Questões de Concurso Sobre português

Foram encontradas 255.760 questões

Q3591989 Português
“O leiturista deve visitar cada imóvel mensalmente, observando o número no hidrômetro e registrando com exatidão o consumo.”

Assinale a alternativa que melhor descreve o que significa a frase “registrando com exatidão”. 
Alternativas
Q3591911 Português
Leia a tira a seguir:

Captura_de tela 2025-09-10 080933.png (419×493)

(Charle M. Schulz, Minduim. Disponível em: www.estadao.com.br)

As lacunas do 1º e 2º quadros da tira devem ser preenchidas, corretamente e na ordem em que aparecem, por:
Alternativas
Q3591910 Português
Assinale a alternativa em que a expressão destacada pode ser substituída pelo termo entre colchetes, respeitando-se a norma-padrão.
Alternativas
Q3591909 Português
Leia o texto para responder à questão:


    Em um passado não tão distante, os mais novos se divertiam correndo em casa, na escola e na praça, e davam asas à imaginação para bolar brincadeiras com os amigos de carne e osso. No avançar da segunda década do século 21, no entanto, crianças e adolescentes estão cada vez mais hipnotizados pelas telas dos celulares, tornando-se indiferentes à vida real.
    Com o aumento do acesso à internet, a grande quantidade de jogos on-line e as horas ininterruptas de programação infantojuvenil na TV nas últimas décadas, pais, cuidadores e escolas puderam observar que as atividades dinâmicas e de interação social passaram a ser substituídas pela onipresença das telas, agora representadas pelos populares tablets e smartphones. Atentas ao fenômeno, as entidades de pediatria no Brasil e nos demais países começaram a alertar para os danos ao desenvolvimento socioemocional e, em 2019, a Organização Mundial da Saúde (OMS) atualizou suas diretrizes e lançou um documento no qual convocava crianças a sentar menos e brincar mais.


(Paula Felix, “Novos estudos revelam os graves impactos do uso de celulares por crianças”, 03.06.2024. Disponível em: https://veja.abril.com.br. Adaptado)
Assinale a alternativa em que o trecho do texto está corretamente reescrito, respeitando a norma-padrão de concordância verbal e nominal.
Alternativas
Q3591908 Português
Leia o texto para responder à questão:


    Em um passado não tão distante, os mais novos se divertiam correndo em casa, na escola e na praça, e davam asas à imaginação para bolar brincadeiras com os amigos de carne e osso. No avançar da segunda década do século 21, no entanto, crianças e adolescentes estão cada vez mais hipnotizados pelas telas dos celulares, tornando-se indiferentes à vida real.
    Com o aumento do acesso à internet, a grande quantidade de jogos on-line e as horas ininterruptas de programação infantojuvenil na TV nas últimas décadas, pais, cuidadores e escolas puderam observar que as atividades dinâmicas e de interação social passaram a ser substituídas pela onipresença das telas, agora representadas pelos populares tablets e smartphones. Atentas ao fenômeno, as entidades de pediatria no Brasil e nos demais países começaram a alertar para os danos ao desenvolvimento socioemocional e, em 2019, a Organização Mundial da Saúde (OMS) atualizou suas diretrizes e lançou um documento no qual convocava crianças a sentar menos e brincar mais.


(Paula Felix, “Novos estudos revelam os graves impactos do uso de celulares por crianças”, 03.06.2024. Disponível em: https://veja.abril.com.br. Adaptado)
Assinale a alternativa em que a adição de uma vírgula ao trecho do último parágrafo manteve a norma-padrão de pontuação.
Alternativas
Q3591907 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:

     Espero estar enganada, mas meu senso de observação, aliado a algumas matérias que andei lendo, tem me induzido a pensar que pessoas maduras, também conhecidas como velhas, continuam empolgadas com a vida e fazendo planos para o futuro, enquanto os jovens, que eram os que detinham o monopólio da vitalidade, estão entediados, apáticos, achando graça em nada.
     Outro dia, estava conversando com amigos da minha faixa etária, todos já nos seus 60 anos e com filhos na casa dos 30, e a impressão deles era a mesma. A nova geração tem passado os dias com cara de paisagem. Eles trabalham sem esperança, não se apaixonam perdidamente e seus entusiasmos mal duram um fim de semana, logo esfriam. Não que tivéssemos muitas certezas na idade deles, mas a gente ia em frente com dúvida e tudo. Um dia de sol na praia era um acontecimento. Abraçávamos nossas causas com inocência e ardor, nunca com ódio. Vibrávamos numa frequência positiva. Sorriso não era uma raridade em nosso rosto e não falávamos por monossílabos: palestrávamos em mesa de bar. Melancolia? De vez em quando, cedíamos a ela, claro. Éramos poetas, alguns trágicos, cortesia da arte e de suas consequências na alma, mas tudo era visto como privilégio da existência. Não havia zumbis atrás de telas, buscávamos excitação de verdade.
     Que desalento é esse que está intoxicando garotos e garotas que deveriam estar em seu auge? São pouco afirmativos e não lutam por seus sonhos – nem mesmo sonham. Falta propósito. E o fracasso apavora. Contentam-se em ser uma eterna promessa e não estão entendendo que o tempo irá cobrar caro, um dia, pela postura do “tanto faz”.


(Martha Medeiros, “Juventude apática”, 16.03.2025. Disponível em: https://oglobo.globo.com. Adaptado)
Considere os trechos a seguir:

•  Eles trabalham sem esperança, não se apaixonam perdidamente e seus entusiasmos mal duram um fim de semana… (2º parágrafo)
•  Não que tivéssemos muitas certezas na idade deles, mas a gente ia em frente com dúvida e tudo. (2º parágrafo)
•  Não havia zumbis atrás de telas, buscávamos excitação de verdade. (2º parágrafo)
•  E o fracasso apavora. (3º parágrafo)

A alternativa em que todos os verbos expressam ações ocorridas no passado é:
Alternativas
Q3591906 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:

     Espero estar enganada, mas meu senso de observação, aliado a algumas matérias que andei lendo, tem me induzido a pensar que pessoas maduras, também conhecidas como velhas, continuam empolgadas com a vida e fazendo planos para o futuro, enquanto os jovens, que eram os que detinham o monopólio da vitalidade, estão entediados, apáticos, achando graça em nada.
     Outro dia, estava conversando com amigos da minha faixa etária, todos já nos seus 60 anos e com filhos na casa dos 30, e a impressão deles era a mesma. A nova geração tem passado os dias com cara de paisagem. Eles trabalham sem esperança, não se apaixonam perdidamente e seus entusiasmos mal duram um fim de semana, logo esfriam. Não que tivéssemos muitas certezas na idade deles, mas a gente ia em frente com dúvida e tudo. Um dia de sol na praia era um acontecimento. Abraçávamos nossas causas com inocência e ardor, nunca com ódio. Vibrávamos numa frequência positiva. Sorriso não era uma raridade em nosso rosto e não falávamos por monossílabos: palestrávamos em mesa de bar. Melancolia? De vez em quando, cedíamos a ela, claro. Éramos poetas, alguns trágicos, cortesia da arte e de suas consequências na alma, mas tudo era visto como privilégio da existência. Não havia zumbis atrás de telas, buscávamos excitação de verdade.
     Que desalento é esse que está intoxicando garotos e garotas que deveriam estar em seu auge? São pouco afirmativos e não lutam por seus sonhos – nem mesmo sonham. Falta propósito. E o fracasso apavora. Contentam-se em ser uma eterna promessa e não estão entendendo que o tempo irá cobrar caro, um dia, pela postura do “tanto faz”.


(Martha Medeiros, “Juventude apática”, 16.03.2025. Disponível em: https://oglobo.globo.com. Adaptado)
A palavra destacada pode ser substituída, mantendo-se o sentido, pela expressão entre colchetes no trecho:
Alternativas
Q3591905 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:

     Espero estar enganada, mas meu senso de observação, aliado a algumas matérias que andei lendo, tem me induzido a pensar que pessoas maduras, também conhecidas como velhas, continuam empolgadas com a vida e fazendo planos para o futuro, enquanto os jovens, que eram os que detinham o monopólio da vitalidade, estão entediados, apáticos, achando graça em nada.
     Outro dia, estava conversando com amigos da minha faixa etária, todos já nos seus 60 anos e com filhos na casa dos 30, e a impressão deles era a mesma. A nova geração tem passado os dias com cara de paisagem. Eles trabalham sem esperança, não se apaixonam perdidamente e seus entusiasmos mal duram um fim de semana, logo esfriam. Não que tivéssemos muitas certezas na idade deles, mas a gente ia em frente com dúvida e tudo. Um dia de sol na praia era um acontecimento. Abraçávamos nossas causas com inocência e ardor, nunca com ódio. Vibrávamos numa frequência positiva. Sorriso não era uma raridade em nosso rosto e não falávamos por monossílabos: palestrávamos em mesa de bar. Melancolia? De vez em quando, cedíamos a ela, claro. Éramos poetas, alguns trágicos, cortesia da arte e de suas consequências na alma, mas tudo era visto como privilégio da existência. Não havia zumbis atrás de telas, buscávamos excitação de verdade.
     Que desalento é esse que está intoxicando garotos e garotas que deveriam estar em seu auge? São pouco afirmativos e não lutam por seus sonhos – nem mesmo sonham. Falta propósito. E o fracasso apavora. Contentam-se em ser uma eterna promessa e não estão entendendo que o tempo irá cobrar caro, um dia, pela postura do “tanto faz”.


(Martha Medeiros, “Juventude apática”, 16.03.2025. Disponível em: https://oglobo.globo.com. Adaptado)
Assinale a alternativa em que a palavra destacada foi empregada em sentido figurado.
Alternativas
Q3591904 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:

     Espero estar enganada, mas meu senso de observação, aliado a algumas matérias que andei lendo, tem me induzido a pensar que pessoas maduras, também conhecidas como velhas, continuam empolgadas com a vida e fazendo planos para o futuro, enquanto os jovens, que eram os que detinham o monopólio da vitalidade, estão entediados, apáticos, achando graça em nada.
     Outro dia, estava conversando com amigos da minha faixa etária, todos já nos seus 60 anos e com filhos na casa dos 30, e a impressão deles era a mesma. A nova geração tem passado os dias com cara de paisagem. Eles trabalham sem esperança, não se apaixonam perdidamente e seus entusiasmos mal duram um fim de semana, logo esfriam. Não que tivéssemos muitas certezas na idade deles, mas a gente ia em frente com dúvida e tudo. Um dia de sol na praia era um acontecimento. Abraçávamos nossas causas com inocência e ardor, nunca com ódio. Vibrávamos numa frequência positiva. Sorriso não era uma raridade em nosso rosto e não falávamos por monossílabos: palestrávamos em mesa de bar. Melancolia? De vez em quando, cedíamos a ela, claro. Éramos poetas, alguns trágicos, cortesia da arte e de suas consequências na alma, mas tudo era visto como privilégio da existência. Não havia zumbis atrás de telas, buscávamos excitação de verdade.
     Que desalento é esse que está intoxicando garotos e garotas que deveriam estar em seu auge? São pouco afirmativos e não lutam por seus sonhos – nem mesmo sonham. Falta propósito. E o fracasso apavora. Contentam-se em ser uma eterna promessa e não estão entendendo que o tempo irá cobrar caro, um dia, pela postura do “tanto faz”.


(Martha Medeiros, “Juventude apática”, 16.03.2025. Disponível em: https://oglobo.globo.com. Adaptado)
Considere o seguinte trecho:

•  … os jovens, que eram os que detinham o monopólio da vitalidade, estão entediados, apáticos… (1º parágrafo)

A palavra destacada pode ser substituída, mantendo-se o sentido, por:
Alternativas
Q3591903 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:

     Espero estar enganada, mas meu senso de observação, aliado a algumas matérias que andei lendo, tem me induzido a pensar que pessoas maduras, também conhecidas como velhas, continuam empolgadas com a vida e fazendo planos para o futuro, enquanto os jovens, que eram os que detinham o monopólio da vitalidade, estão entediados, apáticos, achando graça em nada.
     Outro dia, estava conversando com amigos da minha faixa etária, todos já nos seus 60 anos e com filhos na casa dos 30, e a impressão deles era a mesma. A nova geração tem passado os dias com cara de paisagem. Eles trabalham sem esperança, não se apaixonam perdidamente e seus entusiasmos mal duram um fim de semana, logo esfriam. Não que tivéssemos muitas certezas na idade deles, mas a gente ia em frente com dúvida e tudo. Um dia de sol na praia era um acontecimento. Abraçávamos nossas causas com inocência e ardor, nunca com ódio. Vibrávamos numa frequência positiva. Sorriso não era uma raridade em nosso rosto e não falávamos por monossílabos: palestrávamos em mesa de bar. Melancolia? De vez em quando, cedíamos a ela, claro. Éramos poetas, alguns trágicos, cortesia da arte e de suas consequências na alma, mas tudo era visto como privilégio da existência. Não havia zumbis atrás de telas, buscávamos excitação de verdade.
     Que desalento é esse que está intoxicando garotos e garotas que deveriam estar em seu auge? São pouco afirmativos e não lutam por seus sonhos – nem mesmo sonham. Falta propósito. E o fracasso apavora. Contentam-se em ser uma eterna promessa e não estão entendendo que o tempo irá cobrar caro, um dia, pela postura do “tanto faz”.


(Martha Medeiros, “Juventude apática”, 16.03.2025. Disponível em: https://oglobo.globo.com. Adaptado)
É correto afirmar que, no 1º parágrafo do texto, a autora demonstra ter 
Alternativas
Q3591902 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:

     Espero estar enganada, mas meu senso de observação, aliado a algumas matérias que andei lendo, tem me induzido a pensar que pessoas maduras, também conhecidas como velhas, continuam empolgadas com a vida e fazendo planos para o futuro, enquanto os jovens, que eram os que detinham o monopólio da vitalidade, estão entediados, apáticos, achando graça em nada.
     Outro dia, estava conversando com amigos da minha faixa etária, todos já nos seus 60 anos e com filhos na casa dos 30, e a impressão deles era a mesma. A nova geração tem passado os dias com cara de paisagem. Eles trabalham sem esperança, não se apaixonam perdidamente e seus entusiasmos mal duram um fim de semana, logo esfriam. Não que tivéssemos muitas certezas na idade deles, mas a gente ia em frente com dúvida e tudo. Um dia de sol na praia era um acontecimento. Abraçávamos nossas causas com inocência e ardor, nunca com ódio. Vibrávamos numa frequência positiva. Sorriso não era uma raridade em nosso rosto e não falávamos por monossílabos: palestrávamos em mesa de bar. Melancolia? De vez em quando, cedíamos a ela, claro. Éramos poetas, alguns trágicos, cortesia da arte e de suas consequências na alma, mas tudo era visto como privilégio da existência. Não havia zumbis atrás de telas, buscávamos excitação de verdade.
     Que desalento é esse que está intoxicando garotos e garotas que deveriam estar em seu auge? São pouco afirmativos e não lutam por seus sonhos – nem mesmo sonham. Falta propósito. E o fracasso apavora. Contentam-se em ser uma eterna promessa e não estão entendendo que o tempo irá cobrar caro, um dia, pela postura do “tanto faz”.


(Martha Medeiros, “Juventude apática”, 16.03.2025. Disponível em: https://oglobo.globo.com. Adaptado)
Assinale a alternativa que contém afirmação correta quanto às reflexões feitas pela autora.
Alternativas
Q3591751 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


     O compositor e escritor Chico Buarque de Hollanda completou 81 anos. Para marcar a passagem da data, o programa Roda de Samba entrevistou Márcia Fernandes, mestre em literatura brasileira. Na entrevista, ela destaca que, tanto nos romances quanto nas letras de música, “Chico Buarque trouxe luz aos marginalizados.” No romance de estreia, Estorvo (1991), o personagem principal se sente “um incômodo caminhando na multidão”, assim como o operário que “morreu na contramão atrapalhando o tráfego”, na canção Construção (1971).

   Em sua dissertação de mestrado, Márcia Fernandes trata da filiação da obra literária de Chico Buarque à pós-modernidade e o coloca em “diálogo com autores de outras partes do mundo”.


(Agência Brasil. https://agenciabrasil.ebc.com.br/cultura/noticia/ 2025-06/em-livro-e-disco-chico-buarque-trouxe-luz-aos-marginalizados, 22.06.2025. Adaptado)
Em conformidade com a norma-padrão de emprego e colocação pronominal, no trecho “Para marcar a passagem da data...” (1o parágrafo), a expressão destacada pode ser substituída por
Alternativas
Q3591750 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


     O compositor e escritor Chico Buarque de Hollanda completou 81 anos. Para marcar a passagem da data, o programa Roda de Samba entrevistou Márcia Fernandes, mestre em literatura brasileira. Na entrevista, ela destaca que, tanto nos romances quanto nas letras de música, “Chico Buarque trouxe luz aos marginalizados.” No romance de estreia, Estorvo (1991), o personagem principal se sente “um incômodo caminhando na multidão”, assim como o operário que “morreu na contramão atrapalhando o tráfego”, na canção Construção (1971).

   Em sua dissertação de mestrado, Márcia Fernandes trata da filiação da obra literária de Chico Buarque à pós-modernidade e o coloca em “diálogo com autores de outras partes do mundo”.


(Agência Brasil. https://agenciabrasil.ebc.com.br/cultura/noticia/ 2025-06/em-livro-e-disco-chico-buarque-trouxe-luz-aos-marginalizados, 22.06.2025. Adaptado)
Está empregada em sentido figurado a palavra destacada em:
Alternativas
Q3591749 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


     O compositor e escritor Chico Buarque de Hollanda completou 81 anos. Para marcar a passagem da data, o programa Roda de Samba entrevistou Márcia Fernandes, mestre em literatura brasileira. Na entrevista, ela destaca que, tanto nos romances quanto nas letras de música, “Chico Buarque trouxe luz aos marginalizados.” No romance de estreia, Estorvo (1991), o personagem principal se sente “um incômodo caminhando na multidão”, assim como o operário que “morreu na contramão atrapalhando o tráfego”, na canção Construção (1971).

   Em sua dissertação de mestrado, Márcia Fernandes trata da filiação da obra literária de Chico Buarque à pós-modernidade e o coloca em “diálogo com autores de outras partes do mundo”.


(Agência Brasil. https://agenciabrasil.ebc.com.br/cultura/noticia/ 2025-06/em-livro-e-disco-chico-buarque-trouxe-luz-aos-marginalizados, 22.06.2025. Adaptado)
A alternativa que apresenta sentido equivalente ao da expressão destacada no trecho “Chico Buarque trouxe luz aos marginalizados” (1o parágrafo) é:
Alternativas
Q3591748 Português

Analise a charge a seguir para responder à questão:




(Caco Galhardo, Brasil de Longe, brasildelonge.com/tag/caco-galhardo/, 04.03.2013)

Na charge, a expressão “às vezes” é acentuada por ser locução adverbial composta por palavra feminina. Assinale a alternativa em que a expressão “às vezes” foi empregada em contexto distinto do da charge, o qual justifica a inadequação do acento indicativo de crase.
Alternativas
Q3591747 Português

Analise a charge a seguir para responder à questão:




(Caco Galhardo, Brasil de Longe, brasildelonge.com/tag/caco-galhardo/, 04.03.2013)

É correto afirmar que o humor dessa charge decorre 
Alternativas
Q3591746 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


   Havia no bairro um grupo de bebedores da melhor qualidade. A turma se reunia no fundo de um armazém de secos e molhados, onde existiam uma mesa ampla e algumas cadeiras. No começo eram uns poucos, mas depois o grupo recebeu algumas adesões, e os aderentes sentavam em caixotes vazios, que era o que mais tinha no fundo do armazém.

   Está claro, sendo um grupo de bebedores, embora fosse o local uma firma – como ficou dito – de secos e molhados, nunca ninguém da turma se interessou pelos secos. Era tudo gente dos molhados. E de tal forma eram que acabaram inventando uma espécie de hierarquia de bebedores. Reparem que estou a chamá-los de bebedores e não de bêbados; isto é, a turma era consciente e não um vulgar amontoado de pés de cana.

   Mas, eu dizia, resolveram inventar uma hierarquia baseada no maior ou menor rendimento de cada um, na admirável (pelo menos para eles) arte de curtir um pileque com dignidade. Assim, aqueles que fossem uns frouxos e não passassem de uns tantos cálices seriam cabos ou sargentos; os que conseguiam aguentar dose maior seriam tenentes, e acima os capitães, majores.


(Stanislaw Ponte Preta, O major da cachaça, cronicabrasileira.org.br/ cronicas/16806/o-major-da-cachaca, 06.02.2025)
No trecho do 1o parágrafo “A turma se reunia no fundo de um armazém de secos e molhados, onde existiam uma mesa ampla e algumas cadeiras”, o termo destacado pode ser substituído, em conformidade com a norma-padrão, por
Alternativas
Q3591745 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


   Havia no bairro um grupo de bebedores da melhor qualidade. A turma se reunia no fundo de um armazém de secos e molhados, onde existiam uma mesa ampla e algumas cadeiras. No começo eram uns poucos, mas depois o grupo recebeu algumas adesões, e os aderentes sentavam em caixotes vazios, que era o que mais tinha no fundo do armazém.

   Está claro, sendo um grupo de bebedores, embora fosse o local uma firma – como ficou dito – de secos e molhados, nunca ninguém da turma se interessou pelos secos. Era tudo gente dos molhados. E de tal forma eram que acabaram inventando uma espécie de hierarquia de bebedores. Reparem que estou a chamá-los de bebedores e não de bêbados; isto é, a turma era consciente e não um vulgar amontoado de pés de cana.

   Mas, eu dizia, resolveram inventar uma hierarquia baseada no maior ou menor rendimento de cada um, na admirável (pelo menos para eles) arte de curtir um pileque com dignidade. Assim, aqueles que fossem uns frouxos e não passassem de uns tantos cálices seriam cabos ou sargentos; os que conseguiam aguentar dose maior seriam tenentes, e acima os capitães, majores.


(Stanislaw Ponte Preta, O major da cachaça, cronicabrasileira.org.br/ cronicas/16806/o-major-da-cachaca, 06.02.2025)
O trecho do texto reescrito que atende à norma-padrão de concordância verbal é:
Alternativas
Q3591744 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


   Havia no bairro um grupo de bebedores da melhor qualidade. A turma se reunia no fundo de um armazém de secos e molhados, onde existiam uma mesa ampla e algumas cadeiras. No começo eram uns poucos, mas depois o grupo recebeu algumas adesões, e os aderentes sentavam em caixotes vazios, que era o que mais tinha no fundo do armazém.

   Está claro, sendo um grupo de bebedores, embora fosse o local uma firma – como ficou dito – de secos e molhados, nunca ninguém da turma se interessou pelos secos. Era tudo gente dos molhados. E de tal forma eram que acabaram inventando uma espécie de hierarquia de bebedores. Reparem que estou a chamá-los de bebedores e não de bêbados; isto é, a turma era consciente e não um vulgar amontoado de pés de cana.

   Mas, eu dizia, resolveram inventar uma hierarquia baseada no maior ou menor rendimento de cada um, na admirável (pelo menos para eles) arte de curtir um pileque com dignidade. Assim, aqueles que fossem uns frouxos e não passassem de uns tantos cálices seriam cabos ou sargentos; os que conseguiam aguentar dose maior seriam tenentes, e acima os capitães, majores.


(Stanislaw Ponte Preta, O major da cachaça, cronicabrasileira.org.br/ cronicas/16806/o-major-da-cachaca, 06.02.2025)
É correto afirmar que a hierarquia criada pelos personagens se baseava
Alternativas
Q3591743 Português

Analise a tirinha a seguir para responder à questão:




(Will, Animais na Pista, www.willtirando.com.br/category/quadrinhos/page/14/, 21.12.2021)

Assinale a alternativa que reescreve o texto da placa para que ela seja direcionada claramente aos motoristas e atenda à norma-padrão de pontuação.
Alternativas
Respostas
36061: C
36062: E
36063: C
36064: C
36065: D
36066: D
36067: D
36068: C
36069: B
36070: A
36071: C
36072: B
36073: E
36074: E
36075: D
36076: A
36077: D
36078: B
36079: D
36080: E