Questões de Concurso Sobre português

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Q3873112 Português

Chuvas tropicais ajudaram a moldar o formato das flores


Por Guilherme Costa







(Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/chuvas-tropicais-ajudaram-a-moldar-o-formato-das-flores/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Em relação à regência verbal e ao acento indicativo de crase, assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas tracejadas nas linhas 18, 19 e 24 do texto. 
Alternativas
Q3873111 Português

Chuvas tropicais ajudaram a moldar o formato das flores


Por Guilherme Costa







(Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/chuvas-tropicais-ajudaram-a-moldar-o-formato-das-flores/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

De acordo com o texto, sobre o estudo das flores, assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q3873109 Português

Chuvas tropicais ajudaram a moldar o formato das flores


Por Guilherme Costa







(Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/chuvas-tropicais-ajudaram-a-moldar-o-formato-das-flores/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Com base no texto, analise as assertivas a seguir e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.

( ) Pequenas e delicadas, as flores dos gêneros Miconia e Leandra são pouco adaptadas, pois dependem das vibrações das abelhas para conter o pólen, já que apresentam pétalas capazes de escoar a água em períodos chuvosos.

( ) O estudo conclui que, em ambientes úmidos, certas espécies desenvolveram pétalas mais estreitas e pontiagudas, o que favorece o escoamento da água e contribui para a manutenção do pólen em boas condições durante períodos chuvosos.

( ) Ao combinar dados morfológicos, fenológicos e climáticos, o protocolo desenvolvido possibilitou compreender como características atuais das flores refletem diretamente as condições ambientais em que vivem.


A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Alternativas
Q3873078 Português
A importância de dar uma sumida para o bem da sua saúde mental


The Summer Hunter



         Um estudo recente da Universidade do Kansas, nos Estados Unidos, concluiu que uma "nutrição social equilibrada" é essencial para alcançar o bem-estar. Ou seja, precisamos de interações de qualidade com outras pessoas, mas parar e saber apreciar a nossa própria companhia de vez em quando é fundamental para essa equação.

        Cultivar boas amizades ou relações familiares saudáveis requer saúde emocional para interagir com os outros sem irritação, ressentimento ou aquela sensação de estar cumprindo uma obrigação. É como se todos nós tivéssemos uma bateria social, cujo nível de energia varia conforme o uso e os momentos da vida. Por exemplo, depois de um fim de semana cheio de encontros, é importante ter momentos mais tranquilos. E, às vezes, os compromissos que assumimos no piloto automático acabam adiando essa vontade legítima de passar um tempo cuidando da nossa própria vida.

            Pesquisas já comprovaram que a solitude — ou seja, o tempo que escolhemos passar sem a companhia de outras pessoas, descansando da interação social —, pode trazer mais criatividade, menores níveis de ansiedade e até uma maior rede de amizades. Para conseguir esses momentos, não tem outra forma: é preciso se priorizar, impor limites e dizer alguns "nãos".

          "Às vezes, você quer ficar sozinha, mas acha que, se não for naquele aniversário, as pessoas não vão mais convidar. Nesse momento a gente tem que escolher um desconforto: lidar com o medo de ser considerada uma má amiga ou se trair no desejo de ficar só", diz a escritora e podcaster Natália Sousa. "Esse também é o momento de entender qual é o nó por trás disso: por que estou indo aonde não quero?", completa.

        Hoje em dia, "sumir" do mundo físico pode ser mais fácil do que fazer isso no digital. Isso porque as redes sociais são pensadas para que passemos cada vez mais horas consumindo e produzindo conteúdo, atuando diretamente no "circuito de recompensa". Ou seja, na parte do cérebro que libera doses de dopamina quando um estímulo externo é interpretado como algo prazeroso.

        Uma pesquisa recente realizada pela Unifesp mostrou que 68% dos adolescentes brasileiros sofrem de dependência moderada em relação às tecnologias e mídias sociais, enquanto 20% se enquadram na dependência grave. É por essas e outras que o já conhecido FOMO tem dado lugar ao "FOLO", sigla pra fear of logging off — traduzindo, o medo de ficar desconectado. Mais recorrente em jovens, essa sensação de estar por fora de algo que está rolando no universo digital — seja o meme do momento, seja o que seus amigos estão fazendo — costuma trazer sentimentos como angústia e ansiedade.

      No episódio Ostentação espiritual, do Desenrola, o podcast do The Summer Hunter, o psicanalista Guilherme Facci argumenta que, hoje, postar algo nas redes sociais "é uma maneira de afirmar a própria existência". Se essa afirmação pareceu forte demais para você, pense no estranhamento e na desconfiança que sentimos ao descobrir que certa pessoa não tem redes sociais, ou na preocupação que surge quando alguém próximo fica off-line por algum tempo.

         Se só de pensar nos compromissos que você assumiu para esse fim de semana bateu uma preguiça enorme, talvez seja a hora de dar uma sumida. Para que esses momentos de "isolamento" também sejam prazerosos, além de reservar um tempo para fazer nada, vale tentar praticar hobbies e atividades que você curte.

       Durante esse "recesso social", é uma boa ideia se fazer algumas perguntas que ajudem a entender por que você anda arrastando essa sensação de estar com a bateria social sempre no vermelho — ainda mais agora, com o fim do ano se aproximando. Aonde você tem ido só para agradar os outros? Será que a sua agenda está afastando você do que (e de quem) realmente importa?

         Por via das dúvidas, ao decidir se afastar um pouco da vida social digital e presencial, vale dar um toque nos amigos e familiares mais próximos para evitar preocupações e, depois, curtir um tempo no maravilhoso mundo da solitude off-line. Pode ser útil começar com períodos mais curtos e, depois, se sentir vontade — e tiver a possibilidade —, prolongá-los. Sabe o que vai acontecer se você der uma sumida? Provavelmente, nada. É bem capaz que a maioria das pessoas nem note. É nessas horas que a gente entende que não é tão importante assim — e como isso é ótimo.


Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/equilibrio/2025/11/a-importancia-de-daruma-sumida-para-o-bem-da-sua-saude-mental.shtml Acesso em: 29 nov. 2025

No trecho “Uma pesquisa recente mostrou que 68% dos adolescentes sofrem de dependência moderada”, o termo “que” introduz uma oração 
Alternativas
Q3873077 Português
A importância de dar uma sumida para o bem da sua saúde mental


The Summer Hunter



         Um estudo recente da Universidade do Kansas, nos Estados Unidos, concluiu que uma "nutrição social equilibrada" é essencial para alcançar o bem-estar. Ou seja, precisamos de interações de qualidade com outras pessoas, mas parar e saber apreciar a nossa própria companhia de vez em quando é fundamental para essa equação.

        Cultivar boas amizades ou relações familiares saudáveis requer saúde emocional para interagir com os outros sem irritação, ressentimento ou aquela sensação de estar cumprindo uma obrigação. É como se todos nós tivéssemos uma bateria social, cujo nível de energia varia conforme o uso e os momentos da vida. Por exemplo, depois de um fim de semana cheio de encontros, é importante ter momentos mais tranquilos. E, às vezes, os compromissos que assumimos no piloto automático acabam adiando essa vontade legítima de passar um tempo cuidando da nossa própria vida.

            Pesquisas já comprovaram que a solitude — ou seja, o tempo que escolhemos passar sem a companhia de outras pessoas, descansando da interação social —, pode trazer mais criatividade, menores níveis de ansiedade e até uma maior rede de amizades. Para conseguir esses momentos, não tem outra forma: é preciso se priorizar, impor limites e dizer alguns "nãos".

          "Às vezes, você quer ficar sozinha, mas acha que, se não for naquele aniversário, as pessoas não vão mais convidar. Nesse momento a gente tem que escolher um desconforto: lidar com o medo de ser considerada uma má amiga ou se trair no desejo de ficar só", diz a escritora e podcaster Natália Sousa. "Esse também é o momento de entender qual é o nó por trás disso: por que estou indo aonde não quero?", completa.

        Hoje em dia, "sumir" do mundo físico pode ser mais fácil do que fazer isso no digital. Isso porque as redes sociais são pensadas para que passemos cada vez mais horas consumindo e produzindo conteúdo, atuando diretamente no "circuito de recompensa". Ou seja, na parte do cérebro que libera doses de dopamina quando um estímulo externo é interpretado como algo prazeroso.

        Uma pesquisa recente realizada pela Unifesp mostrou que 68% dos adolescentes brasileiros sofrem de dependência moderada em relação às tecnologias e mídias sociais, enquanto 20% se enquadram na dependência grave. É por essas e outras que o já conhecido FOMO tem dado lugar ao "FOLO", sigla pra fear of logging off — traduzindo, o medo de ficar desconectado. Mais recorrente em jovens, essa sensação de estar por fora de algo que está rolando no universo digital — seja o meme do momento, seja o que seus amigos estão fazendo — costuma trazer sentimentos como angústia e ansiedade.

      No episódio Ostentação espiritual, do Desenrola, o podcast do The Summer Hunter, o psicanalista Guilherme Facci argumenta que, hoje, postar algo nas redes sociais "é uma maneira de afirmar a própria existência". Se essa afirmação pareceu forte demais para você, pense no estranhamento e na desconfiança que sentimos ao descobrir que certa pessoa não tem redes sociais, ou na preocupação que surge quando alguém próximo fica off-line por algum tempo.

         Se só de pensar nos compromissos que você assumiu para esse fim de semana bateu uma preguiça enorme, talvez seja a hora de dar uma sumida. Para que esses momentos de "isolamento" também sejam prazerosos, além de reservar um tempo para fazer nada, vale tentar praticar hobbies e atividades que você curte.

       Durante esse "recesso social", é uma boa ideia se fazer algumas perguntas que ajudem a entender por que você anda arrastando essa sensação de estar com a bateria social sempre no vermelho — ainda mais agora, com o fim do ano se aproximando. Aonde você tem ido só para agradar os outros? Será que a sua agenda está afastando você do que (e de quem) realmente importa?

         Por via das dúvidas, ao decidir se afastar um pouco da vida social digital e presencial, vale dar um toque nos amigos e familiares mais próximos para evitar preocupações e, depois, curtir um tempo no maravilhoso mundo da solitude off-line. Pode ser útil começar com períodos mais curtos e, depois, se sentir vontade — e tiver a possibilidade —, prolongá-los. Sabe o que vai acontecer se você der uma sumida? Provavelmente, nada. É bem capaz que a maioria das pessoas nem note. É nessas horas que a gente entende que não é tão importante assim — e como isso é ótimo.


Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/equilibrio/2025/11/a-importancia-de-daruma-sumida-para-o-bem-da-sua-saude-mental.shtml Acesso em: 29 nov. 2025

Em “Se essa afirmação pareceu forte demais...”, se é 
Alternativas
Q3873076 Português
A importância de dar uma sumida para o bem da sua saúde mental


The Summer Hunter



         Um estudo recente da Universidade do Kansas, nos Estados Unidos, concluiu que uma "nutrição social equilibrada" é essencial para alcançar o bem-estar. Ou seja, precisamos de interações de qualidade com outras pessoas, mas parar e saber apreciar a nossa própria companhia de vez em quando é fundamental para essa equação.

        Cultivar boas amizades ou relações familiares saudáveis requer saúde emocional para interagir com os outros sem irritação, ressentimento ou aquela sensação de estar cumprindo uma obrigação. É como se todos nós tivéssemos uma bateria social, cujo nível de energia varia conforme o uso e os momentos da vida. Por exemplo, depois de um fim de semana cheio de encontros, é importante ter momentos mais tranquilos. E, às vezes, os compromissos que assumimos no piloto automático acabam adiando essa vontade legítima de passar um tempo cuidando da nossa própria vida.

            Pesquisas já comprovaram que a solitude — ou seja, o tempo que escolhemos passar sem a companhia de outras pessoas, descansando da interação social —, pode trazer mais criatividade, menores níveis de ansiedade e até uma maior rede de amizades. Para conseguir esses momentos, não tem outra forma: é preciso se priorizar, impor limites e dizer alguns "nãos".

          "Às vezes, você quer ficar sozinha, mas acha que, se não for naquele aniversário, as pessoas não vão mais convidar. Nesse momento a gente tem que escolher um desconforto: lidar com o medo de ser considerada uma má amiga ou se trair no desejo de ficar só", diz a escritora e podcaster Natália Sousa. "Esse também é o momento de entender qual é o nó por trás disso: por que estou indo aonde não quero?", completa.

        Hoje em dia, "sumir" do mundo físico pode ser mais fácil do que fazer isso no digital. Isso porque as redes sociais são pensadas para que passemos cada vez mais horas consumindo e produzindo conteúdo, atuando diretamente no "circuito de recompensa". Ou seja, na parte do cérebro que libera doses de dopamina quando um estímulo externo é interpretado como algo prazeroso.

        Uma pesquisa recente realizada pela Unifesp mostrou que 68% dos adolescentes brasileiros sofrem de dependência moderada em relação às tecnologias e mídias sociais, enquanto 20% se enquadram na dependência grave. É por essas e outras que o já conhecido FOMO tem dado lugar ao "FOLO", sigla pra fear of logging off — traduzindo, o medo de ficar desconectado. Mais recorrente em jovens, essa sensação de estar por fora de algo que está rolando no universo digital — seja o meme do momento, seja o que seus amigos estão fazendo — costuma trazer sentimentos como angústia e ansiedade.

      No episódio Ostentação espiritual, do Desenrola, o podcast do The Summer Hunter, o psicanalista Guilherme Facci argumenta que, hoje, postar algo nas redes sociais "é uma maneira de afirmar a própria existência". Se essa afirmação pareceu forte demais para você, pense no estranhamento e na desconfiança que sentimos ao descobrir que certa pessoa não tem redes sociais, ou na preocupação que surge quando alguém próximo fica off-line por algum tempo.

         Se só de pensar nos compromissos que você assumiu para esse fim de semana bateu uma preguiça enorme, talvez seja a hora de dar uma sumida. Para que esses momentos de "isolamento" também sejam prazerosos, além de reservar um tempo para fazer nada, vale tentar praticar hobbies e atividades que você curte.

       Durante esse "recesso social", é uma boa ideia se fazer algumas perguntas que ajudem a entender por que você anda arrastando essa sensação de estar com a bateria social sempre no vermelho — ainda mais agora, com o fim do ano se aproximando. Aonde você tem ido só para agradar os outros? Será que a sua agenda está afastando você do que (e de quem) realmente importa?

         Por via das dúvidas, ao decidir se afastar um pouco da vida social digital e presencial, vale dar um toque nos amigos e familiares mais próximos para evitar preocupações e, depois, curtir um tempo no maravilhoso mundo da solitude off-line. Pode ser útil começar com períodos mais curtos e, depois, se sentir vontade — e tiver a possibilidade —, prolongá-los. Sabe o que vai acontecer se você der uma sumida? Provavelmente, nada. É bem capaz que a maioria das pessoas nem note. É nessas horas que a gente entende que não é tão importante assim — e como isso é ótimo.


Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/equilibrio/2025/11/a-importancia-de-daruma-sumida-para-o-bem-da-sua-saude-mental.shtml Acesso em: 29 nov. 2025

Está CORRETO o emprego da vírgula em:
Alternativas
Q3873075 Português
A importância de dar uma sumida para o bem da sua saúde mental


The Summer Hunter



         Um estudo recente da Universidade do Kansas, nos Estados Unidos, concluiu que uma "nutrição social equilibrada" é essencial para alcançar o bem-estar. Ou seja, precisamos de interações de qualidade com outras pessoas, mas parar e saber apreciar a nossa própria companhia de vez em quando é fundamental para essa equação.

        Cultivar boas amizades ou relações familiares saudáveis requer saúde emocional para interagir com os outros sem irritação, ressentimento ou aquela sensação de estar cumprindo uma obrigação. É como se todos nós tivéssemos uma bateria social, cujo nível de energia varia conforme o uso e os momentos da vida. Por exemplo, depois de um fim de semana cheio de encontros, é importante ter momentos mais tranquilos. E, às vezes, os compromissos que assumimos no piloto automático acabam adiando essa vontade legítima de passar um tempo cuidando da nossa própria vida.

            Pesquisas já comprovaram que a solitude — ou seja, o tempo que escolhemos passar sem a companhia de outras pessoas, descansando da interação social —, pode trazer mais criatividade, menores níveis de ansiedade e até uma maior rede de amizades. Para conseguir esses momentos, não tem outra forma: é preciso se priorizar, impor limites e dizer alguns "nãos".

          "Às vezes, você quer ficar sozinha, mas acha que, se não for naquele aniversário, as pessoas não vão mais convidar. Nesse momento a gente tem que escolher um desconforto: lidar com o medo de ser considerada uma má amiga ou se trair no desejo de ficar só", diz a escritora e podcaster Natália Sousa. "Esse também é o momento de entender qual é o nó por trás disso: por que estou indo aonde não quero?", completa.

        Hoje em dia, "sumir" do mundo físico pode ser mais fácil do que fazer isso no digital. Isso porque as redes sociais são pensadas para que passemos cada vez mais horas consumindo e produzindo conteúdo, atuando diretamente no "circuito de recompensa". Ou seja, na parte do cérebro que libera doses de dopamina quando um estímulo externo é interpretado como algo prazeroso.

        Uma pesquisa recente realizada pela Unifesp mostrou que 68% dos adolescentes brasileiros sofrem de dependência moderada em relação às tecnologias e mídias sociais, enquanto 20% se enquadram na dependência grave. É por essas e outras que o já conhecido FOMO tem dado lugar ao "FOLO", sigla pra fear of logging off — traduzindo, o medo de ficar desconectado. Mais recorrente em jovens, essa sensação de estar por fora de algo que está rolando no universo digital — seja o meme do momento, seja o que seus amigos estão fazendo — costuma trazer sentimentos como angústia e ansiedade.

      No episódio Ostentação espiritual, do Desenrola, o podcast do The Summer Hunter, o psicanalista Guilherme Facci argumenta que, hoje, postar algo nas redes sociais "é uma maneira de afirmar a própria existência". Se essa afirmação pareceu forte demais para você, pense no estranhamento e na desconfiança que sentimos ao descobrir que certa pessoa não tem redes sociais, ou na preocupação que surge quando alguém próximo fica off-line por algum tempo.

         Se só de pensar nos compromissos que você assumiu para esse fim de semana bateu uma preguiça enorme, talvez seja a hora de dar uma sumida. Para que esses momentos de "isolamento" também sejam prazerosos, além de reservar um tempo para fazer nada, vale tentar praticar hobbies e atividades que você curte.

       Durante esse "recesso social", é uma boa ideia se fazer algumas perguntas que ajudem a entender por que você anda arrastando essa sensação de estar com a bateria social sempre no vermelho — ainda mais agora, com o fim do ano se aproximando. Aonde você tem ido só para agradar os outros? Será que a sua agenda está afastando você do que (e de quem) realmente importa?

         Por via das dúvidas, ao decidir se afastar um pouco da vida social digital e presencial, vale dar um toque nos amigos e familiares mais próximos para evitar preocupações e, depois, curtir um tempo no maravilhoso mundo da solitude off-line. Pode ser útil começar com períodos mais curtos e, depois, se sentir vontade — e tiver a possibilidade —, prolongá-los. Sabe o que vai acontecer se você der uma sumida? Provavelmente, nada. É bem capaz que a maioria das pessoas nem note. É nessas horas que a gente entende que não é tão importante assim — e como isso é ótimo.


Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/equilibrio/2025/11/a-importancia-de-daruma-sumida-para-o-bem-da-sua-saude-mental.shtml Acesso em: 29 nov. 2025

O uso da crase está CORRETO em:
Alternativas
Q3873074 Português
A importância de dar uma sumida para o bem da sua saúde mental


The Summer Hunter



         Um estudo recente da Universidade do Kansas, nos Estados Unidos, concluiu que uma "nutrição social equilibrada" é essencial para alcançar o bem-estar. Ou seja, precisamos de interações de qualidade com outras pessoas, mas parar e saber apreciar a nossa própria companhia de vez em quando é fundamental para essa equação.

        Cultivar boas amizades ou relações familiares saudáveis requer saúde emocional para interagir com os outros sem irritação, ressentimento ou aquela sensação de estar cumprindo uma obrigação. É como se todos nós tivéssemos uma bateria social, cujo nível de energia varia conforme o uso e os momentos da vida. Por exemplo, depois de um fim de semana cheio de encontros, é importante ter momentos mais tranquilos. E, às vezes, os compromissos que assumimos no piloto automático acabam adiando essa vontade legítima de passar um tempo cuidando da nossa própria vida.

            Pesquisas já comprovaram que a solitude — ou seja, o tempo que escolhemos passar sem a companhia de outras pessoas, descansando da interação social —, pode trazer mais criatividade, menores níveis de ansiedade e até uma maior rede de amizades. Para conseguir esses momentos, não tem outra forma: é preciso se priorizar, impor limites e dizer alguns "nãos".

          "Às vezes, você quer ficar sozinha, mas acha que, se não for naquele aniversário, as pessoas não vão mais convidar. Nesse momento a gente tem que escolher um desconforto: lidar com o medo de ser considerada uma má amiga ou se trair no desejo de ficar só", diz a escritora e podcaster Natália Sousa. "Esse também é o momento de entender qual é o nó por trás disso: por que estou indo aonde não quero?", completa.

        Hoje em dia, "sumir" do mundo físico pode ser mais fácil do que fazer isso no digital. Isso porque as redes sociais são pensadas para que passemos cada vez mais horas consumindo e produzindo conteúdo, atuando diretamente no "circuito de recompensa". Ou seja, na parte do cérebro que libera doses de dopamina quando um estímulo externo é interpretado como algo prazeroso.

        Uma pesquisa recente realizada pela Unifesp mostrou que 68% dos adolescentes brasileiros sofrem de dependência moderada em relação às tecnologias e mídias sociais, enquanto 20% se enquadram na dependência grave. É por essas e outras que o já conhecido FOMO tem dado lugar ao "FOLO", sigla pra fear of logging off — traduzindo, o medo de ficar desconectado. Mais recorrente em jovens, essa sensação de estar por fora de algo que está rolando no universo digital — seja o meme do momento, seja o que seus amigos estão fazendo — costuma trazer sentimentos como angústia e ansiedade.

      No episódio Ostentação espiritual, do Desenrola, o podcast do The Summer Hunter, o psicanalista Guilherme Facci argumenta que, hoje, postar algo nas redes sociais "é uma maneira de afirmar a própria existência". Se essa afirmação pareceu forte demais para você, pense no estranhamento e na desconfiança que sentimos ao descobrir que certa pessoa não tem redes sociais, ou na preocupação que surge quando alguém próximo fica off-line por algum tempo.

         Se só de pensar nos compromissos que você assumiu para esse fim de semana bateu uma preguiça enorme, talvez seja a hora de dar uma sumida. Para que esses momentos de "isolamento" também sejam prazerosos, além de reservar um tempo para fazer nada, vale tentar praticar hobbies e atividades que você curte.

       Durante esse "recesso social", é uma boa ideia se fazer algumas perguntas que ajudem a entender por que você anda arrastando essa sensação de estar com a bateria social sempre no vermelho — ainda mais agora, com o fim do ano se aproximando. Aonde você tem ido só para agradar os outros? Será que a sua agenda está afastando você do que (e de quem) realmente importa?

         Por via das dúvidas, ao decidir se afastar um pouco da vida social digital e presencial, vale dar um toque nos amigos e familiares mais próximos para evitar preocupações e, depois, curtir um tempo no maravilhoso mundo da solitude off-line. Pode ser útil começar com períodos mais curtos e, depois, se sentir vontade — e tiver a possibilidade —, prolongá-los. Sabe o que vai acontecer se você der uma sumida? Provavelmente, nada. É bem capaz que a maioria das pessoas nem note. É nessas horas que a gente entende que não é tão importante assim — e como isso é ótimo.


Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/equilibrio/2025/11/a-importancia-de-daruma-sumida-para-o-bem-da-sua-saude-mental.shtml Acesso em: 29 nov. 2025

O questionamento “Aonde você tem ido só para agradar os outros?” sugere
Alternativas
Q3873073 Português
A importância de dar uma sumida para o bem da sua saúde mental


The Summer Hunter



         Um estudo recente da Universidade do Kansas, nos Estados Unidos, concluiu que uma "nutrição social equilibrada" é essencial para alcançar o bem-estar. Ou seja, precisamos de interações de qualidade com outras pessoas, mas parar e saber apreciar a nossa própria companhia de vez em quando é fundamental para essa equação.

        Cultivar boas amizades ou relações familiares saudáveis requer saúde emocional para interagir com os outros sem irritação, ressentimento ou aquela sensação de estar cumprindo uma obrigação. É como se todos nós tivéssemos uma bateria social, cujo nível de energia varia conforme o uso e os momentos da vida. Por exemplo, depois de um fim de semana cheio de encontros, é importante ter momentos mais tranquilos. E, às vezes, os compromissos que assumimos no piloto automático acabam adiando essa vontade legítima de passar um tempo cuidando da nossa própria vida.

            Pesquisas já comprovaram que a solitude — ou seja, o tempo que escolhemos passar sem a companhia de outras pessoas, descansando da interação social —, pode trazer mais criatividade, menores níveis de ansiedade e até uma maior rede de amizades. Para conseguir esses momentos, não tem outra forma: é preciso se priorizar, impor limites e dizer alguns "nãos".

          "Às vezes, você quer ficar sozinha, mas acha que, se não for naquele aniversário, as pessoas não vão mais convidar. Nesse momento a gente tem que escolher um desconforto: lidar com o medo de ser considerada uma má amiga ou se trair no desejo de ficar só", diz a escritora e podcaster Natália Sousa. "Esse também é o momento de entender qual é o nó por trás disso: por que estou indo aonde não quero?", completa.

        Hoje em dia, "sumir" do mundo físico pode ser mais fácil do que fazer isso no digital. Isso porque as redes sociais são pensadas para que passemos cada vez mais horas consumindo e produzindo conteúdo, atuando diretamente no "circuito de recompensa". Ou seja, na parte do cérebro que libera doses de dopamina quando um estímulo externo é interpretado como algo prazeroso.

        Uma pesquisa recente realizada pela Unifesp mostrou que 68% dos adolescentes brasileiros sofrem de dependência moderada em relação às tecnologias e mídias sociais, enquanto 20% se enquadram na dependência grave. É por essas e outras que o já conhecido FOMO tem dado lugar ao "FOLO", sigla pra fear of logging off — traduzindo, o medo de ficar desconectado. Mais recorrente em jovens, essa sensação de estar por fora de algo que está rolando no universo digital — seja o meme do momento, seja o que seus amigos estão fazendo — costuma trazer sentimentos como angústia e ansiedade.

      No episódio Ostentação espiritual, do Desenrola, o podcast do The Summer Hunter, o psicanalista Guilherme Facci argumenta que, hoje, postar algo nas redes sociais "é uma maneira de afirmar a própria existência". Se essa afirmação pareceu forte demais para você, pense no estranhamento e na desconfiança que sentimos ao descobrir que certa pessoa não tem redes sociais, ou na preocupação que surge quando alguém próximo fica off-line por algum tempo.

         Se só de pensar nos compromissos que você assumiu para esse fim de semana bateu uma preguiça enorme, talvez seja a hora de dar uma sumida. Para que esses momentos de "isolamento" também sejam prazerosos, além de reservar um tempo para fazer nada, vale tentar praticar hobbies e atividades que você curte.

       Durante esse "recesso social", é uma boa ideia se fazer algumas perguntas que ajudem a entender por que você anda arrastando essa sensação de estar com a bateria social sempre no vermelho — ainda mais agora, com o fim do ano se aproximando. Aonde você tem ido só para agradar os outros? Será que a sua agenda está afastando você do que (e de quem) realmente importa?

         Por via das dúvidas, ao decidir se afastar um pouco da vida social digital e presencial, vale dar um toque nos amigos e familiares mais próximos para evitar preocupações e, depois, curtir um tempo no maravilhoso mundo da solitude off-line. Pode ser útil começar com períodos mais curtos e, depois, se sentir vontade — e tiver a possibilidade —, prolongá-los. Sabe o que vai acontecer se você der uma sumida? Provavelmente, nada. É bem capaz que a maioria das pessoas nem note. É nessas horas que a gente entende que não é tão importante assim — e como isso é ótimo.


Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/equilibrio/2025/11/a-importancia-de-daruma-sumida-para-o-bem-da-sua-saude-mental.shtml Acesso em: 29 nov. 2025

Uma das recomendações para um recesso social produtivo é 
Alternativas
Q3873072 Português
A importância de dar uma sumida para o bem da sua saúde mental


The Summer Hunter



         Um estudo recente da Universidade do Kansas, nos Estados Unidos, concluiu que uma "nutrição social equilibrada" é essencial para alcançar o bem-estar. Ou seja, precisamos de interações de qualidade com outras pessoas, mas parar e saber apreciar a nossa própria companhia de vez em quando é fundamental para essa equação.

        Cultivar boas amizades ou relações familiares saudáveis requer saúde emocional para interagir com os outros sem irritação, ressentimento ou aquela sensação de estar cumprindo uma obrigação. É como se todos nós tivéssemos uma bateria social, cujo nível de energia varia conforme o uso e os momentos da vida. Por exemplo, depois de um fim de semana cheio de encontros, é importante ter momentos mais tranquilos. E, às vezes, os compromissos que assumimos no piloto automático acabam adiando essa vontade legítima de passar um tempo cuidando da nossa própria vida.

            Pesquisas já comprovaram que a solitude — ou seja, o tempo que escolhemos passar sem a companhia de outras pessoas, descansando da interação social —, pode trazer mais criatividade, menores níveis de ansiedade e até uma maior rede de amizades. Para conseguir esses momentos, não tem outra forma: é preciso se priorizar, impor limites e dizer alguns "nãos".

          "Às vezes, você quer ficar sozinha, mas acha que, se não for naquele aniversário, as pessoas não vão mais convidar. Nesse momento a gente tem que escolher um desconforto: lidar com o medo de ser considerada uma má amiga ou se trair no desejo de ficar só", diz a escritora e podcaster Natália Sousa. "Esse também é o momento de entender qual é o nó por trás disso: por que estou indo aonde não quero?", completa.

        Hoje em dia, "sumir" do mundo físico pode ser mais fácil do que fazer isso no digital. Isso porque as redes sociais são pensadas para que passemos cada vez mais horas consumindo e produzindo conteúdo, atuando diretamente no "circuito de recompensa". Ou seja, na parte do cérebro que libera doses de dopamina quando um estímulo externo é interpretado como algo prazeroso.

        Uma pesquisa recente realizada pela Unifesp mostrou que 68% dos adolescentes brasileiros sofrem de dependência moderada em relação às tecnologias e mídias sociais, enquanto 20% se enquadram na dependência grave. É por essas e outras que o já conhecido FOMO tem dado lugar ao "FOLO", sigla pra fear of logging off — traduzindo, o medo de ficar desconectado. Mais recorrente em jovens, essa sensação de estar por fora de algo que está rolando no universo digital — seja o meme do momento, seja o que seus amigos estão fazendo — costuma trazer sentimentos como angústia e ansiedade.

      No episódio Ostentação espiritual, do Desenrola, o podcast do The Summer Hunter, o psicanalista Guilherme Facci argumenta que, hoje, postar algo nas redes sociais "é uma maneira de afirmar a própria existência". Se essa afirmação pareceu forte demais para você, pense no estranhamento e na desconfiança que sentimos ao descobrir que certa pessoa não tem redes sociais, ou na preocupação que surge quando alguém próximo fica off-line por algum tempo.

         Se só de pensar nos compromissos que você assumiu para esse fim de semana bateu uma preguiça enorme, talvez seja a hora de dar uma sumida. Para que esses momentos de "isolamento" também sejam prazerosos, além de reservar um tempo para fazer nada, vale tentar praticar hobbies e atividades que você curte.

       Durante esse "recesso social", é uma boa ideia se fazer algumas perguntas que ajudem a entender por que você anda arrastando essa sensação de estar com a bateria social sempre no vermelho — ainda mais agora, com o fim do ano se aproximando. Aonde você tem ido só para agradar os outros? Será que a sua agenda está afastando você do que (e de quem) realmente importa?

         Por via das dúvidas, ao decidir se afastar um pouco da vida social digital e presencial, vale dar um toque nos amigos e familiares mais próximos para evitar preocupações e, depois, curtir um tempo no maravilhoso mundo da solitude off-line. Pode ser útil começar com períodos mais curtos e, depois, se sentir vontade — e tiver a possibilidade —, prolongá-los. Sabe o que vai acontecer se você der uma sumida? Provavelmente, nada. É bem capaz que a maioria das pessoas nem note. É nessas horas que a gente entende que não é tão importante assim — e como isso é ótimo.


Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/equilibrio/2025/11/a-importancia-de-daruma-sumida-para-o-bem-da-sua-saude-mental.shtml Acesso em: 29 nov. 2025

Para Guilherme Facci, postar algo nas redes sociais representa 
Alternativas
Q3873071 Português
A importância de dar uma sumida para o bem da sua saúde mental


The Summer Hunter



         Um estudo recente da Universidade do Kansas, nos Estados Unidos, concluiu que uma "nutrição social equilibrada" é essencial para alcançar o bem-estar. Ou seja, precisamos de interações de qualidade com outras pessoas, mas parar e saber apreciar a nossa própria companhia de vez em quando é fundamental para essa equação.

        Cultivar boas amizades ou relações familiares saudáveis requer saúde emocional para interagir com os outros sem irritação, ressentimento ou aquela sensação de estar cumprindo uma obrigação. É como se todos nós tivéssemos uma bateria social, cujo nível de energia varia conforme o uso e os momentos da vida. Por exemplo, depois de um fim de semana cheio de encontros, é importante ter momentos mais tranquilos. E, às vezes, os compromissos que assumimos no piloto automático acabam adiando essa vontade legítima de passar um tempo cuidando da nossa própria vida.

            Pesquisas já comprovaram que a solitude — ou seja, o tempo que escolhemos passar sem a companhia de outras pessoas, descansando da interação social —, pode trazer mais criatividade, menores níveis de ansiedade e até uma maior rede de amizades. Para conseguir esses momentos, não tem outra forma: é preciso se priorizar, impor limites e dizer alguns "nãos".

          "Às vezes, você quer ficar sozinha, mas acha que, se não for naquele aniversário, as pessoas não vão mais convidar. Nesse momento a gente tem que escolher um desconforto: lidar com o medo de ser considerada uma má amiga ou se trair no desejo de ficar só", diz a escritora e podcaster Natália Sousa. "Esse também é o momento de entender qual é o nó por trás disso: por que estou indo aonde não quero?", completa.

        Hoje em dia, "sumir" do mundo físico pode ser mais fácil do que fazer isso no digital. Isso porque as redes sociais são pensadas para que passemos cada vez mais horas consumindo e produzindo conteúdo, atuando diretamente no "circuito de recompensa". Ou seja, na parte do cérebro que libera doses de dopamina quando um estímulo externo é interpretado como algo prazeroso.

        Uma pesquisa recente realizada pela Unifesp mostrou que 68% dos adolescentes brasileiros sofrem de dependência moderada em relação às tecnologias e mídias sociais, enquanto 20% se enquadram na dependência grave. É por essas e outras que o já conhecido FOMO tem dado lugar ao "FOLO", sigla pra fear of logging off — traduzindo, o medo de ficar desconectado. Mais recorrente em jovens, essa sensação de estar por fora de algo que está rolando no universo digital — seja o meme do momento, seja o que seus amigos estão fazendo — costuma trazer sentimentos como angústia e ansiedade.

      No episódio Ostentação espiritual, do Desenrola, o podcast do The Summer Hunter, o psicanalista Guilherme Facci argumenta que, hoje, postar algo nas redes sociais "é uma maneira de afirmar a própria existência". Se essa afirmação pareceu forte demais para você, pense no estranhamento e na desconfiança que sentimos ao descobrir que certa pessoa não tem redes sociais, ou na preocupação que surge quando alguém próximo fica off-line por algum tempo.

         Se só de pensar nos compromissos que você assumiu para esse fim de semana bateu uma preguiça enorme, talvez seja a hora de dar uma sumida. Para que esses momentos de "isolamento" também sejam prazerosos, além de reservar um tempo para fazer nada, vale tentar praticar hobbies e atividades que você curte.

       Durante esse "recesso social", é uma boa ideia se fazer algumas perguntas que ajudem a entender por que você anda arrastando essa sensação de estar com a bateria social sempre no vermelho — ainda mais agora, com o fim do ano se aproximando. Aonde você tem ido só para agradar os outros? Será que a sua agenda está afastando você do que (e de quem) realmente importa?

         Por via das dúvidas, ao decidir se afastar um pouco da vida social digital e presencial, vale dar um toque nos amigos e familiares mais próximos para evitar preocupações e, depois, curtir um tempo no maravilhoso mundo da solitude off-line. Pode ser útil começar com períodos mais curtos e, depois, se sentir vontade — e tiver a possibilidade —, prolongá-los. Sabe o que vai acontecer se você der uma sumida? Provavelmente, nada. É bem capaz que a maioria das pessoas nem note. É nessas horas que a gente entende que não é tão importante assim — e como isso é ótimo.


Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/equilibrio/2025/11/a-importancia-de-daruma-sumida-para-o-bem-da-sua-saude-mental.shtml Acesso em: 29 nov. 2025

Segundo o texto, “sumir” no mundo digital é mais difícil porque
Alternativas
Q3873070 Português
A importância de dar uma sumida para o bem da sua saúde mental


The Summer Hunter



         Um estudo recente da Universidade do Kansas, nos Estados Unidos, concluiu que uma "nutrição social equilibrada" é essencial para alcançar o bem-estar. Ou seja, precisamos de interações de qualidade com outras pessoas, mas parar e saber apreciar a nossa própria companhia de vez em quando é fundamental para essa equação.

        Cultivar boas amizades ou relações familiares saudáveis requer saúde emocional para interagir com os outros sem irritação, ressentimento ou aquela sensação de estar cumprindo uma obrigação. É como se todos nós tivéssemos uma bateria social, cujo nível de energia varia conforme o uso e os momentos da vida. Por exemplo, depois de um fim de semana cheio de encontros, é importante ter momentos mais tranquilos. E, às vezes, os compromissos que assumimos no piloto automático acabam adiando essa vontade legítima de passar um tempo cuidando da nossa própria vida.

            Pesquisas já comprovaram que a solitude — ou seja, o tempo que escolhemos passar sem a companhia de outras pessoas, descansando da interação social —, pode trazer mais criatividade, menores níveis de ansiedade e até uma maior rede de amizades. Para conseguir esses momentos, não tem outra forma: é preciso se priorizar, impor limites e dizer alguns "nãos".

          "Às vezes, você quer ficar sozinha, mas acha que, se não for naquele aniversário, as pessoas não vão mais convidar. Nesse momento a gente tem que escolher um desconforto: lidar com o medo de ser considerada uma má amiga ou se trair no desejo de ficar só", diz a escritora e podcaster Natália Sousa. "Esse também é o momento de entender qual é o nó por trás disso: por que estou indo aonde não quero?", completa.

        Hoje em dia, "sumir" do mundo físico pode ser mais fácil do que fazer isso no digital. Isso porque as redes sociais são pensadas para que passemos cada vez mais horas consumindo e produzindo conteúdo, atuando diretamente no "circuito de recompensa". Ou seja, na parte do cérebro que libera doses de dopamina quando um estímulo externo é interpretado como algo prazeroso.

        Uma pesquisa recente realizada pela Unifesp mostrou que 68% dos adolescentes brasileiros sofrem de dependência moderada em relação às tecnologias e mídias sociais, enquanto 20% se enquadram na dependência grave. É por essas e outras que o já conhecido FOMO tem dado lugar ao "FOLO", sigla pra fear of logging off — traduzindo, o medo de ficar desconectado. Mais recorrente em jovens, essa sensação de estar por fora de algo que está rolando no universo digital — seja o meme do momento, seja o que seus amigos estão fazendo — costuma trazer sentimentos como angústia e ansiedade.

      No episódio Ostentação espiritual, do Desenrola, o podcast do The Summer Hunter, o psicanalista Guilherme Facci argumenta que, hoje, postar algo nas redes sociais "é uma maneira de afirmar a própria existência". Se essa afirmação pareceu forte demais para você, pense no estranhamento e na desconfiança que sentimos ao descobrir que certa pessoa não tem redes sociais, ou na preocupação que surge quando alguém próximo fica off-line por algum tempo.

         Se só de pensar nos compromissos que você assumiu para esse fim de semana bateu uma preguiça enorme, talvez seja a hora de dar uma sumida. Para que esses momentos de "isolamento" também sejam prazerosos, além de reservar um tempo para fazer nada, vale tentar praticar hobbies e atividades que você curte.

       Durante esse "recesso social", é uma boa ideia se fazer algumas perguntas que ajudem a entender por que você anda arrastando essa sensação de estar com a bateria social sempre no vermelho — ainda mais agora, com o fim do ano se aproximando. Aonde você tem ido só para agradar os outros? Será que a sua agenda está afastando você do que (e de quem) realmente importa?

         Por via das dúvidas, ao decidir se afastar um pouco da vida social digital e presencial, vale dar um toque nos amigos e familiares mais próximos para evitar preocupações e, depois, curtir um tempo no maravilhoso mundo da solitude off-line. Pode ser útil começar com períodos mais curtos e, depois, se sentir vontade — e tiver a possibilidade —, prolongá-los. Sabe o que vai acontecer se você der uma sumida? Provavelmente, nada. É bem capaz que a maioria das pessoas nem note. É nessas horas que a gente entende que não é tão importante assim — e como isso é ótimo.


Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/equilibrio/2025/11/a-importancia-de-daruma-sumida-para-o-bem-da-sua-saude-mental.shtml Acesso em: 29 nov. 2025

A metáfora da “bateria social” sugere que 
Alternativas
Q3873069 Português
A importância de dar uma sumida para o bem da sua saúde mental


The Summer Hunter



         Um estudo recente da Universidade do Kansas, nos Estados Unidos, concluiu que uma "nutrição social equilibrada" é essencial para alcançar o bem-estar. Ou seja, precisamos de interações de qualidade com outras pessoas, mas parar e saber apreciar a nossa própria companhia de vez em quando é fundamental para essa equação.

        Cultivar boas amizades ou relações familiares saudáveis requer saúde emocional para interagir com os outros sem irritação, ressentimento ou aquela sensação de estar cumprindo uma obrigação. É como se todos nós tivéssemos uma bateria social, cujo nível de energia varia conforme o uso e os momentos da vida. Por exemplo, depois de um fim de semana cheio de encontros, é importante ter momentos mais tranquilos. E, às vezes, os compromissos que assumimos no piloto automático acabam adiando essa vontade legítima de passar um tempo cuidando da nossa própria vida.

            Pesquisas já comprovaram que a solitude — ou seja, o tempo que escolhemos passar sem a companhia de outras pessoas, descansando da interação social —, pode trazer mais criatividade, menores níveis de ansiedade e até uma maior rede de amizades. Para conseguir esses momentos, não tem outra forma: é preciso se priorizar, impor limites e dizer alguns "nãos".

          "Às vezes, você quer ficar sozinha, mas acha que, se não for naquele aniversário, as pessoas não vão mais convidar. Nesse momento a gente tem que escolher um desconforto: lidar com o medo de ser considerada uma má amiga ou se trair no desejo de ficar só", diz a escritora e podcaster Natália Sousa. "Esse também é o momento de entender qual é o nó por trás disso: por que estou indo aonde não quero?", completa.

        Hoje em dia, "sumir" do mundo físico pode ser mais fácil do que fazer isso no digital. Isso porque as redes sociais são pensadas para que passemos cada vez mais horas consumindo e produzindo conteúdo, atuando diretamente no "circuito de recompensa". Ou seja, na parte do cérebro que libera doses de dopamina quando um estímulo externo é interpretado como algo prazeroso.

        Uma pesquisa recente realizada pela Unifesp mostrou que 68% dos adolescentes brasileiros sofrem de dependência moderada em relação às tecnologias e mídias sociais, enquanto 20% se enquadram na dependência grave. É por essas e outras que o já conhecido FOMO tem dado lugar ao "FOLO", sigla pra fear of logging off — traduzindo, o medo de ficar desconectado. Mais recorrente em jovens, essa sensação de estar por fora de algo que está rolando no universo digital — seja o meme do momento, seja o que seus amigos estão fazendo — costuma trazer sentimentos como angústia e ansiedade.

      No episódio Ostentação espiritual, do Desenrola, o podcast do The Summer Hunter, o psicanalista Guilherme Facci argumenta que, hoje, postar algo nas redes sociais "é uma maneira de afirmar a própria existência". Se essa afirmação pareceu forte demais para você, pense no estranhamento e na desconfiança que sentimos ao descobrir que certa pessoa não tem redes sociais, ou na preocupação que surge quando alguém próximo fica off-line por algum tempo.

         Se só de pensar nos compromissos que você assumiu para esse fim de semana bateu uma preguiça enorme, talvez seja a hora de dar uma sumida. Para que esses momentos de "isolamento" também sejam prazerosos, além de reservar um tempo para fazer nada, vale tentar praticar hobbies e atividades que você curte.

       Durante esse "recesso social", é uma boa ideia se fazer algumas perguntas que ajudem a entender por que você anda arrastando essa sensação de estar com a bateria social sempre no vermelho — ainda mais agora, com o fim do ano se aproximando. Aonde você tem ido só para agradar os outros? Será que a sua agenda está afastando você do que (e de quem) realmente importa?

         Por via das dúvidas, ao decidir se afastar um pouco da vida social digital e presencial, vale dar um toque nos amigos e familiares mais próximos para evitar preocupações e, depois, curtir um tempo no maravilhoso mundo da solitude off-line. Pode ser útil começar com períodos mais curtos e, depois, se sentir vontade — e tiver a possibilidade —, prolongá-los. Sabe o que vai acontecer se você der uma sumida? Provavelmente, nada. É bem capaz que a maioria das pessoas nem note. É nessas horas que a gente entende que não é tão importante assim — e como isso é ótimo.


Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/equilibrio/2025/11/a-importancia-de-daruma-sumida-para-o-bem-da-sua-saude-mental.shtml Acesso em: 29 nov. 2025

Segundo o texto, uma “nutrição social equilibrada” depende de
Alternativas
Q3873033 Português
Os disquetes esquecidos de Stephen Hawking por trás da corrida para evitar “Idade das Trevas” digital


Por Christian Kriticos







(Disponível em: bbc.com/portuguese/articles/c8e9j74pdk8o – texto adaptado especialmente para esta prova). 
Considerando o trecho a seguir, retirado do texto, se a palavra “discos” for flexionada no singular, quantas outras alterações serão necessárias para manter a correção gramatical?

“os discos contêm cartas escritas por Hawking”.
Alternativas
Q3873032 Português
Os disquetes esquecidos de Stephen Hawking por trás da corrida para evitar “Idade das Trevas” digital


Por Christian Kriticos







(Disponível em: bbc.com/portuguese/articles/c8e9j74pdk8o – texto adaptado especialmente para esta prova). 

Considerando o trecho a seguir, retirado do texto, o vocábulo “Ali” refere-se a: 


“Alguns dos documentos mais preciosos do mundo estão guardados nos arquivos da Biblioteca da Universidade de Cambridge, no Reino Unido. Ali __ cartas de Isaac Newton”.

Alternativas
Q3873030 Português
Os disquetes esquecidos de Stephen Hawking por trás da corrida para evitar “Idade das Trevas” digital


Por Christian Kriticos







(Disponível em: bbc.com/portuguese/articles/c8e9j74pdk8o – texto adaptado especialmente para esta prova). 
Qual das alternativas abaixo apresenta o uso INCORRETO do acento indicativo de crase? 
Alternativas
Q3873029 Português
Os disquetes esquecidos de Stephen Hawking por trás da corrida para evitar “Idade das Trevas” digital


Por Christian Kriticos







(Disponível em: bbc.com/portuguese/articles/c8e9j74pdk8o – texto adaptado especialmente para esta prova). 
A palavra “frágeis” no trecho abaixo, retirado do texto, é classificada como:

“pode parecer mais seguro do que manuscritos frágeis”.
Alternativas
Q3873028 Português
Os disquetes esquecidos de Stephen Hawking por trás da corrida para evitar “Idade das Trevas” digital


Por Christian Kriticos







(Disponível em: bbc.com/portuguese/articles/c8e9j74pdk8o – texto adaptado especialmente para esta prova). 
Em relação à divisão silábica, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3873027 Português
Os disquetes esquecidos de Stephen Hawking por trás da corrida para evitar “Idade das Trevas” digital


Por Christian Kriticos







(Disponível em: bbc.com/portuguese/articles/c8e9j74pdk8o – texto adaptado especialmente para esta prova). 
São palavras paroxítonas retiradas do texto, EXCETO:
Alternativas
Q3873026 Português
Os disquetes esquecidos de Stephen Hawking por trás da corrida para evitar “Idade das Trevas” digital


Por Christian Kriticos







(Disponível em: bbc.com/portuguese/articles/c8e9j74pdk8o – texto adaptado especialmente para esta prova). 
Assinale a alternativa que apresenta o emprego correto da concordância gramatical, verbal ou nominal, de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa. 
Alternativas
Respostas
18501: A
18502: E
18503: D
18504: D
18505: B
18506: D
18507: D
18508: A
18509: D
18510: C
18511: A
18512: A
18513: B
18514: A
18515: D
18516: E
18517: B
18518: E
18519: B
18520: C