Questões de Concurso Sobre significação contextual de palavras e expressões. sinônimos e antônimos. em português

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Q675806 Português

Julgue o item subsecutivo, referentes aos sentidos do texto CB8A1BBB.

No texto, a expressão “havia tudo por fazer” (Imagem associada para resolução da questão.3) tem sentido equivalente ao da expressão “criar um país a partir do nada” (Imagem associada para resolução da questão.11).

Alternativas
Q675802 Português

Em relação aos elementos linguísticos do texto CB8A1AAA, julgue o item a seguir.

O pronome ele, em “dele” (Imagem associada para resolução da questão.18), refere-se a “o poder político” (Imagem associada para resolução da questão.17).

Alternativas
Q675337 Português

             

Julgue o item subsecutivo, referente aos sentidos do texto CB8A1BBB.


Sem prejuízo do sentido do texto, a palavra “retaliação” (l.26) poderia ser substituída por revide, desforra.

Alternativas
Q675336 Português

             

Julgue o item subsecutivo, referente aos sentidos do texto CB8A1BBB.


No texto, a expressão “havia tudo por fazer” (l.3) tem sentido equivalente ao da expressão “criar um país a partir do nada” (l.11).

Alternativas
Ano: 2016 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: TCE-PA Provas: CESPE - 2016 - TCE-PA - Conhecimentos Básicos - Cargos 1, 18, 19, 37 e 38 | CESPE - 2016 - TCE-PA - Conhecimentos Básicos - Cargos 24, 25 e 26 | CESPE - 2016 - TCE-PA - Conhecimentos Básicos - Cargos 20 a 23 e de 27 a 31 | CESPE - 2016 - TCE-PA - Conhecimentos Básicos- Cargos 32 a 36 | CESPE - 2016 - TCE-PA - Auditor de Controle Externo - Área Fiscalização - Administração | CESPE - 2016 - TCE-PA - Auditor de Controle Externo - Área Fiscalização - Direito | CESPE - 2016 - TCE-PA - Auditor de Controle Externo - Área Comunicação - Jornalismo | CESPE - 2016 - TCE-PA - Auditor de Controle Externo - Área Informática - Analista de Sistema | CESPE - 2016 - TCE-PA - Auditor de Controle Externo - Educacional | CESPE - 2016 - TCE-PA - Auditor de Controle Externo - Área Informática - Analista de Suporte | CESPE - 2016 - TCE-PA - Auditor de Controle Externo - Área Planejamento - Administração | CESPE - 2016 - TCE-PA - Auditor de Controle Externo - Área Fiscalização - Contabilidade | CESPE / CEBRASPE - 2016 - TCE-PA - Auditor de Controle Externo - Área Informática - Administrador de Banco de Dados | CESPE - 2016 - TCE-PA - Auditor de Controle Externo - Área Informática - Analista de Segurança | CESPE / CEBRASPE - 2016 - TCE-PA - Auditor de Controle Externo - Área Fiscalização - Engenharia Elétrica | CESPE - 2016 - TCE-PA - Auditor de Controle Externo - Área Comunicação - Publicidade | CESPE - 2016 - TCE-PA - Auditor de Controle Externo - Área Informática - Web Design | CESPE - 2016 - TCE-PA - Auditor de Controle Externo - Área Fiscalização - Engenharia Civil | CESPE - 2016 - TCE-PA - Auditor de Controle Externo - Área Fiscalização - Economia | CESPE - 2016 - TCE-PA - Auditor de Controle Externo - Área Planejamento - Economia | CESPE - 2016 - TCE-PA - Auditor de Controle Externo - Área Fiscalização - Engenharia Ambiental e Sanitária | CESPE - 2016 - TCE-PA - Auditor de Controle Externo - Área Fiscalização - Arquitetura | CESPE / CEBRASPE - 2016 - TCE-PA - Auditor de Controle Externo - Área Fiscalização - Estatística | CESPE - 2016 - TCE-PA - Auditor de Controle Externo - Área Fiscalização - Ciências Atuariais |
Q675202 Português

Julgue o item que se segue, referente aos aspectos linguísticos do texto CB1A1AAA.

Na linha 5, a palavra “só” foi empregada no sentido de sozinhos.

Alternativas
Ano: 2016 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: TCE-PA Provas: CESPE / CEBRASPE - 2016 - TCE-PA - Conhecimentos Básicos- Cargos 4, 5 e de 8 a 17 | CESPE - 2016 - TCE-PA - Conhecimentos Básicos- Cargos 2 e 7 | CESPE - 2016 - TCE-PA - Conhecimentos Básicos- Cargos 3 e 6 | CESPE - 2016 - TCE-PA - Auditor de Controle Externo - Procuradoria | CESPE / CEBRASPE - 2016 - TCE-PA - Auditor de Controle Externo - Área Administrativa - Direito | CESPE - 2016 - TCE-PA - Auditor de Controle Externo - Área Administrativa - Administração | CESPE - 2016 - TCE-PA - Auditor de Controle Externo - Área Administrativa - Psicologia | CESPE - 2016 - TCE-PA - Auditor de Controle Externo - Área Administrativa - Contabilidade | CESPE - 2016 - TCE-PA - Auditor de Controle Externo - Área Administrativa - Economia | CESPE - 2016 - TCE-PA - Auditor de Controle Externo - Área Administrativa - Enfermagem | CESPE - 2016 - TCE-PA - Auditor de Controle Externo - Área Administrativa - Gestão de Pessoas | CESPE - 2016 - TCE-PA - Auditor de Controle Externo - Área Administrativa - Serviço Social | CESPE - 2016 - TCE-PA - Auditor de Controle Externo - Área Administartiva - Engenharia Civil | CESPE / CEBRASPE - 2016 - TCE-PA - Auditor de Controle Externo - Área Administrativa - Estatística | CESPE - 2016 - TCE-PA - Auditor de Controle Externo - Área Administrativa - Arquitetura | CESPE - 2016 - TCE-PA - Auditor de Controle Externo - Área Administrativa - Odontologia | CESPE / CEBRASPE - 2016 - TCE-PA - Auditor de Controle Externo - Área Administrativa - Engenharia Elétrica | CESPE - 2016 - TCE-PA - Auditor de Controle Externo - Área Administrativa - Fisioterapia | CESPE - 2016 - TCE-PA - Auditor de Controle Externo - Área Administrativa - Clínica Médica |
Q675161 Português

Julgue o item seguinte, com relação aos aspectos linguísticos do texto CB5A1BBB.

A substituição do vocábulo “olvidar” (l.23) por esquecer manteria o sentido e a correção gramatical do texto.

Alternativas
Q675033 Português
Sobre o último quadrinho, assinale a afirmação correta.
Alternativas
Q674754 Português

INSTRUÇÃO: Leia trecho do artigo Saúde, de Ruth de Aquino, e responda à questão.

      Quando brindamos, o primeiro voto é “saúde” – e não por acaso. Só depois vem “paz, amor”. Sem saúde, o resto não é possível. Por que, então, o Brasil é tão cruel com seus doentes? Crises na Saúde não são produzidas de um dia para outro. O caos nos hospitais do Rio de Janeiro é apenas a vitrine de um sistema falido e desumano [...].

      O Estado brasileiro nunca deu assistência médica digna à massa da população. Jamais transformou a Saúde em prioridade. No Brasil profundo, não é novidade a falta de médicos, leitos, remédios e equipamentos. [...]

      Os governos federal, estaduais e municipais empurram com a barriga, há mais tempo do que a nossa memória alcança, os péssimos índices de desenvolvimento humano no Brasil. E aí se incluem também educação, saneamento e transporte. A negligência se explica. Os políticos não usam hospital público, escola pública e transporte público. Eles enriquecem muito no poder. A vida real passa ao largo de quem manda.

                                                                                      (Revista ÉPOCA, ed. 917.)

Nos trechos Sem saúde e Crises na Saúde, a palavra saúde foi escrita de modos diferentes. Sobre esse fato, analise as afirmativas.

I - O sentido da palavra saúde, seja com inicial maiúscula ou minúscula, é inalterado, expressa a boa condição física e mental de um indivíduo; as diferentes grafias devem-se à informalidade da linguagem.

II - As iniciais minúscula, no primeiro trecho, e maiúscula, no segundo, atribuem sentido diferenciado para a mesma palavra, revelado na situação de uso.

III - O termo saúde, no primeiro trecho, refere-se ao estado de um indivíduo cujas funções orgânicas, físicas e mentais estão em situação normal.

IV - O termo Saúde, no segundo trecho, significa Ministério da Saúde, assim grafado devido ao registro formal da linguagem.

Está correto o que se afirma em

Alternativas
Q672483 Português
Com relação às ideias e às estruturas linguísticas do texto IV, julgue (C ou E) o item a seguir.

O trecho “se não corrente” (l.4) poderia ser corretamente substituído por se não for corrente, preservando-se o sentido original do texto.
Alternativas
Q672467 Português

Texto III



 

Julgue (C ou E) o item subsequente, relativo às ideias desenvolvidas no texto III.


Em “somos incapazes de forjar uma verdadeira trança, uma intrincada teia” (l. 23 e 24), a palavra “trança” foi empregada no sentido de trama.

Alternativas
Q672464 Português

Texto III



 

Julgue (C ou E) o item subsequente, relativo às ideias desenvolvidas no texto III.


Em “E comenta, ácido” (l.39), a palavra “ácido” foi empregada, com ironia, para ridicularizar o Desembargador Pontes Visgueiro, criminoso de Alagoas.

Alternativas
Q671804 Português
Analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa correta. A minha opinião vai de encontro a sua. Para substituir, sem alteração de sentido, a expressão destacada na frase acima podemos selecionar por:
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Q671794 Português

O estudo científico da comunicação: avanços teóricos e metodológicos ensejados pela escola latino-americana

INTRODUÇÃO

A sociedade moderna está cercada de todos os lados pelos vários sistemas de comunicação. Estudar a comunicação social é uma necessidade atual de todos os povos em qualquer parte do mundo. Conhecer e dominar os sistemas de informação e da comunicação é indispensável no mundo globalizado. Estamos iniciando os últimos passos para a saída do século XX e os primeiros para a entrada do século XXI. Neste período de transição o ser humano vive momentos de incertezas da comunicação e de (in)comunicação, das crises políticas, culturais, econômicas e religiosas. As distâncias na sociedade contemporânea estão cada vez mais próximas, quer seja pelos modernos meios de transporte ou pelas telecomunicações via satélite, Internet, etc. Com as novas tecnologias, a velocidade da informação e o processo comunicacional tomam-se cada vez mais complexos e conseqüentemente de mais difícil compreensão.

No início do século XX o impacto sociocultural e econômico se deu com a revolução industrial. O século XXI está chegando sob o impacto da revolução dos meios de comunicação e das novas tecnologias da informação. É inegável a importância dos meios de comunicação social e sua influência na complexa sociedade globalizada. Desta forma, estudaras mídias passou a ser uma prioridade no campo das interações sociais. É necessário investigar, compreender e formular teorias de comunicação que possam atender os interesses da sociedade no mundo globalizado. Em busca desse objetivo resolvemos fazer algumas reflexões sobre os paradigmas existentes e tentar abrir algumas brechas que possam contribuir na formatação de novos ingredientes colaboradores do processo de interpretação e explicação da realidade atual. É neste mundo globalizado que o homem vive atualmente e dele retira as informações que irão contribuir para ampliação dos seus conhecimentos e das suas experiências.

http://www2.metodista.br/unesco/PCLA/revista6/artiao%206-3.htm - acesso em 03/05/2016. 

O texto trata do rompimento de paradigma. Assinale a alternativa que indica um sinônimo para o termo citado.
Alternativas
Q671790 Português
As opções a seguir apresentam pares de palavras que podem ser escritas em um ou dois vocábulos alterando-se o sentido, à exceção de uma. Assinale-a.
Alternativas
Q671789 Português
As frases a seguir apresentam estruturas que mostram uma ruptura na oposição esperada, à exceção de uma. Assinale-a.
Alternativas
Q671767 Português
O conteúdo programático desta prova fala de língua e de linguagem. Esta última deve ser entendida como
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Q671567 Português

Texto I

                                     Rito de Passagem

          Um dia seu filho se aproxima e diz, assim como quem não quer nada: “Pai, fiz a barba”. E, a menos que se trate de um pai desnaturado ou de um barbeiro cansado da profissão, a emoção do pai será inevitável. E será uma complexa emoção essa, um misto de assombro, de orgulho, mas também de melancolia. O seu filho, o filhinho que o pai carregou nos braços, é um homem. O tempo passou.

      Barba é importante. Sempre foi. Patriarca bíblico que se prezasse usava barba. Rei também. E um fio de barba, ou de bigode, tradicionalmente se constitui numa garantia de honra, talvez não aceita pelos cartórios, mas prezada como tal. Fazer a barba é um rito de passagem.

      Como rito de passagem, ele não dura muito. Fazer a barba. No início, é uma revelação; logo passa à condição de rotina, e às vezes de rotina aborrecida. Muitos, aliás, deixam crescer a barba por causa disto, para se ver livre do barbeador ou da lâmina de barbear. Mas, quando seu filho se olha no espelho, e constata que uns poucos e esparsos pelos exigem - ou permitem - o ato de barbear-se, ele seguramente vibra de satisfação.

      Nenhum de nós, ao fazer a barba pela primeira vez, pensa que a infância ficou pra trás. E, no entanto, é exatamente isto: o rosto que nos mira do espelho já não é mais o rosto da criança que fomos. É o rosto do adulto que seremos. E os pelos que a água carrega para o ralo da pia levam consigo sonhos e fantasias que não mais voltarão.

      É bom ter barba? Essa pergunta não tem resposta. Esta pergunta é como a própria barba: surge implacavelmente, cresce não importa o que façamos. Cresce mesmo depois que expiramos. E muitos de nós expiramos lembrando certamente o rosto da criança que, do fundo do espelho, nos olha sem entender.

(SCLIAR, Moacyr et al. Histórias de grandeza e de miséria. Porto Alegre: L&PM, 2003) 

No texto, o vocábulo “expiramos” poderia ser substituído por:
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Q671563 Português

Texto I

                                     Rito de Passagem

          Um dia seu filho se aproxima e diz, assim como quem não quer nada: “Pai, fiz a barba”. E, a menos que se trate de um pai desnaturado ou de um barbeiro cansado da profissão, a emoção do pai será inevitável. E será uma complexa emoção essa, um misto de assombro, de orgulho, mas também de melancolia. O seu filho, o filhinho que o pai carregou nos braços, é um homem. O tempo passou.

      Barba é importante. Sempre foi. Patriarca bíblico que se prezasse usava barba. Rei também. E um fio de barba, ou de bigode, tradicionalmente se constitui numa garantia de honra, talvez não aceita pelos cartórios, mas prezada como tal. Fazer a barba é um rito de passagem.

      Como rito de passagem, ele não dura muito. Fazer a barba. No início, é uma revelação; logo passa à condição de rotina, e às vezes de rotina aborrecida. Muitos, aliás, deixam crescer a barba por causa disto, para se ver livre do barbeador ou da lâmina de barbear. Mas, quando seu filho se olha no espelho, e constata que uns poucos e esparsos pelos exigem - ou permitem - o ato de barbear-se, ele seguramente vibra de satisfação.

      Nenhum de nós, ao fazer a barba pela primeira vez, pensa que a infância ficou pra trás. E, no entanto, é exatamente isto: o rosto que nos mira do espelho já não é mais o rosto da criança que fomos. É o rosto do adulto que seremos. E os pelos que a água carrega para o ralo da pia levam consigo sonhos e fantasias que não mais voltarão.

      É bom ter barba? Essa pergunta não tem resposta. Esta pergunta é como a própria barba: surge implacavelmente, cresce não importa o que façamos. Cresce mesmo depois que expiramos. E muitos de nós expiramos lembrando certamente o rosto da criança que, do fundo do espelho, nos olha sem entender.

(SCLIAR, Moacyr et al. Histórias de grandeza e de miséria. Porto Alegre: L&PM, 2003) 

Em “E, a menos que se trate de um pai desnaturado ou de um barbeiro cansado da profissão, a emoção do pai será inevitável.” (1°§), o fragmento em destaque sugere uma relação de sentido com a oração que encerra o período. Desse modo, tal fragmento introduz um sentido de: 
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Q671443 Português

Drummond, o poeta-farmacêutico que amava as pessoas, faria 110 anos, hoje 

                                                                                                                        Data: 31/10/2012


   CARLOS DRUMMOND DE ANDRADE, o farmacêutico que foi, também, um dos maiores poetas da língua portuguesa, faria 114 anos em 2016. Mineiro de Itabira, Drummond foi uma das pedras fundamentais da moderna literatura brasileira. Nascido a 31 de outubro de 1902, vindo de uma família de fazendeiros, estudou em Belo Horizonte e em Nova Friburgo (RJ). De novo em Belo Horizonte, começou a carreira de escritor, como colaborador do “Diário de Minas”, que aglutinava os adeptos locais do incipiente movimento Modernista Mineiro. 

     Em 1925, formou-se em Farmácia, em Ouro Preto. CDA (era assim que os editores os chamavam) foi o orador de sua turma de formandos. Em 1934, ele se transferiu para o Rio de Janeiro, onde ingressou no serviço público. Foi Chefe de Gabinete de Gustavo Capanema, Ministro da Educação, até 1945. Em seguida, foi trabalhar no Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional e se aposentou em 1962. A partir de 1954, Drummond escreveu memoráveis crônicas no “Correio da Manhã” e no “Jornal do Brasil”. 

    O poeta deixou livros essenciais para a literatura brasileira, como “Alguma Poesia” (1930), ”Sentimento do Mundo” (1940), “A Rosa do Povo” (1945), “Claro Enigma” (1951), “José e Outros” (1967) e “Corpo” (1984).

   Um dia, Aluísio Pimenta, também mineiro, farmacêutico e intelectual, Ministro da Cultura do Governo Sarney, ex-professor na Universidade de Londres e ex-reitor da Universidade Federal de Minas Gerais, num bate-papo com o poeta-maior do Brasil, perguntou: “Carlos, porque você se formou em Farmácia, já que abraçou a carreira literária?”. 

    Drummond respondeu-lhe: “Porque eu gosto das pessoas”. 

    Farmacêuticos, em todos os tempos e lugares, trazem mesmo lições de amor às pessoas. Aliás, para o farmacêutico, amar não é apenas o verbo transitivo direto que se aprende a conjugar nas escolas. Amar é ação. A ação de servir, a qualquer hora de qualquer dia e em qualquer lugar. É cuidar, é promover a saúde, é salvar vidas.

http://www.cff.org.br/noticia.php?id=906. Acesso em 21/04/2016
Assinale a alternativa que traz o correto significado de "incipiente", no final do primeiro parágrafo.
Alternativas
Respostas
11621: C
11622: E
11623: C
11624: C
11625: E
11626: C
11627: D
11628: B
11629: C
11630: C
11631: E
11632: B
11633: C
11634: E
11635: D
11636: A
11637: A
11638: A
11639: D
11640: D