Questões de Concurso Sobre significação contextual de palavras e expressões. sinônimos e antônimos. em português

Foram encontradas 21.061 questões

Q244900 Português
Alguns dados biográficos são necessários para se entender essas cartas [...].

Na frase acima, a expressão para se entender
Alternativas
Q244897 Português
A correlação entre pretensão vã e pretensão desmedida
Alternativas
Q244896 Português
O namoro foi intenso e tenso, breve no tempo factual, longo na duração existencial; mas, como se diz vulgarmente, "não deu certo".

Considerado o acima transcrito, é correta a seguinte afirmativa:
Alternativas
Q244893 Português
No segundo parágrafo,
Alternativas
Q244892 Português
No primeiro parágrafo,
Alternativas
Q244891 Português
No excerto, a autora
Alternativas
Q244257 Português
Um professor de gramática tradicional, ao corrigir uma redação, leu o trecho a seguir e percebeu algumas inadequações gramaticais em sua estrutura.

Os grevistas sabiam o porque da greve, mas mão entendiam porque havia tanta repressão.

O professor corrigirá essas inadequações, produzindo o seguinte texto:
Alternativas
Q244132 Português
A palavra “descriminalizar” (1º parágrafo) é formada pelo mesmo tipo de derivação observado na palavra da seguinte alternativa:
Alternativas
Q244128 Português
“(...) um assunto importantíssimo e que tende a ficar cada vez mais premente, à medida que a população envelhece e a medicina amplia seu arsenal terapêutico.

” A locução “à medida que”, no fragmento acima, assume o seguinte valor semântico:
Alternativas
Q243983 Português
Considere o que se lê no dicionário Houaiss a respeito dos verbetes seguintes:

I. par: 1. conjunto de duas entidades, seres, animais, objetos, de igual natureza;
2. duas pessoas ligadas por algo em comum.

II. poder: 1. ter a faculdade ou a possibilidade de;
2. ter a oportunidade, o ensejo, a ocasião de.

III. renda: 1. produto auferido na aplicação de capital, rendimento;
2. tecido transparente de malha aberta, fina e delicada.

Constitui exemplo de palavras homônimas o que consta APENAS em:
Alternativas
Q243739 Português
Imagem 003.jpg

Com referência ao texto acima, julgue os próximos itens.

A substituição do trecho “como entendida atualmente” (L.22-23) por de acordo com o nosso entendimento atual imprimiria um tom mais formal ao texto, mantendo-se o sentido — codificado no valor semântico do conectivo e na flexão do particípio — original do texto.
Alternativas
Q242997 Português
Em “Na fila formam-se, por assim dizer, nódulos de convivência" (L. 27-28), a palavra destacada significa
Alternativas
Q242268 Português
A partir da leitura do último parágrafo do texto, podemos inferir que seu autor acredita que:
Alternativas
Q242265 Português
A partir da leitura do texto, podemos afirmar que o principal fator que levou o filme “O Artista” a “cair nas graças” de Hollywood foi:
Alternativas
Q242050 Português
Atenção: As questões de números 1 a 8 referem-se ao texto
seguinte.

Os livros de história sempre tiveram dificuldade em falar de mulheres que não respeitam os padrões de gênero, e em nenhuma área essa limitação é tão evidente como na guerra e no que se refere ao manejo de armas. No entanto, da Antiguidade aos tempos modernos a história é fértil em relatos protagonizados por guerreiras. Com efeito, a sucessão política regularmente coloca uma mulher no trono, por mais desagradável que essa verdade soe. Sendo as guerras insensíveis ao gênero e ocorrendo até mesmo quando uma mulher dirige o país, os livros de história são obrigados a registrar certo número de guerreiras levadas, consequentemente, a se comportar como qualquer Churchill, Stálin ou Roosevelt. Semíramis de Nínive, fundadora do Império Assírio, e Boadiceia, que liderou uma das mais sangrentas revoltas contra os romanos, são dois exemplos. Esta última, aliás, tem uma está- tua à margem do Tâmisa, em frente ao Big Ben, em Londres. Não deixemos de cumprimentá-la caso estejamos passando por ali. Em compensação, os livros de história são, em geral, bastante discretos sobre as guerreiras que atuam como simples soldados, integrando os regimentos e participando das batalhas contra exércitos inimigos em condições idênticas às dos homens. Essas mulheres, contudo, sempre existiram. Praticamente nenhuma guerra foi travada sem alguma participação feminina. (Adaptado de Stieg Larsson. A rainha do castelo de ar. São Paulo: Cia. das Letras, 2009. p. 7-8) 


No entanto, da Antiguidade aos tempos modernos a história é fértil em relatos protagonizados por guerreiras.
Mantendo-se a correção e a lógica, sem que qualquer outra alteração seja feita na frase, o segmento grifado acima pode ser substituído por:
Alternativas
Q241799 Português
Imagem 001.jpg

Com relação às ideias e aos aspectos linguísticos do trecho acima,
julgue os itens a seguir.

O emprego do vocábulo “chato”, cujo sentido é pejorativo, é inadequado ao gênero do texto em questão.
Alternativas
Q241359 Português


Com relação às ideias e estruturas linguísticas do texto, julgue o item a seguir.

As expressões “sem dúvida" (L.4) e “na verdade" (L.22) exprimem uma avaliação do autor do texto em relação ao conteúdo das orações em que ocorrem.
Alternativas
Q241355 Português


Com relação às ideias e estruturas linguísticas do texto, julgue o item a seguir.

O vocábulo “epígrafe” (L.2) significa inscrição sobre a lápide de túmulos ou sobre monumentos funerários e é usado no texto como metáfora tanto da materialidade tumular da biblioteca de Alexandria, quanto do tempo decorrido desde sua existência até o presente.
Alternativas
Q241295 Português
Ela ignora o sorriso, salvo aquele que é excitado pela visão da dor alheia.

Mantendo-se a correção, a lógica e o sentido original, o elemento grifado acima pode ser substituído por:
Alternativas
Ano: 2012 Banca: FCC Órgão: TRT - 6ª Região (PE) Provas: FCC - 2012 - TRT - 6ª Região (PE) - Analista Judiciário - Área Administrativa | FCC - 2012 - TRT - 6ª Região (PE) - Analista Judiciário - Arquivologia | FCC - 2012 - TRT - 6ª Região (PE) - Analista Judiciário - Biblioteconomia | FCC - 2012 - TRT - 6ª Região (PE) - Analista Judiciário - Arquitetura | FCC - 2012 - TRT - 6ª Região (PE) - Analista Judiciário - Comunicação Social | FCC - 2012 - TRT - 6ª Região (PE) - Analista Judiciário - Engenharia Civil | FCC - 2012 - TRT - 6ª Região (PE) - Analista Judiciário - Engenharia Elétrica | FCC - 2012 - TRT - 6ª Região (PE) - Analista Judiciário - Engenharia Mecânica | FCC - 2012 - TRT - 6ª Região (PE) - Analista Judiciário - Estatística | FCC - 2012 - TRT - 6ª Região (PE) - Analista Judiciário - Contabilidade | FCC - 2012 - TRT - 6ª Região (PE) - Analista Judiciário - Odontologia | FCC - 2012 - TRT - 6ª Região (PE) - Analista Judiciário - Medicina - Psiquiátrica | FCC - 2012 - TRT - 6ª Região (PE) - Analista Judiciário - Serviço Social | FCC - 2012 - TRT - 6ª Região (PE) - Analista Judiciário - Tecnologia da Informação | FCC - 2012 - TRT - 6ª Região (PE) - Analista Judiciário - Fisioterapia | FCC - 2012 - TRT - 6ª Região (PE) - Analista Judiciário - Enfermagem | FCC - 2012 - TRT - 6ª Região (PE) - Analista Judiciário - Psicologia | FCC - 2012 - TRT - 6ª Região (PE) - Analista Judiciário - Medicina do Trabalho |
Q240351 Português
Economia religiosa 

    Concordo plenamente com Dom Tarcísio Scaramussa, da CNBB, quando ele afirma que não faz sentido nem obrigar uma pessoa a rezar nem proibi-la de fazê-lo. A declaração do prelado vem como crítica à professora de uma escola pública de Minas Gerais que hostilizou um aluno ateu que se recusara a rezar o pai-nosso em sua aula. 
    É uma boa ocasião para discutir o ensino religioso na rede pública, do qual a CNBB é entusiasta. Como ateu, não abraço nenhuma religião, mas, como liberal, não pretendo que todos pensem do mesmo modo. Admitamos, para efeitos de argumentação, que seja do interesse do Estado que os jovens sejam desde cedo expostos ao ensino religioso. Deve-se então perguntar se essa é uma tarefa que cabe à escola pública ou se as próprias organizações são capazes de supri-la, com seus programas de catequese, escolas dominicais etc. 
    A minha impressão é a de que não faltam oportunidades para conhecer as mais diversas mensagens religiosas, onipresentes em rádios, TVs e também nas ruas. Na cidade de São Paulo, por exemplo, existem mais templos (algo em torno de 4.000) do que escolas públicas (cerca de 1.700). Creio que aqui vale a regra econômica, segundo a qual o Estado deve ficar fora das atividades de que o setor privado já dá conta. 
    Outro ponto importante é o dos custos. Não me parece que faça muito sentido gastar recursos com professores de religião, quando faltam os de matemática, português etc. Ao contrário do que se dá com a religião, é difícil aprender física na esquina. 
    Até 1997, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação acertadamente estabelecia que o ensino religioso nas escolas oficiais não poderia representar ônus para os cofres públicos. A bancada religiosa emendou a lei para empurrar essa conta para o Estado. Não deixa de ser um caso de esmola com o chapéu alheio. 

(Hélio Schwartsman. Folha de S. Paulo, 06/04/2012)
Considerando-se o contexto, traduz-se adequadamente um segmento em:
Alternativas
Respostas
17781: A
17782: B
17783: A
17784: A
17785: B
17786: C
17787: C
17788: E
17789: C
17790: C
17791: E
17792: B
17793: C
17794: A
17795: A
17796: E
17797: C
17798: E
17799: A
17800: A