Em um passado não tão distante, os mais novos se
divertiam correndo em casa, na escola e na praça, e davam
asas à imaginação para bolar brincadeiras com os amigos de
carne e osso. No avançar da segunda década do século 21,
no entanto, crianças e adolescentes estão cada vez mais hipnotizados pelas telas dos celulares, tornando-se indiferentes
à vida real.
Com o aumento do acesso à internet, a grande quantidade de jogos on-line e as horas ininterruptas de programação infantojuvenil na TV nas últimas décadas, pais, cuidadores e escolas puderam observar que as atividades dinâmicas
e de interação social passaram a ser substituídas pela onipresença das telas, agora representadas pelos populares
tablets e smartphones. Atentas ao fenômeno, as entidades
de pediatria no Brasil e nos demais países começaram a
alertar para os danos ao desenvolvimento socioemocional e,
em 2019, a Organização Mundial da Saúde (OMS) atualizou
suas diretrizes e lançou um documento no qual convocava
crianças a sentar menos e brincar mais.
(Paula Felix, “Novos estudos revelam os graves impactos
do uso de celulares por crianças”, 03.06.2024.
Disponível em: https://veja.abril.com.br. Adaptado)
Assinale a alternativa em que o trecho do texto está
corretamente reescrito, respeitando a norma-padrão de
concordância verbal e nominal.
Incorreta. Gabarito oficial da banca:
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