Questões de Concurso Sobre sílaba: monossílabos, dissílabos, trissílabos, polissílabos em português

Foram encontradas 862 questões

Q4437820 Português
Assinale a alternativa em que a indicação da sílaba tônica está correta segundo a pronúncia-padrão da língua portuguesa: 
Alternativas
Q4432148 Português
POR QUE BURROS SÃO ASSOCIADOS A PESSOAS QUE NÃO SÃO INTELIGENTES?

Arthur de Souza Pereira, de Barreiras (BA)


      Provavelmente, pela dificuldade em domar esses animais. Os comportamentos dos burros são diferentes em relação aos dos cavalos, o que torna o tratamento mais desafiador. Um exemplo: enquanto os cavalos fogem quase imediatamente de uma situação de perigo, burros e jumentos param e analisam a situação antes de agir. (Vale diferenciar os animais: jumento é da espécie Equus asinus , enquanto burros e mulas são híbridos do cruzamento entre uma égua e um jumento macho). O estigma já aparece nas Fábulas de Esopo, que datam dos séculos 5 e 6 a.C. Nas histórias, os burros representavam personagens vaidosos, teimosos e ingênuos. A associação entre esses animais e a falta de inteligência também existe em outras línguas, como inglês e espanhol. De toda forma, a expressão é injusta: cavalos, jumentos, burros e mulas armazenam memória de longo prazo, têm relações sociais complexas e podem ser adestrados para executar tarefas detalhadas.


Por que burros são associados a pessoas que não são inteligentes?
Superinteressante, São Paulo, ed. 489, p. 62, jul. 2026. Seção Oráculo.
No texto, observa-se o emprego de diversos vocábulos que recebem acento gráfico. Com base nas normas vigentes do Acordo Ortográfico e na classificação das palavras quanto à tonicidade, assinale a alternativa que apresenta um par de palavras retiradas do texto acentuadas por regras gramaticais distintas.
Alternativas
Q4431523 Português
Assinale a alternativa em que a indicação da sílaba tônica está correta segundo a pronúncia-padrão da língua portuguesa:
Alternativas
Q4431166 Português
Assinale a alternativa em que a indicação da sílaba tônica está correta segundo a pronúncia-padrão da língua portuguesa: 
Alternativas
Q4430439 Português
Assinale a alternativa em que a indicação da sílaba tônica está correta segundo a pronúncia-padrão da língua portuguesa:
Alternativas
Q4423211 Português

A questão refere-se ao texto abaixo.


A cidade contemporânea e a invisibilidade de quem envelhece sozinho


    No Japão, a expressão kodokushi — utilizada para definir mortes solitárias — deixou de representar um fenômeno periférico e hoje ocupa posição central no debate público sobre envelhecimento e coesão social. Em abril de 2026, o governo japonês divulgou estimativas indicando que, ao longo do ano passado, 22.222 pessoas morreram sozinhas — e foram encontradas apenas após oito dias ou mais. Quando o intervalo considerado é de quatro dias, o número ultrapassa 32 mil casos, segundo o Cabinet Office of Japan. O dado ganha dimensão ainda maior em um país onde 28,6% da população (10,9% do total) já possui 65 anos ou mais e os domicílios unipessoais representam cerca de 38% das residências, de acordo com o Statistics Bureau of Japan. Setenta por cento dos que morreram solitariamente tinham 65 anos ou mais.


    O aspecto mais perturbador desse cenário talvez não esteja apenas nos números, mas no que eles revelam. Em uma das sociedades mais organizadas e tecnologicamente avançadas do planeta, milhares de pessoas desaparecem da vida cotidiana sem que sua ausência seja imediatamente percebida. A contradição é evidente: cidades podem se tornar mais eficientes e longevas sem, necessariamente, preservarem os vínculos humanos que sustentam a vida coletiva.


    O Brasil ainda está distante da dimensão observada no Japão, no entanto os vetores demográficos que sustentam esse processo já estão presentes. O Censo 2022 do IBGE registrou mais de 22 milhões de brasileiros com 65 anos ou mais (cerca de 10,9% do total), crescimento de 57,4% em relação ao levantamento anterior. Paralelamente, o país contabiliza 13,6 milhões de domicílios unipessoais, equivalentes a 18,8% das residências nacionais; do total de moradores solitários, aproximadamente 29% têm 65 anos ou mais. O envelhecimento da população brasileira avança simultaneamente ao crescimento de arranjos de vida mais individualizados.


    Via de regra, morar sozinho não constitui, por si só, um problema social. Em muitos casos, representa autonomia e independência. O ponto crítico emerge quando as cidades deixam de oferecer as condições necessárias para sustentar essa autonomia ao longo do envelhecimento. A degradação dos espaços públicos, a precariedade da mobilidade urbana, a insegurança e o enfraquecimento da vida de bairro produzem ambientes onde o isolamento se intensifica de forma silenciosa e progressiva.


    É nesse ponto que a discussão ultrapassa o campo da assistência social e alcança o urbanismo e a saúde pública. A Organização Mundial da Saúde associa isolamento social e solidão ao aumento do risco de doenças cardiovasculares, depressão, ansiedade, declínio cognitivo e mortalidade precoce. A solidão prolongada gera impactos clínicos concretos, amplia internações evitáveis e pressiona sistemas de saúde já tensionados pelo envelhecimento populacional.


    Sob essa perspectiva, as mortes solitárias observadas no Japão funcionam como um alerta antecipado para sociedades que envelhecem rapidamente, como a brasileira. Espaços públicos acessíveis, bairros caminháveis, transporte inclusivo, serviços distribuídos territorialmente e equipamentos de convivência deixam de ser elementos acessórios do planejamento urbano e passam a integrar uma infraestrutura preventiva de saúde.


    Ao mesmo tempo, os recentes avanços tecnológicos no campo da saúde abrem possibilidades relevantes. A integração entre atenção primária, assistência social, vigilância territorial e ferramentas analíticas pode permitir a identificação precoce de situações de isolamento extremo e vulnerabilidade social. Contudo, a tecnologia sozinha não resolverá um problema cuja origem é essencialmente relacional.


    O caso japonês oferece uma advertência importante: sociedades podem envelhecer com _ _ _ _ _ _, infraestrutura e elevada expectativa de vida e, ainda assim, _ _ _ _ _ _ em algo elementar — garantir que ninguém _ _ _ _ _ _ os últimos dias de existência completamente invisível para o mundo ao redor.


Texto adaptado.

Analise as afirmações abaixo e assinale (V) para Verdadeiro e (F) para Falso.



( ) A palavra “saúde” é acentuada pela mesma razão de “declínio”.



( ) A palavra “demográficos” é acentuada por ser uma polissílaba.



( ) A palavra “públicos” é acentuada pela mesma razão de “vínculos”.



A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

Alternativas
Q4418072 Português
Durante uma atividade de revisão linguística, um professor apresentou palavras cuja tonicidade frequentemente provoca dúvidas, especialmente em razão da influência da linguagem cotidiana. Os estudantes deveriam identificar a classificação das palavras quanto à posição da sílaba tônica, considerando a pronúncia culta registrada na norma-padrão da língua portuguesa.

Assinale a alternativa em que todas as palavras estão CORRETAMENTE classificadas quanto à posição da sílaba tônica. 
Alternativas
Q4410920 Português
A separação correta das sílabas é fundamental para classificá-las quanto ao número. Lembre-se de que alguns grupos de letras se separam na escrita (como ss e rr) e outros ficam juntos (como ch e lh). Na frase: "O pássaro voou alto", a palavra destacada (pássaro) possui quantas sílabas e como ela é classificada?
Alternativas
Q4410919 Português
No estudo da língua portuguesa, as palavras são classificadas de acordo com a quantidade de impulsos de voz (sílabas) que emitimos ao pronunciá-las. Assinale a alternativa que apresenta, respectivamente, uma palavra monossílaba, uma dissílaba, uma trissílaba e uma polissílaba: 
Alternativas
Q4410330 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Quem quer ser cientista?

Quando pensamos nos desafios da ciência brasileira, é comum falarmos de financiamento, infraestrutura, equipamentos ou bolsas. Mas quem é que fará ciência no futuro? Nenhum sistema científico existe sem pessoas dispostas a dedicar parte importante de suas vidas à produção de conhecimento. Ao passo que laboratórios podem ser construídos, equipamentos podem ser comprados e editais podem ser lançados, cientistas, por outro lado, precisam ser formados. E precisam querer ser cientistas. [...]
Iniciemos considerando que a carreira acadêmica não deixou de ser boa. Pelo contrário, poucas profissões oferecem uma combinação de autonomia intelectual e potencial de legado permanente, dada a possibilidade de descobrir algo que ninguém conhecia e de formar novas gerações de mentes pensantes. Ser cientista é intelectualmente estimulante. Mas acho que o problema está em outros lugares, como na trajetória necessária para chegar a essa carreira e na forma como ela é percebida pela sociedade. [...]
Durante anos, um profissional altamente qualificado pode não saber exatamente onde trabalhará ou se terá condições de continuar fazendo pesquisa. Isso importa porque a academia concorre, em desvantagem, com todas as outras possibilidades profissionais oferecidas a um trabalhador com esse perfil. Isso gera um mercado de trabalho científico restrito, fazendo com que "seguir carreira acadêmica" seja sinônimo de tornar-se professor universitário. [...]
Ser cientista deve fazer sentido como projeto de vida. A carreira acadêmica não é um caminho fácil, pois a ciência exige, além de curiosidade, muita persistência, criatividade e disposição para lidar com aquilo que ainda não sabemos. A natureza intrinsecamente incerta da atividade científica deve permanecer no âmbito das hipóteses que eventualmente não se confirmam e não extravasar como insegurança de futuro profissional. [...]

MARTINS-DE-SOUZA, Daniel. Quem quer ser cientista? Jornal da Unicamp, Campinas, 15 set. 2026. Disponível em: https://jornal.unicamp.br/artigo/2026/09/15/daniel-martins-de-souza/que m-quer-ser-cientista/. Acesso em: 23 set. 2026. (Adaptado.) 
O emprego do acento gráfico obedece a regras que consideram a posição da sílaba tônica, a terminação do vocábulo, o timbre da vogal e, em alguns casos, a necessidade de distinguir formas homógrafas. Considerando as regras do Acordo Ortográfico vigente e as palavras empregadas no texto, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q4401350 Português
Usar palito de dente parece inofensivo, mas pode prejudicar a gengiva

Por Luana Figueiredo

Assinale a alternativa que NÃO apresenta uma palavra paroxítona (com a penúltima sílaba mais forte).
Alternativas
Q4401346 Português
Usar palito de dente parece inofensivo, mas pode prejudicar a gengiva

Por Luana Figueiredo

Assinale a alternativa que apresenta a correta separação silábica da palavra “inofensiva”. 
Alternativas
Q4398735 Português

A leitura do mundo precede a leitura da palavra (...)



    “A velha casa, seus quartos, seu corredor, seu sótão, seu terraço – o sítio das avencas de minha mãe –, o quintal amplo em que se achava, tudo isso foi o meu primeiro mundo. Nele engatinhei, balbuciei, me pus de pé, andei, falei. Na verdade aquele mundo especial se dava a mim como o mundo de minhas atividades perceptíveis e por isso mesmo como o mundo de minhas primeiras leituras. Os “textos”, as “palavras", as “letras” daquele contexto... se encarnavam numa série de coisas, de objetos, de sinais, cuja compreensão eu ia aprendendo no meu trato com eles, nas minhas relações com meus irmãos mais velhos e com meus pais. (...) A decifração da palavra fluía naturalmente da “leitura” do mundo particular (...) Fui alfabetizado no chão do quintal de minha casa, à sombra das mangueiras, com palavras do meu mundo e não do mundo maior dos meus pais. O chão foi o meu primeiro quadro negro; gravetos, o meu giz.”



FREIRE, Paulo. A importância do ato de ler: em três artigos que se completam. 52. ed., 2. reimp. São Paulo: Cortez, 2021. Disponível em: https://konektacommerce.nyc3.cdn.digitaloceanspaces.com/TEXT_SAMPLE_CONTENT/a-importancia-do-ato-de-ler-157348-1.pdf. Acesso em: 5 out. 2026.

Assinale a alternativa em que todas as palavras estão corretamente separadas em sílabas:
Alternativas
Q4394021 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Por que a natureza nos faz sentir mais calmos?


A conexão com ambientes naturais proporciona diversos benefícios à saúde, abrangendo desde a redução da ansiedade e da depressão até a diminuição da pressão arterial. Pessoas relatam sentir-se melhor após um passeio ao ar livre, o que levanta questionamentos sobre a origem dessa afinidade com o meio ambiente e se todos podem colher os mesmos resultados.

Os impactos positivos da natureza em ambientes de saúde são observados há décadas. Na década de 1980, uma pesquisa constatou que pacientes submetidos à cirurgia de vesícula recebiam alta, em média, quase um dia antes caso pudessem ver árvores através da janela do quarto. Aqueles que tinham vista para uma parede de tijolos demandavam analgésicos mais fortes e recebiam mais observações negativas da equipe de enfermagem. Atualmente, hospitais e centros médicos expandem essa abordagem. A organização beneficente Maggie's mantém centros de bem-estar no Reino Unido, em Hong Kong e no Japão. O psicólogo clínico Robin Muir, diretor da unidade de Manchester, na Inglaterra, relatou que o prédio é cercado por um jardim de trezentos e sessenta graus com janelas que vão do chão ao teto para trazer a natureza para dentro do ambiente. Ele explicou que as cidades muitas vezes carecem de áreas verdes e que, para alguém em tratamento contra o câncer, o contato com o jardim e a natureza exerce um papel terapêutico. Outras instituições adotam medidas semelhantes, como o King's College Hospital, no Reino Unido, que inaugurou uma unidade de terapia intensiva na cobertura onde pacientes conectados a fontes de energia e oxigênio podem permanecer ao ar livre. Além da área médica, um estudo realizado na Snake River Correctional Institution, no Oregon, demonstrou que detentos que assistiam a vídeos sobre a natureza de três a quatro vezes por semana cometiam vinte e seis por cento menos infrações violentas ao longo de um ano.

A explicação para tais efeitos fundamenta-se em diferentes correntes científicas. A hipótese da biofilia defende que os seres humanos possuem um impulso inato de estar próximos à natureza, derivado da evolução de nossos ancestrais em ambientes selvagens. Na década de 1980, o biólogo Edward O. Wilson sugeriu que esse impulso estaria codificado nos genes. Embora pesquisas com gêmeos indiquem um componente genético, ainda não foi identificado um gene específico associado ao amor pela natureza. Contudo, cientistas formulam teorias sobre como o tempo passado no meio natural afeta os sistemas fisiológico e cognitivo.

O professor associado e diretor do laboratório de meio ambiente e bem-estar da Universidade de Washington, Gregory Bratman, destaca duas teorias principais. A primeira é a hipótese da redução do estresse, que sustenta que ambientes naturais desencadeiam alterações fisiológicas responsáveis por diminuir o estresse mediante a ativação do sistema nervoso parassimpático, associado a respostas como a redução da frequência cardíaca. Segundo Bratman, o contato com a natureza auxilia na preparação para eventos estressantes, na neutralização de reações no momento em que ocorrem e na recuperação posterior. A segunda vertente é a teoria da restauração da atenção, que aponta que a natureza fortalece a capacidade de ignorar distrações e focar na chamada atenção direcionada. Bratman explica que os espaços urbanos sobrecarregam e esgotam essa atenção direcionada devido à necessidade constante de desviar de carros, trânsito e ruídos. Em contrapartida, ambientes naturais estimulam a atenção indireta, caracterizada pelo sentimento de estar em outro lugar e em sintonia com o ambiente, permitindo que a atenção direcionada se recupere. Em suas pesquisas, Bratman observou melhorias na memória de trabalho em pessoas que caminharam na natureza por cinquenta minutos em comparação com aquelas que caminharam em áreas urbanas. Os participantes do grupo que esteve no meio natural apresentaram redução em indicadores como ansiedade e obtiveram desempenho superior em um teste de memorização de letras e resolução de equações simultâneas, lembrando, em média, de nove a dez letras a mais. Já o desempenho dos caminhantes do ambiente urbano permaneceu inalterado. Para o pesquisador, a redução do estresse e a restauração da atenção não são teorias mutuamente exclusivas, podendo atuar de forma conjunta.

Apesar dos benefícios gerais, a experiência com a natureza varia entre os indivíduos. Em um estudo japonês que comparou jovens em florestas e em ambientes urbanos, a maioria dos que ficaram na floresta apresentaram aumento na atividade do sistema nervoso parassimpático, enquanto os outros apresentaram redução. Diante disso, pesquisadores investigam como diferentes tipos de ambientes naturais impactam diferentes pessoas. Em um experimento realizado em El Paso, no Texas, participantes submetidos a uma situação estressante foram expostos a três cenários em realidade virtual: uma paisagem verde, uma paisagem desértica e um ambiente de escritório como grupo de controle. A hipótese inicial previa que o ambiente verde traria mais benefícios com base na teoria psicoevolutiva de redução do estresse, segundo a qual vegetações ativam o sistema de repouso por sinalizar a presença de água, presas e visibilidade de predadores. Contudo, o ambiente desértico promoveu a recuperação do estresse em nível semelhante, o que surpreendeu a equipe.

O avanço das pesquisas indica que o contato com a natureza beneficia a saúde da população em geral. Diante do dado de que a maior parte da população mundial reside em vilas e cidades, segundo a Organização das Nações Unidas, Bratman ressalta a necessidade de planejar o acesso a áreas verdes para todos, sobretudo para as crianças em pátios escolares e bairros. O especialista conclui que, embora os efeitos diários no humor possam parecer pequenos, a exposição repetida ao longo de dias, semanas, meses ou anos acumula-se e gera transformações profundas no bem-estar ao longo do tempo.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c4gv2jey3dqo.adaptado.
Os impactos positivos da natureza em ambientes de saúde são observados há décadas. Na década de 1980, uma pesquisa constatou que pacientes submetidos à cirurgia de vesícula recebiam alta, em média, quase um dia antes caso pudessem ver árvores através da janela do quarto.
Analise se as afirmativas a seguir, quanto à separação silábica das palavras no trecho apresentado, são falsas (F) ou verdadeiras (V).

(__)Em "impactos", a divisão silábica correta é im-pac-tos, mantendo-se a consoante "p" integrada à segunda sílaba.
(__)Em "submetidos", a divisão silábica correta é sub-met-i-dos, com a consoante "t" vinculada à sílaba anterior.
(__)Em "pacientes", a divisão silábica correta é pa-cien-tes, com a sequência vocálica "ie" reunida na mesma sílaba.
(__)Em "cirurgia", a divisão silábica correta é ci-rur-gi-a, ocorrendo separação entre as vogais "i" e "a" na parte final da palavra.

Assinale a alternativa com a sequência correta, de cima para baixo.
Alternativas
Q4392799 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


As Letras são Infinitas


Estamos acostumados a pensar nos números como infinitos. E, de fato, eles o são. Ainda criança, fui atraído pela Matemática justamente por causa do infinito. Ele não cabe em nossas cabeças e, no entanto, falamos dele sem maior constrangimento. Estranho.


Foi apenas no entardecer da vida, porém, que descobri que as Letras também são Infinitas. E ouso afirmar: pertencem a um tipo de Infinito maior que o dos números.


O infinito, na Matemática, produz resultados profundamente contraintuitivos. Há, por exemplo, infinitos maiores que outros. "Infinito maior que infinito" soa como um paradoxo, mas não é. Para compreender isso, entretanto, é necessário um pouco de esforço e paciência. Algumas Verdades cobram tributo. [...]


O elemento da diagonal de Cantor é rebelde: recusa-se a ser confinado em qualquer lista pretensamente completa. [...]


Não me refiro, evidentemente, ao alfabeto nem às palavras. Ambos são finitos. Refiro-me à Literatura em seu sentido mais elevado. Esta expressa aquilo que os números são incapazes de comunicar. [...]


[...] Recorrendo à Liberdade das Letras, por analogia Poética com o Argumento da Diagonal de Cantor, concluo que elas pertencem a um Infinito superior ao dos números, e que as grandes Obras são rebeldes. Nenhuma interpretação consegue encerrá-las definitivamente. Como o elemento da diagonal de Cantor, elas sempre escapam à lista dos sentidos que julgávamos completos.


Os números podem ser infinitos; as Letras, por sua vez, são inesgotáveis. Tarde reconheci essa outra Verdade. Se a maturidade de hoje me tivesse sido dada na juventude, talvez eu tivesse seguido as Letras. O infinito dos números levou-me à Matemática. O Infinito inesgotável das Letras, esse Infinito maior que o infinito, teria me arrebatado com força maior.


YAMAGISHI, Michel E. Beleza. As Letras são Infinitas. Jornal da Unicamp, Campinas, 28 ago. 2026. Disponível em: https://jornal.unicamp.br/artigo/2026/08/28/michel-yamagishi/as-letras-sao-infinitas/. Acesso em: 23 set. 2026. (Adaptado.)

A crônica emprega palavras que ilustram diferentes regras de acentuação gráfica, algumas das quais variam conforme a flexão do vocábulo ou a posição da sílaba tônica. Com base no Acordo Ortográfico vigente, julgue as afirmações abaixo como Verdadeiras (V) ou Falsas (F):



(__) Em "também" e em "Há", o acento se explica pela mesma regra, que abrange as oxítonas e os monossílabos tônicos terminados em "a", "e", "o" e "em".


(__) "Inesgotáveis" é acentuada por ser paroxítona terminada em ditongo oral seguido de "s", ao passo que "incapazes", também paroxítona, dispensa acento.


(__) "Julgávamos" mantém o acento na forma "julgamos", do presente do indicativo, pois a sílaba tônica permanece a mesma nas duas formas do verbo.


(__) Os acentos de "Poética" e de "Matemática" obedecem à regra das proparoxítonas, e ambos seriam mantidos caso essas palavras fossem pluralizadas.


(__) "Contraintuitivos" não leva acento, mas a forma verbal "intuíram" o recebe, em razão do "i" tônico que forma hiato com a vogal anterior.



A sequência CORRETA, de cima para baixo, é:

Alternativas
Q4392152 Português
Assinale a opção em que a divisão silábica da palavra foi efetuada corretamente conforme as normas gramaticais para prefixos, hiatos e encontros consonantais.
Alternativas
Q4390385 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

AS ESCOLHAS DE VIDA ORGANIZACIONAL

(1º§) M. Scott Peck escreveu o livro “O Caminho Menos Percorrido” e dedicou o Capítulo V à defesa das “Escolhas de Vida Organizacional”, focando que os seres humanos são, por natureza, criaturas sociais, e quase todas as nossas escolhas são influenciadas pelas organizações das quais fazemos parte, sejam famílias, empresas ou estruturas sociais maiores. Ele enfatizou a importância de entender como nossas decisões afetam os outros e as implicações éticas que surgem dessas decisões.

(2º§) M. Scott Peck, no Capítulo V, discute os conceitos de comunidade e civilidade, argumentando que a verdadeira comunidade envolve uma comunicação de alta qualidade entre seus membros, afastando-se da noção superficial de civilidade prevalente na sociedade. Ele define “civilidade” como um comportamento organizacional ético motivado por uma consciência das próprias ações e seu impacto sobre os outros, exigindo uma consciência que reflete tanto sobre dinâmicas pessoais quanto organizacionais.

(3º§) M. Scott Peck explora a interconectividade da vida humana, traçando paralelos com sistemas biológicos. Cada indivíduo opera dentro de muitos sistemas sobrepostos, como família e sociedade, e ele destaca que mudanças em uma parte de um sistema afetam o todo. Compreender a teoria dos sistemas é vital para navegar essas relações de forma eficaz. Ele enfatiza a distinção entre ética de código e ética de situação, onde a ética de código é rígida e inflexível, enquanto a ética de situação considera o contexto. Esse reconhecimento é essencial para tomar decisões morais, especialmente aquelas que envolvem relações humanas complexas.

(4º§) M. Scott Peck critica a ideia do individualismo extremo, sugerindo que a interdependência é a chave para a saúde pessoal e relacional. Através de exemplos de seu casamento e vida profissional, Peck ilustra como diferentes papéis nas relações requerem reconhecimento e apreciação para promover a colaboração. Ele defende que a relação entre responsabilidade, estrutura e papéis nas organizações é explorada. Peck observa que, enquanto as responsabilidades podem ser informais em pequenas organizações, as maiores necessitam de estruturas formais para garantir eficiência e eficácia, emprestando conceitos da teoria organizacional.

(5º§) M. Scott Peck discute a importância de estabelecer limites dentro das relações, reconhecendo a complexidade da vulnerabilidade. Ele enfatiza que estar aberto a riscos emocionais pode levar a conexões mais profundas, embora se deva equilibrar essa abertura com a autoproteção.

(6º§) M. Scott Peck faz uma distinção entre poder político e poder espiritual. O poder espiritual emana do ser de um indivíduo e pode influenciar os outros de forma positiva, enquanto o poder político muitas vezes se foca no controle através das estruturas organizacionais. O uso eficaz do poder é emponderar os outros em vez de dominá-los.

(7º§) M. Scott Peck afirma que esta seção reflete sobre a cultura organizacional, enfatizando que cada organização tem suas próprias normas e valores. Peck destaca a ideia do relativismo cultural e alerta contra julgamentos não fundamentados sobre outras culturas. Ele também discute a atual desintegração cultural na América, sugerindo a necessidade de novas normas funcionais.

(M. Scott Peck. In: O Caminho Menos Percorrido — Cap. 5 — Adaptado)
Marque a alternativa cuja série não apresenta todas as palavras oxítonas com ditongo nasal.
Alternativas
Q4383281 Português
Marque a sílaba tônica da palavra MARACUJÁ:
Alternativas
Q4383246 Português
Todas as palavras destacadas nos trechos abaixo são paroxítonas, EXCETO:
Alternativas
Q4378895 Português
Considerando a classificação das palavras quanto ao número de sílabas, assinalar a alternativa que apresenta uma palavra monossílaba. 
Alternativas
Respostas
1: E
2: B
3: A
4: A
5: E
6: D
7: B
8: B
9: A
10: C
11: D
12: D
13: A
14: B
15: B
16: E
17: B
18: D
19: C
20: B