Questões de Concurso
Sobre significação contextual de palavras e expressões. sinônimos e antônimos. em português
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HEGENBERG, Leonidas. Evolução histórica do conceito de doença.
In: L. Hegenberg (org.). Doença: um estudo filosófico.
Rio de Janeiro: Fiocruz, 1998 (com adaptações).
Com referência ao texto e a seus aspectos linguísticos e gramaticais, julgue o item seguinte.
O termo “sortilégios” (linha 5) poderia ser substituído por sacrilégios, sem prejuízo gramatical ou aos sentidos do texto.


Internet: <www.institutodoceara.org.br>
Com relação aos aspectos linguísticos e gramaticais do texto, julgue o item seguinte.
No quinto parágrafo do texto, no trecho “A existência de corpos intactos, exumados de locais em alguns países da Europa, pertenciam ao período final da Idade dos Metais”, o termo “exumados”, usado em sentido literal, tem o mesmo significado que a forma desenterrados.


Internet: <www.institutodoceara.org.br>
Com relação aos aspectos linguísticos e gramaticais do texto, julgue o item seguinte.
No quarto parágrafo, o coletivo de “partes moles do corpo” recebe o nome de tecido mole.

Internet: <www.bvsms.saude.gov.br>
Acerca da estruturação linguístico‑gramatical do texto, julgue o item seguinte.
No texto, as formas “disseminavam” e “propagação” são formas de mesmo campo semântico, portanto são intercambiáveis: a primeira poderia ser propagavam, e a segunda poderia ser disseminação.
Analise:
“(...) ou se tem sol e não se tem chuva!”
Assinale a opção que apresenta a classificação correta dos termos destacados:
Texto para a questão.

Virginia Woolf. Três guinéus, 1938 (com adaptações).
Texto 8A1-I
Quatro ou cinco cavalheiros debatiam, uma noite, várias questões de alta transcendência. (...)
Entre a cidade, com as suas agitações e aventuras, e o céu, em que as estrelas pestanejavam, através de uma atmosfera límpida e sossegada, estavam os nossos quatro ou cinco investigadores de coisas metafísicas, resolvendo amigavelmente os mais árduos problemas do universo.
Por que quatro ou cinco? Rigorosamente eram quatro os que falavam; mas, além deles, havia na sala um quinto personagem, calado, pensando, cochilando, cuja espórtula no debate não passava de um ou outro resmungo de aprovação. Esse homem tinha a mesma idade dos companheiros, entre quarenta e cinquenta anos, era provinciano, capitalista, inteligente, não sem instrução, e, ao que parece, astuto e cáustico. Não discutia nunca; e defendia-se da abstenção com um paradoxo, dizendo que a discussão é a forma polida do instinto batalhador, que jaz no homem, como uma herança bestial.
Como desse esta mesma resposta naquela noite, contestou-lha um dos presentes, e desafiou-o a demonstrar o que dizia, se era capaz. Jacobina (assim se chamava ele) refletiu um instante, e respondeu:
— Pensando bem, talvez o senhor tenha razão.
Vai senão quando, no meio da noite, sucedeu que este casmurro usou da palavra, e não dois ou três minutos, mas trinta ou quarenta. A conversa, em seus meandros, veio a cair na natureza da alma, ponto que dividiu radicalmente os quatro amigos. Cada cabeça, cada sentença; não só o acordo, mas a mesma discussão tornou-se difícil... Um dos argumentadores pediu ao Jacobina alguma opinião, uma conjetura, ao menos.
— Nem conjetura, nem opinião, redarguiu ele; uma ou outra pode dar lugar a dissentimento, e, como sabem, eu não discuto. Mas, se querem ouvir-me calados, posso contar-lhes um caso de minha vida, em que ressalta a mais clara demonstração acerca da matéria de que se trata. Em primeiro lugar, não há uma só alma, há duas...
— Duas?
— Nada menos de duas almas. Cada criatura humana traz duas almas consigo: uma que olha de dentro para fora, outra que olha de fora para dentro... A alma exterior pode ser um espírito, um fluido, um homem, muitos homens, um objeto, uma operação. Está claro que o ofício dessa segunda alma é transmitir a vida, como a primeira; as duas completam o homem, que é, metafisicamente falando, uma laranja. Quem perde uma das metades, perde naturalmente metade da existência; e casos há, não raros, em que a perda da alma exterior implica a da existência inteira.
E assim outros mais casos. Eu mesmo tenho experimentado dessas trocas. Não as relato, porque iria longe; restrinjo-me ao episódio de que lhes falei.
Eis aqui como ele começou a narração:
— Tinha vinte e cinco anos, era pobre, e acabava de ser nomeado alferes da Guarda Nacional. Não imaginam o acontecimento que isto foi em nossa casa. Vai, então, uma das minhas tias, D. Marcolina, que morava a muitas léguas da vila, desejou ver-me, e pediu que fosse ter com ela e levasse a farda. Fui, acompanhado de um pajem, que daí a dias tornou à vila, porque a tia Marcolina, apenas me pilhou no sítio, escreveu a minha mãe dizendo que não me soltava antes de um mês, pelo menos. E abraçava-me! Chamava-me também o seu alferes... Se lhes disser que o entusiasmo da tia Marcolina chegou ao ponto de mandar pôr no meu quarto um grande espelho, obra rica e magnífica, que lhe dera a madrinha, e que esta herdara da mãe, que o comprara a uma das fidalgas vindas em 1808 com a corte de D. João VI. Não sei o que havia nisso de verdade; era a tradição. O espelho estava naturalmente muito velho; mas se via nele ainda o ouro, comido em parte pelo tempo, uns delfins esculpidos nos ângulos superiores da moldura, uns enfeites de madrepérola e outros caprichos do artista. Tudo velho, mas bom...
O certo é que todas essas coisas, carinhos, atenções, obséquios, fizeram em mim uma transformação, que o natural sentimento da mocidade ajudou e completou. O alferes eliminou o homem. Durante alguns dias, as duas naturezas equilibraram-se; mas não tardou que a primitiva cedesse à outra; ficou-me uma parte mínima de humanidade. Aconteceu, então, que a alma exterior mudou de natureza, e passou a ser a cortesia e os rapapés da casa, tudo o que me falava do posto, nada do que me falava do homem. A única parte do cidadão que ficou comigo foi aquela que entendia com o exercício da patente; a outra dispersou-se no ar e no passado.
Machado de Assis. O espelho. Esboço de uma nova teoria da alma humana.
In: Obra Completa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1994 (com adaptações).
Leia o texto para responder à questão:

(Wagner Rodrigues Silva; Andreia Cristina Fidelis e Kiahra Antonella, Laboratório virtual de pesquisa escolar com gramática: educação científica em aulas de língua materna, 2024)
“O analfabeto é um pária que não se comunica com o mundo, não influi e pouco é influenciado.”
As frases a seguir substituem de forma adequada a parte sublinhada no trecho citado à exceção de uma. Assinale-a.
“Mesmo a televisão – e mais do que ela o cinema – lança mão dos recursos da linguagem escrita (legenda) para facilitar a comunicação.”
A palavra entre parênteses significa



Leia a tirinha a seguir.

Com base na leitura da tirinha, atribua V (verdadeiro) ou F (falso) às afirmativas a seguir.
( ) O termo indicador é utilizado com o mesmo sentido no primeiro e no segundo quadrinhos.
( ) O termo indicador é utilizado com a mesma acepção no primeiro e no último quadrinhos.
( ) Em “três mil operários vão para a rua”, o trecho sublinhado está no sentido figurado.
( ) O texto do terceiro quadrinho deixa clara a insatisfação da personagem com as demissões.
( ) A imagem dos gestos da personagem, no último quadrinho, ajuda a compor o duplo sentido do termo indicador.
Assinale a alternativa que contém, de cima para baixo, a sequência correta.

