aos 70 anos terá vivido apenas uma vida. Quem lê, terá vivido 5 mil anos. Ler é uma imortalidade retroativa."

Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/geral-59129496 Acesso em 13 de novembro de 2021.
Assinale a alternativa na qual todas as palavras sejam proparoxítonas: 
Alternativas
Q4365801 Português
Brasil registra alta de 50% em internações por Covid em crianças de até 9 anos

    Em seis meses, o Brasil registrou um aumento de 50% em internações de crianças menores de 9 anos com quadro de Covid-19. Os dados do Ministério da Saúde mostram o total de 15.483 casos de janeiro a julho de 2021. De abril a dezembro de 2020, foram registrados 10.352 atendimentos no Sistema Único de Saúde (SUS).
    Para especialistas, crianças continuam sendo menos afetadas com a doença, mas a situação acende um alerta para o reforço dos cuidados nessa faixa etária, diante das flexibilizações, cada vez mais aceleradas.
   O pediatra infectologista Márcio Nehab, médico do Instituto Fernandes de Figueira (IFF), da Fiocruz, explica que um dos principais fatores, provavelmente, é que as crianças voltaram às atividades normais. “As crianças voltaram a ir para as escolas. E aí, obviamente, com maior quantidade de crianças circulando, frequentando clubes, parques, praças e jardins, a infecção viral, que sempre ocorreu entre eles, voltou a acontecer. Então essa é uma possibilidade.”, conta Nehab.
  Já para o presidente do Departamento Científico de Imunizações da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), Renato Kfouri, o calendário da vacinação adulta é extremamente importante para o controle dessa transmissibilidade. “As crianças e os adolescentes representam menos de 1,5% do total de internações e 0,34% do total de óbitos. Continuam sendo afetadas desproporcionalmente em relação aos adultos. Daí a importância de primeiro vacinarmos os adultos para iniciarmos depois a vacinação dos adolescentes, onde a doença também não é negligenciável. Apesar de proporcionalmente o número ser menor, o número de casos justifica a vacinação com imunizantes seguros e aprovados.”
    Kfouri completou que o comportamento da Covid-19 continua o mesmo nas crianças e adolescentes. Segundo o médico, este ano, registramos muito mais casos, hospitalizações e óbitos do que em 2020, em todas as faixas etárias.

Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/saude/brasil-registra-alta-de-50-eminternacoes-por-covid-em-criancas-de-ate-9-anos/ Acesso em 08 de outubro de 2021 
Assinale a alternativa que apresente uma palavra com mais de três sílabas: 
Alternativas
Q4360266 Português
O texto abaixo servirá de base para responder a questão.


CONTINHO


Era uma vez um menino triste, magro e barrigudinho, do sertão de Pernambuco. Na soalheira danada de meio-dia, ele estava sentado na poeira do caminho, imaginando bobagem, quando passou um gordo vigário a cavalo:

_ Você aí, menino, para onde vai essa estrada?

_ Ela não vai não: nós é que vamos nela.

_ Engraçadinho duma figa! Como você se chama?

_ Eu não me chamo não, os outros é que me chamam de Zé.


(Paulo Mendes Campos. Crônica 1. São Paulo: Ática, 2002.p.76)
Marque a alternativa com informação INCORRETA.
Alternativas
Q4360264 Português
O texto abaixo servirá de base para responder a questão.


CONTINHO


Era uma vez um menino triste, magro e barrigudinho, do sertão de Pernambuco. Na soalheira danada de meio-dia, ele estava sentado na poeira do caminho, imaginando bobagem, quando passou um gordo vigário a cavalo:

_ Você aí, menino, para onde vai essa estrada?

_ Ela não vai não: nós é que vamos nela.

_ Engraçadinho duma figa! Como você se chama?

_ Eu não me chamo não, os outros é que me chamam de Zé.


(Paulo Mendes Campos. Crônica 1. São Paulo: Ática, 2002.p.76)
Marque a alternativa com informação CORRETA.
Alternativas
Q4356140 Português
Assinale a alternativa que apresenta uma explicação incorreta para o uso do acento nas palavras em destaque. 
Alternativas
Q4355197 Português
Assinale a alternativa que apresenta a mesma ordem para a utilização do acento gráfico: 
Alternativas
Q4327916 Português
Assinale a alternativa que apresenta uma palavra com uma sílaba. 
Alternativas
Q4327915 Português
Assinale a alternativa que apresenta uma palavra com três sílabas. 
Alternativas
Q4325710 Português

Qual a alternativa em que todas as palavras têm a mesma classificação no que se refere ao número de sílabas: 

Alternativas
Q4325576 Português
Qual alternativa em que não houve erro na separação de sílabas: 
Alternativas
Respostas
541: A
542: D
543: D
544: D
545: C
546: C
547: B
548: B
549: A
550: B
551: B
552: C
553: B
554: A
555: E
556: B
557: A
558: E
559: B
560: B