Questões de Concurso Sobre português
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A coruja é uma ave que não canta ou não canta muito bem, que é conhecida por sua habilidade em voar silenciosamente: mesmo contra a sua natureza, insisti em cantar.
O trecho em destaque exprime:
Com base no texto e nos conhecimentos sobre os processos de leitura, julgue a afirmativa INCORRETA.
O vocábulo 'montanha-russa' está grafado com hífen corretamente. Agora, analise o uso do hífen nas palavras compostas a seguir e Identifique a alternativa que apresenta o seu uso de forma INCORRETA.
"Não só ela demonstrou pronunciada ausência de medo, como não conseguia deixar de se aproximar delas." Considerando as flexões das formas verbais empregadas no trecho, marque com (V), as afirmativas verdadeiras, ou com (F), as falsas.
(__)A forma verbal 'expusemos' encontra-se no pretérito imperfeito do indicativo, exprimindo ações habituais ocorridas no passado.
(__)A forma verbal 'conseguia' está flexionada no pretérito imperfeito do indicativo, indicando uma ação contínua ou duradoura no passado, e o verbo 'deixar' está no modo infinitivo, dependente do verbo principal.
(__)A forma verbal 'relembra' está no pretérito perfeito do indicativo, o que reforça a ideia de recordação concluída no passado.
(__)Os verbos 'aproximar' e 'deixar' estão no modo subjuntivo, expressando dúvida e possibilidade.
A sequência que preenche corretamente os itens acima, de cima para baixo, é:
Considerando a acentuação dos vocábulos extraídos do trecho, bem como dos retirados do texto-base, julgue as afirmativas:
I.O vocábulo 'edifício' possui duas classificações possíveis quanto à tonicidade, diferentemente do vocábulo 'colágeno' que é apenas classificado como proparoxítono.
II.O vocábulo 'céus' é acentuado pela regra do ditongo aberto 'éu'. Essa regra também se aplica ao vocábulo 'troféu'.
III.O vocábulo 'proteínas' é acentuado pela regra do 'i' tônico que forma hiato com a vogal anterior. Essa regra não se aplica ao vocábulo 'veículos'.
IV.Os vocábulos 'até', 'clínico' e 'estímulo' recebem acento de acordo com regras distintas: 'até' segue uma regra própria, enquanto 'clínico' e 'estímulo' compartilham outra. A retirada do acento em cada uma dessas palavras modifica sua classificação morfológica e gera novos vocábulos com significados diferentes, alterando, assim, o valor semântico original.
V.Os vocábulos 'científicos' e 'único' recebem acento segundo a mesma regra e, por isso, possuem a mesma classificação quanto à tonicidade.
É correto o que se afirma em:
O verbo 'parecer' está flexionado no singular concordando adequadamente com o núcleo 'parte', que se encontra no singular. Agora, analise as concordâncias estabelecidas nos enunciados a seguir:
I.A maior parte destes quartos não tinham teto, nem portas, nem pavimento.
II.Foi um dos poucos no seu tempo que reconheceu a importância do contexto na interpretação do texto
III.O relógio de uma das igrejas bateu duas horas.
IV.Olhar e ver era para mim um recurso de defesa.
A concordância verbal está adequada às normas gramaticais da língua portuguesa em:
Com base nas classes de palavras, analise as afirmativas a seguir:
I.Na expressão 'nos céus', o termo 'nos' é uma contração da preposição 'em' com o artigo definido plural 'os', introduzindo um adjunto adverbial de lugar, e 'céus' é um substantivo pluralizado de forma correta, assim como o vocábulo 'anãos' em "Os anãos da montanha guardavam um tesouro milenar escondido nas profundezas da caverna."
II.O vocábulo 'menor' classifica-se como advérbio de intensidade, modificando o substantivo 'alteração'. Ele também pode ser empregado como substantivo, como em "Os menores daquela família tiveram muito sucesso financeiro".
III.Em 'do seu pulso', o termo 'do' resulta da fusão da preposição 'de' com o pronome possessivo 'o', enquanto 'seu' atua como pronome adjetivo, caracterizando 'pulso'.
IV.O emprego da conjunção 'e', na última ocorrência, indica uma relação de contraste entre as ações descritas e o resultado apresentado, funcionando como elemento de coesão sequencial com valor adversativo.
V.O verbo 'sentir' é verbo irregular, está no pretérito perfeito do indicativo, assim como o verbo 'vir' em "Eles vieram aqui logo pela manhã".
Considerando a regência verbal, julgue as afirmativas a seguir:
I.Os verbos 'funcionar' e 'sentir' apresentam-se como transitivos diretos, com seus complementos sem o uso de preposição.
II.O verbo 'haver' está empregado no sentido de 'existir', por isso, é impessoal e intransitivo, não exigindo complementos verbais.
III.O verbo 'funcionar' no trecho apresenta a mesma transitividade que se observa no enunciado: "Essas ideias malucas não funcionam por aqui".
IV.O verbo 'sentir' no trecho apresenta a mesma transitividade que se observa no enunciado: "Embora tenha dito que sentiu muito por ter ofendido a moça, ela não o perdoou.
É correto o que se afirma em:
Na Língua Portuguesa, existem três formas de colocação pronominal, conforme as regras da gramática normativa. No contexto apresentado, se a expressão 'a menor alteração' for substituída por um pronome oblíquo átono, a colocação correta será:
Leia o texto a seguir:
O oncologista Peter Attia defende ________________ um dos pilares para o envelhecimento saudável seria concentrar mais os esforços ________________ prevenção de doenças. Mas como produzir diagnósticos cada vez mais precoces e assertivos? Um caminho pode ser fazer uma espécie de engenharia reversa: analisar o genoma de idosos e entender quais genes estão atrelados ________________ longevidade e quais podem estar ligados ________________ doenças crônicas.
(Rafael Battaglia, “A busca da longevidade”. Disponível em: https://super.abril.com.br. Adaptado)
As lacunas do texto são preenchidas, correta e respectivamente, por:
Leia o texto a seguir para responder a questão
No Brasil, desde 1940, a expectativa de vida cresceu 32 anos. Mas será que estamos vivendo mais anos mesmo? Será que a idade máxima que se atingia no século passado aumentou atualmente?
Inicialmente, é importante entender que a expectativa de vida subiu muito nos últimos 100 anos por conta do aumento da população com acesso ao saneamento básico, da chegada dos antibióticos e, mais recentemente, dos diagnósticos precoces e dos tratamentos mais eficientes para doenças. Com esse aumento na média de anos vividos pela população, se criou uma ideia de que conseguiríamos viver 110, 120 ou até 150 anos.
O fato novo é que um recente estudo joga um balde de água fria nos que acreditavam nessa ideia. A pesquisa mostra que, apesar do crescimento drástico da expectativa de vida, a porcentagem de pessoas que tem chegado aos 100 anos não aumentou. O que vemos hoje é um crescimento na porcentagem da população vivendo até os 80, 90 anos. Assim, houve um aumento da expectativa de vida, mas não um aumento na idade máxima de vida.
Um outro estudo revela que, desde a década de 70, os anos com qualidade de vida, ou seja, com autonomia e independência nas tarefas básicas do dia a dia, não aumentaram. Aí vem uma reflexão: nunca se teve acesso a tanta informação disponível do que fazer para viver a velhice com qualidade de vida. E por que será que a maioria das pessoas não consegue colocar essas recomendações em prática? Por que exercer o autocuidado tem se mostrado algo tão difícil?
Por agora, fica a minha sugestão de aumentar a qualidade de vida dos anos que ainda vamos viver, com autonomia e a máxima qualidade possível. Fazer um pouco de atividade física todo dia, comer um pouco menos e com melhor qualidade, dormir cerca de 7 horas por noite, não ficar tão conectado, investir em vínculos afetivos que vão fazer com que o bem-estar social melhore muito são algumas dicas mais que comprovadas. Cuide-se e aumente os dias de vida com qualidade!
(Marcio Atalla, “Viver mais ou viver melhor?”. Disponível em: https://oglobo.globo.com. Adaptado)
Leia o texto a seguir para responder a questão
No Brasil, desde 1940, a expectativa de vida cresceu 32 anos. Mas será que estamos vivendo mais anos mesmo? Será que a idade máxima que se atingia no século passado aumentou atualmente?
Inicialmente, é importante entender que a expectativa de vida subiu muito nos últimos 100 anos por conta do aumento da população com acesso ao saneamento básico, da chegada dos antibióticos e, mais recentemente, dos diagnósticos precoces e dos tratamentos mais eficientes para doenças. Com esse aumento na média de anos vividos pela população, se criou uma ideia de que conseguiríamos viver 110, 120 ou até 150 anos.
O fato novo é que um recente estudo joga um balde de água fria nos que acreditavam nessa ideia. A pesquisa mostra que, apesar do crescimento drástico da expectativa de vida, a porcentagem de pessoas que tem chegado aos 100 anos não aumentou. O que vemos hoje é um crescimento na porcentagem da população vivendo até os 80, 90 anos. Assim, houve um aumento da expectativa de vida, mas não um aumento na idade máxima de vida.
Um outro estudo revela que, desde a década de 70, os anos com qualidade de vida, ou seja, com autonomia e independência nas tarefas básicas do dia a dia, não aumentaram. Aí vem uma reflexão: nunca se teve acesso a tanta informação disponível do que fazer para viver a velhice com qualidade de vida. E por que será que a maioria das pessoas não consegue colocar essas recomendações em prática? Por que exercer o autocuidado tem se mostrado algo tão difícil?
Por agora, fica a minha sugestão de aumentar a qualidade de vida dos anos que ainda vamos viver, com autonomia e a máxima qualidade possível. Fazer um pouco de atividade física todo dia, comer um pouco menos e com melhor qualidade, dormir cerca de 7 horas por noite, não ficar tão conectado, investir em vínculos afetivos que vão fazer com que o bem-estar social melhore muito são algumas dicas mais que comprovadas. Cuide-se e aumente os dias de vida com qualidade!
(Marcio Atalla, “Viver mais ou viver melhor?”. Disponível em: https://oglobo.globo.com. Adaptado)
Leia o texto a seguir para responder a questão
No Brasil, desde 1940, a expectativa de vida cresceu 32 anos. Mas será que estamos vivendo mais anos mesmo? Será que a idade máxima que se atingia no século passado aumentou atualmente?
Inicialmente, é importante entender que a expectativa de vida subiu muito nos últimos 100 anos por conta do aumento da população com acesso ao saneamento básico, da chegada dos antibióticos e, mais recentemente, dos diagnósticos precoces e dos tratamentos mais eficientes para doenças. Com esse aumento na média de anos vividos pela população, se criou uma ideia de que conseguiríamos viver 110, 120 ou até 150 anos.
O fato novo é que um recente estudo joga um balde de água fria nos que acreditavam nessa ideia. A pesquisa mostra que, apesar do crescimento drástico da expectativa de vida, a porcentagem de pessoas que tem chegado aos 100 anos não aumentou. O que vemos hoje é um crescimento na porcentagem da população vivendo até os 80, 90 anos. Assim, houve um aumento da expectativa de vida, mas não um aumento na idade máxima de vida.
Um outro estudo revela que, desde a década de 70, os anos com qualidade de vida, ou seja, com autonomia e independência nas tarefas básicas do dia a dia, não aumentaram. Aí vem uma reflexão: nunca se teve acesso a tanta informação disponível do que fazer para viver a velhice com qualidade de vida. E por que será que a maioria das pessoas não consegue colocar essas recomendações em prática? Por que exercer o autocuidado tem se mostrado algo tão difícil?
Por agora, fica a minha sugestão de aumentar a qualidade de vida dos anos que ainda vamos viver, com autonomia e a máxima qualidade possível. Fazer um pouco de atividade física todo dia, comer um pouco menos e com melhor qualidade, dormir cerca de 7 horas por noite, não ficar tão conectado, investir em vínculos afetivos que vão fazer com que o bem-estar social melhore muito são algumas dicas mais que comprovadas. Cuide-se e aumente os dias de vida com qualidade!
(Marcio Atalla, “Viver mais ou viver melhor?”. Disponível em: https://oglobo.globo.com. Adaptado)