Questões de Concurso Sobre significação contextual de palavras e expressões. sinônimos e antônimos. em português

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Q967012 Português
A alternativa em que há equivalência entre o termo transcrito e o que ele significa é:
Alternativas
Q966756 Português

          

Na primeira linha do TEXTO 01, podemos substituir a palavra “hesitei” por qual alternativa ABAIXO, mantendo o mesmo sentido:
Alternativas
Ano: 2016 Banca: UFGD Órgão: UFGD Prova: UFGD - 2016 - UFGD - Assistente em Administração |
Q962653 Português

                                    O JARGÃO

                                                                                   Luís Fernando Veríssimo


      Nenhuma figura é tão fascinante quanto o Falso Entendido. É o cara que não sabe nada de nada, mas sabe o jargão. E passa por autoridade no assunto. Um refinamento ainda maior da espécie é o tipo que não sabe o jargão. Mas inventa.

      - Ó Matias, você que entende de mercado de capitais...

      - Nem tanto, nem tanto...

      (Uma das características do Falso Entendido é a falsa modéstia.)

      - Você, no momento, aconselharia que tipo de aplicação?

      - Bom. Depende do yield pretendido, do throwback e do ciclo refratário. Na faixa de papéis top market – ou o que nós chamamos de topimarque –, o throwback recai sobre o repasse e não sobre o release, entende?

      - Francamente, não.

      Aí o Falso Entendido sorri com tristeza e abre os braços como quem diz “É difícil conversar com leigos...”.

      Uma variação do Falso Entendido é o sujeito que sempre parece saber mais do que ele pode dizer. A conversa é sobre política, os boatos cruzam os ares, mas ele mantém um discreto silêncio. Até que alguém pede a sua opinião, e ele pensa muito antes de se decidir a responder:

      - Há muito mais coisa por trás disso do que você pensa...

      Ou então, e esta é mortal:

      - Não é tão simples assim...

      Faz-se aquele silêncio que precede as grandes revelações, mas o falso informado não diz nada. Fica subentendido que ele está protegendo as suas fontes em Brasília. E há o falso que interpreta. Para ele, tudo o que acontece deve ser posto na perspectiva de vastas transformações históricas que só ele está sacando.

      - O avanço do socialismo na Europa ocorre em proporção direta ao declínio no uso de gordura animal nos países do Mercado Comum. Só não vê quem não quer.

      E se alguém quer mais detalhe sobre a sua insólita teoria, ele vê a pergunta como manifestação de uma hostilidade bastante significativa a interpretações não ortodoxas, e passa a interpretar os motivos de quem o questiona, invocando a Igreja medieval, os grandes hereges da história, e vocês sabiam que toda a Reforma se explica a partir da prisão de ventre de Lutero?

      Mas o jargão é uma tentação. Eu, por exemplo, sou fascinado pela linguagem náutica, embora minha experiência no mar se resume a algumas passagens em transatlânticos onde a única linguagem técnica que você precisa saber é “Que horas servem o bufê?”. Nunca pisei num veleiro, e se pisasse seria para dar vexame na primeira onda. Eu enjôo em escada rolante. Mas, na minha imaginação, sou um marinheiro de todos os calados. Senhor de ventos e velas e, principalmente, dos especialíssimos nomes da equipagem.

      Me imagino no leme do meu grande veleiro, dando ordens à tripulação:

      - Recolher a traquineta! 

      - Largar a vela bimbão, não podemos perder esse Vizeu.

      O vizeu é um vento que nasce na costa ocidental da África, faz a volta nas Malvinas e nos ataca a boribordo, cheirando a especiarias, carcaças de baleia e, estranhamente, a uma professora que eu tive no primário.

      - Quebra o lume da alcatra e baixar a falcatrua!

      - Cuidado com a sanfona de Abelardo!

      A sanfona é um perigoso fenômeno que ocorre na vela parruda em certas condições atmosféricas e que, se não contido a tempo, pode decapitar o piloto. Até hoje não encontraram a cabeça do Comodoro Abelardo.

      - Cruzar a spínola! Domar a espátula! Montar a sirigaita! Tudo a macambúzio e dos quartos de trela senão afundamos, e o capitão é o primeiro a pular.

      - Cortar o cabo de Eustáquio! 

VERÍSSIMO, Luís Fernando. As mentiras que os homens contam. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001, pp. 69-71 (Adaptado).

Com base na leitura e na interpretação do texto, marque a alternativa correta.
Alternativas
Q957123 Português

Os participantes com hábitos de vida menos ativos, ou seja, com pouca atividade e muita televisão, eram mais suscetíveis a ter resultados piores nas provas cognitivas”. (SISTEMA 103 – CIÊNCIA E SAÚDE – 03/12/2015 11:15)


Assinale a alternativa que não corresponde ao sinônimo de suscetíveis:

Alternativas
Q957096 Português

O autismo raramente é citado durante a formação médica, nem aparece no currículo de faculdades de profissionais afins, como as de fonoaudiologia, terapia ocupacional ou psicologia.


A palavra “raramente” (linha 1, acima) expressa:

Alternativas
Q942413 Português

                                        Leituras e adolescência


      No meu tempo de ensino médio, entrada da adolescência, os livros de Português ou as “seletas” adotadas eram implacáveis: não se buscava o gosto já formado do estudante, ofereciam-se a eles sobretudo textos consagrados do século XIX. Modernismo? Quase nada (certamente uma pena, diga-se). Se algumas dessas leituras nos chateavam bastante, outras, por diversas razões, prendiam nosso interesse.

      Intrigava-nos uma palavra nova, uma expressão curiosa, uma construção sintática desconhecida, e nossa imaginação era chamada a frequentar linguagens incomuns. Não se passava a mão na cabecinha dos adolescentes, entregando-lhes o que podiam mastigar sem esforço: chamavam-nos para as diferenças e desafios da literatura adulta, para o impacto que ela promovia em nós. Certamente havia aberrações nessa didática conservadora, mas havia também o estímulo para a dificuldade e para o desconhecido, para o inabitual e o “novo” que pode haver no “velho”.

      Mas a recomendação que se pode fazer, sem querer recuar para programas obsoletos ou rígidas opções, é esta: tirar o estudante do trono em que a sociedade de consumo e a pedagogia da facilitação o colocaram e lhe oferecer um espelho no qual, em vez de ver apenas seu próprio rosto refletido, veja também tudo o que está ao seu lado, e logo atrás dele, e muito atrás dele, alimentando ainda sua mais acesa expectativa quanto ao que estará por vir.

                                                                         (Tibúrcio Calógeras, inédito

Considerando-se o contexto, comprova-se uma plena compreensão do sentido de um segmento do texto em:
Alternativas
Q942405 Português

                                               Lições erradas


      Dividimos a história em eras, com começo e fim bem definidos, e mesmo que a ordem seja imposta depois dos fatos – a gente vive para a frente mas compreende para trás, ninguém na época disse “Oba, começou a Renascença!” – é bom acreditar que os fatos têm coerência, e sentido, e lições. Mas podemos aprender a lição errada.

      A gente fala nos loucos anos 20, quando várias liberdades novas começavam a ser experimentadas, e esquece que foi a era que gerou o fascismo e outras formas liberticidas. O espírito da “era do jazz” foi também o espírito totalitário. Prevaleceram não os passos do charleston*, mas os passos de ganso dos nazistas.

      A leitura convencional dos anos 40 é que foram os anos em que os Estados Unidos salvaram a Europa dela mesma. Na verdade, a Segunda Guerra salvou os Estados Unidos, acabou com a crise econômica que sobrara dos anos 30, fortalecendo a sua indústria ao mesmo tempo que os poupava da destruição que liquidou a Europa, fortalecendo um sistema econômico que mantém sua economia saudável até hoje. O fim da Segunda Guerra foi o começo da era americana. Os americanos salvaram o mundo – e ficaram com ele.

      Já nos fabulosos anos 60, enquanto as drogas, o sexo e a comunhão dos jovens pela paz e contra tudo o que era velho tomavam conta das praças e das ruas, o conservadorismo se entrincheirava no poder.

      Quando fizerem, no futuro, a leitura de nossa época, qual será a conclusão errada?

*Charleston = dança de salão muito difundida na década de 20

(Adaptado de: VERISSIMO, Luís Fernando. Banquete com os deuses. Rio de Janeiro: Objetiva, 2003, p. 207/208) 

Considerando-se o contexto, está plenamente adequada a tradução do sentido de um segmento do texto em:
Alternativas
Q942357 Português
Atenção: Utilize o texto abaixo para responder a questão.

      É preciso ser taxativo: seu planejamento financeiro familiar não será eficiente se você não tiver equilíbrio orçamentário, o que se traduz em gastar menos do que ganha e investir a diferença com regularidade. Alcançar e manter o equilíbrio orçamentário mês a mês é fundamental para viabilizar a realização de seus sonhos, já que os sonhos têm custo.
      Não é difícil detectar o desequilíbrio orçamentário ao analisar seu comportamento familiar de consumo. Se você tem o hábito de gastar enquanto o saldo no banco permite, a constatação é imediata: o uso do dinheiro em sua família é irresponsável, pois negligencia a necessidade de reservas no futuro. Se, por outro lado, você procura manter algum tipo de disciplina com os gastos ao controlar suas dívidas, mas não controla o suficiente para viabilizar sobras regulares, a situação é ainda pior. Você apenas tem mais trabalho para conduzir a vida de maneira descuidada. O controle, por si só, não passa de perda de tempo.
(CERBASI, Gustavo. Como organizar sua vida financeira: inteligência financeira pessoal na prática. São Paulo, Elsevier, 2009, p. 25) 
O trecho do texto cuja palavra sublinhada pode ser substituída, sem prejuízo do sentido, pela expressão que está entre parênteses é:
Alternativas
Q942355 Português
Atenção: Utilize o texto abaixo para responder a questão.

      O Dia do Médico, celebrado em 18 de outubro, foi a data escolhida pelo Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp) para o lançamento de uma campanha pela humanização da Medicina. Com o mote “O calor humano também cura”, a ação pretende enaltecer a vocação humanitária do médico e fortalecer a relação entre esses profissionais e seus pacientes, um dos pilares da Medicina.
       As peças da campanha ressaltam, por meio de filmes, anúncios e banners, que o médico é especialista em pessoas e que o toque, o olhar e a conversa são tão essenciais para a Medicina quanto a evolução tecnológica.
(No Dia do Médico, Cremesp lança campanha pela humanização da Medicina. Disponível em: www.cremesp.org.br)

... uma campanha pela humanização da Medicina.

Uma expressão que substitui o vocábulo sublinhado, preservando o sentido original e atendendo à norma-padrão da língua, é:

Alternativas
Q938159 Português

A despeito do controle das riquezas materiais e de todos os sentidos simbólicos, a realização do fenômeno militar é, no fim, a imposição do poder de um grupo sobre outro. (linhas 2-4)


Assinale a alternativa que substitui a expressão em negrito acima sem alterar o significado da proposição.

Alternativas
Q936617 Português

                                        TEXTO 2


Acorda, amigo,

liberta-te dessa paz podre de milagre

que existe apenas na tua imaginação.

Abre os olhos e olha abre os braços e luta!

Amigo,

antes da morte vir

nasce de vez para a vida.

                (FONSECA, Manuel da. Poemas Completos. Lisboa: Portugália, 1969.)

O verbo presente no primeiro verso do poema foi utilizado de forma
Alternativas
Ano: 2016 Banca: UFRGS Órgão: UFRGS Prova: UFRGS - 2016 - UFRGS - Administrador |
Q899368 Português
Assinale a alternativa que apresenta sinônimos das palavras trama (l. 17), augúrio (l. 32) e exortar(l. 35), tal como foram semanticamente empregadas no texto.
Alternativas
Q897762 Português

CONSIDERE O TEXTO ABAIXO, PARA RESPONDER A QUESTÃO.


8 dicas de como se virar em países em que você não fala a língua


Na maioria dos países que são destinos turísticos, a população costuma falar pelo menos o básico do inglês, portanto conseguem entender e orientar os turistas quanto a perguntas simples, como: “Como chegar a tal ponto turístico?”, “Onde eu encontro um restaurante barato? ”ou “Onde é o banheiro mais próximo?”. Mas há aqueles em que o inglês não é entendido, nem falado pela população local – e devemos incluir o Brasil nessa lista – portanto, o jeito é se preparar para tentar entender e ser entendido através de algumas palavras da língua local, da linguagem corporal e também abusar do auxílio da tecnologia.

1. APRENDA PALAVRAS BÁSICAS DA LÍNGUA NATIVA
Aprender palavras básicas da língua do seu destino vai facilitar e muito a sua comunicação com os nativos. Por mais que você não saiba falar o idioma, ao aprender palavras básicas, você irá gerar empatia com a população local pela sua tentativa de falar a língua deles e demonstra interesse pela cultura local. Você vai se surpreender como um “Obrigado”, “Por Favor” e “Com licença” ditos na língua estrangeira irá lhe abrir portas.
Quais palavras eu devo aprender? As imprescindíveis são: “Por favor”, “com licença”, “obrigado”, “de nada”, “me desculpe”, “bom dia”, “boa tarde” e “boa noite”, “olá” e “adeus”. Se a sua facilidade em decorar palavras for boa e você quiser ir mais além, indicamos também “que horas são?”, “prazer em conhecê-lo”, “tenha uma boa semana”, “seja bem-vindo”.

2. UTILIZE A LINGUAGEM CORPORAL
Se você não consegue se expressar com palavras, se expresse com gestos. Vale mímica, vale apontar, vale o que for possível fazer para ser compreendido com a linguagem corporal. Você tem mesmo que perder a vergonha, abordar alguém na rua que lhe pareça um nativo e contar com a boa vontade dele de entender a sua encenação. Sempre agradeça a ajuda, mesmo que a pessoa não consiga entendê-lo. Como agradecer sem palavras? Uma boa forma é unir as palmas das mãos com os dedos para cima (como um gesto de namastê) e curvar um pouco o tronco, como fazem os japoneses. É um sinal de respeito entendido em todo o mundo como pacífico e simpático.

3. PLANEJE COM ANTECEDÊNCIA A SUA CHEGADA DO AEROPORTO ATÉ A HOSPEDAGEM
Após uma viagem de avião, com a burocracia dos aeroportos e a espera pela mala, os viajantes não costumam estar no seu melhor para buscar ajuda em outra língua, com mímicas e gestos. Então o melhor a se fazer é: faça um planejamento. Procure saber qual é a melhor forma de se conduzir, o melhor meio de transporte, como comprar o bilhete (nos aeroportos, é mais provável que consiga em inglês, mas garantase com pelo menos o básico da língua local), em que parte do aeroporto você irá apanhar a condução, tudo bem explicadinho. Na internet, sempre há pessoas com boa vontade para ajudar. Não deixe para quebrar a cabeça na hora.

4. USE UM APLICATIVO TRADUTOR
Os aplicativos de tradução simultâneo são verdadeiros lifesavers. O mais famoso, mais moderno e mais útil é o Google Tradutor App. Se você precisa traduzir um texto escrito – como o cardápio de um restaurante, uma placa de trânsito, as indicações de um metrô, por exemplo – basta apontar o celular com o aplicativo aberto que, com a câmera, ele irá identificar as palavras e traduzir instantaneamente. Você não precisa tirar uma foto, nem digitar o texto. É rápido, eficiente e quebra o maior ganho. 
Mas se você quer conversar com alguém que não fala nenhum idioma semelhante ao seu, o Google Tradutor também pode ajudar. Você abre o aplicativo, seleciona os dois idiomas que vocês irão falar e pronto: fala próximo do microfone, o aplicativo traduz rapidamente e diz no idioma do seu amigo, em voz alta, o que você disse no seu idioma. É quase mágica!

5. TENHA COM VOCÊ UM MAPA DE PAPEL NA LÍNGUA LOCAL
Muita gente acha que os mapas de papel já não são tão úteis porque temos mapas nos celulares. Mas nós somos contra isso. Sabe por quê? Porque os celulares acabam a bateria, dão bug, o mapa desaparece, você pode perder o aparelho, ser roubado, enfim, uma infinidade de coisas podem acontecer se você carregar o mapa só no celular. Ao andar pelas ruas com um na língua local, você pode parar um nativo na rua, dizer um “Olá” no idioma dele e apontar para o lugar aonde você quer ir. Escrito na língua deles, fica muito mais fácil dele ajudá-lo. Se você só tem um mapa pequenininho no seu celular escrito no seu idioma, as coisas ficam mais complicadas.

6. USE A CÂMERA DO SEU CELULAR PARA GUARDAR A SUA ROTA
Se você costuma se perder em viagens e está numa cidade que é um bocado confusa, pode usar a câmera do seu celular para fazer a sua rota. Você vai andando e tirando foto das placas com os nomes das ruas e de lugares de referência (cafés, restaurantes, lojas, etc). Assim, na hora de voltar, fica mais fácil você reconhecer os lugares! Ao chegar ao hotel, apague as fotos para ter espaço para fazer novas no dia seguinte.

7. CARREGUE UM CADERNINHO E UMA CANETA
Suponhamos que o seu celular descarregou, você precisa de alguma coisa e sua linguagem corporal não está funcionando. O que fazer? Sentar e chorar? Não! Desenhe! Vale aqui também brincar de imagem e ação. Mesmo se você não for um grande desenhista, vendo a imagem, fica mais fácil de um nativo ajudá- lo! Há caderninhos e canetas de bolso bem pequenos que podem ser carregados na bolsa, ou mesmo no bolso.

8. SORRIA SEMPRE
Abordar alguém em um país estrangeiro, principalmente para pedir ajuda, requer um sorriso. Na grande maioria dos lugares, um sorriso é sempre bem-vindo. Seja educado, seja simpático, use um sorriso e as pessoas terão prazer em ajudá-lo e em fazer amizade com você, mesmo que vocês não falem a mesma língua.

Disponível em <http://goo.gl/1Br5z5>.Acesso em: 30 abr. 2016 (com adaptações). 
No texto, a palavra lifesavers pode ser entendida como:
Alternativas
Q897401 Português
Discurso de Deus a Eva



FERNANDES, Millôr. In http://www.releituras.com/millor_discurso.asp (acesso em 25/01/2016)
Os substantivos “luxúria” e “pudor”, ambos na l. 12, apresentam entre si uma relação de:
Alternativas
Ano: 2016 Banca: CEPS-UFPA Órgão: UFRA Prova: CEPS-UFPA - 2016 - UFRA - Administrador |
Q884621 Português
Em “Com o aval e o apoio de quem pensa como nós – já que o Facebook nos induz a ler apenas o conteúdo com o qual concordamos – nos tornamos visigodos da era digital em busca de um povo inimigo para exterminar” (11 a 13), a palavra visigodos foi empregada como sinônimo de
Alternativas
Q884582 Português

“O fenômeno – que recebeu o curioso nome de earworms (vermes de ouvido) – é considerado uma forma benigna de ruminação: pensamentos repetitivos e intrusivos associados à ansiedade e à depressão.” (l.05-07)


Sobre o trecho ‘uma forma benigna de ruminação’, analise as assertivas abaixo, assinalando C, para as corretas, ou E, para as erradas.


( ) ‘benigna’ poderia ser substituído por benevolente.

( ) ‘ruminação’ é usada de maneira figurativa, indicando que se pensa muito sobre alguma coisa.

( ) Uma possibilidade de reescrita seria: “uma maneira perigosa de se matutar”.


A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

Alternativas
Q879188 Português

      Um ano de leitores


      O setor editorial e toda a cadeia produtiva do livro no Brasil precisam, especialmente neste momento de grave crise econômica, multiplicar e somar esforços para ampliar os índices de leitura no país, independentemente das políticas promovidas pelo governo.

      Por mais que elas sejam importantes, responsabilidades constitucionais do Estado para a educação e a cultura da população, nossas estatísticas de produção e vendas não podem variar de modo tão intenso em decorrência das oscilações das verbas governamentais.

      Isso ficou muito evidente no ano passado, quando o ajuste fiscal da União impôs reduções orçamentárias em todas as áreas da administração pública.

      O contingenciamento de recursos do Programa Nacional Biblioteca da Escola (PNBE) e do Plano Nacional de Alfabetização e Cidadania (Pnac) teve grande impacto no mercado editorial: queda de faturamento superior a R$ 200 milhões, o que representa uma redução de 12% em relação a 2014.

      Uma quebra dessa proporção atinge editoras, autores e profissionais do setor, gráficas e toda a cadeia produtiva do livro. As compras feitas pelo Poder Público chegam a corresponder a até 36% do orçamento das editoras em alguns anos.

      Certamente é importante que os programas governamentais de aquisição de livros sejam mantidos e ampliados, em especial por seu caráter inclusivo e por uma questão de justiça social, num Brasil onde ainda há imensas disparidades na distribuição de renda.

      No entanto, é necessário que o segmento privado do mercado seja cada vez mais dinâmico e capaz de garantir autonomia econômico-financeira à cadeia produtiva.

      Em 2014, segundo a pesquisa Produção e Vendas do Mercado Editorial Brasileiro, realizada pela Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas), foram comercializados em livrarias, sites de editoras, porta a porta e outros pontos do varejo 277,3 milhões de exemplares.

      Considerando que o índice de leitura dos brasileiros é de apenas 1,7 livro/ano, há potencial para o aumento das vendas no segmento privado do país.

      Assim, é preciso imenso esforço de todo o mercado para que os 88 milhões de leitores do país, segundo pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, leiam mais neste ano que começa. Também precisamos formar novos leitores.

      Tais metas, se cumpridas com êxito, serão um grande estímulo para toda a cadeia produtiva e demonstrarão que podemos e devemos ser mais proativos no desenvolvimento de nosso mercado, cuja pujança também se reflete no progresso nacional, pois este é inviável sem a disseminação do conhecimento e da cultura. 

      Editoras, livrarias, distribuidores e canais de venda porta a porta, unidos sob a representatividade de suas entidades de classe, precisam adotar firme atitude propositiva voltada ao fomento do mercado privado e à promoção do livro.

      A despeito da grave crise nacional, vamos arregaçar as mangas e trabalhar muito para que 2016 seja um ano de leitores.

(LUÍS ANTONIO TORELLI, 64, é presidente da CBL – Câmara Brasileira do Livro 07/01/2016 02h00 http://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2016/01/1726679-um-ano-de-leitores.shtml Acesso em 12/01/2016.) 

Atente para a seguinte frase no texto:


A despeito da grave crise nacional, vamos arregaçar as mangas e trabalhar muito para que 2016 seja um ano de leitores.”


A expressão sublinhada equivale, no texto, a:

Alternativas
Q879174 Português

Leia com atenção a seguinte frase do 4º parágrafo:


Não obstante, todos os locutores de rádio e televisão, como a maioria dos jornalistas, referindo-se ao que está perto de si, usam "esse" em lugar de "este".


A expressão sublinhada equivale, no texto, a:

Alternativas
Q865064 Português

                              Habilidades domésticas


      Na sexta-feira, meu filho chega de São Paulo carregando uma mala entupida de roupa suja. No final de semana, ele toma de assalto a máquina de lavar. Gira os botões como quem aumenta o volume do rádio do carro; uma familiaridade irritante. O elefante branco que me assustou quando vim morar sozinho tornou-se para o jovem de 18 anos um simples e inofensivo gatinho. Se aos 45 eu nunca tinha apertado um botão sequer de uma máquina dessas, ele, aos 18, já domina a técnica com maestria, o que o tornará por certo mais independente nesse mundo de dependência e subordinação em que vivemos.

      Mas calma, amigo, calma. Hoje posso dizer com serenidade que essa mesma habilidade que ele desenvolveu tão cedo eu também já desenvolvi. Agora, se tem algo ultimamente que me anda pondo medo é o ferro de passar roupa.

      Antigamente era fácil. Pelo que via, era só ligar à tomada. Havia um botãozinho que regulava a temperatura. E pronto. Era só começar a passar. Esse que eu tenho aqui, e que terei que usar até arrumar uma nova ajudante, tem um botão giratório pra eu escolher o tipo de tecido: acetato, seda, rayon (o que é rayon?!), lã, algodão, linho. Tem dois botõezinhos pra apertar com desenhinhos indecifráveis. Há um outro que vai pra lá e pra cá, aumentando e diminuindo um filete escuro (pra que tantos botões!?). E um buraquinho que, na minha ínfima capacidade de decifrar esse monstrengo doméstico, serve pra colocar água.

      Mais difícil do que passar roupa é entender como funciona um ferro de passar e seu indecifrável manual. Sinceramente? Acho que escrever um romance a cada seis meses ou arredondar uma encrencada e velha execução trabalhista são tarefas mais fáceis, mas eu chego lá...

      P.S.: Esquece esse último parágrafo. Tudo resolvido com essa tecnologia massa1 . Bastaram três minutinhos. Bora2 passar roupa! Com a ajuda do YouTube3 , claro!

(Sergio Geia, www.cronicadodia.com.br/2015/09/habilidades-domesticas-sergio-geia_26.html. 26.09.2015. Adaptado)


1 excelente

2 Vamos (convite)

3 site de compartilhamento de vídeos

Um sinônimo para o termo decifrar, em destaque no terceiro parágrafo, é:
Alternativas
Q864353 Português

Observe a charge abaixo, publicada em 15/10/10, e, em seguida, assinale a única afirmativa CORRETA:


Imagem associada para resolução da questão

Alternativas
Respostas
11521: C
11522: C
11523: E
11524: B
11525: C
11526: C
11527: E
11528: C
11529: A
11530: D
11531: A
11532: A
11533: C
11534: C
11535: A
11536: E
11537: A
11538: A
11539: C
11540: B