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Q3631001 Português
Por que algumas pessoas sofrem de fadiga extrema após doenças como covid e gripe



Desde que contraiu covid-19 em 2023, Rachael Edwards, de 31 anos, enfrenta fadiga tão intensa que fica acamada por semanas. Antes saudável, ela relata que se sente como se estivesse sendo puxada por uma âncora. A exaustão é comparada à de uma maratona sem descanso ou energia, dificultando até gestos simples.

A covid longa, caracterizada por sintomas persistentes mesmo após a eliminação do vírus, abriu espaço para o estudo da chamada fadiga pós-viral — uma condição parecida, associada a infecções como Sars, Ebola, Epstein-Barr, gripe e até doenças transmitidas por carrapatos, como a de Lyme.

A médica britânica Rosalind Adam, da Universidade de Aberdeen, iniciou um estudo com pacientes afetados por diferentes tipos de fadiga. Com o auxílio de sensores e um aplicativo, identifica padrões distintos de cansaço, chamados fadigótipos, para auxiliar em diagnósticos e tratamentos mais precisos.

Um fenômeno ainda mais grave é o mal-estar pós-esforço, em que qualquer atividade física provoca um colapso duradouro. O professor David Putrino, dos Estados Unidos, explica que esse quadro está ligado a distúrbios do sono, problemas hormonais e ao funcionamento das mitocôndrias — estruturas que produzem energia nas células. Durante infecções, os vírus alteram o funcionamento dessas estruturas, gerando um déficit energético que se prolonga após a recuperação.

Além disso, infecções virais induzem reações autoimunes, fazendo com que o sistema imunológico ataque nervos e músculos, o que causa fraqueza intensa. Isso já foi observado em sobreviventes de Ebola e Sars.

Outro fator é a dificuldade de eliminar resíduos gerados pelo esforço celular durante a infecção, agravada pelo cansaço prolongado do sistema imunológico. Isso explica sintomas como fadiga muscular e confusão mental.

Tratamentos como o exercício físico gradual ou regulado são adotados com cautela. Em alguns casos, agravam os sintomas. Por isso, entidades de saúde como o Reino Unido e os Estados Unidos passaram a recomendar abordagens mais individualizadas e flexíveis.

Pesquisadores estudam possíveis soluções, como medicamentos que ajudem na função mitocondrial e na eliminação de coágulos microscópicos, bem como suplementos como a coenzima Q10, que demonstrou ajudar em casos leves.

A professora Betsy Keller, após anos de pesquisa, aponta que fatores anteriores à infecção, como tensão muscular crônica ou cicatrizes de cirurgias, aumenta o risco de fadiga pós-viral. Já David Putrino reforça que não há uma única solução e que o caminho está na compreensão profunda dos diferentes fatores e na combinação de terapias, oferecendo esperança para os que vivem com essas condições debilitantes.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/ckgx9eerypko.adaptado.
 A fadiga intensa relatada pela paciente e outros sintomas descritos no texto levaram pesquisadores a estudarem formas mais eficazes de identificar e tratar a covid longa e outras síndromes semelhantes.
De acordo com o texto base, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3631000 Português
Por que algumas pessoas sofrem de fadiga extrema após doenças como covid e gripe



Desde que contraiu covid-19 em 2023, Rachael Edwards, de 31 anos, enfrenta fadiga tão intensa que fica acamada por semanas. Antes saudável, ela relata que se sente como se estivesse sendo puxada por uma âncora. A exaustão é comparada à de uma maratona sem descanso ou energia, dificultando até gestos simples.

A covid longa, caracterizada por sintomas persistentes mesmo após a eliminação do vírus, abriu espaço para o estudo da chamada fadiga pós-viral — uma condição parecida, associada a infecções como Sars, Ebola, Epstein-Barr, gripe e até doenças transmitidas por carrapatos, como a de Lyme.

A médica britânica Rosalind Adam, da Universidade de Aberdeen, iniciou um estudo com pacientes afetados por diferentes tipos de fadiga. Com o auxílio de sensores e um aplicativo, identifica padrões distintos de cansaço, chamados fadigótipos, para auxiliar em diagnósticos e tratamentos mais precisos.

Um fenômeno ainda mais grave é o mal-estar pós-esforço, em que qualquer atividade física provoca um colapso duradouro. O professor David Putrino, dos Estados Unidos, explica que esse quadro está ligado a distúrbios do sono, problemas hormonais e ao funcionamento das mitocôndrias — estruturas que produzem energia nas células. Durante infecções, os vírus alteram o funcionamento dessas estruturas, gerando um déficit energético que se prolonga após a recuperação.

Além disso, infecções virais induzem reações autoimunes, fazendo com que o sistema imunológico ataque nervos e músculos, o que causa fraqueza intensa. Isso já foi observado em sobreviventes de Ebola e Sars.

Outro fator é a dificuldade de eliminar resíduos gerados pelo esforço celular durante a infecção, agravada pelo cansaço prolongado do sistema imunológico. Isso explica sintomas como fadiga muscular e confusão mental.

Tratamentos como o exercício físico gradual ou regulado são adotados com cautela. Em alguns casos, agravam os sintomas. Por isso, entidades de saúde como o Reino Unido e os Estados Unidos passaram a recomendar abordagens mais individualizadas e flexíveis.

Pesquisadores estudam possíveis soluções, como medicamentos que ajudem na função mitocondrial e na eliminação de coágulos microscópicos, bem como suplementos como a coenzima Q10, que demonstrou ajudar em casos leves.

A professora Betsy Keller, após anos de pesquisa, aponta que fatores anteriores à infecção, como tensão muscular crônica ou cicatrizes de cirurgias, aumenta o risco de fadiga pós-viral. Já David Putrino reforça que não há uma única solução e que o caminho está na compreensão profunda dos diferentes fatores e na combinação de terapias, oferecendo esperança para os que vivem com essas condições debilitantes.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/ckgx9eerypko.adaptado.
 A covid longa, "caracterizada por sintomas persistentes mesmo após a eliminação do vírus", abriu espaço para o estudo da chamada fadiga pós-viral.
Sintaticamente, o termo destacado nesta frase trata-se de:
Alternativas
Q3630928 Português
Por que algumas pessoas sofrem de fadiga extrema após doenças como covid e gripe



Desde que contraiu covid-19 em 2023, Rachael Edwards, de 31 anos, enfrenta fadiga tão intensa que fica acamada por semanas. Antes saudável, ela relata que se sente como se estivesse sendo puxada por uma âncora. A exaustão é comparada à de uma maratona sem descanso ou energia, dificultando até gestos simples.

A covid longa, caracterizada por sintomas persistentes mesmo após a eliminação do vírus, abriu espaço para o estudo da chamada fadiga pós-viral — uma condição parecida, associada a infecções como Sars, Ebola, Epstein-Barr, gripe e até doenças transmitidas por carrapatos, como a de Lyme.

A médica britânica Rosalind Adam, da Universidade de Aberdeen, iniciou um estudo com pacientes afetados por diferentes tipos de fadiga. Com o auxílio de sensores e um aplicativo, identifica padrões distintos de cansaço, chamados fadigótipos, para auxiliar em diagnósticos e tratamentos mais precisos.

Um fenômeno ainda mais grave é o mal-estar pós-esforço, em que qualquer atividade física provoca um colapso duradouro. O professor David Putrino, dos Estados Unidos, explica que esse quadro está ligado a distúrbios do sono, problemas hormonais e ao funcionamento das mitocôndrias — estruturas que produzem energia nas células. Durante infecções, os vírus alteram o funcionamento dessas estruturas, gerando um déficit energético que se prolonga após a recuperação.

Além disso, infecções virais induzem reações autoimunes, fazendo com que o sistema imunológico ataque nervos e músculos, o que causa fraqueza intensa. Isso já foi observado em sobreviventes de Ebola e Sars.

Outro fator é a dificuldade de eliminar resíduos gerados pelo esforço celular durante a infecção, agravada pelo cansaço prolongado do sistema imunológico. Isso explica sintomas como fadiga muscular e confusão mental.

Tratamentos como o exercício físico gradual ou regulado são adotados com cautela. Em alguns casos, agravam os sintomas. Por isso, entidades de saúde como o Reino Unido e os Estados Unidos passaram a recomendar abordagens mais individualizadas e flexíveis.

Pesquisadores estudam possíveis soluções, como medicamentos que ajudem na função mitocondrial e na eliminação de coágulos microscópicos, bem como suplementos como a coenzima Q10, que demonstrou ajudar em casos leves.

A professora Betsy Keller, após anos de pesquisa, aponta que fatores anteriores à infecção, como tensão muscular crônica ou cicatrizes de cirurgias, aumenta o risco de fadiga pós-viral. Já David Putrino reforça que não há uma única solução e que o caminho está na compreensão profunda dos diferentes fatores e na combinação de terapias, oferecendo esperança para os que vivem com essas condições debilitantes.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/ckgx9eerypko.adaptado.
O professor David Putrino, dos Estados Unidos, explica "que" esse quadro está ligado a distúrbios do sono.
Morfologicamente, o termo destacado, nesta frase, trata-se de:
Alternativas
Q3630847 Português
"A Agenda 2030 é um plano de ação global que reúne 17 objetivos e 169 metas, criados para erradicar a pobreza e promover vida digna a todos, dentro das condições que o nosso planeta oferece e sem comprometer a qualidade de vida das próximas gerações."
https://ecam.org.br/blog/o-que-e-a-agenda-2030-e-quais-os-seus-objeti vos/

Ao focar na preocupação com a qualidade de vida das próximas gerações, a Agenda 2030 assume um comprometimento com:
Alternativas
Q3630845 Português
Recentemente, o influenciador Felipe Bressanim Pereira, conhecido como Felca, lançou um alerta em suas redes sociais sobre como os algoritmos e usuários mal-intencionados exploram o espaço digital para abordagens abusivas e conteúdos inadequados. O principal foco do alerta de Felca foi sobre:
Alternativas
Q3630827 Português
Gripe, resfriado, covid-19 ou dengue: entenda diferenças e sintomas


O inverno favorece o aumento de doenças respiratórias, devido ao frio e ao tempo seco. Já o verão, com suas chuvas, contribui para a elevação dos casos de dengue. Sintomas como febre, dores no corpo, mal-estar e cansaço são comuns a várias dessas doenças — gripe, resfriado, covid-19 e dengue. Para distingui-las, apenas exames laboratoriais confirmam o diagnóstico com segurança.

Todas essas enfermidades têm origem viral, mas são causadas por agentes diferentes. A covid-19 é causada por um coronavírus; a gripe, por vírus da família influenza; o resfriado, por rinovírus, adenovírus ou parainfluenza; e a dengue, por um flavivírus transmitido pela picada do mosquito Aedes aegypti. Enquanto gripe, resfriado e covid-19 se transmitem por gotículas respiratórias, a dengue é transmitida por vetor.

A dengue apresenta quatro tipos e pode infectar a mesma pessoa mais de uma vez. Seu sintoma clássico é a febre alta e repentina. Sintomas respiratórios são raros. A doença dura de quatro a dez dias, mas seus efeitos persistem por semanas. Ela pode ser classificada como não grave, com ou sem sinais de alarme, ou como grave. No primeiro caso, os sintomas incluem febre, enjoo, dores no corpo, vermelhidão e dor nos olhos. Com sinais de alarme, surgem vômitos persistentes, sangramentos e acúmulo de líquidos em órgãos internos. A forma grave pode causar choque, comprometimento de órgãos como fígado e cérebro. A expressão dengue hemorrágica deixou de ser usada por não abranger adequadamente todos os quadros graves.

A covid-19 pode ser assintomática ou apresentar sintomas leves, moderados ou graves. No início da pandemia, os sinais mais comuns incluíam tosse seca, febre, cansaço e perda de olfato e paladar. Com o tempo, novas variantes modificaram o perfil dos sintomas. Atualmente, os mais frequentes incluem tosse, dor de garganta, coriza, dor abdominal e fadiga. Também há relatos de lesões de pele, ansiedade, queda de cabelo e confusão mental, principalmente em casos prolongados, chamados de covid longa.

A gripe, causada por vírus da família influenza, tem evolução rápida e sintomas intensos. Por isso, a vacina precisa ser atualizada anualmente. Os sintomas incluem febre, dor de cabeça, tosse seca, dores no corpo, coriza, dor de garganta e, em alguns casos, diarreia. A perda de olfato e paladar, típica da covid-19, não é frequente nos quadros de gripe.

Os resfriados, por sua vez, são provocados por vírus diversos e costumam apresentar sintomas leves e de início gradual. Dor de garganta, coriza e congestão nasal são manifestações comuns. Em alguns casos, pode haver febre baixa e tosse leve, mas dor de cabeça, falta de ar e diarreia são raras. Os resfriados, em geral, desaparecem em poucos dias.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cvgp1qv7ke9o.adaptado.
A covid-19 pode ser assintomática ou apresentar sintomas leves, moderados ou graves. No início da pandemia, os sinais mais comuns incluíam tosse seca, febre, cansaço e perda de olfato e paladar. Com o tempo, novas variantes modificaram o perfil dos sintomas. Atualmente, os mais frequentes incluem tosse, dor de garganta, coriza, dor abdominal e fadiga. Também há relatos de lesões de pele, ansiedade, queda de cabelo e confusão mental, principalmente em casos prolongados, chamados de covid longa.
De acordo com o trecho fornecido, assinale a alternativa correta quanto às informações apresentadas.
Alternativas
Q3630824 Português
Gripe, resfriado, covid-19 ou dengue: entenda diferenças e sintomas


O inverno favorece o aumento de doenças respiratórias, devido ao frio e ao tempo seco. Já o verão, com suas chuvas, contribui para a elevação dos casos de dengue. Sintomas como febre, dores no corpo, mal-estar e cansaço são comuns a várias dessas doenças — gripe, resfriado, covid-19 e dengue. Para distingui-las, apenas exames laboratoriais confirmam o diagnóstico com segurança.

Todas essas enfermidades têm origem viral, mas são causadas por agentes diferentes. A covid-19 é causada por um coronavírus; a gripe, por vírus da família influenza; o resfriado, por rinovírus, adenovírus ou parainfluenza; e a dengue, por um flavivírus transmitido pela picada do mosquito Aedes aegypti. Enquanto gripe, resfriado e covid-19 se transmitem por gotículas respiratórias, a dengue é transmitida por vetor.

A dengue apresenta quatro tipos e pode infectar a mesma pessoa mais de uma vez. Seu sintoma clássico é a febre alta e repentina. Sintomas respiratórios são raros. A doença dura de quatro a dez dias, mas seus efeitos persistem por semanas. Ela pode ser classificada como não grave, com ou sem sinais de alarme, ou como grave. No primeiro caso, os sintomas incluem febre, enjoo, dores no corpo, vermelhidão e dor nos olhos. Com sinais de alarme, surgem vômitos persistentes, sangramentos e acúmulo de líquidos em órgãos internos. A forma grave pode causar choque, comprometimento de órgãos como fígado e cérebro. A expressão dengue hemorrágica deixou de ser usada por não abranger adequadamente todos os quadros graves.

A covid-19 pode ser assintomática ou apresentar sintomas leves, moderados ou graves. No início da pandemia, os sinais mais comuns incluíam tosse seca, febre, cansaço e perda de olfato e paladar. Com o tempo, novas variantes modificaram o perfil dos sintomas. Atualmente, os mais frequentes incluem tosse, dor de garganta, coriza, dor abdominal e fadiga. Também há relatos de lesões de pele, ansiedade, queda de cabelo e confusão mental, principalmente em casos prolongados, chamados de covid longa.

A gripe, causada por vírus da família influenza, tem evolução rápida e sintomas intensos. Por isso, a vacina precisa ser atualizada anualmente. Os sintomas incluem febre, dor de cabeça, tosse seca, dores no corpo, coriza, dor de garganta e, em alguns casos, diarreia. A perda de olfato e paladar, típica da covid-19, não é frequente nos quadros de gripe.

Os resfriados, por sua vez, são provocados por vírus diversos e costumam apresentar sintomas leves e de início gradual. Dor de garganta, coriza e congestão nasal são manifestações comuns. Em alguns casos, pode haver febre baixa e tosse leve, mas dor de cabeça, falta de ar e diarreia são raras. Os resfriados, em geral, desaparecem em poucos dias.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cvgp1qv7ke9o.adaptado.
A relação entre clima e doenças é destacada no texto, que mostra como o frio e o tempo seco influenciam problemas respiratórios, enquanto as chuvas aumentam os casos de dengue.
De acordo com o texto base, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3630821 Português
Gripe, resfriado, covid-19 ou dengue: entenda diferenças e sintomas


O inverno favorece o aumento de doenças respiratórias, devido ao frio e ao tempo seco. Já o verão, com suas chuvas, contribui para a elevação dos casos de dengue. Sintomas como febre, dores no corpo, mal-estar e cansaço são comuns a várias dessas doenças — gripe, resfriado, covid-19 e dengue. Para distingui-las, apenas exames laboratoriais confirmam o diagnóstico com segurança.

Todas essas enfermidades têm origem viral, mas são causadas por agentes diferentes. A covid-19 é causada por um coronavírus; a gripe, por vírus da família influenza; o resfriado, por rinovírus, adenovírus ou parainfluenza; e a dengue, por um flavivírus transmitido pela picada do mosquito Aedes aegypti. Enquanto gripe, resfriado e covid-19 se transmitem por gotículas respiratórias, a dengue é transmitida por vetor.

A dengue apresenta quatro tipos e pode infectar a mesma pessoa mais de uma vez. Seu sintoma clássico é a febre alta e repentina. Sintomas respiratórios são raros. A doença dura de quatro a dez dias, mas seus efeitos persistem por semanas. Ela pode ser classificada como não grave, com ou sem sinais de alarme, ou como grave. No primeiro caso, os sintomas incluem febre, enjoo, dores no corpo, vermelhidão e dor nos olhos. Com sinais de alarme, surgem vômitos persistentes, sangramentos e acúmulo de líquidos em órgãos internos. A forma grave pode causar choque, comprometimento de órgãos como fígado e cérebro. A expressão dengue hemorrágica deixou de ser usada por não abranger adequadamente todos os quadros graves.

A covid-19 pode ser assintomática ou apresentar sintomas leves, moderados ou graves. No início da pandemia, os sinais mais comuns incluíam tosse seca, febre, cansaço e perda de olfato e paladar. Com o tempo, novas variantes modificaram o perfil dos sintomas. Atualmente, os mais frequentes incluem tosse, dor de garganta, coriza, dor abdominal e fadiga. Também há relatos de lesões de pele, ansiedade, queda de cabelo e confusão mental, principalmente em casos prolongados, chamados de covid longa.

A gripe, causada por vírus da família influenza, tem evolução rápida e sintomas intensos. Por isso, a vacina precisa ser atualizada anualmente. Os sintomas incluem febre, dor de cabeça, tosse seca, dores no corpo, coriza, dor de garganta e, em alguns casos, diarreia. A perda de olfato e paladar, típica da covid-19, não é frequente nos quadros de gripe.

Os resfriados, por sua vez, são provocados por vírus diversos e costumam apresentar sintomas leves e de início gradual. Dor de garganta, coriza e congestão nasal são manifestações comuns. Em alguns casos, pode haver febre baixa e tosse leve, mas dor de cabeça, falta de ar e diarreia são raras. Os resfriados, em geral, desaparecem em poucos dias.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cvgp1qv7ke9o.adaptado.

A doença dura de quatro a dez dias, mas seus efeitos "persistem" por semanas.

O sinônimo que representa o termo destacado é:

Alternativas
Q3630759 Português
Gripe, resfriado, covid-19 ou dengue: entenda diferenças e sintomas


O inverno favorece o aumento de doenças respiratórias, devido ao frio e ao tempo seco. Já o verão, com suas chuvas, contribui para a elevação dos casos de dengue. Sintomas como febre, dores no corpo, mal-estar e cansaço são comuns a várias dessas doenças — gripe, resfriado, covid-19 e dengue. Para distingui-las, apenas exames laboratoriais confirmam o diagnóstico com segurança.

Todas essas enfermidades têm origem viral, mas são causadas por agentes diferentes. A covid-19 é causada por um coronavírus; a gripe, por vírus da família influenza; o resfriado, por rinovírus, adenovírus ou parainfluenza; e a dengue, por um flavivírus transmitido pela picada do mosquito Aedes aegypti. Enquanto gripe, resfriado e covid-19 se transmitem por gotículas respiratórias, a dengue é transmitida por vetor.

A dengue apresenta quatro tipos e pode infectar a mesma pessoa mais de uma vez. Seu sintoma clássico é a febre alta e repentina. Sintomas respiratórios são raros. A doença dura de quatro a dez dias, mas seus efeitos persistem por semanas. Ela pode ser classificada como não grave, com ou sem sinais de alarme, ou como grave. No primeiro caso, os sintomas incluem febre, enjoo, dores no corpo, vermelhidão e dor nos olhos. Com sinais de alarme, surgem vômitos persistentes, sangramentos e acúmulo de líquidos em órgãos internos. A forma grave pode causar choque, comprometimento de órgãos como fígado e cérebro. A expressão dengue hemorrágica deixou de ser usada por não abranger adequadamente todos os quadros graves.

A covid-19 pode ser assintomática ou apresentar sintomas leves, moderados ou graves. No início da pandemia, os sinais mais comuns incluíam tosse seca, febre, cansaço e perda de olfato e paladar. Com o tempo, novas variantes modificaram o perfil dos sintomas. Atualmente, os mais frequentes incluem tosse, dor de garganta, coriza, dor abdominal e fadiga. Também há relatos de lesões de pele, ansiedade, queda de cabelo e confusão mental, principalmente em casos prolongados, chamados de covid longa.

A gripe, causada por vírus da família influenza, tem evolução rápida e sintomas intensos. Por isso, a vacina precisa ser atualizada anualmente. Os sintomas incluem febre, dor de cabeça, tosse seca, dores no corpo, coriza, dor de garganta e, em alguns casos, diarreia. A perda de olfato e paladar, típica da covid-19, não é frequente nos quadros de gripe.

Os resfriados, por sua vez, são provocados por vírus diversos e costumam apresentar sintomas leves e de início gradual. Dor de garganta, coriza e congestão nasal são manifestações comuns. Em alguns casos, pode haver febre baixa e tosse leve, mas dor de cabeça, falta de ar e diarreia são raras. Os resfriados, em geral, desaparecem em poucos dias.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cvgp1qv7ke9o.adaptado.
Enquanto gripe, resfriado e covid-19 se transmitem por gotículas respiratórias, a dengue é transmitida por vetor.
Assinale a alternativa correta quanto à nova pontuação sem alteração do sentido original da frase.
Alternativas
Q3630758 Português
Gripe, resfriado, covid-19 ou dengue: entenda diferenças e sintomas


O inverno favorece o aumento de doenças respiratórias, devido ao frio e ao tempo seco. Já o verão, com suas chuvas, contribui para a elevação dos casos de dengue. Sintomas como febre, dores no corpo, mal-estar e cansaço são comuns a várias dessas doenças — gripe, resfriado, covid-19 e dengue. Para distingui-las, apenas exames laboratoriais confirmam o diagnóstico com segurança.

Todas essas enfermidades têm origem viral, mas são causadas por agentes diferentes. A covid-19 é causada por um coronavírus; a gripe, por vírus da família influenza; o resfriado, por rinovírus, adenovírus ou parainfluenza; e a dengue, por um flavivírus transmitido pela picada do mosquito Aedes aegypti. Enquanto gripe, resfriado e covid-19 se transmitem por gotículas respiratórias, a dengue é transmitida por vetor.

A dengue apresenta quatro tipos e pode infectar a mesma pessoa mais de uma vez. Seu sintoma clássico é a febre alta e repentina. Sintomas respiratórios são raros. A doença dura de quatro a dez dias, mas seus efeitos persistem por semanas. Ela pode ser classificada como não grave, com ou sem sinais de alarme, ou como grave. No primeiro caso, os sintomas incluem febre, enjoo, dores no corpo, vermelhidão e dor nos olhos. Com sinais de alarme, surgem vômitos persistentes, sangramentos e acúmulo de líquidos em órgãos internos. A forma grave pode causar choque, comprometimento de órgãos como fígado e cérebro. A expressão dengue hemorrágica deixou de ser usada por não abranger adequadamente todos os quadros graves.

A covid-19 pode ser assintomática ou apresentar sintomas leves, moderados ou graves. No início da pandemia, os sinais mais comuns incluíam tosse seca, febre, cansaço e perda de olfato e paladar. Com o tempo, novas variantes modificaram o perfil dos sintomas. Atualmente, os mais frequentes incluem tosse, dor de garganta, coriza, dor abdominal e fadiga. Também há relatos de lesões de pele, ansiedade, queda de cabelo e confusão mental, principalmente em casos prolongados, chamados de covid longa.

A gripe, causada por vírus da família influenza, tem evolução rápida e sintomas intensos. Por isso, a vacina precisa ser atualizada anualmente. Os sintomas incluem febre, dor de cabeça, tosse seca, dores no corpo, coriza, dor de garganta e, em alguns casos, diarreia. A perda de olfato e paladar, típica da covid-19, não é frequente nos quadros de gripe.

Os resfriados, por sua vez, são provocados por vírus diversos e costumam apresentar sintomas leves e de início gradual. Dor de garganta, coriza e congestão nasal são manifestações comuns. Em alguns casos, pode haver febre baixa e tosse leve, mas dor de cabeça, falta de ar e diarreia são raras. Os resfriados, em geral, desaparecem em poucos dias.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cvgp1qv7ke9o.adaptado.
Com sinais de alarme, surgem vômitos persistentes, sangramentos e acúmulo de líquidos em órgãos internos.
De acordo com as regras de acentuação, é correto afirmar que:
Alternativas
Q3630757 Português
Gripe, resfriado, covid-19 ou dengue: entenda diferenças e sintomas


O inverno favorece o aumento de doenças respiratórias, devido ao frio e ao tempo seco. Já o verão, com suas chuvas, contribui para a elevação dos casos de dengue. Sintomas como febre, dores no corpo, mal-estar e cansaço são comuns a várias dessas doenças — gripe, resfriado, covid-19 e dengue. Para distingui-las, apenas exames laboratoriais confirmam o diagnóstico com segurança.

Todas essas enfermidades têm origem viral, mas são causadas por agentes diferentes. A covid-19 é causada por um coronavírus; a gripe, por vírus da família influenza; o resfriado, por rinovírus, adenovírus ou parainfluenza; e a dengue, por um flavivírus transmitido pela picada do mosquito Aedes aegypti. Enquanto gripe, resfriado e covid-19 se transmitem por gotículas respiratórias, a dengue é transmitida por vetor.

A dengue apresenta quatro tipos e pode infectar a mesma pessoa mais de uma vez. Seu sintoma clássico é a febre alta e repentina. Sintomas respiratórios são raros. A doença dura de quatro a dez dias, mas seus efeitos persistem por semanas. Ela pode ser classificada como não grave, com ou sem sinais de alarme, ou como grave. No primeiro caso, os sintomas incluem febre, enjoo, dores no corpo, vermelhidão e dor nos olhos. Com sinais de alarme, surgem vômitos persistentes, sangramentos e acúmulo de líquidos em órgãos internos. A forma grave pode causar choque, comprometimento de órgãos como fígado e cérebro. A expressão dengue hemorrágica deixou de ser usada por não abranger adequadamente todos os quadros graves.

A covid-19 pode ser assintomática ou apresentar sintomas leves, moderados ou graves. No início da pandemia, os sinais mais comuns incluíam tosse seca, febre, cansaço e perda de olfato e paladar. Com o tempo, novas variantes modificaram o perfil dos sintomas. Atualmente, os mais frequentes incluem tosse, dor de garganta, coriza, dor abdominal e fadiga. Também há relatos de lesões de pele, ansiedade, queda de cabelo e confusão mental, principalmente em casos prolongados, chamados de covid longa.

A gripe, causada por vírus da família influenza, tem evolução rápida e sintomas intensos. Por isso, a vacina precisa ser atualizada anualmente. Os sintomas incluem febre, dor de cabeça, tosse seca, dores no corpo, coriza, dor de garganta e, em alguns casos, diarreia. A perda de olfato e paladar, típica da covid-19, não é frequente nos quadros de gripe.

Os resfriados, por sua vez, são provocados por vírus diversos e costumam apresentar sintomas leves e de início gradual. Dor de garganta, coriza e congestão nasal são manifestações comuns. Em alguns casos, pode haver febre baixa e tosse leve, mas dor de cabeça, falta de ar e diarreia são raras. Os resfriados, em geral, desaparecem em poucos dias.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cvgp1qv7ke9o.adaptado.
Os sintomas incluem febre, dor de cabeça, tosse seca, dores no corpo, coriza, dor de garganta e, em alguns casos, diarreia. A perda de olfato e paladar, típica da covid-19, não é frequente nos quadros de gripe.
Assinale a alternativa que contenha somente nomes (substantivos) no masculino.
Alternativas
Q3630755 Português
Gripe, resfriado, covid-19 ou dengue: entenda diferenças e sintomas


O inverno favorece o aumento de doenças respiratórias, devido ao frio e ao tempo seco. Já o verão, com suas chuvas, contribui para a elevação dos casos de dengue. Sintomas como febre, dores no corpo, mal-estar e cansaço são comuns a várias dessas doenças — gripe, resfriado, covid-19 e dengue. Para distingui-las, apenas exames laboratoriais confirmam o diagnóstico com segurança.

Todas essas enfermidades têm origem viral, mas são causadas por agentes diferentes. A covid-19 é causada por um coronavírus; a gripe, por vírus da família influenza; o resfriado, por rinovírus, adenovírus ou parainfluenza; e a dengue, por um flavivírus transmitido pela picada do mosquito Aedes aegypti. Enquanto gripe, resfriado e covid-19 se transmitem por gotículas respiratórias, a dengue é transmitida por vetor.

A dengue apresenta quatro tipos e pode infectar a mesma pessoa mais de uma vez. Seu sintoma clássico é a febre alta e repentina. Sintomas respiratórios são raros. A doença dura de quatro a dez dias, mas seus efeitos persistem por semanas. Ela pode ser classificada como não grave, com ou sem sinais de alarme, ou como grave. No primeiro caso, os sintomas incluem febre, enjoo, dores no corpo, vermelhidão e dor nos olhos. Com sinais de alarme, surgem vômitos persistentes, sangramentos e acúmulo de líquidos em órgãos internos. A forma grave pode causar choque, comprometimento de órgãos como fígado e cérebro. A expressão dengue hemorrágica deixou de ser usada por não abranger adequadamente todos os quadros graves.

A covid-19 pode ser assintomática ou apresentar sintomas leves, moderados ou graves. No início da pandemia, os sinais mais comuns incluíam tosse seca, febre, cansaço e perda de olfato e paladar. Com o tempo, novas variantes modificaram o perfil dos sintomas. Atualmente, os mais frequentes incluem tosse, dor de garganta, coriza, dor abdominal e fadiga. Também há relatos de lesões de pele, ansiedade, queda de cabelo e confusão mental, principalmente em casos prolongados, chamados de covid longa.

A gripe, causada por vírus da família influenza, tem evolução rápida e sintomas intensos. Por isso, a vacina precisa ser atualizada anualmente. Os sintomas incluem febre, dor de cabeça, tosse seca, dores no corpo, coriza, dor de garganta e, em alguns casos, diarreia. A perda de olfato e paladar, típica da covid-19, não é frequente nos quadros de gripe.

Os resfriados, por sua vez, são provocados por vírus diversos e costumam apresentar sintomas leves e de início gradual. Dor de garganta, coriza e congestão nasal são manifestações comuns. Em alguns casos, pode haver febre baixa e tosse leve, mas dor de cabeça, falta de ar e diarreia são raras. Os resfriados, em geral, desaparecem em poucos dias.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cvgp1qv7ke9o.adaptado.
A gripe, causada por vírus da família influenza, tem evolução rápida e sintomas "intensos".
O antônimo que substitui o termo destacado, mantendo o sentido da frase, é:
Alternativas
Q3630754 Português
Gripe, resfriado, covid-19 ou dengue: entenda diferenças e sintomas


O inverno favorece o aumento de doenças respiratórias, devido ao frio e ao tempo seco. Já o verão, com suas chuvas, contribui para a elevação dos casos de dengue. Sintomas como febre, dores no corpo, mal-estar e cansaço são comuns a várias dessas doenças — gripe, resfriado, covid-19 e dengue. Para distingui-las, apenas exames laboratoriais confirmam o diagnóstico com segurança.

Todas essas enfermidades têm origem viral, mas são causadas por agentes diferentes. A covid-19 é causada por um coronavírus; a gripe, por vírus da família influenza; o resfriado, por rinovírus, adenovírus ou parainfluenza; e a dengue, por um flavivírus transmitido pela picada do mosquito Aedes aegypti. Enquanto gripe, resfriado e covid-19 se transmitem por gotículas respiratórias, a dengue é transmitida por vetor.

A dengue apresenta quatro tipos e pode infectar a mesma pessoa mais de uma vez. Seu sintoma clássico é a febre alta e repentina. Sintomas respiratórios são raros. A doença dura de quatro a dez dias, mas seus efeitos persistem por semanas. Ela pode ser classificada como não grave, com ou sem sinais de alarme, ou como grave. No primeiro caso, os sintomas incluem febre, enjoo, dores no corpo, vermelhidão e dor nos olhos. Com sinais de alarme, surgem vômitos persistentes, sangramentos e acúmulo de líquidos em órgãos internos. A forma grave pode causar choque, comprometimento de órgãos como fígado e cérebro. A expressão dengue hemorrágica deixou de ser usada por não abranger adequadamente todos os quadros graves.

A covid-19 pode ser assintomática ou apresentar sintomas leves, moderados ou graves. No início da pandemia, os sinais mais comuns incluíam tosse seca, febre, cansaço e perda de olfato e paladar. Com o tempo, novas variantes modificaram o perfil dos sintomas. Atualmente, os mais frequentes incluem tosse, dor de garganta, coriza, dor abdominal e fadiga. Também há relatos de lesões de pele, ansiedade, queda de cabelo e confusão mental, principalmente em casos prolongados, chamados de covid longa.

A gripe, causada por vírus da família influenza, tem evolução rápida e sintomas intensos. Por isso, a vacina precisa ser atualizada anualmente. Os sintomas incluem febre, dor de cabeça, tosse seca, dores no corpo, coriza, dor de garganta e, em alguns casos, diarreia. A perda de olfato e paladar, típica da covid-19, não é frequente nos quadros de gripe.

Os resfriados, por sua vez, são provocados por vírus diversos e costumam apresentar sintomas leves e de início gradual. Dor de garganta, coriza e congestão nasal são manifestações comuns. Em alguns casos, pode haver febre baixa e tosse leve, mas dor de cabeça, falta de ar e diarreia são raras. Os resfriados, em geral, desaparecem em poucos dias.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cvgp1qv7ke9o.adaptado.
Já o verão, com suas "chuvas", contribui para a elevação dos casos de dengue.
O diminutivo adequado para o substantivo destacado, de acordo com a norma padrão culta da língua portuguesa, é:
Alternativas
Q3630753 Português
Gripe, resfriado, covid-19 ou dengue: entenda diferenças e sintomas


O inverno favorece o aumento de doenças respiratórias, devido ao frio e ao tempo seco. Já o verão, com suas chuvas, contribui para a elevação dos casos de dengue. Sintomas como febre, dores no corpo, mal-estar e cansaço são comuns a várias dessas doenças — gripe, resfriado, covid-19 e dengue. Para distingui-las, apenas exames laboratoriais confirmam o diagnóstico com segurança.

Todas essas enfermidades têm origem viral, mas são causadas por agentes diferentes. A covid-19 é causada por um coronavírus; a gripe, por vírus da família influenza; o resfriado, por rinovírus, adenovírus ou parainfluenza; e a dengue, por um flavivírus transmitido pela picada do mosquito Aedes aegypti. Enquanto gripe, resfriado e covid-19 se transmitem por gotículas respiratórias, a dengue é transmitida por vetor.

A dengue apresenta quatro tipos e pode infectar a mesma pessoa mais de uma vez. Seu sintoma clássico é a febre alta e repentina. Sintomas respiratórios são raros. A doença dura de quatro a dez dias, mas seus efeitos persistem por semanas. Ela pode ser classificada como não grave, com ou sem sinais de alarme, ou como grave. No primeiro caso, os sintomas incluem febre, enjoo, dores no corpo, vermelhidão e dor nos olhos. Com sinais de alarme, surgem vômitos persistentes, sangramentos e acúmulo de líquidos em órgãos internos. A forma grave pode causar choque, comprometimento de órgãos como fígado e cérebro. A expressão dengue hemorrágica deixou de ser usada por não abranger adequadamente todos os quadros graves.

A covid-19 pode ser assintomática ou apresentar sintomas leves, moderados ou graves. No início da pandemia, os sinais mais comuns incluíam tosse seca, febre, cansaço e perda de olfato e paladar. Com o tempo, novas variantes modificaram o perfil dos sintomas. Atualmente, os mais frequentes incluem tosse, dor de garganta, coriza, dor abdominal e fadiga. Também há relatos de lesões de pele, ansiedade, queda de cabelo e confusão mental, principalmente em casos prolongados, chamados de covid longa.

A gripe, causada por vírus da família influenza, tem evolução rápida e sintomas intensos. Por isso, a vacina precisa ser atualizada anualmente. Os sintomas incluem febre, dor de cabeça, tosse seca, dores no corpo, coriza, dor de garganta e, em alguns casos, diarreia. A perda de olfato e paladar, típica da covid-19, não é frequente nos quadros de gripe.

Os resfriados, por sua vez, são provocados por vírus diversos e costumam apresentar sintomas leves e de início gradual. Dor de garganta, coriza e congestão nasal são manifestações comuns. Em alguns casos, pode haver febre baixa e tosse leve, mas dor de cabeça, falta de ar e diarreia são raras. Os resfriados, em geral, desaparecem em poucos dias.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cvgp1qv7ke9o.adaptado.
Sintomas como "febre", dores no corpo, mal-estar e cansaço são comuns a várias dessas doenças.
O aumentativo adequado para o substantivo destacado, de acordo com a norma culta da língua portuguesa, é:
Alternativas
Q3630751 Português
Gripe, resfriado, covid-19 ou dengue: entenda diferenças e sintomas


O inverno favorece o aumento de doenças respiratórias, devido ao frio e ao tempo seco. Já o verão, com suas chuvas, contribui para a elevação dos casos de dengue. Sintomas como febre, dores no corpo, mal-estar e cansaço são comuns a várias dessas doenças — gripe, resfriado, covid-19 e dengue. Para distingui-las, apenas exames laboratoriais confirmam o diagnóstico com segurança.

Todas essas enfermidades têm origem viral, mas são causadas por agentes diferentes. A covid-19 é causada por um coronavírus; a gripe, por vírus da família influenza; o resfriado, por rinovírus, adenovírus ou parainfluenza; e a dengue, por um flavivírus transmitido pela picada do mosquito Aedes aegypti. Enquanto gripe, resfriado e covid-19 se transmitem por gotículas respiratórias, a dengue é transmitida por vetor.

A dengue apresenta quatro tipos e pode infectar a mesma pessoa mais de uma vez. Seu sintoma clássico é a febre alta e repentina. Sintomas respiratórios são raros. A doença dura de quatro a dez dias, mas seus efeitos persistem por semanas. Ela pode ser classificada como não grave, com ou sem sinais de alarme, ou como grave. No primeiro caso, os sintomas incluem febre, enjoo, dores no corpo, vermelhidão e dor nos olhos. Com sinais de alarme, surgem vômitos persistentes, sangramentos e acúmulo de líquidos em órgãos internos. A forma grave pode causar choque, comprometimento de órgãos como fígado e cérebro. A expressão dengue hemorrágica deixou de ser usada por não abranger adequadamente todos os quadros graves.

A covid-19 pode ser assintomática ou apresentar sintomas leves, moderados ou graves. No início da pandemia, os sinais mais comuns incluíam tosse seca, febre, cansaço e perda de olfato e paladar. Com o tempo, novas variantes modificaram o perfil dos sintomas. Atualmente, os mais frequentes incluem tosse, dor de garganta, coriza, dor abdominal e fadiga. Também há relatos de lesões de pele, ansiedade, queda de cabelo e confusão mental, principalmente em casos prolongados, chamados de covid longa.

A gripe, causada por vírus da família influenza, tem evolução rápida e sintomas intensos. Por isso, a vacina precisa ser atualizada anualmente. Os sintomas incluem febre, dor de cabeça, tosse seca, dores no corpo, coriza, dor de garganta e, em alguns casos, diarreia. A perda de olfato e paladar, típica da covid-19, não é frequente nos quadros de gripe.

Os resfriados, por sua vez, são provocados por vírus diversos e costumam apresentar sintomas leves e de início gradual. Dor de garganta, coriza e congestão nasal são manifestações comuns. Em alguns casos, pode haver febre baixa e tosse leve, mas dor de cabeça, falta de ar e diarreia são raras. Os resfriados, em geral, desaparecem em poucos dias.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cvgp1qv7ke9o.adaptado.
Por isso, a vacina precisa ser atualizada anualmente. Os sintomas incluem febre, dor de cabeça, tosse seca, dores no corpo, coriza, dor de garganta e, em alguns casos, diarreia. A perda de olfato e paladar, típica da covid-19, não é frequente nos quadros de gripe.
Assinale a alternativa que contenha somente nomes (substantivos) no feminino.
Alternativas
Q3630719 Português
Assinale a alternativa redigida de acordo com a norma-padrão de emprego do acento indicativo de crase.
Alternativas
Q3630717 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


    O século 21, tudo indica, não será mais predominantemente norte-americano e menos ainda europeu. Com velocidade surpreendente, envelheceu a ideia de uma modernidade baseada na expansão contínua da mercantilização de todas as coisas e de todas as relações humanas. Já podemos dizer com certeza que a modernidade dita neoliberal, que se disseminou com o colapso do socialismo de Estado, pecou por déficit crescentemente intolerável de imaginação política. A interdependência entre os sistemas econômicos deu muitíssimos passos à frente, com a circulação instantânea do dinheiro, a mundialização das cadeias de valor, a mobilidade intensa de mercadorias e pessoas. E uma vasta classe média global, apesar das desigualdades, apareceu no cenário.

    Tornamo-nos, existencialmente, interdependentes, até mesmo num sentido particularmente negativo, com a crise – inédita e crescente – das relações com a natureza, a disseminação de armas nucleares e a possibilidade de aplicação de inteligência artificial aos conflitos armados. De nenhum desses possíveis desastres, como é óbvio, estará a salvo qualquer povo eleito ou nação excepcional. Sem política, e deixado a si mesmo, esse movimento das coisas pareceu, e parece, dotado de uma inquietante autonomia, acontecendo fantasmagoricamente acima da consciência e da ação coletiva.

    Sempre se soube que a unidade tendencial do gênero humano, este belo sonho multissecular, não se daria como um processo automático e sem turbulência, ainda que a complexidade das situações recorrentemente nos espante. O descompasso entre o mundo amplo da economia e o âmbito estritamente nacional da política terminou por produzir seus frutos daninhos na forma de uma imensa crise da globalização.


(Luiz Sérgio Henriques, “O Brasil no espelho do mundo”. Disponível em: https://www.estadao.com.br/opinião)
A expressão destacada, do 1° parágrafo, que está empregada em sentido próprio é: 
Alternativas
Q3630714 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


    O século 21, tudo indica, não será mais predominantemente norte-americano e menos ainda europeu. Com velocidade surpreendente, envelheceu a ideia de uma modernidade baseada na expansão contínua da mercantilização de todas as coisas e de todas as relações humanas. Já podemos dizer com certeza que a modernidade dita neoliberal, que se disseminou com o colapso do socialismo de Estado, pecou por déficit crescentemente intolerável de imaginação política. A interdependência entre os sistemas econômicos deu muitíssimos passos à frente, com a circulação instantânea do dinheiro, a mundialização das cadeias de valor, a mobilidade intensa de mercadorias e pessoas. E uma vasta classe média global, apesar das desigualdades, apareceu no cenário.

    Tornamo-nos, existencialmente, interdependentes, até mesmo num sentido particularmente negativo, com a crise – inédita e crescente – das relações com a natureza, a disseminação de armas nucleares e a possibilidade de aplicação de inteligência artificial aos conflitos armados. De nenhum desses possíveis desastres, como é óbvio, estará a salvo qualquer povo eleito ou nação excepcional. Sem política, e deixado a si mesmo, esse movimento das coisas pareceu, e parece, dotado de uma inquietante autonomia, acontecendo fantasmagoricamente acima da consciência e da ação coletiva.

    Sempre se soube que a unidade tendencial do gênero humano, este belo sonho multissecular, não se daria como um processo automático e sem turbulência, ainda que a complexidade das situações recorrentemente nos espante. O descompasso entre o mundo amplo da economia e o âmbito estritamente nacional da política terminou por produzir seus frutos daninhos na forma de uma imensa crise da globalização.


(Luiz Sérgio Henriques, “O Brasil no espelho do mundo”. Disponível em: https://www.estadao.com.br/opinião)
O autor evita que sua afirmação soe como categórica e inquestionável no seguinte trecho:
Alternativas
Q3630713 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


    O século 21, tudo indica, não será mais predominantemente norte-americano e menos ainda europeu. Com velocidade surpreendente, envelheceu a ideia de uma modernidade baseada na expansão contínua da mercantilização de todas as coisas e de todas as relações humanas. Já podemos dizer com certeza que a modernidade dita neoliberal, que se disseminou com o colapso do socialismo de Estado, pecou por déficit crescentemente intolerável de imaginação política. A interdependência entre os sistemas econômicos deu muitíssimos passos à frente, com a circulação instantânea do dinheiro, a mundialização das cadeias de valor, a mobilidade intensa de mercadorias e pessoas. E uma vasta classe média global, apesar das desigualdades, apareceu no cenário.

    Tornamo-nos, existencialmente, interdependentes, até mesmo num sentido particularmente negativo, com a crise – inédita e crescente – das relações com a natureza, a disseminação de armas nucleares e a possibilidade de aplicação de inteligência artificial aos conflitos armados. De nenhum desses possíveis desastres, como é óbvio, estará a salvo qualquer povo eleito ou nação excepcional. Sem política, e deixado a si mesmo, esse movimento das coisas pareceu, e parece, dotado de uma inquietante autonomia, acontecendo fantasmagoricamente acima da consciência e da ação coletiva.

    Sempre se soube que a unidade tendencial do gênero humano, este belo sonho multissecular, não se daria como um processo automático e sem turbulência, ainda que a complexidade das situações recorrentemente nos espante. O descompasso entre o mundo amplo da economia e o âmbito estritamente nacional da política terminou por produzir seus frutos daninhos na forma de uma imensa crise da globalização.


(Luiz Sérgio Henriques, “O Brasil no espelho do mundo”. Disponível em: https://www.estadao.com.br/opinião)
São aspectos críticos no século 21 apontados pelo autor:
Alternativas
Q3630688 Português
O método simples que revela se você está envelhecendo bem


Levantar-se de uma cadeira parece uma ação trivial demais para merecer atenção, mas essa simples tarefa revela muito sobre a saúde de uma pessoa. Para avaliar essa capacidade, médicos utilizam o teste de sentar e levantar, que consiste em contar quantas vezes o indivíduo consegue se levantar de uma cadeira em trinta segundos.

Segundo especialistas da área da geriatria, o teste é extremamente útil por fornecer informações sobre força, equilíbrio e flexibilidade. Estudos indicam que ele ajuda a identificar riscos de quedas, problemas cardiovasculares e até aumento na probabilidade de morte.

Para realizar o teste, é necessário apenas uma cadeira com encosto reto e sem braços, além de um cronômetro. A pessoa senta-se no centro da cadeira, cruza os braços sobre os ombros opostos, mantém a coluna ereta e os pés firmes no chão. Em seguida, aciona-se o cronômetro e repete-se o movimento de levantar-se completamente e sentar-se novamente durante trinta segundos, contando o número total de repetições.

Embora direcionado especialmente a adultos com mais de sessenta anos, o teste também é aplicado a pessoas mais jovens. Instituições de saúde pública divulgaram médias de desempenho por faixa etária. Resultados abaixo desses valores indicam risco de desenvolver problemas de saúde, como quedas.

De maneira geral, adultos entre sessenta e sessenta e quatro anos costumam realizar entre doze e quatorze repetições. Entre os setenta e setenta e nove anos, a média varia de dez a doze repetições, e, a partir dos oitenta e cinco anos, a média cai para cerca de oito movimentos. Já para os que ultrapassam os noventa anos, os resultados são ainda mais baixos, com homens alcançando em torno de sete repetições e mulheres, cerca de quatro. Esses números, no entanto, não consideram aspectos individuais, como histórico de cirurgias ou lesões recentes.

Mesmo entre pessoas jovens e saudáveis, o teste é uma boa maneira de avaliar força e resistência muscular dos membros inferiores. Um estudo realizado com milhares de adultos verificou que, entre jovens na faixa dos vinte anos, a média era de, aproximadamente, cinquenta repetições por minuto para os homens e pouco menos que isso para as mulheres — sendo que alguns participantes superaram as setenta repetições. Outro levantamento, feito com voluntários saudáveis, identificou uma forte ligação entre o desempenho no teste e a capacidade aeróbica e de resistência física.

Pontuações mais baixas alertam os profissionais de saúde sobre o estado geral do paciente, indicando maior risco de recuperação lenta após cirurgias ou tratamentos médicos mais intensos. Também sinalizam comprometimento no funcionamento cardíaco e pulmonar, elevando a probabilidade de infarto, acidente vascular cerebral e insuficiência cardíaca. Ainda segundo os especialistas, um resultado inferior à média para a faixa etária também representa maior risco de quedas.

O receio de cair afasta muitas pessoas do convívio social e das atividades do dia a dia, criando um ciclo vicioso que compromete a autonomia. Além disso, as quedas podem causar lesões graves, como fraturas no quadril, além de machucados e entorses. Um estudo apontou que uma variação do teste funcionava como indicador de mortalidade em adultos entre cinquenta e um e oitenta anos: os que obtiveram as piores pontuações tinham de cinco a seis vezes mais chances de falecer em um período de seis anos do que aqueles com melhor desempenho.

Apesar disso, os especialistas ressaltam que o teste não tem o objetivo de prever a expectativa de vida de ninguém. Os resultados funcionam como sinal de alerta e orientam intervenções para melhorar a qualidade de vida, a independência e o bem-estar da pessoa.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cvgpp8pkgp4o.adaptado.
Esses números, no entanto, não consideram aspectos "individuais", como histórico de cirurgias ou lesões recentes.
O sinônimo que representa o termo destacado é:
Alternativas
Respostas
41541: C
41542: B
41543: D
41544: A
41545: D
41546: B
41547: A
41548: D
41549: B
41550: C
41551: B
41552: B
41553: D
41554: A
41555: C
41556: D
41557: B
41558: D
41559: B
41560: B