Questões de Concurso Sobre português

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Q3327610 Português

TEXTO:


Brasil perdeu 7 milhões de leitores em 4 anos: como mudar esse jogo?






Disponível em: <https://www.uol.com.br/ecoa/colunas/tonymarlon/2025/03/12/brasil-perdeu-7-milhoes-de-leitores-em-4-anoscomo-mudar-esse-jogo>. Acesso em: 7 mar. 2025. Adaptado.

“Suzi defendeu os professores, já tão sobrecarregados e desvalorizados pelo Estado brasileiro. […] e eles ficam felizes.”
Deseja-se substituir as expressões em destaque por outras, de modo que: “desvalorizados” seja substituído por uma forma sinônima (sem alterar o sentido de “falta de reconhecimento” ou “falta de mérito”) e “felizes” seja substituído por uma forma antônima (mantendo o oposto de “contentes” e “satisfeitos”).

A alternativa que realiza essas substituições de forma coerente com o contexto original é: 
Alternativas
Q3327609 Português

TEXTO:


Brasil perdeu 7 milhões de leitores em 4 anos: como mudar esse jogo?






Disponível em: <https://www.uol.com.br/ecoa/colunas/tonymarlon/2025/03/12/brasil-perdeu-7-milhoes-de-leitores-em-4-anoscomo-mudar-esse-jogo>. Acesso em: 7 mar. 2025. Adaptado.

Considerando as ideias apresentadas no texto, determine a alternativa que identifica com exatidão a principal crítica quanto às causas da diminuição de leitores no Brasil e as possíveis soluções apontadas pela ativista:
Alternativas
Q3327607 Português



Disponível em: <https://gauchazh.clicrbs.com.br/opiniao/noticia/

2020/07/gilmar-fraga-distancia-ckcpgpnpo006g014741kpfme5.

html>. Acesso em: 7 mar. 2025.

A partir dos recursos expressivos na fala da mãe (“E a aula, meu filho?!!”) e do garoto (“Nem sinal!”), é possível observar diferentes estratégias linguísticas que visam enfatizar a mensagem e reforçar o sentido pretendido pelo autor da charge.
A partir da análise das falas na charge, a alternativa que descreve adequadamente o papel dos modificadores linguísticos empregados, relacionando-os ao contexto de discurso presente na ilustração, é.
Alternativas
Q3327606 Português



Disponível em: <https://gauchazh.clicrbs.com.br/opiniao/noticia/

2020/07/gilmar-fraga-distancia-ckcpgpnpo006g014741kpfme5.

html>. Acesso em: 7 mar. 2025.

A charge explora, de forma irônica, as consequências do ensino a distância em determinados contextos socioeconômicos.
Com base na interpretação do texto visual e verbal, a alternativa que expressa corretamente o problema central criticado pela charge é:
Alternativas
Q3327605 Português

TEXTO:


Escolas da rede estadual inovam com alternativas criativas ao uso do celular





Disponível em: <https://www.ba.gov.br/educacao/noticias/2025-02/

1557/escolas-da-rede-estadual-inovam-com-alternativas-criativasao-uso-do-celular>. Acesso em: 7 mar. 2025. Adaptado.

Observe as reescrituras a seguir, atentando à manutenção do sentido original e à correção gramatical.
“Para tornar os intervalos mais interativos e oferecer alternativas ao uso do celular, unidades da rede estadual da Bahia estão promovendo atividades que estimulam a socialização e o lazer dos estudantes.”
A alternativa em que a estruturação frasal mantém tanto o sentido principal do enunciado quanto a correção formal é:
Alternativas
Q3327604 Português

TEXTO:


Escolas da rede estadual inovam com alternativas criativas ao uso do celular





Disponível em: <https://www.ba.gov.br/educacao/noticias/2025-02/

1557/escolas-da-rede-estadual-inovam-com-alternativas-criativasao-uso-do-celular>. Acesso em: 7 mar. 2025. Adaptado.

“A diretora do CEEP ICEIA, Maribel Silva, explica que já é feito um trabalho em sala de aula sobre o uso do celular, especialmente nos cursos técnicos que demandam a tecnologia.”

Com base nos estudos sobre subordinação das orações e considerando as duas orações introduzidas por “que”, em destaque pode-se afirmar:
Alternativas
Q3327603 Português

TEXTO:


Escolas da rede estadual inovam com alternativas criativas ao uso do celular





Disponível em: <https://www.ba.gov.br/educacao/noticias/2025-02/

1557/escolas-da-rede-estadual-inovam-com-alternativas-criativasao-uso-do-celular>. Acesso em: 7 mar. 2025. Adaptado.

O texto relata como algumas escolas da rede estadual da Bahia estão adotando estratégias para reduzir o uso excessivo de celulares, sobretudo durante os intervalos, oferecendo alternativas de lazer e socialização.
A partir da leitura, identifique a alternativa que sintetiza o objetivo principal dessas iniciativas e as consequências observadas:
Alternativas
Q3327365 Português
Brasileiro de 80 anos explorou mais de 20 destinos de aventura após câncer


   O arquiteto aposentado Lauro Andrade, 80, descobriu uma nova paixão na terceira idade: o turismo de aventura e a fotografia artística. A união desses fatores resultou em mais de 20 viagens para locais remotos só na última década, além de uma exposição em Santa Catarina e a publicação de um livro com as imagens. Pai de três filhos e viúvo há mais de duas décadas, Lauro começou essa jornada sozinho com cerca de 69 anos. Ele fotografou cenários extremos: tornados, a boca de um vulcão ativo, ursos no norte do Alasca e a famosa Aurora Boreal — que já avistou mais de uma vez.

   A primeira aventura foi para a Tanzânia, que ele definiu ao CNNViagem&Gastronomia como um lugar incrível. O país é conhecido pela cultura, beleza natural, praias e por ter as montanhas mais altas do continente africano. Quando voltou, no entanto, um susto: “Descobri que estava com câncer no rim e tive que remover um dos órgãos.”. Mesmo com o imprevisto de saúde, Lauro dizia para o médico que tinha uma viagem marcada para a Índia e não poderia perder o passeio. Dito e feito: não perdeu. 45 dias depois da cirurgia, eu estava em Nova Delhi. Todo mundo arregalava os olhos quando ouvia que eu havia acabado de tirar um rim”, disse rindo.

   No entanto, Lauro garante que as viagens dele sempre foram muito seguras. Para isso, contrata a mesma agência turística para ser acompanhado por um guia durante as aventuras. Foram os profissionais especializados, inclusive, que os socorreram em momentos de apuros. Ele viveu uma dessas situações na Etiópia, considerado o país mais antigo da África, onde se sentiu mais inseguro. Lá, Lauro era vigiado o tempo todo por pessoas com metralhadoras. “A gente estava com uma milícia armada para poder fotografar”, contou. Mesmo assim, o antigo arquiteto montou em um camelo e partiu para um passeio de quatro horas até a boca de um vulcão ativo. O tour precisava ser feito à noite devido às altas temperaturas — quase 50°C na base do deserto. O fotógrafo começou o trajeto às 19h, mas pausou diversas vezes durante o caminho. “Tínhamos que chegar até meia-noite na boca do vulcão, fotografar, descansar por uma hora e retornar”, contou ele. Na volta, Lauro passou mal. “Foi um sacrifício muito grande, porque andar em cima de camelo, só com um tipo de colchãozinho, [foi muito complicado]”, pontuou ele. E continuou, brincando: “Não sabia se tinha sido frito ou virado uma omelete. Desmaiei, mas fotografei a boca do vulcão”.

   O mais inusitado é que Lauro não define esse momento como um perrengue. Ao ser questionado sobre o maior apuro em terras estrangeiras, o antigo arquiteto aponta um caso que viveu na Islândia. “Tropecei em um fio, caí com a máquina no peito e o encaixe da lente da câmera quebrou. Tinha uma médica na equipe, ela me examinou e viu que eu não tinha me machucado. Foi o maior perrengue que tive em viagem”, contou Lauro, que precisou fazer as fotos do celular.

   Lauro também viveu outras aventuras, como quando fotografou um tornado nos Estados Unidos. Mas como se preparar para esse tipo de passeio? Antes de ir, ele recebeu um briefing de como agir. “Tínhamos dois técnicos americanos que tinham computadores para controlar da onde vinha a direção do tornado, de tal forma que a gente fica em uma margem de segurança do tornado. Além disso, conhecendo a direção do vento, eles têm uma estrada de fuga”, disse.

   Outra viagem que Lauro fez e o marcou muito foi para o Irã. Ele seguiu as restrições do país, como não fotografar nenhuma mulher, mas, apesar da proibição, garante que voltaria para lá. “Um dos lugares mais seguros que já fui”, exclamou. As viagens de Lauro são várias. Em solo estrangeiro, ele passou por países como os Emirados Árabes Unidos, Myanmar, Japão e Alaska, onde andou em um avião monomotor de quatro lugares, cujo pouso acontecia na água, bem perto da praia, para fotografar ursos em um parque.

   Para fotografar, também visitou a Tailândia, Camboja, Laos, Butão, Noruega e muitos outros. No Brasil, conheceu desde o Pantanal e o norte do país até o sertão de Pernambuco. “Cada foto tem uma história”, garantiu sobre os registros.


Fonte: Brasileiro de 80 anos explorou mais de 20 destinos de aventura após câncer | CNN Brasil.
Assinale a alternativa que apresente palavra paroxítona: 
Alternativas
Q3327364 Português
Brasileiro de 80 anos explorou mais de 20 destinos de aventura após câncer


   O arquiteto aposentado Lauro Andrade, 80, descobriu uma nova paixão na terceira idade: o turismo de aventura e a fotografia artística. A união desses fatores resultou em mais de 20 viagens para locais remotos só na última década, além de uma exposição em Santa Catarina e a publicação de um livro com as imagens. Pai de três filhos e viúvo há mais de duas décadas, Lauro começou essa jornada sozinho com cerca de 69 anos. Ele fotografou cenários extremos: tornados, a boca de um vulcão ativo, ursos no norte do Alasca e a famosa Aurora Boreal — que já avistou mais de uma vez.

   A primeira aventura foi para a Tanzânia, que ele definiu ao CNNViagem&Gastronomia como um lugar incrível. O país é conhecido pela cultura, beleza natural, praias e por ter as montanhas mais altas do continente africano. Quando voltou, no entanto, um susto: “Descobri que estava com câncer no rim e tive que remover um dos órgãos.”. Mesmo com o imprevisto de saúde, Lauro dizia para o médico que tinha uma viagem marcada para a Índia e não poderia perder o passeio. Dito e feito: não perdeu. 45 dias depois da cirurgia, eu estava em Nova Delhi. Todo mundo arregalava os olhos quando ouvia que eu havia acabado de tirar um rim”, disse rindo.

   No entanto, Lauro garante que as viagens dele sempre foram muito seguras. Para isso, contrata a mesma agência turística para ser acompanhado por um guia durante as aventuras. Foram os profissionais especializados, inclusive, que os socorreram em momentos de apuros. Ele viveu uma dessas situações na Etiópia, considerado o país mais antigo da África, onde se sentiu mais inseguro. Lá, Lauro era vigiado o tempo todo por pessoas com metralhadoras. “A gente estava com uma milícia armada para poder fotografar”, contou. Mesmo assim, o antigo arquiteto montou em um camelo e partiu para um passeio de quatro horas até a boca de um vulcão ativo. O tour precisava ser feito à noite devido às altas temperaturas — quase 50°C na base do deserto. O fotógrafo começou o trajeto às 19h, mas pausou diversas vezes durante o caminho. “Tínhamos que chegar até meia-noite na boca do vulcão, fotografar, descansar por uma hora e retornar”, contou ele. Na volta, Lauro passou mal. “Foi um sacrifício muito grande, porque andar em cima de camelo, só com um tipo de colchãozinho, [foi muito complicado]”, pontuou ele. E continuou, brincando: “Não sabia se tinha sido frito ou virado uma omelete. Desmaiei, mas fotografei a boca do vulcão”.

   O mais inusitado é que Lauro não define esse momento como um perrengue. Ao ser questionado sobre o maior apuro em terras estrangeiras, o antigo arquiteto aponta um caso que viveu na Islândia. “Tropecei em um fio, caí com a máquina no peito e o encaixe da lente da câmera quebrou. Tinha uma médica na equipe, ela me examinou e viu que eu não tinha me machucado. Foi o maior perrengue que tive em viagem”, contou Lauro, que precisou fazer as fotos do celular.

   Lauro também viveu outras aventuras, como quando fotografou um tornado nos Estados Unidos. Mas como se preparar para esse tipo de passeio? Antes de ir, ele recebeu um briefing de como agir. “Tínhamos dois técnicos americanos que tinham computadores para controlar da onde vinha a direção do tornado, de tal forma que a gente fica em uma margem de segurança do tornado. Além disso, conhecendo a direção do vento, eles têm uma estrada de fuga”, disse.

   Outra viagem que Lauro fez e o marcou muito foi para o Irã. Ele seguiu as restrições do país, como não fotografar nenhuma mulher, mas, apesar da proibição, garante que voltaria para lá. “Um dos lugares mais seguros que já fui”, exclamou. As viagens de Lauro são várias. Em solo estrangeiro, ele passou por países como os Emirados Árabes Unidos, Myanmar, Japão e Alaska, onde andou em um avião monomotor de quatro lugares, cujo pouso acontecia na água, bem perto da praia, para fotografar ursos em um parque.

   Para fotografar, também visitou a Tailândia, Camboja, Laos, Butão, Noruega e muitos outros. No Brasil, conheceu desde o Pantanal e o norte do país até o sertão de Pernambuco. “Cada foto tem uma história”, garantiu sobre os registros.


Fonte: Brasileiro de 80 anos explorou mais de 20 destinos de aventura após câncer | CNN Brasil.
Assinale a alternativa que apresente um ANTÔNIMO do termo em destaque no período: O mais inusitado é que Lauro não define esse momento como um perrengue.
Alternativas
Q3327363 Português
Brasileiro de 80 anos explorou mais de 20 destinos de aventura após câncer


   O arquiteto aposentado Lauro Andrade, 80, descobriu uma nova paixão na terceira idade: o turismo de aventura e a fotografia artística. A união desses fatores resultou em mais de 20 viagens para locais remotos só na última década, além de uma exposição em Santa Catarina e a publicação de um livro com as imagens. Pai de três filhos e viúvo há mais de duas décadas, Lauro começou essa jornada sozinho com cerca de 69 anos. Ele fotografou cenários extremos: tornados, a boca de um vulcão ativo, ursos no norte do Alasca e a famosa Aurora Boreal — que já avistou mais de uma vez.

   A primeira aventura foi para a Tanzânia, que ele definiu ao CNNViagem&Gastronomia como um lugar incrível. O país é conhecido pela cultura, beleza natural, praias e por ter as montanhas mais altas do continente africano. Quando voltou, no entanto, um susto: “Descobri que estava com câncer no rim e tive que remover um dos órgãos.”. Mesmo com o imprevisto de saúde, Lauro dizia para o médico que tinha uma viagem marcada para a Índia e não poderia perder o passeio. Dito e feito: não perdeu. 45 dias depois da cirurgia, eu estava em Nova Delhi. Todo mundo arregalava os olhos quando ouvia que eu havia acabado de tirar um rim”, disse rindo.

   No entanto, Lauro garante que as viagens dele sempre foram muito seguras. Para isso, contrata a mesma agência turística para ser acompanhado por um guia durante as aventuras. Foram os profissionais especializados, inclusive, que os socorreram em momentos de apuros. Ele viveu uma dessas situações na Etiópia, considerado o país mais antigo da África, onde se sentiu mais inseguro. Lá, Lauro era vigiado o tempo todo por pessoas com metralhadoras. “A gente estava com uma milícia armada para poder fotografar”, contou. Mesmo assim, o antigo arquiteto montou em um camelo e partiu para um passeio de quatro horas até a boca de um vulcão ativo. O tour precisava ser feito à noite devido às altas temperaturas — quase 50°C na base do deserto. O fotógrafo começou o trajeto às 19h, mas pausou diversas vezes durante o caminho. “Tínhamos que chegar até meia-noite na boca do vulcão, fotografar, descansar por uma hora e retornar”, contou ele. Na volta, Lauro passou mal. “Foi um sacrifício muito grande, porque andar em cima de camelo, só com um tipo de colchãozinho, [foi muito complicado]”, pontuou ele. E continuou, brincando: “Não sabia se tinha sido frito ou virado uma omelete. Desmaiei, mas fotografei a boca do vulcão”.

   O mais inusitado é que Lauro não define esse momento como um perrengue. Ao ser questionado sobre o maior apuro em terras estrangeiras, o antigo arquiteto aponta um caso que viveu na Islândia. “Tropecei em um fio, caí com a máquina no peito e o encaixe da lente da câmera quebrou. Tinha uma médica na equipe, ela me examinou e viu que eu não tinha me machucado. Foi o maior perrengue que tive em viagem”, contou Lauro, que precisou fazer as fotos do celular.

   Lauro também viveu outras aventuras, como quando fotografou um tornado nos Estados Unidos. Mas como se preparar para esse tipo de passeio? Antes de ir, ele recebeu um briefing de como agir. “Tínhamos dois técnicos americanos que tinham computadores para controlar da onde vinha a direção do tornado, de tal forma que a gente fica em uma margem de segurança do tornado. Além disso, conhecendo a direção do vento, eles têm uma estrada de fuga”, disse.

   Outra viagem que Lauro fez e o marcou muito foi para o Irã. Ele seguiu as restrições do país, como não fotografar nenhuma mulher, mas, apesar da proibição, garante que voltaria para lá. “Um dos lugares mais seguros que já fui”, exclamou. As viagens de Lauro são várias. Em solo estrangeiro, ele passou por países como os Emirados Árabes Unidos, Myanmar, Japão e Alaska, onde andou em um avião monomotor de quatro lugares, cujo pouso acontecia na água, bem perto da praia, para fotografar ursos em um parque.

   Para fotografar, também visitou a Tailândia, Camboja, Laos, Butão, Noruega e muitos outros. No Brasil, conheceu desde o Pantanal e o norte do país até o sertão de Pernambuco. “Cada foto tem uma história”, garantiu sobre os registros.


Fonte: Brasileiro de 80 anos explorou mais de 20 destinos de aventura após câncer | CNN Brasil.
Assinale a alternativa que apresente termo que possa substituir o termo em destaque no período, mantendo as mesmas relações de sentido: O fotógrafo começou o trajeto às 19h, mas pausou diversas vezes durante o caminho.
Alternativas
Q3327362 Português
Brasileiro de 80 anos explorou mais de 20 destinos de aventura após câncer


   O arquiteto aposentado Lauro Andrade, 80, descobriu uma nova paixão na terceira idade: o turismo de aventura e a fotografia artística. A união desses fatores resultou em mais de 20 viagens para locais remotos só na última década, além de uma exposição em Santa Catarina e a publicação de um livro com as imagens. Pai de três filhos e viúvo há mais de duas décadas, Lauro começou essa jornada sozinho com cerca de 69 anos. Ele fotografou cenários extremos: tornados, a boca de um vulcão ativo, ursos no norte do Alasca e a famosa Aurora Boreal — que já avistou mais de uma vez.

   A primeira aventura foi para a Tanzânia, que ele definiu ao CNNViagem&Gastronomia como um lugar incrível. O país é conhecido pela cultura, beleza natural, praias e por ter as montanhas mais altas do continente africano. Quando voltou, no entanto, um susto: “Descobri que estava com câncer no rim e tive que remover um dos órgãos.”. Mesmo com o imprevisto de saúde, Lauro dizia para o médico que tinha uma viagem marcada para a Índia e não poderia perder o passeio. Dito e feito: não perdeu. 45 dias depois da cirurgia, eu estava em Nova Delhi. Todo mundo arregalava os olhos quando ouvia que eu havia acabado de tirar um rim”, disse rindo.

   No entanto, Lauro garante que as viagens dele sempre foram muito seguras. Para isso, contrata a mesma agência turística para ser acompanhado por um guia durante as aventuras. Foram os profissionais especializados, inclusive, que os socorreram em momentos de apuros. Ele viveu uma dessas situações na Etiópia, considerado o país mais antigo da África, onde se sentiu mais inseguro. Lá, Lauro era vigiado o tempo todo por pessoas com metralhadoras. “A gente estava com uma milícia armada para poder fotografar”, contou. Mesmo assim, o antigo arquiteto montou em um camelo e partiu para um passeio de quatro horas até a boca de um vulcão ativo. O tour precisava ser feito à noite devido às altas temperaturas — quase 50°C na base do deserto. O fotógrafo começou o trajeto às 19h, mas pausou diversas vezes durante o caminho. “Tínhamos que chegar até meia-noite na boca do vulcão, fotografar, descansar por uma hora e retornar”, contou ele. Na volta, Lauro passou mal. “Foi um sacrifício muito grande, porque andar em cima de camelo, só com um tipo de colchãozinho, [foi muito complicado]”, pontuou ele. E continuou, brincando: “Não sabia se tinha sido frito ou virado uma omelete. Desmaiei, mas fotografei a boca do vulcão”.

   O mais inusitado é que Lauro não define esse momento como um perrengue. Ao ser questionado sobre o maior apuro em terras estrangeiras, o antigo arquiteto aponta um caso que viveu na Islândia. “Tropecei em um fio, caí com a máquina no peito e o encaixe da lente da câmera quebrou. Tinha uma médica na equipe, ela me examinou e viu que eu não tinha me machucado. Foi o maior perrengue que tive em viagem”, contou Lauro, que precisou fazer as fotos do celular.

   Lauro também viveu outras aventuras, como quando fotografou um tornado nos Estados Unidos. Mas como se preparar para esse tipo de passeio? Antes de ir, ele recebeu um briefing de como agir. “Tínhamos dois técnicos americanos que tinham computadores para controlar da onde vinha a direção do tornado, de tal forma que a gente fica em uma margem de segurança do tornado. Além disso, conhecendo a direção do vento, eles têm uma estrada de fuga”, disse.

   Outra viagem que Lauro fez e o marcou muito foi para o Irã. Ele seguiu as restrições do país, como não fotografar nenhuma mulher, mas, apesar da proibição, garante que voltaria para lá. “Um dos lugares mais seguros que já fui”, exclamou. As viagens de Lauro são várias. Em solo estrangeiro, ele passou por países como os Emirados Árabes Unidos, Myanmar, Japão e Alaska, onde andou em um avião monomotor de quatro lugares, cujo pouso acontecia na água, bem perto da praia, para fotografar ursos em um parque.

   Para fotografar, também visitou a Tailândia, Camboja, Laos, Butão, Noruega e muitos outros. No Brasil, conheceu desde o Pantanal e o norte do país até o sertão de Pernambuco. “Cada foto tem uma história”, garantiu sobre os registros.


Fonte: Brasileiro de 80 anos explorou mais de 20 destinos de aventura após câncer | CNN Brasil.
Assinale a alternativa cuja letra s da palavra NÃO represente o seu plural: 
Alternativas
Q3327361 Português
Brasileiro de 80 anos explorou mais de 20 destinos de aventura após câncer


   O arquiteto aposentado Lauro Andrade, 80, descobriu uma nova paixão na terceira idade: o turismo de aventura e a fotografia artística. A união desses fatores resultou em mais de 20 viagens para locais remotos só na última década, além de uma exposição em Santa Catarina e a publicação de um livro com as imagens. Pai de três filhos e viúvo há mais de duas décadas, Lauro começou essa jornada sozinho com cerca de 69 anos. Ele fotografou cenários extremos: tornados, a boca de um vulcão ativo, ursos no norte do Alasca e a famosa Aurora Boreal — que já avistou mais de uma vez.

   A primeira aventura foi para a Tanzânia, que ele definiu ao CNNViagem&Gastronomia como um lugar incrível. O país é conhecido pela cultura, beleza natural, praias e por ter as montanhas mais altas do continente africano. Quando voltou, no entanto, um susto: “Descobri que estava com câncer no rim e tive que remover um dos órgãos.”. Mesmo com o imprevisto de saúde, Lauro dizia para o médico que tinha uma viagem marcada para a Índia e não poderia perder o passeio. Dito e feito: não perdeu. 45 dias depois da cirurgia, eu estava em Nova Delhi. Todo mundo arregalava os olhos quando ouvia que eu havia acabado de tirar um rim”, disse rindo.

   No entanto, Lauro garante que as viagens dele sempre foram muito seguras. Para isso, contrata a mesma agência turística para ser acompanhado por um guia durante as aventuras. Foram os profissionais especializados, inclusive, que os socorreram em momentos de apuros. Ele viveu uma dessas situações na Etiópia, considerado o país mais antigo da África, onde se sentiu mais inseguro. Lá, Lauro era vigiado o tempo todo por pessoas com metralhadoras. “A gente estava com uma milícia armada para poder fotografar”, contou. Mesmo assim, o antigo arquiteto montou em um camelo e partiu para um passeio de quatro horas até a boca de um vulcão ativo. O tour precisava ser feito à noite devido às altas temperaturas — quase 50°C na base do deserto. O fotógrafo começou o trajeto às 19h, mas pausou diversas vezes durante o caminho. “Tínhamos que chegar até meia-noite na boca do vulcão, fotografar, descansar por uma hora e retornar”, contou ele. Na volta, Lauro passou mal. “Foi um sacrifício muito grande, porque andar em cima de camelo, só com um tipo de colchãozinho, [foi muito complicado]”, pontuou ele. E continuou, brincando: “Não sabia se tinha sido frito ou virado uma omelete. Desmaiei, mas fotografei a boca do vulcão”.

   O mais inusitado é que Lauro não define esse momento como um perrengue. Ao ser questionado sobre o maior apuro em terras estrangeiras, o antigo arquiteto aponta um caso que viveu na Islândia. “Tropecei em um fio, caí com a máquina no peito e o encaixe da lente da câmera quebrou. Tinha uma médica na equipe, ela me examinou e viu que eu não tinha me machucado. Foi o maior perrengue que tive em viagem”, contou Lauro, que precisou fazer as fotos do celular.

   Lauro também viveu outras aventuras, como quando fotografou um tornado nos Estados Unidos. Mas como se preparar para esse tipo de passeio? Antes de ir, ele recebeu um briefing de como agir. “Tínhamos dois técnicos americanos que tinham computadores para controlar da onde vinha a direção do tornado, de tal forma que a gente fica em uma margem de segurança do tornado. Além disso, conhecendo a direção do vento, eles têm uma estrada de fuga”, disse.

   Outra viagem que Lauro fez e o marcou muito foi para o Irã. Ele seguiu as restrições do país, como não fotografar nenhuma mulher, mas, apesar da proibição, garante que voltaria para lá. “Um dos lugares mais seguros que já fui”, exclamou. As viagens de Lauro são várias. Em solo estrangeiro, ele passou por países como os Emirados Árabes Unidos, Myanmar, Japão e Alaska, onde andou em um avião monomotor de quatro lugares, cujo pouso acontecia na água, bem perto da praia, para fotografar ursos em um parque.

   Para fotografar, também visitou a Tailândia, Camboja, Laos, Butão, Noruega e muitos outros. No Brasil, conheceu desde o Pantanal e o norte do país até o sertão de Pernambuco. “Cada foto tem uma história”, garantiu sobre os registros.


Fonte: Brasileiro de 80 anos explorou mais de 20 destinos de aventura após câncer | CNN Brasil.
Assinale a alternativa que apresente o referente no texto do termo, qual palavra é retomada por ele, em destaque no período: Ele seguiu as restrições do país, como não fotografar nenhuma mulher, mas, apesar da proibição, garante que voltaria para lá. 
Alternativas
Q3327360 Português
Brasileiro de 80 anos explorou mais de 20 destinos de aventura após câncer


   O arquiteto aposentado Lauro Andrade, 80, descobriu uma nova paixão na terceira idade: o turismo de aventura e a fotografia artística. A união desses fatores resultou em mais de 20 viagens para locais remotos só na última década, além de uma exposição em Santa Catarina e a publicação de um livro com as imagens. Pai de três filhos e viúvo há mais de duas décadas, Lauro começou essa jornada sozinho com cerca de 69 anos. Ele fotografou cenários extremos: tornados, a boca de um vulcão ativo, ursos no norte do Alasca e a famosa Aurora Boreal — que já avistou mais de uma vez.

   A primeira aventura foi para a Tanzânia, que ele definiu ao CNNViagem&Gastronomia como um lugar incrível. O país é conhecido pela cultura, beleza natural, praias e por ter as montanhas mais altas do continente africano. Quando voltou, no entanto, um susto: “Descobri que estava com câncer no rim e tive que remover um dos órgãos.”. Mesmo com o imprevisto de saúde, Lauro dizia para o médico que tinha uma viagem marcada para a Índia e não poderia perder o passeio. Dito e feito: não perdeu. 45 dias depois da cirurgia, eu estava em Nova Delhi. Todo mundo arregalava os olhos quando ouvia que eu havia acabado de tirar um rim”, disse rindo.

   No entanto, Lauro garante que as viagens dele sempre foram muito seguras. Para isso, contrata a mesma agência turística para ser acompanhado por um guia durante as aventuras. Foram os profissionais especializados, inclusive, que os socorreram em momentos de apuros. Ele viveu uma dessas situações na Etiópia, considerado o país mais antigo da África, onde se sentiu mais inseguro. Lá, Lauro era vigiado o tempo todo por pessoas com metralhadoras. “A gente estava com uma milícia armada para poder fotografar”, contou. Mesmo assim, o antigo arquiteto montou em um camelo e partiu para um passeio de quatro horas até a boca de um vulcão ativo. O tour precisava ser feito à noite devido às altas temperaturas — quase 50°C na base do deserto. O fotógrafo começou o trajeto às 19h, mas pausou diversas vezes durante o caminho. “Tínhamos que chegar até meia-noite na boca do vulcão, fotografar, descansar por uma hora e retornar”, contou ele. Na volta, Lauro passou mal. “Foi um sacrifício muito grande, porque andar em cima de camelo, só com um tipo de colchãozinho, [foi muito complicado]”, pontuou ele. E continuou, brincando: “Não sabia se tinha sido frito ou virado uma omelete. Desmaiei, mas fotografei a boca do vulcão”.

   O mais inusitado é que Lauro não define esse momento como um perrengue. Ao ser questionado sobre o maior apuro em terras estrangeiras, o antigo arquiteto aponta um caso que viveu na Islândia. “Tropecei em um fio, caí com a máquina no peito e o encaixe da lente da câmera quebrou. Tinha uma médica na equipe, ela me examinou e viu que eu não tinha me machucado. Foi o maior perrengue que tive em viagem”, contou Lauro, que precisou fazer as fotos do celular.

   Lauro também viveu outras aventuras, como quando fotografou um tornado nos Estados Unidos. Mas como se preparar para esse tipo de passeio? Antes de ir, ele recebeu um briefing de como agir. “Tínhamos dois técnicos americanos que tinham computadores para controlar da onde vinha a direção do tornado, de tal forma que a gente fica em uma margem de segurança do tornado. Além disso, conhecendo a direção do vento, eles têm uma estrada de fuga”, disse.

   Outra viagem que Lauro fez e o marcou muito foi para o Irã. Ele seguiu as restrições do país, como não fotografar nenhuma mulher, mas, apesar da proibição, garante que voltaria para lá. “Um dos lugares mais seguros que já fui”, exclamou. As viagens de Lauro são várias. Em solo estrangeiro, ele passou por países como os Emirados Árabes Unidos, Myanmar, Japão e Alaska, onde andou em um avião monomotor de quatro lugares, cujo pouso acontecia na água, bem perto da praia, para fotografar ursos em um parque.

   Para fotografar, também visitou a Tailândia, Camboja, Laos, Butão, Noruega e muitos outros. No Brasil, conheceu desde o Pantanal e o norte do país até o sertão de Pernambuco. “Cada foto tem uma história”, garantiu sobre os registros.


Fonte: Brasileiro de 80 anos explorou mais de 20 destinos de aventura após câncer | CNN Brasil.
Assinale a alternativa que apresente a classe morfológica da palavra em destaque no período: Pai de três filhos e viúvo há mais de duas décadas, Lauro começou essa jornada sozinho com cerca de 69 anos. 
Alternativas
Q3327359 Português
Brasileiro de 80 anos explorou mais de 20 destinos de aventura após câncer


   O arquiteto aposentado Lauro Andrade, 80, descobriu uma nova paixão na terceira idade: o turismo de aventura e a fotografia artística. A união desses fatores resultou em mais de 20 viagens para locais remotos só na última década, além de uma exposição em Santa Catarina e a publicação de um livro com as imagens. Pai de três filhos e viúvo há mais de duas décadas, Lauro começou essa jornada sozinho com cerca de 69 anos. Ele fotografou cenários extremos: tornados, a boca de um vulcão ativo, ursos no norte do Alasca e a famosa Aurora Boreal — que já avistou mais de uma vez.

   A primeira aventura foi para a Tanzânia, que ele definiu ao CNNViagem&Gastronomia como um lugar incrível. O país é conhecido pela cultura, beleza natural, praias e por ter as montanhas mais altas do continente africano. Quando voltou, no entanto, um susto: “Descobri que estava com câncer no rim e tive que remover um dos órgãos.”. Mesmo com o imprevisto de saúde, Lauro dizia para o médico que tinha uma viagem marcada para a Índia e não poderia perder o passeio. Dito e feito: não perdeu. 45 dias depois da cirurgia, eu estava em Nova Delhi. Todo mundo arregalava os olhos quando ouvia que eu havia acabado de tirar um rim”, disse rindo.

   No entanto, Lauro garante que as viagens dele sempre foram muito seguras. Para isso, contrata a mesma agência turística para ser acompanhado por um guia durante as aventuras. Foram os profissionais especializados, inclusive, que os socorreram em momentos de apuros. Ele viveu uma dessas situações na Etiópia, considerado o país mais antigo da África, onde se sentiu mais inseguro. Lá, Lauro era vigiado o tempo todo por pessoas com metralhadoras. “A gente estava com uma milícia armada para poder fotografar”, contou. Mesmo assim, o antigo arquiteto montou em um camelo e partiu para um passeio de quatro horas até a boca de um vulcão ativo. O tour precisava ser feito à noite devido às altas temperaturas — quase 50°C na base do deserto. O fotógrafo começou o trajeto às 19h, mas pausou diversas vezes durante o caminho. “Tínhamos que chegar até meia-noite na boca do vulcão, fotografar, descansar por uma hora e retornar”, contou ele. Na volta, Lauro passou mal. “Foi um sacrifício muito grande, porque andar em cima de camelo, só com um tipo de colchãozinho, [foi muito complicado]”, pontuou ele. E continuou, brincando: “Não sabia se tinha sido frito ou virado uma omelete. Desmaiei, mas fotografei a boca do vulcão”.

   O mais inusitado é que Lauro não define esse momento como um perrengue. Ao ser questionado sobre o maior apuro em terras estrangeiras, o antigo arquiteto aponta um caso que viveu na Islândia. “Tropecei em um fio, caí com a máquina no peito e o encaixe da lente da câmera quebrou. Tinha uma médica na equipe, ela me examinou e viu que eu não tinha me machucado. Foi o maior perrengue que tive em viagem”, contou Lauro, que precisou fazer as fotos do celular.

   Lauro também viveu outras aventuras, como quando fotografou um tornado nos Estados Unidos. Mas como se preparar para esse tipo de passeio? Antes de ir, ele recebeu um briefing de como agir. “Tínhamos dois técnicos americanos que tinham computadores para controlar da onde vinha a direção do tornado, de tal forma que a gente fica em uma margem de segurança do tornado. Além disso, conhecendo a direção do vento, eles têm uma estrada de fuga”, disse.

   Outra viagem que Lauro fez e o marcou muito foi para o Irã. Ele seguiu as restrições do país, como não fotografar nenhuma mulher, mas, apesar da proibição, garante que voltaria para lá. “Um dos lugares mais seguros que já fui”, exclamou. As viagens de Lauro são várias. Em solo estrangeiro, ele passou por países como os Emirados Árabes Unidos, Myanmar, Japão e Alaska, onde andou em um avião monomotor de quatro lugares, cujo pouso acontecia na água, bem perto da praia, para fotografar ursos em um parque.

   Para fotografar, também visitou a Tailândia, Camboja, Laos, Butão, Noruega e muitos outros. No Brasil, conheceu desde o Pantanal e o norte do país até o sertão de Pernambuco. “Cada foto tem uma história”, garantiu sobre os registros.


Fonte: Brasileiro de 80 anos explorou mais de 20 destinos de aventura após câncer | CNN Brasil.
Assinale a alternativa que apresente o número de letras e fonemas da palavra horas:
Alternativas
Q3327358 Português
Brasileiro de 80 anos explorou mais de 20 destinos de aventura após câncer


   O arquiteto aposentado Lauro Andrade, 80, descobriu uma nova paixão na terceira idade: o turismo de aventura e a fotografia artística. A união desses fatores resultou em mais de 20 viagens para locais remotos só na última década, além de uma exposição em Santa Catarina e a publicação de um livro com as imagens. Pai de três filhos e viúvo há mais de duas décadas, Lauro começou essa jornada sozinho com cerca de 69 anos. Ele fotografou cenários extremos: tornados, a boca de um vulcão ativo, ursos no norte do Alasca e a famosa Aurora Boreal — que já avistou mais de uma vez.

   A primeira aventura foi para a Tanzânia, que ele definiu ao CNNViagem&Gastronomia como um lugar incrível. O país é conhecido pela cultura, beleza natural, praias e por ter as montanhas mais altas do continente africano. Quando voltou, no entanto, um susto: “Descobri que estava com câncer no rim e tive que remover um dos órgãos.”. Mesmo com o imprevisto de saúde, Lauro dizia para o médico que tinha uma viagem marcada para a Índia e não poderia perder o passeio. Dito e feito: não perdeu. 45 dias depois da cirurgia, eu estava em Nova Delhi. Todo mundo arregalava os olhos quando ouvia que eu havia acabado de tirar um rim”, disse rindo.

   No entanto, Lauro garante que as viagens dele sempre foram muito seguras. Para isso, contrata a mesma agência turística para ser acompanhado por um guia durante as aventuras. Foram os profissionais especializados, inclusive, que os socorreram em momentos de apuros. Ele viveu uma dessas situações na Etiópia, considerado o país mais antigo da África, onde se sentiu mais inseguro. Lá, Lauro era vigiado o tempo todo por pessoas com metralhadoras. “A gente estava com uma milícia armada para poder fotografar”, contou. Mesmo assim, o antigo arquiteto montou em um camelo e partiu para um passeio de quatro horas até a boca de um vulcão ativo. O tour precisava ser feito à noite devido às altas temperaturas — quase 50°C na base do deserto. O fotógrafo começou o trajeto às 19h, mas pausou diversas vezes durante o caminho. “Tínhamos que chegar até meia-noite na boca do vulcão, fotografar, descansar por uma hora e retornar”, contou ele. Na volta, Lauro passou mal. “Foi um sacrifício muito grande, porque andar em cima de camelo, só com um tipo de colchãozinho, [foi muito complicado]”, pontuou ele. E continuou, brincando: “Não sabia se tinha sido frito ou virado uma omelete. Desmaiei, mas fotografei a boca do vulcão”.

   O mais inusitado é que Lauro não define esse momento como um perrengue. Ao ser questionado sobre o maior apuro em terras estrangeiras, o antigo arquiteto aponta um caso que viveu na Islândia. “Tropecei em um fio, caí com a máquina no peito e o encaixe da lente da câmera quebrou. Tinha uma médica na equipe, ela me examinou e viu que eu não tinha me machucado. Foi o maior perrengue que tive em viagem”, contou Lauro, que precisou fazer as fotos do celular.

   Lauro também viveu outras aventuras, como quando fotografou um tornado nos Estados Unidos. Mas como se preparar para esse tipo de passeio? Antes de ir, ele recebeu um briefing de como agir. “Tínhamos dois técnicos americanos que tinham computadores para controlar da onde vinha a direção do tornado, de tal forma que a gente fica em uma margem de segurança do tornado. Além disso, conhecendo a direção do vento, eles têm uma estrada de fuga”, disse.

   Outra viagem que Lauro fez e o marcou muito foi para o Irã. Ele seguiu as restrições do país, como não fotografar nenhuma mulher, mas, apesar da proibição, garante que voltaria para lá. “Um dos lugares mais seguros que já fui”, exclamou. As viagens de Lauro são várias. Em solo estrangeiro, ele passou por países como os Emirados Árabes Unidos, Myanmar, Japão e Alaska, onde andou em um avião monomotor de quatro lugares, cujo pouso acontecia na água, bem perto da praia, para fotografar ursos em um parque.

   Para fotografar, também visitou a Tailândia, Camboja, Laos, Butão, Noruega e muitos outros. No Brasil, conheceu desde o Pantanal e o norte do país até o sertão de Pernambuco. “Cada foto tem uma história”, garantiu sobre os registros.


Fonte: Brasileiro de 80 anos explorou mais de 20 destinos de aventura após câncer | CNN Brasil.
Assinale a alternativa que apresente a circunstância estabelecida pelo termo em destaque no período: , Lauro era vigiado o tempo todo por pessoas com metralhadoras. 
Alternativas
Q3327357 Português
Brasileiro de 80 anos explorou mais de 20 destinos de aventura após câncer


   O arquiteto aposentado Lauro Andrade, 80, descobriu uma nova paixão na terceira idade: o turismo de aventura e a fotografia artística. A união desses fatores resultou em mais de 20 viagens para locais remotos só na última década, além de uma exposição em Santa Catarina e a publicação de um livro com as imagens. Pai de três filhos e viúvo há mais de duas décadas, Lauro começou essa jornada sozinho com cerca de 69 anos. Ele fotografou cenários extremos: tornados, a boca de um vulcão ativo, ursos no norte do Alasca e a famosa Aurora Boreal — que já avistou mais de uma vez.

   A primeira aventura foi para a Tanzânia, que ele definiu ao CNNViagem&Gastronomia como um lugar incrível. O país é conhecido pela cultura, beleza natural, praias e por ter as montanhas mais altas do continente africano. Quando voltou, no entanto, um susto: “Descobri que estava com câncer no rim e tive que remover um dos órgãos.”. Mesmo com o imprevisto de saúde, Lauro dizia para o médico que tinha uma viagem marcada para a Índia e não poderia perder o passeio. Dito e feito: não perdeu. 45 dias depois da cirurgia, eu estava em Nova Delhi. Todo mundo arregalava os olhos quando ouvia que eu havia acabado de tirar um rim”, disse rindo.

   No entanto, Lauro garante que as viagens dele sempre foram muito seguras. Para isso, contrata a mesma agência turística para ser acompanhado por um guia durante as aventuras. Foram os profissionais especializados, inclusive, que os socorreram em momentos de apuros. Ele viveu uma dessas situações na Etiópia, considerado o país mais antigo da África, onde se sentiu mais inseguro. Lá, Lauro era vigiado o tempo todo por pessoas com metralhadoras. “A gente estava com uma milícia armada para poder fotografar”, contou. Mesmo assim, o antigo arquiteto montou em um camelo e partiu para um passeio de quatro horas até a boca de um vulcão ativo. O tour precisava ser feito à noite devido às altas temperaturas — quase 50°C na base do deserto. O fotógrafo começou o trajeto às 19h, mas pausou diversas vezes durante o caminho. “Tínhamos que chegar até meia-noite na boca do vulcão, fotografar, descansar por uma hora e retornar”, contou ele. Na volta, Lauro passou mal. “Foi um sacrifício muito grande, porque andar em cima de camelo, só com um tipo de colchãozinho, [foi muito complicado]”, pontuou ele. E continuou, brincando: “Não sabia se tinha sido frito ou virado uma omelete. Desmaiei, mas fotografei a boca do vulcão”.

   O mais inusitado é que Lauro não define esse momento como um perrengue. Ao ser questionado sobre o maior apuro em terras estrangeiras, o antigo arquiteto aponta um caso que viveu na Islândia. “Tropecei em um fio, caí com a máquina no peito e o encaixe da lente da câmera quebrou. Tinha uma médica na equipe, ela me examinou e viu que eu não tinha me machucado. Foi o maior perrengue que tive em viagem”, contou Lauro, que precisou fazer as fotos do celular.

   Lauro também viveu outras aventuras, como quando fotografou um tornado nos Estados Unidos. Mas como se preparar para esse tipo de passeio? Antes de ir, ele recebeu um briefing de como agir. “Tínhamos dois técnicos americanos que tinham computadores para controlar da onde vinha a direção do tornado, de tal forma que a gente fica em uma margem de segurança do tornado. Além disso, conhecendo a direção do vento, eles têm uma estrada de fuga”, disse.

   Outra viagem que Lauro fez e o marcou muito foi para o Irã. Ele seguiu as restrições do país, como não fotografar nenhuma mulher, mas, apesar da proibição, garante que voltaria para lá. “Um dos lugares mais seguros que já fui”, exclamou. As viagens de Lauro são várias. Em solo estrangeiro, ele passou por países como os Emirados Árabes Unidos, Myanmar, Japão e Alaska, onde andou em um avião monomotor de quatro lugares, cujo pouso acontecia na água, bem perto da praia, para fotografar ursos em um parque.

   Para fotografar, também visitou a Tailândia, Camboja, Laos, Butão, Noruega e muitos outros. No Brasil, conheceu desde o Pantanal e o norte do país até o sertão de Pernambuco. “Cada foto tem uma história”, garantiu sobre os registros.


Fonte: Brasileiro de 80 anos explorou mais de 20 destinos de aventura após câncer | CNN Brasil.
Assinale a alternativa correta, com todas as modificações necessárias, se passarmos o termo em destaque no período para o singular: No entanto, Lauro garante que as viagens dele sempre foram muito seguras.
Alternativas
Q3327356 Português
Brasileiro de 80 anos explorou mais de 20 destinos de aventura após câncer


   O arquiteto aposentado Lauro Andrade, 80, descobriu uma nova paixão na terceira idade: o turismo de aventura e a fotografia artística. A união desses fatores resultou em mais de 20 viagens para locais remotos só na última década, além de uma exposição em Santa Catarina e a publicação de um livro com as imagens. Pai de três filhos e viúvo há mais de duas décadas, Lauro começou essa jornada sozinho com cerca de 69 anos. Ele fotografou cenários extremos: tornados, a boca de um vulcão ativo, ursos no norte do Alasca e a famosa Aurora Boreal — que já avistou mais de uma vez.

   A primeira aventura foi para a Tanzânia, que ele definiu ao CNNViagem&Gastronomia como um lugar incrível. O país é conhecido pela cultura, beleza natural, praias e por ter as montanhas mais altas do continente africano. Quando voltou, no entanto, um susto: “Descobri que estava com câncer no rim e tive que remover um dos órgãos.”. Mesmo com o imprevisto de saúde, Lauro dizia para o médico que tinha uma viagem marcada para a Índia e não poderia perder o passeio. Dito e feito: não perdeu. 45 dias depois da cirurgia, eu estava em Nova Delhi. Todo mundo arregalava os olhos quando ouvia que eu havia acabado de tirar um rim”, disse rindo.

   No entanto, Lauro garante que as viagens dele sempre foram muito seguras. Para isso, contrata a mesma agência turística para ser acompanhado por um guia durante as aventuras. Foram os profissionais especializados, inclusive, que os socorreram em momentos de apuros. Ele viveu uma dessas situações na Etiópia, considerado o país mais antigo da África, onde se sentiu mais inseguro. Lá, Lauro era vigiado o tempo todo por pessoas com metralhadoras. “A gente estava com uma milícia armada para poder fotografar”, contou. Mesmo assim, o antigo arquiteto montou em um camelo e partiu para um passeio de quatro horas até a boca de um vulcão ativo. O tour precisava ser feito à noite devido às altas temperaturas — quase 50°C na base do deserto. O fotógrafo começou o trajeto às 19h, mas pausou diversas vezes durante o caminho. “Tínhamos que chegar até meia-noite na boca do vulcão, fotografar, descansar por uma hora e retornar”, contou ele. Na volta, Lauro passou mal. “Foi um sacrifício muito grande, porque andar em cima de camelo, só com um tipo de colchãozinho, [foi muito complicado]”, pontuou ele. E continuou, brincando: “Não sabia se tinha sido frito ou virado uma omelete. Desmaiei, mas fotografei a boca do vulcão”.

   O mais inusitado é que Lauro não define esse momento como um perrengue. Ao ser questionado sobre o maior apuro em terras estrangeiras, o antigo arquiteto aponta um caso que viveu na Islândia. “Tropecei em um fio, caí com a máquina no peito e o encaixe da lente da câmera quebrou. Tinha uma médica na equipe, ela me examinou e viu que eu não tinha me machucado. Foi o maior perrengue que tive em viagem”, contou Lauro, que precisou fazer as fotos do celular.

   Lauro também viveu outras aventuras, como quando fotografou um tornado nos Estados Unidos. Mas como se preparar para esse tipo de passeio? Antes de ir, ele recebeu um briefing de como agir. “Tínhamos dois técnicos americanos que tinham computadores para controlar da onde vinha a direção do tornado, de tal forma que a gente fica em uma margem de segurança do tornado. Além disso, conhecendo a direção do vento, eles têm uma estrada de fuga”, disse.

   Outra viagem que Lauro fez e o marcou muito foi para o Irã. Ele seguiu as restrições do país, como não fotografar nenhuma mulher, mas, apesar da proibição, garante que voltaria para lá. “Um dos lugares mais seguros que já fui”, exclamou. As viagens de Lauro são várias. Em solo estrangeiro, ele passou por países como os Emirados Árabes Unidos, Myanmar, Japão e Alaska, onde andou em um avião monomotor de quatro lugares, cujo pouso acontecia na água, bem perto da praia, para fotografar ursos em um parque.

   Para fotografar, também visitou a Tailândia, Camboja, Laos, Butão, Noruega e muitos outros. No Brasil, conheceu desde o Pantanal e o norte do país até o sertão de Pernambuco. “Cada foto tem uma história”, garantiu sobre os registros.


Fonte: Brasileiro de 80 anos explorou mais de 20 destinos de aventura após câncer | CNN Brasil.
Assinale a alternativa cuja divisão silábica da palavra esteja INCORRETA: 
Alternativas
Q3327355 Português
Brasileiro de 80 anos explorou mais de 20 destinos de aventura após câncer


   O arquiteto aposentado Lauro Andrade, 80, descobriu uma nova paixão na terceira idade: o turismo de aventura e a fotografia artística. A união desses fatores resultou em mais de 20 viagens para locais remotos só na última década, além de uma exposição em Santa Catarina e a publicação de um livro com as imagens. Pai de três filhos e viúvo há mais de duas décadas, Lauro começou essa jornada sozinho com cerca de 69 anos. Ele fotografou cenários extremos: tornados, a boca de um vulcão ativo, ursos no norte do Alasca e a famosa Aurora Boreal — que já avistou mais de uma vez.

   A primeira aventura foi para a Tanzânia, que ele definiu ao CNNViagem&Gastronomia como um lugar incrível. O país é conhecido pela cultura, beleza natural, praias e por ter as montanhas mais altas do continente africano. Quando voltou, no entanto, um susto: “Descobri que estava com câncer no rim e tive que remover um dos órgãos.”. Mesmo com o imprevisto de saúde, Lauro dizia para o médico que tinha uma viagem marcada para a Índia e não poderia perder o passeio. Dito e feito: não perdeu. 45 dias depois da cirurgia, eu estava em Nova Delhi. Todo mundo arregalava os olhos quando ouvia que eu havia acabado de tirar um rim”, disse rindo.

   No entanto, Lauro garante que as viagens dele sempre foram muito seguras. Para isso, contrata a mesma agência turística para ser acompanhado por um guia durante as aventuras. Foram os profissionais especializados, inclusive, que os socorreram em momentos de apuros. Ele viveu uma dessas situações na Etiópia, considerado o país mais antigo da África, onde se sentiu mais inseguro. Lá, Lauro era vigiado o tempo todo por pessoas com metralhadoras. “A gente estava com uma milícia armada para poder fotografar”, contou. Mesmo assim, o antigo arquiteto montou em um camelo e partiu para um passeio de quatro horas até a boca de um vulcão ativo. O tour precisava ser feito à noite devido às altas temperaturas — quase 50°C na base do deserto. O fotógrafo começou o trajeto às 19h, mas pausou diversas vezes durante o caminho. “Tínhamos que chegar até meia-noite na boca do vulcão, fotografar, descansar por uma hora e retornar”, contou ele. Na volta, Lauro passou mal. “Foi um sacrifício muito grande, porque andar em cima de camelo, só com um tipo de colchãozinho, [foi muito complicado]”, pontuou ele. E continuou, brincando: “Não sabia se tinha sido frito ou virado uma omelete. Desmaiei, mas fotografei a boca do vulcão”.

   O mais inusitado é que Lauro não define esse momento como um perrengue. Ao ser questionado sobre o maior apuro em terras estrangeiras, o antigo arquiteto aponta um caso que viveu na Islândia. “Tropecei em um fio, caí com a máquina no peito e o encaixe da lente da câmera quebrou. Tinha uma médica na equipe, ela me examinou e viu que eu não tinha me machucado. Foi o maior perrengue que tive em viagem”, contou Lauro, que precisou fazer as fotos do celular.

   Lauro também viveu outras aventuras, como quando fotografou um tornado nos Estados Unidos. Mas como se preparar para esse tipo de passeio? Antes de ir, ele recebeu um briefing de como agir. “Tínhamos dois técnicos americanos que tinham computadores para controlar da onde vinha a direção do tornado, de tal forma que a gente fica em uma margem de segurança do tornado. Além disso, conhecendo a direção do vento, eles têm uma estrada de fuga”, disse.

   Outra viagem que Lauro fez e o marcou muito foi para o Irã. Ele seguiu as restrições do país, como não fotografar nenhuma mulher, mas, apesar da proibição, garante que voltaria para lá. “Um dos lugares mais seguros que já fui”, exclamou. As viagens de Lauro são várias. Em solo estrangeiro, ele passou por países como os Emirados Árabes Unidos, Myanmar, Japão e Alaska, onde andou em um avião monomotor de quatro lugares, cujo pouso acontecia na água, bem perto da praia, para fotografar ursos em um parque.

   Para fotografar, também visitou a Tailândia, Camboja, Laos, Butão, Noruega e muitos outros. No Brasil, conheceu desde o Pantanal e o norte do país até o sertão de Pernambuco. “Cada foto tem uma história”, garantiu sobre os registros.


Fonte: Brasileiro de 80 anos explorou mais de 20 destinos de aventura após câncer | CNN Brasil.
Assinale a alternativa que apresente palavra com mais de três sílabas: 
Alternativas
Q3327354 Português
Brasileiro de 80 anos explorou mais de 20 destinos de aventura após câncer


   O arquiteto aposentado Lauro Andrade, 80, descobriu uma nova paixão na terceira idade: o turismo de aventura e a fotografia artística. A união desses fatores resultou em mais de 20 viagens para locais remotos só na última década, além de uma exposição em Santa Catarina e a publicação de um livro com as imagens. Pai de três filhos e viúvo há mais de duas décadas, Lauro começou essa jornada sozinho com cerca de 69 anos. Ele fotografou cenários extremos: tornados, a boca de um vulcão ativo, ursos no norte do Alasca e a famosa Aurora Boreal — que já avistou mais de uma vez.

   A primeira aventura foi para a Tanzânia, que ele definiu ao CNNViagem&Gastronomia como um lugar incrível. O país é conhecido pela cultura, beleza natural, praias e por ter as montanhas mais altas do continente africano. Quando voltou, no entanto, um susto: “Descobri que estava com câncer no rim e tive que remover um dos órgãos.”. Mesmo com o imprevisto de saúde, Lauro dizia para o médico que tinha uma viagem marcada para a Índia e não poderia perder o passeio. Dito e feito: não perdeu. 45 dias depois da cirurgia, eu estava em Nova Delhi. Todo mundo arregalava os olhos quando ouvia que eu havia acabado de tirar um rim”, disse rindo.

   No entanto, Lauro garante que as viagens dele sempre foram muito seguras. Para isso, contrata a mesma agência turística para ser acompanhado por um guia durante as aventuras. Foram os profissionais especializados, inclusive, que os socorreram em momentos de apuros. Ele viveu uma dessas situações na Etiópia, considerado o país mais antigo da África, onde se sentiu mais inseguro. Lá, Lauro era vigiado o tempo todo por pessoas com metralhadoras. “A gente estava com uma milícia armada para poder fotografar”, contou. Mesmo assim, o antigo arquiteto montou em um camelo e partiu para um passeio de quatro horas até a boca de um vulcão ativo. O tour precisava ser feito à noite devido às altas temperaturas — quase 50°C na base do deserto. O fotógrafo começou o trajeto às 19h, mas pausou diversas vezes durante o caminho. “Tínhamos que chegar até meia-noite na boca do vulcão, fotografar, descansar por uma hora e retornar”, contou ele. Na volta, Lauro passou mal. “Foi um sacrifício muito grande, porque andar em cima de camelo, só com um tipo de colchãozinho, [foi muito complicado]”, pontuou ele. E continuou, brincando: “Não sabia se tinha sido frito ou virado uma omelete. Desmaiei, mas fotografei a boca do vulcão”.

   O mais inusitado é que Lauro não define esse momento como um perrengue. Ao ser questionado sobre o maior apuro em terras estrangeiras, o antigo arquiteto aponta um caso que viveu na Islândia. “Tropecei em um fio, caí com a máquina no peito e o encaixe da lente da câmera quebrou. Tinha uma médica na equipe, ela me examinou e viu que eu não tinha me machucado. Foi o maior perrengue que tive em viagem”, contou Lauro, que precisou fazer as fotos do celular.

   Lauro também viveu outras aventuras, como quando fotografou um tornado nos Estados Unidos. Mas como se preparar para esse tipo de passeio? Antes de ir, ele recebeu um briefing de como agir. “Tínhamos dois técnicos americanos que tinham computadores para controlar da onde vinha a direção do tornado, de tal forma que a gente fica em uma margem de segurança do tornado. Além disso, conhecendo a direção do vento, eles têm uma estrada de fuga”, disse.

   Outra viagem que Lauro fez e o marcou muito foi para o Irã. Ele seguiu as restrições do país, como não fotografar nenhuma mulher, mas, apesar da proibição, garante que voltaria para lá. “Um dos lugares mais seguros que já fui”, exclamou. As viagens de Lauro são várias. Em solo estrangeiro, ele passou por países como os Emirados Árabes Unidos, Myanmar, Japão e Alaska, onde andou em um avião monomotor de quatro lugares, cujo pouso acontecia na água, bem perto da praia, para fotografar ursos em um parque.

   Para fotografar, também visitou a Tailândia, Camboja, Laos, Butão, Noruega e muitos outros. No Brasil, conheceu desde o Pantanal e o norte do país até o sertão de Pernambuco. “Cada foto tem uma história”, garantiu sobre os registros.


Fonte: Brasileiro de 80 anos explorou mais de 20 destinos de aventura após câncer | CNN Brasil.
Assinale a alternativa que apresente o tempo do verbo em destaque no período: Pai de três filhos e viúvo há mais de duas décadas, Lauro começou essa jornada sozinho com cerca de 69 anos.
Alternativas
Q3327353 Português
Brasileiro de 80 anos explorou mais de 20 destinos de aventura após câncer


   O arquiteto aposentado Lauro Andrade, 80, descobriu uma nova paixão na terceira idade: o turismo de aventura e a fotografia artística. A união desses fatores resultou em mais de 20 viagens para locais remotos só na última década, além de uma exposição em Santa Catarina e a publicação de um livro com as imagens. Pai de três filhos e viúvo há mais de duas décadas, Lauro começou essa jornada sozinho com cerca de 69 anos. Ele fotografou cenários extremos: tornados, a boca de um vulcão ativo, ursos no norte do Alasca e a famosa Aurora Boreal — que já avistou mais de uma vez.

   A primeira aventura foi para a Tanzânia, que ele definiu ao CNNViagem&Gastronomia como um lugar incrível. O país é conhecido pela cultura, beleza natural, praias e por ter as montanhas mais altas do continente africano. Quando voltou, no entanto, um susto: “Descobri que estava com câncer no rim e tive que remover um dos órgãos.”. Mesmo com o imprevisto de saúde, Lauro dizia para o médico que tinha uma viagem marcada para a Índia e não poderia perder o passeio. Dito e feito: não perdeu. 45 dias depois da cirurgia, eu estava em Nova Delhi. Todo mundo arregalava os olhos quando ouvia que eu havia acabado de tirar um rim”, disse rindo.

   No entanto, Lauro garante que as viagens dele sempre foram muito seguras. Para isso, contrata a mesma agência turística para ser acompanhado por um guia durante as aventuras. Foram os profissionais especializados, inclusive, que os socorreram em momentos de apuros. Ele viveu uma dessas situações na Etiópia, considerado o país mais antigo da África, onde se sentiu mais inseguro. Lá, Lauro era vigiado o tempo todo por pessoas com metralhadoras. “A gente estava com uma milícia armada para poder fotografar”, contou. Mesmo assim, o antigo arquiteto montou em um camelo e partiu para um passeio de quatro horas até a boca de um vulcão ativo. O tour precisava ser feito à noite devido às altas temperaturas — quase 50°C na base do deserto. O fotógrafo começou o trajeto às 19h, mas pausou diversas vezes durante o caminho. “Tínhamos que chegar até meia-noite na boca do vulcão, fotografar, descansar por uma hora e retornar”, contou ele. Na volta, Lauro passou mal. “Foi um sacrifício muito grande, porque andar em cima de camelo, só com um tipo de colchãozinho, [foi muito complicado]”, pontuou ele. E continuou, brincando: “Não sabia se tinha sido frito ou virado uma omelete. Desmaiei, mas fotografei a boca do vulcão”.

   O mais inusitado é que Lauro não define esse momento como um perrengue. Ao ser questionado sobre o maior apuro em terras estrangeiras, o antigo arquiteto aponta um caso que viveu na Islândia. “Tropecei em um fio, caí com a máquina no peito e o encaixe da lente da câmera quebrou. Tinha uma médica na equipe, ela me examinou e viu que eu não tinha me machucado. Foi o maior perrengue que tive em viagem”, contou Lauro, que precisou fazer as fotos do celular.

   Lauro também viveu outras aventuras, como quando fotografou um tornado nos Estados Unidos. Mas como se preparar para esse tipo de passeio? Antes de ir, ele recebeu um briefing de como agir. “Tínhamos dois técnicos americanos que tinham computadores para controlar da onde vinha a direção do tornado, de tal forma que a gente fica em uma margem de segurança do tornado. Além disso, conhecendo a direção do vento, eles têm uma estrada de fuga”, disse.

   Outra viagem que Lauro fez e o marcou muito foi para o Irã. Ele seguiu as restrições do país, como não fotografar nenhuma mulher, mas, apesar da proibição, garante que voltaria para lá. “Um dos lugares mais seguros que já fui”, exclamou. As viagens de Lauro são várias. Em solo estrangeiro, ele passou por países como os Emirados Árabes Unidos, Myanmar, Japão e Alaska, onde andou em um avião monomotor de quatro lugares, cujo pouso acontecia na água, bem perto da praia, para fotografar ursos em um parque.

   Para fotografar, também visitou a Tailândia, Camboja, Laos, Butão, Noruega e muitos outros. No Brasil, conheceu desde o Pantanal e o norte do país até o sertão de Pernambuco. “Cada foto tem uma história”, garantiu sobre os registros.


Fonte: Brasileiro de 80 anos explorou mais de 20 destinos de aventura após câncer | CNN Brasil.
Assinale a alternativa que apresente um sinônimo adequado para o termo em destaque no período: No entanto, Lauro garante que as viagens dele sempre foram muito seguras.
Alternativas
Respostas
37381: D
37382: D
37383: E
37384: E
37385: D
37386: A
37387: C
37388: A
37389: D
37390: B
37391: E
37392: D
37393: C
37394: E
37395: A
37396: D
37397: B
37398: D
37399: E
37400: B