Questões de Concurso Sobre português

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Q3330233 Português
Assinale a alternativa em que a CRASE tenha sido empregada CORRETAMENTE:
Alternativas
Q3330232 Português

        Assim como no Brasil, água potável fluoretada é algo perfeitamente normal nos Estados Unidos. E não apenas isso: como o número de casos de cáries dentárias caiu rapidamente com o início da fluoretação da água em 1945, os Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA (CDC, na sigla em inglês) chamam a medida de "uma das dez maiores intervenções de saúde pública do século 20".


        Fluoretos são sais do ácido fluorídrico. Eles atendem à chamada remineralização do esmalte dentário, o que, por sua vez, reduz o risco de cáries.


        A despeito disso, Utah se tornou recentemente o primeiro estado americano a banir o uso de flúor na água. A notícia deve ter agradado o atual Secretário de Saúde dos EUA, Robert F. Kennedy.


        Antes da posse do presidente Donald Trump, Kennedy já havia manifestado em uma publicação no X seu desejo de parar de fluoretar a água potável. Entre os argumentos para a interrupção estariam o efeito neurotóxico do flúor e o impacto no Ql, sobretudo entre as crianças cujos cérebros ainda estão em desenvolvimento.


         O debate sobre se o flúor pode ou não reduzir a inteligência das crianças é, de fato, um assunto recorrente na pesquisa científica. Alguns estudos encontraram uma correlação entre a concentração de flúor na urina de gestantes e as habilidades cognitivas de seus filhos. Em concentrações excessivas, o flúor pode interromper o metabolismo do cálcio nas células do corpo a tal ponto que as células cerebrais são danificadas.


        Uma meta-análise publicada em janeiro deste ano reacendeu o debate sobre a ligação entre ingestão de flúor e inteligência.


         Para Jan Hengstler, doutor em farmacologia e toxicologia na TU Dortmund com especialização no assunto, a questão de saber se o flúor pode ou não danificar o cérebro em desenvolvimento de uma criança é certamente justificada. "É um tema complexo que não deve ser menosprezado", avalia.


         Uma avaliação de 2020 da qual Hengstler participou concluiu que o flúor não é neurotóxico para o desenvolvimento humano nos níveis de exposição atuais observados na Europa. Ou seja: é uma questão de dose. 


Quando o flúor se torna prejudicial? 


        “A água potável nunca deve conter mais de 1,5 mg de flúor por litro", diz Hengstler. De acordo com o CDC, um litro de água potável nos EUA contém 0,7 mg por litro (a mesma quantidade que no Brasil). Isso corresponde à dose diária recomendada pelo Instituto Americano de Saúde (NIH) para uma criança de um a três anos. 


        Homens adultos não devem consumir mais de 4 mg de flúor por dia. Para mulheres adultas, 3 mg são suficientes. A Sociedade Alemã de Nutrição (DGE) e o toxicologista Hengstler preferem adotar o cálculo de 0,05 mg por quilo de peso corporal por dia.


        "Mais de 4 mg por litro de água potável pode levar à fluorose dentária", diz Hengstler. A fluorose dentária é caracterizada por manchas marrons nos dentes e é um sinal claro de ingestão excessiva de flúor. "A partir de 10 mg de flúor por litro de água potável, pode ocorrer fluorose esquelética", afirma o toxicologista. Isso faz com que os ossos se tornem quebradiços e ocorram alterações dolorosas nas articulações.


        O problema com o flúor é que, em muitos países, não só a água potável é fluoretada, mas também a pasta de dente e o sal. Além disso, certos alimentos contêm flúor naturalmente, como peixes e chá preto. O flúor também ocorre naturalmente na água usada para tratamento de água potável — em concentrações maiores ou menores, dependendo da região. (...)


Assistência médica precária distorce os estudos 


        Tal vigilância por parte das autoridades, porém, não funciona em todas as regiões do mundo. "Em certas regiões predominantemente rurais, por exemplo na Mongólia ou no interior da China, há áreas onde a exposição ao flúor é muito alta ou muito baixa e os cuidados gerais com a saúde precisam melhorar." 


        Além disso, a assistência médica precária frequentemente anda de mãos dadas com um menor acesso à educação e baixa prosperidade econômica.


         Isso resulta em outro problema: os estudos sobre flúor são frequentemente falsificados por muitos fatores, os chamados "fatores de confusão" ou "confundidores". Esse é particularmente o caso quando se trata de estudos transversais em que a amostra da população é analisada apenas uma vez. 


        Portanto, é difícil dizer se a inteligência mais baixa está de fato relacionada ao consumo de flúor ou se tem uma ou mais causas diferentes.


         "Mas há também estudos de longo prazo e estudos que eliminam os fatores de confusão", ressalta Hengstler. Nesses estudos, também chamados de estudos longitudinais, os participantes são examinados repetidamente por um longo período de tempo. 


        Na Europa e no Canadá, a conclusão é clara: aqueles que não excedem a quantidade diária recomendada de flúor não precisam temer por sua inteligência.


(“Flúor na água potável deixa as crianças mais burras?”, Julia Vergin, 20/03/2025. Disponível em: https://www.uol.com.br/vivabem/noticias/deutsche-welle/2025/03/20/fluor-na-agua-potavel-deixa-as-criancas mais-burras.htm)







No trecho: “Entre os argumentos para a interrupção estariam o efeito neurotóxico do flúor e o impacto no QI, sobretudo entre as crianças cujos cérebros ainda estão em desenvolvimento”, a palavra “sobretudo” pode ser trocada, sem prejuízo de sentido, por:  
Alternativas
Q3330231 Português

        Assim como no Brasil, água potável fluoretada é algo perfeitamente normal nos Estados Unidos. E não apenas isso: como o número de casos de cáries dentárias caiu rapidamente com o início da fluoretação da água em 1945, os Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA (CDC, na sigla em inglês) chamam a medida de "uma das dez maiores intervenções de saúde pública do século 20".


        Fluoretos são sais do ácido fluorídrico. Eles atendem à chamada remineralização do esmalte dentário, o que, por sua vez, reduz o risco de cáries.


        A despeito disso, Utah se tornou recentemente o primeiro estado americano a banir o uso de flúor na água. A notícia deve ter agradado o atual Secretário de Saúde dos EUA, Robert F. Kennedy.


        Antes da posse do presidente Donald Trump, Kennedy já havia manifestado em uma publicação no X seu desejo de parar de fluoretar a água potável. Entre os argumentos para a interrupção estariam o efeito neurotóxico do flúor e o impacto no Ql, sobretudo entre as crianças cujos cérebros ainda estão em desenvolvimento.


         O debate sobre se o flúor pode ou não reduzir a inteligência das crianças é, de fato, um assunto recorrente na pesquisa científica. Alguns estudos encontraram uma correlação entre a concentração de flúor na urina de gestantes e as habilidades cognitivas de seus filhos. Em concentrações excessivas, o flúor pode interromper o metabolismo do cálcio nas células do corpo a tal ponto que as células cerebrais são danificadas.


        Uma meta-análise publicada em janeiro deste ano reacendeu o debate sobre a ligação entre ingestão de flúor e inteligência.


         Para Jan Hengstler, doutor em farmacologia e toxicologia na TU Dortmund com especialização no assunto, a questão de saber se o flúor pode ou não danificar o cérebro em desenvolvimento de uma criança é certamente justificada. "É um tema complexo que não deve ser menosprezado", avalia.


         Uma avaliação de 2020 da qual Hengstler participou concluiu que o flúor não é neurotóxico para o desenvolvimento humano nos níveis de exposição atuais observados na Europa. Ou seja: é uma questão de dose. 


Quando o flúor se torna prejudicial? 


        “A água potável nunca deve conter mais de 1,5 mg de flúor por litro", diz Hengstler. De acordo com o CDC, um litro de água potável nos EUA contém 0,7 mg por litro (a mesma quantidade que no Brasil). Isso corresponde à dose diária recomendada pelo Instituto Americano de Saúde (NIH) para uma criança de um a três anos. 


        Homens adultos não devem consumir mais de 4 mg de flúor por dia. Para mulheres adultas, 3 mg são suficientes. A Sociedade Alemã de Nutrição (DGE) e o toxicologista Hengstler preferem adotar o cálculo de 0,05 mg por quilo de peso corporal por dia.


        "Mais de 4 mg por litro de água potável pode levar à fluorose dentária", diz Hengstler. A fluorose dentária é caracterizada por manchas marrons nos dentes e é um sinal claro de ingestão excessiva de flúor. "A partir de 10 mg de flúor por litro de água potável, pode ocorrer fluorose esquelética", afirma o toxicologista. Isso faz com que os ossos se tornem quebradiços e ocorram alterações dolorosas nas articulações.


        O problema com o flúor é que, em muitos países, não só a água potável é fluoretada, mas também a pasta de dente e o sal. Além disso, certos alimentos contêm flúor naturalmente, como peixes e chá preto. O flúor também ocorre naturalmente na água usada para tratamento de água potável — em concentrações maiores ou menores, dependendo da região. (...)


Assistência médica precária distorce os estudos 


        Tal vigilância por parte das autoridades, porém, não funciona em todas as regiões do mundo. "Em certas regiões predominantemente rurais, por exemplo na Mongólia ou no interior da China, há áreas onde a exposição ao flúor é muito alta ou muito baixa e os cuidados gerais com a saúde precisam melhorar." 


        Além disso, a assistência médica precária frequentemente anda de mãos dadas com um menor acesso à educação e baixa prosperidade econômica.


         Isso resulta em outro problema: os estudos sobre flúor são frequentemente falsificados por muitos fatores, os chamados "fatores de confusão" ou "confundidores". Esse é particularmente o caso quando se trata de estudos transversais em que a amostra da população é analisada apenas uma vez. 


        Portanto, é difícil dizer se a inteligência mais baixa está de fato relacionada ao consumo de flúor ou se tem uma ou mais causas diferentes.


         "Mas há também estudos de longo prazo e estudos que eliminam os fatores de confusão", ressalta Hengstler. Nesses estudos, também chamados de estudos longitudinais, os participantes são examinados repetidamente por um longo período de tempo. 


        Na Europa e no Canadá, a conclusão é clara: aqueles que não excedem a quantidade diária recomendada de flúor não precisam temer por sua inteligência.


(“Flúor na água potável deixa as crianças mais burras?”, Julia Vergin, 20/03/2025. Disponível em: https://www.uol.com.br/vivabem/noticias/deutsche-welle/2025/03/20/fluor-na-agua-potavel-deixa-as-criancas mais-burras.htm)







Assinale a alternativa com um trecho retirado do texto, que apresenta um VERBO TRANSITIVO DIRETO na formulação da oração: 
Alternativas
Q3330230 Português

        Assim como no Brasil, água potável fluoretada é algo perfeitamente normal nos Estados Unidos. E não apenas isso: como o número de casos de cáries dentárias caiu rapidamente com o início da fluoretação da água em 1945, os Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA (CDC, na sigla em inglês) chamam a medida de "uma das dez maiores intervenções de saúde pública do século 20".


        Fluoretos são sais do ácido fluorídrico. Eles atendem à chamada remineralização do esmalte dentário, o que, por sua vez, reduz o risco de cáries.


        A despeito disso, Utah se tornou recentemente o primeiro estado americano a banir o uso de flúor na água. A notícia deve ter agradado o atual Secretário de Saúde dos EUA, Robert F. Kennedy.


        Antes da posse do presidente Donald Trump, Kennedy já havia manifestado em uma publicação no X seu desejo de parar de fluoretar a água potável. Entre os argumentos para a interrupção estariam o efeito neurotóxico do flúor e o impacto no Ql, sobretudo entre as crianças cujos cérebros ainda estão em desenvolvimento.


         O debate sobre se o flúor pode ou não reduzir a inteligência das crianças é, de fato, um assunto recorrente na pesquisa científica. Alguns estudos encontraram uma correlação entre a concentração de flúor na urina de gestantes e as habilidades cognitivas de seus filhos. Em concentrações excessivas, o flúor pode interromper o metabolismo do cálcio nas células do corpo a tal ponto que as células cerebrais são danificadas.


        Uma meta-análise publicada em janeiro deste ano reacendeu o debate sobre a ligação entre ingestão de flúor e inteligência.


         Para Jan Hengstler, doutor em farmacologia e toxicologia na TU Dortmund com especialização no assunto, a questão de saber se o flúor pode ou não danificar o cérebro em desenvolvimento de uma criança é certamente justificada. "É um tema complexo que não deve ser menosprezado", avalia.


         Uma avaliação de 2020 da qual Hengstler participou concluiu que o flúor não é neurotóxico para o desenvolvimento humano nos níveis de exposição atuais observados na Europa. Ou seja: é uma questão de dose. 


Quando o flúor se torna prejudicial? 


        “A água potável nunca deve conter mais de 1,5 mg de flúor por litro", diz Hengstler. De acordo com o CDC, um litro de água potável nos EUA contém 0,7 mg por litro (a mesma quantidade que no Brasil). Isso corresponde à dose diária recomendada pelo Instituto Americano de Saúde (NIH) para uma criança de um a três anos. 


        Homens adultos não devem consumir mais de 4 mg de flúor por dia. Para mulheres adultas, 3 mg são suficientes. A Sociedade Alemã de Nutrição (DGE) e o toxicologista Hengstler preferem adotar o cálculo de 0,05 mg por quilo de peso corporal por dia.


        "Mais de 4 mg por litro de água potável pode levar à fluorose dentária", diz Hengstler. A fluorose dentária é caracterizada por manchas marrons nos dentes e é um sinal claro de ingestão excessiva de flúor. "A partir de 10 mg de flúor por litro de água potável, pode ocorrer fluorose esquelética", afirma o toxicologista. Isso faz com que os ossos se tornem quebradiços e ocorram alterações dolorosas nas articulações.


        O problema com o flúor é que, em muitos países, não só a água potável é fluoretada, mas também a pasta de dente e o sal. Além disso, certos alimentos contêm flúor naturalmente, como peixes e chá preto. O flúor também ocorre naturalmente na água usada para tratamento de água potável — em concentrações maiores ou menores, dependendo da região. (...)


Assistência médica precária distorce os estudos 


        Tal vigilância por parte das autoridades, porém, não funciona em todas as regiões do mundo. "Em certas regiões predominantemente rurais, por exemplo na Mongólia ou no interior da China, há áreas onde a exposição ao flúor é muito alta ou muito baixa e os cuidados gerais com a saúde precisam melhorar." 


        Além disso, a assistência médica precária frequentemente anda de mãos dadas com um menor acesso à educação e baixa prosperidade econômica.


         Isso resulta em outro problema: os estudos sobre flúor são frequentemente falsificados por muitos fatores, os chamados "fatores de confusão" ou "confundidores". Esse é particularmente o caso quando se trata de estudos transversais em que a amostra da população é analisada apenas uma vez. 


        Portanto, é difícil dizer se a inteligência mais baixa está de fato relacionada ao consumo de flúor ou se tem uma ou mais causas diferentes.


         "Mas há também estudos de longo prazo e estudos que eliminam os fatores de confusão", ressalta Hengstler. Nesses estudos, também chamados de estudos longitudinais, os participantes são examinados repetidamente por um longo período de tempo. 


        Na Europa e no Canadá, a conclusão é clara: aqueles que não excedem a quantidade diária recomendada de flúor não precisam temer por sua inteligência.


(“Flúor na água potável deixa as crianças mais burras?”, Julia Vergin, 20/03/2025. Disponível em: https://www.uol.com.br/vivabem/noticias/deutsche-welle/2025/03/20/fluor-na-agua-potavel-deixa-as-criancas mais-burras.htm)







De acordo com o texto, qual é a principal preocupação em relação aos estudos sobre o flúor e seus efeitos na inteligência? 
Alternativas
Q3330229 Português

        Assim como no Brasil, água potável fluoretada é algo perfeitamente normal nos Estados Unidos. E não apenas isso: como o número de casos de cáries dentárias caiu rapidamente com o início da fluoretação da água em 1945, os Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA (CDC, na sigla em inglês) chamam a medida de "uma das dez maiores intervenções de saúde pública do século 20".


        Fluoretos são sais do ácido fluorídrico. Eles atendem à chamada remineralização do esmalte dentário, o que, por sua vez, reduz o risco de cáries.


        A despeito disso, Utah se tornou recentemente o primeiro estado americano a banir o uso de flúor na água. A notícia deve ter agradado o atual Secretário de Saúde dos EUA, Robert F. Kennedy.


        Antes da posse do presidente Donald Trump, Kennedy já havia manifestado em uma publicação no X seu desejo de parar de fluoretar a água potável. Entre os argumentos para a interrupção estariam o efeito neurotóxico do flúor e o impacto no Ql, sobretudo entre as crianças cujos cérebros ainda estão em desenvolvimento.


         O debate sobre se o flúor pode ou não reduzir a inteligência das crianças é, de fato, um assunto recorrente na pesquisa científica. Alguns estudos encontraram uma correlação entre a concentração de flúor na urina de gestantes e as habilidades cognitivas de seus filhos. Em concentrações excessivas, o flúor pode interromper o metabolismo do cálcio nas células do corpo a tal ponto que as células cerebrais são danificadas.


        Uma meta-análise publicada em janeiro deste ano reacendeu o debate sobre a ligação entre ingestão de flúor e inteligência.


         Para Jan Hengstler, doutor em farmacologia e toxicologia na TU Dortmund com especialização no assunto, a questão de saber se o flúor pode ou não danificar o cérebro em desenvolvimento de uma criança é certamente justificada. "É um tema complexo que não deve ser menosprezado", avalia.


         Uma avaliação de 2020 da qual Hengstler participou concluiu que o flúor não é neurotóxico para o desenvolvimento humano nos níveis de exposição atuais observados na Europa. Ou seja: é uma questão de dose. 


Quando o flúor se torna prejudicial? 


        “A água potável nunca deve conter mais de 1,5 mg de flúor por litro", diz Hengstler. De acordo com o CDC, um litro de água potável nos EUA contém 0,7 mg por litro (a mesma quantidade que no Brasil). Isso corresponde à dose diária recomendada pelo Instituto Americano de Saúde (NIH) para uma criança de um a três anos. 


        Homens adultos não devem consumir mais de 4 mg de flúor por dia. Para mulheres adultas, 3 mg são suficientes. A Sociedade Alemã de Nutrição (DGE) e o toxicologista Hengstler preferem adotar o cálculo de 0,05 mg por quilo de peso corporal por dia.


        "Mais de 4 mg por litro de água potável pode levar à fluorose dentária", diz Hengstler. A fluorose dentária é caracterizada por manchas marrons nos dentes e é um sinal claro de ingestão excessiva de flúor. "A partir de 10 mg de flúor por litro de água potável, pode ocorrer fluorose esquelética", afirma o toxicologista. Isso faz com que os ossos se tornem quebradiços e ocorram alterações dolorosas nas articulações.


        O problema com o flúor é que, em muitos países, não só a água potável é fluoretada, mas também a pasta de dente e o sal. Além disso, certos alimentos contêm flúor naturalmente, como peixes e chá preto. O flúor também ocorre naturalmente na água usada para tratamento de água potável — em concentrações maiores ou menores, dependendo da região. (...)


Assistência médica precária distorce os estudos 


        Tal vigilância por parte das autoridades, porém, não funciona em todas as regiões do mundo. "Em certas regiões predominantemente rurais, por exemplo na Mongólia ou no interior da China, há áreas onde a exposição ao flúor é muito alta ou muito baixa e os cuidados gerais com a saúde precisam melhorar." 


        Além disso, a assistência médica precária frequentemente anda de mãos dadas com um menor acesso à educação e baixa prosperidade econômica.


         Isso resulta em outro problema: os estudos sobre flúor são frequentemente falsificados por muitos fatores, os chamados "fatores de confusão" ou "confundidores". Esse é particularmente o caso quando se trata de estudos transversais em que a amostra da população é analisada apenas uma vez. 


        Portanto, é difícil dizer se a inteligência mais baixa está de fato relacionada ao consumo de flúor ou se tem uma ou mais causas diferentes.


         "Mas há também estudos de longo prazo e estudos que eliminam os fatores de confusão", ressalta Hengstler. Nesses estudos, também chamados de estudos longitudinais, os participantes são examinados repetidamente por um longo período de tempo. 


        Na Europa e no Canadá, a conclusão é clara: aqueles que não excedem a quantidade diária recomendada de flúor não precisam temer por sua inteligência.


(“Flúor na água potável deixa as crianças mais burras?”, Julia Vergin, 20/03/2025. Disponível em: https://www.uol.com.br/vivabem/noticias/deutsche-welle/2025/03/20/fluor-na-agua-potavel-deixa-as-criancas mais-burras.htm)







De acordo com o texto, qual a conclusão sobre o uso do flúor na Europa e Canadá?
Alternativas
Q3330228 Português

        Assim como no Brasil, água potável fluoretada é algo perfeitamente normal nos Estados Unidos. E não apenas isso: como o número de casos de cáries dentárias caiu rapidamente com o início da fluoretação da água em 1945, os Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA (CDC, na sigla em inglês) chamam a medida de "uma das dez maiores intervenções de saúde pública do século 20".


        Fluoretos são sais do ácido fluorídrico. Eles atendem à chamada remineralização do esmalte dentário, o que, por sua vez, reduz o risco de cáries.


        A despeito disso, Utah se tornou recentemente o primeiro estado americano a banir o uso de flúor na água. A notícia deve ter agradado o atual Secretário de Saúde dos EUA, Robert F. Kennedy.


        Antes da posse do presidente Donald Trump, Kennedy já havia manifestado em uma publicação no X seu desejo de parar de fluoretar a água potável. Entre os argumentos para a interrupção estariam o efeito neurotóxico do flúor e o impacto no Ql, sobretudo entre as crianças cujos cérebros ainda estão em desenvolvimento.


         O debate sobre se o flúor pode ou não reduzir a inteligência das crianças é, de fato, um assunto recorrente na pesquisa científica. Alguns estudos encontraram uma correlação entre a concentração de flúor na urina de gestantes e as habilidades cognitivas de seus filhos. Em concentrações excessivas, o flúor pode interromper o metabolismo do cálcio nas células do corpo a tal ponto que as células cerebrais são danificadas.


        Uma meta-análise publicada em janeiro deste ano reacendeu o debate sobre a ligação entre ingestão de flúor e inteligência.


         Para Jan Hengstler, doutor em farmacologia e toxicologia na TU Dortmund com especialização no assunto, a questão de saber se o flúor pode ou não danificar o cérebro em desenvolvimento de uma criança é certamente justificada. "É um tema complexo que não deve ser menosprezado", avalia.


         Uma avaliação de 2020 da qual Hengstler participou concluiu que o flúor não é neurotóxico para o desenvolvimento humano nos níveis de exposição atuais observados na Europa. Ou seja: é uma questão de dose. 


Quando o flúor se torna prejudicial? 


        “A água potável nunca deve conter mais de 1,5 mg de flúor por litro", diz Hengstler. De acordo com o CDC, um litro de água potável nos EUA contém 0,7 mg por litro (a mesma quantidade que no Brasil). Isso corresponde à dose diária recomendada pelo Instituto Americano de Saúde (NIH) para uma criança de um a três anos. 


        Homens adultos não devem consumir mais de 4 mg de flúor por dia. Para mulheres adultas, 3 mg são suficientes. A Sociedade Alemã de Nutrição (DGE) e o toxicologista Hengstler preferem adotar o cálculo de 0,05 mg por quilo de peso corporal por dia.


        "Mais de 4 mg por litro de água potável pode levar à fluorose dentária", diz Hengstler. A fluorose dentária é caracterizada por manchas marrons nos dentes e é um sinal claro de ingestão excessiva de flúor. "A partir de 10 mg de flúor por litro de água potável, pode ocorrer fluorose esquelética", afirma o toxicologista. Isso faz com que os ossos se tornem quebradiços e ocorram alterações dolorosas nas articulações.


        O problema com o flúor é que, em muitos países, não só a água potável é fluoretada, mas também a pasta de dente e o sal. Além disso, certos alimentos contêm flúor naturalmente, como peixes e chá preto. O flúor também ocorre naturalmente na água usada para tratamento de água potável — em concentrações maiores ou menores, dependendo da região. (...)


Assistência médica precária distorce os estudos 


        Tal vigilância por parte das autoridades, porém, não funciona em todas as regiões do mundo. "Em certas regiões predominantemente rurais, por exemplo na Mongólia ou no interior da China, há áreas onde a exposição ao flúor é muito alta ou muito baixa e os cuidados gerais com a saúde precisam melhorar." 


        Além disso, a assistência médica precária frequentemente anda de mãos dadas com um menor acesso à educação e baixa prosperidade econômica.


         Isso resulta em outro problema: os estudos sobre flúor são frequentemente falsificados por muitos fatores, os chamados "fatores de confusão" ou "confundidores". Esse é particularmente o caso quando se trata de estudos transversais em que a amostra da população é analisada apenas uma vez. 


        Portanto, é difícil dizer se a inteligência mais baixa está de fato relacionada ao consumo de flúor ou se tem uma ou mais causas diferentes.


         "Mas há também estudos de longo prazo e estudos que eliminam os fatores de confusão", ressalta Hengstler. Nesses estudos, também chamados de estudos longitudinais, os participantes são examinados repetidamente por um longo período de tempo. 


        Na Europa e no Canadá, a conclusão é clara: aqueles que não excedem a quantidade diária recomendada de flúor não precisam temer por sua inteligência.


(“Flúor na água potável deixa as crianças mais burras?”, Julia Vergin, 20/03/2025. Disponível em: https://www.uol.com.br/vivabem/noticias/deutsche-welle/2025/03/20/fluor-na-agua-potavel-deixa-as-criancas mais-burras.htm)







De acordo com suas características, o texto pode ser CLASSIFICADO como: 
Alternativas
Q3330227 Português

        Assim como no Brasil, água potável fluoretada é algo perfeitamente normal nos Estados Unidos. E não apenas isso: como o número de casos de cáries dentárias caiu rapidamente com o início da fluoretação da água em 1945, os Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA (CDC, na sigla em inglês) chamam a medida de "uma das dez maiores intervenções de saúde pública do século 20".


        Fluoretos são sais do ácido fluorídrico. Eles atendem à chamada remineralização do esmalte dentário, o que, por sua vez, reduz o risco de cáries.


        A despeito disso, Utah se tornou recentemente o primeiro estado americano a banir o uso de flúor na água. A notícia deve ter agradado o atual Secretário de Saúde dos EUA, Robert F. Kennedy.


        Antes da posse do presidente Donald Trump, Kennedy já havia manifestado em uma publicação no X seu desejo de parar de fluoretar a água potável. Entre os argumentos para a interrupção estariam o efeito neurotóxico do flúor e o impacto no Ql, sobretudo entre as crianças cujos cérebros ainda estão em desenvolvimento.


         O debate sobre se o flúor pode ou não reduzir a inteligência das crianças é, de fato, um assunto recorrente na pesquisa científica. Alguns estudos encontraram uma correlação entre a concentração de flúor na urina de gestantes e as habilidades cognitivas de seus filhos. Em concentrações excessivas, o flúor pode interromper o metabolismo do cálcio nas células do corpo a tal ponto que as células cerebrais são danificadas.


        Uma meta-análise publicada em janeiro deste ano reacendeu o debate sobre a ligação entre ingestão de flúor e inteligência.


         Para Jan Hengstler, doutor em farmacologia e toxicologia na TU Dortmund com especialização no assunto, a questão de saber se o flúor pode ou não danificar o cérebro em desenvolvimento de uma criança é certamente justificada. "É um tema complexo que não deve ser menosprezado", avalia.


         Uma avaliação de 2020 da qual Hengstler participou concluiu que o flúor não é neurotóxico para o desenvolvimento humano nos níveis de exposição atuais observados na Europa. Ou seja: é uma questão de dose. 


Quando o flúor se torna prejudicial? 


        “A água potável nunca deve conter mais de 1,5 mg de flúor por litro", diz Hengstler. De acordo com o CDC, um litro de água potável nos EUA contém 0,7 mg por litro (a mesma quantidade que no Brasil). Isso corresponde à dose diária recomendada pelo Instituto Americano de Saúde (NIH) para uma criança de um a três anos. 


        Homens adultos não devem consumir mais de 4 mg de flúor por dia. Para mulheres adultas, 3 mg são suficientes. A Sociedade Alemã de Nutrição (DGE) e o toxicologista Hengstler preferem adotar o cálculo de 0,05 mg por quilo de peso corporal por dia.


        "Mais de 4 mg por litro de água potável pode levar à fluorose dentária", diz Hengstler. A fluorose dentária é caracterizada por manchas marrons nos dentes e é um sinal claro de ingestão excessiva de flúor. "A partir de 10 mg de flúor por litro de água potável, pode ocorrer fluorose esquelética", afirma o toxicologista. Isso faz com que os ossos se tornem quebradiços e ocorram alterações dolorosas nas articulações.


        O problema com o flúor é que, em muitos países, não só a água potável é fluoretada, mas também a pasta de dente e o sal. Além disso, certos alimentos contêm flúor naturalmente, como peixes e chá preto. O flúor também ocorre naturalmente na água usada para tratamento de água potável — em concentrações maiores ou menores, dependendo da região. (...)


Assistência médica precária distorce os estudos 


        Tal vigilância por parte das autoridades, porém, não funciona em todas as regiões do mundo. "Em certas regiões predominantemente rurais, por exemplo na Mongólia ou no interior da China, há áreas onde a exposição ao flúor é muito alta ou muito baixa e os cuidados gerais com a saúde precisam melhorar." 


        Além disso, a assistência médica precária frequentemente anda de mãos dadas com um menor acesso à educação e baixa prosperidade econômica.


         Isso resulta em outro problema: os estudos sobre flúor são frequentemente falsificados por muitos fatores, os chamados "fatores de confusão" ou "confundidores". Esse é particularmente o caso quando se trata de estudos transversais em que a amostra da população é analisada apenas uma vez. 


        Portanto, é difícil dizer se a inteligência mais baixa está de fato relacionada ao consumo de flúor ou se tem uma ou mais causas diferentes.


         "Mas há também estudos de longo prazo e estudos que eliminam os fatores de confusão", ressalta Hengstler. Nesses estudos, também chamados de estudos longitudinais, os participantes são examinados repetidamente por um longo período de tempo. 


        Na Europa e no Canadá, a conclusão é clara: aqueles que não excedem a quantidade diária recomendada de flúor não precisam temer por sua inteligência.


(“Flúor na água potável deixa as crianças mais burras?”, Julia Vergin, 20/03/2025. Disponível em: https://www.uol.com.br/vivabem/noticias/deutsche-welle/2025/03/20/fluor-na-agua-potavel-deixa-as-criancas mais-burras.htm)







No trecho: “A despeito disso, Utah se tornou recentemente o primeiro estado americano a banir o uso de flúor na água.”, a expressão “a despeito” pode ser alterada, sem prejuízo do significado, por: 
Alternativas
Q3330226 Português

        Assim como no Brasil, água potável fluoretada é algo perfeitamente normal nos Estados Unidos. E não apenas isso: como o número de casos de cáries dentárias caiu rapidamente com o início da fluoretação da água em 1945, os Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA (CDC, na sigla em inglês) chamam a medida de "uma das dez maiores intervenções de saúde pública do século 20".


        Fluoretos são sais do ácido fluorídrico. Eles atendem à chamada remineralização do esmalte dentário, o que, por sua vez, reduz o risco de cáries.


        A despeito disso, Utah se tornou recentemente o primeiro estado americano a banir o uso de flúor na água. A notícia deve ter agradado o atual Secretário de Saúde dos EUA, Robert F. Kennedy.


        Antes da posse do presidente Donald Trump, Kennedy já havia manifestado em uma publicação no X seu desejo de parar de fluoretar a água potável. Entre os argumentos para a interrupção estariam o efeito neurotóxico do flúor e o impacto no Ql, sobretudo entre as crianças cujos cérebros ainda estão em desenvolvimento.


         O debate sobre se o flúor pode ou não reduzir a inteligência das crianças é, de fato, um assunto recorrente na pesquisa científica. Alguns estudos encontraram uma correlação entre a concentração de flúor na urina de gestantes e as habilidades cognitivas de seus filhos. Em concentrações excessivas, o flúor pode interromper o metabolismo do cálcio nas células do corpo a tal ponto que as células cerebrais são danificadas.


        Uma meta-análise publicada em janeiro deste ano reacendeu o debate sobre a ligação entre ingestão de flúor e inteligência.


         Para Jan Hengstler, doutor em farmacologia e toxicologia na TU Dortmund com especialização no assunto, a questão de saber se o flúor pode ou não danificar o cérebro em desenvolvimento de uma criança é certamente justificada. "É um tema complexo que não deve ser menosprezado", avalia.


         Uma avaliação de 2020 da qual Hengstler participou concluiu que o flúor não é neurotóxico para o desenvolvimento humano nos níveis de exposição atuais observados na Europa. Ou seja: é uma questão de dose. 


Quando o flúor se torna prejudicial? 


        “A água potável nunca deve conter mais de 1,5 mg de flúor por litro", diz Hengstler. De acordo com o CDC, um litro de água potável nos EUA contém 0,7 mg por litro (a mesma quantidade que no Brasil). Isso corresponde à dose diária recomendada pelo Instituto Americano de Saúde (NIH) para uma criança de um a três anos. 


        Homens adultos não devem consumir mais de 4 mg de flúor por dia. Para mulheres adultas, 3 mg são suficientes. A Sociedade Alemã de Nutrição (DGE) e o toxicologista Hengstler preferem adotar o cálculo de 0,05 mg por quilo de peso corporal por dia.


        "Mais de 4 mg por litro de água potável pode levar à fluorose dentária", diz Hengstler. A fluorose dentária é caracterizada por manchas marrons nos dentes e é um sinal claro de ingestão excessiva de flúor. "A partir de 10 mg de flúor por litro de água potável, pode ocorrer fluorose esquelética", afirma o toxicologista. Isso faz com que os ossos se tornem quebradiços e ocorram alterações dolorosas nas articulações.


        O problema com o flúor é que, em muitos países, não só a água potável é fluoretada, mas também a pasta de dente e o sal. Além disso, certos alimentos contêm flúor naturalmente, como peixes e chá preto. O flúor também ocorre naturalmente na água usada para tratamento de água potável — em concentrações maiores ou menores, dependendo da região. (...)


Assistência médica precária distorce os estudos 


        Tal vigilância por parte das autoridades, porém, não funciona em todas as regiões do mundo. "Em certas regiões predominantemente rurais, por exemplo na Mongólia ou no interior da China, há áreas onde a exposição ao flúor é muito alta ou muito baixa e os cuidados gerais com a saúde precisam melhorar." 


        Além disso, a assistência médica precária frequentemente anda de mãos dadas com um menor acesso à educação e baixa prosperidade econômica.


         Isso resulta em outro problema: os estudos sobre flúor são frequentemente falsificados por muitos fatores, os chamados "fatores de confusão" ou "confundidores". Esse é particularmente o caso quando se trata de estudos transversais em que a amostra da população é analisada apenas uma vez. 


        Portanto, é difícil dizer se a inteligência mais baixa está de fato relacionada ao consumo de flúor ou se tem uma ou mais causas diferentes.


         "Mas há também estudos de longo prazo e estudos que eliminam os fatores de confusão", ressalta Hengstler. Nesses estudos, também chamados de estudos longitudinais, os participantes são examinados repetidamente por um longo período de tempo. 


        Na Europa e no Canadá, a conclusão é clara: aqueles que não excedem a quantidade diária recomendada de flúor não precisam temer por sua inteligência.


(“Flúor na água potável deixa as crianças mais burras?”, Julia Vergin, 20/03/2025. Disponível em: https://www.uol.com.br/vivabem/noticias/deutsche-welle/2025/03/20/fluor-na-agua-potavel-deixa-as-criancas mais-burras.htm)







De acordo com o texto, qual foi a principal consequência da fluoretação da água nos Estados Unidos? 
Alternativas
Q3328567 Português
O número 963726 está representado corretamente por extenso em qual das alternativas abaixo?
Alternativas
Q3328559 Português
Assinale a frase que apresenta sentido conotativo:  
Alternativas
Q3328558 Português
Assinale a alternativa em que a palavra esta separada de forma incorreta: 
Alternativas
Q3328557 Português
“Hoje é o seu aniversário?”, as palavras sublinhadas pertencem respectivamente a quais classes de palavras?  
Alternativas
Q3328556 Português
São sinônimo da palavra desrespeitar, exceto: 
Alternativas
Q3328555 Português
Assinale a alternativa em que a palavra apresenta 6 letras e 5 fonemas: 
Alternativas
Q3328554 Português
Quais as palavras que apresentam encontro vocálico em hiato? 
Alternativas
Q3328553 Português
Assinale a alternativa em que as palavras estão acentuadas corretamente: 
Alternativas
Q3328552 Português
Observe a frase abaixo e assinale a alternativa que apresenta a palavra mais adequada para manter a coesão:  

“ Ele acordou cedo _____ foi tomar um café.” 
Alternativas
Q3328551 Português
Releia o trecho a seguir: “Entre os ambientes que enfrentam desafios significativos devido às mudanças no clima estão as matas secas…”, a expressão sublinhadas introduz: 
Alternativas
Q3328550 Português
Crise climática ameaça biodiversidade da caatinga

Mudanças no clima podem causar perda de espécies em 99% desse bioma, com espécies raras e arbóreas sendo substituídas por herbáceas e suculentas generalistas. Os impactos dessa transformação devem ser enfrentados com planejamento e ações de conservação
A crise climática já é uma realidade para muitos ecossistemas na Terra. Entre os ambientes que enfrentam desafios significativos devido às mudanças no clima estão as matas secas, especialmente a caatinga do Nordeste brasileiro. Projeções estatísticas preveem que esse bioma, lar de quase 30 milhões de pessoas e com um terço de seu território convertido em atividades agrícolas, se tornará mais quente e seco no futuro.
As consequências do aumento da aridez são amplamente desconhecidas para a maioria das espécies da caatinga, o que pode limitar a proposição de planos de manejo e conservação eficazes em longo prazo.

Mário R. Moura https://cienciahoje.org.br/

A finalidade principal do texto é: 
Alternativas
Q3328513 Português
Assinale a alternativa em que contém uma oração subordinada adverbial temporal:  
Alternativas
Respostas
42201: D
42202: A
42203: B
42204: B
42205: C
42206: A
42207: D
42208: B
42209: C
42210: D
42211: A
42212: B
42213: C
42214: A
42215: A
42216: D
42217: B
42218: A
42219: D
42220: B