Questões de Concurso
Sobre significação contextual de palavras e expressões. sinônimos e antônimos. em português
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Clarice Lispector. Felicidade clandestina.
In: Felicidade clandestina: pontos.
Rio de Janeiro: Rocco, 1998 (com adaptações).
Na linha 11, o afirmar que o valor do livro estava completamente acima de suas posses, a personagem declara não possuir livros daquele tipo.

Clarice Lispector. Felicidade clandestina.
In: Felicidade clandestina: pontos.
Rio de Janeiro: Rocco, 1998 (com adaptações).
Infere-se do texto, narrado em primeira pessoa, que a personagem principal sujeitou-se a atitudes perversas de uma colega, para conseguir emprestada uma obra de Monteiro Lobato.

Clarice Lispector. Felicidade clandestina.
In: Felicidade clandestina: pontos.
Rio de Janeiro: Rocco, 1998 (com adaptações).
A partir do trecho “os dias seguintes seriam mais tarde a minha vida inteira”, é correto inferir que, em sua vida adulta, a personagem continuou dependente do empréstimo de livros de terceiros.
Para o autor do texto, é mais preocupante a situação em que pessoas se valem do espaço virtual para extrapolar sua identidade real que aquela em que o utilizam para escondê-la.
O texto evidencia a dualidade do ciberespaço, decorrente da possibilidade de o usuário utilizá-lo tanto para esconder sua verdadeira identidade quanto para exacerbar pensamentos e atitudes que, no intercâmbio de sua vida social, ele não se permita expor.
De acordo com o texto, os parceiros do espaço virtual são pessoas que utilizam máscaras, para apresentar uma multiplicidade de pessoas.
Não acarretaria prejuízo para a correção gramatical e os sentidos do texto a substituição de “engendra a omissão” (l.7) por dá existência à omissão.
Depreende-se do texto que o narrador se ressente do fato de momentos marcantes de sua adolescência não terem sido guardados, na memória, por seu pai.
De acordo com o narrador, fotografias antigas evocam imagens irreais daqueles com quem se conviveu no passado.
De acordo com o primeiro parágrafo, as mudanças pelas quais as pessoas passam ao envelhecer alteram a figura delas quando jovens.
Infere-se do segundo parágrafo que os fatos lembrados dependem da importância que lhes foi atribuída pelos que os vivenciaram.

Clarice Lispector. O escrito.
In: A descoberta do mundo. Rio de Janeiro: Rocco, 2008.
Infere-se do texto que a autora acredita que o cenário de conflitos ligado a profissões é irrelevante no que se refere à vida do gerente da loja de sapatos, vivida com singela nobreza.

Clarice Lispector. O escrito.
In: A descoberta do mundo. Rio de Janeiro: Rocco, 2008.
A autora do texto busca evidenciar que a modernização das sociedades valoriza conhecimentos tecnológicos em detrimento de conhecimentos relativos às ciências naturais, o que, de acordo com o ponto de vista do gerente, desqualifica, na estrutura social e na organização profissional, as atividades laborais no comércio, como o de sapatos.

Clarice Lispector. O escrito.
In: A descoberta do mundo. Rio de Janeiro: Rocco, 2008.
Segundo a autora, a diferença de prestígio e de remuneração entre as profissões decorre da competência, mas também da realização técnica e organizada das tarefas, aspecto esse que escapa à indagação do gerente da loja de sapatos, por ser um erudito.

Clarice Lispector. O escrito.
In: A descoberta do mundo. Rio de Janeiro: Rocco, 2008.
No período iniciado por “Mas” (l.5), identificam-se as causas da existência da pergunta “onde está o meu erro?” (l.3).

Machado de Assis. Teoria do medalhão. In: Obra completa.
Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1994, v. II (com adaptações).
Pela leitura do trecho “De resto, o ofício te irá ensinando os elementos dessa arte difícil de pensar o pensado” (l.41-43), percebe-se a intenção do autor do texto de mostrar que a sociedade da época representava um engodo no que diz respeito a pressupostos acerca da racionalidade e do conhecimento.

Machado de Assis. Teoria do medalhão. In: Obra completa.
Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1994, v. II (com adaptações).
Fica provado, no diálogo apresentado, que “algumas apólices, um diploma” (l.5) legitimam a atuação das elites nacionais, que, no entanto, estão afastadas do poder político, porque aderiram ao ofício de medalhão.

Machado de Assis. Teoria do medalhão. In: Obra completa.
Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1994, v. II (com adaptações).
No diálogo apresentado, entre o personagem Janjão e seu pai, a fala inicial é introdutória do assunto e indica a surpresa do pai diante da maturidade de seu filho e o tom solene que irá permear a conversa em que o pai aconselha o filho a avaliar criticamente os valores da sociedade da época, o que torna o texto de Machado de Assis ainda adequado à atualidade.

Internet:
A forma verbal “responde” (l.7), empregada no presente do indicativo, sugere ação que se repete no tempo, compatível com um texto de lei.

A mulher e o assédio moral. Internet:
A expressão “será que” (l.8) poderia ser suprimida, mantendo-se a correção gramatical do período.


