Questões de Concurso Sobre português
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Qual alternativa preenche, CORRETA e respectivamente, as lacunas?
I. As áreas cerebrais ativadas após o período de restrição são as mesmas analisadas em dependência de drogas, como o giro cingulado anterior e o núcleo accumbens.
II. O estudo conclui de forma definitiva que o uso do celular provoca dependência igual à do cigarro ou da cocaína.
Das assertivas, pode-se afirmar que:
I. A pesquisa identificou que a restrição do uso do celular por três dias alterou áreas do cérebro ligadas a mecanismos de recompensa.
II. O estudo foi conduzido com uma amostra ampla e representativa de adultos jovens, o que reforça a validade de suas conclusões.
III. A ativação de regiões como o núcleo accumbens foi comparada a quadros de dependência de substâncias.
IV. As limitações apontadas incluem ausência de grupo controle e dependência de relatos subjetivos dos voluntários.
Está correto o que se afirma em:
Qual alternativa preenche, CORRETA e respectivamente, as lacunas?
I. A metáfora do caderno com rasuras simboliza a vida marcada por erros, mas também por aprendizados e superações.
II. O texto valoriza a perfeição absoluta como ideal de existência, rejeitando os erros como parte da caminhada.
III. A presença de borrões e falhas é descrita como elemento essencial para dar sentido e autenticidade à vida.
Está correto o que se afirma em:
Noutro trecho da cena do julgamento, quando João Grilo procura recorrer a mais uma esperteza, para livrar-se da acusação do diabo, Cristo o adverte: “Deixe de chicana, João. Você pensa que isto aqui é o Palácio da Justiça?”. Era a emoção irresistível de sentir o Cristo do seu lado, pois a Justiça, infelizmente como é praticada, sufocada por formalismos e complicações que possibilitam a deturpação de seus verdadeiros objetivos, é antes uma ameaça do que uma garantia aos olhos do povo.
(SUASSUNA, Ariano. O Auto da Compadecida. 35 ed. Rio de Janeiro: Agir, 2005. p. 12.)
O “Auto da Compadecida” é uma obra conhecida por misturar elementos do teatro popular nordestino com críticas sociais. Uma das principais características da obra é:
Texto para responder à questão.
Sabiá-laranjeira totalmente branco é avistado em propriedade rural no Paraná
Um sabiá-laranjeira com plumagem completamente branca foi avistado por um agricultor em uma área rural de Mangueirinha, no sudoeste do Paraná. O registro é considerado raro por especialistas, já que a espécie normalmente apresenta coloração marrom e alaranjada.
Segundo Ben Phalan, gerente de conservação do Parque das Aves, a coloração incomum do animal pode ser causada por leucismo ou albinismo, condições genéticas que afetam a produção de melanina, pigmento responsável por cores como marrom e preto nas penas das aves. “O sabiá-laranjeira é uma espécie comum no estado. Normalmente tem coloração marrom com barriga alaranjada, mas esse indivíduo tem uma mutação que pode ser leucismo ou albinismo”, explica Phalan.
A diferença entre leucismo e albinismo é que no leucismo, a ave perde parcial ou totalmente a coloração das penas, mas mantém a pigmentação dos olhos. Já no albinismo, a ausência de melanina é completa, inclusive nos olhos, que adquirem tonalidade avermelhada por conta dos vasos sanguíneos. Como não foi possível observar os olhos da ave, os especialistas não puderam confirmar com certeza qual é a condição genética do animal.
Apesar de a mutação não afetar a saúde do sabiá, ela pode representar desvantagens no ambiente natural. “É um indivíduo que se desenvolveu normalmente, mas por ser branco, fica mais visível para predadores. Além disso, há estudos que sugerem que aves com essa coloração podem ter mais dificuldade para encontrar um parceiro”, explica Phalan. “É possível que leve uma vida normal, mas com mais obstáculos do que um sabiá com coloração padrão.”
(Disponível em: https://g1.globo.com/. Acesso em: julho de 2025. Adaptado.)
Texto para responder à questão.
Sabiá-laranjeira totalmente branco é avistado em propriedade rural no Paraná
Um sabiá-laranjeira com plumagem completamente branca foi avistado por um agricultor em uma área rural de Mangueirinha, no sudoeste do Paraná. O registro é considerado raro por especialistas, já que a espécie normalmente apresenta coloração marrom e alaranjada.
Segundo Ben Phalan, gerente de conservação do Parque das Aves, a coloração incomum do animal pode ser causada por leucismo ou albinismo, condições genéticas que afetam a produção de melanina, pigmento responsável por cores como marrom e preto nas penas das aves. “O sabiá-laranjeira é uma espécie comum no estado. Normalmente tem coloração marrom com barriga alaranjada, mas esse indivíduo tem uma mutação que pode ser leucismo ou albinismo”, explica Phalan.
A diferença entre leucismo e albinismo é que no leucismo, a ave perde parcial ou totalmente a coloração das penas, mas mantém a pigmentação dos olhos. Já no albinismo, a ausência de melanina é completa, inclusive nos olhos, que adquirem tonalidade avermelhada por conta dos vasos sanguíneos. Como não foi possível observar os olhos da ave, os especialistas não puderam confirmar com certeza qual é a condição genética do animal.
Apesar de a mutação não afetar a saúde do sabiá, ela pode representar desvantagens no ambiente natural. “É um indivíduo que se desenvolveu normalmente, mas por ser branco, fica mais visível para predadores. Além disso, há estudos que sugerem que aves com essa coloração podem ter mais dificuldade para encontrar um parceiro”, explica Phalan. “É possível que leve uma vida normal, mas com mais obstáculos do que um sabiá com coloração padrão.”
(Disponível em: https://g1.globo.com/. Acesso em: julho de 2025. Adaptado.)
Texto para responder à questão.
Sabiá-laranjeira totalmente branco é avistado em propriedade rural no Paraná
Um sabiá-laranjeira com plumagem completamente branca foi avistado por um agricultor em uma área rural de Mangueirinha, no sudoeste do Paraná. O registro é considerado raro por especialistas, já que a espécie normalmente apresenta coloração marrom e alaranjada.
Segundo Ben Phalan, gerente de conservação do Parque das Aves, a coloração incomum do animal pode ser causada por leucismo ou albinismo, condições genéticas que afetam a produção de melanina, pigmento responsável por cores como marrom e preto nas penas das aves. “O sabiá-laranjeira é uma espécie comum no estado. Normalmente tem coloração marrom com barriga alaranjada, mas esse indivíduo tem uma mutação que pode ser leucismo ou albinismo”, explica Phalan.
A diferença entre leucismo e albinismo é que no leucismo, a ave perde parcial ou totalmente a coloração das penas, mas mantém a pigmentação dos olhos. Já no albinismo, a ausência de melanina é completa, inclusive nos olhos, que adquirem tonalidade avermelhada por conta dos vasos sanguíneos. Como não foi possível observar os olhos da ave, os especialistas não puderam confirmar com certeza qual é a condição genética do animal.
Apesar de a mutação não afetar a saúde do sabiá, ela pode representar desvantagens no ambiente natural. “É um indivíduo que se desenvolveu normalmente, mas por ser branco, fica mais visível para predadores. Além disso, há estudos que sugerem que aves com essa coloração podem ter mais dificuldade para encontrar um parceiro”, explica Phalan. “É possível que leve uma vida normal, mas com mais obstáculos do que um sabiá com coloração padrão.”
(Disponível em: https://g1.globo.com/. Acesso em: julho de 2025. Adaptado.)