Questões de Concurso Sobre português

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Q3548120 Português
LADAINHA


Por que o raciocínio,
Os músculos, os ossos?
A automação, ócio dourado,
O cérebro eletrônico, o músculo
mecânico
Mais fáceis que um sorriso.

Por que o coração?
O de metal não tornará o homem
mais cordial
Dando-lhe um ritmo extra-corporal?

Por que levantar o braço
para colher o fruto?
A máquina o fará por nós.
Por que labutar no campo, na cidade?
A máquina o fará por nós.
Por que pensar, imaginar?
A máquina o fará por nós.
Por que fazer um poema?
A máquina o fará por nós.
Por que subir a escada de Jacó?

A máquina o fará por nós.
Ó máquina, orai por nós.

(Cassiano Ricardo. Jeremias sem chorar.)
Na terceira estrofe, repete-se a construção “a máquina o fará por nós”. Nela, o pronome destacado equivale a 
Alternativas
Q3547947 Português
Assinale a alternativa que preenche as lacunas do primeiro, do segundo e do quarto quadrinho da tira, empregando o sinal de crase de acordo com a norma-padrão.
Alternativas
Q3547945 Português
A secretária


           Procuro um documento de que preciso com urgência. Não o encontro, mas me demoro a decifrar minha própria letra nas notas de um caderno esquecido que os misteriosos movimentos da papelada pelas minhas gavetas fizeram vir à tona.

         Isso é que dá encanto ao costume de a gente ter tudo desarrumado. Tenho uma secretária que é um gênio nesse sentido. Perdeu, outro dia, cinquenta páginas de uma tradução.

        Tem um extraordinário senso divinatório, que a leva a mergulhar no fundo do baú do quarto da empregada os papéis mais urgentes; rasga apenas o que é estritamente necessário guardar, mas conserva com rigoroso carinho o recibo da prestação de um aparelho de rádio que comprei em 1941. Isso me fornece algumas emoções líricas inesperadas; quem não se comove de repente quando está procurando um aviso de banco e vê uma conta de hotel de Teresina de quatro anos atrás, com todos os vales das despesas extraordinárias, inclusive uma garrafa de água mineral?

         Não importa que ela faça sumir, por exemplo, minha carteira de identidade. Afinal, estou cansado de saber que sou eu mesmo; não me venham lembrar essa coisa, que entristece e desanima. Prefiro lembrar esse telefone de Buenos Aires que anotei, com letra nervosa, em um pedaço de maço de cigarros, ou guardar com a maior gravidade esse bilhete que diz: “Estive aqui e não te encontrei. Passo amanhã. S.” Quem é esse “S” ou essa “S” e por que, e onde e quando procurou minha humilde pessoa? Que sei?

        Há papéis de visão amarga, que eu deveria ter rasgado dez anos atrás; mas a mão caprichosa de minha jovem secretária, que preservou carinhosamente esse bilhete, não será a própria mão da consciência a me apontar esse remorso velho, a me dizer que devo lembrar o quanto posso ser inconsciente e egoísta?

      Meus arquivos, na sua desordem, não revelam apenas a imaginação desordenada e o capricho estranho da minha secretária. Revelam a desarrumação mais profunda, que não é de meus papéis, é de minha vida.


(Rubem Braga, O homem rouco. Adaptado)
Na passagem – ... quem não se comove de repente quando está procurando um aviso de banco e vê uma conta de hotel de Teresina de quatro anos atrás, com todos os vales das despesas extraordinárias, inclusive uma garrafa de água mineral... – as expressões destacadas têm substitutos de sentido adequados, respectivamente, em:
Alternativas
Q3547940 Português
A secretária


           Procuro um documento de que preciso com urgência. Não o encontro, mas me demoro a decifrar minha própria letra nas notas de um caderno esquecido que os misteriosos movimentos da papelada pelas minhas gavetas fizeram vir à tona.

         Isso é que dá encanto ao costume de a gente ter tudo desarrumado. Tenho uma secretária que é um gênio nesse sentido. Perdeu, outro dia, cinquenta páginas de uma tradução.

        Tem um extraordinário senso divinatório, que a leva a mergulhar no fundo do baú do quarto da empregada os papéis mais urgentes; rasga apenas o que é estritamente necessário guardar, mas conserva com rigoroso carinho o recibo da prestação de um aparelho de rádio que comprei em 1941. Isso me fornece algumas emoções líricas inesperadas; quem não se comove de repente quando está procurando um aviso de banco e vê uma conta de hotel de Teresina de quatro anos atrás, com todos os vales das despesas extraordinárias, inclusive uma garrafa de água mineral?

         Não importa que ela faça sumir, por exemplo, minha carteira de identidade. Afinal, estou cansado de saber que sou eu mesmo; não me venham lembrar essa coisa, que entristece e desanima. Prefiro lembrar esse telefone de Buenos Aires que anotei, com letra nervosa, em um pedaço de maço de cigarros, ou guardar com a maior gravidade esse bilhete que diz: “Estive aqui e não te encontrei. Passo amanhã. S.” Quem é esse “S” ou essa “S” e por que, e onde e quando procurou minha humilde pessoa? Que sei?

        Há papéis de visão amarga, que eu deveria ter rasgado dez anos atrás; mas a mão caprichosa de minha jovem secretária, que preservou carinhosamente esse bilhete, não será a própria mão da consciência a me apontar esse remorso velho, a me dizer que devo lembrar o quanto posso ser inconsciente e egoísta?

      Meus arquivos, na sua desordem, não revelam apenas a imaginação desordenada e o capricho estranho da minha secretária. Revelam a desarrumação mais profunda, que não é de meus papéis, é de minha vida.


(Rubem Braga, O homem rouco. Adaptado)
Assinale a alternativa com o enunciado, baseado em informações do texto, que apresenta redação de acordo com a norma-padrão de concordância e de emprego do pronome relativo.
Alternativas
Q3547894 Português
A secretária



   Procuro um documento de que preciso com urgência. Não o encontro, mas me demoro a decifrar minha própria letra nas notas de um caderno esquecido que os misteriosos movimentos da papelada pelas minhas gavetas fizeram vir à tona.

   Isso é que dá encanto ao costume de a gente ter tudo desarrumado. Tenho uma secretária que é um gênio nesse sentido. Perdeu, outro dia, cinquenta páginas de uma tradução.
 
   Tem um extraordinário senso divinatório, que a leva a mergulhar no fundo do baú do quarto da empregada os papéis mais urgentes; rasga apenas o que é estritamente necessário guardar, mas conserva com rigoroso carinho o recibo da prestação de um aparelho de rádio que comprei em 1941. Isso me fornece algumas emoções líricas inesperadas; quem não se comove de repente quando está procurando um aviso de banco e vê uma conta de hotel de Teresina de quatro anos atrás, com todos os vales das despesas extraordinárias, inclusive uma garrafa de água mineral?

   Não importa que ela faça sumir, por exemplo, minha carteira de identidade. Afinal, estou cansado de saber que sou eu mesmo; não me venham lembrar essa coisa, que entristece e desanima. Prefiro lembrar esse telefone de Buenos Aires que anotei, com letra nervosa, em um pedaço de maço de cigarros, ou guardar com a maior gravidade esse bilhete que diz: “Estive aqui e não te encontrei. Passo amanhã. S.” Quem é esse “S” ou essa “S” e por que, e onde e quando procurou minha humilde pessoa? Que sei?

   Há papéis de visão amarga, que eu deveria ter rasgado dez anos atrás; mas a mão caprichosa de minha jovem secretária, que preservou carinhosamente esse bilhete, não será a própria mão da consciência a me apontar esse remorso velho, a me dizer que devo lembrar o quanto posso ser inconsciente e egoísta?

   Meus arquivos, na sua desordem, não revelam apenas a imaginação desordenada e o capricho estranho da minha secretária. Revelam a desarrumação mais profunda, que não é de meus papéis, é de minha vida.


(Rubem Braga, O homem rouco. Adaptado)
O enunciado – Estive aqui e não te encontrei. Passo amanhã. – está reescrito com sentido compatível com o original e de acordo com a norma-padrão de pontuação em:
Alternativas
Q3547893 Português
A secretária



   Procuro um documento de que preciso com urgência. Não o encontro, mas me demoro a decifrar minha própria letra nas notas de um caderno esquecido que os misteriosos movimentos da papelada pelas minhas gavetas fizeram vir à tona.

   Isso é que dá encanto ao costume de a gente ter tudo desarrumado. Tenho uma secretária que é um gênio nesse sentido. Perdeu, outro dia, cinquenta páginas de uma tradução.
 
   Tem um extraordinário senso divinatório, que a leva a mergulhar no fundo do baú do quarto da empregada os papéis mais urgentes; rasga apenas o que é estritamente necessário guardar, mas conserva com rigoroso carinho o recibo da prestação de um aparelho de rádio que comprei em 1941. Isso me fornece algumas emoções líricas inesperadas; quem não se comove de repente quando está procurando um aviso de banco e vê uma conta de hotel de Teresina de quatro anos atrás, com todos os vales das despesas extraordinárias, inclusive uma garrafa de água mineral?

   Não importa que ela faça sumir, por exemplo, minha carteira de identidade. Afinal, estou cansado de saber que sou eu mesmo; não me venham lembrar essa coisa, que entristece e desanima. Prefiro lembrar esse telefone de Buenos Aires que anotei, com letra nervosa, em um pedaço de maço de cigarros, ou guardar com a maior gravidade esse bilhete que diz: “Estive aqui e não te encontrei. Passo amanhã. S.” Quem é esse “S” ou essa “S” e por que, e onde e quando procurou minha humilde pessoa? Que sei?

   Há papéis de visão amarga, que eu deveria ter rasgado dez anos atrás; mas a mão caprichosa de minha jovem secretária, que preservou carinhosamente esse bilhete, não será a própria mão da consciência a me apontar esse remorso velho, a me dizer que devo lembrar o quanto posso ser inconsciente e egoísta?

   Meus arquivos, na sua desordem, não revelam apenas a imaginação desordenada e o capricho estranho da minha secretária. Revelam a desarrumação mais profunda, que não é de meus papéis, é de minha vida.


(Rubem Braga, O homem rouco. Adaptado)
A alternativa em que a regência nominal está de acordo com a norma-padrão é: 
Alternativas
Q3547692 Português
Texto 3

    Sono e ansiedade: dormir menos que o necessário pode afetar humor, saúde mental e emoções) Uma noite de sono interrompida, ou menor que o necessário, pode ter um preço muito maior que apenas o cansaço ao longo do dia. Ansiedade, piora de humor e alteração no funcionamento emocional podem ser algumas das consequências da privação de sono. De acordo com um estudo publicado no Psychological Bulletin, da American Psychological Association, cerca de 30% dos adultos, e 90% dos adolescentes não dormem o suficiente.
    Em alguns casos, médicos assistiram os participantes foram mantidos acordados por um longo período, em estado de privação total de sono. Em outros, os pesquisadores, provocaram uma restrição parcial, permitindo que os voluntários tivessem uma quantidade de sono menor que o normal. Outros grupos foram acordados periodicamente durante a noite, com uma fragmentação constante do sono.
    O novo estudo, que reuniu estes dados, aponta evidências de que períodos de sono interrompido durante a noite, seja por pouco ou muito tempo, influenciam negativamente no funcionamento emocional. Segundo a pesquisa, os três tipos de perda de sono resultam em menos sentimentos positivos e mais sintomas de ansiedade, elevação da frequência cardíaca e preocupação.
(Sono e ansiedade: dormir menos que o necessário pode afetar humor, saúde mental e emoções) Jornal O Globo, São Paulo, 01 nov., 2024. Disponível em: 0as%20mais%20prejudicadas.. Acesso em 5 nov. 2024.)
Leias as assertivas a seguir e, em seguida, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3547691 Português
Texto 3

    Sono e ansiedade: dormir menos que o necessário pode afetar humor, saúde mental e emoções) Uma noite de sono interrompida, ou menor que o necessário, pode ter um preço muito maior que apenas o cansaço ao longo do dia. Ansiedade, piora de humor e alteração no funcionamento emocional podem ser algumas das consequências da privação de sono. De acordo com um estudo publicado no Psychological Bulletin, da American Psychological Association, cerca de 30% dos adultos, e 90% dos adolescentes não dormem o suficiente.
    Em alguns casos, médicos assistiram os participantes foram mantidos acordados por um longo período, em estado de privação total de sono. Em outros, os pesquisadores, provocaram uma restrição parcial, permitindo que os voluntários tivessem uma quantidade de sono menor que o normal. Outros grupos foram acordados periodicamente durante a noite, com uma fragmentação constante do sono.
    O novo estudo, que reuniu estes dados, aponta evidências de que períodos de sono interrompido durante a noite, seja por pouco ou muito tempo, influenciam negativamente no funcionamento emocional. Segundo a pesquisa, os três tipos de perda de sono resultam em menos sentimentos positivos e mais sintomas de ansiedade, elevação da frequência cardíaca e preocupação.
(Sono e ansiedade: dormir menos que o necessário pode afetar humor, saúde mental e emoções) Jornal O Globo, São Paulo, 01 nov., 2024. Disponível em: 0as%20mais%20prejudicadas.. Acesso em 5 nov. 2024.)
“Outros grupos foram acordados periodicamente durante a noite, com uma fragmentação constante do sono.”
No trecho acima, a palavra sublinhada pode ser substituída sem prejuízo do sentido da frase, por:
Alternativas
Q3547690 Português
Texto 3

    Sono e ansiedade: dormir menos que o necessário pode afetar humor, saúde mental e emoções) Uma noite de sono interrompida, ou menor que o necessário, pode ter um preço muito maior que apenas o cansaço ao longo do dia. Ansiedade, piora de humor e alteração no funcionamento emocional podem ser algumas das consequências da privação de sono. De acordo com um estudo publicado no Psychological Bulletin, da American Psychological Association, cerca de 30% dos adultos, e 90% dos adolescentes não dormem o suficiente.
    Em alguns casos, médicos assistiram os participantes foram mantidos acordados por um longo período, em estado de privação total de sono. Em outros, os pesquisadores, provocaram uma restrição parcial, permitindo que os voluntários tivessem uma quantidade de sono menor que o normal. Outros grupos foram acordados periodicamente durante a noite, com uma fragmentação constante do sono.
    O novo estudo, que reuniu estes dados, aponta evidências de que períodos de sono interrompido durante a noite, seja por pouco ou muito tempo, influenciam negativamente no funcionamento emocional. Segundo a pesquisa, os três tipos de perda de sono resultam em menos sentimentos positivos e mais sintomas de ansiedade, elevação da frequência cardíaca e preocupação.
(Sono e ansiedade: dormir menos que o necessário pode afetar humor, saúde mental e emoções) Jornal O Globo, São Paulo, 01 nov., 2024. Disponível em: 0as%20mais%20prejudicadas.. Acesso em 5 nov. 2024.)
Em qual dos trechos a seguir a concordância do verbo poderia ter sido feita também no singular:
Alternativas
Q3547689 Português
Em qual dos trechos a seguir o acento grave deixou erroneamente de ser empregado devido à ocorrência de crase: 
Alternativas
Q3547688 Português
Texto 2

    Mobilidade urbana é um dos assuntos mais problemáticos a serem solucionados, principalmente nas grandes cidades. Ela trata não apenas do deslocamento de pessoas de um ponto para outro, mas reflete o nível de desenvolvimento, de qualidade de vida e bem-estar da população.
    Em 2016, o Observatório das Metrópoles do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia divulgou estudo, baseado em dados de 2010 do IBGE, que analisa as 15 principais regiões metropolitanas. As melhores colocadas foram Campinas, Florianópolis, Curitiba, Goiânia e Porto Alegre. No índice que vai de zero a um e avalia o bem-estar da população, apenas a cidade de Campinas, interior de São Paulo, foi considerada boa. A cidade paulista foi a única considerada excelente de bem-estar.
    Se a mobilidade urbana de uma maneira geral não é considerada adequada no Brasil, o cenário fica ainda mais descabido para pessoas com algum tipo de deficiência, essas são as mais prejudicadas.
    De acordo com o IBGE, os deficientes físicos representam 6,7% da população do Brasil, cerca de 14 milhões de pessoas e apenas 4,7% das vias públicas possuem rampas para cadeirantes. Menor ainda é o número de guias em calçadas, estabelecimentos e demais vias para cegos.
(Mobilidade ainda não é sinônimo de acessibilidade para deficientes. Jornal da USP, São Paulo, 19 de set., 2023). Disponível em: https://jornal.usp.br/atualidades/mobilidade-ainda-nao-esinonimo-deacessibilidadeparadeficientes/#:~:text=Se%20a%20mobilid ade%20urbana%20de,essas%20s%C3%A3o%20as%20m ais%20prejudicadas.. Acesso em 5 nov. 2024)
No trecho “A cidade paulista foi à única considerada excelente de bem-estar”, o termo sublinhado refere-se a:
Alternativas
Q3547687 Português
Texto 2

    Mobilidade urbana é um dos assuntos mais problemáticos a serem solucionados, principalmente nas grandes cidades. Ela trata não apenas do deslocamento de pessoas de um ponto para outro, mas reflete o nível de desenvolvimento, de qualidade de vida e bem-estar da população.
    Em 2016, o Observatório das Metrópoles do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia divulgou estudo, baseado em dados de 2010 do IBGE, que analisa as 15 principais regiões metropolitanas. As melhores colocadas foram Campinas, Florianópolis, Curitiba, Goiânia e Porto Alegre. No índice que vai de zero a um e avalia o bem-estar da população, apenas a cidade de Campinas, interior de São Paulo, foi considerada boa. A cidade paulista foi a única considerada excelente de bem-estar.
    Se a mobilidade urbana de uma maneira geral não é considerada adequada no Brasil, o cenário fica ainda mais descabido para pessoas com algum tipo de deficiência, essas são as mais prejudicadas.
    De acordo com o IBGE, os deficientes físicos representam 6,7% da população do Brasil, cerca de 14 milhões de pessoas e apenas 4,7% das vias públicas possuem rampas para cadeirantes. Menor ainda é o número de guias em calçadas, estabelecimentos e demais vias para cegos.
(Mobilidade ainda não é sinônimo de acessibilidade para deficientes. Jornal da USP, São Paulo, 19 de set., 2023). Disponível em: https://jornal.usp.br/atualidades/mobilidade-ainda-nao-esinonimo-deacessibilidadeparadeficientes/#:~:text=Se%20a%20mobilid ade%20urbana%20de,essas%20s%C3%A3o%20as%20m ais%20prejudicadas.. Acesso em 5 nov. 2024)
Todas as palavras retiradas do Texto 2 têm dígrafo, exceto: 
Alternativas
Q3547686 Português
Texto 2

    Mobilidade urbana é um dos assuntos mais problemáticos a serem solucionados, principalmente nas grandes cidades. Ela trata não apenas do deslocamento de pessoas de um ponto para outro, mas reflete o nível de desenvolvimento, de qualidade de vida e bem-estar da população.
    Em 2016, o Observatório das Metrópoles do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia divulgou estudo, baseado em dados de 2010 do IBGE, que analisa as 15 principais regiões metropolitanas. As melhores colocadas foram Campinas, Florianópolis, Curitiba, Goiânia e Porto Alegre. No índice que vai de zero a um e avalia o bem-estar da população, apenas a cidade de Campinas, interior de São Paulo, foi considerada boa. A cidade paulista foi a única considerada excelente de bem-estar.
    Se a mobilidade urbana de uma maneira geral não é considerada adequada no Brasil, o cenário fica ainda mais descabido para pessoas com algum tipo de deficiência, essas são as mais prejudicadas.
    De acordo com o IBGE, os deficientes físicos representam 6,7% da população do Brasil, cerca de 14 milhões de pessoas e apenas 4,7% das vias públicas possuem rampas para cadeirantes. Menor ainda é o número de guias em calçadas, estabelecimentos e demais vias para cegos.
(Mobilidade ainda não é sinônimo de acessibilidade para deficientes. Jornal da USP, São Paulo, 19 de set., 2023). Disponível em: https://jornal.usp.br/atualidades/mobilidade-ainda-nao-esinonimo-deacessibilidadeparadeficientes/#:~:text=Se%20a%20mobilid ade%20urbana%20de,essas%20s%C3%A3o%20as%20m ais%20prejudicadas.. Acesso em 5 nov. 2024)
É verdadeiro afirmar que no texto há a informação de que:
Alternativas
Q3547685 Português
Texto 2

    Mobilidade urbana é um dos assuntos mais problemáticos a serem solucionados, principalmente nas grandes cidades. Ela trata não apenas do deslocamento de pessoas de um ponto para outro, mas reflete o nível de desenvolvimento, de qualidade de vida e bem-estar da população.
    Em 2016, o Observatório das Metrópoles do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia divulgou estudo, baseado em dados de 2010 do IBGE, que analisa as 15 principais regiões metropolitanas. As melhores colocadas foram Campinas, Florianópolis, Curitiba, Goiânia e Porto Alegre. No índice que vai de zero a um e avalia o bem-estar da população, apenas a cidade de Campinas, interior de São Paulo, foi considerada boa. A cidade paulista foi a única considerada excelente de bem-estar.
    Se a mobilidade urbana de uma maneira geral não é considerada adequada no Brasil, o cenário fica ainda mais descabido para pessoas com algum tipo de deficiência, essas são as mais prejudicadas.
    De acordo com o IBGE, os deficientes físicos representam 6,7% da população do Brasil, cerca de 14 milhões de pessoas e apenas 4,7% das vias públicas possuem rampas para cadeirantes. Menor ainda é o número de guias em calçadas, estabelecimentos e demais vias para cegos.
(Mobilidade ainda não é sinônimo de acessibilidade para deficientes. Jornal da USP, São Paulo, 19 de set., 2023). Disponível em: https://jornal.usp.br/atualidades/mobilidade-ainda-nao-esinonimo-deacessibilidadeparadeficientes/#:~:text=Se%20a%20mobilid ade%20urbana%20de,essas%20s%C3%A3o%20as%20m ais%20prejudicadas.. Acesso em 5 nov. 2024)
Assinale a alternativa correta em relação às palavras do Texto 2:
Alternativas
Q3547684 Português
Texto 1

    O senhor… mire veja: o mais importante e bonito, do mundo, é isto: que as pessoas não estão sempre iguais, ainda não foram terminadas – mas que elas vão sempre mudando. Afinam ou desafinam. Verdade maior. É o que a vida me ensinou. Isso que me alegra, montão.
    Todo caminho da gente é resvaloso. Mas; também, cair não prejudica demais – a gente levanta, a gente sobe, a gente volta! (...)
    O correr da vida embrulha tudo, a vida é assim: esquenta e esfria, aperta e daí afrouxa, sossega e depois desinquieta. O que ela quer da gente é coragem.
(ROSA, J.G. Grande Sertão: Veredas. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2005.)
Assinale a alternativa correta em relação ao texto 1:
Alternativas
Q3547682 Português
Texto 1

    O senhor… mire veja: o mais importante e bonito, do mundo, é isto: que as pessoas não estão sempre iguais, ainda não foram terminadas – mas que elas vão sempre mudando. Afinam ou desafinam. Verdade maior. É o que a vida me ensinou. Isso que me alegra, montão.
    Todo caminho da gente é resvaloso. Mas; também, cair não prejudica demais – a gente levanta, a gente sobe, a gente volta! (...)
    O correr da vida embrulha tudo, a vida é assim: esquenta e esfria, aperta e daí afrouxa, sossega e depois desinquieta. O que ela quer da gente é coragem.
(ROSA, J.G. Grande Sertão: Veredas. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2005.)
Nas escolhas linguísticas do texto, é verdadeiro observar:
Alternativas
Q3547681 Português
Texto 1

    O senhor… mire veja: o mais importante e bonito, do mundo, é isto: que as pessoas não estão sempre iguais, ainda não foram terminadas – mas que elas vão sempre mudando. Afinam ou desafinam. Verdade maior. É o que a vida me ensinou. Isso que me alegra, montão.
    Todo caminho da gente é resvaloso. Mas; também, cair não prejudica demais – a gente levanta, a gente sobe, a gente volta! (...)
    O correr da vida embrulha tudo, a vida é assim: esquenta e esfria, aperta e daí afrouxa, sossega e depois desinquieta. O que ela quer da gente é coragem.
(ROSA, J.G. Grande Sertão: Veredas. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2005.)
A partir da leitura do texto, é possível constatar que a variante empregada é:
Alternativas
Q3547651 Português
Em qual dos trechos abaixo houve alteração em uma palavra que configura erro de acordo com as normas da língua portuguesa?
Alternativas
Q3547650 Português
Texto 2

    “O direito à cidade não pode ser concebido como um simples direito de visita ou de retorno às cidades tradicionais. Só pode ser formulado como direito à vida urbana […]
    Basta abrir os olhos para compreender a vida cotidiana daquele que corre de sua moradia para estação próxima ou distante, para o metrô superlotado, para o escritório ou para a fábrica, para retomar à tarde o mesmo caminho e voltar para casa a fim de recuperar as forças para recomeçar tudo no dia seguinte.
    O quadro dessa miséria generalizada não poderia deixar de se fazer acompanhar pelo quadro das satisfações que a dissimulam e que se tornam os meios de eludi-la e de evadir-se dela.”
(O direito à cidade. H Lefebvre. Centauro, 2001. 9788, 2001)
No texto 2, são acentuados pelas mesmas regras os vocábulos:
Alternativas
Q3547649 Português
Texto 2

    “O direito à cidade não pode ser concebido como um simples direito de visita ou de retorno às cidades tradicionais. Só pode ser formulado como direito à vida urbana […]
    Basta abrir os olhos para compreender a vida cotidiana daquele que corre de sua moradia para estação próxima ou distante, para o metrô superlotado, para o escritório ou para a fábrica, para retomar à tarde o mesmo caminho e voltar para casa a fim de recuperar as forças para recomeçar tudo no dia seguinte.
    O quadro dessa miséria generalizada não poderia deixar de se fazer acompanhar pelo quadro das satisfações que a dissimulam e que se tornam os meios de eludi-la e de evadir-se dela.”
(O direito à cidade. H Lefebvre. Centauro, 2001. 9788, 2001)
No texto 2, o termo “evadir-se” tem o mesmo sentido que: 
Alternativas
Respostas
157601: D
157602: A
157603: E
157604: D
157605: C
157606: E
157607: B
157608: B
157609: B
157610: E
157611: A
157612: D
157613: D
157614: A
157615: A
157616: C
157617: B
157618: D
157619: C
157620: D