Questões de Concurso Sobre significação contextual de palavras e expressões. sinônimos e antônimos. em português

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Q427367 Português
De acordo com o texto, é CORRETO afirmar que:
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Ano: 2013 Banca: CFC Órgão: CFC Prova: CFC - 2013 - CFC - Técnico em Contabilidade |
Q427318 Português
Todas as descrições aplicam-se ao texto, COM EXCEÇÃO DE:
Alternativas
Ano: 2013 Banca: CFC Órgão: CFC Prova: CFC - 2013 - CFC - Técnico em Contabilidade |
Q427317 Português
Conforme o texto, a inferência INCORRETA é:
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Q426704 Português
Julgue os itens referentes à descrição gramatical, identificando-os como CERTOS ou ERRADOS.

I. Na linha 1, empregam-se vírgulas para indicar o deslocamento por intercalação de um termo na chamada ordem direta da oração.

II. O emprego de “porque”, na linha 6, indica a relação de causa e efeito entre, respectivamente, os enunciados consequente e antecedente.

III. Na linha 9, o emprego do acento grave indicativo de crase é facultativo, pois sua ausência não implica alteração do sentido do enunciado.

IV. Na linha 17, flexiona-se a forma “estão” na 3ª pessoa do plural por causa da concordância com o sujeito composto.

O resultado é:
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Q426703 Português
Com base no texto, identifique o item INCORRETO.
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Q426702 Português
O texto permite inferir que:
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Q425718 Português
Assinale a opção em que há substantivos que se referem, respectivamente, a ação e sentimento:
Alternativas
Q425713 Português
O DOMÍNIO DO SILÊNCIO


O silêncio dominava a imaginação do menino.
Estranho silêncio perseguindo as horas.
Música silente vibrando em cada objeto,
Como se o indizível aguardasse revelação.

O silêncio dominava a imaginação do menino.
Havia a busca permanente de isolamento e quietude,
Sensível ausência da diatonia do mundo,
Ouvidos espreitando o silêncio das coisas.

O silêncio eterniza seu domínio na imaginação.
O menino de outrora segue ouvindo o silêncio,
Que continua aturdindo com a sua música eterna.

(Ney Teles de Paula, Memorial do Efêmero, Ed. Kelps, pág. 21)
Ainda com relação ao texto, preservaria o mesmo sentido na frase “sensível ausência da diatonia do mundo”, a substituição do termo“diatonia” por :
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Q425712 Português
O DOMÍNIO DO SILÊNCIO


O silêncio dominava a imaginação do menino.
Estranho silêncio perseguindo as horas.
Música silente vibrando em cada objeto,
Como se o indizível aguardasse revelação.

O silêncio dominava a imaginação do menino.
Havia a busca permanente de isolamento e quietude,
Sensível ausência da diatonia do mundo,
Ouvidos espreitando o silêncio das coisas.

O silêncio eterniza seu domínio na imaginação.
O menino de outrora segue ouvindo o silêncio,
Que continua aturdindo com a sua música eterna.

(Ney Teles de Paula, Memorial do Efêmero, Ed. Kelps, pág. 21)

Sobre o texto, assinale a alternativa CORRETA :
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Q425212 Português
Em “esse prazer é efêmero” (Texto II, L.2-3) , a palavra que exprime o contrário do termo em destaque é
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Q425210 Português
No Texto II, a expressão “economia da ansiedade” (L.16) refere-se à ideia de
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Q425209 Português
No trecho do Texto I “capazes de sentar, interagir e celebrar com nossos semelhantes.” (L.15-16), o verbo destacado dá origem ao substantivo derivado celebração, grafado com ç.
Os dois verbos que formam substantivos derivados grafados com ç são
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Q425208 Português
O trecho “Mesmo que a princípio seja um ato para aplacar uma necessidade individual, comer se tornou uma atividade essencialmente coletiva para nós.” (L. 17-19) resume a ideia principal do Texto I.
A expressão destacada pode ser substituída, sem prejuízo do sentido, por
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Q425206 Português
No Texto I, em “A alimentação, mais que matar a fome, foi um movimento de construção da nossa sociabilidade.” (L.3-5), a palavra destacada pode ser substituída, sem alteração do sentido, por
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Q425204 Português
A frase do Texto I que explica a escolha do seu título é
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Q424888 Português
Na frase Esse time jogava no Maracanã, o verbo está no passado.

Se o verbo estivesse no presente, a frase ficaria assim:
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Q424883 Português
A palavra que apresenta o sentido contrário ao da palavra ergue (linha 15) é
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Q424874 Português
Na frase “O clamor da multidão parou de repente” (linha 17), o sentido da palavra destacada é
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Q424790 Português
Os dentes na medicina popular e nas crenças brasileiras

Daniel Korytnicki

Quem não tem informações corretas sobre as causas das doenças às vezes imagina que elas são provocadas por espíritos malignos. A medicina popular é rica em receitas feitas com elementos naturais e práticas mágicas que muitos acreditam serem capazes de proteger a saúde e curar. No Brasil, há várias dessas práticas relacionadas aos dentes, típicas de cada região:

• Na Paraíba e em Minas Gerais, prepara-se um chá com o botão floral dessecado do cravo-da-índia para fazer bochechos e acalmar a dor de dente.

• No Norte e no Nordeste, costuma-se deixar a casca de um arbusto de molho numa vasilha com água e sal por uma noite e, no dia seguinte, bochechar três vezes com aquela água. Ou retirar a pólvora de três palitos de fósforo usados e colocar sobre a cárie. Ou enrolar um dente de alho num chumaço de algodão e colocar dentro do ouvido do lado contrário ao dente que dói.

• Em São Paulo, é costume cozinhar uma folha de pé de batata em água com sal e bochechar o mais quente que se possa suportar. Para branquear os dentes, recomenda-se esfregar um quarto de limão uma vez por semana nos dentes e na gengiva.

Também são comuns as benzeduras (rezas supersticiosas) e fórmulas mágicas, que passam de geração para geração, às vezes como segredos de família. O uso de dentes humanos e de animais como amuletos e talismãs, que era frequente em tempos antigos, ainda tem seus adeptos...

Achar que os sonhos trazem mensagens sobrenaturais é mais uma crendice popular que faz parte da cultura brasileira - e não só dela: a adivinhação e interpretação dos sonhos estão presentes no teatro grego da Antiguidade, na história de Buda, em relatos da Bíblia... No Brasil, diversos sonhos em que aparecem dentes são interpretados como mensagens. Por exemplo, sonhar com dente que cai é mau presságio e indica a morte de um familiar muito próximo; dente que nasce é bom presságio e indica o nascimento de um filho; escovação dos dentes é um aviso de que uma situação vai se modificar; dentista significa insatisfação!

Por tudo isso, embora as pesquisas indiquem que já não existem tantas cáries como antigamente, as pessoas que têm mais informações, sejam dentistas ou não, devem batalhar para divulgá-las entre a população mais carente. Neste país tão cheio de disparidades, cada um deve fazer a sua parte, para exercer de fato a cidadania.

(Adaptado de: Korytnicki, Daniel. O livro do dentista. São Paulo: Companhia das Letrinhas, 2004. p. 84-88)

No texto, a relação de oposição estabelecida entre os trechos Quem não tem informações e as pessoas que têm mais informações é recuperada e reafirmada pela palavra:
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Q424789 Português
Os dentes na medicina popular e nas crenças brasileiras

Daniel Korytnicki

Quem não tem informações corretas sobre as causas das doenças às vezes imagina que elas são provocadas por espíritos malignos. A medicina popular é rica em receitas feitas com elementos naturais e práticas mágicas que muitos acreditam serem capazes de proteger a saúde e curar. No Brasil, há várias dessas práticas relacionadas aos dentes, típicas de cada região:

• Na Paraíba e em Minas Gerais, prepara-se um chá com o botão floral dessecado do cravo-da-índia para fazer bochechos e acalmar a dor de dente.

• No Norte e no Nordeste, costuma-se deixar a casca de um arbusto de molho numa vasilha com água e sal por uma noite e, no dia seguinte, bochechar três vezes com aquela água. Ou retirar a pólvora de três palitos de fósforo usados e colocar sobre a cárie. Ou enrolar um dente de alho num chumaço de algodão e colocar dentro do ouvido do lado contrário ao dente que dói.

• Em São Paulo, é costume cozinhar uma folha de pé de batata em água com sal e bochechar o mais quente que se possa suportar. Para branquear os dentes, recomenda-se esfregar um quarto de limão uma vez por semana nos dentes e na gengiva.

Também são comuns as benzeduras (rezas supersticiosas) e fórmulas mágicas, que passam de geração para geração, às vezes como segredos de família. O uso de dentes humanos e de animais como amuletos e talismãs, que era frequente em tempos antigos, ainda tem seus adeptos...

Achar que os sonhos trazem mensagens sobrenaturais é mais uma crendice popular que faz parte da cultura brasileira - e não só dela: a adivinhação e interpretação dos sonhos estão presentes no teatro grego da Antiguidade, na história de Buda, em relatos da Bíblia... No Brasil, diversos sonhos em que aparecem dentes são interpretados como mensagens. Por exemplo, sonhar com dente que cai é mau presságio e indica a morte de um familiar muito próximo; dente que nasce é bom presságio e indica o nascimento de um filho; escovação dos dentes é um aviso de que uma situação vai se modificar; dentista significa insatisfação!

Por tudo isso, embora as pesquisas indiquem que já não existem tantas cáries como antigamente, as pessoas que têm mais informações, sejam dentistas ou não, devem batalhar para divulgá-las entre a população mais carente. Neste país tão cheio de disparidades, cada um deve fazer a sua parte, para exercer de fato a cidadania.

(Adaptado de: Korytnicki, Daniel. O livro do dentista. São Paulo: Companhia das Letrinhas, 2004. p. 84-88)

Sobre o conteúdo e o tratamento temático do texto, apresentam-se as seguintes afirmações:

I. Os exemplos selecionados ilustram a perspectiva crítica do autor; ao mobilizar no texto casos brasileiros de uso de plantas e de práticas mágicas como instrumentos com poder curativo, ele não reconhece o valor científico e a eficácia da medicina natural, aproximando-a da mera crendice.

II. Contrariando a expectativa gerada pelo título do texto, o autor refere-se não somente ao Brasil, mas a outros países e épocas históricas, nos quais o vínculo direto entre medicina popular e superstição também se verifica, mencionando, inclusive, informações registradas em textos bíblicos e budistas como fontes de suas pesquisas.

III. Um dos objetivos centrais do texto é realizar na prática exatamente aquilo que o autor sugere no último parágrafo: divulgar entre os leitores, sejam dentistas ou não, fórmulas mágicas capazes de curar e de proteger a saúde dos dentes.

Está correto o que se afirma APENAS em
Alternativas
Respostas
15741: A
15742: D
15743: C
15744: C
15745: D
15746: A
15747: D
15748: D
15749: B
15750: A
15751: D
15752: A
15753: C
15754: E
15755: E
15756: A
15757: A
15758: A
15759: A
15760: A