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Questões de Concurso Sobre português

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Foram encontradas 251.782 questões

Q4242077 Português
Leia o texto para responder à próxima questão.

Pra me conquistar... (Martha Medeiros).

Pra me conquistar
basta dizer tudo aquilo
que nunca ouvi de ninguém,
vestir como homem e não como gay,
me tocar sem medo, sem segredo,
entrar e sair da rotina sem que eu note,
me levar para lugares exóticos
e lugares comuns.
Saber ficar em silêncio e assim me dizer tudo;
gostar de rock como eu gosto
e de coisas que eu não gosto;
compreender a vida como é
e buscar o outro lado,
saber a hora exata de ficar
e ir embora
mas não vá…
Ainda no texto, o período “mas não vá...”, é uma oração: 
Alternativas
Q4242076 Português
Leia o texto para responder à próxima questão.

Pra me conquistar... (Martha Medeiros).

Pra me conquistar
basta dizer tudo aquilo
que nunca ouvi de ninguém,
vestir como homem e não como gay,
me tocar sem medo, sem segredo,
entrar e sair da rotina sem que eu note,
me levar para lugares exóticos
e lugares comuns.
Saber ficar em silêncio e assim me dizer tudo;
gostar de rock como eu gosto
e de coisas que eu não gosto;
compreender a vida como é
e buscar o outro lado,
saber a hora exata de ficar
e ir embora
mas não vá…
Referindo-se a encontros vocálicos, as palavras do texto, (sair, silêncio, compreender), são respectivamente: 
Alternativas
Q4242075 Português
Leia o texto para responder à próxima questão.

Pra me conquistar... (Martha Medeiros).

Pra me conquistar
basta dizer tudo aquilo
que nunca ouvi de ninguém,
vestir como homem e não como gay,
me tocar sem medo, sem segredo,
entrar e sair da rotina sem que eu note,
me levar para lugares exóticos
e lugares comuns.
Saber ficar em silêncio e assim me dizer tudo;
gostar de rock como eu gosto
e de coisas que eu não gosto;
compreender a vida como é
e buscar o outro lado,
saber a hora exata de ficar
e ir embora
mas não vá…
Analise o texto e identifique a alternativa errada.
Alternativas
Q4241870 Português

Texto para o item.



Por que tantas indústrias estão trocando

as capitais pelo interior do Brasil


    Entre os estados com maior número de empregos na indústria de transformação, São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Ceará e Bahia tiveram os movimentos de interiorização mais significativos nas últimas quatro décadas, com movimentos mais leves em Santa Catarina e Paraná, revela estudo recém‑publicado pelo Núcleo de Economia Regional e Urbana da Universidade de São Paulo (Nereus/USP), de autoria dos economistas Paulo Morceiro e Milene Tessarin. Morceiro e Tessarin utilizaram dados da Relação Anual de Informações Sociais (Rais) do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) para analisar o peso da indústria no emprego formal total do Brasil. Eles traçaram um retrato inédito da contribuição das diferentes esferas geográficas na desindustrialização do Brasil, com uma série de dados longa e contínua, de 1985 a 2022 – e confirmaram com números uma “neoindustrialização” do país puxada pelas cidades do interior.


    Os dados mostram, por exemplo, que cresceu a representatividade dos estados do Centro‑Oeste na produção industrial, puxada pelo agronegócio, enquanto três regiões metropolitanas com forte tradição no setor (São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre) foram responsáveis sozinhas por 70% da desindustrialização que o Brasil sofreu nas últimas décadas. Segundo Morceiro, parte desse fenômeno é explicado por uma crescente concentração populacional e sobrecarga da infraestrutura de áreas urbanas, que eleva os custos operacionais das indústrias, criando desvantagens que superaram os benefícios de se estar em áreas densamente ocupadas. Isso levou a uma “fuga de indústrias” para regiões menos concorridas.


    “Terrenos e galpões industriais ficam muito caros, o custo de mão de obra cresce muito, tem que pagar aluguel mais caro, a comida fora de casa é mais cara para o trabalhador, que demora mais tempo para chegar à fábrica devido aos congestionamentos”, exemplifica Morceiro, um dos principais estudiosos da indústria e da desindustrialização no Brasil. “O pessoal se organiza muito mais fácil, então os sindicatos são mais fortes. Tudo isso é custo para a empresa”, diz ele.


    Nesse cenário, setores como o automobilístico, antes muito concentrado no ABC Paulista – polo industrial tradicional da Região Metropolitana de São Paulo –, agora florescem em outras partes do Brasil.


Internet: (com adaptações).



A respeito dos aspectos linguísticos e do vocabulário empregado no texto, julgue o item seguinte.

O trecho “Entre os estados com maior número de empregos na indústria de transformação, São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Ceará e Bahia tiveram os movimentos de interiorização mais significativos nas últimas quatro décadas,” poderia ser reescrito, preservando‑se a correção gramatical e as ideias originais do texto, da seguinte forma: Entre os estados com maior número de empregos na indústria de transformação, os que tiveram, nas últimas quatro décadas, movimentos de interiorização mais significativos foram: São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Ceará e Bahia.
Alternativas
Q4241867 Português

Texto para o item.



Por que tantas indústrias estão trocando

as capitais pelo interior do Brasil


    Entre os estados com maior número de empregos na indústria de transformação, São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Ceará e Bahia tiveram os movimentos de interiorização mais significativos nas últimas quatro décadas, com movimentos mais leves em Santa Catarina e Paraná, revela estudo recém‑publicado pelo Núcleo de Economia Regional e Urbana da Universidade de São Paulo (Nereus/USP), de autoria dos economistas Paulo Morceiro e Milene Tessarin. Morceiro e Tessarin utilizaram dados da Relação Anual de Informações Sociais (Rais) do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) para analisar o peso da indústria no emprego formal total do Brasil. Eles traçaram um retrato inédito da contribuição das diferentes esferas geográficas na desindustrialização do Brasil, com uma série de dados longa e contínua, de 1985 a 2022 – e confirmaram com números uma “neoindustrialização” do país puxada pelas cidades do interior.


    Os dados mostram, por exemplo, que cresceu a representatividade dos estados do Centro‑Oeste na produção industrial, puxada pelo agronegócio, enquanto três regiões metropolitanas com forte tradição no setor (São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre) foram responsáveis sozinhas por 70% da desindustrialização que o Brasil sofreu nas últimas décadas. Segundo Morceiro, parte desse fenômeno é explicado por uma crescente concentração populacional e sobrecarga da infraestrutura de áreas urbanas, que eleva os custos operacionais das indústrias, criando desvantagens que superaram os benefícios de se estar em áreas densamente ocupadas. Isso levou a uma “fuga de indústrias” para regiões menos concorridas.


    “Terrenos e galpões industriais ficam muito caros, o custo de mão de obra cresce muito, tem que pagar aluguel mais caro, a comida fora de casa é mais cara para o trabalhador, que demora mais tempo para chegar à fábrica devido aos congestionamentos”, exemplifica Morceiro, um dos principais estudiosos da indústria e da desindustrialização no Brasil. “O pessoal se organiza muito mais fácil, então os sindicatos são mais fortes. Tudo isso é custo para a empresa”, diz ele.


    Nesse cenário, setores como o automobilístico, antes muito concentrado no ABC Paulista – polo industrial tradicional da Região Metropolitana de São Paulo –, agora florescem em outras partes do Brasil.


Internet: (com adaptações).



A respeito dos aspectos linguísticos e do vocabulário empregado no texto, julgue o item seguinte.

Com intuito de conferir maior formalidade ao texto, o trecho “puxada pelo agronegócio” poderia ser substituído por impulsionada pelo agronegócio, sem prejuízo da coerência textual ou da adequação gramatical do texto.
Alternativas
Q4241866 Português

Texto para o item.



Por que tantas indústrias estão trocando

as capitais pelo interior do Brasil


    Entre os estados com maior número de empregos na indústria de transformação, São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Ceará e Bahia tiveram os movimentos de interiorização mais significativos nas últimas quatro décadas, com movimentos mais leves em Santa Catarina e Paraná, revela estudo recém‑publicado pelo Núcleo de Economia Regional e Urbana da Universidade de São Paulo (Nereus/USP), de autoria dos economistas Paulo Morceiro e Milene Tessarin. Morceiro e Tessarin utilizaram dados da Relação Anual de Informações Sociais (Rais) do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) para analisar o peso da indústria no emprego formal total do Brasil. Eles traçaram um retrato inédito da contribuição das diferentes esferas geográficas na desindustrialização do Brasil, com uma série de dados longa e contínua, de 1985 a 2022 – e confirmaram com números uma “neoindustrialização” do país puxada pelas cidades do interior.


    Os dados mostram, por exemplo, que cresceu a representatividade dos estados do Centro‑Oeste na produção industrial, puxada pelo agronegócio, enquanto três regiões metropolitanas com forte tradição no setor (São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre) foram responsáveis sozinhas por 70% da desindustrialização que o Brasil sofreu nas últimas décadas. Segundo Morceiro, parte desse fenômeno é explicado por uma crescente concentração populacional e sobrecarga da infraestrutura de áreas urbanas, que eleva os custos operacionais das indústrias, criando desvantagens que superaram os benefícios de se estar em áreas densamente ocupadas. Isso levou a uma “fuga de indústrias” para regiões menos concorridas.


    “Terrenos e galpões industriais ficam muito caros, o custo de mão de obra cresce muito, tem que pagar aluguel mais caro, a comida fora de casa é mais cara para o trabalhador, que demora mais tempo para chegar à fábrica devido aos congestionamentos”, exemplifica Morceiro, um dos principais estudiosos da indústria e da desindustrialização no Brasil. “O pessoal se organiza muito mais fácil, então os sindicatos são mais fortes. Tudo isso é custo para a empresa”, diz ele.


    Nesse cenário, setores como o automobilístico, antes muito concentrado no ABC Paulista – polo industrial tradicional da Região Metropolitana de São Paulo –, agora florescem em outras partes do Brasil.


Internet: (com adaptações).



A respeito dos aspectos linguísticos e do vocabulário empregado no texto, julgue o item seguinte.

Em “Segundo Morceiro, parte desse fenômeno é explicado por uma crescente concentração populacional e sobrecarga da infraestrutura de áreas urbanas, que eleva os custos operacionais das indústrias, criando desvantagens que superaram os benefícios de se estar em áreas densamente ocupadas.”, a oração reduzida introduz uma ideia de finalidade.
Alternativas
Q4241863 Português

Texto para o item.



Por que tantas indústrias estão trocando

as capitais pelo interior do Brasil


    Entre os estados com maior número de empregos na indústria de transformação, São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Ceará e Bahia tiveram os movimentos de interiorização mais significativos nas últimas quatro décadas, com movimentos mais leves em Santa Catarina e Paraná, revela estudo recém‑publicado pelo Núcleo de Economia Regional e Urbana da Universidade de São Paulo (Nereus/USP), de autoria dos economistas Paulo Morceiro e Milene Tessarin. Morceiro e Tessarin utilizaram dados da Relação Anual de Informações Sociais (Rais) do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) para analisar o peso da indústria no emprego formal total do Brasil. Eles traçaram um retrato inédito da contribuição das diferentes esferas geográficas na desindustrialização do Brasil, com uma série de dados longa e contínua, de 1985 a 2022 – e confirmaram com números uma “neoindustrialização” do país puxada pelas cidades do interior.


    Os dados mostram, por exemplo, que cresceu a representatividade dos estados do Centro‑Oeste na produção industrial, puxada pelo agronegócio, enquanto três regiões metropolitanas com forte tradição no setor (São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre) foram responsáveis sozinhas por 70% da desindustrialização que o Brasil sofreu nas últimas décadas. Segundo Morceiro, parte desse fenômeno é explicado por uma crescente concentração populacional e sobrecarga da infraestrutura de áreas urbanas, que eleva os custos operacionais das indústrias, criando desvantagens que superaram os benefícios de se estar em áreas densamente ocupadas. Isso levou a uma “fuga de indústrias” para regiões menos concorridas.


    “Terrenos e galpões industriais ficam muito caros, o custo de mão de obra cresce muito, tem que pagar aluguel mais caro, a comida fora de casa é mais cara para o trabalhador, que demora mais tempo para chegar à fábrica devido aos congestionamentos”, exemplifica Morceiro, um dos principais estudiosos da indústria e da desindustrialização no Brasil. “O pessoal se organiza muito mais fácil, então os sindicatos são mais fortes. Tudo isso é custo para a empresa”, diz ele.


    Nesse cenário, setores como o automobilístico, antes muito concentrado no ABC Paulista – polo industrial tradicional da Região Metropolitana de São Paulo –, agora florescem em outras partes do Brasil.


Internet: (com adaptações).



A respeito dos aspectos linguísticos e do vocabulário empregado no texto, julgue o item seguinte.

No trecho “que demora mais tempo para chegar à fábrica devido aos congestionamentos”, caso a palavra “fábrica” fosse substituída por indústrias, a crase deveria ser mantida e seria necessário adequar a concordância, a fim de se preservar a correção gramatical.
Alternativas
Q4241862 Português

Texto para o item.



Por que tantas indústrias estão trocando

as capitais pelo interior do Brasil


    Entre os estados com maior número de empregos na indústria de transformação, São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Ceará e Bahia tiveram os movimentos de interiorização mais significativos nas últimas quatro décadas, com movimentos mais leves em Santa Catarina e Paraná, revela estudo recém‑publicado pelo Núcleo de Economia Regional e Urbana da Universidade de São Paulo (Nereus/USP), de autoria dos economistas Paulo Morceiro e Milene Tessarin. Morceiro e Tessarin utilizaram dados da Relação Anual de Informações Sociais (Rais) do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) para analisar o peso da indústria no emprego formal total do Brasil. Eles traçaram um retrato inédito da contribuição das diferentes esferas geográficas na desindustrialização do Brasil, com uma série de dados longa e contínua, de 1985 a 2022 – e confirmaram com números uma “neoindustrialização” do país puxada pelas cidades do interior.


    Os dados mostram, por exemplo, que cresceu a representatividade dos estados do Centro‑Oeste na produção industrial, puxada pelo agronegócio, enquanto três regiões metropolitanas com forte tradição no setor (São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre) foram responsáveis sozinhas por 70% da desindustrialização que o Brasil sofreu nas últimas décadas. Segundo Morceiro, parte desse fenômeno é explicado por uma crescente concentração populacional e sobrecarga da infraestrutura de áreas urbanas, que eleva os custos operacionais das indústrias, criando desvantagens que superaram os benefícios de se estar em áreas densamente ocupadas. Isso levou a uma “fuga de indústrias” para regiões menos concorridas.


    “Terrenos e galpões industriais ficam muito caros, o custo de mão de obra cresce muito, tem que pagar aluguel mais caro, a comida fora de casa é mais cara para o trabalhador, que demora mais tempo para chegar à fábrica devido aos congestionamentos”, exemplifica Morceiro, um dos principais estudiosos da indústria e da desindustrialização no Brasil. “O pessoal se organiza muito mais fácil, então os sindicatos são mais fortes. Tudo isso é custo para a empresa”, diz ele.


    Nesse cenário, setores como o automobilístico, antes muito concentrado no ABC Paulista – polo industrial tradicional da Região Metropolitana de São Paulo –, agora florescem em outras partes do Brasil.


Internet: (com adaptações).



A respeito dos aspectos linguísticos e do vocabulário empregado no texto, julgue o item seguinte.

Seriam mantidos o sentido original e a correção gramatical do texto, caso a vírgula fosse retirada após ‘trabalhador’, em “‘a comida fora de casa é mais cara para o trabalhador, que demora mais tempo para chegar à fábrica devido aos congestionamentos’”.
Alternativas
Q4241856 Português

Texto para o item.



Por que tantas indústrias estão trocando

as capitais pelo interior do Brasil


    Entre os estados com maior número de empregos na indústria de transformação, São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Ceará e Bahia tiveram os movimentos de interiorização mais significativos nas últimas quatro décadas, com movimentos mais leves em Santa Catarina e Paraná, revela estudo recém‑publicado pelo Núcleo de Economia Regional e Urbana da Universidade de São Paulo (Nereus/USP), de autoria dos economistas Paulo Morceiro e Milene Tessarin. Morceiro e Tessarin utilizaram dados da Relação Anual de Informações Sociais (Rais) do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) para analisar o peso da indústria no emprego formal total do Brasil. Eles traçaram um retrato inédito da contribuição das diferentes esferas geográficas na desindustrialização do Brasil, com uma série de dados longa e contínua, de 1985 a 2022 – e confirmaram com números uma “neoindustrialização” do país puxada pelas cidades do interior.


    Os dados mostram, por exemplo, que cresceu a representatividade dos estados do Centro‑Oeste na produção industrial, puxada pelo agronegócio, enquanto três regiões metropolitanas com forte tradição no setor (São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre) foram responsáveis sozinhas por 70% da desindustrialização que o Brasil sofreu nas últimas décadas. Segundo Morceiro, parte desse fenômeno é explicado por uma crescente concentração populacional e sobrecarga da infraestrutura de áreas urbanas, que eleva os custos operacionais das indústrias, criando desvantagens que superaram os benefícios de se estar em áreas densamente ocupadas. Isso levou a uma “fuga de indústrias” para regiões menos concorridas.


    “Terrenos e galpões industriais ficam muito caros, o custo de mão de obra cresce muito, tem que pagar aluguel mais caro, a comida fora de casa é mais cara para o trabalhador, que demora mais tempo para chegar à fábrica devido aos congestionamentos”, exemplifica Morceiro, um dos principais estudiosos da indústria e da desindustrialização no Brasil. “O pessoal se organiza muito mais fácil, então os sindicatos são mais fortes. Tudo isso é custo para a empresa”, diz ele.


    Nesse cenário, setores como o automobilístico, antes muito concentrado no ABC Paulista – polo industrial tradicional da Região Metropolitana de São Paulo –, agora florescem em outras partes do Brasil.


Internet: (com adaptações).



Em relação às ideias do texto, julgue o item a seguir.

De acordo com o texto, o setor automobilístico perdeu espaço para o agronegócio na indústria nacional.
Alternativas
Q4241269 Português
 A informação, um bem precioso: por que cuidar dos dados pessoais

A informação continua sendo um bem muito precioso. Mas você sabia que a forma de lidar com a informação, principalmente a que diz respeito ao indivíduo, tem exigido bastante transformações, mundo afora e aqui no Brasil? Pois é, as pessoas estão, cada vez mais, buscando maior controle sobre seus dados. Preservar conteúdos privados não é mais uma opção, tornou-se um compromisso inadiável: tanto do cidadão consigo mesmo, como do governo e das empresas que se relacionam com esses dados e que precisam escutar o clamor das pessoas, se não quiserem ficar para trás.

Provavelmente você concorda que é indispensável cuidar dos seus dados e dos dados das demais pessoas. Então é hora de conhecer ainda mais sobre a LGPD: a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais é a mudança mais importante no que se refere à privacidade de dados no Brasil. Aprovada em agosto de 2018, a lei já circula por aí e, como se pode perceber, não veio "para inglês ver", mas para auxiliar o Brasil a evoluir, de fato, no tema, gerando impactos positivos na vida de milhões de brasileiros.

Mas, afinal, o que é um dado pessoal? É simples: se uma informação permite identificar, direta ou indiretamente, um indivíduo que esteja vivo, então ela é considerada um dado pessoal, como nome, RG, CPF, gênero, data e local de nascimento, telefone, endereço residencial, localização via GPS, retrato em fotografia, prontuário de saúde, cartão bancário, renda, histórico de pagamentos, hábitos de consumo, preferências de lazer, endereço de IP e cookies, entre outros.



SERPRO. O que são dados pessoais? Portal LGPD. Brasília, DF: Serpro, [2023]. Disponível em: https://www.serpro.gov.br/lgpd/menu/protecao-de-dados/dados-pessoais-lgpd. Acesso em: 9 jul. 2026. (Texto adaptado.)
Considere o trecho: "as empresas... precisam escutar o clamor das pessoas, se não quiserem ficar para trás". Assinale  a reescrita que preserva a relação de condição e consequência entre as ideias e respeita a norma-padrão.
Alternativas
Q4241268 Português
 A informação, um bem precioso: por que cuidar dos dados pessoais

A informação continua sendo um bem muito precioso. Mas você sabia que a forma de lidar com a informação, principalmente a que diz respeito ao indivíduo, tem exigido bastante transformações, mundo afora e aqui no Brasil? Pois é, as pessoas estão, cada vez mais, buscando maior controle sobre seus dados. Preservar conteúdos privados não é mais uma opção, tornou-se um compromisso inadiável: tanto do cidadão consigo mesmo, como do governo e das empresas que se relacionam com esses dados e que precisam escutar o clamor das pessoas, se não quiserem ficar para trás.

Provavelmente você concorda que é indispensável cuidar dos seus dados e dos dados das demais pessoas. Então é hora de conhecer ainda mais sobre a LGPD: a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais é a mudança mais importante no que se refere à privacidade de dados no Brasil. Aprovada em agosto de 2018, a lei já circula por aí e, como se pode perceber, não veio "para inglês ver", mas para auxiliar o Brasil a evoluir, de fato, no tema, gerando impactos positivos na vida de milhões de brasileiros.

Mas, afinal, o que é um dado pessoal? É simples: se uma informação permite identificar, direta ou indiretamente, um indivíduo que esteja vivo, então ela é considerada um dado pessoal, como nome, RG, CPF, gênero, data e local de nascimento, telefone, endereço residencial, localização via GPS, retrato em fotografia, prontuário de saúde, cartão bancário, renda, histórico de pagamentos, hábitos de consumo, preferências de lazer, endereço de IP e cookies, entre outros.



SERPRO. O que são dados pessoais? Portal LGPD. Brasília, DF: Serpro, [2023]. Disponível em: https://www.serpro.gov.br/lgpd/menu/protecao-de-dados/dados-pessoais-lgpd. Acesso em: 9 jul. 2026. (Texto adaptado.)
O texto interpela reiteradamente o leitor na segunda pessoa ("você sabia", "provavelmente você concorda") e reserva para o fim a definição técnica de dado pessoal. Considerando essa organização em seu conjunto, infere-se que ela busca: 
Alternativas
Q4241267 Português
 A informação, um bem precioso: por que cuidar dos dados pessoais

A informação continua sendo um bem muito precioso. Mas você sabia que a forma de lidar com a informação, principalmente a que diz respeito ao indivíduo, tem exigido bastante transformações, mundo afora e aqui no Brasil? Pois é, as pessoas estão, cada vez mais, buscando maior controle sobre seus dados. Preservar conteúdos privados não é mais uma opção, tornou-se um compromisso inadiável: tanto do cidadão consigo mesmo, como do governo e das empresas que se relacionam com esses dados e que precisam escutar o clamor das pessoas, se não quiserem ficar para trás.

Provavelmente você concorda que é indispensável cuidar dos seus dados e dos dados das demais pessoas. Então é hora de conhecer ainda mais sobre a LGPD: a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais é a mudança mais importante no que se refere à privacidade de dados no Brasil. Aprovada em agosto de 2018, a lei já circula por aí e, como se pode perceber, não veio "para inglês ver", mas para auxiliar o Brasil a evoluir, de fato, no tema, gerando impactos positivos na vida de milhões de brasileiros.

Mas, afinal, o que é um dado pessoal? É simples: se uma informação permite identificar, direta ou indiretamente, um indivíduo que esteja vivo, então ela é considerada um dado pessoal, como nome, RG, CPF, gênero, data e local de nascimento, telefone, endereço residencial, localização via GPS, retrato em fotografia, prontuário de saúde, cartão bancário, renda, histórico de pagamentos, hábitos de consumo, preferências de lazer, endereço de IP e cookies, entre outros.



SERPRO. O que são dados pessoais? Portal LGPD. Brasília, DF: Serpro, [2023]. Disponível em: https://www.serpro.gov.br/lgpd/menu/protecao-de-dados/dados-pessoais-lgpd. Acesso em: 9 jul. 2026. (Texto adaptado.)
À luz das normas de concordância, regência, crase e colocação pronominal, e tomando por base passagens do texto, é correto afirmar que:
Alternativas
Q4241266 Português
 A informação, um bem precioso: por que cuidar dos dados pessoais

A informação continua sendo um bem muito precioso. Mas você sabia que a forma de lidar com a informação, principalmente a que diz respeito ao indivíduo, tem exigido bastante transformações, mundo afora e aqui no Brasil? Pois é, as pessoas estão, cada vez mais, buscando maior controle sobre seus dados. Preservar conteúdos privados não é mais uma opção, tornou-se um compromisso inadiável: tanto do cidadão consigo mesmo, como do governo e das empresas que se relacionam com esses dados e que precisam escutar o clamor das pessoas, se não quiserem ficar para trás.

Provavelmente você concorda que é indispensável cuidar dos seus dados e dos dados das demais pessoas. Então é hora de conhecer ainda mais sobre a LGPD: a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais é a mudança mais importante no que se refere à privacidade de dados no Brasil. Aprovada em agosto de 2018, a lei já circula por aí e, como se pode perceber, não veio "para inglês ver", mas para auxiliar o Brasil a evoluir, de fato, no tema, gerando impactos positivos na vida de milhões de brasileiros.

Mas, afinal, o que é um dado pessoal? É simples: se uma informação permite identificar, direta ou indiretamente, um indivíduo que esteja vivo, então ela é considerada um dado pessoal, como nome, RG, CPF, gênero, data e local de nascimento, telefone, endereço residencial, localização via GPS, retrato em fotografia, prontuário de saúde, cartão bancário, renda, histórico de pagamentos, hábitos de consumo, preferências de lazer, endereço de IP e cookies, entre outros.



SERPRO. O que são dados pessoais? Portal LGPD. Brasília, DF: Serpro, [2023]. Disponível em: https://www.serpro.gov.br/lgpd/menu/protecao-de-dados/dados-pessoais-lgpd. Acesso em: 9 jul. 2026. (Texto adaptado.)
Analise o valor gramatical do vocábulo "que" em três ocorrências do texto: em "a que diz respeito ao indivíduo"; em "as empresas que se relacionam com esses dados"; em "no que se refere à privacidade". É correto afirmar que:
Alternativas
Q4241265 Português
 A informação, um bem precioso: por que cuidar dos dados pessoais

A informação continua sendo um bem muito precioso. Mas você sabia que a forma de lidar com a informação, principalmente a que diz respeito ao indivíduo, tem exigido bastante transformações, mundo afora e aqui no Brasil? Pois é, as pessoas estão, cada vez mais, buscando maior controle sobre seus dados. Preservar conteúdos privados não é mais uma opção, tornou-se um compromisso inadiável: tanto do cidadão consigo mesmo, como do governo e das empresas que se relacionam com esses dados e que precisam escutar o clamor das pessoas, se não quiserem ficar para trás.

Provavelmente você concorda que é indispensável cuidar dos seus dados e dos dados das demais pessoas. Então é hora de conhecer ainda mais sobre a LGPD: a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais é a mudança mais importante no que se refere à privacidade de dados no Brasil. Aprovada em agosto de 2018, a lei já circula por aí e, como se pode perceber, não veio "para inglês ver", mas para auxiliar o Brasil a evoluir, de fato, no tema, gerando impactos positivos na vida de milhões de brasileiros.

Mas, afinal, o que é um dado pessoal? É simples: se uma informação permite identificar, direta ou indiretamente, um indivíduo que esteja vivo, então ela é considerada um dado pessoal, como nome, RG, CPF, gênero, data e local de nascimento, telefone, endereço residencial, localização via GPS, retrato em fotografia, prontuário de saúde, cartão bancário, renda, histórico de pagamentos, hábitos de consumo, preferências de lazer, endereço de IP e cookies, entre outros.



SERPRO. O que são dados pessoais? Portal LGPD. Brasília, DF: Serpro, [2023]. Disponível em: https://www.serpro.gov.br/lgpd/menu/protecao-de-dados/dados-pessoais-lgpd. Acesso em: 9 jul. 2026. (Texto adaptado.)
Ao afirmar que preservar dados "não é mais uma opção, tornou-se um compromisso inadiável", o texto mobiliza uma oposição de sentido entre dois polos. A dupla de expressões que traduz com precisão essa oposição é:
Alternativas
Q4241264 Português
Transparência, o melhor antídoto contra a corrupção


A Controladoria-Geral da União (CGU) acredita que a transparência é o melhor antídoto contra a corrupção, uma vez que ela é um importante mecanismo indutor para que os gestores públicos ajam com responsabilidade. Quando as informações sobre a arrecadação e a destinação do dinheiro público circulam de forma clara e acessível, cria-se um ambiente em que as decisões precisam ser justificadas e prestadas contas à população.

Uma gestão pública transparente permite à sociedade, com informações, colaborar no controle das ações de seus governantes, com o intuito de checar se os recursos públicos estão sendo usados como deveriam. Esse acompanhamento não se restringe aos órgãos de fiscalização: o cidadão que consulta portais oficiais, questiona contratos e acompanha obras também exerce uma forma de vigilância sobre o uso do que pertence a todos.

Por isso, a participação social é tratada como um complemento necessário ao trabalho técnico dos órgãos de controle. Ao instituir canais de diálogo com diferentes segmentos da sociedade civil, o poder público busca fortalecer os mecanismos democráticos e promover uma atuação conjunta na implementação das políticas públicas, aproximando quem paga os tributos das decisões sobre onde e como aplicá-los.


BRASIL. Controladoria-Geral da União (CGU). Transparência Pública. Brasília, DF: CGU, [2024]. Disponível em: https://www.gov.br/cgu/pt-br/assuntos/transparencia-publica. Acesso em: 9 jul. 2026. (Texto adaptado.)
Considere dois enunciados: (I) "sem informação acessível, o controle social não se realiza"; (II) "havendo informação acessível, o controle social se realiza". Confrontando ambos com o encadeamento de ideias do texto, conclui-se que:
Alternativas
Q4241263 Português
Transparência, o melhor antídoto contra a corrupção


A Controladoria-Geral da União (CGU) acredita que a transparência é o melhor antídoto contra a corrupção, uma vez que ela é um importante mecanismo indutor para que os gestores públicos ajam com responsabilidade. Quando as informações sobre a arrecadação e a destinação do dinheiro público circulam de forma clara e acessível, cria-se um ambiente em que as decisões precisam ser justificadas e prestadas contas à população.

Uma gestão pública transparente permite à sociedade, com informações, colaborar no controle das ações de seus governantes, com o intuito de checar se os recursos públicos estão sendo usados como deveriam. Esse acompanhamento não se restringe aos órgãos de fiscalização: o cidadão que consulta portais oficiais, questiona contratos e acompanha obras também exerce uma forma de vigilância sobre o uso do que pertence a todos.

Por isso, a participação social é tratada como um complemento necessário ao trabalho técnico dos órgãos de controle. Ao instituir canais de diálogo com diferentes segmentos da sociedade civil, o poder público busca fortalecer os mecanismos democráticos e promover uma atuação conjunta na implementação das políticas públicas, aproximando quem paga os tributos das decisões sobre onde e como aplicá-los.


BRASIL. Controladoria-Geral da União (CGU). Transparência Pública. Brasília, DF: CGU, [2024]. Disponível em: https://www.gov.br/cgu/pt-br/assuntos/transparencia-publica. Acesso em: 9 jul. 2026. (Texto adaptado.)
Avalie a asserção e a razão a seguir, relativas aos efeitos de sentido construídos no texto, e o vínculo lógico entre elas.

I.O vocábulo "antídoto", aplicado à transparência, projeta sobre a corrupção o traço de enfermidade, de modo que combatê-la se assemelha ao esforço de curar um organismo doente.
PORQUE
II.Trata-se de metáfora já cristalizada no uso (uma catacrese), razão por que "antídoto" perdeu, nesse contexto, o valor figurado e passou a operar com sentido estritamente literal.
Alternativas
Q4241262 Português
Transparência, o melhor antídoto contra a corrupção


A Controladoria-Geral da União (CGU) acredita que a transparência é o melhor antídoto contra a corrupção, uma vez que ela é um importante mecanismo indutor para que os gestores públicos ajam com responsabilidade. Quando as informações sobre a arrecadação e a destinação do dinheiro público circulam de forma clara e acessível, cria-se um ambiente em que as decisões precisam ser justificadas e prestadas contas à população.

Uma gestão pública transparente permite à sociedade, com informações, colaborar no controle das ações de seus governantes, com o intuito de checar se os recursos públicos estão sendo usados como deveriam. Esse acompanhamento não se restringe aos órgãos de fiscalização: o cidadão que consulta portais oficiais, questiona contratos e acompanha obras também exerce uma forma de vigilância sobre o uso do que pertence a todos.

Por isso, a participação social é tratada como um complemento necessário ao trabalho técnico dos órgãos de controle. Ao instituir canais de diálogo com diferentes segmentos da sociedade civil, o poder público busca fortalecer os mecanismos democráticos e promover uma atuação conjunta na implementação das políticas públicas, aproximando quem paga os tributos das decisões sobre onde e como aplicá-los.


BRASIL. Controladoria-Geral da União (CGU). Transparência Pública. Brasília, DF: CGU, [2024]. Disponível em: https://www.gov.br/cgu/pt-br/assuntos/transparencia-publica. Acesso em: 9 jul. 2026. (Texto adaptado.)
Julgue os itens quanto aos efeitos de sentido e à análise sintática de trechos do texto. Registre (V) para verdadeiro e (F) para falso.

(__)A expressão "com informações", isolada por vírgulas em "permite à sociedade, com informações, colaborar no controle", constitui adjunto deslocado cuja supressão mantém íntegra a estrutura do período.
(__)Em "cria-se um ambiente", a partícula "se" indica sujeito indeterminado, razão por que o verbo permanece invariável na terceira pessoa do singular, sem sujeito a que se prenda.
(__)A locução "de forma clara e acessível", em "as informações... circulam de forma clara e acessível", funciona como adjunto adverbial de modo e reforça a condição de que o texto faz depender o controle.


Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.
Alternativas
Q4241261 Português
Transparência, o melhor antídoto contra a corrupção


A Controladoria-Geral da União (CGU) acredita que a transparência é o melhor antídoto contra a corrupção, uma vez que ela é um importante mecanismo indutor para que os gestores públicos ajam com responsabilidade. Quando as informações sobre a arrecadação e a destinação do dinheiro público circulam de forma clara e acessível, cria-se um ambiente em que as decisões precisam ser justificadas e prestadas contas à população.

Uma gestão pública transparente permite à sociedade, com informações, colaborar no controle das ações de seus governantes, com o intuito de checar se os recursos públicos estão sendo usados como deveriam. Esse acompanhamento não se restringe aos órgãos de fiscalização: o cidadão que consulta portais oficiais, questiona contratos e acompanha obras também exerce uma forma de vigilância sobre o uso do que pertence a todos.

Por isso, a participação social é tratada como um complemento necessário ao trabalho técnico dos órgãos de controle. Ao instituir canais de diálogo com diferentes segmentos da sociedade civil, o poder público busca fortalecer os mecanismos democráticos e promover uma atuação conjunta na implementação das políticas públicas, aproximando quem paga os tributos das decisões sobre onde e como aplicá-los.


BRASIL. Controladoria-Geral da União (CGU). Transparência Pública. Brasília, DF: CGU, [2024]. Disponível em: https://www.gov.br/cgu/pt-br/assuntos/transparencia-publica. Acesso em: 9 jul. 2026. (Texto adaptado.)
Associe cada conectivo empregado no texto (primeira coluna) ao valor lógico-semântico que ele instaura no contexto (segunda coluna)
Primeira coluna (conectivos)
1."Quando", em "Quando as informações... circulam de forma clara e acessível, cria-se um ambiente...".
2."uma vez que", em "a transparência é o melhor antídoto..., uma vez que ela é um importante mecanismo indutor...".
3."Ao", em "Ao instituir canais de diálogo..., o poder público busca fortalecer os mecanismos democráticos...".
Segunda coluna (valores)
(__)Introduz o motivo que fundamenta a afirmação avaliativa formulada na oração anterior.
(__)Exprime a circunstância cuja realização condiciona o surgimento do ambiente de responsabilização descrito na sequência.
(__)Marca a circunstância simultânea no interior da qual se realiza o propósito atribuído ao poder público.


Após análise, assinale a sequência correta. 
Alternativas
Q4241260 Português
Transparência, o melhor antídoto contra a corrupção


A Controladoria-Geral da União (CGU) acredita que a transparência é o melhor antídoto contra a corrupção, uma vez que ela é um importante mecanismo indutor para que os gestores públicos ajam com responsabilidade. Quando as informações sobre a arrecadação e a destinação do dinheiro público circulam de forma clara e acessível, cria-se um ambiente em que as decisões precisam ser justificadas e prestadas contas à população.

Uma gestão pública transparente permite à sociedade, com informações, colaborar no controle das ações de seus governantes, com o intuito de checar se os recursos públicos estão sendo usados como deveriam. Esse acompanhamento não se restringe aos órgãos de fiscalização: o cidadão que consulta portais oficiais, questiona contratos e acompanha obras também exerce uma forma de vigilância sobre o uso do que pertence a todos.

Por isso, a participação social é tratada como um complemento necessário ao trabalho técnico dos órgãos de controle. Ao instituir canais de diálogo com diferentes segmentos da sociedade civil, o poder público busca fortalecer os mecanismos democráticos e promover uma atuação conjunta na implementação das políticas públicas, aproximando quem paga os tributos das decisões sobre onde e como aplicá-los.


BRASIL. Controladoria-Geral da União (CGU). Transparência Pública. Brasília, DF: CGU, [2024]. Disponível em: https://www.gov.br/cgu/pt-br/assuntos/transparencia-publica. Acesso em: 9 jul. 2026. (Texto adaptado.)
 A respeito da finalidade predominante do texto e da função que suas partes exercem na construção do sentido global, avalie as afirmativas a seguir.

I.Embora se organize a partir de informações institucionais da CGU, o texto subordina esses dados a uma tese avaliativa sobre o valor da transparência, o que faz predominar a orientação argumentativa sobre a expositiva.

II.A progressão dos parágrafos obedece a encadeamento dedutivo, no qual a definição de transparência funciona como premissa maior da qual se deduz, por necessidade lógica, a conclusão sobre a participação social.

III.O terceiro parágrafo opera por ampliação, deslocando o eixo do controle exercido pelo cidadão individual para a dimensão coletiva da participação social, sem romper com a tese antes sustentada.


É correto o que se afirma em: 
Alternativas
Q4240965 Português
Por que utilizar o Cadúnico como fonte de informação para orientar políticas públicas?


        O CadUnico reúne dados da população com renda per capita de ate meio salário-mínimo, ou ate três salários_ mínimos como renda familiar total. Os dados do cadastro contribuem para subsidiar dezenas de programas federais, notadamente aqueles voltados à população de baixa renda. Nesse sentido, aponta-se que o CadUnico possui ampla abrangência da população pobre.

    No período 2016-2022 o CadUnico foi alvo de desmontes e desmobilizações. A partir de ZO23 foram despendidos esforços no sentido do aprimoramento da base, inclusão de novas famílias via programas sociais, revisão de normas para aprimorar a averiguação e revisão cadastral, além do esforço do Ipea na geocodificação de toda a base que permite cruzamentos detalhados com bases diversas de dados, inclusive municipais.

        A principal desvantagem no uso dos dados do CadUnico diz respeito ao fato de que se tratam de dados autodeclarados. Nesse sentido, há a recomendação de que o ministério responsável desenvolva uma estratégia de verificação, que pode ocorrer por amostragem, com o potencial de garantir maior confiabilidade aos dados.

        Um ponto que pode ser considerado uma desvantagem a longo prazo diz respeito ao maior foco do CadÚnico nas famílias mais vulneráveis, de modo que não necessariamente todas as famÍlias que deveriam ser atendidas pela Lei de ATHIS - aquelas com renda de até três salários-mínimos - estejam incluídas no Cadastro. Contudo, tendo em vista a necessidade de priorização dos beneficiários devido aos usualmente limitados recursos para implementação da referida legislação, vislumbra-se esta como uma vantagem, já que revela a parcela de maior vulnerabilidade e, nesse sentido, prioritária.

       Complementarmente, o cadastro tem sido utilizado em distintas iniciativas para acompanhamento da situação habitacional. Os principais exemplos são do Espírito Santo, iniciativa do Instituto Jones dos Santos Neves desde 2015, que se beneficia também da possibilidade de desagregação dos dados para monitorar o déf icit habitacional quantitativo municipal em periodicidade anual. A partir desta referência, o Instituto Mauro Borges desenvolveu metodologia semelhante em Goiás. Posteriormente, esta metodologia foi adaptada pelo Ipea para investigar a existência de deficit habitacional na situação de moradia anterior das famílias contempladas pelo Minha Casa Minha Vida, enquadradas na Faixa 1 do programa, nas 20 maiores cidades do país.

Fonte: INSTITUTO DE PESeUISA ECONOMICA ApLICADA (tpEA) Nota
Tecnica no 55. BrasÍlia, DF. Ipea, 2025
Considerando as regras de acentuação, os aspectos fonéticos e as relações de sinonímia das palavras empregadas no texto, analise as afirmativas a seguir:

I. Quanto à posição da sílaba tônica, os vocábulos vulneráveis, também e déficit classificam-se como paroxítona, oxítona e proparoxítona, respectivamente.
II. No primeiro parágraÍo, a palavra subsidiar poderia ser substituída, sem alteraçoes de sentido, por arrecadar.
III. A palavra necessariamente e constituída de 15 letras e 14 fonemas, haja vista que, em sua estrutura silábica, identifica-se apenas um dígrafo (o consonantal "ss").

Está CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Respostas
561: D
562: A
563: C
564: C
565: C
566: E
567: C
568: E
569: E
570: B
571: D
572: A
573: A
574: B
575: B
576: D
577: C
578: C
579: A
580: A