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Questões de Concurso Sobre português

Questões Discursivas

Foram encontradas 251.606 questões

Q3411544 Português

Por que é importante bocejar?


    Uma pessoa boceja em média de 5 a 10 vezes por dia. O sinal, causado por um reflexo involuntário, acontece quando se está sonolento, entediado ou ansioso, mas a importância do bocejo para o organismo ainda é pouco esclarecida.

    Acreditava-se que uma das finalidades do bocejo seria a de despertar o indivíduo ao fazer ele estirar os músculos e ajudar o sangue a circular. Outra hipótese é que o reflexo funcione para oxigenar o corpo.

    Entretanto, um estudo norte-americano mostrou que o bocejo esfria o cérebro, _______ através da inalação simultânea de ar frio e do alongamento dos músculos ao redor das cavidades orais, o bocejo aumenta o fluxo de sangue mais frio para o cérebro e, portanto, tem uma função termorreguladora.

    Essa função está ligada ao nível de atenção do indivíduo. Isso _______ os cérebros funcionam melhor em uma temperatura ideal, portanto, se a temperatura cerebral aumentar demais por qualquer motivo, ficamos menos alertas e atentos.

    Além dos humanos, estudos também observaram o bocejo em outros vertebrados, como peixes, sapos, cobras, passarinhos, golfinhos, gatos e macacos. A pesquisa apoia a ideia de que o bocejo em animais está ligado com o quanto o cérebro é ativo. A hipótese é que quanto mais ativo, mais resfriamento ele precisa.

    Em conclusão, acredita-se que, por isso, a duração do bocejo entre as espécies aumenta com o tamanho e o número de neurônios no cérebro. Os mamíferos parecem bocejar mais e por mais tempo do que os pássaros, por exemplo.



(Fonte: National Geographic — adaptado.) 

Com base nas informações do texto, assinalar a alternativa INCORRETA: 
Alternativas
Q3411520 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 03 e, a seguir, responda à questão que a ele se refere.

Disponível em: https://bichinhosdejardim.com/jfp-onda-polar/. Acesso em: 22 fev. 2024. 

Tendo em vista as falas da personagem na tira, o termo que indica uma hipótese 
Alternativas
Q3411288 Português
Consoante a BNCC, espera-se que o ensino de Língua Portuguesa assegure aos alunos: 
Alternativas
Q3411283 Português
Carro elétrico: afinal, por que tanta controvérsia? 


Apesar de toda a evolução, mão mudou o principal problema desde que o carro elétrico existe, há quase 150 anos: alcance  

Em primeiríssimo lugar, não é verdade que o carro elétrico ajuda na descarbonização do planeta, como se insinua. Dá essa impressão ao rodar bonitinho e quietinho no trânsito urbano. Mas o CO2 emitido para produzir as baterias e o próprio carro é enorme. E o pior: ao recarregar, quase todos os países desenvolvidos geram energia elétrica a partir de carvão, gás e diesel. 

Mas, vamos supor que o caro leitor não esteja preocupado (mas não confessa…) com o meio ambiente, mas em aderir à novidade tecnológica e reduzir as despesas de abastecimento. E, se tiver células fotovoltaicas no telhado da casa, carro elétrico é sopa no mel…

Preço do carro elétrico?  

Carro elétrico ainda é caro. Para tumultuar o mercado, os compactos elétricos já tiveram seus preços reduzidos para perto de R$ 100 mil. Mas SUVs e médios começam na faixa de R$ 250 mil. Sua manutenção normal custa bem menos que a do carro a combustão, mas nem pense num acidente que danifique a bateria.

Primeiro e único?   

Complicado ter apenas o carro elétrico em casa. Ele deve ser o segundo ou terceiro na garagem, pois no caso de uma viagem, o mais provável é passar um perrengue na estrada. Mesmo com o mapa dos eletropostos na mão, são grandes as chances de um aborrecimento. No primeiro posto com tomada, pode ter uma fila esperando. E cada um fica pelo menos uns 30 minutos. Mas seu eletromapa registra mais um alguns quilômetros à frente. Chega lá, bingo! Ninguém na fila. Por que a tomada está quebrada.

Tecnologia  

Elon Musk não foi o único a implantar uma fábrica dedicada aos carros elétricos. São dezenas na China e pipocam várias pelo mundo nos últimos meses. Até no Brasil já apareceram dois empresários (um brasileiro, outro argentino) carregados de boas intenções para fabricá-los. Mas descarregados de capital e tecnologia.

A rigor, o software para fazer um carro rodar com bateria não é tão complicado. Motor elétrico chega a ser de uma simplicidade franciscana. Mas as marcas tradicionais que produzem automóveis a combustão levaram dezenas de anos para atingir um nível mínimo de confiabilidade. Algumas centenárias ainda penam com dificuldades em desenvolver seus produtos. Nem a Tesla, com todo o potencial financeiro de seu dono, escapou de dezenas de problemas mecânicos que já levaram milhares de seus usuários a voltarem para o carro térmico.

Valor de Revenda do carro elétrico 

Automóvel não é investimento financeiro e perde valor no momento em que deixa o showroom. Em geral, recebeu a placa do Detran, já perdeu 20%. Com algumas variações, é lógico. Mas esta regrinha não se aplica ao carro elétrico, pois depois de rodar cinco a seis anos, ele perde de 30 a 40% do valor inicial. Ou mais, dependendo do custo da bateria que pode custar o mesmo que que o carro. Nos principais mercado de usados dos países desenvolvidos, elétricos se acumulam nos pátios por falta de interessados.

Recarga   

Quem mora em prédios mais antigos, ou nem tem garagem, ou é quase impossível instalar carregadores. Há casos em que a empresa de energia elétrica exige um transformador defronte ao prédio, com custos elevados e dificilmente rateáveis entre os apartamentos: tem sempre um ou dois chatos que se recusam a entrar na rachadinha. “Eu nem tenho carro, quanto mais um elétrico!”.

Alcance

A quilometragem que roda o carro elétrico é seu maior problema desde que foi inventado no século 19, antes mesmo do motor a combustão. Nenhum problema no trânsito urbano, mas na rodovia o bicho pega. O valor declarado pelo fabricante é conto da carochinha. Pois se reduz com o ar-condicionado, pé no fundo, topografia irregular e com a queda normal de capacidade da bateria. Sem se esquecer de que em regiões de temperaturas muito elevadas ou baixas, pode dividir a autonomia pela metade.

Assistência 

Para começo de conversa, a rede de concessionárias das novas marcas ainda é reduzida. Nas tradicionais, nem todas estão habilitadas à novidade. A garantia da bateria é, em geral, de oito anos. Mas o carro elétrico tem suspensão, direção, freios e transmissão que podem se quebrar. E aí, a BYD por exemplo, não garante seus componentes por mais que 12 meses.

Moral da história   

Claro que existem argumentos positivos, mas muitos que complicam a chegada do carro elétrico. Como sempre acontece em qualquer transição no mundo. Entretanto, o Brasil tem o dever de estimular o etanol como grande alternativa ao combustível fóssil. Ele pode não ser tão eficiente, porém emite menos que o elétrico, em diversas situações. Mas isto é outra história…  

(Por Boris Feldman. Publicado em 02 de março de 2023. Disponível em https://autopapo.uol.com.br/noticia/carro-eletrico-controversia/)
No contexto de assistência técnica, qual desafio é apresentado pelo texto para proprietários de carros elétricos? 
Alternativas
Q3411282 Português
Carro elétrico: afinal, por que tanta controvérsia? 


Apesar de toda a evolução, mão mudou o principal problema desde que o carro elétrico existe, há quase 150 anos: alcance  

Em primeiríssimo lugar, não é verdade que o carro elétrico ajuda na descarbonização do planeta, como se insinua. Dá essa impressão ao rodar bonitinho e quietinho no trânsito urbano. Mas o CO2 emitido para produzir as baterias e o próprio carro é enorme. E o pior: ao recarregar, quase todos os países desenvolvidos geram energia elétrica a partir de carvão, gás e diesel. 

Mas, vamos supor que o caro leitor não esteja preocupado (mas não confessa…) com o meio ambiente, mas em aderir à novidade tecnológica e reduzir as despesas de abastecimento. E, se tiver células fotovoltaicas no telhado da casa, carro elétrico é sopa no mel…

Preço do carro elétrico?  

Carro elétrico ainda é caro. Para tumultuar o mercado, os compactos elétricos já tiveram seus preços reduzidos para perto de R$ 100 mil. Mas SUVs e médios começam na faixa de R$ 250 mil. Sua manutenção normal custa bem menos que a do carro a combustão, mas nem pense num acidente que danifique a bateria.

Primeiro e único?   

Complicado ter apenas o carro elétrico em casa. Ele deve ser o segundo ou terceiro na garagem, pois no caso de uma viagem, o mais provável é passar um perrengue na estrada. Mesmo com o mapa dos eletropostos na mão, são grandes as chances de um aborrecimento. No primeiro posto com tomada, pode ter uma fila esperando. E cada um fica pelo menos uns 30 minutos. Mas seu eletromapa registra mais um alguns quilômetros à frente. Chega lá, bingo! Ninguém na fila. Por que a tomada está quebrada.

Tecnologia  

Elon Musk não foi o único a implantar uma fábrica dedicada aos carros elétricos. São dezenas na China e pipocam várias pelo mundo nos últimos meses. Até no Brasil já apareceram dois empresários (um brasileiro, outro argentino) carregados de boas intenções para fabricá-los. Mas descarregados de capital e tecnologia.

A rigor, o software para fazer um carro rodar com bateria não é tão complicado. Motor elétrico chega a ser de uma simplicidade franciscana. Mas as marcas tradicionais que produzem automóveis a combustão levaram dezenas de anos para atingir um nível mínimo de confiabilidade. Algumas centenárias ainda penam com dificuldades em desenvolver seus produtos. Nem a Tesla, com todo o potencial financeiro de seu dono, escapou de dezenas de problemas mecânicos que já levaram milhares de seus usuários a voltarem para o carro térmico.

Valor de Revenda do carro elétrico 

Automóvel não é investimento financeiro e perde valor no momento em que deixa o showroom. Em geral, recebeu a placa do Detran, já perdeu 20%. Com algumas variações, é lógico. Mas esta regrinha não se aplica ao carro elétrico, pois depois de rodar cinco a seis anos, ele perde de 30 a 40% do valor inicial. Ou mais, dependendo do custo da bateria que pode custar o mesmo que que o carro. Nos principais mercado de usados dos países desenvolvidos, elétricos se acumulam nos pátios por falta de interessados.

Recarga   

Quem mora em prédios mais antigos, ou nem tem garagem, ou é quase impossível instalar carregadores. Há casos em que a empresa de energia elétrica exige um transformador defronte ao prédio, com custos elevados e dificilmente rateáveis entre os apartamentos: tem sempre um ou dois chatos que se recusam a entrar na rachadinha. “Eu nem tenho carro, quanto mais um elétrico!”.

Alcance

A quilometragem que roda o carro elétrico é seu maior problema desde que foi inventado no século 19, antes mesmo do motor a combustão. Nenhum problema no trânsito urbano, mas na rodovia o bicho pega. O valor declarado pelo fabricante é conto da carochinha. Pois se reduz com o ar-condicionado, pé no fundo, topografia irregular e com a queda normal de capacidade da bateria. Sem se esquecer de que em regiões de temperaturas muito elevadas ou baixas, pode dividir a autonomia pela metade.

Assistência 

Para começo de conversa, a rede de concessionárias das novas marcas ainda é reduzida. Nas tradicionais, nem todas estão habilitadas à novidade. A garantia da bateria é, em geral, de oito anos. Mas o carro elétrico tem suspensão, direção, freios e transmissão que podem se quebrar. E aí, a BYD por exemplo, não garante seus componentes por mais que 12 meses.

Moral da história   

Claro que existem argumentos positivos, mas muitos que complicam a chegada do carro elétrico. Como sempre acontece em qualquer transição no mundo. Entretanto, o Brasil tem o dever de estimular o etanol como grande alternativa ao combustível fóssil. Ele pode não ser tão eficiente, porém emite menos que o elétrico, em diversas situações. Mas isto é outra história…  

(Por Boris Feldman. Publicado em 02 de março de 2023. Disponível em https://autopapo.uol.com.br/noticia/carro-eletrico-controversia/)
Qual situação o texto descreve como uma vantagem potencial do uso de carros elétricos para quem possui células fotovoltaicas em casa?
Alternativas
Q3411281 Português
Carro elétrico: afinal, por que tanta controvérsia? 


Apesar de toda a evolução, mão mudou o principal problema desde que o carro elétrico existe, há quase 150 anos: alcance  

Em primeiríssimo lugar, não é verdade que o carro elétrico ajuda na descarbonização do planeta, como se insinua. Dá essa impressão ao rodar bonitinho e quietinho no trânsito urbano. Mas o CO2 emitido para produzir as baterias e o próprio carro é enorme. E o pior: ao recarregar, quase todos os países desenvolvidos geram energia elétrica a partir de carvão, gás e diesel. 

Mas, vamos supor que o caro leitor não esteja preocupado (mas não confessa…) com o meio ambiente, mas em aderir à novidade tecnológica e reduzir as despesas de abastecimento. E, se tiver células fotovoltaicas no telhado da casa, carro elétrico é sopa no mel…

Preço do carro elétrico?  

Carro elétrico ainda é caro. Para tumultuar o mercado, os compactos elétricos já tiveram seus preços reduzidos para perto de R$ 100 mil. Mas SUVs e médios começam na faixa de R$ 250 mil. Sua manutenção normal custa bem menos que a do carro a combustão, mas nem pense num acidente que danifique a bateria.

Primeiro e único?   

Complicado ter apenas o carro elétrico em casa. Ele deve ser o segundo ou terceiro na garagem, pois no caso de uma viagem, o mais provável é passar um perrengue na estrada. Mesmo com o mapa dos eletropostos na mão, são grandes as chances de um aborrecimento. No primeiro posto com tomada, pode ter uma fila esperando. E cada um fica pelo menos uns 30 minutos. Mas seu eletromapa registra mais um alguns quilômetros à frente. Chega lá, bingo! Ninguém na fila. Por que a tomada está quebrada.

Tecnologia  

Elon Musk não foi o único a implantar uma fábrica dedicada aos carros elétricos. São dezenas na China e pipocam várias pelo mundo nos últimos meses. Até no Brasil já apareceram dois empresários (um brasileiro, outro argentino) carregados de boas intenções para fabricá-los. Mas descarregados de capital e tecnologia.

A rigor, o software para fazer um carro rodar com bateria não é tão complicado. Motor elétrico chega a ser de uma simplicidade franciscana. Mas as marcas tradicionais que produzem automóveis a combustão levaram dezenas de anos para atingir um nível mínimo de confiabilidade. Algumas centenárias ainda penam com dificuldades em desenvolver seus produtos. Nem a Tesla, com todo o potencial financeiro de seu dono, escapou de dezenas de problemas mecânicos que já levaram milhares de seus usuários a voltarem para o carro térmico.

Valor de Revenda do carro elétrico 

Automóvel não é investimento financeiro e perde valor no momento em que deixa o showroom. Em geral, recebeu a placa do Detran, já perdeu 20%. Com algumas variações, é lógico. Mas esta regrinha não se aplica ao carro elétrico, pois depois de rodar cinco a seis anos, ele perde de 30 a 40% do valor inicial. Ou mais, dependendo do custo da bateria que pode custar o mesmo que que o carro. Nos principais mercado de usados dos países desenvolvidos, elétricos se acumulam nos pátios por falta de interessados.

Recarga   

Quem mora em prédios mais antigos, ou nem tem garagem, ou é quase impossível instalar carregadores. Há casos em que a empresa de energia elétrica exige um transformador defronte ao prédio, com custos elevados e dificilmente rateáveis entre os apartamentos: tem sempre um ou dois chatos que se recusam a entrar na rachadinha. “Eu nem tenho carro, quanto mais um elétrico!”.

Alcance

A quilometragem que roda o carro elétrico é seu maior problema desde que foi inventado no século 19, antes mesmo do motor a combustão. Nenhum problema no trânsito urbano, mas na rodovia o bicho pega. O valor declarado pelo fabricante é conto da carochinha. Pois se reduz com o ar-condicionado, pé no fundo, topografia irregular e com a queda normal de capacidade da bateria. Sem se esquecer de que em regiões de temperaturas muito elevadas ou baixas, pode dividir a autonomia pela metade.

Assistência 

Para começo de conversa, a rede de concessionárias das novas marcas ainda é reduzida. Nas tradicionais, nem todas estão habilitadas à novidade. A garantia da bateria é, em geral, de oito anos. Mas o carro elétrico tem suspensão, direção, freios e transmissão que podem se quebrar. E aí, a BYD por exemplo, não garante seus componentes por mais que 12 meses.

Moral da história   

Claro que existem argumentos positivos, mas muitos que complicam a chegada do carro elétrico. Como sempre acontece em qualquer transição no mundo. Entretanto, o Brasil tem o dever de estimular o etanol como grande alternativa ao combustível fóssil. Ele pode não ser tão eficiente, porém emite menos que o elétrico, em diversas situações. Mas isto é outra história…  

(Por Boris Feldman. Publicado em 02 de março de 2023. Disponível em https://autopapo.uol.com.br/noticia/carro-eletrico-controversia/)
De acordo com o texto, qual é a desvantagem relacionada ao valor de revenda dos carros elétricos? 
Alternativas
Q3411280 Português
Carro elétrico: afinal, por que tanta controvérsia? 


Apesar de toda a evolução, mão mudou o principal problema desde que o carro elétrico existe, há quase 150 anos: alcance  

Em primeiríssimo lugar, não é verdade que o carro elétrico ajuda na descarbonização do planeta, como se insinua. Dá essa impressão ao rodar bonitinho e quietinho no trânsito urbano. Mas o CO2 emitido para produzir as baterias e o próprio carro é enorme. E o pior: ao recarregar, quase todos os países desenvolvidos geram energia elétrica a partir de carvão, gás e diesel. 

Mas, vamos supor que o caro leitor não esteja preocupado (mas não confessa…) com o meio ambiente, mas em aderir à novidade tecnológica e reduzir as despesas de abastecimento. E, se tiver células fotovoltaicas no telhado da casa, carro elétrico é sopa no mel…

Preço do carro elétrico?  

Carro elétrico ainda é caro. Para tumultuar o mercado, os compactos elétricos já tiveram seus preços reduzidos para perto de R$ 100 mil. Mas SUVs e médios começam na faixa de R$ 250 mil. Sua manutenção normal custa bem menos que a do carro a combustão, mas nem pense num acidente que danifique a bateria.

Primeiro e único?   

Complicado ter apenas o carro elétrico em casa. Ele deve ser o segundo ou terceiro na garagem, pois no caso de uma viagem, o mais provável é passar um perrengue na estrada. Mesmo com o mapa dos eletropostos na mão, são grandes as chances de um aborrecimento. No primeiro posto com tomada, pode ter uma fila esperando. E cada um fica pelo menos uns 30 minutos. Mas seu eletromapa registra mais um alguns quilômetros à frente. Chega lá, bingo! Ninguém na fila. Por que a tomada está quebrada.

Tecnologia  

Elon Musk não foi o único a implantar uma fábrica dedicada aos carros elétricos. São dezenas na China e pipocam várias pelo mundo nos últimos meses. Até no Brasil já apareceram dois empresários (um brasileiro, outro argentino) carregados de boas intenções para fabricá-los. Mas descarregados de capital e tecnologia.

A rigor, o software para fazer um carro rodar com bateria não é tão complicado. Motor elétrico chega a ser de uma simplicidade franciscana. Mas as marcas tradicionais que produzem automóveis a combustão levaram dezenas de anos para atingir um nível mínimo de confiabilidade. Algumas centenárias ainda penam com dificuldades em desenvolver seus produtos. Nem a Tesla, com todo o potencial financeiro de seu dono, escapou de dezenas de problemas mecânicos que já levaram milhares de seus usuários a voltarem para o carro térmico.

Valor de Revenda do carro elétrico 

Automóvel não é investimento financeiro e perde valor no momento em que deixa o showroom. Em geral, recebeu a placa do Detran, já perdeu 20%. Com algumas variações, é lógico. Mas esta regrinha não se aplica ao carro elétrico, pois depois de rodar cinco a seis anos, ele perde de 30 a 40% do valor inicial. Ou mais, dependendo do custo da bateria que pode custar o mesmo que que o carro. Nos principais mercado de usados dos países desenvolvidos, elétricos se acumulam nos pátios por falta de interessados.

Recarga   

Quem mora em prédios mais antigos, ou nem tem garagem, ou é quase impossível instalar carregadores. Há casos em que a empresa de energia elétrica exige um transformador defronte ao prédio, com custos elevados e dificilmente rateáveis entre os apartamentos: tem sempre um ou dois chatos que se recusam a entrar na rachadinha. “Eu nem tenho carro, quanto mais um elétrico!”.

Alcance

A quilometragem que roda o carro elétrico é seu maior problema desde que foi inventado no século 19, antes mesmo do motor a combustão. Nenhum problema no trânsito urbano, mas na rodovia o bicho pega. O valor declarado pelo fabricante é conto da carochinha. Pois se reduz com o ar-condicionado, pé no fundo, topografia irregular e com a queda normal de capacidade da bateria. Sem se esquecer de que em regiões de temperaturas muito elevadas ou baixas, pode dividir a autonomia pela metade.

Assistência 

Para começo de conversa, a rede de concessionárias das novas marcas ainda é reduzida. Nas tradicionais, nem todas estão habilitadas à novidade. A garantia da bateria é, em geral, de oito anos. Mas o carro elétrico tem suspensão, direção, freios e transmissão que podem se quebrar. E aí, a BYD por exemplo, não garante seus componentes por mais que 12 meses.

Moral da história   

Claro que existem argumentos positivos, mas muitos que complicam a chegada do carro elétrico. Como sempre acontece em qualquer transição no mundo. Entretanto, o Brasil tem o dever de estimular o etanol como grande alternativa ao combustível fóssil. Ele pode não ser tão eficiente, porém emite menos que o elétrico, em diversas situações. Mas isto é outra história…  

(Por Boris Feldman. Publicado em 02 de março de 2023. Disponível em https://autopapo.uol.com.br/noticia/carro-eletrico-controversia/)
O autor menciona que a produção e uso de carros elétricos não contribuem tanto para a descarbonização quanto se pensa. Qual é a principal razão para isso? 
Alternativas
Q3411279 Português
Carro elétrico: afinal, por que tanta controvérsia? 


Apesar de toda a evolução, mão mudou o principal problema desde que o carro elétrico existe, há quase 150 anos: alcance  

Em primeiríssimo lugar, não é verdade que o carro elétrico ajuda na descarbonização do planeta, como se insinua. Dá essa impressão ao rodar bonitinho e quietinho no trânsito urbano. Mas o CO2 emitido para produzir as baterias e o próprio carro é enorme. E o pior: ao recarregar, quase todos os países desenvolvidos geram energia elétrica a partir de carvão, gás e diesel. 

Mas, vamos supor que o caro leitor não esteja preocupado (mas não confessa…) com o meio ambiente, mas em aderir à novidade tecnológica e reduzir as despesas de abastecimento. E, se tiver células fotovoltaicas no telhado da casa, carro elétrico é sopa no mel…

Preço do carro elétrico?  

Carro elétrico ainda é caro. Para tumultuar o mercado, os compactos elétricos já tiveram seus preços reduzidos para perto de R$ 100 mil. Mas SUVs e médios começam na faixa de R$ 250 mil. Sua manutenção normal custa bem menos que a do carro a combustão, mas nem pense num acidente que danifique a bateria.

Primeiro e único?   

Complicado ter apenas o carro elétrico em casa. Ele deve ser o segundo ou terceiro na garagem, pois no caso de uma viagem, o mais provável é passar um perrengue na estrada. Mesmo com o mapa dos eletropostos na mão, são grandes as chances de um aborrecimento. No primeiro posto com tomada, pode ter uma fila esperando. E cada um fica pelo menos uns 30 minutos. Mas seu eletromapa registra mais um alguns quilômetros à frente. Chega lá, bingo! Ninguém na fila. Por que a tomada está quebrada.

Tecnologia  

Elon Musk não foi o único a implantar uma fábrica dedicada aos carros elétricos. São dezenas na China e pipocam várias pelo mundo nos últimos meses. Até no Brasil já apareceram dois empresários (um brasileiro, outro argentino) carregados de boas intenções para fabricá-los. Mas descarregados de capital e tecnologia.

A rigor, o software para fazer um carro rodar com bateria não é tão complicado. Motor elétrico chega a ser de uma simplicidade franciscana. Mas as marcas tradicionais que produzem automóveis a combustão levaram dezenas de anos para atingir um nível mínimo de confiabilidade. Algumas centenárias ainda penam com dificuldades em desenvolver seus produtos. Nem a Tesla, com todo o potencial financeiro de seu dono, escapou de dezenas de problemas mecânicos que já levaram milhares de seus usuários a voltarem para o carro térmico.

Valor de Revenda do carro elétrico 

Automóvel não é investimento financeiro e perde valor no momento em que deixa o showroom. Em geral, recebeu a placa do Detran, já perdeu 20%. Com algumas variações, é lógico. Mas esta regrinha não se aplica ao carro elétrico, pois depois de rodar cinco a seis anos, ele perde de 30 a 40% do valor inicial. Ou mais, dependendo do custo da bateria que pode custar o mesmo que que o carro. Nos principais mercado de usados dos países desenvolvidos, elétricos se acumulam nos pátios por falta de interessados.

Recarga   

Quem mora em prédios mais antigos, ou nem tem garagem, ou é quase impossível instalar carregadores. Há casos em que a empresa de energia elétrica exige um transformador defronte ao prédio, com custos elevados e dificilmente rateáveis entre os apartamentos: tem sempre um ou dois chatos que se recusam a entrar na rachadinha. “Eu nem tenho carro, quanto mais um elétrico!”.

Alcance

A quilometragem que roda o carro elétrico é seu maior problema desde que foi inventado no século 19, antes mesmo do motor a combustão. Nenhum problema no trânsito urbano, mas na rodovia o bicho pega. O valor declarado pelo fabricante é conto da carochinha. Pois se reduz com o ar-condicionado, pé no fundo, topografia irregular e com a queda normal de capacidade da bateria. Sem se esquecer de que em regiões de temperaturas muito elevadas ou baixas, pode dividir a autonomia pela metade.

Assistência 

Para começo de conversa, a rede de concessionárias das novas marcas ainda é reduzida. Nas tradicionais, nem todas estão habilitadas à novidade. A garantia da bateria é, em geral, de oito anos. Mas o carro elétrico tem suspensão, direção, freios e transmissão que podem se quebrar. E aí, a BYD por exemplo, não garante seus componentes por mais que 12 meses.

Moral da história   

Claro que existem argumentos positivos, mas muitos que complicam a chegada do carro elétrico. Como sempre acontece em qualquer transição no mundo. Entretanto, o Brasil tem o dever de estimular o etanol como grande alternativa ao combustível fóssil. Ele pode não ser tão eficiente, porém emite menos que o elétrico, em diversas situações. Mas isto é outra história…  

(Por Boris Feldman. Publicado em 02 de março de 2023. Disponível em https://autopapo.uol.com.br/noticia/carro-eletrico-controversia/)
Segundo o texto, qual é um dos principais problemas dos carros elétricos que persiste desde sa invenção? 
Alternativas
Q3411258 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 05 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere. 


Texto 05 



Disponível em: https://depositodocalvin.blogspot.com. Acesso em: 28 fev. 2024.Adaptado. 

Analise as afirmativas a seguir, tendo em vista as ideias que se podem inferir do texto 05.  



I. Os personagens Calvin e Haroldo (o tigre) estão felizes, porque, no verão, os dias são livres, e essa é a única época em que eles não têm obrigações.


II. O personagem Haroldo concorda com Calvin e, também, gostaria de que os seus dias fossem sempre livres, sem escola, sem trabalho, sem qualquer obrigação.


III. Haroldo, no último quadro, ao contrário do personagem Calvin, está muito feliz porque os seus dias são sempre livres de obrigações.


IV. Calvin, no último quadro, demonstra estar bravo porque Haroldo o fez perceber que ele [Haroldo] tem seus dias sempre livres, diferentemente dele [Calvin].


V. Haroldo, no terceiro quadro, faz com que Calvin perceba que ele [Haroldo] já tem os seus dias livres de quaisquer responsabilidades. 




Estão CORRETAS as afirmativas 

Alternativas
Q3411257 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 05 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere. 


Texto 05 



Disponível em: https://depositodocalvin.blogspot.com. Acesso em: 28 fev. 2024.Adaptado. 

Analise as afirmativas a seguir, tendo em vista a estrutura de composição da tira. 



I. No primeiro quadro, a fala de Calvin expressa certezas por meio do uso dos termos “são” e “temos”.


II. No segundo quadro, a fala de Calvin expressa hipóteses por meio do uso dos termos “gostaria” e “fossem”.


III. No quarto quadro, a fala de Calvin indica o tempo presente por meio do uso do termo “esfrega”.


IV. No terceiro quadro, verifica-se a dúvida de Calvin diante do gesto de Haroldo, por meio do uso do sinal [!].


V. No último quadro, há elementos não verbais os quais mostram que Calvin está gritando com Haroldo. 




Estão CORRETAS as afirmativas 

Alternativas
Q3411256 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 04 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere. 



Texto 04  




Disponível em: https://www.tudointeressante.com.br. Acesso em: 27 fev. 2024. 

Sobre a linguagem usada na construção do texto, verifica-se que
Alternativas
Q3411255 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 04 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere. 



Texto 04  




Disponível em: https://www.tudointeressante.com.br. Acesso em: 27 fev. 2024. 

Sobre o texto, infere-se que
Alternativas
Q3411254 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 03 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.



Texto 03 




Disponível em: https://bichinhosdejardim.com. Acesso em: 27 fev. 2024.  

A alternativa que está em desacordo com o emprego das palavras, nas falas da tira, é  
Alternativas
Q3411253 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 03 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.



Texto 03 




Disponível em: https://bichinhosdejardim.com. Acesso em: 27 fev. 2024.  

O termo “execrável”, presente na fala do último quadro da tira, foi usado 



I. como um sinônimo da palavra “ruim”.


II. com um valor negativo maior que “ruim”.


III. para dizer que a realidade é horrível.


IV. para caracterizar a palavra “realidade”.


V. para suavizar a ideia de realidade ruim. 



Estão CORRETAS as afirmativas

Alternativas
Q3411252 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 02 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.


Texto 02 




Disponível em: https://www.curitiba.pr.gov.br/noticias/nova-campanha. Acesso em: 27 fev. 2024. 

Analise as afirmativas a seguir, tendo em vista as ideias veiculas no texto 02.  


I. O termo “vira” foi usado no sentido de derramar a água parada.


II. Os termos “vira” e “vire” indicam ações que já foram realizadas.


III. A expressão “que se vire” corresponde a “encontrar uma solução”.


IV. O termo “mosquito” foi usado referindo-se a qualquer mosquito.


V. Os termos “vira”, “vire” e “ajude” expressam as solicitações feitas. 



Estão CORRETAS as afirmativas 

Alternativas
Q3411251 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 02 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.


Texto 02 




Disponível em: https://www.curitiba.pr.gov.br/noticias/nova-campanha. Acesso em: 27 fev. 2024. 

A afirmativa que está em desacordo com as conclusões que se podem tirar do texto é:
Alternativas
Q3411250 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.


Texto 01 



Bendito quem inventou o belo truque do calendário, pois o bom da segunda-feira, do dia 1.º do mês e de cada ano novo é que nos dão a impressão de que a vida não continua, mas recomeça...



Disponível em: https://www.pensador.com. Acesso em: 27 fev. 2024. Adaptado. 

Analise as afirmativas, de acordo com a estrutura linguística do texto. 


I. O termo “bendito” foi usado com a significação de “abençoado”.


II. Os termos “continua” e “recomeça” possuem o mesmo sentido.


III. O termo “pois” foi usado para inserir uma ideia de explicação.


IV. O “-re”, na palavra “recomeça”, acrescenta sentido ao “começa”.


V. O termo “não” modifica o sentido de “vida” e “recomeça”. 




Estão CORRETAS as afirmativas

Alternativas
Q3411249 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.


Texto 01 



Bendito quem inventou o belo truque do calendário, pois o bom da segunda-feira, do dia 1.º do mês e de cada ano novo é que nos dão a impressão de que a vida não continua, mas recomeça...



Disponível em: https://www.pensador.com. Acesso em: 27 fev. 2024. Adaptado. 

De acordo com o texto, “segunda-feira”, o primeiro dia “de cada mês e de cada ano novo” sinalizam 
Alternativas
Q3411142 Português
Assinale a alternativa em que, na sentença apresentada, o pronome destacado é do tipo pessoal do caso oblíquo.
Alternativas
Q3411141 Português
Assinale a alternativa em que a conjugação do verbo da sentença indica a segunda pessoa do plural. 
Alternativas
Respostas
50521: B
50522: D
50523: E
50524: E
50525: C
50526: B
50527: A
50528: D
50529: E
50530: D
50531: D
50532: B
50533: A
50534: C
50535: A
50536: E
50537: B
50538: C
50539: C
50540: D