Questões de Concurso Sobre português

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Q3872780 Português

Assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas das sentenças a seguir, de acordo com a norma culta da língua portuguesa:



I – Seguem ________ as listas dos candidatos.


II – Muito ________! – respondeu a estudante.


III – Elas _______ resolveram conversar com o diretor.


IV – A comida está muito _______. 

Alternativas
Q3872779 Português
Leia a sentença a seguir: “Em uma leva de estudos recentes, os cientistas descobriram que fazer exercícios novos produz neurônios e aumenta a atividade cerebral.”
Assinale a alternativa que indica, respectivamente, a classe gramatical das palavras destacadas:
Alternativas
Q3872778 Português
“________ espera de uma explicação para este sumiço.” Completa corretamente a lacuna: 
Alternativas
Q3872777 Português
Assinale a palavra escrita de forma incorreta: 
Alternativas
Q3872776 Português
Assinale a palavra que tem erro de português:
Alternativas
Q3872775 Português

Sapato Velho


Compositores: Mauricio Magalhaes De Carvalho / Paulinho Tapajos / Claudio Nucci


Você lembra, lembra

Daquele tempo, eu tinha

Estrelas nos olhos, e um jeito de herói

Era mais forte e veloz

Que qualquer mocinho de cowboy


Você lembra, lembra

Eu costumava andar bem

Mais de mil léguas pra poder buscar

Flores de maio azuis

E os seus cabelos enfeitar


Água da fonte cansei de beber

Pra não envelhecer

Como quisesse roubar da manhã

Um lindo pôr de sol


Hoje não colho mais

As flores de maio

Nem sou mais veloz

Como os heróis


É, talvez eu seja simplesmente

Como um sapato velho

Mas ainda sirvo se você quiser

Basta você me calçar

Que eu aqueço o frio dos seus pés

O eu lírico:
Alternativas
Q3872774 Português

Sapato Velho


Compositores: Mauricio Magalhaes De Carvalho / Paulinho Tapajos / Claudio Nucci


Você lembra, lembra

Daquele tempo, eu tinha

Estrelas nos olhos, e um jeito de herói

Era mais forte e veloz

Que qualquer mocinho de cowboy


Você lembra, lembra

Eu costumava andar bem

Mais de mil léguas pra poder buscar

Flores de maio azuis

E os seus cabelos enfeitar


Água da fonte cansei de beber

Pra não envelhecer

Como quisesse roubar da manhã

Um lindo pôr de sol


Hoje não colho mais

As flores de maio

Nem sou mais veloz

Como os heróis


É, talvez eu seja simplesmente

Como um sapato velho

Mas ainda sirvo se você quiser

Basta você me calçar

Que eu aqueço o frio dos seus pés

Assinale a alternativa incorreta sobre o poema:
Alternativas
Q3872743 Português
Imagem associada para resolução da questão

Disponível em <https://www.legiaonerd.com.br/placasdecorativas/placa-decorativa-invisivel-aosolhos>.

Na sentença utilizada na figura acima, a palavra “essencial” funciona como um:
Alternativas
Q3872742 Português
“Eu não fui convidado para a festa da turma, mas pretendo ir de qualquer jeito.”
Mantendo o mesmo sentido, a conjunção destacada no período acima pode ser substituída adequadamente por:
Alternativas
Q3872741 Português
Assinale a alternativa que se apresenta correta em relação ao emprego dos porquês.
Alternativas
Q3872740 Português
Assinale a alternativa que se apresenta totalmente correta em relação à ocorrência ou não do acento grave indicador de crase, em toda a sentença.
Alternativas
Q3872739 Português
Assinale a alternativa em que a forma verbal destacada está empregada corretamente.
Alternativas
Q3872738 Português
Assinale a alternativa que apresenta uma frase correta em relação à colocação do pronome junto ao verbo.
Alternativas
Q3872737 Português
Assinale a alternativa cuja frase se apresenta correta em relação ao emprego dos pronomes.
Alternativas
Q3872736 Português
Água mole em pedra dura


       O mar é paciente, suas ondas vão e vêm, vêm e vão, monótonas, incessantes, em ritmos diferentes, por horas, dias, anos, quase que eternamente, batendo no mesmo lugar, na mesma praia, na mesma pedra, como se sua missão fosse mudar o desenho da costa, refazer as praias, redesenhar as rochas e os continentes, escondendo mais uma Atlântida.

        Forte, fraco, o movimento das ondas segue incansável, sem sono, sem pressa, mais forte ou mais fraco, de encontro ao rochedo, morrendo na praia. Reverberando tempestades ou manso, sob a brisa.

       O mar é o dono, a vida depende dele, a morte depende dele, os abrolhos afundam naus, os icebergs afundam navios, as tempestades reescrevem as derrotas e as ondas gigantes engolem os sonhos viajando nas embarcações.

        O mar molda as pedras, minuto a minuto, ao longo dos milênios, as ondas batem assim ou assado, escavam um lado, amolecem outro, derrubam os alicerces onde o litoral se apoia. Uma madrugada o enorme bloco se solta do continente e a costeira muda sua linha.

         As ilhas baixas podem estar condenadas. O aquecimento global derrete os gelos polares e o mar sobe. As marés sobem, engolem praias, derrubam coqueiros, espantam os homens.

       Não há força que resista ao seu avanço, não há muro que contenha suas águas. No movimento inclemente os poetas veem a beleza da vida, e a caiçara a quase miséria da sua existência.

        O mar pode ser cruel. As tempestades podem durar dias, semanas. Debaixo delas a vida encolhe e os sonhos se perdem na pesca que não acontece, no sueste batendo rijo. O mar é o dono de tudo, o mar pode tudo, a vida nasceu nele, a vida se perde nele. Para que fosses nosso, ó mar, valeu a pena? Tudo vale a pena se a alma não é pequena. 


MENDONÇA, Antonio Penteado. Água mole em pedra
dura. Crônicas da cidade. Disponível em
<https://cronicasdacidade.com.br/cronicas/2025/11/13/ag
ua-mole-em-pedra-dura/>. 

“Não há força que resista ao seu avanço”


Reescrevendo no plural somente o trecho destacado na frase acima, fica correta a seguinte forma:

Alternativas
Q3872735 Português
Água mole em pedra dura


       O mar é paciente, suas ondas vão e vêm, vêm e vão, monótonas, incessantes, em ritmos diferentes, por horas, dias, anos, quase que eternamente, batendo no mesmo lugar, na mesma praia, na mesma pedra, como se sua missão fosse mudar o desenho da costa, refazer as praias, redesenhar as rochas e os continentes, escondendo mais uma Atlântida.

        Forte, fraco, o movimento das ondas segue incansável, sem sono, sem pressa, mais forte ou mais fraco, de encontro ao rochedo, morrendo na praia. Reverberando tempestades ou manso, sob a brisa.

       O mar é o dono, a vida depende dele, a morte depende dele, os abrolhos afundam naus, os icebergs afundam navios, as tempestades reescrevem as derrotas e as ondas gigantes engolem os sonhos viajando nas embarcações.

        O mar molda as pedras, minuto a minuto, ao longo dos milênios, as ondas batem assim ou assado, escavam um lado, amolecem outro, derrubam os alicerces onde o litoral se apoia. Uma madrugada o enorme bloco se solta do continente e a costeira muda sua linha.

         As ilhas baixas podem estar condenadas. O aquecimento global derrete os gelos polares e o mar sobe. As marés sobem, engolem praias, derrubam coqueiros, espantam os homens.

       Não há força que resista ao seu avanço, não há muro que contenha suas águas. No movimento inclemente os poetas veem a beleza da vida, e a caiçara a quase miséria da sua existência.

        O mar pode ser cruel. As tempestades podem durar dias, semanas. Debaixo delas a vida encolhe e os sonhos se perdem na pesca que não acontece, no sueste batendo rijo. O mar é o dono de tudo, o mar pode tudo, a vida nasceu nele, a vida se perde nele. Para que fosses nosso, ó mar, valeu a pena? Tudo vale a pena se a alma não é pequena. 


MENDONÇA, Antonio Penteado. Água mole em pedra
dura. Crônicas da cidade. Disponível em
<https://cronicasdacidade.com.br/cronicas/2025/11/13/ag
ua-mole-em-pedra-dura/>. 
“O mar é paciente, suas ondas vão e vêm, vêm e vão, monótonas, incessantes”
A palavra destacada no trecho acima é sinônima de:
Alternativas
Q3872734 Português
Água mole em pedra dura


       O mar é paciente, suas ondas vão e vêm, vêm e vão, monótonas, incessantes, em ritmos diferentes, por horas, dias, anos, quase que eternamente, batendo no mesmo lugar, na mesma praia, na mesma pedra, como se sua missão fosse mudar o desenho da costa, refazer as praias, redesenhar as rochas e os continentes, escondendo mais uma Atlântida.

        Forte, fraco, o movimento das ondas segue incansável, sem sono, sem pressa, mais forte ou mais fraco, de encontro ao rochedo, morrendo na praia. Reverberando tempestades ou manso, sob a brisa.

       O mar é o dono, a vida depende dele, a morte depende dele, os abrolhos afundam naus, os icebergs afundam navios, as tempestades reescrevem as derrotas e as ondas gigantes engolem os sonhos viajando nas embarcações.

        O mar molda as pedras, minuto a minuto, ao longo dos milênios, as ondas batem assim ou assado, escavam um lado, amolecem outro, derrubam os alicerces onde o litoral se apoia. Uma madrugada o enorme bloco se solta do continente e a costeira muda sua linha.

         As ilhas baixas podem estar condenadas. O aquecimento global derrete os gelos polares e o mar sobe. As marés sobem, engolem praias, derrubam coqueiros, espantam os homens.

       Não há força que resista ao seu avanço, não há muro que contenha suas águas. No movimento inclemente os poetas veem a beleza da vida, e a caiçara a quase miséria da sua existência.

        O mar pode ser cruel. As tempestades podem durar dias, semanas. Debaixo delas a vida encolhe e os sonhos se perdem na pesca que não acontece, no sueste batendo rijo. O mar é o dono de tudo, o mar pode tudo, a vida nasceu nele, a vida se perde nele. Para que fosses nosso, ó mar, valeu a pena? Tudo vale a pena se a alma não é pequena. 


MENDONÇA, Antonio Penteado. Água mole em pedra
dura. Crônicas da cidade. Disponível em
<https://cronicasdacidade.com.br/cronicas/2025/11/13/ag
ua-mole-em-pedra-dura/>. 
Em relação ao texto “Água mole em pedra dura”, é correto afirmar que se trata de uma crônica: 
Alternativas
Q3872725 Português
Acerca das regras de acentuação, assinale a alternativa incorreta:
Alternativas
Q3872724 Português

Analise as frases abaixo e identifique os termos integrantes da oração:



I. Preciso “de ajuda” para concluir a prova.


II. Ele acreditou “em você”!


III. Você não concordou “com as nossas propostas”?


IV. O funcionário aspirava “a uma promoção”.

Alternativas
Q3872675 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Em 2026, cada dia útil valerá ouro

Tratar 2026 como "apenas mais um ano difícil" não é cautela, é erro de cálculo. O calendário nasce comprimido por Copa do Mundo, eleições gerais e o início da transição da reforma tributária. Em um país onde eventos políticos e esportivos costumam reduzir o ritmo das decisões, o efeito não será apenas menos dias úteis, mas menos dias realmente produtivos.

Esse cenário pesa sobretudo para pequenas e médias empresas. Diferentemente das grandes corporações, elas sentem rapidamente no caixa e no faturamento o impacto de semanas improdutivas. Com 11 feriados nacionais, possíveis emendas e períodos afetados pelos jogos da Copa, somam-se ainda a cautela do mercado e o adiamento de contratos típicos de anos eleitorais.

Além da agenda encurtada, 2026 será marcado pela complexidade. A reforma tributária começa a ser implementada, exigindo revisão de contratos, ajustes de preços e adaptação de sistemas, tudo em paralelo à rotina operacional. Soma-se a isso um ambiente econômico sensível, com volatilidade cambial, juros instáveis e crédito mais seletivo.

Diante disso, o ano exige menos improviso e mais método. Empresas que organizarem o calendário em etapas, adotarem planejamentos mais curtos e priorizarem decisões estratégicas terão mais controle. Para pequenas e médias empresas, 2026 não será o ano de "deixar rolar", mas de escolher com cuidado onde investir tempo, energia e recursos.

Texto Adaptado

PATRÍCIO, Tiago. Em 2026, cada dia útil valerá ouro. Hoje em Dia, [s.l.], [s.d.]. Disponível em: https://www.hojeemdia.com.br/opiniao/opiniao/em-2026-cada-dia-util-va lera-ouro-1.1099123 . Acesso em: 7 jan. 2026.
No período "Empresas que organizarem o calendário em etapas, adotarem planejamentos mais curtos e priorizarem decisões estratégicas terão mais controle", o termo "que" desempenha função essencial para a estrutura do enunciado. Com base nisso, assinale a alternativa que classifica correta e justificadamente o vocábulo "que". 
Alternativas
Respostas
18561: D
18562: D
18563: D
18564: B
18565: B
18566: D
18567: D
18568: E
18569: B
18570: A
18571: D
18572: C
18573: B
18574: C
18575: E
18576: A
18577: D
18578: A
18579: A
18580: B