Questões de Concurso Sobre português

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Q4390583 Português
TEXTO I

Confiança do consumidor cai e ameaça empregos

Pessimismo das famílias pode reduzir consumo e pressionar empresas neste segundo semestre


    A confiança dos consumidores brasileiros caiu pelo quarto mês consecutivo em agosto. O Índice de Confiança do Consumidor (ICC), da Fundação Getúlio Vargas (FGV), recuou 3,6 pontos, para 84,7 pontos, o menor nível desde novembro de 2022. O resultado mostra que as famílias estão mais pessimistas tanto sobre o momento atual quanto sobre os próximos meses.

    O principal problema está nas expectativas. O indicador, que mede a percepção dos consumidores sobre o futuro, caiu 5,4 pontos, para 86,1 pontos. A disposição para comprar bens duráveis, como móveis, eletrodomésticos e outros produtos de maior valor, despencou 10 pontos, para 74,7 pontos, o menor nível desde julho de 2022.

    Confiança: menos consumo; mais pressão e riscos

    O cenário preocupa, porque o consumidor menos confiante tende a adiar compras e controlar mais os gastos. Segundo a FGV, o movimento reflete as dificuldades financeiras das famílias, marcadas por endividamento e inadimplência elevados em um ambiente de juros altos.

     Essa retração pode atingir diretamente o comércio e a indústria. Se as empresas vendem menos, começam a reduzir estoques, investimentos e, em alguns casos, custos com pessoal.

    Risco para os empregos

    O dado ganha ainda maior importância porque o mercado de trabalho brasileiro continua forte. A própria FGV ressalta, porém, que a sequência de quedas na confiança pode sinalizar uma desaceleração do consumo das famílias no segundo semestre.

     Na prática, existe o risco de uma reação em cadeia: consumidores mais cautelosos compram menos, empresas faturam menos, e negócios pressionados podem reduzir contratações ou até cortar postos de trabalho.

    O indicador, portanto, não significa que haverá uma onda imediata de demissões. Mas funciona como um sinal de alerta para a economia. Se o pessimismo persistir e o consumo perder força, a manutenção do emprego pode se tornar mais difícil nos próximos meses.


Fonte: BOUÉRI, Fábio. Confiança do consumidor cai e ameaça empregos. https://revistaoeste.com/economia/confianca-doconsumidor-cai-e-ameaca-empregos/ (adaptado).  
Analise as afirmações abaixo antes de julgar o que se pede.

( ) Em “O resultado mostra que as famílias estão mais pessimistas tanto sobre o momento atual quanto sobre os próximos meses.” (1º par.), nota-se que a conjunção integrante em destaque inicia uma oração subordinada substantiva objetiva direta.
( ) Em “Segundo a FGV, o movimento reflete as dificuldades financeiras das famílias...” (3º par.), há em destaque um Substantivo exercendo função sintática de núcleo do Sujeito.
( ) Em “O dado ganha ainda maior importância porque o mercado de trabalho brasileiro continua forte.” (5º par.), há em destaque uma oração subordinada adverbial consecutiva.
( ) Em “Na prática, existe o risco de uma reação em cadeia...” (6º par.), o termo em destaque exerce a função sintática de complemento verbal de “existe”.
( ) Em “O indicador, portanto, não significa que haverá uma onda imediata de demissões.” (7º par.), percebe-se que o verbo em destaque se encontra na terceira pessoa do singular por fazer concordância verbal com o Sujeito simples “onda imediata de demissões”.

Considerando-se V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas, pode-se dizer que se tem pela ordem a seguinte sequência. 
Alternativas
Q4390582 Português
TEXTO I

Confiança do consumidor cai e ameaça empregos

Pessimismo das famílias pode reduzir consumo e pressionar empresas neste segundo semestre


    A confiança dos consumidores brasileiros caiu pelo quarto mês consecutivo em agosto. O Índice de Confiança do Consumidor (ICC), da Fundação Getúlio Vargas (FGV), recuou 3,6 pontos, para 84,7 pontos, o menor nível desde novembro de 2022. O resultado mostra que as famílias estão mais pessimistas tanto sobre o momento atual quanto sobre os próximos meses.

    O principal problema está nas expectativas. O indicador, que mede a percepção dos consumidores sobre o futuro, caiu 5,4 pontos, para 86,1 pontos. A disposição para comprar bens duráveis, como móveis, eletrodomésticos e outros produtos de maior valor, despencou 10 pontos, para 74,7 pontos, o menor nível desde julho de 2022.

    Confiança: menos consumo; mais pressão e riscos

    O cenário preocupa, porque o consumidor menos confiante tende a adiar compras e controlar mais os gastos. Segundo a FGV, o movimento reflete as dificuldades financeiras das famílias, marcadas por endividamento e inadimplência elevados em um ambiente de juros altos.

     Essa retração pode atingir diretamente o comércio e a indústria. Se as empresas vendem menos, começam a reduzir estoques, investimentos e, em alguns casos, custos com pessoal.

    Risco para os empregos

    O dado ganha ainda maior importância porque o mercado de trabalho brasileiro continua forte. A própria FGV ressalta, porém, que a sequência de quedas na confiança pode sinalizar uma desaceleração do consumo das famílias no segundo semestre.

     Na prática, existe o risco de uma reação em cadeia: consumidores mais cautelosos compram menos, empresas faturam menos, e negócios pressionados podem reduzir contratações ou até cortar postos de trabalho.

    O indicador, portanto, não significa que haverá uma onda imediata de demissões. Mas funciona como um sinal de alerta para a economia. Se o pessimismo persistir e o consumo perder força, a manutenção do emprego pode se tornar mais difícil nos próximos meses.


Fonte: BOUÉRI, Fábio. Confiança do consumidor cai e ameaça empregos. https://revistaoeste.com/economia/confianca-doconsumidor-cai-e-ameaca-empregos/ (adaptado).  
De acordo com as regras de Morfologia, assinale a alternativa cujo vocábulo em destaque seja diferente dos demais enquanto Classe de palavra.
Alternativas
Q4390581 Português
TEXTO I

Confiança do consumidor cai e ameaça empregos

Pessimismo das famílias pode reduzir consumo e pressionar empresas neste segundo semestre


    A confiança dos consumidores brasileiros caiu pelo quarto mês consecutivo em agosto. O Índice de Confiança do Consumidor (ICC), da Fundação Getúlio Vargas (FGV), recuou 3,6 pontos, para 84,7 pontos, o menor nível desde novembro de 2022. O resultado mostra que as famílias estão mais pessimistas tanto sobre o momento atual quanto sobre os próximos meses.

    O principal problema está nas expectativas. O indicador, que mede a percepção dos consumidores sobre o futuro, caiu 5,4 pontos, para 86,1 pontos. A disposição para comprar bens duráveis, como móveis, eletrodomésticos e outros produtos de maior valor, despencou 10 pontos, para 74,7 pontos, o menor nível desde julho de 2022.

    Confiança: menos consumo; mais pressão e riscos

    O cenário preocupa, porque o consumidor menos confiante tende a adiar compras e controlar mais os gastos. Segundo a FGV, o movimento reflete as dificuldades financeiras das famílias, marcadas por endividamento e inadimplência elevados em um ambiente de juros altos.

     Essa retração pode atingir diretamente o comércio e a indústria. Se as empresas vendem menos, começam a reduzir estoques, investimentos e, em alguns casos, custos com pessoal.

    Risco para os empregos

    O dado ganha ainda maior importância porque o mercado de trabalho brasileiro continua forte. A própria FGV ressalta, porém, que a sequência de quedas na confiança pode sinalizar uma desaceleração do consumo das famílias no segundo semestre.

     Na prática, existe o risco de uma reação em cadeia: consumidores mais cautelosos compram menos, empresas faturam menos, e negócios pressionados podem reduzir contratações ou até cortar postos de trabalho.

    O indicador, portanto, não significa que haverá uma onda imediata de demissões. Mas funciona como um sinal de alerta para a economia. Se o pessimismo persistir e o consumo perder força, a manutenção do emprego pode se tornar mais difícil nos próximos meses.


Fonte: BOUÉRI, Fábio. Confiança do consumidor cai e ameaça empregos. https://revistaoeste.com/economia/confianca-doconsumidor-cai-e-ameaca-empregos/ (adaptado).  
Assinale a alternativa que apresenta palavras retiradas do texto I acentuadas por regra equivalente, segundo o Novo Acordo Ortográfico.
Alternativas
Q4390580 Português
TEXTO I

Confiança do consumidor cai e ameaça empregos

Pessimismo das famílias pode reduzir consumo e pressionar empresas neste segundo semestre


    A confiança dos consumidores brasileiros caiu pelo quarto mês consecutivo em agosto. O Índice de Confiança do Consumidor (ICC), da Fundação Getúlio Vargas (FGV), recuou 3,6 pontos, para 84,7 pontos, o menor nível desde novembro de 2022. O resultado mostra que as famílias estão mais pessimistas tanto sobre o momento atual quanto sobre os próximos meses.

    O principal problema está nas expectativas. O indicador, que mede a percepção dos consumidores sobre o futuro, caiu 5,4 pontos, para 86,1 pontos. A disposição para comprar bens duráveis, como móveis, eletrodomésticos e outros produtos de maior valor, despencou 10 pontos, para 74,7 pontos, o menor nível desde julho de 2022.

    Confiança: menos consumo; mais pressão e riscos

    O cenário preocupa, porque o consumidor menos confiante tende a adiar compras e controlar mais os gastos. Segundo a FGV, o movimento reflete as dificuldades financeiras das famílias, marcadas por endividamento e inadimplência elevados em um ambiente de juros altos.

     Essa retração pode atingir diretamente o comércio e a indústria. Se as empresas vendem menos, começam a reduzir estoques, investimentos e, em alguns casos, custos com pessoal.

    Risco para os empregos

    O dado ganha ainda maior importância porque o mercado de trabalho brasileiro continua forte. A própria FGV ressalta, porém, que a sequência de quedas na confiança pode sinalizar uma desaceleração do consumo das famílias no segundo semestre.

     Na prática, existe o risco de uma reação em cadeia: consumidores mais cautelosos compram menos, empresas faturam menos, e negócios pressionados podem reduzir contratações ou até cortar postos de trabalho.

    O indicador, portanto, não significa que haverá uma onda imediata de demissões. Mas funciona como um sinal de alerta para a economia. Se o pessimismo persistir e o consumo perder força, a manutenção do emprego pode se tornar mais difícil nos próximos meses.


Fonte: BOUÉRI, Fábio. Confiança do consumidor cai e ameaça empregos. https://revistaoeste.com/economia/confianca-doconsumidor-cai-e-ameaca-empregos/ (adaptado).  
Marque a alternativa cuja indicação do processo de formação de palavras esteja incorreta para a expressão em destaque.
Alternativas
Q4390579 Português
TEXTO I

Confiança do consumidor cai e ameaça empregos

Pessimismo das famílias pode reduzir consumo e pressionar empresas neste segundo semestre


    A confiança dos consumidores brasileiros caiu pelo quarto mês consecutivo em agosto. O Índice de Confiança do Consumidor (ICC), da Fundação Getúlio Vargas (FGV), recuou 3,6 pontos, para 84,7 pontos, o menor nível desde novembro de 2022. O resultado mostra que as famílias estão mais pessimistas tanto sobre o momento atual quanto sobre os próximos meses.

    O principal problema está nas expectativas. O indicador, que mede a percepção dos consumidores sobre o futuro, caiu 5,4 pontos, para 86,1 pontos. A disposição para comprar bens duráveis, como móveis, eletrodomésticos e outros produtos de maior valor, despencou 10 pontos, para 74,7 pontos, o menor nível desde julho de 2022.

    Confiança: menos consumo; mais pressão e riscos

    O cenário preocupa, porque o consumidor menos confiante tende a adiar compras e controlar mais os gastos. Segundo a FGV, o movimento reflete as dificuldades financeiras das famílias, marcadas por endividamento e inadimplência elevados em um ambiente de juros altos.

     Essa retração pode atingir diretamente o comércio e a indústria. Se as empresas vendem menos, começam a reduzir estoques, investimentos e, em alguns casos, custos com pessoal.

    Risco para os empregos

    O dado ganha ainda maior importância porque o mercado de trabalho brasileiro continua forte. A própria FGV ressalta, porém, que a sequência de quedas na confiança pode sinalizar uma desaceleração do consumo das famílias no segundo semestre.

     Na prática, existe o risco de uma reação em cadeia: consumidores mais cautelosos compram menos, empresas faturam menos, e negócios pressionados podem reduzir contratações ou até cortar postos de trabalho.

    O indicador, portanto, não significa que haverá uma onda imediata de demissões. Mas funciona como um sinal de alerta para a economia. Se o pessimismo persistir e o consumo perder força, a manutenção do emprego pode se tornar mais difícil nos próximos meses.


Fonte: BOUÉRI, Fábio. Confiança do consumidor cai e ameaça empregos. https://revistaoeste.com/economia/confianca-doconsumidor-cai-e-ameaca-empregos/ (adaptado).  
“Na prática, existe o risco de uma reação em cadeia: consumidores mais cautelosos compram menos, empresas faturam menos, e negócios pressionados podem reduzir contratações ou até cortar postos de trabalho.” A partir do fragmento exposto acima, assinale a alternativa cuja reescrita tenha mantido o valor semântico, bem como o respeito à norma-padrão da Língua Portuguesa.
Alternativas
Q4390578 Português
TEXTO I

Confiança do consumidor cai e ameaça empregos

Pessimismo das famílias pode reduzir consumo e pressionar empresas neste segundo semestre


    A confiança dos consumidores brasileiros caiu pelo quarto mês consecutivo em agosto. O Índice de Confiança do Consumidor (ICC), da Fundação Getúlio Vargas (FGV), recuou 3,6 pontos, para 84,7 pontos, o menor nível desde novembro de 2022. O resultado mostra que as famílias estão mais pessimistas tanto sobre o momento atual quanto sobre os próximos meses.

    O principal problema está nas expectativas. O indicador, que mede a percepção dos consumidores sobre o futuro, caiu 5,4 pontos, para 86,1 pontos. A disposição para comprar bens duráveis, como móveis, eletrodomésticos e outros produtos de maior valor, despencou 10 pontos, para 74,7 pontos, o menor nível desde julho de 2022.

    Confiança: menos consumo; mais pressão e riscos

    O cenário preocupa, porque o consumidor menos confiante tende a adiar compras e controlar mais os gastos. Segundo a FGV, o movimento reflete as dificuldades financeiras das famílias, marcadas por endividamento e inadimplência elevados em um ambiente de juros altos.

     Essa retração pode atingir diretamente o comércio e a indústria. Se as empresas vendem menos, começam a reduzir estoques, investimentos e, em alguns casos, custos com pessoal.

    Risco para os empregos

    O dado ganha ainda maior importância porque o mercado de trabalho brasileiro continua forte. A própria FGV ressalta, porém, que a sequência de quedas na confiança pode sinalizar uma desaceleração do consumo das famílias no segundo semestre.

     Na prática, existe o risco de uma reação em cadeia: consumidores mais cautelosos compram menos, empresas faturam menos, e negócios pressionados podem reduzir contratações ou até cortar postos de trabalho.

    O indicador, portanto, não significa que haverá uma onda imediata de demissões. Mas funciona como um sinal de alerta para a economia. Se o pessimismo persistir e o consumo perder força, a manutenção do emprego pode se tornar mais difícil nos próximos meses.


Fonte: BOUÉRI, Fábio. Confiança do consumidor cai e ameaça empregos. https://revistaoeste.com/economia/confianca-doconsumidor-cai-e-ameaca-empregos/ (adaptado).  
Analise as afirmações abaixo sobre a natureza e a estrutura de criação do texto I antes de julgar o que se pede.

I. Nota-se a presença do uso de uma linguagem formal e objetiva sobre a temática abordada, além da prevalência do discurso direto nos períodos.
II. Para embasar a linha de raciocínio sobre a temática abordada, o autor do texto I prescindiu de dados empíricos a respeito do cenário econômico brasileiro.
III. Observa-se que, juntamente à tipologia expositiva, o autor do texto se valeu, em alguns momentos, de uma linha descritiva, a fim de caracterizar a ideia de pessimismo sobre expectativas dos consumidores brasileiros.
IV. Essencialmente, o texto em destaque possui estrutura de elaboração impessoal e objetiva quanto ao assunto abordado, o que faz com que se caracterize, enquanto gênero, como Notícia.

Pode-se afirmar que se encontra correto o que foi dito acima somente em
Alternativas
Q4390577 Português
TEXTO I

Confiança do consumidor cai e ameaça empregos

Pessimismo das famílias pode reduzir consumo e pressionar empresas neste segundo semestre


    A confiança dos consumidores brasileiros caiu pelo quarto mês consecutivo em agosto. O Índice de Confiança do Consumidor (ICC), da Fundação Getúlio Vargas (FGV), recuou 3,6 pontos, para 84,7 pontos, o menor nível desde novembro de 2022. O resultado mostra que as famílias estão mais pessimistas tanto sobre o momento atual quanto sobre os próximos meses.

    O principal problema está nas expectativas. O indicador, que mede a percepção dos consumidores sobre o futuro, caiu 5,4 pontos, para 86,1 pontos. A disposição para comprar bens duráveis, como móveis, eletrodomésticos e outros produtos de maior valor, despencou 10 pontos, para 74,7 pontos, o menor nível desde julho de 2022.

    Confiança: menos consumo; mais pressão e riscos

    O cenário preocupa, porque o consumidor menos confiante tende a adiar compras e controlar mais os gastos. Segundo a FGV, o movimento reflete as dificuldades financeiras das famílias, marcadas por endividamento e inadimplência elevados em um ambiente de juros altos.

     Essa retração pode atingir diretamente o comércio e a indústria. Se as empresas vendem menos, começam a reduzir estoques, investimentos e, em alguns casos, custos com pessoal.

    Risco para os empregos

    O dado ganha ainda maior importância porque o mercado de trabalho brasileiro continua forte. A própria FGV ressalta, porém, que a sequência de quedas na confiança pode sinalizar uma desaceleração do consumo das famílias no segundo semestre.

     Na prática, existe o risco de uma reação em cadeia: consumidores mais cautelosos compram menos, empresas faturam menos, e negócios pressionados podem reduzir contratações ou até cortar postos de trabalho.

    O indicador, portanto, não significa que haverá uma onda imediata de demissões. Mas funciona como um sinal de alerta para a economia. Se o pessimismo persistir e o consumo perder força, a manutenção do emprego pode se tornar mais difícil nos próximos meses.


Fonte: BOUÉRI, Fábio. Confiança do consumidor cai e ameaça empregos. https://revistaoeste.com/economia/confianca-doconsumidor-cai-e-ameaca-empregos/ (adaptado).  
De acordo com o texto I, pode-se afirmar que: 
Alternativas
Q4390385 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

AS ESCOLHAS DE VIDA ORGANIZACIONAL

(1º§) M. Scott Peck escreveu o livro “O Caminho Menos Percorrido” e dedicou o Capítulo V à defesa das “Escolhas de Vida Organizacional”, focando que os seres humanos são, por natureza, criaturas sociais, e quase todas as nossas escolhas são influenciadas pelas organizações das quais fazemos parte, sejam famílias, empresas ou estruturas sociais maiores. Ele enfatizou a importância de entender como nossas decisões afetam os outros e as implicações éticas que surgem dessas decisões.

(2º§) M. Scott Peck, no Capítulo V, discute os conceitos de comunidade e civilidade, argumentando que a verdadeira comunidade envolve uma comunicação de alta qualidade entre seus membros, afastando-se da noção superficial de civilidade prevalente na sociedade. Ele define “civilidade” como um comportamento organizacional ético motivado por uma consciência das próprias ações e seu impacto sobre os outros, exigindo uma consciência que reflete tanto sobre dinâmicas pessoais quanto organizacionais.

(3º§) M. Scott Peck explora a interconectividade da vida humana, traçando paralelos com sistemas biológicos. Cada indivíduo opera dentro de muitos sistemas sobrepostos, como família e sociedade, e ele destaca que mudanças em uma parte de um sistema afetam o todo. Compreender a teoria dos sistemas é vital para navegar essas relações de forma eficaz. Ele enfatiza a distinção entre ética de código e ética de situação, onde a ética de código é rígida e inflexível, enquanto a ética de situação considera o contexto. Esse reconhecimento é essencial para tomar decisões morais, especialmente aquelas que envolvem relações humanas complexas.

(4º§) M. Scott Peck critica a ideia do individualismo extremo, sugerindo que a interdependência é a chave para a saúde pessoal e relacional. Através de exemplos de seu casamento e vida profissional, Peck ilustra como diferentes papéis nas relações requerem reconhecimento e apreciação para promover a colaboração. Ele defende que a relação entre responsabilidade, estrutura e papéis nas organizações é explorada. Peck observa que, enquanto as responsabilidades podem ser informais em pequenas organizações, as maiores necessitam de estruturas formais para garantir eficiência e eficácia, emprestando conceitos da teoria organizacional.

(5º§) M. Scott Peck discute a importância de estabelecer limites dentro das relações, reconhecendo a complexidade da vulnerabilidade. Ele enfatiza que estar aberto a riscos emocionais pode levar a conexões mais profundas, embora se deva equilibrar essa abertura com a autoproteção.

(6º§) M. Scott Peck faz uma distinção entre poder político e poder espiritual. O poder espiritual emana do ser de um indivíduo e pode influenciar os outros de forma positiva, enquanto o poder político muitas vezes se foca no controle através das estruturas organizacionais. O uso eficaz do poder é emponderar os outros em vez de dominá-los.

(7º§) M. Scott Peck afirma que esta seção reflete sobre a cultura organizacional, enfatizando que cada organização tem suas próprias normas e valores. Peck destaca a ideia do relativismo cultural e alerta contra julgamentos não fundamentados sobre outras culturas. Ele também discute a atual desintegração cultural na América, sugerindo a necessidade de novas normas funcionais.

(M. Scott Peck. In: O Caminho Menos Percorrido — Cap. 5 — Adaptado)
Marque a alternativa cuja série não apresenta todas as palavras oxítonas com ditongo nasal.
Alternativas
Q4390384 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

AS ESCOLHAS DE VIDA ORGANIZACIONAL

(1º§) M. Scott Peck escreveu o livro “O Caminho Menos Percorrido” e dedicou o Capítulo V à defesa das “Escolhas de Vida Organizacional”, focando que os seres humanos são, por natureza, criaturas sociais, e quase todas as nossas escolhas são influenciadas pelas organizações das quais fazemos parte, sejam famílias, empresas ou estruturas sociais maiores. Ele enfatizou a importância de entender como nossas decisões afetam os outros e as implicações éticas que surgem dessas decisões.

(2º§) M. Scott Peck, no Capítulo V, discute os conceitos de comunidade e civilidade, argumentando que a verdadeira comunidade envolve uma comunicação de alta qualidade entre seus membros, afastando-se da noção superficial de civilidade prevalente na sociedade. Ele define “civilidade” como um comportamento organizacional ético motivado por uma consciência das próprias ações e seu impacto sobre os outros, exigindo uma consciência que reflete tanto sobre dinâmicas pessoais quanto organizacionais.

(3º§) M. Scott Peck explora a interconectividade da vida humana, traçando paralelos com sistemas biológicos. Cada indivíduo opera dentro de muitos sistemas sobrepostos, como família e sociedade, e ele destaca que mudanças em uma parte de um sistema afetam o todo. Compreender a teoria dos sistemas é vital para navegar essas relações de forma eficaz. Ele enfatiza a distinção entre ética de código e ética de situação, onde a ética de código é rígida e inflexível, enquanto a ética de situação considera o contexto. Esse reconhecimento é essencial para tomar decisões morais, especialmente aquelas que envolvem relações humanas complexas.

(4º§) M. Scott Peck critica a ideia do individualismo extremo, sugerindo que a interdependência é a chave para a saúde pessoal e relacional. Através de exemplos de seu casamento e vida profissional, Peck ilustra como diferentes papéis nas relações requerem reconhecimento e apreciação para promover a colaboração. Ele defende que a relação entre responsabilidade, estrutura e papéis nas organizações é explorada. Peck observa que, enquanto as responsabilidades podem ser informais em pequenas organizações, as maiores necessitam de estruturas formais para garantir eficiência e eficácia, emprestando conceitos da teoria organizacional.

(5º§) M. Scott Peck discute a importância de estabelecer limites dentro das relações, reconhecendo a complexidade da vulnerabilidade. Ele enfatiza que estar aberto a riscos emocionais pode levar a conexões mais profundas, embora se deva equilibrar essa abertura com a autoproteção.

(6º§) M. Scott Peck faz uma distinção entre poder político e poder espiritual. O poder espiritual emana do ser de um indivíduo e pode influenciar os outros de forma positiva, enquanto o poder político muitas vezes se foca no controle através das estruturas organizacionais. O uso eficaz do poder é emponderar os outros em vez de dominá-los.

(7º§) M. Scott Peck afirma que esta seção reflete sobre a cultura organizacional, enfatizando que cada organização tem suas próprias normas e valores. Peck destaca a ideia do relativismo cultural e alerta contra julgamentos não fundamentados sobre outras culturas. Ele também discute a atual desintegração cultural na América, sugerindo a necessidade de novas normas funcionais.

(M. Scott Peck. In: O Caminho Menos Percorrido — Cap. 5 — Adaptado)
Marque a alternativa com a série de termos invariáveis pertencentes à mesma classe gramatical.
Alternativas
Q4390383 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

AS ESCOLHAS DE VIDA ORGANIZACIONAL

(1º§) M. Scott Peck escreveu o livro “O Caminho Menos Percorrido” e dedicou o Capítulo V à defesa das “Escolhas de Vida Organizacional”, focando que os seres humanos são, por natureza, criaturas sociais, e quase todas as nossas escolhas são influenciadas pelas organizações das quais fazemos parte, sejam famílias, empresas ou estruturas sociais maiores. Ele enfatizou a importância de entender como nossas decisões afetam os outros e as implicações éticas que surgem dessas decisões.

(2º§) M. Scott Peck, no Capítulo V, discute os conceitos de comunidade e civilidade, argumentando que a verdadeira comunidade envolve uma comunicação de alta qualidade entre seus membros, afastando-se da noção superficial de civilidade prevalente na sociedade. Ele define “civilidade” como um comportamento organizacional ético motivado por uma consciência das próprias ações e seu impacto sobre os outros, exigindo uma consciência que reflete tanto sobre dinâmicas pessoais quanto organizacionais.

(3º§) M. Scott Peck explora a interconectividade da vida humana, traçando paralelos com sistemas biológicos. Cada indivíduo opera dentro de muitos sistemas sobrepostos, como família e sociedade, e ele destaca que mudanças em uma parte de um sistema afetam o todo. Compreender a teoria dos sistemas é vital para navegar essas relações de forma eficaz. Ele enfatiza a distinção entre ética de código e ética de situação, onde a ética de código é rígida e inflexível, enquanto a ética de situação considera o contexto. Esse reconhecimento é essencial para tomar decisões morais, especialmente aquelas que envolvem relações humanas complexas.

(4º§) M. Scott Peck critica a ideia do individualismo extremo, sugerindo que a interdependência é a chave para a saúde pessoal e relacional. Através de exemplos de seu casamento e vida profissional, Peck ilustra como diferentes papéis nas relações requerem reconhecimento e apreciação para promover a colaboração. Ele defende que a relação entre responsabilidade, estrutura e papéis nas organizações é explorada. Peck observa que, enquanto as responsabilidades podem ser informais em pequenas organizações, as maiores necessitam de estruturas formais para garantir eficiência e eficácia, emprestando conceitos da teoria organizacional.

(5º§) M. Scott Peck discute a importância de estabelecer limites dentro das relações, reconhecendo a complexidade da vulnerabilidade. Ele enfatiza que estar aberto a riscos emocionais pode levar a conexões mais profundas, embora se deva equilibrar essa abertura com a autoproteção.

(6º§) M. Scott Peck faz uma distinção entre poder político e poder espiritual. O poder espiritual emana do ser de um indivíduo e pode influenciar os outros de forma positiva, enquanto o poder político muitas vezes se foca no controle através das estruturas organizacionais. O uso eficaz do poder é emponderar os outros em vez de dominá-los.

(7º§) M. Scott Peck afirma que esta seção reflete sobre a cultura organizacional, enfatizando que cada organização tem suas próprias normas e valores. Peck destaca a ideia do relativismo cultural e alerta contra julgamentos não fundamentados sobre outras culturas. Ele também discute a atual desintegração cultural na América, sugerindo a necessidade de novas normas funcionais.

(M. Scott Peck. In: O Caminho Menos Percorrido — Cap. 5 — Adaptado)
Marque a alternativa com a figura de linguagem identificada pela repetição “M. Scott Peck” no início dos parágrafos. 
Alternativas
Q4390382 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

AS ESCOLHAS DE VIDA ORGANIZACIONAL

(1º§) M. Scott Peck escreveu o livro “O Caminho Menos Percorrido” e dedicou o Capítulo V à defesa das “Escolhas de Vida Organizacional”, focando que os seres humanos são, por natureza, criaturas sociais, e quase todas as nossas escolhas são influenciadas pelas organizações das quais fazemos parte, sejam famílias, empresas ou estruturas sociais maiores. Ele enfatizou a importância de entender como nossas decisões afetam os outros e as implicações éticas que surgem dessas decisões.

(2º§) M. Scott Peck, no Capítulo V, discute os conceitos de comunidade e civilidade, argumentando que a verdadeira comunidade envolve uma comunicação de alta qualidade entre seus membros, afastando-se da noção superficial de civilidade prevalente na sociedade. Ele define “civilidade” como um comportamento organizacional ético motivado por uma consciência das próprias ações e seu impacto sobre os outros, exigindo uma consciência que reflete tanto sobre dinâmicas pessoais quanto organizacionais.

(3º§) M. Scott Peck explora a interconectividade da vida humana, traçando paralelos com sistemas biológicos. Cada indivíduo opera dentro de muitos sistemas sobrepostos, como família e sociedade, e ele destaca que mudanças em uma parte de um sistema afetam o todo. Compreender a teoria dos sistemas é vital para navegar essas relações de forma eficaz. Ele enfatiza a distinção entre ética de código e ética de situação, onde a ética de código é rígida e inflexível, enquanto a ética de situação considera o contexto. Esse reconhecimento é essencial para tomar decisões morais, especialmente aquelas que envolvem relações humanas complexas.

(4º§) M. Scott Peck critica a ideia do individualismo extremo, sugerindo que a interdependência é a chave para a saúde pessoal e relacional. Através de exemplos de seu casamento e vida profissional, Peck ilustra como diferentes papéis nas relações requerem reconhecimento e apreciação para promover a colaboração. Ele defende que a relação entre responsabilidade, estrutura e papéis nas organizações é explorada. Peck observa que, enquanto as responsabilidades podem ser informais em pequenas organizações, as maiores necessitam de estruturas formais para garantir eficiência e eficácia, emprestando conceitos da teoria organizacional.

(5º§) M. Scott Peck discute a importância de estabelecer limites dentro das relações, reconhecendo a complexidade da vulnerabilidade. Ele enfatiza que estar aberto a riscos emocionais pode levar a conexões mais profundas, embora se deva equilibrar essa abertura com a autoproteção.

(6º§) M. Scott Peck faz uma distinção entre poder político e poder espiritual. O poder espiritual emana do ser de um indivíduo e pode influenciar os outros de forma positiva, enquanto o poder político muitas vezes se foca no controle através das estruturas organizacionais. O uso eficaz do poder é emponderar os outros em vez de dominá-los.

(7º§) M. Scott Peck afirma que esta seção reflete sobre a cultura organizacional, enfatizando que cada organização tem suas próprias normas e valores. Peck destaca a ideia do relativismo cultural e alerta contra julgamentos não fundamentados sobre outras culturas. Ele também discute a atual desintegração cultural na América, sugerindo a necessidade de novas normas funcionais.

(M. Scott Peck. In: O Caminho Menos Percorrido — Cap. 5 — Adaptado)
“As funções da linguagem centram-se na intenção do emissor da mensagem.

Logo, são diferentes objetivos comunicativos que os textos possuem para atingir a intenção do falante. Elas se dividem em seis tipos: 1. Emotiva ou expressiva. 2. Poética ou artística. 3. Apelativa ou conativa. 4. Fática ou de contato. 5. Referencial ou denotativa. 6. Metalinguística ou metalinguagem”. (...)

(https://brasilescola.uol.com.br/gramatica/funcoes-linguagem.htm)

Com base nas informações teóricas enunciadas, analise o trecho seguinte e marque a alternativa que identifica a função da linguagem que nele predomina.

“Peck observa que, enquanto as responsabilidades podem ser informais em pequenas organizações, as maiores necessitam de estruturas formais para garantir eficiência e eficácia, emprestando conceitos da teoria organizacional”.
Alternativas
Q4390381 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

AS ESCOLHAS DE VIDA ORGANIZACIONAL

(1º§) M. Scott Peck escreveu o livro “O Caminho Menos Percorrido” e dedicou o Capítulo V à defesa das “Escolhas de Vida Organizacional”, focando que os seres humanos são, por natureza, criaturas sociais, e quase todas as nossas escolhas são influenciadas pelas organizações das quais fazemos parte, sejam famílias, empresas ou estruturas sociais maiores. Ele enfatizou a importância de entender como nossas decisões afetam os outros e as implicações éticas que surgem dessas decisões.

(2º§) M. Scott Peck, no Capítulo V, discute os conceitos de comunidade e civilidade, argumentando que a verdadeira comunidade envolve uma comunicação de alta qualidade entre seus membros, afastando-se da noção superficial de civilidade prevalente na sociedade. Ele define “civilidade” como um comportamento organizacional ético motivado por uma consciência das próprias ações e seu impacto sobre os outros, exigindo uma consciência que reflete tanto sobre dinâmicas pessoais quanto organizacionais.

(3º§) M. Scott Peck explora a interconectividade da vida humana, traçando paralelos com sistemas biológicos. Cada indivíduo opera dentro de muitos sistemas sobrepostos, como família e sociedade, e ele destaca que mudanças em uma parte de um sistema afetam o todo. Compreender a teoria dos sistemas é vital para navegar essas relações de forma eficaz. Ele enfatiza a distinção entre ética de código e ética de situação, onde a ética de código é rígida e inflexível, enquanto a ética de situação considera o contexto. Esse reconhecimento é essencial para tomar decisões morais, especialmente aquelas que envolvem relações humanas complexas.

(4º§) M. Scott Peck critica a ideia do individualismo extremo, sugerindo que a interdependência é a chave para a saúde pessoal e relacional. Através de exemplos de seu casamento e vida profissional, Peck ilustra como diferentes papéis nas relações requerem reconhecimento e apreciação para promover a colaboração. Ele defende que a relação entre responsabilidade, estrutura e papéis nas organizações é explorada. Peck observa que, enquanto as responsabilidades podem ser informais em pequenas organizações, as maiores necessitam de estruturas formais para garantir eficiência e eficácia, emprestando conceitos da teoria organizacional.

(5º§) M. Scott Peck discute a importância de estabelecer limites dentro das relações, reconhecendo a complexidade da vulnerabilidade. Ele enfatiza que estar aberto a riscos emocionais pode levar a conexões mais profundas, embora se deva equilibrar essa abertura com a autoproteção.

(6º§) M. Scott Peck faz uma distinção entre poder político e poder espiritual. O poder espiritual emana do ser de um indivíduo e pode influenciar os outros de forma positiva, enquanto o poder político muitas vezes se foca no controle através das estruturas organizacionais. O uso eficaz do poder é emponderar os outros em vez de dominá-los.

(7º§) M. Scott Peck afirma que esta seção reflete sobre a cultura organizacional, enfatizando que cada organização tem suas próprias normas e valores. Peck destaca a ideia do relativismo cultural e alerta contra julgamentos não fundamentados sobre outras culturas. Ele também discute a atual desintegração cultural na América, sugerindo a necessidade de novas normas funcionais.

(M. Scott Peck. In: O Caminho Menos Percorrido — Cap. 5 — Adaptado)
Sobre os componentes textuais, analise as assertivas seguintes:

I. A crase do trecho: “e dedicou o capítulo V à defesa das ‘Escolhas de Vida Organizacional’” — é imposta pela regência verbal.
II. No trecho: “As escolhas de vida organizacional” — temos exemplo de concordância nominal no feminino plural (as escolhas) e no singular (organizacional); a expressão “criaturas sociais” é formada por substantivo sobrecomum e adjetivo uniforme, exemplificando concordância nominal no plural.
III. O verbo da expressão “focando que” está na forma nominal do gerúndio seguido de conjunção subordinativa integrante.
IV. O adjetivo “sobrepostos” conduz o leitor à ideia de elementos que estão colocados uns por cima dos outros.

Marque a alternativa com a série correta.
Alternativas
Q4390080 Português

Considere o parágrafo a seguir:



O conhecimento ______ respeito da Inteligência Artificial vem crescendo _________ medida que avançam os estudos _______ que se dedicamb_______ que se dispõem a descrever e analisar o modo de funcionamento dessa ferramenta tecnológica.


De acordo com a norma-padrão, as lacunas devem ser preenchidas, correta e respectivamente, com:


Alternativas
Q4390079 Português
A colocação pronominal está em conformidade com a norma-padrão em:
Alternativas
Q4390078 Português
     Há coisa de duas semanas, circulou a notícia de que dois modelos de inteligência artificial de uma empresa saíram de controle e invadiram arquivos de uma concorrente. Como o desvio foi rapidamente identificado e não sucedeu nada de mais sério, ninguém parece ter ficado muito preocupado. O fato foi recebido como “parte da rotina”. Nas big techs, os mandachuvas deram de ombros e tocaram adiante.

      Talvez o improvável leitor queira mais detalhes do ocorrido. É legítimo. Vamos lá. No dia 21 de julho, durante um teste de cibersegurança interno em uma empresa de pesquisa e tecnologia em inteligência artificial, dois desses seres de silício, tecnicamente dotados de um módico poder de raciocínio, escapuliram pela internet e entraram clandestinamente no sistema de outro gigante do setor. A organização invadida, percebendo movimentos estranhos em seus domínios privativos e fechados, chamou a polícia. Logo depois, o imbróglio se resolveu sem maiores danos.

     Pequenos episódios anteriores, que já deveriam ter feito soar o alarme, também foram recebidos com indiferença. Em março de 2023, ganhou repercussão a traquinagem do robô virtual que entrou nas redes, fez contato com uma pessoa e pediu que ela o ajudasse a preencher um captcha (aquela verificação chata e enervante, inventada exatamente para barrar a ação de robôs, que nos obriga a ler números e letras de uma imagem toda torta e depois digitá-los num campo em branco). A pessoa abordada achou aquilo esquisito, desconfiou e perguntou: “Ei, mas você é um robô?”. Então, o sintético larápio mentiu, disse que era apenas um deficiente visual, e conseguiu o que queria.


(Eugenio Bucci. “O motim das máquinas”, 09.08.2026.
Disponível em: https://www.estadao.com.br/. Adaptado)
A expressão destacada está empregada em sentido figurado em:
Alternativas
Q4390077 Português
     Há coisa de duas semanas, circulou a notícia de que dois modelos de inteligência artificial de uma empresa saíram de controle e invadiram arquivos de uma concorrente. Como o desvio foi rapidamente identificado e não sucedeu nada de mais sério, ninguém parece ter ficado muito preocupado. O fato foi recebido como “parte da rotina”. Nas big techs, os mandachuvas deram de ombros e tocaram adiante.

      Talvez o improvável leitor queira mais detalhes do ocorrido. É legítimo. Vamos lá. No dia 21 de julho, durante um teste de cibersegurança interno em uma empresa de pesquisa e tecnologia em inteligência artificial, dois desses seres de silício, tecnicamente dotados de um módico poder de raciocínio, escapuliram pela internet e entraram clandestinamente no sistema de outro gigante do setor. A organização invadida, percebendo movimentos estranhos em seus domínios privativos e fechados, chamou a polícia. Logo depois, o imbróglio se resolveu sem maiores danos.

     Pequenos episódios anteriores, que já deveriam ter feito soar o alarme, também foram recebidos com indiferença. Em março de 2023, ganhou repercussão a traquinagem do robô virtual que entrou nas redes, fez contato com uma pessoa e pediu que ela o ajudasse a preencher um captcha (aquela verificação chata e enervante, inventada exatamente para barrar a ação de robôs, que nos obriga a ler números e letras de uma imagem toda torta e depois digitá-los num campo em branco). A pessoa abordada achou aquilo esquisito, desconfiou e perguntou: “Ei, mas você é um robô?”. Então, o sintético larápio mentiu, disse que era apenas um deficiente visual, e conseguiu o que queria.


(Eugenio Bucci. “O motim das máquinas”, 09.08.2026.
Disponível em: https://www.estadao.com.br/. Adaptado)
No 2º parágrafo do texto, a expressão “dois desses seres de silício” refere-se aos
Alternativas
Q4390076 Português
     Há coisa de duas semanas, circulou a notícia de que dois modelos de inteligência artificial de uma empresa saíram de controle e invadiram arquivos de uma concorrente. Como o desvio foi rapidamente identificado e não sucedeu nada de mais sério, ninguém parece ter ficado muito preocupado. O fato foi recebido como “parte da rotina”. Nas big techs, os mandachuvas deram de ombros e tocaram adiante.

      Talvez o improvável leitor queira mais detalhes do ocorrido. É legítimo. Vamos lá. No dia 21 de julho, durante um teste de cibersegurança interno em uma empresa de pesquisa e tecnologia em inteligência artificial, dois desses seres de silício, tecnicamente dotados de um módico poder de raciocínio, escapuliram pela internet e entraram clandestinamente no sistema de outro gigante do setor. A organização invadida, percebendo movimentos estranhos em seus domínios privativos e fechados, chamou a polícia. Logo depois, o imbróglio se resolveu sem maiores danos.

     Pequenos episódios anteriores, que já deveriam ter feito soar o alarme, também foram recebidos com indiferença. Em março de 2023, ganhou repercussão a traquinagem do robô virtual que entrou nas redes, fez contato com uma pessoa e pediu que ela o ajudasse a preencher um captcha (aquela verificação chata e enervante, inventada exatamente para barrar a ação de robôs, que nos obriga a ler números e letras de uma imagem toda torta e depois digitá-los num campo em branco). A pessoa abordada achou aquilo esquisito, desconfiou e perguntou: “Ei, mas você é um robô?”. Então, o sintético larápio mentiu, disse que era apenas um deficiente visual, e conseguiu o que queria.


(Eugenio Bucci. “O motim das máquinas”, 09.08.2026.
Disponível em: https://www.estadao.com.br/. Adaptado)
 A opinião do autor em relação às ocorrências de falta de controle do ser humano sobre a inteligência artificial está explícita na passagem: 
Alternativas
Q4390075 Português
As concordâncias verbal e nominal estão em conformidade com a norma-padrão em:
Alternativas
Q4390074 Português
 Desde os primórdios, os seres humanos investigam e buscam conhecer a natureza ‒ gesto inevitável e indispensável, e no qual empregamos cada vez mais os métodos científicos. O problema reside na separação brutal entre humanidade e natureza, princípio de inúmeras correntes técnicas, científicas e ideológicas. A voracidade da acumulação capitalista impeliu ainda mais as sociedades humanas a subjugarem a natureza, que foi transformada numa fonte de recursos “inesgotável”, o que não é sustentável.

       Além disso, não podemos ignorar que nem a ciência nem as tecnologias que dela derivam são inerentemente positivas. Direta ou indiretamente, muitas de suas aplicações podem ser nocivas à humanidade. Por exemplo, o estudo científico da radiatividade levou à fabricação de bombas atômicas, causando arrependimento nos próprios promotores da energia nuclear. As tecnologias agrárias baseadas no reducionismo da monocultura provocaram a perda de biodiversidade. A lista pode alongar-se, até porque grande parte dos avanços científicos foi resultado de pesquisas com fins militares e só em um momento posterior se estenderam ao uso civil. Semelhantes aplicações da ciência são questionáveis.

   Recentemente, a promoção de energias alternativas que nos ajudam a superar a dependência dos combustíveis fósseis ‒ uma meta louvável ‒ se dá ao custo de uma crescente e destruidora demanda por outros recursos. É o caso do lítio e de outros minerais, cuja exploração, embora essencial para produzir as baterias empregadas nos veículos elétricos, amplia os impactos nocivos da mineração.


(Alberto Acosta. O bem viver, 2026. Adaptado)
Sem prejuízo ao sentido original e em conformidade com a norma-padrão de concordância verbal, em “É o caso do lítio e de outros minerais, cuja exploração, embora essencial para produzir as baterias...” (3º parágrafo), o trecho destacado pode ser substituído por:
Alternativas
Q4390073 Português
 Desde os primórdios, os seres humanos investigam e buscam conhecer a natureza ‒ gesto inevitável e indispensável, e no qual empregamos cada vez mais os métodos científicos. O problema reside na separação brutal entre humanidade e natureza, princípio de inúmeras correntes técnicas, científicas e ideológicas. A voracidade da acumulação capitalista impeliu ainda mais as sociedades humanas a subjugarem a natureza, que foi transformada numa fonte de recursos “inesgotável”, o que não é sustentável.

       Além disso, não podemos ignorar que nem a ciência nem as tecnologias que dela derivam são inerentemente positivas. Direta ou indiretamente, muitas de suas aplicações podem ser nocivas à humanidade. Por exemplo, o estudo científico da radiatividade levou à fabricação de bombas atômicas, causando arrependimento nos próprios promotores da energia nuclear. As tecnologias agrárias baseadas no reducionismo da monocultura provocaram a perda de biodiversidade. A lista pode alongar-se, até porque grande parte dos avanços científicos foi resultado de pesquisas com fins militares e só em um momento posterior se estenderam ao uso civil. Semelhantes aplicações da ciência são questionáveis.

   Recentemente, a promoção de energias alternativas que nos ajudam a superar a dependência dos combustíveis fósseis ‒ uma meta louvável ‒ se dá ao custo de uma crescente e destruidora demanda por outros recursos. É o caso do lítio e de outros minerais, cuja exploração, embora essencial para produzir as baterias empregadas nos veículos elétricos, amplia os impactos nocivos da mineração.


(Alberto Acosta. O bem viver, 2026. Adaptado)
No fragmento do 1º parágrafo “A voracidade da acumulação capitalista impeliu ainda mais as sociedades humanas a subjugarem a natureza...”, os termos destacados significam, respectivamente:
Alternativas
Respostas
601: A
602: C
603: C
604: D
605: A
606: B
607: D
608: B
609: D
610: D
611: A
612: C
613: A
614: D
615: A
616: A
617: C
618: C
619: A
620: E