Questões de Concurso Sobre significação contextual de palavras e expressões. sinônimos e antônimos. em português

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Q258577 Português
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Com referência às ideias do texto acima e às estruturas nele
empregadas, julgue os itens a seguir.

Infere-se do penúltimo período do texto que o homem expressa o significado da vida por meio da poesia.

Alternativas
Q257606 Português
Parônimos são palavras de grafia semelhante, mas que apresentam significados distintos entre si.

Foi usada a palavra adequada (dentre as indicadas entre parênteses), para a construção de uma frase coerente, em:
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Q257599 Português
O par de palavras em destaque apresenta o mesmo sentido e tem seu valor indicado entre parênteses, EXCETO em:

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Q257522 Português
No segundo parágrafo do texto, a autora propõe uma relação de causa e efeito para justificar seu ponto de vista sobre o tema abordado a partir do emprego do conectivo porque, cuja grafia é orientada por seu valor gramatical.


Está também grafado corretamente o que se destaca em:

Alternativas
Q255457 Português
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Em relação às ideias e às estruturas linguísticas do texto acima,
julgue os itens a seguir.

Mantêm-se a correção gramatical do texto e suas informações originais ao se substituir o termo “percentual” (L.3) por percentil.

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Q255338 Português
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Julgue os itens a seguir, referentes aos sentidos e aos aspectos estruturais do texto.

A palavra “cena” (L.10) foi empregada no texto com o sentido de arte.

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Ano: 2012 Banca: FCC Órgão: MPE-AP Prova: FCC - 2012 - MPE-AP - Promotor de Justiça |
Q255327 Português
... eu mesmo em parte me inclinei a essa opinião.

O segmento grifado acima pode ser substituído, sem qualquer outra alteração na frase e sem prejuízo para a correção, por:

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Q255144 Português
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Em relação às ideias e às estruturas gramaticais do texto acima, julgue
os itens a seguir.

Não haveria prejuízo para os sentidos do texto se a forma “reverterá em” (L.13) fosse substituída por redundará.

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Q254632 Português
Com base nos sentidos e nas estruturas linguísticas do texto, julgue os itens a seguir.


As expressões “impor respeito” (L.16) e “se impor o respeito” (L.17) estão sendo empregadas com significado equivalente, ou seja, são sinônimas.

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Q253952 Português
Atenção: As questões de números 11 a 20 referem-se ao texto seguinte, que trata das impressões recolhidas, em 1900, pelo político, diplomata e historiador brasileiro Joaquim Nabuco, acerca de uma viagem que acabara de fazer aos Estados Unidos.


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Está clara e correta a redação deste livre comentário sobre o texto:

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Q253776 Português
Seriam mantidos o sentido original e a correção gramatical do texto caso se substituísse o trecho

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Q253502 Português
A palavra “incerteza" apresenta um prefixo.
Ocorre adição de prefixo também no seguinte vocábulo do texto:
Alternativas
Q253500 Português
O plural dos nomes terminados em ão pode se fazer de maneiras diferentes.
Das palavras abaixo, retiradas do texto, a única que não possui, no plural, a mesma terminação que “prestações" é:
Alternativas
Q252999 Português
Dos trechos retirados do texto, identifique aquele que emprega os termos em destaque no sentido literal:

Alternativas
Q252998 Português
Sobre a expressão “burrada” (último parágrafo) é correto afirmar que:

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Q252939 Português
Os conectivos são responsáveis por relacionar termos e orações, criando entre eles relações de sentido, conforme se observa no trecho abaixo.

“É por isso, talvez, que, se vemos uma criança bem-vestida chorando sozinha num shopping center ou num supermercado” (L. 21-23)

Os sentidos expressos por se e ou são, respectivamente,

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Q252938 Português
No texto, a palavra maltrapilha (L. 25) pode ser substituída, sem prejuízo de sentido, pela seguinte palavra:

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Ano: 2012 Banca: FUMARC Órgão: TJ-MG Prova: FUMARC - 2012 - TJ-MG - Técnico Judiciário |
Q252897 Português

Observe o trecho do conto “O Alienista”, de Machado de Assis. A questão se refere a este texto. 


            (...) “Uma vez desonerado da administração, o alienista procedeu a uma vasta classificação dos seus enfermos. Dividiu-os primeiramente em duas classes principais: os furiosos e os mansos; daí passou às subclasses, monomanias, delírios, alucinações diversas. Isto feito, começou um estudo acurado e contínuo; analisava os hábitos de cada louco, as horas de acesso, as aversões, as simpatias, as palavras, os gestos, as tendências; inquiria da vida dos enfermos, profissões, costumes, circunstâncias da revelação mórbida, acidentes da infância e da mocidade, doenças de outra espécie, antecedentes na família, uma devassa, enfim, como a não faria o mais atilado corregedor. Mal dormia e mal comia; e ainda comendo, era como se trabalhasse, porque ora interrogava um texto antigo, ora ruminava uma questão, e ia muitas vezes de um cabo a outro do jantar sem dizer uma só palavra a D. Evarista.

       - A Casa Verde é um cárcere privado, disse um médico sem clínica.

        Nunca uma opinião pegou e grassou tão rapidamente. Cárcere privado: eis o que se repetia de norte a sul e de leste a oeste de Itaguaí, – a medo, é verdade, porque durante a semana que se seguiu à captura do pobre Mateus, vinte e tantas pessoas, duas ou três de consideração – foram recolhidas à Casa Verde. O alienista dizia que só eram admitidos os casos patológicos, mas pouca gente lhe dava crédito. Sucediam-se as versões populares. Vingança, cobiça de dinheiro, castigo de Deus, monomania do próprio médico, plano secreto do Rio de Janeiro com o fim de destruir em Itaguaí qualquer germe de prosperidade que viesse a brotar, arvorecer, florir, com desdouro e míngua daquela cidade, mil outras explicações, que não explicavam nada, tal era o produto diário da imaginação pública.

       Daí em diante foi uma coleta desenfreada. Um homem não podia dar nascença ou curso à mais simples mentira do mundo, ainda daquelas que aproveitam ao inventor ou divulgador, que não fosse logo metido na Casa Verde. Tudo era loucura. Os cultores de enigmas, os fabricantes de charadas, de anagramas, os maldizentes, os curiosos da vida alheia, os que põem todo o seu cuidado na tafularia, um ou outro almotacé enfunado, ninguém escapava aos emissários do alienista. Ele respeitava as namoradas e não poupava as namoradeiras, dizendo que as primeiras cediam a um impulso natural e as segundas a um vício. Se um homem era avaro ou pródigo, ia do mesmo modo para a Casa Verde; daí a alegação de que não havia regra para a completa sanidade mental. (...)

Em : “Se um homem era avaro ou pródigo, ia do mesmo modo para a Casa Verde; daí a alegação de que não havia regra para a completa sanidade mental.(...)”, a semântica do léxico PRÓDIGO está CORRETAMENTE identificada em

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Q252443 Português
                                                                Science fiction
O marciano encontrou-me na rua e teve medo de minha impossibilidade humana. Como pode existir, pensou consigo, um ser que no existir põe tamanha anulação de existência?
Afastou-se o marciano, e persegui-o. Precisava dele como de um testemunho. Mas, recusando o colóquio, desintegrou-se no ar constelado de problemas.
E fiquei só em mim, de mim ausente.
ANDRADE, Carlos Drummond de. Science fiction. Poesia e prosa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1988, p. 330-331. 
Já no título do texto (ficção científica, em português), anuncia-se a possibilidade de utilizar termos correlatos a “espaço sideral". É o que ocorre logo na 1a linha, com o uso da palavra marciano.
Outra palavra, empregada no texto, que apresenta relação com esse mesmo campo de significação, é
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Ano: 2012 Banca: FUMARC Órgão: TJ-MG Prova: FUMARC - 2012 - TJ-MG - Oficial Judiciário |
Q252405 Português
A ideia expressa pela palavra em destaque está CORRETAMENTE indicada entre colchetes, na alternativa:

Alternativas
Respostas
17741: E
17742: D
17743: C
17744: D
17745: E
17746: E
17747: B
17748: E
17749: E
17750: C
17751: E
17752: D
17753: B
17754: D
17755: B
17756: E
17757: E
17758: B
17759: E
17760: D