Questões de Concurso Sobre redação - reescritura de texto em português

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Q1925505 Português
Assinale a opção que retrata a ordem adequada de construção de um parágrafo padrão, tendo em vista: introdução, desenvolvimento e conclusão:
1. Saborizadas e com embalagens atraentes, as bebidas energéticas podem parecer inofensivas para crianças e adolescentes, mas não são.
2. Tanto que a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) emitiu nesta sexta-feira, 20, um alerta sobre o tema e informando que o produto não é indicado para o público.
3. A Sociedade Brasileira de Pediatria lança alerta sobre produtos estimulantes e diz que não são recomendados para menores de 18 anos.
4. Diante deste cenário, a Academia Americana de Pediatria tem recomendado que o produto não seja consumido por crianças e adolescentes.
5. Em documento, a entidade informou que as bebidas energéticas têm substâncias estimulantes, como a cafeína e o guaraná, e podem conter ginseng taurina, carnitina, creatina, glucoronolactona, que não são adequadas para crianças e adolescentes.
Disponível em: https://veja.abril.com.br/saude/os-riscos-das-bebidas-energeticas-para-criancase-adolescentes/ - Texto adaptado. Acesso em: 23/05/2022)
Alternativas
Q1924107 Português
Todas as frases a seguir mostram dois segmentos sublinhados; assinale a opção que apresenta a frase em que a troca de posição desses segmentos traz inadequação.
Alternativas
Q1921588 Português
O Manual de Redação do jornal O Globo mostra algumas frases com problemas de redação; a opção abaixo que mostra, respectivamente, uma forma inadequada e uma forma adequada é: 
Alternativas
Q1921372 Português

Texto 01

PERSISTÊNCIA


        A maioria das pessoas está pronta para jogar fora objetivos e propósitos e desistir ao primeiro sinal de oposição ou infortúnio. Algumas continuam, apesar de toda oposição, até atingirem o objetivo. Pode não haver uma conotação heroica na palavra “persistência”, mas ela faz por seu caráter o que o carbono faz pelo ferro – o endurece e transforma em aço.

        Aqueles que cultivaram o hábito da persistência parecem protegidos contra o fracasso. Não importa quantas vezes sejam derrotados, no fim alcançam o objetivo. E mais ainda – o conhecimento de que todo fracasso traz nele a semente de uma vantagem equivalente.

        As pessoas que aprendem pela experiência a importância da persistência não aceitam a derrota como algo mais que temporário. Vemos que essas pessoas transformam o castigo da derrota em impulso para se esforçarem mais. Mas o que não vemos, o que a maioria nem suspeita, é o poder silencioso, que socorre os que lutam contra o desânimo.

HILL, Napoleon. Quem pensa, enriquece. O Legado. Fundação Napoleon Hill. 2020. p.69-70.

Observe o fragmento de texto abaixo:


“...não aceitam a derrota como algo mais que temporário.”


Sobre ele, está CORRETO afirmar que

Alternativas
Q1921341 Português

TEXTO 3

HOME OFFICE


        A grande mudança trazida pela Covid-19 foi a implantação do home office pelas empresas. Com o isolamento para conter a propagação da doença, o trabalho remoto foi a saída encontrada para continuar as atividades, pelo menos para aqueles profissionais cujo emprego não exige presença física em um local específico. Essa medida adiantou uma prática que vinha sendo implantada de forma gradual antes da pandemia por algumas empresas, limitada a alguns dias da semana.

        O Twitter, por exemplo, informou em maio que os funcionários poderiam trabalhar em casa para sempre, caso preferissem. A exceção ficaria por conta daqueles profissionais que não conseguem desempenhar o trabalho a distância, como a equipe de manutenção nos servidores.

        No entanto, essa mudança na forma de trabalhar traz desafios como continuar produtivo sem a supervisão direta do chefe ou perto dele, mantendo o mesmo número de horas trabalhadas; aumento de gastos com água, luz, internet e mobiliário adequado em casa; capacidade de manter a comunicação de forma virtual com o distanciamento físico de chefes e colegas; além do equilíbrio do trabalho em casa com a vida pessoal.

        O economista Thomas Coutrot, cujas pesquisas são focadas no impacto da globalização no mercado de trabalho, é cético quanto ao futuro do trabalho a distância. “Talvez as pessoas se deem conta de que o trabalho remoto não tem nada a ver com o paraíso com que elas sonhavam, de conciliação entre a vida profissional e a pessoal. Trabalho remoto é difícil: é uma pressão, um isolamento, uma dificuldade de comunicação e cooperação com os colegas. É uma situação bastante precária”, opina.

        Ele observa que, em poucas semanas, as empresas já constatam o aparecimento de problemas de saúde física e mental dos funcionários que estão em casa devido à pandemia – um problema que só tende a aumentar.

        “O controle do empregador é ainda mais acirrado quando os empregados estão a distância. O trabalhador fica conectado em tempo integral, no sistema da empresa. Os chefes podem saber o que cada um está fazendo em tempo real”, frisa.

        “Além disso, é uma situação que limita a autonomia, a criatividade, a possibilidade de tomar um tempo para conversar com os colegas sobre assuntos não diretamente ligados ao trabalho, mas que propiciam novas ideias e soluções.”


https://g1.globo.com/economia/concursos-e-emprego/noticia/2020/06/19/pandemia-, adiantou-mudancas-no-mundo-do-trabalho. Acesso em 28/04/2022. 

Observe o fragmento de texto abaixo:


“...cujo emprego não exige presença física em um local específico.”


Se os termos “presença” e “local” fossem substituídos, respectivamente, por “contatos” e “localidades”, a construção CORRETA estaria indicada na alternativa

Alternativas
Q1920944 Português

Texto CG1A1-II


   As plantas, os animais domésticos e os produtos deles obtidos (frutas, ervas, carnes, ovos, queijos etc.) pertencem aos mais antigos produtos comercializáveis. A palavra latina para dinheiro, pecunia, deriva da relação com o gado (pecus). Esse comércio é provavelmente tão antigo quanto a divisão do trabalho entre agricultores e criadores de gado. Embora inicialmente o comércio e a distribuição econômica de produtos de colheita fossem geograficamente bem delimitados, eles conduziram a uma difusão cada vez mais ampla das sementes, desenvolvendo-se, então, um número cada vez maior de variações. Sem milênios de constantes contatos entre os povos e sem o trânsito intercontinental, o nosso cardápio teria uma aparência bastante pobre. Das aproximadamente trinta plantas que constituem os recursos de nossa alimentação básica, quase todas têm sua origem fora da Europa e provêm, predominantemente, de regiões que hoje enumeramos entre os países em desenvolvimento.

   Já que hoje as plantas nutritivas domésticas são cultivadas em praticamente todas as regiões habitadas, a humanidade também poderia alimentar-se, se o comércio de produtos agrários se limitasse a áreas menores, de proporção regional. O transporte de gêneros alimentícios por distâncias maiores se justifica, em primeiro lugar, para prevenir e combater epidemias de fome. Há, sem dúvida, uma série de razões ulteriores em favor do comércio mundial de gêneros alimentícios: a falta de arroz, chá, café, cacau e muitos temperos em nossos supermercados levaria a um significativo empobrecimento da culinária, coisa que não se poderia exigir de ninguém. O comércio internacional com produtos agrícolas aporta, além disso, às nações exportadoras a entrada de divisas, facilitando o pagamento de dívida. E, em muitos lugares, os próprios trabalhadores rurais e pequenos agricultores tiram proveito da venda de seus produtos a nações de alta renda, sobretudo quando ela ocorre segundo os critérios do comércio equitativo.


Thomas Kelssering. Ética, política e desenvolvimento humano: a justiça na era da globalização. Tradução: Benno Dischinger. Caxias do Sul, RS: EDUCS, 2007, p. 209-10 (com adaptações)

Acerca dos sentidos e de aspectos linguísticos do texto CG1A1-II, julgue o item que se segue. 


A coerência do texto e sua correção gramatical seriam mantidas se o quarto período do segundo parágrafo fosse reescrito da seguinte forma: Além disso, o comércio internacional com produtos agrícolas aporta a entrada de divisas às nações exportadoras e, assim, facilita o pagamento de dívida.



Alternativas
Q1920936 Português

Texto CG1A1-I


     Enquanto apenas 30% da população mundial vivia em ambiente urbano no ano de 1950, em 2018 esse índice já representava 55%, de acordo com dados da Organização das Nações Unidas (ONU). A projeção de longo prazo da ONU indica a intensificação dessa tendência, com a população urbana mundial representando 68% do total em 2050.

      No Brasil, 36% da população era urbana em 1950, valor bastante próximo da média mundial até então. Nas décadas subsequentes, o país experimentou um rápido processo de urbanização, evidenciado pelo fato de que, no ano de 2018, expressivos 87% da população brasileira residia em ambientes urbanos. As projeções de mais longo prazo indicam que essa tendência deve se estabilizar em patamar próximo a 90%.

   As cidades representam o mais importante lócus de consumo de energia e emissões relacionadas. Estimativas da IEA (International Energy Agency), em 2016, indicavam que as cidades respondiam por 64% do uso global de energia primária e 70% das emissões globais de dióxido de carbono. Tal fato evidencia o papel central que as cidades têm e terão na determinação do padrão de uso de energia e de emissões de carbono dos países e do mundo. Em particular, a própria transição energética terá seu ritmo bastante afetado pelas mudanças que ocorrerem nas cidades. O mesmo vale para o uso eficiente de recursos (inclusive não energéticos), segurança energética e desenvolvimento sustentável.

    Para os estudos de planejamento energético, é importante identificar as mudanças estruturais que impactarão o uso de energia nas cidades no longo prazo. Do ponto de vista tecnológico, no momento em que, simultaneamente, emergem e convergem novas tecnologias de informação, novas tecnologias e modelos de negócios de geração de energia e novas formas de mobilidade, é possível vislumbrar revoluções em diferentes nichos que utilizarão a inteligência artificial, o uso massivo de dados (big data) e a Internet das Coisas como plataformas tecnológicas de propósito geral.

     Nesse pano de fundo, emergem fenômenos como cidades inteligentes e indústria 4.0, importantes evoluções no sentido de cidades sustentáveis. A implementação desses conceitos é acompanhada de um número crescente dos mais variados sensores nas mais diferentes situações, o que gera aumento exponencial de dados, que são utilizados para comunicação via Internet, em última instância, de forma a subsidiar tomadas de decisão mais eficientes. Para tornar essa revolução possível, é necessário significativo investimento em infraestrutura, que será a base da economia no futuro próximo.

     No entanto, deve-se reconhecer que uma cidade inteligente é um passo necessário, mas não suficiente, e que é preciso abranger mais do que a aplicação inteligente de tecnologia nas áreas urbanas. A adoção de tecnologia deve tornar as cidades mais sustentáveis, melhorando a qualidade de vida de sua população e sua relação com o meio ambiente. Assim, em relação ao uso de energia, é importante que as discussões sobre cidades inteligentes sejam feitas levando-se em consideração tópicos importantes no contexto de transição energética, como uso do espaço urbano e impactos sobre o bem-estar coletivo, mudanças climáticas, os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável e a economia circular.


Internet: <www.epe.gov.br> (com adaptações). 

Julgue o item subsequente, relativos a propriedades linguísticas do texto CG1A1-I.


Estariam mantidos os sentidos e a correção gramatical do texto caso o segmento “Em particular, a própria transição energética terá seu ritmo bastante afetado” (quarto período do terceiro parágrafo) fosse assim reescrito: Em sentido estrito, o próprio ritmo da transição energética terá sido bastante afetado. 

Alternativas
Q1919759 Português

Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados na questão. 


Assinale a alternativa que apresenta a correta reescrita do trecho “Tolstói talvez seja mais duro ao dizer que nem sempre as pessoas se casam para serem felizes” sem causar alterações ao sentido original do texto.
Alternativas
Q1918597 Português
LEIA E CONSIDERE O TEXTO 2, UM RASCUNHO DE OFÍCIO, PARA RESPONDER À QUESTÃO.

TEXTO 2

Ministério da Educação
Secretaria de Educação Superior
Esplanada dos Ministérios Bloco L - Ed. Sede
Telefone: 0800-616161. E-mail: [email protected]

Ofício Nº 9572/2022/MEC
Brasília, 11 de abril de 2022

À Magnífica Reitora
Universidade Federal do Rio de Janeiro
Av. Pedro Calmon, 550, Cidade Universitária
21941-901 Rio de Janeiro/RJ

Assunto: Plenária sobre resultados e pespectivas da Lei de Cotas nas universidades federais

     Magnífica Reitora,

   Convido Vossa Excelência a participar de plenária cujo objetivo único é debater os resultados e as pespectivas da Lei de Cotas (Lei Federal nº 12.711/12) nas universidades federais, depois de uma década de sua implementação no Brasil. O evento, será realizado no dia 17 de junho de 2022, às 14 horas, no Auditório Central do MEC, em Brasília. Além disso, gostaria de contar com sua participação para uma apresentação de 50 minutos sobre os resultados obtidos até então na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), nossa maior universidade federal. Certamente sua participação mesmo que de forma híbrida será importante para todo o conjunto de universidades federais e para a alta administração do MEC para que possamos aperfeiçoar as políticas públicas educacionais vigentes no país considerando que a Universidade Federal do Rio de Janeiro sempre aparece na lista das universidades mais renomadas da América Latina.
    O evento do MEC têm o objetivo único de legitimar a Educação como elo fundante do Brasil. Não podemos paralisar os debates sobre a Educação. Aguardamos um retorno por parte da Universidade Federal do Rio de Janeiro.

    Atenciosamente,

(Assinatura)
Secretário(a) de Educação Superior
No trecho “Além disso, gostaria de contar com sua participação” (1º parágrafo), o conectivo sublinhado exerce sentido de:
Alternativas
Q1918550 Português
Leia o texto a seguir para responder a questão.

Como o metaverso impacta nos negócios, no ensino e nas relações de trabalho

Algumas áreas serão atingidas antes do que outras, como as vendas de grandes empresas e os setores de games, cultura e entretenimento

Apesar de ser um tema complexo, o conceito de metaverso pode ser definido de forma simples. É um mundo virtual imersivo e compartilhado, que pretende replicar atividades como interagir, trabalhar, comprar, construir e passear por meio de dispositivos digitais.  
Diretor de transformação digital do Grupo 4all, Gustavo Schifino explica que esse novo universo é um ambiente virtual onde podemos eliminar as dificuldades do mundo físico e potencializar as experiências do mundo digital. Mas, se por um lado o metaverso já faz parte da rotina de crianças e adolescentes que têm acesso a jogos digitais como Fortnite, Minecraft e Roblox, por outro ainda gera uma série de dúvidas sobre qual será o seu impacto em diferentes setores. Ele mudará o futuro dos negócios? Terá reflexo no ensino? E como ficam as relações de trabalho e de consumo?
Para estudiosos do tema, algumas áreas serão atingidas antes do que outras, como as vendas de grandes empresas e os setores de games, cultura e entretenimento. No entanto, como qualquer evolução tecnológica, pode levar décadas para que todos estejam familiarizados com o assunto e a utilização desse universo virtual seja massiva. Isso porque ele vem sendo incluído, primeiramente, na rotina de um nicho pequeno de pessoas: em geral, mais jovens e com maior poder aquisitivo.
— Ainda há muito para desenvolver e temos que estar preparados em todas as áreas, mas ver isso como algo negativo é errado. Sou um dos otimistas, acho que está muito no início, mas é uma onda grande em que todos estaremos imersos em não muito tempo — aposta o diretor de transformação digital. (...)
O ambiente estudantil também será muito impactado pelo metaverso, conforme Schifino. Para exemplificar, ele cita uma aula de História em que os alunos podem visitar a época em que determinado movimento ocorreu, uma aula de Biologia em que se pode "entrar" dentro do corpo humano ou uma aula de Astronomia em que os estudantes analisam de perto os planetas.
Em relação aos sistemas de tradução simultânea, Schifino afirma que funcionam muito bem no digital, possibilitando que se fale com pessoas de quaisquer lugares do mundo, mas ressalta que isso não significa que não será mais necessário aprender outras línguas, porque ainda haverá contato pessoalmente:  
— A tradução simultânea só não te limita no metaverso, mas ele não substituirá ou acabará com os ambientes físicos, que ainda serão relevantes. Porque quanto mais digital ficamos, mais humanos precisamos ser. (...)  
Os especialistas concordam que o metaverso ainda se trata de algo experimental, ou seja, serão alguns anos de tentativas até que realmente funcione em seu conceito mais amplo. Para Ticiano Paludo, por enquanto, as pessoas precisam ser educadas sobre as potencialidades do tema para entender o que está acontecendo e o que pode acontecer. (...)

Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/tecnologia/noticia/2022/04/como-o-metaverso-impacta-nosnegocios-no-ensino-e-nas-relacoes-de-trabalho-cl16eacz9001301651k856tcv.html. Acessado em abril de 2022.
No texto há quatro expressões em negrito e sublinhadas. Sem que se perca o sentido original, podem ser substituídas respectivamente por:
Alternativas
Q1918286 Português

Texto para o item.



Julgue o item, que consiste em propostas de reescrita para trechos destacados do texto, quanto à correção gramatical e à manutenção das ideias do texto.


“São novas oportunidades que ampliam a atuação do administrador de empresas.” (linhas 44 e 45): Essas novas oportunidades ampliam a atuação do administrador de empresas.

Alternativas
Q1918285 Português

Texto para o item.



Julgue o item, que consiste em propostas de reescrita para trechos destacados do texto, quanto à correção gramatical e à manutenção das ideias do texto.


“A ciência da administração surgiu no final do século XIX, durante o processo da Primeira Revolução Industrial. Ao longo do século XX, as teorias da administração” (linhas de 1 a 4): No final do século XIX, durante o processo da Primeira Revolução Industrial, surgiu a ciência da administração e, ao longo do século XX, as teorias dessa área do conhecimento

Alternativas
Q1917716 Português

Texto para o item.



Bruno Carbinatto. Beleza masculina: um mercado em alta.

In: Você S/A 287, ano 24, n.° 4, Editora Abril, abr./2022(com

adaptações).

Considerando os sentidos e os aspectos linguísticos do texto, julgue o item. 


Os sentidos do texto seriam preservados se a palavra “brasileiro” (linha 27) fosse deslocada para imediatamente após a palavra “setor” (linha 26). 


Alternativas
Ano: 2022 Banca: Quadrix Órgão: CRC-AC Prova: Quadrix - 2022 - CRC-AC - Contador |
Q1916579 Português
Sem alteração dos sentidos do texto, o segmento “diante de uma tela com possibilidades infinitas” (linhas 7 e 8) poderia ser reescrito, corretamente, da seguinte forma: 
Alternativas
Q1915748 Português




De acordo com o Texto I, responda a questão 

“No passado, já foram palavras de 100 dólares e só os intelectualizados as usavam...” (l.17-18). A passagem reescrita a seguir, que mantém a norma culta da língua portuguesa, no que tange à pontuação, sem alteração do sentido original, é:
Alternativas
Q1915525 Português

Perguntas de criança…


        Há muita sabedoria pedagógica nos ditos populares. Como naquele que diz: “É fácil levar a égua até o meio do ribeirão. O difícil é convencer ela a beber a água…” De fato: se a égua não estiver com sede ela não beberá água por mais que o seu dono a surre... Mas, se estiver com sede, ela, por vontade própria, tomará a iniciativa de ir até o ribeirão. Aplicado à educação: “É fácil obrigar o aluno a ir à escola. O difícil é convencê-lo a aprender aquilo que ele não quer aprender…”

       Às vezes eu penso que o que as escolas fazem com as crianças é tentar forçá-las a beber a água que elas não querem beber. Brunno Bettelheim, um dos maiores educadores do século passado, dizia que na escola os professores tentaram ensinar-lhe coisas que eles queriam ensinar, mas que ele não queria aprender. Não aprendeu e, ainda por cima, ficou com raiva. Que as crianças querem aprender, disso não tenho a menor dúvida. Vocês devem ser lembrar do que escrevi, corrigindo a afirmação com que Aristóteles começa a sua “Metafísica”: “Todos os homens, enquanto crianças, têm, por natureza, desejo de conhecer…”

       Mas, o que é que as crianças querem aprender? Pois, faz uns dias, recebi de uma professora, Edith Chacon Theodoro, uma carta digna de uma educadora e uma lista de perguntas anexada a ela, que seus alunos haviam feito, espontaneamente. “Por que o mundo gira em torno dele e do sol? Por que a vida é justa com poucos e tão injusta com muitos? Por que o céu é azul? Quem foi que inventou o Português? Como foi que os homens e as mulheres chegaram a descobrir as letras e as sílabas? Como a explosão do Big Bang foi originada? Será que existe inferno? Como pode ter alguém que não goste de planta? Quem nasceu primeiro, o ovo ou a galinha? Um cego sabe o que é uma cor? Se na Arca de Noé havia muitos animais selvagens, por que um não comeu o outro? Para onde vou depois de morrer? Por que eu adoro música e instrumentos musicais se ninguém na minha família toca nada? Por que sou nervoso? Por que há vento? Por que as pessoas boas morrem mais cedo? Por que a chuva cai em gotas e não tudo de uma vez?”

        José Pacheco é um educador português. Ele é o diretor (embora não aceite ser chamado de diretor, por razões que um dia vou explicar…) da Escola da Ponte, localizada na pequena cidade de Vila das Aves, ao norte de Portugal. É uma das escolas mais inteligentes que já visitei. Ela é inteligente porque leva muito mais a sério as perguntas que as crianças fazem do que as respostas que os programas querem fazê-las aprender. Pois ele me contou que, em tempos idos, quando ainda trabalhava numa outra escola, provocou os alunos a que escrevessem numa folha de papel as perguntas que provocavam a sua curiosidade e ficavam rolando dentro das suas cabeças, sem resposta. O resultado foi parecido com o que transcrevi acima. Entusiasmado com a inteligência das crianças – pois é nas perguntas que a inteligência se revela – resolveu fazer experiência parecida com os professores. Pediu-lhes que colocassem numa folha de papel as perguntas que gostariam de fazer. O resultado foi surpreendente: os professores só fizeram perguntas relativas aos conteúdos dos seus programas. Os professores de geografia fizeram perguntas sobre acidentes geográficos, os professores de português fizeram perguntas sobre gramática, os professores de história fizeram perguntas sobre fatos históricos, os professores de matemática propuseram problemas de matemática a serem resolvidos, e assim por diante.

        O filósofo Ludwig Wittgenstein afirmou: “os limites da minha linguagem denotam os limites do meu mundo”. Minha versão popular: “as perguntas que fazemos revelam o ribeirão onde quero beber…” Leia de novo e vagarosamente as perguntas feitas pelos alunos. Você verá que elas revelam uma sede imensa de conhecimento! Os mundos das crianças são imensos! Sua sede não se mata bebendo a água de um mesmo ribeirão! Querem águas de rios, de lagos, de lagoas, de fontes, de minas, de chuva, de poças d’água… Já as perguntas dos professores revelam (Perdão pela palavra que vou usar! É só uma metáfora, para fazer ligação com o ditado popular!) éguas que perderam a curiosidade, felizes com as águas do ribeirão conhecido… Ribeirões diferentes as assustam, por medo de se afogarem… Perguntas falsas: os professores sabiam as respostas… Assim, elas nada revelavam do espanto que se tem quando se olha para o mundo com atenção. Eram apenas a repetição da mesma trilha batida que leva ao mesmo ribeirão…

        Eu sempre me preocupei muito com aquilo que as escolas fazem com as crianças. Agora estou me preocupando com aquilo que as escolas fazem com os professores. Os professores que fizeram as perguntas já foram crianças; quando crianças, suas perguntas eram outras, seu mundo era outro…Foi a instituição “escola” que lhes ensinou a maneira certa de beber água: cada um no seu ribeirão… Mas as instituições são criações humanas. Podem ser mudadas. E, se forem mudadas, os professores aprenderão o prazer de beber de águas de outros ribeirões e voltarão a fazer as perguntas que faziam quando eram crianças.

(Adaptado do texto “Perguntas de criança…” de Rubem Alves, Folha (sinapse) – terça-feira, 24 de setembro de 2002, p.29) 

Leia essa passagem do texto: ‘uma carta digna de uma educadora e uma lista de perguntas “anexada a ela”, que seus alunos haviam feito’, pode-se substituir a expressão entre aspas duplas por uma das alternativas, assinale-a.
Alternativas
Q1915377 Português

No que se refere à correção gramatical e à coerência da proposta de reescrita para cada um dos trechos destacados do texto, julgue o item.


“só depois do resultado de avaliação física e exames radiológicos é que o médico terá condições de indicar um tratamento adequado para o caso” (linhas de 47 a 49): somente após o resultado de avaliação física e exames radiológicos, o médico terá condições de indicar tratamento adequado ao caso

Alternativas
Q1915376 Português

No que se refere à correção gramatical e à coerência da proposta de reescrita para cada um dos trechos destacados do texto, julgue o item.


“Embora seja uma das queixas mais frequentes da humanidade, em 85% dos casos de lombalgia não é possível determinar o motivo da dor.” (linhas de 39 a 41): Ainda que a dor lombar esteja entre as queixas mais frequentes da humanidade, é impossível determinar o motivo dessa dor em 85% dos casos. 

Alternativas
Q1914412 Português

          A atividade política, para os antigos, estava associada à prática das virtudes e à busca por uma ordem moral duradoura. A corrupção, por sua vez, era identificada com vícios como a ambição, a ganância pelo poder, a covardia etc., ou seja, tudo aquilo que causa caos social, desordem e violência.

         Essa noção de corrupção associada ao desvirtuamento e à falta de cuidado com o bem comum atravessaria a Idade Média e chegaria até o início da modernidade com os teóricos políticos do Renascimento. Contudo, com a ampliação das relações comerciais decorrentes das grandes navegações, o crescimento urbano, o advento da indústria, a ascensão da burguesia como classe política — por meio de revoluções como a inglesa (1640-1668) e a francesa (1789-1799) —, o sistema político começou a ser pensado de forma diferente.

          A concepção antiga das virtudes como guias da política não funcionava mais na modernidade. Era necessária uma concepção de política que levasse em conta os interesses individuais e as ambições, que faziam parte do mundo moderno. Mas como fazer isso sem deixar que tais interesses e ambições degenerassem o sistema político? Montesquieu foi quem ofereceu o melhor modelo, que, em grande parte, ainda se faz presente até hoje nos regimes democráticos.

         Segundo Montesquieu, para que os interesses pessoais dos governantes não triunfassem sobre o bem público e para que o corpo político não se corrompesse, seriam necessárias as leis positivas, isto é, um conjunto de medidas jurídicas que se ajustassem à realidade dos interesses de determinada sociedade e impusesse controle sobre ela, sendo capaz de intermediar os homens e suas necessidades.

          Esse modelo foi seguido pelas democracias liberais do século XIX. No entanto, desde a transição do século XIX para o século XXI, o mundo ficou cada vez mais integrado, tanto econômica quanto politicamente, sobretudo após as guerras mundiais. Essa integração, apesar de ter trazido inúmeros benefícios, também trouxe grandes dificuldades.

Internet:<https://brasilescola.uol.com.br> (com adaptações)


Julgue o item que se segue, relativos às ideias e a aspectos linguísticos do texto anterior.


Mantendo-se a correção gramatical e o sentido original do texto, o segundo período do segundo parágrafo poderia ser reescrito da seguinte forma: Contudo, por meio de revoluções como a inglesa (1640-1668) e a francesa (1789-1799), houve a ampliação das relações comerciais decorrentes das grandes navegações, o crescimento urbano, o advento da indústria, a ascensão da burguesia como classe política, por isso o sistema político começou a ser pensado de forma diferente.


Alternativas
Q1914293 Português

Com relação à correção gramatical dos trechos apresentados e à adequação da linguagem à correspondência oficial, julgue o item. 


Informamos a todos servidores e colaboradores que o uso de máscaras faciais no ambiente de trabalho tornaram-se opcionais, devendo-se, entretanto, manterem o distanciamento entre as mesas e evitarem aglomeração nas áreas de circulação do órgão. 

Alternativas
Respostas
2501: A
2502: C
2503: A
2504: C
2505: E
2506: C
2507: E
2508: E
2509: C
2510: A
2511: C
2512: C
2513: C
2514: D
2515: A
2516: C
2517: C
2518: C
2519: E
2520: E