Questões de Concurso Sobre sílaba: monossílabos, dissílabos, trissílabos, polissílabos em português

Foram encontradas 827 questões

Q4378895 Português
Considerando a classificação das palavras quanto ao número de sílabas, assinalar a alternativa que apresenta uma palavra monossílaba. 
Alternativas
Q4377026 Português
Existe uma maneira correta de se pronunciar a palavra “recorde”? É bom você se atualizar!


  Qual é a maneira correta de se pronunciar a palavra recorde? “Récorde” ou “recórde”? Um procurador do Ministério Público de Minas Gerais entrou com uma ação de 10 milhões de reais contra a Rede Globo por “pronúncia errada” da palavra. Faltou o procurador procurar direito.

   A palavra recorde é paroxítona (“recórde”), mas a pronúncia como proparoxítona (“récorde”) já é aceita há um bom tempo pelos dicionários – e é a mais usada no país. O Dicionário Houaiss, o mais respeitado do país, diz assim no verbete: “No Brasil, ocorre também como palavra proparoxítona: récorde.”.

   A discussão é bastante antiga. Já em 2008, o jornalista e escritor Sérgio Rodrigues tratava desse tema em artigo na “Revista da Semana”: “Afinal, devemos falar récorde, palavra proparoxítona, como a maioria dos locutores e comentaristas da TV? Ou, seguindo a recomendação de dez entre dez sábios, recórde, paroxítona? Trata-se de um caso clássico em que a língua da vida real vai para um lado e a dos estudiosos para o outro.” (…)

  “Em seu Dicionário de palavras e expressões estrangeiras, Luís Augusto Fischer observa com bom humor que há ‘duas pronúncias: a que os gramáticos preferem, rreCÓR-dji, ou a do resto da humanidade, RRÉ-cor-dji’. É mais ou menos isso. Basta substituir, na frase de Fischer, “o resto da humanidade” por “a maioria dos brasileiros” que ela fica perfeita. (…)

  “Como a língua falada sempre tem precedência sobre a escrita, é possível que um dia tal desacordo entre grafia e pronúncia seja resolvido com o acréscimo de um acento agudo. Mas também não é impossível que se eternize como idiossincrasia, algo comum na zona de fronteira das palavras que migram de um idioma a outro. Se show virou um vocábulo corriqueiro sem que sua estrangeiríssima grafia fosse – como provavelmente jamais será – adaptada, tudo pode acontecer.”


Fonte: Guia dos Curiosos. Adaptado.
Assinalar a alternativa que indica a divisão silábica de “idiossincrasia” foi feita CORRETAMENTE.
Alternativas
Q4376207 Português
O Brasil construiu, ao longo de décadas, um dos programas de imunização mais bem-sucedidos do mundo — bom o bastante para que gerações inteiras não soubessem mais o que é ver uma criança morrer de coqueluche.
Com base nas regras de acentuação, analise as afirmativas a seguir.
I. O vocábulo 'construiu' não recebe acento gráfico, pois, embora o 'i' tônico forme hiato com a vogal anterior, está acompanhado da letra 'u'.
II. O vocábulo 'década' está corretamente acentuado por ser uma palavra proparoxítona, assim como ocorre nos vocábulos 'crisântemo', 'tépido' e 'cheiíssimo', todos acentuados corretamente pela mesma regra.
III. O vocábulo 'mais' apresenta a mesma acentuação tônica do vocábulo 'pneu', além disso, possui a mesma classificação quanto ao número de sílabas.
IV. O vocábulo 'para' não recebe acento gráfico tanto quando empregado como preposição quanto quando empregado como forma verbal. Também sofreram alteração na acentuação gráfica as formas verbais 'delinquo', anteriormente grafada com acento sobre o 'u', e 'apoia', anteriormente acentuada em razão do ditongo aberto.
Assinale a alternativa CORRETA que apresenta a sequência que preenche corretamente os itens acima, de cima para baixo.
Alternativas
Q4374406 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Garnier


Crônica publicada por Machado de Assis em outubro de 1893, após a morte do livreiro e editor B. L. Garnier, cuja livraria funcionava na Rua do Ouvidor, no Rio de Janeiro.


Durante meio século, Garnier não fez outra coisa, senão estar ali, naquele mesmo lugar, trabalhando. Já enfermo desde alguns anos, com a morte no peito, descia todos os dias de Santa Teresa para a loja, de onde regressava antes de cair a noite.


[...] os cemitérios são tristes, não em si mesmos, ao contrário. Quando outro dia fui a enterrar o nosso velho livreiro, vi entrar no de S. João Batista, já acabada a cerimônia e o trabalho, um bando de crianças que iam divertir-se. Iam alegres, como quem não pisa memórias nem saudades.


Vivos há-os ainda, e dos bons, que alguma coisa se lembrarão daquela casa e do homem que a fez e perfez. Editar obras jurídicas ou escolares, não é mui difícil; a necessidade é grande, a procura certa. [...] Quem a vê agora, fechadas as portas, trancados os mostradores, à espera da justiça, do inventário e dos herdeiros, há de sentir que falta alguma coisa à rua.


Pessoalmente, que proveito deram a esse homem as suas labutações? O gosto do trabalho, um gosto que se transformou em pena, porque no dia em que devera libertar-se dele, não pôde mais; o instrumento da riqueza era também o do castigo. [...] Valha sequer a memória, ainda que perdida nas páginas dos dicionários biográficos. Perdure a notícia, ao menos, de alguém que neste país novo ocupou a vida inteira em criar uma indústria liberal, ganhar alguns milhares de contos de réis, para ir afinal dormir em sete palmos de uma sepultura perpétua. Perpétua!


Vocabulário: perfez: concluiu, completou (do verbo "perfazer"). mui: muito. labutações: trabalhos árduos. devera: deveria. contos de réis: unidade de conta da antiga moeda brasileira.


ASSIS, Machado de. Garnier. In: ASSIS, Machado de. Obra completa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1994. v. 2. Publicado originalmente em Páginas recolhidas (Rio de Janeiro: Garnier, 1906). Disponível em:

https://machado.mec.gov.br/obra-completa-lista/item/download/44_efbd a0d80ae2b6fd9a0cab326fad708c. Acesso em: 16 set. 2026. (Fragmento adaptado: supressões indicadas por [...] e grafia atualizada conforme o Acordo Ortográfico vigente.)

As palavras da primeira coluna foram extraídas do texto, cuja grafia está conforme o Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, promulgado no Brasil pelo Decreto Federal nº 6.583, de 29 de setembro de 2008.
Associe cada palavra à descrição que justifica o acento gráfico que ela recebe.

Primeira coluna: palavra
1. réis
2. pôde
3. país
4. difícil
5. Perpétua

Segunda coluna: justificativa
(__) Recebe acento agudo porque a vogal tônica "i" forma hiato com a vogal anterior e constitui, seguida de "s", a sílaba final de uma oxítona.
(__) Recebe acento agudo por ser paroxítona terminada em ditongo crescente, também descrita como proparoxítona aparente.
(__) Recebe acento por apresentar ditongo aberto tônico em monossílabo, regra que o Acordo preservou para monossílabos tônicos e oxítonas.
(__) Recebe acento por ser paroxítona terminada em "l", terminação que exige acento nas palavras com essa tonicidade.
(__) Recebe acento diferencial, que a distingue da forma homógrafa do presente do indicativo.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA, de cima para baixo.
Alternativas
Q4371188 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Garnier


Crônica publicada por Machado de Assis em outubro de 1893, após a morte do livreiro e editor B. L. Garnier, cuja livraria funcionava na Rua do Ouvidor, no Rio de Janeiro.


Durante meio século, Garnier não fez outra coisa, senão estar ali, naquele mesmo lugar, trabalhando. Já enfermo desde alguns anos, com a morte no peito, descia todos os dias de Santa Teresa para a loja, de onde regressava antes de cair a noite.


[...] os cemitérios são tristes, não em si mesmos, ao contrário. Quando outro dia fui a enterrar o nosso velho livreiro, vi entrar no de S. João Batista, já acabada a cerimônia e o trabalho, um bando de crianças que iam divertir-se. Iam alegres, como quem não pisa memórias nem saudades.


Vivos há-os ainda, e dos bons, que alguma coisa se lembrarão daquela casa e do homem que a fez e perfez. Editar obras jurídicas ou escolares, não é mui difícil; a necessidade é grande, a procura certa. [...] Quem a vê agora, fechadas as portas, trancados os mostradores, à espera da justiça, do inventário e dos herdeiros, há de sentir que falta alguma coisa à rua.


Pessoalmente, que proveito deram a esse homem as suas labutações? O gosto do trabalho, um gosto que se transformou em pena, porque no dia em que devera libertar-se dele, não pôde mais; o instrumento da riqueza era também o do castigo. [...] Valha sequer a memória, ainda que perdida nas páginas dos dicionários biográficos. Perdure a notícia, ao menos, de alguém que neste país novo ocupou a vida inteira em criar uma indústria liberal, ganhar alguns milhares de contos de réis, para ir afinal dormir em sete palmos de uma sepultura perpétua. Perpétua!


Vocabulário: perfez: concluiu, completou (do verbo "perfazer"). mui: muito. labutações: trabalhos árduos. devera: deveria. contos de réis: unidade de conta da antiga moeda brasileira.


ASSIS, Machado de. Garnier. In: ASSIS, Machado de. Obra completa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1994. v. 2. Publicado originalmente em Páginas recolhidas (Rio de Janeiro: Garnier, 1906). Disponível em:

https://machado.mec.gov.br/obra-completa-lista/item/download/44_efbd a0d80ae2b6fd9a0cab326fad708c. Acesso em: 16 set. 2026. (Fragmento adaptado: supressões indicadas por [...] e grafia atualizada conforme o Acordo Ortográfico vigente.)

As palavras da primeira coluna foram extraídas do texto, cuja grafia está conforme o Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, promulgado no Brasil pelo Decreto Federal nº 6.583, de 29 de setembro de 2008. Associe cada palavra à descrição que justifica o acento gráfico que ela recebe.

Primeira coluna: palavra
1. réis
2. pôde
3. país
4. difícil
5. Perpétua

Segunda coluna: justificativa
(__) Recebe acento agudo porque a vogal tônica "i" forma hiato com a vogal anterior e constitui, seguida de "s", a sílaba final de uma oxítona.
(__) Recebe acento agudo por ser paroxítona terminada em ditongo crescente, também descrita como proparoxítona aparente.
(__) Recebe acento por apresentar ditongo aberto tônico em monossílabo, regra que o Acordo preservou para monossílabos tônicos e oxítonas.
(__) Recebe acento por ser paroxítona terminada em "l", terminação que exige acento nas palavras com essa tonicidade.
(__) Recebe acento diferencial, que a distingue da forma homógrafa do presente do indicativo.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA, de cima para baixo.
Alternativas
Q4349234 Português

Ao analisar os resultados positivos, observa-se que os estados do Paraná, Piauí, Goiás e Espírito Santo vêm apresentando avanços significativos, alcançando níveis de aprendizagem superiores à média nacional.


Com base nas regras de acentuação gráfica, julgue os itens a seguir como Verdadeiros (V) ou Falsos (F).



(__)Os vocábulos 'Piauí' e 'Goiás' seguem a mesma regra de acentuação.


(__)O vocábulo 'vêm' recebe apenas acento diferencial, uma vez que sua terminação não é contemplada pela regra geral de acentuação dos monossílabos tônicos.


(__)O vocábulo 'níveis' recebe acento por ser paroxítona terminada em ditongo, já que as palavras com essa terminação devem ser acentuadas.


(__)O vocábulo 'Espírito' recebe acento pela mesma regra que acentua 'arquétipo', ambos acentuados corretamente por serem classificados como proparoxítonos.



Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens, de cima para baixo.

Alternativas
Q4349222 Português

"MEC Livros passou a reunir, em uma seção especial, obras sobre lendas e histórias da cultura popular brasileira. A seção Lendas do Brasil entrou no ar em 3 de agosto e reúne 15 livros que já estavam disponíveis no acervo da plataforma. A novidade foi a organização dos títulos em um espaço específico, facilitando a localização de obras sobre o tema."


Com base nas regras de acentuação, analise as afirmativas a seguir:



I.Os vocábulos 'reunir' e 'reúne', embora apresentem o 'u' tônico, diferem quanto à acentuação gráfica, pois um deles não recebe acento em razão da classificação da palavra quanto à posição da sílaba tônica.


II.O vocábulo 'disponíveis' recebe acento gráfico por ser uma palavra paroxítona terminada em ditongo oral.


III.Os vocábulos 'títulos' e 'específico' recebem acento gráfico pela mesma regra de acentuação, pois ambos são proparoxítonos.


IV.Os vocábulos 'facilitando', 'brasileira' e 'localização' apresentam, cada uma, classificação distinta quanto à posição da sílaba tônica.



É correto o que se afirma em:

Alternativas
Q4345304 Português
Segundo Cegalla (2008), as palavras são classificadas quanto ao número de sílabas, e sua divisão silábica segue normas próprias da língua portuguesa.

Considerando a divisão silábica e a classificação das palavras quanto ao número de sílabas, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4344509 Português
Leia o texto e responda a questão:

Os sons do silêncio

Um rei mandou seu filho estudar no templo de um grande mestre com o objetivo de prepará-lo para ser uma grande pessoa.
Quando o príncipe chegou ao templo, o mestre o mandou sozinho para uma floresta.
Ele deveria voltar um ano depois, com a tarefa de descrever todos os sons da floresta.
Quando o príncipe retornou ao templo, após um ano, o mestre lhe pediu para descrever todos os sons que conseguira ouvir.
Então disse o príncipe:
“Mestre, pude ouvir o canto dos pássaros, o barulho das folhas, o alvoroço dos beija-flores, a brisa batendo na grama, o zumbido das abelhas, o barulho do vento cortando os céus…”
E ao terminar o seu relato, o mestre pediu que o príncipe retornasse a floresta, para ouvir tudo o mais que fosse possível.
Apesar de intrigado, o príncipe obedeceu à ordem do mestre, pensando: 
“Não entendo, eu já distingui todos os sons da floresta…”
Por dias e noites ficou sozinho ouvindo, ouvindo, ouvindo… mas não conseguiu distinguir nada de novo além daquilo que havia dito ao mestre.
Porém, certa manhã, começou a distinguir sons vagos, diferentes de tudo o que ouvira antes.
E quanto mais prestava atenção, mais claros os sons se tornavam.
Uma sensação de encantamento tomou conta do rapaz. Pensou: “Esses devem ser os sons que o mestre queria que eu ouvisse…”
E sem pressa, ficou ali ouvindo e ouvindo, pacientemente.
Queria ter certeza de que estava no caminho certo. 
Quando retornou ao templo, o mestre lhe perguntou o que mais conseguira ouvir.
Paciente e respeitosamente o príncipe disse:
“Mestre, quando prestei atenção pude ouvir o inaudível som das flores se abrindo, o som do sol nascendo e aquecendo a terra e da grama bebendo o orvalho da noite… “
O mestre sorrindo, acenou com a cabeça em sinal de aprovação, e disse:
“Ouvir o inaudível é ter a calma necessária para se tornar uma grande pessoa. Apenas quando se aprende a ouvir o coração das pessoas, seus sentimentos mudos, seus medos não confessados e suas queixas silenciosas, uma pessoa pode inspirar confiança ao seu redor; entender o que está errado e atender as reais necessidades de cada um.
A morte do espírito começa quando as pessoas ouvem apenas as palavras pronunciadas pela boca, sem se atentarem no que vai no interior das pessoas para ouvir os seus sentimentos, desejos e opiniões reais.
É preciso, portanto, ouvir o lado inaudível das coisas, o lado não mensurado, mas que tem o seu valor, pois é o lado mais importante do ser humano…”

(https://www.culturagenial.com/contos-comentados-comgrandes-ensinamentos-para-criancas/)
Assinale a opção que apresenta a classificação correta da palavra “apenas”: 
Alternativas
Q4344506 Português
Leia o texto e responda a questão:

Os sons do silêncio

Um rei mandou seu filho estudar no templo de um grande mestre com o objetivo de prepará-lo para ser uma grande pessoa.
Quando o príncipe chegou ao templo, o mestre o mandou sozinho para uma floresta.
Ele deveria voltar um ano depois, com a tarefa de descrever todos os sons da floresta.
Quando o príncipe retornou ao templo, após um ano, o mestre lhe pediu para descrever todos os sons que conseguira ouvir.
Então disse o príncipe:
“Mestre, pude ouvir o canto dos pássaros, o barulho das folhas, o alvoroço dos beija-flores, a brisa batendo na grama, o zumbido das abelhas, o barulho do vento cortando os céus…”
E ao terminar o seu relato, o mestre pediu que o príncipe retornasse a floresta, para ouvir tudo o mais que fosse possível.
Apesar de intrigado, o príncipe obedeceu à ordem do mestre, pensando: 
“Não entendo, eu já distingui todos os sons da floresta…”
Por dias e noites ficou sozinho ouvindo, ouvindo, ouvindo… mas não conseguiu distinguir nada de novo além daquilo que havia dito ao mestre.
Porém, certa manhã, começou a distinguir sons vagos, diferentes de tudo o que ouvira antes.
E quanto mais prestava atenção, mais claros os sons se tornavam.
Uma sensação de encantamento tomou conta do rapaz. Pensou: “Esses devem ser os sons que o mestre queria que eu ouvisse…”
E sem pressa, ficou ali ouvindo e ouvindo, pacientemente.
Queria ter certeza de que estava no caminho certo. 
Quando retornou ao templo, o mestre lhe perguntou o que mais conseguira ouvir.
Paciente e respeitosamente o príncipe disse:
“Mestre, quando prestei atenção pude ouvir o inaudível som das flores se abrindo, o som do sol nascendo e aquecendo a terra e da grama bebendo o orvalho da noite… “
O mestre sorrindo, acenou com a cabeça em sinal de aprovação, e disse:
“Ouvir o inaudível é ter a calma necessária para se tornar uma grande pessoa. Apenas quando se aprende a ouvir o coração das pessoas, seus sentimentos mudos, seus medos não confessados e suas queixas silenciosas, uma pessoa pode inspirar confiança ao seu redor; entender o que está errado e atender as reais necessidades de cada um.
A morte do espírito começa quando as pessoas ouvem apenas as palavras pronunciadas pela boca, sem se atentarem no que vai no interior das pessoas para ouvir os seus sentimentos, desejos e opiniões reais.
É preciso, portanto, ouvir o lado inaudível das coisas, o lado não mensurado, mas que tem o seu valor, pois é o lado mais importante do ser humano…”

(https://www.culturagenial.com/contos-comentados-comgrandes-ensinamentos-para-criancas/)
Analise:
“Quando o príncipe retornou ao templo, após um ano, o mestre lhe pediu para descrever todos os sons que conseguira ouvir.”
Na palavra destacada há a presença de:
Alternativas
Q4344492 Português
Leia atentamente as afirmativas e observe as palavras destacadas, considerando a posição da sílaba tônica em cada uma delas.
I.O relatório apresentou uma análise minuciosa dos procedimentos adotados pela equipe.
II.O médico explicou que o tratamento exigia acompanhamento periódico.
III.A comissão solicitou um parecer técnico sobre a documentação apresentada.
IV.O professor destacou a importância do conhecimento científico para a pesquisa.
V.O funcionário realizou o procedimento de maneira rápida e cuidadosa.
Assinale a alternativa que reúne as afirmativas em que o termo destacado é uma proparoxítona.
Alternativas
Q4344272 Português
Assinale a alternativa em que há o emprego de exatamente três palavras polissílabas. 
Alternativas
Q4343591 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão


Proibir redes sociais para jovens não será solução mágica', diz psicóloga canadense


"É muito fácil vender histórias assustadoras para os pais. Nós somos um grupo ansioso", diz a psicóloga canadense Candice Odgers em um TED Talk que já teve mais de 260 mil visualizações desde que foi lançado, em junho.


Odgers se refere à ideia que ganhou força nos últimos anos de que smartphones e redes sociais estão por trás de um aumento nas taxas de ansiedade, depressão e outros problemas de saúde mental entre crianças e adolescentes.


Os possíveis efeitos nocivos dessas tecnologias são fonte de preocupação não apenas para pais e mães, mas também para governos ao redor do mundo, muitos dos quais vêm adotando restrições ao uso desses serviços pelos mais jovens.


No Brasil, o Discord suspendeu a funcionalidade de transmissões ao vivo (lives) na plataforma recentemente, cumprindo uma determinação da Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD).


A decisão ocorreu após uma adolescente de 13 anos ter sido induzida à automutilação e ao suicídio durante transmissões em grupos na plataforma.


Em entrevista concedida antes da decisão da ANPD, Odgers, professora da Universidade da Califórnia em Irvine (UCI), nos EUA, especialista em psicologia do desenvolvimento e há 25 anos estuda a saúde mental de crianças e adolescentes, argumenta que proibições com a justificativa de proteger a saúde mental não são baseadas em evidências científicas.


"Estudo a saúde mental de adolescentes há muito tempo, e o que realmente me surpreende nesse debate é a distância enorme que existe entre a narrativa dominante quando se fala sobre os efeitos das redes sociais e o que a grande maioria dos estudos encontrou até hoje", diz Odgers à BBC News Brasil.


Odgers enfatiza que as empresas de tecnologia devem ser responsabilizadas por garantir a segurança das plataformas e que é preciso mais regulamentação.


No entanto, ela afirma que, quando estudos mostram uma associação entre redes sociais e a saúde mental dos jovens, esta é muito pequena e tende a desaparecer após levados em conta outros possíveis fatores. Além disso, mesmo quando indicam correlações, não fica clara a direção da relação.


Segundo ela, proibir smartphones e redes sociais não vai resolver o problema e pode até ter o efeito contrário, ao ignorar causas mais complexas, impedir que se pense em outras soluções e empurrar os jovens para espaços menos regulados.


Odgers não é a única a questionar o foco nas redes. Um comitê da Academia Nacional de Ciências dos EUA estudou o tema por um ano e concluiu que pesquisas sobre a relação entre redes sociais e saúde mental mostram "efeitos pequenos" e "associações fracas", que podem ser "influenciados por uma combinação de experiências boas e ruins".


"Ao contrário da narrativa cultural predominante de que as redes sociais são universalmente prejudiciais aos adolescentes, a realidade é mais complexa", disseram os autores.


Mas propostas para restringir o acesso de jovens às redes continuam ganhando apoio, diante de temores sobre os possíveis impactos de um ambiente online onde muitas vezes há risco de bullying, assédio e abuso sexual, conteúdos de teor extremo e outras ameaças.


Segundo o Pew Research Center, 56% dos adultos nos Estados Unidos são a favor de proibir o uso de redes sociais por menores de 16 anos, e 77% apoiam a proibição de celulares em sala de aula.


No ano passado, a Austrália se tornou o primeiro país do mundo a proibir menores de 16 anos de usar plataformas como Facebook, Instagram, Snapchat, X, TikTok, YouTube e outras.


Desde então, diversos países, entre eles França, Reino Unido e Canadá, adotaram ou passaram a estudar algum tipo de restrição.


No Brasil, entrou em vigor em março o ECA Digital (Estatuto Digital da Criança e do Adolescente), que não impede o uso das redes por menores, mas estabelece uma série de restrições de conteúdo e controles.


Depois de anos estudando o dia a dia dos adolescentes em seus smartphones, ela ressalta que eles são resilientes e destaca os avanços nos últimos 20 anos, como queda nas taxas de violência, consumo de álcool e gravidez na adolescência.


"Os adolescentes de hoje são incríveis", diz Odgers no TED Talk, intitulado What we're getting wrong about kids and tech ("O que estamos entendendo errado sobre as crianças e a tecnologia", em tradução livre).


Para a psicóloga, que é mãe de dois adolescentes, a maneira de ajudar os jovens é estabelecer expectativas altas e apoiá-los para que consigam alcançá-las.


PROIBIR redes sociais para jovens não será solução mágica', diz psicóloga canadense [adaptado]. BBC News Brasil, [S. l.], ago. 2026. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cn0nkrdgnx2o. Acesso em: 26 ago. 2026.

"No entanto, ela afirma que, quando estudos mostram uma associação entre redes sociais e a saúde mental dos jovens, esta é muito pequena e tende a desaparecer após levados em conta outros possíveis fatores. Além disso, mesmo quando indicam correlações, não fica clara a direção da relação. Segundo ela, proibir smartphones e redes sociais não vai resolver o problema e pode até ter o efeito contrário, ao ignorar causas mais complexas, impedir que se pense em outras soluções e empurrar os jovens para espaços menos regulados."

Com base nas regras de acentuação, marque com V as afirmativas verdadeiras ou com F as falsas.

(__) As formas 'esta' e 'está' apresentam classificação tônica distinta. Essa diferença justifica o emprego do acento gráfico exclusivamente em uma das formas.
(__) O vocábulo 'saúde' recebe acento pela regra do 'u' tônico que forma hiato com a vogal anterior e está sozinho na sílaba, regra que se estende também às oxítonas e proparoxítonas, uma vez que essa regra não se aplica apenas às paroxítonas.
(__) O vocábulo 'além' recebe acento gráfico por ser uma oxítona terminada em 'em'. Já os monossílabos terminados nessa mesma sequência, em regra, não recebem acento gráfico.
(__) O vocábulo 'proibir' embora apresente o 'i' formando hiato, não recebe acento porque a sílaba tônica recai sobre outra sílaba.

A sequência correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é               
Alternativas
Q4342643 Português

Ao revisar o plano de alfabetização de uma escola pública, a equipe pedagógica identifica que as atividades orais com rimas, parlendas e segmentação de palavras foram deslocadas para o final do ano letivo, sob o argumento de que dependiam do estudo prévio do alfabeto. Sobre a consciência fonológica e seu lugar no ciclo de alfabetização, analise as afirmativas a seguir.



I. A consciência fonológica reúne habilidades de níveis distintos, como identificar rimas e aliterações, contar e segmentar sílabas e isolar fonemas em palavras faladas.


II. A consciência fonêmica corresponde ao nível mais refinado dessas habilidades e mantém relação recíproca com a aprendizagem da escrita alfabética, influenciando-a e sendo por ela ampliada.


III. O trabalho com consciência fonológica pressupõe o domínio prévio do alfabeto, de modo que se inicia após a memorização das letras e de seus nomes.


IV. Parlendas, trava-línguas, cantigas e jogos de rima favorecem a percepção das unidades sonoras da língua e podem integrar a rotina desde a educação infantil.



Está correto o que se afirma em:

Alternativas
Ano: 2026 Banca: ISET Órgão: Prefeitura de Lajedinho - BA Provas: ISET - 2026 - Prefeitura de Lajedinho - BA - Analista Administrativo | ISET - 2026 - Prefeitura de Lajedinho - BA - Médico | ISET - 2026 - Prefeitura de Lajedinho - BA - Bibliotecário | ISET - 2026 - Prefeitura de Lajedinho - BA - Cirurgião Dentista | ISET - 2026 - Prefeitura de Lajedinho - BA - Farmacêutico | ISET - 2026 - Prefeitura de Lajedinho - BA - Fisioterapeuta | ISET - 2026 - Prefeitura de Lajedinho - BA - Controlador Interno | ISET - 2026 - Prefeitura de Lajedinho - BA - Nutricionista | ISET - 2026 - Prefeitura de Lajedinho - BA - Procurador Jurídico | ISET - 2026 - Prefeitura de Lajedinho - BA - Professor Auxiliar | ISET - 2026 - Prefeitura de Lajedinho - BA - Professor de Ensino Fundamental I | ISET - 2026 - Prefeitura de Lajedinho - BA - Professor de Ensino Fundamental II - Ciências | ISET - 2026 - Prefeitura de Lajedinho - BA - Professor de Ensino Fundamental II - Educação Física | ISET - 2026 - Prefeitura de Lajedinho - BA - Psicopedagogo | ISET - 2026 - Prefeitura de Lajedinho - BA - Assistente Social | ISET - 2026 - Prefeitura de Lajedinho - BA - Professor de Ensino Fundamental II - Geografia | ISET - 2026 - Prefeitura de Lajedinho - BA - Professor de Ensino Fundamental II - História | ISET - 2026 - Prefeitura de Lajedinho - BA - Psicólogo | ISET - 2026 - Prefeitura de Lajedinho - BA - Professor de Ensino Fundamental II - Matemática e Geometria | ISET - 2026 - Prefeitura de Lajedinho - BA - Professor de Ensino Fundamental II - Língua Estrangeira (Inglês) |
Q4339024 Português
TEXTO I

A juristocracia venceu
Há uma hipocrisia deliciosa nisso tudo. O mesmo tribunal que deveria ser o guardião da Carta a invoca para rasgá-la aos poucos

    A juristocracia não é um acidente de percurso. É o destino anunciado de um país que trocou o voto consciente pela toga “iluminada” e o debate pela canetada “milagrosa”. O brasileiro, esse animal teatral e preguiçoso, prefere o espetáculo do Supremo ao tédio da democracia. Os juízes sobem a rampa como atores de um teatro: solenes, maquiados de imparcialidade, e o povo aplaude o próprio sepultamento com a mesma emoção com que outrora aplaudia o gol de placa. Ministros supremos substituem os jogadores, e as brigas de torcida são transferidas para a Corte.
     O ministro supremo, que sequer é juiz, não julga. Ele “salva”. Salva o oprimido de ocasião, faz “justiça social”, entra onde o Congresso foi inoperante. Enquanto o Legislativo hesita, o ministro decreta. A Constituição vira puro pretexto. E a tripartição dos Poderes, essa velha senhora burguesa, é empurrada para o fundo do palco. Não há mais independência entre os Poderes; apenas “harmonia”, ou seja, o domínio do Poder “supremo”.
    Há uma hipocrisia deliciosa nisso tudo. O mesmo tribunal que deveria ser o guardião da Carta a invoca para rasgá-la aos poucos. A justiça brasileira é uma farsa, mas muitos fingem que acreditam nela. O juiz se apresenta como técnico, mas age como político. Fala em direitos fundamentais e entrega engenharia social. Fala em Constituição e produz legislação de gabinete. O povo, cúmplice e sonolento, aceita. A parcela desperta ainda luta, mas impotente, desarmada, aguarda ainda um milagre de fora.
    O resultado é previsível. A política se judicializa, sempre com viés. Quem leva gol no jogo reverte o resultado no tapetão. O cidadão perde a voz. Decisões sobre família, vida, liberdade e costumes saem de despachos, não das urnas. É a ditadura suave – a mais perigosa, porque vem disfarçada de democracia, de “progresso” e de moral superior. O que a base governista não conquista no voto, tenta conquistar na jurisprudência. E quase sempre consegue.
    Chegou setembro de 2026 e o teatro virou faroeste de vez. Alexandre de Moraes, relator eterno do inquérito que nunca acaba, acumula os papéis de vítima, investigador e juiz com a naturalidade de quem já não distingue o palco da vida. Bloqueia redes, multa quem usa VPN, suspende lei votada pelo Congresso e agora aparece nas mensagens de um banqueiro preso pedindo intercessão junto à PRF e à PGN. Tem milhões de motivos para bancar o consultor do bandido. O mesmo homem que prega o Estado de Direito trata a Constituição como figurino: veste quando convém, rasga quando interessa. Nelson Rodrigues reconheceria o tipo: o moralista que se descobre pecador e, em vez de se calar, aumenta o volume do sermão.
    Flávio Dino entra em cena como segundo ator da turma. Um dia o colega André Mendonça afasta o diretor-geral da Polícia Federal; no dia seguinte o comunista o recoloca no cargo, repreende o outro ministro em público, fala em “causa própria” e manda o caso para o plenário – desde que o plenário seja seu, tingido de vermelho. É a guerra de liminares no lugar do Direito. É bangue-bangue. É pelada de várzea. Um ministro da Primeira Turma atropela julgamento em curso na Segunda. O presidente da Corte, Fachin, cancela sessão e assiste a tudo como a rainha da Inglaterra.
    O conservador lúcido vê o óbvio: não é Justiça, é facção. Não é constitucionalismo, é ocupação do Estado por uma casta que se julga acima do voto e da lei. Será que ainda há alguma solução? Dentro das quatro linhas, convenhamos, parece cada vez mais difícil. Mas a esperança é sempre a última a morrer.
    A conjuntura é esta: eleição à vista, Supremo rachado, ministros investigando ministros, arapongagem, relatórios da PF virando arma de retaliação, e o país inteiro convertido em réu eventual de um gabinete. Moraes e Dino não são acidentes. São o retrato acabado da juristocracia brasileira: o poder sem voto, a sentença sem debate e a passividade de uma imprensa corrompida. Nelson Rodrigues diria que o Brasil só acredita no escândalo quando o escândalo já virou rotina. Eu completaria: enquanto a toga legislar, prender, censurar e rasgar a Constituição, a democracia será apenas o intervalo entre um despacho e o próximo.
    Ou o país recupera o primado da política sobre a Justiça, colocando cada macaco em seu devido galho, ou a juristocracia consumará, em silêncio e com pompa, o que as urnas recusaram. O palco está montado. A plateia, adormecida. O próximo ato já está escrito – e não será o povo quem o escreverá, se ele não reagir o quanto antes. O pano já está caindo. Não há mais máscaras para ocultar tanta monstruosidade. Até aqui, a juristocracia vence de goleada. Ainda é viável reverter o placar?

Fonte: CONSTANTINO, Rodrigo. Revista Oeste, ed.339. A juristocracia venceu. https://revistaoeste.com/revista/edicao-339/a-juristocracia-venceu/ (adaptado).  
Analise cada afirmação abaixo, segundo as regras vigentes de acentuação gráfica, antes de julgar o que se pede.
( ) Em “É o destino anunciado de um país que trocou o voto consciente pela toga ‘iluminada’ e o debate pela canetada ‘milagrosa’.” (1º par.), a expressão em destaque foi acentuada pela regra da terminação das palavras oxítonas.
( ) Em “Os juízes sobem a rampa como atores de um teatro: solenes, maquiados de imparcialidade, e o povo aplaude o próprio sepultamento com a mesma emoção com que outrora aplaudia o gol de placa.” (1º par.), as palavras em destaque possuem a mesma justificativa do emprego de acentuação por possuírem idêntica tonicidade silábica, ou seja, por serem paroxítonas.
( ) Em “Há uma hipocrisia deliciosa nisso tudo. O mesmo tribunal que deveria ser o guardião da Carta a invoca para rasgá-la aos poucos. A justiça brasileira é uma farsa, mas muitos fingem que acreditam nela.” (3º par.), os vocábulos em destaque foram acentuados pela mesma regra a qual se refere à terminação dos monossílabos átonos.
( ) Em “O juiz se apresenta como técnico, mas age como político. Fala em direitos fundamentais e entrega engenharia social. Fala em Constituição e produz legislação de gabinete. O povo, cúmplice e sonolento, aceita.” (3º par.), segundo o Novo Acordo Ortográfico, sempre as palavras que tiverem a mesma tonicidade das que se encontram em destaque serão acentuadas.
( ) Em “O conservador lúcido vê o óbvio: não é Justiça, é facção. Não é constitucionalismo, é ocupação do Estado por uma casta que se julga acima do voto e da lei. Será que ainda há alguma solução? Dentro das quatro linhas, convenhamos, parece cada vez mais difícil. Mas a esperança é sempre a última a morrer.” (7º par.), encontram-se em destaque palavras acentuadas por diferentes justificativas gramaticais.
Considerando-se V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas, pode-se dizer que se tem pela ordem a seguinte sequência. 
Alternativas
Q4327484 Português

Texto II para responder a questão


Compreensão de texto está relacionada à baixa leitura


Para educadora, no Brasil há diminuição no número de leitores, inclusive dentro do ambiente escolar



    Um relatório do Banco Mundial apontou que o Brasil ainda levará 260 anos para atingir níveis de compreensão de leitura iguais aos de países ricos. Para índices de resolução de problemas de matemática, a previsão é de 75 anos. Para Filomena Elaine Paiva Assolini, doutora em Ciências, mestre em Psicologia e professora do Departamento de Educação, Informação e Comunicação da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto da USP, os dados são assustadores, apesar de questionáveis.



    Na educação, o País avança, mas muito lentamente, segundo dados da OCDE (Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico). Uma das grandes conquistas dos últimos anos foi a inserção da criança na escola. Ao mesmo tempo, os investimentos no ensino primário e na formação inicial e continuada dos professores são baixos, avalia Filomena.



    O problema mais grave está na interpretação de texto. Segundo a professora, o que ocorre no Brasil é uma diminuição no número de leitores, inclusive dentro do ambiente escolar. Nesse sentido, a capacitação do docente se coloca como central, já que são os professores que podem despertar o gosto e estimular os alunos à leitura, ensiná-los a ir além da decodificação dos símbolos e buscar novos sentidos na redação. Os problemas da educação se encontram na base e a responsabilidade é coletiva: cabe às gestões públicas, às escolas e às famílias a reversão desse quadro, conclui Filomena.



Fonte: https://jornal.usp.br/atualidades/compreensao-de-texto-esta-relacionada-a-baixa leitura/ 

Considere os trechos extraídos do texto:
I. “Os dados são assustadores, apesar de questionáveis.”
II. “Na educação, o País avança, mas muito lentamente.”
III. “A responsabilidade é coletiva: cabe às gestões públicas, às escolas e às famílias a reversão desse quadro.”
Com base nas regras de acentuação gráfica da Língua Portuguesa, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q4327097 Português

TEXTO I


O homem, o menino e o burro



Um Homem e o seu filho iam um dia com o seu Burro para o mercado. Enquanto caminhavam ao lado do Burro, um homem do campo passou por eles e disse:


 - Seus tolos, para que serve um burro senão para montar? Então o Homem pôs o Menino em cima do Burro e seguiram o seu caminho. Mas logo passaram por um grupo de homens, um dos quais disse:


- Vejam aquele Menino preguiçoso, deixa o pai andar enquanto ele monta!


Então o Homem mandou o Menino descer e montou ele próprio. Mas ainda não tinham ido longe quando passaram por duas mulheres, uma das quais disse à outra:


- É uma vergonha para aquele preguiçoso deixar o seu pobre filho a passear.


O Homem não sabia o que fazer, então acabou por levar o Menino junto de si em cima do Burro. Por esta altura, já tinham chegado à cidade e os transeuntes começaram a troçar e a apontar para eles. O Homem parou e perguntou-lhes de que é que estavam a zombar. Os homens disseram-lhe:


- Não tens vergonha de sobrecarregar esse teu pobre Burro com teu peso e o de teu filho?


O Homem e o Menino desceram e tentaram pensar no que fazer. Pensaram e pensaram, até que finalmente cortaram uma árvore, ataram os pés do burro a ele e levantaram o poste e Burro aos ombros. Foram andando no meio das gargalhadas de todos os que os encontravam até chegarem à Ponte do Mercado, quando o Burro, soltando uma das patas, deu um coice e fez com que o Menino deixasse cair a ponta do galho. Na luta, o Burro caiu sobre a ponte e, com as patas dianteiras atadas, afogou-se.


- Isto vai ensinar-vos, disse-lhes um velho que os tinha seguido: - Agradai a todos e não agradareis a ninguém.



ESOPO. 82 Histórias. Fonte: https://armazemdetexto.blogspot.com/2018/09/fabulas-esopo com.html#google_vignette. 

Assinale a alternativa cujas palavras retiradas do texto se apresentem na forma correta de separação silábica. 
Alternativas
Q4326312 Português
Quantas sílabas tem a palavra "amizade"?
Alternativas
Q4325236 Português

Leia o texto a seguir. 

Qual é a média de idade das seleções? E a mais caseira? Qual clube cede mais atletas à Copa?

A partir de 11 de junho, 1.248 jogadores disputarão a Copa do Mundo de 2026, com partidas nos Estados Unidos, no México e no Canadá. A lista ofi cial foi divulgada pela Fifa (Federação Internacional de Futebol) na terça-feira (2).

O amor dos atletas pela camisa que vestem vai além do local de nascimento. Segundo dados da Opta, empresa de estatísticas esportivas, coletados às 12h desta terça, 289 foram convocados por seleções que não são aquelas de seus países de origem. O grupo representa 23% dos chamados, quase um quarto.

A equipe de Curaçao é a que mais tem jogadores não nascidos no país. Dos 26 convocados, 25 nasceram na Holanda – que colonizou o território de 1634 até 1954. A ilha integrava as Antilhas Holandesas até 2010, quando tornou-se um país autônomo dentro do Reino dos Países Baixos.

Na República Democrática do Congo, 20 dos 26 não nasceram no país: são da França, da Bélgica, da Inglaterra e da Suíça.

A França é o país com mais atletas em diferentes seleções. Dos 97 jogadores, 22 defendem a camisa francesa, e outros 75 estão distribuídos em 12 equipes, sendo 13 na Argélia, 11 no Congo, 11 no Haiti e 10 em Senegal.

Apenas 8 das 48 seleções da Copa terão um time em que todos os jogadores nasceram no próprio território do país. É o caso do Brasil, com 26 convocados locais. O mesmo ocorre com Áustria, África do Sul, Colômbia, Suécia, República Tcheca, Arábia Saudita e Panamá.

A dupla nacionalidade é uma realidade para 549 atletas, 43,9% do total.

A Copa de 2026 conta com 416 competidores a mais do que a edição anterior. Isso porque o número de times cresceu de 32 para 48. E a Fifa manteve a quantidade de 26 nomes convocados por seleção — regra alterada na última Copa devido ao calor no Qatar e à pandemia de Covid-19; até 2018, eram 23.

Dentro dos 26 nomes de cada seleção, a distribuição dos atletas por posição é uma escolha estratégica. A Áustria, por exemplo, levará três pessoas para o ataque e 11 opções para o meio de campo. Gana, por sua vez, terá dez atacantes e quatro meias – há, claro, atletas versáteis, que conseguem jogar em mais de uma posição.

O Egito é o único país com quatro goleiros na disputa. As outras 47 seleções terão três nomes da posição.


Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/esporte/2026/06/um-quarto-dos-convocadospara-o-mundial-defende-pais-em-que-nao-nasceu.shtml. Excerto. Acesso em 03/06/2026

A divisão silábica correta da palavra PSICOLOGIA é:  
Alternativas
Q4323074 Português
Deixa o Menino Jogar

Natiruts

O valor
De um amor
Não se pode comprar
Onde estará a fonte que esconde a vida?
Raio de Sol nascente brotando a semente
Os anos passam sem parar
E não vemos uma solução
Só vemos promessas de um futuro
Que não passa de ilusão
E a esperança do povo
Vem da humildade de seus corações
Que jogam suas vidas, seu destino
Nas garras de famintos leões
Deixa o menino jogar, ô, iaiá
Deixa o menino jogar, ô, iaiá (ô, iaiá)
Deixa o menino aprender, ô, iaiá 
Que a saúde do povo daqui
É o medo dos homens de lá
A sabedoria do povo daqui
É o medo dos homens de lá
A consciência do povo daqui
É o medo dos homens de lá
O valor
De um amor
Não se pode comprar
Onde estará a fonte que esconde a vida?
Raio de Sol nascente brotando a semente
Sinhá, me diz por que é que o menino chorou, uou
Quando chegou em casa e, num canto escuro, encontrou
A sua princesa e o moleque fruto desse amor
Chorando de fome, sem saber quem o escravizou
Deixa o menino jogar, ô, iaiá
Deixa o menino jogar, ô, iaiá (ô, iaiá)
Deixa o menino aprender, ô, iaiá
Que a saúde do povo daqui
É o medo dos homens de lá
A consciência do povo daqui
É o medo dos homens de lá
A sabedoria do povo daqui
É o medo dos homens de lá


PEREIRA, Alexandre Carlo Cruz. Deixa o Menino Jogar. Intérprete: Natiruts. 1997. 
Considere os vocábulos destacados nos versos: "E a esperança do povo"; "Que jogam suas vidas, seu destino "; "A consciência do povo daqui". A respeito da tonicidade e da acentuação gráfica dessas palavras, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Respostas
1: B
2: A
3: B
4: D
5: A
6: D
7: C
8: A
9: D
10: A
11: B
12: D
13: A
14: D
15: C
16: D
17: D
18: B
19: C
20: C