Questões de Concurso Sobre português

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Q3365342 Português
TEXTO I

Explicar não é justificar

Os gregos e os romanos aceitavam a escravidão porque não imaginavam que uma sociedade pudesse funcionar sem escravos. Como o filósofo Sêneca, insistiam apenas em que se reconhecessem alguns direitos aos escravos: que fosse, por exemplo, proibido utilizá-los com finalidades sexuais. Estamos na mesma posição quando se trata da pobreza. Estamos convencidos de que uma sociedade justa deve procurar erradicá-la. Mas, como não conseguimos conceber os meios que permitem atingir esse objetivo, aceitamos que uma sociedade comporte grandes bolsões de pobreza. Em contrapartida, não hesitamos em condenar a prática da escravidão.

(Raymond Boudon, O relativismo. Trad. de Edson Bini. São Paulo: Loyola, 2010. p. 41)
As regras de concordância nominal são totalmente cumpridas na frase:
Alternativas
Q3365266 Português
Assinale a alternativa que apresenta apenas pronomes pessoais.
Alternativas
Q3365265 Português
Qual das alternativas apresenta todas as palavras escritas corretamente no plural?
Alternativas
Q3365264 Português
Assinale a alternativa que apresenta a palavra na forma correta do gênero feminino.
Alternativas
Q3365262 Português
Assinale a alternativa que apresenta duas palavras antônimas.
Alternativas
Q3365261 Português
Assinale a alternativa em que a frase está correta de acordo com as regras da Língua Portuguesa. 
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Q3365259 Português
A Lebre e a Tartaruga


A lebre e a tartaruga estavam conversando. A lebre se gabava de ser muito rápida e desafiou a tartaruga para uma corrida. A tartaruga aceitou o desafio e logo a corrida começou.


A lebre, muito rápida, logo ficou à frente. Ela pensou: "Vou descansar um pouco, porque sou muito mais rápida que a tartaruga." Enquanto ela dormia, a tartaruga continuou a correr devagar e sempre.


Quando a lebre acordou, a tartaruga já estava quase chegando à linha de chegada. A lebre correu rapidamente, mas a tartaruga foi a vencedora.


(Adaptação da Fábula - A Lebre e a Tartaruga)
Na frase "A lebre, muito rápida, logo ficou à frente.", a palavra "rápida" pode ser substituída por:
Alternativas
Q3365258 Português
A Lebre e a Tartaruga


A lebre e a tartaruga estavam conversando. A lebre se gabava de ser muito rápida e desafiou a tartaruga para uma corrida. A tartaruga aceitou o desafio e logo a corrida começou.


A lebre, muito rápida, logo ficou à frente. Ela pensou: "Vou descansar um pouco, porque sou muito mais rápida que a tartaruga." Enquanto ela dormia, a tartaruga continuou a correr devagar e sempre.


Quando a lebre acordou, a tartaruga já estava quase chegando à linha de chegada. A lebre correu rapidamente, mas a tartaruga foi a vencedora.


(Adaptação da Fábula - A Lebre e a Tartaruga)
No trecho "Enquanto ela dormia, a tartaruga continuou a correr devagar e sempre", a fábula se refere: 
Alternativas
Q3365257 Português
A Lebre e a Tartaruga


A lebre e a tartaruga estavam conversando. A lebre se gabava de ser muito rápida e desafiou a tartaruga para uma corrida. A tartaruga aceitou o desafio e logo a corrida começou.


A lebre, muito rápida, logo ficou à frente. Ela pensou: "Vou descansar um pouco, porque sou muito mais rápida que a tartaruga." Enquanto ela dormia, a tartaruga continuou a correr devagar e sempre.


Quando a lebre acordou, a tartaruga já estava quase chegando à linha de chegada. A lebre correu rapidamente, mas a tartaruga foi a vencedora.


(Adaptação da Fábula - A Lebre e a Tartaruga)
No trecho "A tartaruga aceitou o desafio e logo a corrida começou", a fábula se refere:
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Q3365196 Português
TEXTO II

Q9_10.png (289×160)


(Nome da mostra que um dos fundadores da poesia concreta, Augusto de Campos, ganhou no SESC Pompeia, em São Paulo, em 2009).



Sobre o texto II, a poeta obtém um interessante efeito gráfico com a palavra rever causando: 
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Q3365191 Português

Texto I


Somos Todos Africanos


Sempre que entram em crise, as civilizações começam a olhar para o seu passado buscando inspiração para o futuro. Hoje estamos no coração de uma fenomenal crise planetária que afeta todas as civilizações. Ela pode significar um salto rumo a um estado superior da hominização, bem como uma tragédia ameaçadora para toda a nossa espécie. Num momento assim radical, não é sem interesse sondar as nossas raízes mais ancestrais e aquele começo seminal em que deixamos de ser primatas e passamos a ser humanos. Aqui deve haver lições que nos podem ser muito úteis. Hoje é consenso entre os paleontólogos e antropólogos que a aventura da hominização se iniciou na África, cerca de sete milhões de anos atrás. Ela se acelerou passando pelo homo habilis, erectus, neanderthalensis até chegar ao homo sapiens, cerca de 100 mil anos atrás. Da África, ele se propagou para a Ásia, há sessenta mil anos; para a Europa, há 40 mil anos; e para as Américas, há 30 mil anos.


A África não é apenas o lugar geográfico das origens. É o arquétipo primal, o conjunto das marcas impressas na alma do ser humano, presente ainda hoje como informações indeléveis, à semelhança daquelas inscritas em nosso código genético. Foi na África que o ser humano elaborou suas primeiras sensações, onde se articularam as crescentes conexões neurais (cerebralização), brilharam os primeiros pensamentos, fortaleceu-se a juvenilização (processo semelhante ao de um jovem que mostra plasticidade e capacidade de aprendizagem) e emergiu a complexidade social que permitiu o surgimento da linguagem e da cultura. Há um espírito da África presente em cada um dos seres humanos.


Vejo três eixos principais do espírito da África que podem significar uma verdadeira terapia para a nossa crise global.


O primeiro é a Mãe-terra. Espalhando-se pelos vastos espaços africanos, nossos ancestrais entraram em profunda comunhão com a Terra, sentindo a interconexão que todas as coisas guardam entre si. Mesmo vítimas da exploração colonialista, os atuais africanos não perderam esse sentido materno da Terra, tão bem representado pela queniana Wangari Mathai, ganhadora do Prêmio Nobel da Paz por plantar milhões de árvores e devolver, assim, vitalidade à Terra. Precisamos nos reapropriar desse espírito da Terra para salvar Gaia, nossa Mãe e única Casa Comum.


O segundo eixo é a matriz relacional (relational matrix, no dizer dos antropólogos). Os africanos usam a palavra ubuntu, que significa força que conecta a todos formando a comunidade dos humanos. Quer dizer, eu me faço humano através do conjunto das conexões com a vida, a natureza, os outros e o Divino. (...) 


O terceiro eixo são os rituais. Experiências importantes da vida pessoal, social e sazonal são celebradas com ritos, danças, músicas e apresentações de máscaras, portadores de energia cósmica. É nos rituais que as forças negativas e positivas se equilibram e que se aprofunda o sentido da vida.


Se reincorporarmos o espírito da África, a crise não precisará ser uma tragédia.


(Leonardo Boff, Jornal do Brasil, 2010 – Adaptado).

“(...) para a Europa, há 40 mil anos; e para as Américas, há 30 mil anos.” O verbo haver, neste caso, está empregado como sinônimo do verbo fazer. Assinale a alternativa em que o verbo fazer aparece como sinônimo do verbo haver (refere-se ao tempo passado) e está conjugado corretamente.
Alternativas
Q3365187 Português

Texto I


Somos Todos Africanos


Sempre que entram em crise, as civilizações começam a olhar para o seu passado buscando inspiração para o futuro. Hoje estamos no coração de uma fenomenal crise planetária que afeta todas as civilizações. Ela pode significar um salto rumo a um estado superior da hominização, bem como uma tragédia ameaçadora para toda a nossa espécie. Num momento assim radical, não é sem interesse sondar as nossas raízes mais ancestrais e aquele começo seminal em que deixamos de ser primatas e passamos a ser humanos. Aqui deve haver lições que nos podem ser muito úteis. Hoje é consenso entre os paleontólogos e antropólogos que a aventura da hominização se iniciou na África, cerca de sete milhões de anos atrás. Ela se acelerou passando pelo homo habilis, erectus, neanderthalensis até chegar ao homo sapiens, cerca de 100 mil anos atrás. Da África, ele se propagou para a Ásia, há sessenta mil anos; para a Europa, há 40 mil anos; e para as Américas, há 30 mil anos.


A África não é apenas o lugar geográfico das origens. É o arquétipo primal, o conjunto das marcas impressas na alma do ser humano, presente ainda hoje como informações indeléveis, à semelhança daquelas inscritas em nosso código genético. Foi na África que o ser humano elaborou suas primeiras sensações, onde se articularam as crescentes conexões neurais (cerebralização), brilharam os primeiros pensamentos, fortaleceu-se a juvenilização (processo semelhante ao de um jovem que mostra plasticidade e capacidade de aprendizagem) e emergiu a complexidade social que permitiu o surgimento da linguagem e da cultura. Há um espírito da África presente em cada um dos seres humanos.


Vejo três eixos principais do espírito da África que podem significar uma verdadeira terapia para a nossa crise global.


O primeiro é a Mãe-terra. Espalhando-se pelos vastos espaços africanos, nossos ancestrais entraram em profunda comunhão com a Terra, sentindo a interconexão que todas as coisas guardam entre si. Mesmo vítimas da exploração colonialista, os atuais africanos não perderam esse sentido materno da Terra, tão bem representado pela queniana Wangari Mathai, ganhadora do Prêmio Nobel da Paz por plantar milhões de árvores e devolver, assim, vitalidade à Terra. Precisamos nos reapropriar desse espírito da Terra para salvar Gaia, nossa Mãe e única Casa Comum.


O segundo eixo é a matriz relacional (relational matrix, no dizer dos antropólogos). Os africanos usam a palavra ubuntu, que significa força que conecta a todos formando a comunidade dos humanos. Quer dizer, eu me faço humano através do conjunto das conexões com a vida, a natureza, os outros e o Divino. (...) 


O terceiro eixo são os rituais. Experiências importantes da vida pessoal, social e sazonal são celebradas com ritos, danças, músicas e apresentações de máscaras, portadores de energia cósmica. É nos rituais que as forças negativas e positivas se equilibram e que se aprofunda o sentido da vida.


Se reincorporarmos o espírito da África, a crise não precisará ser uma tragédia.


(Leonardo Boff, Jornal do Brasil, 2010 – Adaptado).

Pode-se inferir do Texto I que a África representa:
Alternativas
Q3365053 Português
Em relação ao trecho “Segundo o Zoo São Paulo, o Zoológico abriga outros felinos em diferentes ambientes”, é correto afirmar que o termo que substituiria “ambientes”, mantendo‑se o sentido original do texto, é
Alternativas
Q3365052 Português
Na expressão “em homenagem à capital paulista”, o uso do sinal indicativo de crase está
Alternativas
Q3365051 Português
Em relação ao trecho “Django nasceu no Zoológico de Copenhagen, na Dinamarca, e chegou ao Zoológico de São Paulo com um ano e quatro meses, em 2016.”, é correto afirmar que a forma “ao”, em “chegou ao Zoológico”, é
Alternativas
Q3365050 Português
Em “As bebês têm três meses e pesam cerca de 25 quilos.”, a forma verbal “têm” 
Alternativas
Q3365049 Português
No período “Proporcionando um alto nível de bem‑estar, conseguimos garantir que esses animais sejam saudáveis e, consequentemente, se reproduzam.”, as vírgulas empregadas para isolar a palavra “consequentemente” justificam‑se por
Alternativas
Q3365048 Português
Considerando‑se os períodos, com orações subordinadas adverbiais, (I) “Desde que os ursos chegaram houve um grande preparo.” e (II) “Desde que a ursinha estivesse bem, os funcionários ficariam tranquilos”, e a comparação entre eles, é correto afirmar que 
Alternativas
Q3365047 Português

Ursinha polar e filhotes de leão são atrações em Aquário e Zoo de SP


Nur é o primeiro filhote de urso‑polar nascido na América Latina



No período “O nascimento de Nur, além de ser um marco histórico, é muito importante para a preservação da espécie”, a relação entre as orações que contêm as formas verbais “ser” e “é” 
Alternativas
Q3365046 Português

Ursinha polar e filhotes de leão são atrações em Aquário e Zoo de SP


Nur é o primeiro filhote de urso‑polar nascido na América Latina



No trecho “A iniciativa de enviar o casal para o Brasil foi uma ação internacional para garantir a preservação da espécie.”, a palavra “espécie” 
Alternativas
Respostas
41541: A
41542: E
41543: B
41544: E
41545: B
41546: C
41547: C
41548: C
41549: B
41550: A
41551: E
41552: B
41553: C
41554: A
41555: E
41556: D
41557: B
41558: C
41559: A
41560: E