Questões de Concurso Sobre português

Foram encontradas 253.686 questões

Q4392458 Português
Texto para a questão.


O desafio da leitura na era digital: autonomia cognitiva e os limites da tecnologia na escola


   A aceleração digital no ambiente educacional tem reacendido debates profundos sobre os limites do uso de telas na formação de jovens. Se, por um lado, as ferramentas tecnológicas ampliam o acesso a acervos globais e democratizam a informação, por outro, a mediação algorítmica constante ameaça a autonomia cognitiva dos estudantes. O uso de algoritmos de recomendação e de inteligência artificial generativa na elaboração de trabalhos escolares impõe um paradoxo: nunca se produziu tanto texto com tão pouca reflexão autoral.

  Diante desse cenário, pedagogos e neurocientistas sustentam que a escola precisa resguardar espaços de silêncio e desaceleração. A leitura imersiva de obras extensas, o exercício da escrita manuscrita e a argumentação presencial não constituem meros resquícios de um passado anacrônico, mas estratégias fundamentais para a consolidação do pensamento crítico. Quando delegamos ao software a estruturação do raciocínio, desidratamos a capacidade de síntese e a tolerância à complexidade.

   Não se trata de adotar uma postura ludista e rejeitar a inovação, contudo a tecnologia deve figurar como meio, jamais como fim pedagógico. A verdadeira inclusão digital exige ensinar os estudantes a interrogarem os dados, a identificarem vício de neutralidade em sistemas automatizados e a reconhecerem que a velocidade de resposta não equivale à profundidade de análise.

   A mediação docente permanece, portanto, insubstituível. Cabe ao professor desorganizar a lógica do consumo imediato, provocando o estudante a sair da bolha informativa. Sem essa intervenção consciente, o risco é converter a educação em um mero balcão de processamento rápido de tarefas, no qual a curiosidade intelectual dá lugar ao automatismo funcional.

  A escola contemporânea enfrenta o desafio de equilibrar a conectividade necessária com a preservação do pensamento autônomo. Aqueles que acreditam que a tecnologia substituirá a mediação humana ignoram que educar é, acima de tudo, um ato relacional e ético. A técnica pode otimizar processos, mas apenas o encontro de subjetividades é capaz de transformar a informação em sabedoria. É na fresta entre a dúvida e a descoberta que o conhecimento verdadeiramente se consolida.


Internet: <unesco.org> (com adaptações).
No trecho “A leitura imersiva de obras extensas, o exercício da escrita manuscrita e a argumentação presencial não constituem meros resquícios”, a vírgula foi empregada para
Alternativas
Q4392457 Português
Texto para a questão.


O desafio da leitura na era digital: autonomia cognitiva e os limites da tecnologia na escola


   A aceleração digital no ambiente educacional tem reacendido debates profundos sobre os limites do uso de telas na formação de jovens. Se, por um lado, as ferramentas tecnológicas ampliam o acesso a acervos globais e democratizam a informação, por outro, a mediação algorítmica constante ameaça a autonomia cognitiva dos estudantes. O uso de algoritmos de recomendação e de inteligência artificial generativa na elaboração de trabalhos escolares impõe um paradoxo: nunca se produziu tanto texto com tão pouca reflexão autoral.

  Diante desse cenário, pedagogos e neurocientistas sustentam que a escola precisa resguardar espaços de silêncio e desaceleração. A leitura imersiva de obras extensas, o exercício da escrita manuscrita e a argumentação presencial não constituem meros resquícios de um passado anacrônico, mas estratégias fundamentais para a consolidação do pensamento crítico. Quando delegamos ao software a estruturação do raciocínio, desidratamos a capacidade de síntese e a tolerância à complexidade.

   Não se trata de adotar uma postura ludista e rejeitar a inovação, contudo a tecnologia deve figurar como meio, jamais como fim pedagógico. A verdadeira inclusão digital exige ensinar os estudantes a interrogarem os dados, a identificarem vício de neutralidade em sistemas automatizados e a reconhecerem que a velocidade de resposta não equivale à profundidade de análise.

   A mediação docente permanece, portanto, insubstituível. Cabe ao professor desorganizar a lógica do consumo imediato, provocando o estudante a sair da bolha informativa. Sem essa intervenção consciente, o risco é converter a educação em um mero balcão de processamento rápido de tarefas, no qual a curiosidade intelectual dá lugar ao automatismo funcional.

  A escola contemporânea enfrenta o desafio de equilibrar a conectividade necessária com a preservação do pensamento autônomo. Aqueles que acreditam que a tecnologia substituirá a mediação humana ignoram que educar é, acima de tudo, um ato relacional e ético. A técnica pode otimizar processos, mas apenas o encontro de subjetividades é capaz de transformar a informação em sabedoria. É na fresta entre a dúvida e a descoberta que o conhecimento verdadeiramente se consolida.


Internet: <unesco.org> (com adaptações).
Assinale a opção que apresenta a análise correta da estrutura sintática do período “Aqueles que acreditam que a tecnologia substituirá a mediação humana ignoram que educar é, acima de tudo, um ato relacional e ético.”.
Alternativas
Q4392456 Português
Texto para a questão.


O desafio da leitura na era digital: autonomia cognitiva e os limites da tecnologia na escola


   A aceleração digital no ambiente educacional tem reacendido debates profundos sobre os limites do uso de telas na formação de jovens. Se, por um lado, as ferramentas tecnológicas ampliam o acesso a acervos globais e democratizam a informação, por outro, a mediação algorítmica constante ameaça a autonomia cognitiva dos estudantes. O uso de algoritmos de recomendação e de inteligência artificial generativa na elaboração de trabalhos escolares impõe um paradoxo: nunca se produziu tanto texto com tão pouca reflexão autoral.

  Diante desse cenário, pedagogos e neurocientistas sustentam que a escola precisa resguardar espaços de silêncio e desaceleração. A leitura imersiva de obras extensas, o exercício da escrita manuscrita e a argumentação presencial não constituem meros resquícios de um passado anacrônico, mas estratégias fundamentais para a consolidação do pensamento crítico. Quando delegamos ao software a estruturação do raciocínio, desidratamos a capacidade de síntese e a tolerância à complexidade.

   Não se trata de adotar uma postura ludista e rejeitar a inovação, contudo a tecnologia deve figurar como meio, jamais como fim pedagógico. A verdadeira inclusão digital exige ensinar os estudantes a interrogarem os dados, a identificarem vício de neutralidade em sistemas automatizados e a reconhecerem que a velocidade de resposta não equivale à profundidade de análise.

   A mediação docente permanece, portanto, insubstituível. Cabe ao professor desorganizar a lógica do consumo imediato, provocando o estudante a sair da bolha informativa. Sem essa intervenção consciente, o risco é converter a educação em um mero balcão de processamento rápido de tarefas, no qual a curiosidade intelectual dá lugar ao automatismo funcional.

  A escola contemporânea enfrenta o desafio de equilibrar a conectividade necessária com a preservação do pensamento autônomo. Aqueles que acreditam que a tecnologia substituirá a mediação humana ignoram que educar é, acima de tudo, um ato relacional e ético. A técnica pode otimizar processos, mas apenas o encontro de subjetividades é capaz de transformar a informação em sabedoria. É na fresta entre a dúvida e a descoberta que o conhecimento verdadeiramente se consolida.


Internet: <unesco.org> (com adaptações).
Em “a inovação, contudo a tecnologia deve figurar como meio”, a conjunção “contudo” estabelece uma relação semântica de
Alternativas
Q4392455 Português
Texto para a questão.


O desafio da leitura na era digital: autonomia cognitiva e os limites da tecnologia na escola


   A aceleração digital no ambiente educacional tem reacendido debates profundos sobre os limites do uso de telas na formação de jovens. Se, por um lado, as ferramentas tecnológicas ampliam o acesso a acervos globais e democratizam a informação, por outro, a mediação algorítmica constante ameaça a autonomia cognitiva dos estudantes. O uso de algoritmos de recomendação e de inteligência artificial generativa na elaboração de trabalhos escolares impõe um paradoxo: nunca se produziu tanto texto com tão pouca reflexão autoral.

  Diante desse cenário, pedagogos e neurocientistas sustentam que a escola precisa resguardar espaços de silêncio e desaceleração. A leitura imersiva de obras extensas, o exercício da escrita manuscrita e a argumentação presencial não constituem meros resquícios de um passado anacrônico, mas estratégias fundamentais para a consolidação do pensamento crítico. Quando delegamos ao software a estruturação do raciocínio, desidratamos a capacidade de síntese e a tolerância à complexidade.

   Não se trata de adotar uma postura ludista e rejeitar a inovação, contudo a tecnologia deve figurar como meio, jamais como fim pedagógico. A verdadeira inclusão digital exige ensinar os estudantes a interrogarem os dados, a identificarem vício de neutralidade em sistemas automatizados e a reconhecerem que a velocidade de resposta não equivale à profundidade de análise.

   A mediação docente permanece, portanto, insubstituível. Cabe ao professor desorganizar a lógica do consumo imediato, provocando o estudante a sair da bolha informativa. Sem essa intervenção consciente, o risco é converter a educação em um mero balcão de processamento rápido de tarefas, no qual a curiosidade intelectual dá lugar ao automatismo funcional.

  A escola contemporânea enfrenta o desafio de equilibrar a conectividade necessária com a preservação do pensamento autônomo. Aqueles que acreditam que a tecnologia substituirá a mediação humana ignoram que educar é, acima de tudo, um ato relacional e ético. A técnica pode otimizar processos, mas apenas o encontro de subjetividades é capaz de transformar a informação em sabedoria. É na fresta entre a dúvida e a descoberta que o conhecimento verdadeiramente se consolida.


Internet: <unesco.org> (com adaptações).
No trecho “Quando delegamos ao software a estruturação do raciocínio, desidratamos a capacidade de síntese”, a forma verbal “desidratamos” foi empregada em sentido 
Alternativas
Q4392454 Português
Texto para a questão.


O desafio da leitura na era digital: autonomia cognitiva e os limites da tecnologia na escola


   A aceleração digital no ambiente educacional tem reacendido debates profundos sobre os limites do uso de telas na formação de jovens. Se, por um lado, as ferramentas tecnológicas ampliam o acesso a acervos globais e democratizam a informação, por outro, a mediação algorítmica constante ameaça a autonomia cognitiva dos estudantes. O uso de algoritmos de recomendação e de inteligência artificial generativa na elaboração de trabalhos escolares impõe um paradoxo: nunca se produziu tanto texto com tão pouca reflexão autoral.

  Diante desse cenário, pedagogos e neurocientistas sustentam que a escola precisa resguardar espaços de silêncio e desaceleração. A leitura imersiva de obras extensas, o exercício da escrita manuscrita e a argumentação presencial não constituem meros resquícios de um passado anacrônico, mas estratégias fundamentais para a consolidação do pensamento crítico. Quando delegamos ao software a estruturação do raciocínio, desidratamos a capacidade de síntese e a tolerância à complexidade.

   Não se trata de adotar uma postura ludista e rejeitar a inovação, contudo a tecnologia deve figurar como meio, jamais como fim pedagógico. A verdadeira inclusão digital exige ensinar os estudantes a interrogarem os dados, a identificarem vício de neutralidade em sistemas automatizados e a reconhecerem que a velocidade de resposta não equivale à profundidade de análise.

   A mediação docente permanece, portanto, insubstituível. Cabe ao professor desorganizar a lógica do consumo imediato, provocando o estudante a sair da bolha informativa. Sem essa intervenção consciente, o risco é converter a educação em um mero balcão de processamento rápido de tarefas, no qual a curiosidade intelectual dá lugar ao automatismo funcional.

  A escola contemporânea enfrenta o desafio de equilibrar a conectividade necessária com a preservação do pensamento autônomo. Aqueles que acreditam que a tecnologia substituirá a mediação humana ignoram que educar é, acima de tudo, um ato relacional e ético. A técnica pode otimizar processos, mas apenas o encontro de subjetividades é capaz de transformar a informação em sabedoria. É na fresta entre a dúvida e a descoberta que o conhecimento verdadeiramente se consolida.


Internet: <unesco.org> (com adaptações).
No trecho “não constituem meros resquícios de um passado anacrônico,”, o vocábulo “anacrônico” pode ser substituído, sem alteração do sentido original, por
Alternativas
Q4392453 Português
Texto para a questão.


O desafio da leitura na era digital: autonomia cognitiva e os limites da tecnologia na escola


   A aceleração digital no ambiente educacional tem reacendido debates profundos sobre os limites do uso de telas na formação de jovens. Se, por um lado, as ferramentas tecnológicas ampliam o acesso a acervos globais e democratizam a informação, por outro, a mediação algorítmica constante ameaça a autonomia cognitiva dos estudantes. O uso de algoritmos de recomendação e de inteligência artificial generativa na elaboração de trabalhos escolares impõe um paradoxo: nunca se produziu tanto texto com tão pouca reflexão autoral.

  Diante desse cenário, pedagogos e neurocientistas sustentam que a escola precisa resguardar espaços de silêncio e desaceleração. A leitura imersiva de obras extensas, o exercício da escrita manuscrita e a argumentação presencial não constituem meros resquícios de um passado anacrônico, mas estratégias fundamentais para a consolidação do pensamento crítico. Quando delegamos ao software a estruturação do raciocínio, desidratamos a capacidade de síntese e a tolerância à complexidade.

   Não se trata de adotar uma postura ludista e rejeitar a inovação, contudo a tecnologia deve figurar como meio, jamais como fim pedagógico. A verdadeira inclusão digital exige ensinar os estudantes a interrogarem os dados, a identificarem vício de neutralidade em sistemas automatizados e a reconhecerem que a velocidade de resposta não equivale à profundidade de análise.

   A mediação docente permanece, portanto, insubstituível. Cabe ao professor desorganizar a lógica do consumo imediato, provocando o estudante a sair da bolha informativa. Sem essa intervenção consciente, o risco é converter a educação em um mero balcão de processamento rápido de tarefas, no qual a curiosidade intelectual dá lugar ao automatismo funcional.

  A escola contemporânea enfrenta o desafio de equilibrar a conectividade necessária com a preservação do pensamento autônomo. Aqueles que acreditam que a tecnologia substituirá a mediação humana ignoram que educar é, acima de tudo, um ato relacional e ético. A técnica pode otimizar processos, mas apenas o encontro de subjetividades é capaz de transformar a informação em sabedoria. É na fresta entre a dúvida e a descoberta que o conhecimento verdadeiramente se consolida.


Internet: <unesco.org> (com adaptações).
De acordo com a argumentação desenvolvida no texto, o principal risco trazido pelo uso irrestrito da inteligência artificial generativa no ambiente escolar é
Alternativas
Ano: 2026 Banca: FEPESE Órgão: Prefeitura de Chapecó - SC Provas: FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Anos Iniciais (1º e 2º anos) - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Anos iniciais (3º, 4º e 5º anos) e Educação de Jovens e Adultos (EJA) - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Educação Especial - Professor de Atendimento Educacional Especializado (AEE) - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Arte - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Ciências - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Educação Especial - Professor em Turma - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Educação Física - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Oficina de Dança - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Oficina de Informática/Tecnologias - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Língua Estrangeira – Espanhol - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Oficina de Lutas - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Educação Infantil - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Língua Estrangeira – Inglês - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Oficina de Música - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Oficina de Teatro - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Ensino Religioso - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Língua Portuguesa - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Geografia - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - História - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Educação Especial - Instrutor de Libras - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Matemática - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Educação Especial - Professor Bilíngue - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Educação Especial - Tradutor e Intérprete de Libras - Edital nº 6 |
Q4392357 Português
Analise o corpo da minuta do texto abaixo, que será emitido pelo Departamento de Recursos Humanos.


...................... Departamento informa ........... todos os servidores que a reunião semanal de planejamento de carreira ocorrerá todas ................... , por ............................ , com início........... e duração de cerca de 2 ........... .

Assinale a alternativa que completa correta e sequencialmente as lacunas do texto.
Alternativas
Ano: 2026 Banca: FEPESE Órgão: Prefeitura de Chapecó - SC Provas: FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Anos Iniciais (1º e 2º anos) - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Anos iniciais (3º, 4º e 5º anos) e Educação de Jovens e Adultos (EJA) - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Educação Especial - Professor de Atendimento Educacional Especializado (AEE) - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Arte - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Ciências - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Educação Especial - Professor em Turma - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Educação Física - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Oficina de Dança - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Oficina de Informática/Tecnologias - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Língua Estrangeira – Espanhol - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Oficina de Lutas - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Educação Infantil - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Língua Estrangeira – Inglês - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Oficina de Música - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Oficina de Teatro - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Ensino Religioso - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Língua Portuguesa - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Geografia - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - História - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Educação Especial - Instrutor de Libras - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Matemática - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Educação Especial - Professor Bilíngue - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Educação Especial - Tradutor e Intérprete de Libras - Edital nº 6 |
Q4392356 Português

Considere os quadros a seguir:


Imagem associada para resolução da questão


Assinale a alternativa correta. 

Alternativas
Ano: 2026 Banca: FEPESE Órgão: Prefeitura de Chapecó - SC Provas: FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Anos Iniciais (1º e 2º anos) - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Anos iniciais (3º, 4º e 5º anos) e Educação de Jovens e Adultos (EJA) - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Educação Especial - Professor de Atendimento Educacional Especializado (AEE) - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Arte - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Ciências - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Educação Especial - Professor em Turma - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Educação Física - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Oficina de Dança - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Oficina de Informática/Tecnologias - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Língua Estrangeira – Espanhol - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Oficina de Lutas - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Educação Infantil - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Língua Estrangeira – Inglês - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Oficina de Música - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Oficina de Teatro - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Ensino Religioso - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Língua Portuguesa - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Geografia - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - História - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Educação Especial - Instrutor de Libras - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Matemática - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Educação Especial - Professor Bilíngue - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Educação Especial - Tradutor e Intérprete de Libras - Edital nº 6 |
Q4392355 Português

 Analise os quadros seguir.


Imagem associada para resolução da questão


Disponível em: https://tiroletas.wordpress.com/. Acesso em: 01 ago. 2026.



Identifique abaixo as afirmativas verdadeiras ( V ) e falsas ( F ) em relação aos quadros.


( ) O verbo precisar no sentido de ter necessidade é transitivo indireto e exige preposição.

( ) Nos três quadros, o sujeito da oração está oculto.

( ) O texto estabelece uma crítica social ao consumismo.

( ) A locução verbal vai precisar comumente usada na língua falada tem o valor de futuro do presente simples precisará.

( ) As formas desta e deste deveriam ser alteradas para dessa e desse, uma vez que estabelecem relação direta entre o objeto e interlocutor daquele que fala.


Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.-


Alternativas
Ano: 2026 Banca: FEPESE Órgão: Prefeitura de Chapecó - SC Provas: FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Anos Iniciais (1º e 2º anos) - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Anos iniciais (3º, 4º e 5º anos) e Educação de Jovens e Adultos (EJA) - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Educação Especial - Professor de Atendimento Educacional Especializado (AEE) - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Arte - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Ciências - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Educação Especial - Professor em Turma - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Educação Física - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Oficina de Dança - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Oficina de Informática/Tecnologias - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Língua Estrangeira – Espanhol - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Oficina de Lutas - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Educação Infantil - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Língua Estrangeira – Inglês - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Oficina de Música - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Oficina de Teatro - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Ensino Religioso - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Língua Portuguesa - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Geografia - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - História - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Educação Especial - Instrutor de Libras - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Matemática - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Educação Especial - Professor Bilíngue - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Educação Especial - Tradutor e Intérprete de Libras - Edital nº 6 |
Q4392354 Português
Texto 1


Projeto Chapecó 2030 – Economia
Potencialidades:


Chapecó e sua região de abrangência têm sua economia baseada no complexo agroalimentar de carnes de suínos a partir da década de 1950 e de aves (frango e peru) a partir da década de 1970, graças ao grande potencial produtivo da agricultura familiar. A partir da década de 1990 se fortalece o complexo lácteo e a agroindústria familiar rural.

Na diversificação econômica despontam os setores da indústria de máquinas e equipamentos do complexo metalmecânico, juntamente com a indústria moveleira, de software, de serviços, com destaque para a educação e a saúde, e de comércio.

A essas potencialidades soma-se a competência tecnológica e a mão de obra qualificada, o crescente número de instituições de ensino superior público, comunitárias, inúmeras particulares, além de Instituto Federal e Sistema “S” que fortalecem cada vez mais o conhecimento, a pesquisa e a inovação. Além disso, é importante destacar o capital social voltado à cultura do trabalho, o espírito cooperativista bem difundido e o surgimento de vários Arranjos Produtivos Locais (APL).

O turismo de negócios, com feiras e eventos, está consolidado, dependendo de nova infraestrutura para o seu crescimento.

Sua posição estratégica em relação ao Mercosul, se devidamente explorada, poderá trazer grandes benefícios.


Disponível em: https://www.sociedadeamigosdechapeco.com.br/ economia. Acesso em: 01 ago. 2026 [adaptado].

Assinale a alternativa correta com base no texto 1. 
Alternativas
Ano: 2026 Banca: FEPESE Órgão: Prefeitura de Chapecó - SC Provas: FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Anos Iniciais (1º e 2º anos) - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Anos iniciais (3º, 4º e 5º anos) e Educação de Jovens e Adultos (EJA) - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Educação Especial - Professor de Atendimento Educacional Especializado (AEE) - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Arte - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Ciências - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Educação Especial - Professor em Turma - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Educação Física - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Oficina de Dança - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Oficina de Informática/Tecnologias - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Língua Estrangeira – Espanhol - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Oficina de Lutas - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Educação Infantil - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Língua Estrangeira – Inglês - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Oficina de Música - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Oficina de Teatro - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Ensino Religioso - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Língua Portuguesa - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Geografia - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - História - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Educação Especial - Instrutor de Libras - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Matemática - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Educação Especial - Professor Bilíngue - Edital nº 6 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Chapecó - SC - Professor - Educação Especial - Tradutor e Intérprete de Libras - Edital nº 6 |
Q4392353 Português
Texto 1


Projeto Chapecó 2030 – Economia
Potencialidades:


Chapecó e sua região de abrangência têm sua economia baseada no complexo agroalimentar de carnes de suínos a partir da década de 1950 e de aves (frango e peru) a partir da década de 1970, graças ao grande potencial produtivo da agricultura familiar. A partir da década de 1990 se fortalece o complexo lácteo e a agroindústria familiar rural.

Na diversificação econômica despontam os setores da indústria de máquinas e equipamentos do complexo metalmecânico, juntamente com a indústria moveleira, de software, de serviços, com destaque para a educação e a saúde, e de comércio.

A essas potencialidades soma-se a competência tecnológica e a mão de obra qualificada, o crescente número de instituições de ensino superior público, comunitárias, inúmeras particulares, além de Instituto Federal e Sistema “S” que fortalecem cada vez mais o conhecimento, a pesquisa e a inovação. Além disso, é importante destacar o capital social voltado à cultura do trabalho, o espírito cooperativista bem difundido e o surgimento de vários Arranjos Produtivos Locais (APL).

O turismo de negócios, com feiras e eventos, está consolidado, dependendo de nova infraestrutura para o seu crescimento.

Sua posição estratégica em relação ao Mercosul, se devidamente explorada, poderá trazer grandes benefícios.


Disponível em: https://www.sociedadeamigosdechapeco.com.br/ economia. Acesso em: 01 ago. 2026 [adaptado].

A tipologia do Texto 1 é caracterizada como:
Alternativas
Q4392162 Português
Assinale a opção em que todos os substantivos apresentam a flexão de plural corretamente realizada.
Alternativas
Q4392161 Português
Assinale a opção em que a acentuação gráfica de todas as palavras está em conformidade com as regras da gramática normativa.
Alternativas
Q4392160 Português
Texto para a questão.


A expansão urbana e os desafios da preservação do patrimônio histórico nas metrópoles


      O crescimento desordenado das cidades contemporâneas impõe um desafio complexo e cotidiano: o conflito latente entre a expansão imobiliária e a necessidade imperativa de salvaguardar o patrimônio histórico. Edifícios seculares, praças tradicionais e traçados urbanos antigos formam a espinha dorsal da memória coletiva, funcionando como arquivos visuais que narram a trajetória de formação da sociedade. Quando a especulação desenfreada destrói esses marcos em nome de uma suposta modernização urgente, apaga‑se também uma fração vital da identidade cultural urbana, deixando os cidadãos órfãos de suas próprias raízes.

   Por essa razão, historiadores, urbanistas e movimentos sociais intensificam o monitoramento e cobram legislações mais rígidas de tombamento, assegurando que o desenvolvimento tecnológico e habitacional caminhe em harmonia com a proteção da memória. Sem esse contrapeso institucional, as metrópoles correm o sério risco de se transformar em espaços efêmeros e destituídos de singularidade, onde o passado é tratado como resíduo obsoleto e o futuro perde a sua profundidade social.

    A valorização do patrimônio, portanto, não se restringe apenas à preservação de construções antigas, mas abrange a manutenção de narrativas, práticas culturais e modos de vida que conferem sentido e pertencimento aos moradores. Investir na conservação significa, na verdade, fortalecer os laços comunitários e promover uma resiliência cultural capaz de enfrentar os desafios da homogeneização global e da perda de identidades locais. Internet: (com adaptações).

Internet: <periodicos.fgv.br> (com adaptações).
A partir da leitura texto, conclui‑se que investir na conservação do patrimônio histórico é fundamental para
Alternativas
Q4392159 Português
Texto para a questão.


A expansão urbana e os desafios da preservação do patrimônio histórico nas metrópoles


      O crescimento desordenado das cidades contemporâneas impõe um desafio complexo e cotidiano: o conflito latente entre a expansão imobiliária e a necessidade imperativa de salvaguardar o patrimônio histórico. Edifícios seculares, praças tradicionais e traçados urbanos antigos formam a espinha dorsal da memória coletiva, funcionando como arquivos visuais que narram a trajetória de formação da sociedade. Quando a especulação desenfreada destrói esses marcos em nome de uma suposta modernização urgente, apaga‑se também uma fração vital da identidade cultural urbana, deixando os cidadãos órfãos de suas próprias raízes.

   Por essa razão, historiadores, urbanistas e movimentos sociais intensificam o monitoramento e cobram legislações mais rígidas de tombamento, assegurando que o desenvolvimento tecnológico e habitacional caminhe em harmonia com a proteção da memória. Sem esse contrapeso institucional, as metrópoles correm o sério risco de se transformar em espaços efêmeros e destituídos de singularidade, onde o passado é tratado como resíduo obsoleto e o futuro perde a sua profundidade social.

    A valorização do patrimônio, portanto, não se restringe apenas à preservação de construções antigas, mas abrange a manutenção de narrativas, práticas culturais e modos de vida que conferem sentido e pertencimento aos moradores. Investir na conservação significa, na verdade, fortalecer os laços comunitários e promover uma resiliência cultural capaz de enfrentar os desafios da homogeneização global e da perda de identidades locais. Internet: (com adaptações).

Internet: <periodicos.fgv.br> (com adaptações).
No trecho “promover uma resiliência cultural capaz de enfrentar os desafios da homogeneização global”, a palavra “resiliência” expressa a ideia de
Alternativas
Q4392158 Português
Texto para a questão.


A expansão urbana e os desafios da preservação do patrimônio histórico nas metrópoles


      O crescimento desordenado das cidades contemporâneas impõe um desafio complexo e cotidiano: o conflito latente entre a expansão imobiliária e a necessidade imperativa de salvaguardar o patrimônio histórico. Edifícios seculares, praças tradicionais e traçados urbanos antigos formam a espinha dorsal da memória coletiva, funcionando como arquivos visuais que narram a trajetória de formação da sociedade. Quando a especulação desenfreada destrói esses marcos em nome de uma suposta modernização urgente, apaga‑se também uma fração vital da identidade cultural urbana, deixando os cidadãos órfãos de suas próprias raízes.

   Por essa razão, historiadores, urbanistas e movimentos sociais intensificam o monitoramento e cobram legislações mais rígidas de tombamento, assegurando que o desenvolvimento tecnológico e habitacional caminhe em harmonia com a proteção da memória. Sem esse contrapeso institucional, as metrópoles correm o sério risco de se transformar em espaços efêmeros e destituídos de singularidade, onde o passado é tratado como resíduo obsoleto e o futuro perde a sua profundidade social.

    A valorização do patrimônio, portanto, não se restringe apenas à preservação de construções antigas, mas abrange a manutenção de narrativas, práticas culturais e modos de vida que conferem sentido e pertencimento aos moradores. Investir na conservação significa, na verdade, fortalecer os laços comunitários e promover uma resiliência cultural capaz de enfrentar os desafios da homogeneização global e da perda de identidades locais. Internet: (com adaptações).

Internet: <periodicos.fgv.br> (com adaptações).
No trecho “o passado é tratado como resíduo obsoleto”, a palavra “obsoleto”, diante do contexto, tem por sinônimo adequado 
Alternativas
Q4392157 Português
Texto para a questão.


A expansão urbana e os desafios da preservação do patrimônio histórico nas metrópoles


      O crescimento desordenado das cidades contemporâneas impõe um desafio complexo e cotidiano: o conflito latente entre a expansão imobiliária e a necessidade imperativa de salvaguardar o patrimônio histórico. Edifícios seculares, praças tradicionais e traçados urbanos antigos formam a espinha dorsal da memória coletiva, funcionando como arquivos visuais que narram a trajetória de formação da sociedade. Quando a especulação desenfreada destrói esses marcos em nome de uma suposta modernização urgente, apaga‑se também uma fração vital da identidade cultural urbana, deixando os cidadãos órfãos de suas próprias raízes.

   Por essa razão, historiadores, urbanistas e movimentos sociais intensificam o monitoramento e cobram legislações mais rígidas de tombamento, assegurando que o desenvolvimento tecnológico e habitacional caminhe em harmonia com a proteção da memória. Sem esse contrapeso institucional, as metrópoles correm o sério risco de se transformar em espaços efêmeros e destituídos de singularidade, onde o passado é tratado como resíduo obsoleto e o futuro perde a sua profundidade social.

    A valorização do patrimônio, portanto, não se restringe apenas à preservação de construções antigas, mas abrange a manutenção de narrativas, práticas culturais e modos de vida que conferem sentido e pertencimento aos moradores. Investir na conservação significa, na verdade, fortalecer os laços comunitários e promover uma resiliência cultural capaz de enfrentar os desafios da homogeneização global e da perda de identidades locais. Internet: (com adaptações).

Internet: <periodicos.fgv.br> (com adaptações).
No trecho “Por essa razão, historiadores, urbanistas e movimentos sociais intensificam”, a vírgula após a expressão “Por essa razão” serve para
Alternativas
Q4392156 Português
Texto para a questão.


A expansão urbana e os desafios da preservação do patrimônio histórico nas metrópoles


      O crescimento desordenado das cidades contemporâneas impõe um desafio complexo e cotidiano: o conflito latente entre a expansão imobiliária e a necessidade imperativa de salvaguardar o patrimônio histórico. Edifícios seculares, praças tradicionais e traçados urbanos antigos formam a espinha dorsal da memória coletiva, funcionando como arquivos visuais que narram a trajetória de formação da sociedade. Quando a especulação desenfreada destrói esses marcos em nome de uma suposta modernização urgente, apaga‑se também uma fração vital da identidade cultural urbana, deixando os cidadãos órfãos de suas próprias raízes.

   Por essa razão, historiadores, urbanistas e movimentos sociais intensificam o monitoramento e cobram legislações mais rígidas de tombamento, assegurando que o desenvolvimento tecnológico e habitacional caminhe em harmonia com a proteção da memória. Sem esse contrapeso institucional, as metrópoles correm o sério risco de se transformar em espaços efêmeros e destituídos de singularidade, onde o passado é tratado como resíduo obsoleto e o futuro perde a sua profundidade social.

    A valorização do patrimônio, portanto, não se restringe apenas à preservação de construções antigas, mas abrange a manutenção de narrativas, práticas culturais e modos de vida que conferem sentido e pertencimento aos moradores. Investir na conservação significa, na verdade, fortalecer os laços comunitários e promover uma resiliência cultural capaz de enfrentar os desafios da homogeneização global e da perda de identidades locais. Internet: (com adaptações).

Internet: <periodicos.fgv.br> (com adaptações).
No trecho “Quando a especulação desenfreada destrói esses marcos”, o termo “marcos” é classificado gramaticalmente como 
Alternativas
Q4392155 Português
Texto para a questão.


A expansão urbana e os desafios da preservação do patrimônio histórico nas metrópoles


      O crescimento desordenado das cidades contemporâneas impõe um desafio complexo e cotidiano: o conflito latente entre a expansão imobiliária e a necessidade imperativa de salvaguardar o patrimônio histórico. Edifícios seculares, praças tradicionais e traçados urbanos antigos formam a espinha dorsal da memória coletiva, funcionando como arquivos visuais que narram a trajetória de formação da sociedade. Quando a especulação desenfreada destrói esses marcos em nome de uma suposta modernização urgente, apaga‑se também uma fração vital da identidade cultural urbana, deixando os cidadãos órfãos de suas próprias raízes.

   Por essa razão, historiadores, urbanistas e movimentos sociais intensificam o monitoramento e cobram legislações mais rígidas de tombamento, assegurando que o desenvolvimento tecnológico e habitacional caminhe em harmonia com a proteção da memória. Sem esse contrapeso institucional, as metrópoles correm o sério risco de se transformar em espaços efêmeros e destituídos de singularidade, onde o passado é tratado como resíduo obsoleto e o futuro perde a sua profundidade social.

    A valorização do patrimônio, portanto, não se restringe apenas à preservação de construções antigas, mas abrange a manutenção de narrativas, práticas culturais e modos de vida que conferem sentido e pertencimento aos moradores. Investir na conservação significa, na verdade, fortalecer os laços comunitários e promover uma resiliência cultural capaz de enfrentar os desafios da homogeneização global e da perda de identidades locais. Internet: (com adaptações).

Internet: <periodicos.fgv.br> (com adaptações).
No trecho “formam a espinha dorsal da memória coletiva,”, a expressão “espinha dorsal” foi empregada em sentido 
Alternativas
Q4392154 Português
Texto para a questão.


A expansão urbana e os desafios da preservação do patrimônio histórico nas metrópoles


      O crescimento desordenado das cidades contemporâneas impõe um desafio complexo e cotidiano: o conflito latente entre a expansão imobiliária e a necessidade imperativa de salvaguardar o patrimônio histórico. Edifícios seculares, praças tradicionais e traçados urbanos antigos formam a espinha dorsal da memória coletiva, funcionando como arquivos visuais que narram a trajetória de formação da sociedade. Quando a especulação desenfreada destrói esses marcos em nome de uma suposta modernização urgente, apaga‑se também uma fração vital da identidade cultural urbana, deixando os cidadãos órfãos de suas próprias raízes.

   Por essa razão, historiadores, urbanistas e movimentos sociais intensificam o monitoramento e cobram legislações mais rígidas de tombamento, assegurando que o desenvolvimento tecnológico e habitacional caminhe em harmonia com a proteção da memória. Sem esse contrapeso institucional, as metrópoles correm o sério risco de se transformar em espaços efêmeros e destituídos de singularidade, onde o passado é tratado como resíduo obsoleto e o futuro perde a sua profundidade social.

    A valorização do patrimônio, portanto, não se restringe apenas à preservação de construções antigas, mas abrange a manutenção de narrativas, práticas culturais e modos de vida que conferem sentido e pertencimento aos moradores. Investir na conservação significa, na verdade, fortalecer os laços comunitários e promover uma resiliência cultural capaz de enfrentar os desafios da homogeneização global e da perda de identidades locais. Internet: (com adaptações).

Internet: <periodicos.fgv.br> (com adaptações).
No título do texto, os termos “patrimônio” e “histórico” recebem acento gráfico, respectivamente, por serem classificados como 
Alternativas
Respostas
441: A
442: D
443: C
444: B
445: A
446: B
447: B
448: D
449: B
450: D
451: C
452: C
453: B
454: A
455: C
456: B
457: D
458: A
459: D
460: D