Questões de Concurso
Comentadas sobre significação contextual de palavras e expressões. sinônimos e antônimos. em português
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A NATUREZA
Ao contrário do que muitos pensam, a natureza não se resume apenas aos espaços com animais e plantas. Na verdade, ela engloba tudo o que existe fisicamente no mundo e que não depende da ação humana para se desenvolver.
Ou seja, vai além das áreas onde há fauna e flora, abrangendo todos os seres vivos, os diferentes ecossistemas, como florestas, desertos, campos e savanas, as diversas paisagens e os fenômenos naturais.
A natureza é importante por diversos motivos, que vão desde a manutenção do equilíbrio ecológico do planeta Terra até o fornecimento de recursos essenciais para a sobrevivência dos seres vivos.
Para os seres humanos, ela é fonte de elementos básicos à vida, como água, ar, energia e alimentos. Além disso, também atende a necessidades secundárias, proporcionando lazer, inspiração e benefícios físicos, psicológicos e até espirituais.
Para a sociedade, a natureza fornece as matérias-primas necessárias para o funcionamento da indústria, do comércio e das demais atividades econômicas.
Por essas razões, ela é de extrema importância para a sobrevivência de todos os seres vivos na Terra. Além disso, a natureza contribui para a proteção contra desastres naturais, para a regulação do clima, para a preservação do meio ambiente e para a garantia da qualidade de vida das espécies.
Fonte: Terra. Adaptado.
Ou seja, ela vai além dos espagos com animais e plantas. (2º paragrafo).
A NATUREZA
Ao contrário do que muitos pensam, a natureza não se resume apenas aos espaços com animais e plantas. Na verdade, ela engloba tudo o que existe fisicamente no mundo e que não depende da ação humana para se desenvolver.
Ou seja, vai além das áreas onde há fauna e flora, abrangendo todos os seres vivos, os diferentes ecossistemas, como florestas, desertos, campos e savanas, as diversas paisagens e os fenômenos naturais.
A natureza é importante por diversos motivos, que vão desde a manutenção do equilíbrio ecológico do planeta Terra até o fornecimento de recursos essenciais para a sobrevivência dos seres vivos.
Para os seres humanos, ela é fonte de elementos básicos à vida, como água, ar, energia e alimentos. Além disso, também atende a necessidades secundárias, proporcionando lazer, inspiração e benefícios físicos, psicológicos e até espirituais.
Para a sociedade, a natureza fornece as matérias-primas necessárias para o funcionamento da indústria, do comércio e das demais atividades econômicas.
Por essas razões, ela é de extrema importância para a sobrevivência de todos os seres vivos na Terra. Além disso, a natureza contribui para a proteção contra desastres naturais, para a regulação do clima, para a preservação do meio ambiente e para a garantia da qualidade de vida das espécies.
Fonte: Terra. Adaptado.
A NATUREZA
Ao contrário do que muitos pensam, a natureza não se resume apenas aos espaços com animais e plantas. Na verdade, ela engloba tudo o que existe fisicamente no mundo e que não depende da ação humana para se desenvolver.
Ou seja, vai além das áreas onde há fauna e flora, abrangendo todos os seres vivos, os diferentes ecossistemas, como florestas, desertos, campos e savanas, as diversas paisagens e os fenômenos naturais.
A natureza é importante por diversos motivos, que vão desde a manutenção do equilíbrio ecológico do planeta Terra até o fornecimento de recursos essenciais para a sobrevivência dos seres vivos.
Para os seres humanos, ela é fonte de elementos básicos à vida, como água, ar, energia e alimentos. Além disso, também atende a necessidades secundárias, proporcionando lazer, inspiração e benefícios físicos, psicológicos e até espirituais.
Para a sociedade, a natureza fornece as matérias-primas necessárias para o funcionamento da indústria, do comércio e das demais atividades econômicas.
Por essas razões, ela é de extrema importância para a sobrevivência de todos os seres vivos na Terra. Além disso, a natureza contribui para a proteção contra desastres naturais, para a regulação do clima, para a preservação do meio ambiente e para a garantia da qualidade de vida das espécies.
Fonte: Terra. Adaptado.
A NATUREZA
Ao contrário do que muitos pensam, a natureza não se resume apenas aos espaços com animais e plantas. Na verdade, ela engloba tudo o que existe fisicamente no mundo e que não depende da ação humana para se desenvolver.
Ou seja, vai além das áreas onde há fauna e flora, abrangendo todos os seres vivos, os diferentes ecossistemas, como florestas, desertos, campos e savanas, as diversas paisagens e os fenômenos naturais.
A natureza é importante por diversos motivos, que vão desde a manutenção do equilíbrio ecológico do planeta Terra até o fornecimento de recursos essenciais para a sobrevivência dos seres vivos.
Para os seres humanos, ela é fonte de elementos básicos à vida, como água, ar, energia e alimentos. Além disso, também atende a necessidades secundárias, proporcionando lazer, inspiração e benefícios físicos, psicológicos e até espirituais.
Para a sociedade, a natureza fornece as matérias-primas necessárias para o funcionamento da indústria, do comércio e das demais atividades econômicas.
Por essas razões, ela é de extrema importância para a sobrevivência de todos os seres vivos na Terra. Além disso, a natureza contribui para a proteção contra desastres naturais, para a regulação do clima, para a preservação do meio ambiente e para a garantia da qualidade de vida das espécies.
Fonte: Terra. Adaptado.
Poluição
A poluição se refere a uma modificação ambiental que afeta de maneira desfavorável os seres humanos e também outras formas de vida. Ela é, geralmente, provocada pelo humano e suas atividades. O ser humano provoca poluição ambiental quando suas indústrias, por exemplo, lançam poluentes no ar, quando combustíveis fósseis são queimados, quando realizam queimadas, quando utilizam agrotóxicos na agricultura, entre várias outras situações.
Vale salientar, no entanto, que a poluição nem sempre é desencadeada pela humanidade. Os vulcões, por exemplo, são uma fonte natural de poluição e, ao entrarem em erupção, são responsáveis pela liberação de uma grande quantidade de gases.
A poluição é responsável por provocar diversos danos aos ecossistemas, provocando alterações que afetam diretamente todos os seres vivos que ali se desenvolvem. Dentre algumas das consequências da poluição, podemos citar: redução da biodiversidade, aquecimento global e mudanças climáticas, desenvolvimento de uma série de doenças nos seres humanos e outros animais.
Entre as medidas que podemos tomar para reduzir a poluição, destacam-se: reciclar, reaproveitar e reutilizar sempre que possível, não realizar queimadas, repensar nossos hábitos de consumo, ensinar outras pessoas a respeito de se combater a poluição do meio ambiente. É muito importante a conscientização a respeito dos problemas causados pela poluição.
Brasil Escola. (Adaptado)
Leia o texto para responder à questão.
Mais ambição para a primeira infância
Está previsto para o início deste mês o lançamento da Política Nacional Integrada para a Primeira Infância. Publicado em junho de 2024, o decreto dava 120 dias para que um comitê intersetorial, formado por representantes de ministérios e da sociedade civil, propusesse um plano efetivo destinado à promoção e à proteção dos direitos de crianças de até 6 anos.
É importante dizer que o plano precisa ter a robustez compatível com seu papel histórico. É na primeira infância, afinal, que são dados os passos cruciais para o desenvolvimento infantil. Nessa etapa ocorrem os estímulos adequados que afetam, no longo prazo, indicadores de educação, saúde, trabalho, violência e desigualdade. E, embora sejam centrais na vida nacional, as crianças têm sido negligenciadas pelo País, apesar do que dizem a Constituição, o Estatuto da Criança e do Adolescente e o Marco Legal da Primeira Infância. O paradoxo explica o imperativo da política prometida: deve ser ambiciosa no propósito, criativa na estratégia, realista e integrada na governança entre União, Estados e municípios, consistente na concretude de suas metas e indicadores e, tão importante quanto tudo isso, detalhista nos métodos e nas ações propostas.
O Brasil tem hoje mais de 18 milhões de crianças na primeira infância, 55% das quais vivendo em famílias de baixa renda, e 60% que nunca frequentaram creche ou pré-escola, de acordo com dados apresentados ao governo pela Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal e pelo Todos Pela Educação. Há, por baixo, 670 mil crianças de 0 a 6 anos em situação de pobreza ou extrema pobreza. Segundo o IBGE, em 2023, 45% das crianças brasileiras de 0 a 5 anos estavam em domicílios com renda mensal per capita de meio salário-mínimo, enquanto entre a população geral o porcentual é de 27%. Ou seja, a pobreza atinge mais as crianças do que os adultos. Indicadores perversos as colocam ainda entre os mais vulneráveis a saneamento precário, insegurança alimentar e educação deficitária.
Há boas ideias em discussão, mas a execução segue como o principal desafio. Entre as propostas mais promissoras está a criação de um sistema integrado de dados sobre a primeira infância, que permita o monitoramento por gestores locais e o diálogo direto com as famílias. O risco, no entanto, é repetir os equívocos da Caderneta da Criança: uma solução com baixa adesão e pouco alcance do público-alvo. Atualmente, os dados do desempenho escolar de uma criança, por exemplo, não são integrados com os da carteira de vacinação. As crianças brasileiras têm um número no sistema de saúde e outro no Cadastro Único, que identifica as famílias brasileiras de baixa renda e permite o acesso de famílias aos programas e benefícios sociais. A política pode apontar também informações e ações para a abertura de vagas em creches, ampliação da vacinação e uma espécie de frente nacional de atendimento a famílias carentes onde há crianças nessa faixa de idade.
(Editorial, https://www.estadao.com.br/opiniao, 05.08.2025. Adaptado)
Entre as propostas mais promissoras está a criação de um sistema integrado de dados sobre a primeira infância, que permita o monitoramento por gestores locais e o diálogo direto com as famílias. O risco, no entanto, é repetir os equívocos da Caderneta da Criança: uma solução com baixa adesão e pouco alcance do público- -alvo. (4o parágrafo)
Sem prejuízo de sentido, as expressões destacadas no texto podem ser substituídas, correta e respectivamente, por:
No trecho acima, o termo “perene” pode ser corretamente substituído, sem alteração de sentido, por:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
SONHO REAL
— Mãe, eu quero ser rei, amado por todo mundo.
Com muita fama e muito dinheiro.
Quando não estiver reinando, apareço na tevê, nos jornais e nas revistas, dou entrevista, faço comercial, gravo disco e jogo na Seleção.
— Rei administra o seu povo e não fica só no oba-oba, meu filho.
E, depois, nem tem rei mais, quase só presidentes ...
— Xi! Já vi que você ta boiando! ...
Não quero ser rei da pátria, não quero nada disso.
Quero ser um rei mais importante quero ser rei do futebol!!.
JOSÉ, Elias. Segredinhos de amor. São Paulo: Moderna, 1991, p. 18
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
SONHO REAL
— Mãe, eu quero ser rei, amado por todo mundo.
Com muita fama e muito dinheiro.
Quando não estiver reinando, apareço na tevê, nos jornais e nas revistas, dou entrevista, faço comercial, gravo disco e jogo na Seleção.
— Rei administra o seu povo e não fica só no oba-oba, meu filho.
E, depois, nem tem rei mais, quase só presidentes ...
— Xi! Já vi que você ta boiando! ...
Não quero ser rei da pátria, não quero nada disso.
Quero ser um rei mais importante quero ser rei do futebol!!.
JOSÉ, Elias. Segredinhos de amor. São Paulo: Moderna, 1991, p. 18
Cuidado, os sabichões querem seu cérebro!
Sabichonismo é uma doença que explora e
agrava nossa insegurança com a língua
Sérgio Rodrigues
O sabichonismo linguístico é uma doença social oportunista que se aproveita da insegurança do falante médio, intimidado com a normatividade da língua, para convencê‑lo de que contraria regras em série — todas imaginárias.
Por exemplo: “É pleonasmo vicioso dizer que um filme é baseado em fatos reais. Todo fato é real; se não for real, não é fato!”, grita o sabichão. (Por alguma razão, sabichões gostam de gritar)
É mentira dele, claro: além de existir algo que se chama ênfase, o mundo sempre foi cheio de fatos falsos, para não mencionar os hipotéticos, os fictícios, os que dependem de fé etc.
Mesmo assim, é comum que o fato sabichão seja acolhido. O mecanismo psíquico que nos leva a encarar quem nos “corrige” como detentor de um saber superior é o mesmo que garante o sucesso internético de vídeos como “você bebeu água errado a vida inteira: aprenda”.
Sim, todo mundo sempre usou a expressão “dois pesos e duas medidas”, de impecáveis credenciais bíblicas. Não há nada nela, sob nenhum aspecto, que esteja errado: refere‑se a dois pesos (para a farinha) e duas medidas (para o tecido), artimanhas de comerciante desonesto. Aí vem o sabichão e, por saber pouco, anuncia na praça: “O certo é um peso e duas medidas!”.
O sabichonismo pode ser do tipo literalista, que eu chamo de podólatra da letra: “Não existe gol de bola parada, bola parada não entra”; “Risco de vida está errado, o certo é risco de morte”.
Também pode ter corte lógico‑matemático, encrencado com a dupla negativa do português: “Se você diz que não viu nada, então viu alguma coisa”. Pode ser purista, amalucado: “O certo é ab‑rupto”.
O único objetivo do sabichonismo é afirmar a posição de poder de quem o exerce. Embora seja muitas vezes diletante, seu caráter falsamente educativo faz com que assuma com frequência a forma de atividade profissional, caso em que provoca estragos maiores.
Como regra, sabichões exercem o sabichonismo por convicção. Estão convencidos da sabedoria de sua bobagem, que gostariam de ver abraçada por todos. No entanto, sobretudo nos casos em que a atividade produz ganho material, não se deve descartar a hipótese da má‑fé.
A fragilidade do organismo social de que o sabichonismo tira partido — a autoconfiança precária que, como povo, sentimos diante de uma língua que é nossa e ao mesmo tempo não é — acaba, sob seus ataques, por se agravar.
Quando nos deixamos convencer de que o certo é “esculpido em Carrara” — em vez de “cuspido e escarrado”, bela versão lusófona de uma ideia presente no inglês “spitting image” e em outras línguas —, podemos ter a sensação inebriante de que nada no mundo é o que parece.
Contentes de descobrir tal joia perdida do conhecimento universal — “O certo é quem tem boca vaia Roma, buuu!” —, saímos espalhando a boa nova.
E assim o sabichão cumpre o seu papel final, reprodutivo, que é o mesmo dos zumbis: comer o cérebro do maior número possível de pessoas para transformá‑las em sabichonas também.
Todo cuidado com ele!
FOLHA DE SÃO PAULO. Folha de S.Paulo,
Cotidiano, 1 maio 2025, p. A 41 (adaptado).
“Quando nos deixamos convencer de que o certo é ‘esculpido em Carrara’ — em vez de ‘cuspido e escarrado’, bela versão lusófona de uma ideia presente no inglês ‘spitting image’ e em outras línguas —, podemos ter a sensação inebriante de que nada no mundo é o que parece.”
Com base na análise do trecho apresentado, assinale a alternativa incorreta.
No trecho "ficou me olhando por um longo tempo", a escolha da expressão "longo tempo" contribui para a construção de qual sentido principal no texto. Nesse sentido, indique qual substituição mantém esse valor sem alterar o tom e a intenção do autor.