Questões de Concurso Sobre significação contextual de palavras e expressões. sinônimos e antônimos. em português

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Q801119 Português
Mais da metade dos estudos de psicologia não pode ser reproduzido
   O maior esforço até o momento para reproduzir pesquisas da área da psicologia revelou que mais da metade delas falha ao ser replicada ‒ e mesmo aquelas que tiveram sucesso apresentaram resultados menos "intensos". A conclusão é de uma ampla análise publicada na revista Science e revela a preocupação dos cientistas por artigos mais rigorosos e confiáveis, que realmente façam avançar a ciência ‒ e não apenas confiram status e tragam financiamento para seus autores. A reprodutibilidade é um dos parâmetros mais importantes para conferir veracidade a um estudo. Nos últimos anos, os pesquisadores têm se debatido com um número crescente de artigos retratados, com erros, falhas ou, simplesmente, fraudentos.
   Para verificar se os artigos poderiam ser reproduzidos, 270 cientistas de todo o mundo, liderados pelo psicólogo Brian Nosek, professor da Universidade da Virgínia, nos Estados Unidos, passaram três anos repetindo 100 estudos publicados nos mais importantes periódicos de psicologia durante 2008. Entraram em contato com os autores e pediram apoio para adaptar os testes, se fosse o caso. Ao final, conseguiram reproduzir apenas 36% dos resultados. Destes, a maior parte (83%) tinha efeitos com metade da "intensidade" dos originais.
   Os pesquisadores incluíram pesquisas famosas, como a que afirmou que mulheres comprometidas se sentem mais atraídas por homens solteiros no período fértil. De acordo com os cientistas responsáveis pela análise, a baixa taxa de reprodutibilidade não quer dizer que as pesquisas originais eram fraudes, mas que carecem de parâmetros que indiquem o grau de replicabilidade dos achados. Afinal, em ciências como a psicologia ou a medicina o número de variáveis envolvidas e que precisam ser controladas para que um estudo tenha sucesso é muito grande. Ao contrário de experiências com modelos animais, como ratos ou porcos, que podem ter o genoma manipulado pelos pesquisadores e vivem em laboratório, os homens têm histórias de vida e atitudes muito diversas que podem influenciar os resultados, como se fossem "ruídos" nos estudos.
    "É importante destacar que estes resultados tão decepcionantes não questionam diretamente a validade das teorias iniciais", avaliou Gilbert Chin, psicólogo e redator-chefe da Science. "O que(1) concluímos é que deveríamos confiar menos em muitos dos resultados destas experiências."
Credibilidade
   O estudo faz parte do Projeto Reprodutibilidade, uma colaboração internacional formada para identificar padrões de reprodutibilidade e práticas que poderiam melhorar os artigos científicos. É a segunda vez, neste ano, que a Science dedica ao tema. Em uma das edições de junho, Nosek e outros autores chamaram a atenção para o número crescente de fraudes e retratações na ciência, causadas, entre outros motivos, pela valorização do número de publicações científicas que pode incentivar a queda de qualidade e favorecer a desonestidade. De acordo com dois comentários, a avaliação quantitativa tem feito a ciência evoluir de forma "dramática e inquietante" e ajudado a promover fraudes, a falta de transparência e uma série de equívocos. Os cientistas sugeriram novos e mais rigorosos parâmetros para a avaliação de estudos, que(2) promovam a qualidade dos estudos.
 Mais que apontar fragilidades, os cientistas esperam que análises como que revela a pouca reprodutibilidade das pesquisas em psicologia possam ajudar os pesquisadores a fazer uma ciência mais exata e confiável, estabelecendo padrões para sua reprodução e verificação.
(veja.abril.com.br. Acesso em 28/08/2015)
Assinale a alternativa que contenha dois sinônimos da palavra "fraudentos" (em destaque no primeiro parágrafo do texto) que poderiam substituí-la com igual significação.
Alternativas
Q796953 Português

                  Por que achamos que ser magro é bonito?


      Dieta da sopa, da lua, do pepino, da batata doce, para secar a barriga. Em um passeio rápido pela internet, não é nada difícil pinçar alguns exemplos de uma obsessão pela magreza. Mas por que queremos tanto emagrecer? Por que achamos que “magreza = beleza”?

      A preocupação com o ponteiro da balança está longe de ser apenas uma preocupação com a saúde. Essa neura com o peso não vem dos tempos mais remotos. Basta espiar as obras de arte dos séculos passados e ver que a figura feminina idealizada ali concentrava mais gordura do que as modelos de hoje. O quadril largo, as coxas generosas, o rosto mais cheinho eram traços valorizados nas musas. Ainda que o padrão em si tenha mudado, a lógica permanece. “Os padrões de beleza que aparecem ao longo da história são, como regra, acessíveis a poucos”, aponta a psicóloga Joana de Vilhena Novaes.

      Quando fazer as três refeições básicas diariamente era um luxo e morrer de fome era um destino comum para as pessoas, a gordura era um privilégio. Agora, já que temos mais comida à disposição, mais jeitos de conservá-la, comer é fácil. Portanto, não é de estranhar que as modelos extremamente magras sejam colocadas em um pedestal. É mais difícil ser muito magra com tantas calorias à disposição. O corpo magro e jovem também exige cada vez mais procedimentos estéticos e cirurgias para atingir a dita “perfeição” — exige dinheiro, mais um obstáculo.

      Só no Brasil, um terço das meninas que estão no 9° ano do Ensino Fundamental já se preocupam com o peso, de acordo com uma pesquisa de 2013 do IBGE. Em âmbito global, a probabilidade de que uma moça com idade entre 15 e 24 anos morra em decorrência de anorexia é 12 vezes maior que por qualquer outra causa. E não é à toa que as vítimas mais comuns sejam as mulheres. A nutricionista Paola Altheia explica a tendência: “Enquanto a moeda de valor masculina na sociedade é dinheiro, poder e influência, a das mulheres é a aparência”.

(Ana Luísa Fernandes, Priscila Bellini. http://super.abril.com.br. 08.07.2015. Adaptado)

O sinal de igual (=) em – Por que achamos que “magreza = beleza”? (1° parágrafo) – pode ser substituído, sem prejuízo de sentido e com a regência de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa, por:
Alternativas
Q792060 Português
Leia o texto, para responder à questão.
  
  O que é a paixão senão um sentimento imenso que nos tira a razão? Quando estamos apaixonados, não queremos nada, além daquilo ou daquele que nos hipnotizou.
  Ficamos cegos e nada mais faz sentido. Tudo em nossa volta se transforma em um nevoeiro, cinza e espesso, permitindo ver apenas o que tanto queremos.
  Todos nos apaixonamos, seja por alguém ou por algo, e de repente nossos corações perdem a harmonia das batidas. De repente somos fisgados por algo que nos conquistou.
  Não somente os jovens, adultos ou velhos se apaixonam. As crianças também. E, assim, um dia caí na armadilha de um cupido mal-intencionado.
  Eu era criança, não lembro minha idade, mas lembro que aqui no hospital amanhecera. Dava para sentir o calor da luz do sol e o silêncio que pairava no ambiente do quarto onde, sozinho, eu ficava.
  Em instantes, alguém, que estava ali para cuidar de mim, entra no quarto. Havia uma vitrola e, para permitir um momento agradável, essa que veio ser minha cuidadora pôs um disco para tocar. Não tenho certeza, mas era um vinil com canções românticas de uma dessas novelas.
  Não sei como foi, mas lembro até hoje o nome dessa que, naquele dia, me ofertou grande afeto. Seu nome era Silvana, e lembro que ela tinha cabelos compridos e loiros.
  Enquanto a música tocava, eu sentia que algo não estava certo com ela. Parecia que, apesar de estar diante de mim, estava com seu coração em outro mundo.
  Mesmo assim, eu me sentia bem e feliz. Depois do banho e do café da manhã, ela sai do quarto para outras tarefas. Embalado pelas músicas da vitrola, fico vislumbrando a paisagem da janela. Bem ao longe, em cima do prédio da Faculdade de Medicina, em frente ao Instituto onde fico, uma bandeira do Brasil dança ao ritmo do vento que a embala.
  Muitos momentos, quando se é garoto, são como fotografias, nas quais o maior sentimento que se expressa é a solidão.
  A música parou de tocar, e assim voltei meu olhar para o quarto em que somente eu estava presente. Não demorou muito para que Silvana voltasse e colocasse outro disco. Poucas horas depois, irei dormir feliz, pois o carinho e o afeto que Silvana me permitiu deixarão um doce conforto. Como o filho de que a mãe cuida, fecho meus olhos, tranquilo e feliz.
  Mas, infelizmente, nada dura para sempre. Veio outra pessoa cuidar de mim no dia seguinte, e no lugar do afeto que Silvana trazia, não veio o desprezo, mas alguém em quem eu mal poderia encontrar conforto. Aos soluços, pedi de volta a Silvana que tinha cuidado de mim no dia anterior. A resposta das minhas súplicas foi que ela não viria mais.
(Paulo Henrique, Minha primeira paixão. Disponível em: www.folha.uol.com.br. Acesso em 16.02.2016. Adaptado)
As palavras destacadas nas passagens – O que é a paixão senão um sentimento imenso que nos tira a razão? / Muitos momentos, quando se é garoto, são como fotografias, nas quais o maior sentimento que se expressa é a solidão. – podem ser correta e respectivamente substituídas, sem prejuízo de sentido, por:
Alternativas
Q787517 Português
A alternativa em que há equivalência entre o termo transcrito e o que ele indica é:
Alternativas
Q784584 Português
Na corrida contra a demência

Gláucia Leal

        “Sorte daqueles que não têm de morrer”, diz um provérbio tibetano que, volta e meia, me vem à cabeça. A frase – ligeiramente irônica, já que a finitude é inevitável – tem, como contexto, a crença na lei de causas e consequências, segundo a qual teremos de nos haver com as repercussões de nossos atos, nossas intenções e nossas palavras – nesta ou em outras existências. E não porque tenhamos de ser castigados, mas sim porque prevalece a ideia de que nada nos acontece sem que, em algum momento, tenhamos criado as causas para isso. Fazendo uma releitura do ditado oriental, tomo a liberdade de dizer que teríamos sorte se não tivéssemos de envelhecer. Esse desfecho não é inevitável, claro, mas a alternativa também não parece nada atraente. Na maioria absoluta, ansiamos pela vida. Com o aumento dessa expectativa, o problema é chegarem também os “males” dos desgastes impostos pelo tempo. A demência, que nos rouba de nós mesmos, talvez seja um dos mais temidos.
        O mais prevalente desses quadros é a doença de Alzheimer. A patologia pode ter evoluído concomitantemente com a inteligência humana. Em artigo publicado no periódico científico bioRxiv, cientistas afirmaram ter encontrado evidências de que, entre 50 mil e 200 mil anos atrás, a seleção natural impulsionou mudanças em seis genes envolvidos no desenvolvimento cerebral, o que pode ter contribuído para aumentar a conectividade neuronal, tornando os humanos modernos mais inteligentes à medida que evoluíram de seus ancestrais hominídeos. Essa nova capacidade intelectual, porém, não veio sem custo: os mesmos genes estão implicados no Alzheimer. O geneticista Kun Tang, do Instituto de Ciências Biológicas de Xangai, na China, que liderou a pesquisa, especula que o distúrbio de memória se desenvolveu à medida que cérebros em processo de envelhecimento lutavam com novas demandas metabólicas impostas pela crescente inteligência.
        Mas essa é só uma parte da história: se a capacidade de aprender e memorizar nos penaliza, ela também acena com a possibilidade de afastar a manifestação do Alzheimer, às vezes por vários anos ou até por toda a vida. O neurocientista David A. Bennett, diretor do Centro Rush da Doença de Alzheimer em Chicago, um dos mais renomados pesquisadores na área, revela uma descoberta surpreendente: pessoas com a mesma condição cerebral podem apresentar estado mental completamente diferente. Enquanto uma perde a memória, outra se mostra lúcida e capaz. Ou seja, mais importante do que o estado físico dos tecidos é o uso que se faz deles, apesar dos danos.
        Para ganhar a corrida contra a demência, duas armas são fundamentais: afeto e exercício intelectual. Apostar no que faz bem, manter pessoas queridas por perto, cultivar relações de intimidade, cuidar de animais e se divertir, movimentar o corpo, passear, falar mais de um idioma e aprender coisas contribui para postergar o surgimento do Alzheimer e diminuir o número de anos que se passa doente no fim da vida. Curiosamente, parece que a prevenção está justamente no que tende a nos tornar mais felizes. 

Disponível em: <https://www.uol.com.br/ > . Acesso em:10 set. 2016. [Texto adaptado] 
Considere o período:
Apostar no que faz bem, manter pessoas queridas por perto, cultivar relações de intimidade, cuidar de animais e se divertir, movimentar o corpo, passear, falar mais de um idioma e aprender coisas contribui para postergar o surgimento do Alzheimer e diminuir o número de anos que se passa doente no fim da vida.
No contexto em que surgem, as palavras destacadas equivalem, respectivamente, a 
Alternativas
Q779411 Português
A questão refere-se ao texto que segue, trecho de discurso de um político, ao despedir-se da vida pública.
− Não há razão para tristeza quando o coração tem a sensação de dever cumprido. Ainda que eu tenha cultivado a humildade de reconhecer que fiz menos do que poderia e muito menos do que desejei fazer. Aqui não só plantei, colhi. Essa Casa sempre foi para mim uma terra fértil. Que a minha colhida possa ter saciado o desejo de democracia, soberania, justiça do povo brasileiro − disse o político, na largada do discurso.
(Adaptado de: Zero Hora zh.clicrbs.com.br/.../simon-faz-discurso-de-despedida-da-carreira-politica-4660469.ht...) 
Leia com atenção as afirmativas que seguem. I. Considerado o contexto, transpõe-se corretamente o trecho destacado para discurso indireto assim: “O orador expressou, na largada do discurso, que desejava que sua colhida pudesse ter saciado o desejo de democracia, soberania, justiça do povo brasileiro”. II. Apesar de o fato apresentado no segmento iniciado por Ainda que constituir uma condição suficiente para a nãorealização do que se expressa na primeira frase do trecho, o que nesta se diz é mantido como verdade. III. A forma verbal tenha cultivado expressa continuidade da ação, permanência que também está expressa quando se tem a forma verbal foi acompanhada do advérbio sempre. Está correto o que se afirma em
Alternativas
Q779408 Português
A questão  refere-se ao texto que segue. 

É comentário pertinente sobre aspecto do texto:
Alternativas
Q779407 Português
A questão  refere-se ao texto que segue. 

Considerando a situação de pobreza a que grande parcela da sociedade brasileira está submetida, associada à imensa disparidade de renda − uma das mais injustas −, é necessário promover ações quanto à exigibilidade e à efetividade do direito humano à alimentação. A expressão sublinhada, sem que seja necessária qualquer outra alteração na frase, pode ser corretamente substituída por: 
Alternativas
Q777484 Português
Considere o texto a seguir para responder à questão.

A culpa não é da internet
Problemas modernos não são responsabilidade da tecnologia, mas do mau uso que fazemos dela 

São várias as queixas: estaríamos ficando superficiais, desatentos, desmemoriados, desinteressados. De quem é a culpa? Dizem que da internet, do mundo moderno, das novas tecnologias, disso tudo junto. Segundo alguns trabalhos publicados em livro e rapidamente alardeados pelos jornalistas, falta de atenção é consequência de janelas demais piscando no monitor, a abundância de informação é um convite à superficialidade, falta de memória é o “efeito Google”, falta de tempo é culpa de e-mails demais por responder. Para eles, nosso cérebro é vítima das circunstâncias modernas.
Eu discordo veementemente. Não vejo problema no que o mundo moderno faz com nosso cérebro – pelo contrário, só vejo coisas boas na facilidade de acesso a notícias, na facilidade de contato com amigos e parentes distantes, na profundidade de informação que hoje podemos obter. Para mim, o problema está em nós mesmos: em como nos deixamos sucumbir a tentações e imposições que nos são apresentadas através das novas tecnologias. 
Para começar, não vejo como “a internet” poderia reduzir nosso tempo de atenção sustentada e tornar nosso conhecimento superficial. É preciso muita atenção focada para passar horas ininterruptas em frente a videogames, e, além do mais, sites de busca, Wikipédia e jornais internacionais acessíveis às pontas dos seus dedos permitem a qualquer um se tornar um profundo conhecedor de política internacional ou biologia das fossas abissais sem sair de casa. Aprofundar-se ou surfar superficialmente é uma questão do uso que se escolhe fazer de um mundo inteiro, agora, navegável.
O mesmo se aplica à memória. A tecnologia nos permite terceirizar facilmente nossa memória, delegando-a à agenda do celular, que guarda nossos contatos, endereços e compromissos, e à memória coletiva da Wikipédia e tantos outros sites acessíveis via internet. Quem de fato ainda tenta memorizar números de telefone?
O problema é que, sem tentar, não há como memorizar o que quer que seja – e, sem exigir da sua memória, não há como mantê-la tinindo. A memória não depende de simples exposição à informação, e sim do processamento ativo dela, que precisa receber atenção, ser associada a outras informações, e ainda ser considerada importante pelo cérebro. Se não for importante, não entra para a memória. Portanto, não há como se lembrar de um número de telefone que você apenas o digitou em seu celular! 
Também não é verdade que a internet nos deixe desatentos ao fornecer “informação demais”. Nossa atenção já é limitada – e pelo próprio cérebro: só conseguimos nos concentrar em uma coisa de cada vez. Por causa dessa limitação, sempre há mais informação disponível do que conseguimos processar – e isso não é culpa da internet. Por outro lado, conhecendo essa limitação, quem tem problemas para se manter focado pode se ajudar reduzindo o número de tarefas disputando sua atenção a cada instante, por exemplo, reduzindo o número de janelas abertas em seu computador.
O mesmo vale para o e-mail, que acelerou a velocidade das trocas por escrito – e, ao contrário das predições catastróficas da época em que surgiu, hoje nos faz escrever mais do que anteriormente. Recebemos e-mails às dúzias por dia, muitos deles nos cobrando respostas imediatas. E aqui está mais um mau uso da tecnologia, culpa nossa: poder responder imediatamente a e-mails não significa ter de fazê-lo na hora, encorajando a cobrança alheia. Nossos problemas modernos não são culpa da tecnologia, mas do (mau) uso que fazemos dela 
Fonte: http://www2.uol.com.br/vivermente/noticias/a_culpa_nao_e_da_intern et.html. Adaptado. 
Portanto, não há como se lembrar de um número de telefone que você apenas o digitou em seu celular! No excerto do texto acima, por qual vocábulo abaixo a palavra grifada pode ser substituída, sem que haja alteração de seu sentido?
Alternativas
Q777482 Português
Considere o texto a seguir para responder à questão.

A culpa não é da internet
Problemas modernos não são responsabilidade da tecnologia, mas do mau uso que fazemos dela 

São várias as queixas: estaríamos ficando superficiais, desatentos, desmemoriados, desinteressados. De quem é a culpa? Dizem que da internet, do mundo moderno, das novas tecnologias, disso tudo junto. Segundo alguns trabalhos publicados em livro e rapidamente alardeados pelos jornalistas, falta de atenção é consequência de janelas demais piscando no monitor, a abundância de informação é um convite à superficialidade, falta de memória é o “efeito Google”, falta de tempo é culpa de e-mails demais por responder. Para eles, nosso cérebro é vítima das circunstâncias modernas.
Eu discordo veementemente. Não vejo problema no que o mundo moderno faz com nosso cérebro – pelo contrário, só vejo coisas boas na facilidade de acesso a notícias, na facilidade de contato com amigos e parentes distantes, na profundidade de informação que hoje podemos obter. Para mim, o problema está em nós mesmos: em como nos deixamos sucumbir a tentações e imposições que nos são apresentadas através das novas tecnologias. 
Para começar, não vejo como “a internet” poderia reduzir nosso tempo de atenção sustentada e tornar nosso conhecimento superficial. É preciso muita atenção focada para passar horas ininterruptas em frente a videogames, e, além do mais, sites de busca, Wikipédia e jornais internacionais acessíveis às pontas dos seus dedos permitem a qualquer um se tornar um profundo conhecedor de política internacional ou biologia das fossas abissais sem sair de casa. Aprofundar-se ou surfar superficialmente é uma questão do uso que se escolhe fazer de um mundo inteiro, agora, navegável.
O mesmo se aplica à memória. A tecnologia nos permite terceirizar facilmente nossa memória, delegando-a à agenda do celular, que guarda nossos contatos, endereços e compromissos, e à memória coletiva da Wikipédia e tantos outros sites acessíveis via internet. Quem de fato ainda tenta memorizar números de telefone?
O problema é que, sem tentar, não há como memorizar o que quer que seja – e, sem exigir da sua memória, não há como mantê-la tinindo. A memória não depende de simples exposição à informação, e sim do processamento ativo dela, que precisa receber atenção, ser associada a outras informações, e ainda ser considerada importante pelo cérebro. Se não for importante, não entra para a memória. Portanto, não há como se lembrar de um número de telefone que você apenas o digitou em seu celular! 
Também não é verdade que a internet nos deixe desatentos ao fornecer “informação demais”. Nossa atenção já é limitada – e pelo próprio cérebro: só conseguimos nos concentrar em uma coisa de cada vez. Por causa dessa limitação, sempre há mais informação disponível do que conseguimos processar – e isso não é culpa da internet. Por outro lado, conhecendo essa limitação, quem tem problemas para se manter focado pode se ajudar reduzindo o número de tarefas disputando sua atenção a cada instante, por exemplo, reduzindo o número de janelas abertas em seu computador.
O mesmo vale para o e-mail, que acelerou a velocidade das trocas por escrito – e, ao contrário das predições catastróficas da época em que surgiu, hoje nos faz escrever mais do que anteriormente. Recebemos e-mails às dúzias por dia, muitos deles nos cobrando respostas imediatas. E aqui está mais um mau uso da tecnologia, culpa nossa: poder responder imediatamente a e-mails não significa ter de fazê-lo na hora, encorajando a cobrança alheia. Nossos problemas modernos não são culpa da tecnologia, mas do (mau) uso que fazemos dela 
Fonte: http://www2.uol.com.br/vivermente/noticias/a_culpa_nao_e_da_intern et.html. Adaptado. 
No que diz respeito ao que o autor do texto afirma sobre a nossa memória, na frase: “O problema é que, sem tentar, não há como memorizar o que quer que seja – e, sem exigir da sua memória, não há como mantê-la tinindo”, a gíria grifada tem o mesmo sentido de:
Alternativas
Q775178 Português
Analise as afirmativas sobre o ofício: I- Ofício significa ocupação, emprego, função. É também uma atividade ligada a determinada profissão. Ex: Ensinar, é ofício do professor; tratar os doentes, é ofício do médico etc. II- Um ofício consiste em uma arte laboral realizada de forma mecânica. Os ofícios e o artesanato são as formas mais antigas das atividades profissionais. III- A palavra ofício, dependendo do contexto que é empregada, tem vários significados. No sentido de "ter um ofício a cumprir", significa o mesmo que ter um dever a realizar. Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Q775089 Português
“Suas roupas, se não eram destruídas ou roubadas, eram guardadas. Pode substituir o elemento sublinhado sem que o sentido seja alterado:
Alternativas
Q775057 Português

                                             A Outra Noite

                                                                                                        RUBEM BRAGA

      Outro dia fui a São Paulo e resolvi voltar à noite, uma noite de vento sul e chuva, tanto lá como aqui. Quando vinha para casa, de táxi, encontrei um amigo e o trouxe até Copacabana; e contei a ele que lá em cima, além das nuvens, estava um luar lindo, de Lua cheia; e que as nuvens feias que cobriam a cidade eram, vistas de cima, enluaradas, colchões de sonho, alvas, uma paisagem irreal.

      Depois que meu amigo desceu do carro, o chofer aproveitou um sinal fechado para voltar-se para mim:

      - O senhor vai desculpar, eu estava aqui a ouvir sua conversa. Mas tem mesmo luar lá em cima?

      Confirmei: sim, acima da nossa noite preta e enlamaçada e torpe havia uma outra – pura, perfeita e linda.

      - Mas, que coisa!

      Ele chegou a pôr a cabeça fora do carro para olhar o céu fechado de chuva. Depois continuou guiando mais lentamente. Não sei se sonhava em ser aviador ou pensava em outra coisa.

      - Ora, sim senhor...

      E, quando saltei e paguei a corrida, ele me disse um “boa noite” e um “muito obrigado ao senhor” tão sinceros, tão veementes como se eu lhe tivesse feito um presente de rei.

Relacione as palavras grifadas na primeira coluna com seu sinônimo na segunda coluna.

PRIMEIRA COLUNA

1 Lá em cima, além das nuvens, estava um luar lindo.

2 Uma paisagem irreal.

3 Depois continuou guiando.

4 E, quando saltei paguei a corrida.


SEGUNDA COLUNA

( ) imaginária

( ) descer

( ) acima de

( ) dirigir

Marque a alternativa correta:

Alternativas
Q775055 Português

                                             A Outra Noite

                                                                                                        RUBEM BRAGA

      Outro dia fui a São Paulo e resolvi voltar à noite, uma noite de vento sul e chuva, tanto lá como aqui. Quando vinha para casa, de táxi, encontrei um amigo e o trouxe até Copacabana; e contei a ele que lá em cima, além das nuvens, estava um luar lindo, de Lua cheia; e que as nuvens feias que cobriam a cidade eram, vistas de cima, enluaradas, colchões de sonho, alvas, uma paisagem irreal.

      Depois que meu amigo desceu do carro, o chofer aproveitou um sinal fechado para voltar-se para mim:

      - O senhor vai desculpar, eu estava aqui a ouvir sua conversa. Mas tem mesmo luar lá em cima?

      Confirmei: sim, acima da nossa noite preta e enlamaçada e torpe havia uma outra – pura, perfeita e linda.

      - Mas, que coisa!

      Ele chegou a pôr a cabeça fora do carro para olhar o céu fechado de chuva. Depois continuou guiando mais lentamente. Não sei se sonhava em ser aviador ou pensava em outra coisa.

      - Ora, sim senhor...

      E, quando saltei e paguei a corrida, ele me disse um “boa noite” e um “muito obrigado ao senhor” tão sinceros, tão veementes como se eu lhe tivesse feito um presente de rei.

Numere a segunda coluna de acordo com a primeira.

PRIMEIRA COLUNA

1 alvas

2 chofer

3 torpe

4 veemente

SEGUNDA COLUNA

( ) motorista

( ) caloroso

( ) brancas

( ) repugnante

Marque a alternativa correta.

Alternativas
Q775004 Português

                                                        Levantadores de copo


        Eram quatro e estavam ali já há algum tempo, entornando seu uisquinho.


        A conversa não era novidade. Aquela conversa mesmo, de bêbado, de língua grossa. Um cantarolava um samba, o outro soltava um palavrão dizendo que o samba era ruim. Vinha uma discussão inconsequente, os outros dois separavam, e voltavam a encher os copos.

        Aí a discussão ficava mais acalorada, até que entrasse uma mulher no bar. Logo as quatro vozes arrefeciam. Não há nada melhor para diminuir tom de voz, em conversa de bêbado, do que entrada de mulher em bar. Mas, mal a distinta se incorporava aos móveis e utensílios do ambiente, tornavam à conversa em voz alta.

        Foi ficando mais tarde, eles foram ficando mais bêbados. Então veio o enfermeiro (desculpem, mas garçom de bar de bêbado é muito mais enfermeiro do que garçom). Trouxe a nota, explicou direitinho quanto era etc., etc., e, depois de conservar nos lábios aquele sorriso estático de todos os que ouvem espinafração de bêbado, agradeceu a gorjeta, abriu a porta e deixou aquele cambaleante quarteto ganhar a rua.

        Os quatro respiraram fundo para limpar os pulmões da fumaça do bar e foram seguindo calçada abaixo, rumo a suas residências. Eram casados os quatro. Mas a bebida era muita para que qualquer um deles se preocupasse com as espinafrações da esposa.

        Afinal chegaram. Pararam em frente a uma casa e um deles, depois de errar várias vezes, conseguiu apertar o botão da campainha. Uma senhora sonolenta abriu a porta e foi logo entrando de sola.

        - Bonito papel! Quase três da madrugada e os senhores completamente bêbados, não é?

        Foi aí que um dos bêbados pediu:

        - Sem bronca, minha senhora. Veja logo qual de nós quatro é o seu marido que os outros três querem ir para casa.

                                                                                Stanislaw Ponte Preta, O Melhor de Stanislaw

                                                                    Ponte Preta, Livraria José Olympio Editora (adaptação).

Numere a segunda coluna de acordo com seu antônimo na primeira coluna.

PRIMEIRA COLUNA

1 estático

2 inconsequente

3 cambaleante

4 acalorado


SEGUNDA COLUNA

( ) apagado

( ) firme

( ) dinâmico

( ) coerente


Marque a alternativa correta:

Alternativas
Q775003 Português

                                                        Levantadores de copo


        Eram quatro e estavam ali já há algum tempo, entornando seu uisquinho.


        A conversa não era novidade. Aquela conversa mesmo, de bêbado, de língua grossa. Um cantarolava um samba, o outro soltava um palavrão dizendo que o samba era ruim. Vinha uma discussão inconsequente, os outros dois separavam, e voltavam a encher os copos.

        Aí a discussão ficava mais acalorada, até que entrasse uma mulher no bar. Logo as quatro vozes arrefeciam. Não há nada melhor para diminuir tom de voz, em conversa de bêbado, do que entrada de mulher em bar. Mas, mal a distinta se incorporava aos móveis e utensílios do ambiente, tornavam à conversa em voz alta.

        Foi ficando mais tarde, eles foram ficando mais bêbados. Então veio o enfermeiro (desculpem, mas garçom de bar de bêbado é muito mais enfermeiro do que garçom). Trouxe a nota, explicou direitinho quanto era etc., etc., e, depois de conservar nos lábios aquele sorriso estático de todos os que ouvem espinafração de bêbado, agradeceu a gorjeta, abriu a porta e deixou aquele cambaleante quarteto ganhar a rua.

        Os quatro respiraram fundo para limpar os pulmões da fumaça do bar e foram seguindo calçada abaixo, rumo a suas residências. Eram casados os quatro. Mas a bebida era muita para que qualquer um deles se preocupasse com as espinafrações da esposa.

        Afinal chegaram. Pararam em frente a uma casa e um deles, depois de errar várias vezes, conseguiu apertar o botão da campainha. Uma senhora sonolenta abriu a porta e foi logo entrando de sola.

        - Bonito papel! Quase três da madrugada e os senhores completamente bêbados, não é?

        Foi aí que um dos bêbados pediu:

        - Sem bronca, minha senhora. Veja logo qual de nós quatro é o seu marido que os outros três querem ir para casa.

                                                                                Stanislaw Ponte Preta, O Melhor de Stanislaw

                                                                    Ponte Preta, Livraria José Olympio Editora (adaptação).

Assinale a alternativa que apresenta o sinônimo da palavra grifada na frase abaixo:

Os bêbados, não estando de posse de suas faculdades mentais, falam coisas inconsequentes.

Alternativas
Q775001 Português

                                                        Levantadores de copo


        Eram quatro e estavam ali já há algum tempo, entornando seu uisquinho.


        A conversa não era novidade. Aquela conversa mesmo, de bêbado, de língua grossa. Um cantarolava um samba, o outro soltava um palavrão dizendo que o samba era ruim. Vinha uma discussão inconsequente, os outros dois separavam, e voltavam a encher os copos.

        Aí a discussão ficava mais acalorada, até que entrasse uma mulher no bar. Logo as quatro vozes arrefeciam. Não há nada melhor para diminuir tom de voz, em conversa de bêbado, do que entrada de mulher em bar. Mas, mal a distinta se incorporava aos móveis e utensílios do ambiente, tornavam à conversa em voz alta.

        Foi ficando mais tarde, eles foram ficando mais bêbados. Então veio o enfermeiro (desculpem, mas garçom de bar de bêbado é muito mais enfermeiro do que garçom). Trouxe a nota, explicou direitinho quanto era etc., etc., e, depois de conservar nos lábios aquele sorriso estático de todos os que ouvem espinafração de bêbado, agradeceu a gorjeta, abriu a porta e deixou aquele cambaleante quarteto ganhar a rua.

        Os quatro respiraram fundo para limpar os pulmões da fumaça do bar e foram seguindo calçada abaixo, rumo a suas residências. Eram casados os quatro. Mas a bebida era muita para que qualquer um deles se preocupasse com as espinafrações da esposa.

        Afinal chegaram. Pararam em frente a uma casa e um deles, depois de errar várias vezes, conseguiu apertar o botão da campainha. Uma senhora sonolenta abriu a porta e foi logo entrando de sola.

        - Bonito papel! Quase três da madrugada e os senhores completamente bêbados, não é?

        Foi aí que um dos bêbados pediu:

        - Sem bronca, minha senhora. Veja logo qual de nós quatro é o seu marido que os outros três querem ir para casa.

                                                                                Stanislaw Ponte Preta, O Melhor de Stanislaw

                                                                    Ponte Preta, Livraria José Olympio Editora (adaptação).

Relacione as palavras grifadas na primeira coluna com seu sinônimo na segunda coluna.

PRIMEIRA COLUNA

1 Os quatro estavam entornando seu uisquinho.

2 A discussão estava acalorada.

3 Quando eles ganharam a rua, já era madrugada.

4 Logo as quatro vozes arrefeciam.


SEGUNDA COLUNA

( ) animar

( ) atingir

( ) diminuir

( ) beber

Marque a alternativa correta:
Alternativas
Q774450 Português
Os sinônimos de exilado, sustentar e banimento são, respectivamente: 
Alternativas
Q772943 Português
                                COMO E POR QUE AS LÍNGUAS MUDAM?
Por Aldo Bizzocchi. Disponível em:
http://linguaportuguesa.uol.com.br/linguaportuguesa/gramatica-ortografia/60/artigo374133-1.asp
Acesso em 16 nov 2016
Na natureza, a mudança é sempre imperceptível. Num universo em que o comportamento dos seres é regido por leis físicas ou genéticas, prevalece o determinismo do instinto. Assim, a natureza parece funcionar sempre da mesma maneira, os fenômenos seguindo sua ordem natural, sem exceção. O que distingue o homem dos outros seres vivos é a capacidade de modificar a natureza com seu trabalho transformador. O homem foi o único animal capaz de criar diferentes modos de vida, distintas civilizações, de se adaptar a todos os habitats oferecidos pela natureza, além de ser o único animal a produzir história. No mundo natural, a mudança temporal é medida em termos de milhares ou milhões de anos, o que nos dá a falsa impressão de permanência e perenidade. Já os fatos sociais e as criações intelectuais evoluem a uma velocidade às vezes assustadora.
A língua foi chamada por Roland Barthes de sistema modelizante primário por ser o primeiro e principal instrumento de comunicação e do pensamento de que dispomos. Segundo os linguistas americanos Edward Sapir e Benjamin Lee Whorf, ela é também o filtro através do qual o homem vê e pensa o mundo à sua volta e assim se dá conta de sua própria experiência. Para os adeptos do relativismo linguístico, a língua impõe a seus falantes uma visão de mundo que condiciona os comportamentos psíquicos e sociais dos indivíduos. Contudo, a capacidade humana de transformar o meio social e de explorar a natureza conduz o tempo todo a uma nova realidade, que obriga o homem a uma nova visão de mundo, levando a novas apreensões e novos tratamentos do continuum que são os dados da experiência, o que força a língua a mudar para poder continuar dando conta dessa realidade e servindo de instrumento da comunicação e do pensamento. Num jogo dialético, a língua muda para conservar-se e só se conserva na medida em que muda. Assim como para conservar uma casa é preciso submetê-la a periódicas reformas, a língua precisa adaptar-se constantemente às necessidades de comunicação da comunidade falante. Se não mudasse, em pouco tempo estaria divorciada da sociedade a que deve servir. Em resumo, a língua evolui porque funciona e funciona porque evolui: é o uso da linguagem que produz sua mudança, e é esse permanente mudar que garante a continuidade de seu funcionamento. [...].
Aldo Bizzocchi é doutor em Linguística pela USP, com pós-doutorado pela UERJ, pesquisador do Núcleo de Pesquisa em Etimologia e História da Língua Portuguesa da USP, com pós-doutorado na UERJ. É autor de Léxico e Ideologia na Europa Ocidental (Annablume) e Anatomia da Cultura (Palas Athena). www.aldobizzocchi.com.br  
Analise as assertivas a seguir sobre os recursos de construção utilizados no texto. Em seguida, assinale a alternativa que contenha a análise correta sobre elas. I. A palavra perene, destacada no texto, significa, no contexto, mortalidade. II. A expressão “jogo dialético”, utilizada no último parágrafo, faz menção à semelhança ou aproximação que há entre a mudança e a conservação da língua. III. A palavra “divorciadas”, destacada no texto, está empregada com sentido denotativo. Trata-se de uma personificação. IV. O pronome está empregado na forma proclítica em: “o homem foi o único animal capaz de se adaptar a todos os habitats”. Essa forma de colocação do pronome está correta, entretanto, tal como o período foi construído, a forma enclítica também estaria correta. Estão corretas:
Alternativas
Q771692 Português

A questão a seguir está relacionada ao texto abaixo


A frase “Estamos como o cachorro que corre atrás do próprio rabo” (L.13) conota:
Alternativas
Respostas
11561: B
11562: C
11563: C
11564: A
11565: C
11566: A
11567: C
11568: B
11569: D
11570: B
11571: D
11572: A
11573: A
11574: B
11575: D
11576: A
11577: B
11578: C
11579: X
11580: A