Questões de Concurso Sobre português

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Q3622128 Português

Leia o texto a seguir e responda à questão.


TEXTO II


A Canoa


Em um largo rio, de difícil travessia, havia um

barqueiro que atravessava

as pessoas de um lado para o outro.

Em uma das viagens, iam um advogado e uma

professora. Como quem gosta de

falar muito, o advogado pergunta ao barqueiro:

- Companheiro, você entende de leis?

- Não, respondeu o barqueiro.

E o advogado, compadecido: – É uma pena, você

perdeu metade da vida.

- A professora, muito social, entra na conversa:

- Seu barqueiro, você sabe ler e escrever?

- Também não, respondeu o barqueiro.

- Que pena! Condói-se a mesma – Você perdeu

metade de sua vida!

Nisso chega uma onda bastante forte e vira o barco. 

O barqueiro, preocupado, pergunta :

- Vocês sabem nadar?

- Não !!!! Responderam o advogado e a professora,

rapidamente.

- Então…disse o barqueiro… é uma pena – Vocês perderam toda a vida !!!!!

moral da história:

” Não há saber maior ou menor “.

” Há saberes diferentes”.

- Pense nisso e valorize todas as pessoas com as quais

tenha contato -

cada uma delas tem algo de diferente a nos ensinar.


Texto atribuído à Paulo Freire

Disponível em: https://atividadesparaeja.blogspot.com/2013/11/atividadereflexiva-canoa-paulo-freire.html


De acordo com as informações apresentadas no texto, é correto afirmar que:
Alternativas
Q3622127 Português

Leia o texto a seguir e responda à questão.


TEXTO II


A Canoa


Em um largo rio, de difícil travessia, havia um

barqueiro que atravessava

as pessoas de um lado para o outro.

Em uma das viagens, iam um advogado e uma

professora. Como quem gosta de

falar muito, o advogado pergunta ao barqueiro:

- Companheiro, você entende de leis?

- Não, respondeu o barqueiro.

E o advogado, compadecido: – É uma pena, você

perdeu metade da vida.

- A professora, muito social, entra na conversa:

- Seu barqueiro, você sabe ler e escrever?

- Também não, respondeu o barqueiro.

- Que pena! Condói-se a mesma – Você perdeu

metade de sua vida!

Nisso chega uma onda bastante forte e vira o barco. 

O barqueiro, preocupado, pergunta :

- Vocês sabem nadar?

- Não !!!! Responderam o advogado e a professora,

rapidamente.

- Então…disse o barqueiro… é uma pena – Vocês perderam toda a vida !!!!!

moral da história:

” Não há saber maior ou menor “.

” Há saberes diferentes”.

- Pense nisso e valorize todas as pessoas com as quais

tenha contato -

cada uma delas tem algo de diferente a nos ensinar.


Texto atribuído à Paulo Freire

Disponível em: https://atividadesparaeja.blogspot.com/2013/11/atividadereflexiva-canoa-paulo-freire.html


No trecho do texto:


“Seu barqueiro, você sabe ler e escrever?”


A vírgula foi empregada para:

Alternativas
Q3622126 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


TEXTO I


A Eficácia do Riso


Ao escutar uma piada, daquelas que nos fazem disparar a rir, são produzidos na boca uma série de sons vocálicos que duram de 1/16 segundos e repetem a cada 1/15 segundo. Enquanto os sons são emitidos, o ar sai dos pulmões a mais de 100 Km/h.


Uma gargalhada provoca aceleração dos batimentos cardíacos, elevação da pressão arterial e dilatação das pupilas.


Os adultos riem em média 20 vezes por dia, e as crianças até dez vezes mais. Rir é um aspecto tão inerente à existência humana que esquecemos como são interessantes esses ataques repentinos de alegria.


Por que as pessoas riem quando escutam uma piada? Segundo o escritor húngaro Arthur Kostler (1905- 1983), o riso é um reflexo de luxo, que não possui utilidade biológica.


Entretanto a Natureza não investe em algo inútil, acredita-se que o impulso de rir possa ter contribuído para a sobrevivência no decurso da evolução.


A gelotologia que pesquisa sobre o riso, aponta que esta é a mais antiga forma de comunicação.


Os centros da linguagem estão situados no córtex mais recente, e o riso origina-se de uma parte mais antiga do cérebro, responsável pelas emoções como o medo e a alegria. Razão pela qual o riso escapa ao controle consciente. Não se pode dar uma boa gargalhada atendendo a um comando, muito menos é possível reprimi-la. 


O riso pode apresentar um aspecto físico, cognitivo e emocional. Acontecimento este que não reduz o senso de humor a uma única região do cérebro.


Rir, achar algo engraçado, é um processo complexo, que requer várias etapas do pensamento.



Por Patrícia Lopes

Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/curiosidades/a-eficacia-riso.htm. 

No trecho do texto:


“Entretanto a Natureza não investe em algo inútil, acredita-se que o impulso de rir possa ter contribuído para a sobrevivência no decurso da evolução.”


A palavra destacada é classificada como uma conjunção: 

Alternativas
Q3622125 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


TEXTO I


A Eficácia do Riso


Ao escutar uma piada, daquelas que nos fazem disparar a rir, são produzidos na boca uma série de sons vocálicos que duram de 1/16 segundos e repetem a cada 1/15 segundo. Enquanto os sons são emitidos, o ar sai dos pulmões a mais de 100 Km/h.


Uma gargalhada provoca aceleração dos batimentos cardíacos, elevação da pressão arterial e dilatação das pupilas.


Os adultos riem em média 20 vezes por dia, e as crianças até dez vezes mais. Rir é um aspecto tão inerente à existência humana que esquecemos como são interessantes esses ataques repentinos de alegria.


Por que as pessoas riem quando escutam uma piada? Segundo o escritor húngaro Arthur Kostler (1905- 1983), o riso é um reflexo de luxo, que não possui utilidade biológica.


Entretanto a Natureza não investe em algo inútil, acredita-se que o impulso de rir possa ter contribuído para a sobrevivência no decurso da evolução.


A gelotologia que pesquisa sobre o riso, aponta que esta é a mais antiga forma de comunicação.


Os centros da linguagem estão situados no córtex mais recente, e o riso origina-se de uma parte mais antiga do cérebro, responsável pelas emoções como o medo e a alegria. Razão pela qual o riso escapa ao controle consciente. Não se pode dar uma boa gargalhada atendendo a um comando, muito menos é possível reprimi-la. 


O riso pode apresentar um aspecto físico, cognitivo e emocional. Acontecimento este que não reduz o senso de humor a uma única região do cérebro.


Rir, achar algo engraçado, é um processo complexo, que requer várias etapas do pensamento.



Por Patrícia Lopes

Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/curiosidades/a-eficacia-riso.htm. 

De acordo com a acentuação tônica, a palavra “existência” é classificada como:
Alternativas
Q3622124 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


TEXTO I


A Eficácia do Riso


Ao escutar uma piada, daquelas que nos fazem disparar a rir, são produzidos na boca uma série de sons vocálicos que duram de 1/16 segundos e repetem a cada 1/15 segundo. Enquanto os sons são emitidos, o ar sai dos pulmões a mais de 100 Km/h.


Uma gargalhada provoca aceleração dos batimentos cardíacos, elevação da pressão arterial e dilatação das pupilas.


Os adultos riem em média 20 vezes por dia, e as crianças até dez vezes mais. Rir é um aspecto tão inerente à existência humana que esquecemos como são interessantes esses ataques repentinos de alegria.


Por que as pessoas riem quando escutam uma piada? Segundo o escritor húngaro Arthur Kostler (1905- 1983), o riso é um reflexo de luxo, que não possui utilidade biológica.


Entretanto a Natureza não investe em algo inútil, acredita-se que o impulso de rir possa ter contribuído para a sobrevivência no decurso da evolução.


A gelotologia que pesquisa sobre o riso, aponta que esta é a mais antiga forma de comunicação.


Os centros da linguagem estão situados no córtex mais recente, e o riso origina-se de uma parte mais antiga do cérebro, responsável pelas emoções como o medo e a alegria. Razão pela qual o riso escapa ao controle consciente. Não se pode dar uma boa gargalhada atendendo a um comando, muito menos é possível reprimi-la. 


O riso pode apresentar um aspecto físico, cognitivo e emocional. Acontecimento este que não reduz o senso de humor a uma única região do cérebro.


Rir, achar algo engraçado, é um processo complexo, que requer várias etapas do pensamento.



Por Patrícia Lopes

Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/curiosidades/a-eficacia-riso.htm. 

Leia:


“Segundo o escritor húngaro Arthur Kostler (1905- 1983), o riso é um reflexo de luxo, que não possui utilidade biológica.”


Quanto ao emprego do pronome destacado no trecho acima, podemos afirmar que:

Alternativas
Q3622123 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


TEXTO I


A Eficácia do Riso


Ao escutar uma piada, daquelas que nos fazem disparar a rir, são produzidos na boca uma série de sons vocálicos que duram de 1/16 segundos e repetem a cada 1/15 segundo. Enquanto os sons são emitidos, o ar sai dos pulmões a mais de 100 Km/h.


Uma gargalhada provoca aceleração dos batimentos cardíacos, elevação da pressão arterial e dilatação das pupilas.


Os adultos riem em média 20 vezes por dia, e as crianças até dez vezes mais. Rir é um aspecto tão inerente à existência humana que esquecemos como são interessantes esses ataques repentinos de alegria.


Por que as pessoas riem quando escutam uma piada? Segundo o escritor húngaro Arthur Kostler (1905- 1983), o riso é um reflexo de luxo, que não possui utilidade biológica.


Entretanto a Natureza não investe em algo inútil, acredita-se que o impulso de rir possa ter contribuído para a sobrevivência no decurso da evolução.


A gelotologia que pesquisa sobre o riso, aponta que esta é a mais antiga forma de comunicação.


Os centros da linguagem estão situados no córtex mais recente, e o riso origina-se de uma parte mais antiga do cérebro, responsável pelas emoções como o medo e a alegria. Razão pela qual o riso escapa ao controle consciente. Não se pode dar uma boa gargalhada atendendo a um comando, muito menos é possível reprimi-la. 


O riso pode apresentar um aspecto físico, cognitivo e emocional. Acontecimento este que não reduz o senso de humor a uma única região do cérebro.


Rir, achar algo engraçado, é um processo complexo, que requer várias etapas do pensamento.



Por Patrícia Lopes

Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/curiosidades/a-eficacia-riso.htm. 

Leia a frase a seguir:


“Por que as pessoas riem quando escutam uma piada?”


De acordo com sua função no texto, a palavra destacada pertence a qual classe gramatical?

Alternativas
Q3622122 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


TEXTO I


A Eficácia do Riso


Ao escutar uma piada, daquelas que nos fazem disparar a rir, são produzidos na boca uma série de sons vocálicos que duram de 1/16 segundos e repetem a cada 1/15 segundo. Enquanto os sons são emitidos, o ar sai dos pulmões a mais de 100 Km/h.


Uma gargalhada provoca aceleração dos batimentos cardíacos, elevação da pressão arterial e dilatação das pupilas.


Os adultos riem em média 20 vezes por dia, e as crianças até dez vezes mais. Rir é um aspecto tão inerente à existência humana que esquecemos como são interessantes esses ataques repentinos de alegria.


Por que as pessoas riem quando escutam uma piada? Segundo o escritor húngaro Arthur Kostler (1905- 1983), o riso é um reflexo de luxo, que não possui utilidade biológica.


Entretanto a Natureza não investe em algo inútil, acredita-se que o impulso de rir possa ter contribuído para a sobrevivência no decurso da evolução.


A gelotologia que pesquisa sobre o riso, aponta que esta é a mais antiga forma de comunicação.


Os centros da linguagem estão situados no córtex mais recente, e o riso origina-se de uma parte mais antiga do cérebro, responsável pelas emoções como o medo e a alegria. Razão pela qual o riso escapa ao controle consciente. Não se pode dar uma boa gargalhada atendendo a um comando, muito menos é possível reprimi-la. 


O riso pode apresentar um aspecto físico, cognitivo e emocional. Acontecimento este que não reduz o senso de humor a uma única região do cérebro.


Rir, achar algo engraçado, é um processo complexo, que requer várias etapas do pensamento.



Por Patrícia Lopes

Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/curiosidades/a-eficacia-riso.htm. 

De acordo com o texto I, marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q3622121 Português
No dia 08/08/2025, o Jornal do Brasil publicou a seguinte notícia:

O etnobotânico Hemerson Dantas dos Santos Pataxó Hãhãhãi – como o próprio nome indica – pertence a uma etnia indígena e é doutorando do Instituto de Ciências Ambientais, Químicas e Farmacêuticas da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Em seu estudo, ele catalogou 175 plantas medicinais utilizadas pelo seu povo com a intenção de resgatar os saberes ancestrais no uso de tais plantas, perdidos ao longo dos tempos. O pesquisador descobriu 43 plantas utilizadas para o tratamento de três enfermidades – diabetes, verminoses e hipertensão. Além disso, a investigação verificou que 79% das 175 plantas pesquisadas têm seus usos em consonância com apontamentos da literatura científica recente.

Disponível em: https://www.jb.com.br/ciencia-e-tecnologia/ciencia/2025/07/1056179-pesquisador-indigena-cataloga-150-plantas-medicinais-de-seuterritorio.html. Acesso em: 20 ago. 2025.

Quais das afirmativas a seguir explica o fenômeno a que o texto se refere? Assinale a alternativa CORRETA. 
Alternativas
Q3622116 Português
O Choro foi reconhecido pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) como patrimônio cultural do Brasil. É uma prática complexa e diversa, presente em todas as regiões do Brasil e disseminada em outros países. Analise o seguinte fragmento de texto sobre esse assunto:

O Choro está na gênese de outros___________________ da música popular brasileira. Desenvolveu-se no Brasil com as harmonias e ritmos europeus, _____________ e indígenas, e é uma das manifestações culturais que mostram muita fisionomia do povo. Resultado das criações musicais das classes _______________ do Rio de Janeiro no final do século dezenove, o Choro é uma fusão de influências musicais. Seus primeiros expoentes, como Chiquinha Gonzaga, Ernesto Nazareth e ____________, foram fundamentais para a sua consolidação e disseminação. 

As palavras que completam corretamente as lacunas do fragmento de texto apresentado, na ordem, são: 
Alternativas
Q3622101 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 02 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.


Texto 02 


Q7_10.png (657×192)

Fonte: http://infinitoslivrosefilmes.blogspot.com/2014/10/. Acesso em 09 ago. 2025.
A palavra “bibliotecário”, usada no terceiro quadro da tira, foi formada pelo processo de 
Alternativas
Q3622100 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 02 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.


Texto 02 


Q7_10.png (657×192)

Fonte: http://infinitoslivrosefilmes.blogspot.com/2014/10/. Acesso em 09 ago. 2025.
Sobre o verbo usado no terceiro quadro da tira, é CORRETO afirmar que se encontra conjugado no 
Alternativas
Q3622099 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 02 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.


Texto 02 


Q7_10.png (657×192)

Fonte: http://infinitoslivrosefilmes.blogspot.com/2014/10/. Acesso em 09 ago. 2025.
A palavra “para”, usada no primeiro quadro da tira, insere no texto uma ideia de 
Alternativas
Q3622098 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 02 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.


Texto 02 


Q7_10.png (657×192)

Fonte: http://infinitoslivrosefilmes.blogspot.com/2014/10/. Acesso em 09 ago. 2025.
Uma das ideias que se pode inferir do texto 02 é: 
Alternativas
Q3622097 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.


Texto 01


O paraíso é um estado de espírito 


    Quando penso em paraíso, a imagem que me vem à cabeça é de uma praia de mar azulinho, céu de brigadeiro, silêncio, alegria e eu no modo desligadona. E você?

    Na vida que acontece fora da nossa imaginação, mesmo diante do mar mais azul, muitas vezes estamos acinzentados de medo, raiva, tédio ou tristeza. O corpo tira férias, mas a mente não. Porque mesmo que a gente desconecte logo do trabalho, as danadas das emoções reprimidas acham espaço pra emergir. 

    Escrevo essa coluna da Tailândia, mais precisamente de um dos hotéis usados para as gravações da terceira temporada da série “The White Lotus” e resolvi te contar isso porque é extremo e irônico. Vim para essas férias idealizando leveza, certa de que seria uma pausa divertida, sem grandes lições. Afinal, essa coisa de caos psicológico e drama da série é pura ficção. Rá! 

    Já na primeira massagem percebi que o silêncio impecável do lugar despertava uma melancolia guardada, e logo me vi frustrada por não estar flutuando pela praia com meus gêmeos fofos, nem aceitando bem as frustrações da minha família. Afinal, como não estamos todos morrendo de felicidade só por estar no paraíso? Resolvi voltar para mim mesma com mais atenção, ajustar meus pedidos e expectativas, e me lembrei que tudo estava bem viver férias deliciosas, mesmo que diferentes da minha imaginação. 

    Nossa inabilidade de lidar com frustrações acompanha a bagagem. Isso é tão verdade que tem até nome: o paradoxo do lazer. Quanto mais expectativa colocamos no tempo livre, mais ele vira fonte de pressão. Queremos que cada momento seja inesquecível. Sem perceber, levamos para as férias a mesma lógica de produtividade que nos exaure no trabalho. [...]

    Além do que sentimos, os incômodos também aparecem no outro, que nem sempre entende o que está vindo à tona. Lidar com isso exige flexibilidade. Ninguém vira uma versão perfeita só porque mudou de cenário. Crianças se entediam, casais se desentendem, amigos se desencontram. Ver essas dinâmicas menos como falhas e mais como parte do pacote ajuda a sair do modo controle e entrar no modo conexão. [...] 

    Quando vivemos as férias como exercício de presença, não como projeto de perfeição, a volta ao trabalho também muda. Não voltamos esperando que as férias tenham sido mágicas, nem carregando a frustração de não termos descansado direito. Voltamos um pouco mais íntimos de nós mesmos. Com um olhar menos rígido para o trabalho, menos idealizado para o descanso, mais conscientes dos próprios limites. 

    No fim, o verdadeiro paraíso talvez não seja um lugar nem um estado fixo, mas a capacidade de atravessar o que surge com humanidade. Um paraíso imperfeito, mas verdadeiro, que vai com a gente da praia para o escritório, do silêncio para o Zoom, do descanso para a ação. [...]


Fonte: PROENÇA, Marina. O paraíso é um estado de espírito. Disponível em: https://vidasimples.co/colunista/o-paraiso-e-um-estado-de-espirito/. Acesso em: 9 ago. 2025. Adaptado. 
No trecho “Quanto mais expectativa colocamos no tempo livre, mais ele vira fonte de pressão.”, a locução conjuntiva “quanto mais [...] mais” insere, nessa passagem, uma ideia de  
Alternativas
Q3622096 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.


Texto 01


O paraíso é um estado de espírito 


    Quando penso em paraíso, a imagem que me vem à cabeça é de uma praia de mar azulinho, céu de brigadeiro, silêncio, alegria e eu no modo desligadona. E você?

    Na vida que acontece fora da nossa imaginação, mesmo diante do mar mais azul, muitas vezes estamos acinzentados de medo, raiva, tédio ou tristeza. O corpo tira férias, mas a mente não. Porque mesmo que a gente desconecte logo do trabalho, as danadas das emoções reprimidas acham espaço pra emergir. 

    Escrevo essa coluna da Tailândia, mais precisamente de um dos hotéis usados para as gravações da terceira temporada da série “The White Lotus” e resolvi te contar isso porque é extremo e irônico. Vim para essas férias idealizando leveza, certa de que seria uma pausa divertida, sem grandes lições. Afinal, essa coisa de caos psicológico e drama da série é pura ficção. Rá! 

    Já na primeira massagem percebi que o silêncio impecável do lugar despertava uma melancolia guardada, e logo me vi frustrada por não estar flutuando pela praia com meus gêmeos fofos, nem aceitando bem as frustrações da minha família. Afinal, como não estamos todos morrendo de felicidade só por estar no paraíso? Resolvi voltar para mim mesma com mais atenção, ajustar meus pedidos e expectativas, e me lembrei que tudo estava bem viver férias deliciosas, mesmo que diferentes da minha imaginação. 

    Nossa inabilidade de lidar com frustrações acompanha a bagagem. Isso é tão verdade que tem até nome: o paradoxo do lazer. Quanto mais expectativa colocamos no tempo livre, mais ele vira fonte de pressão. Queremos que cada momento seja inesquecível. Sem perceber, levamos para as férias a mesma lógica de produtividade que nos exaure no trabalho. [...]

    Além do que sentimos, os incômodos também aparecem no outro, que nem sempre entende o que está vindo à tona. Lidar com isso exige flexibilidade. Ninguém vira uma versão perfeita só porque mudou de cenário. Crianças se entediam, casais se desentendem, amigos se desencontram. Ver essas dinâmicas menos como falhas e mais como parte do pacote ajuda a sair do modo controle e entrar no modo conexão. [...] 

    Quando vivemos as férias como exercício de presença, não como projeto de perfeição, a volta ao trabalho também muda. Não voltamos esperando que as férias tenham sido mágicas, nem carregando a frustração de não termos descansado direito. Voltamos um pouco mais íntimos de nós mesmos. Com um olhar menos rígido para o trabalho, menos idealizado para o descanso, mais conscientes dos próprios limites. 

    No fim, o verdadeiro paraíso talvez não seja um lugar nem um estado fixo, mas a capacidade de atravessar o que surge com humanidade. Um paraíso imperfeito, mas verdadeiro, que vai com a gente da praia para o escritório, do silêncio para o Zoom, do descanso para a ação. [...]


Fonte: PROENÇA, Marina. O paraíso é um estado de espírito. Disponível em: https://vidasimples.co/colunista/o-paraiso-e-um-estado-de-espirito/. Acesso em: 9 ago. 2025. Adaptado. 
Marque a passagem em que se verifica a presença de palavras formadas por derivação sufixal as quais assinalam o uso da linguagem coloquial. 
Alternativas
Q3622095 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.


Texto 01


O paraíso é um estado de espírito 


    Quando penso em paraíso, a imagem que me vem à cabeça é de uma praia de mar azulinho, céu de brigadeiro, silêncio, alegria e eu no modo desligadona. E você?

    Na vida que acontece fora da nossa imaginação, mesmo diante do mar mais azul, muitas vezes estamos acinzentados de medo, raiva, tédio ou tristeza. O corpo tira férias, mas a mente não. Porque mesmo que a gente desconecte logo do trabalho, as danadas das emoções reprimidas acham espaço pra emergir. 

    Escrevo essa coluna da Tailândia, mais precisamente de um dos hotéis usados para as gravações da terceira temporada da série “The White Lotus” e resolvi te contar isso porque é extremo e irônico. Vim para essas férias idealizando leveza, certa de que seria uma pausa divertida, sem grandes lições. Afinal, essa coisa de caos psicológico e drama da série é pura ficção. Rá! 

    Já na primeira massagem percebi que o silêncio impecável do lugar despertava uma melancolia guardada, e logo me vi frustrada por não estar flutuando pela praia com meus gêmeos fofos, nem aceitando bem as frustrações da minha família. Afinal, como não estamos todos morrendo de felicidade só por estar no paraíso? Resolvi voltar para mim mesma com mais atenção, ajustar meus pedidos e expectativas, e me lembrei que tudo estava bem viver férias deliciosas, mesmo que diferentes da minha imaginação. 

    Nossa inabilidade de lidar com frustrações acompanha a bagagem. Isso é tão verdade que tem até nome: o paradoxo do lazer. Quanto mais expectativa colocamos no tempo livre, mais ele vira fonte de pressão. Queremos que cada momento seja inesquecível. Sem perceber, levamos para as férias a mesma lógica de produtividade que nos exaure no trabalho. [...]

    Além do que sentimos, os incômodos também aparecem no outro, que nem sempre entende o que está vindo à tona. Lidar com isso exige flexibilidade. Ninguém vira uma versão perfeita só porque mudou de cenário. Crianças se entediam, casais se desentendem, amigos se desencontram. Ver essas dinâmicas menos como falhas e mais como parte do pacote ajuda a sair do modo controle e entrar no modo conexão. [...] 

    Quando vivemos as férias como exercício de presença, não como projeto de perfeição, a volta ao trabalho também muda. Não voltamos esperando que as férias tenham sido mágicas, nem carregando a frustração de não termos descansado direito. Voltamos um pouco mais íntimos de nós mesmos. Com um olhar menos rígido para o trabalho, menos idealizado para o descanso, mais conscientes dos próprios limites. 

    No fim, o verdadeiro paraíso talvez não seja um lugar nem um estado fixo, mas a capacidade de atravessar o que surge com humanidade. Um paraíso imperfeito, mas verdadeiro, que vai com a gente da praia para o escritório, do silêncio para o Zoom, do descanso para a ação. [...]


Fonte: PROENÇA, Marina. O paraíso é um estado de espírito. Disponível em: https://vidasimples.co/colunista/o-paraiso-e-um-estado-de-espirito/. Acesso em: 9 ago. 2025. Adaptado. 
Analise as passagens a seguir, tendo em vista o uso da linguagem conotativa como recurso de expressão.

I- “Quando penso em paraíso, a imagem que me vem à cabeça é de uma praia de mar azulinho, céu de brigadeiro, silêncio, alegria e eu no modo desligadona. E você?”
II- “Na vida que acontece fora da nossa imaginação, mesmo diante do mar mais azul, muitas vezes estamos acinzentados de medo, raiva, tédio ou tristeza. O corpo tira férias, mas a mente não.”
III- “[...] e me lembrei que tudo estava bem viver férias deliciosas, mesmo que diferentes da minha imaginação.”
IV- “Afinal, como não estamos todos morrendo de felicidade só por estar no paraíso? Resolvi voltar para mim mesma com mais atenção [...]”
V- “Ver essas dinâmicas menos como falhas e mais como parte do pacote ajuda a sair do modo controle e entrar no modo conexão.”

A linguagem conotativa está presente nas passagens  
Alternativas
Q3622094 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.


Texto 01


O paraíso é um estado de espírito 


    Quando penso em paraíso, a imagem que me vem à cabeça é de uma praia de mar azulinho, céu de brigadeiro, silêncio, alegria e eu no modo desligadona. E você?

    Na vida que acontece fora da nossa imaginação, mesmo diante do mar mais azul, muitas vezes estamos acinzentados de medo, raiva, tédio ou tristeza. O corpo tira férias, mas a mente não. Porque mesmo que a gente desconecte logo do trabalho, as danadas das emoções reprimidas acham espaço pra emergir. 

    Escrevo essa coluna da Tailândia, mais precisamente de um dos hotéis usados para as gravações da terceira temporada da série “The White Lotus” e resolvi te contar isso porque é extremo e irônico. Vim para essas férias idealizando leveza, certa de que seria uma pausa divertida, sem grandes lições. Afinal, essa coisa de caos psicológico e drama da série é pura ficção. Rá! 

    Já na primeira massagem percebi que o silêncio impecável do lugar despertava uma melancolia guardada, e logo me vi frustrada por não estar flutuando pela praia com meus gêmeos fofos, nem aceitando bem as frustrações da minha família. Afinal, como não estamos todos morrendo de felicidade só por estar no paraíso? Resolvi voltar para mim mesma com mais atenção, ajustar meus pedidos e expectativas, e me lembrei que tudo estava bem viver férias deliciosas, mesmo que diferentes da minha imaginação. 

    Nossa inabilidade de lidar com frustrações acompanha a bagagem. Isso é tão verdade que tem até nome: o paradoxo do lazer. Quanto mais expectativa colocamos no tempo livre, mais ele vira fonte de pressão. Queremos que cada momento seja inesquecível. Sem perceber, levamos para as férias a mesma lógica de produtividade que nos exaure no trabalho. [...]

    Além do que sentimos, os incômodos também aparecem no outro, que nem sempre entende o que está vindo à tona. Lidar com isso exige flexibilidade. Ninguém vira uma versão perfeita só porque mudou de cenário. Crianças se entediam, casais se desentendem, amigos se desencontram. Ver essas dinâmicas menos como falhas e mais como parte do pacote ajuda a sair do modo controle e entrar no modo conexão. [...] 

    Quando vivemos as férias como exercício de presença, não como projeto de perfeição, a volta ao trabalho também muda. Não voltamos esperando que as férias tenham sido mágicas, nem carregando a frustração de não termos descansado direito. Voltamos um pouco mais íntimos de nós mesmos. Com um olhar menos rígido para o trabalho, menos idealizado para o descanso, mais conscientes dos próprios limites. 

    No fim, o verdadeiro paraíso talvez não seja um lugar nem um estado fixo, mas a capacidade de atravessar o que surge com humanidade. Um paraíso imperfeito, mas verdadeiro, que vai com a gente da praia para o escritório, do silêncio para o Zoom, do descanso para a ação. [...]


Fonte: PROENÇA, Marina. O paraíso é um estado de espírito. Disponível em: https://vidasimples.co/colunista/o-paraiso-e-um-estado-de-espirito/. Acesso em: 9 ago. 2025. Adaptado. 
De acordo com o texto, o “paradoxo do lazer” consiste no(a)
Alternativas
Q3622093 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.


Texto 01


O paraíso é um estado de espírito 


    Quando penso em paraíso, a imagem que me vem à cabeça é de uma praia de mar azulinho, céu de brigadeiro, silêncio, alegria e eu no modo desligadona. E você?

    Na vida que acontece fora da nossa imaginação, mesmo diante do mar mais azul, muitas vezes estamos acinzentados de medo, raiva, tédio ou tristeza. O corpo tira férias, mas a mente não. Porque mesmo que a gente desconecte logo do trabalho, as danadas das emoções reprimidas acham espaço pra emergir. 

    Escrevo essa coluna da Tailândia, mais precisamente de um dos hotéis usados para as gravações da terceira temporada da série “The White Lotus” e resolvi te contar isso porque é extremo e irônico. Vim para essas férias idealizando leveza, certa de que seria uma pausa divertida, sem grandes lições. Afinal, essa coisa de caos psicológico e drama da série é pura ficção. Rá! 

    Já na primeira massagem percebi que o silêncio impecável do lugar despertava uma melancolia guardada, e logo me vi frustrada por não estar flutuando pela praia com meus gêmeos fofos, nem aceitando bem as frustrações da minha família. Afinal, como não estamos todos morrendo de felicidade só por estar no paraíso? Resolvi voltar para mim mesma com mais atenção, ajustar meus pedidos e expectativas, e me lembrei que tudo estava bem viver férias deliciosas, mesmo que diferentes da minha imaginação. 

    Nossa inabilidade de lidar com frustrações acompanha a bagagem. Isso é tão verdade que tem até nome: o paradoxo do lazer. Quanto mais expectativa colocamos no tempo livre, mais ele vira fonte de pressão. Queremos que cada momento seja inesquecível. Sem perceber, levamos para as férias a mesma lógica de produtividade que nos exaure no trabalho. [...]

    Além do que sentimos, os incômodos também aparecem no outro, que nem sempre entende o que está vindo à tona. Lidar com isso exige flexibilidade. Ninguém vira uma versão perfeita só porque mudou de cenário. Crianças se entediam, casais se desentendem, amigos se desencontram. Ver essas dinâmicas menos como falhas e mais como parte do pacote ajuda a sair do modo controle e entrar no modo conexão. [...] 

    Quando vivemos as férias como exercício de presença, não como projeto de perfeição, a volta ao trabalho também muda. Não voltamos esperando que as férias tenham sido mágicas, nem carregando a frustração de não termos descansado direito. Voltamos um pouco mais íntimos de nós mesmos. Com um olhar menos rígido para o trabalho, menos idealizado para o descanso, mais conscientes dos próprios limites. 

    No fim, o verdadeiro paraíso talvez não seja um lugar nem um estado fixo, mas a capacidade de atravessar o que surge com humanidade. Um paraíso imperfeito, mas verdadeiro, que vai com a gente da praia para o escritório, do silêncio para o Zoom, do descanso para a ação. [...]


Fonte: PROENÇA, Marina. O paraíso é um estado de espírito. Disponível em: https://vidasimples.co/colunista/o-paraiso-e-um-estado-de-espirito/. Acesso em: 9 ago. 2025. Adaptado. 
De acordo com o texto, as férias representam um período de 
Alternativas
Q3622092 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.


Texto 01


O paraíso é um estado de espírito 


    Quando penso em paraíso, a imagem que me vem à cabeça é de uma praia de mar azulinho, céu de brigadeiro, silêncio, alegria e eu no modo desligadona. E você?

    Na vida que acontece fora da nossa imaginação, mesmo diante do mar mais azul, muitas vezes estamos acinzentados de medo, raiva, tédio ou tristeza. O corpo tira férias, mas a mente não. Porque mesmo que a gente desconecte logo do trabalho, as danadas das emoções reprimidas acham espaço pra emergir. 

    Escrevo essa coluna da Tailândia, mais precisamente de um dos hotéis usados para as gravações da terceira temporada da série “The White Lotus” e resolvi te contar isso porque é extremo e irônico. Vim para essas férias idealizando leveza, certa de que seria uma pausa divertida, sem grandes lições. Afinal, essa coisa de caos psicológico e drama da série é pura ficção. Rá! 

    Já na primeira massagem percebi que o silêncio impecável do lugar despertava uma melancolia guardada, e logo me vi frustrada por não estar flutuando pela praia com meus gêmeos fofos, nem aceitando bem as frustrações da minha família. Afinal, como não estamos todos morrendo de felicidade só por estar no paraíso? Resolvi voltar para mim mesma com mais atenção, ajustar meus pedidos e expectativas, e me lembrei que tudo estava bem viver férias deliciosas, mesmo que diferentes da minha imaginação. 

    Nossa inabilidade de lidar com frustrações acompanha a bagagem. Isso é tão verdade que tem até nome: o paradoxo do lazer. Quanto mais expectativa colocamos no tempo livre, mais ele vira fonte de pressão. Queremos que cada momento seja inesquecível. Sem perceber, levamos para as férias a mesma lógica de produtividade que nos exaure no trabalho. [...]

    Além do que sentimos, os incômodos também aparecem no outro, que nem sempre entende o que está vindo à tona. Lidar com isso exige flexibilidade. Ninguém vira uma versão perfeita só porque mudou de cenário. Crianças se entediam, casais se desentendem, amigos se desencontram. Ver essas dinâmicas menos como falhas e mais como parte do pacote ajuda a sair do modo controle e entrar no modo conexão. [...] 

    Quando vivemos as férias como exercício de presença, não como projeto de perfeição, a volta ao trabalho também muda. Não voltamos esperando que as férias tenham sido mágicas, nem carregando a frustração de não termos descansado direito. Voltamos um pouco mais íntimos de nós mesmos. Com um olhar menos rígido para o trabalho, menos idealizado para o descanso, mais conscientes dos próprios limites. 

    No fim, o verdadeiro paraíso talvez não seja um lugar nem um estado fixo, mas a capacidade de atravessar o que surge com humanidade. Um paraíso imperfeito, mas verdadeiro, que vai com a gente da praia para o escritório, do silêncio para o Zoom, do descanso para a ação. [...]


Fonte: PROENÇA, Marina. O paraíso é um estado de espírito. Disponível em: https://vidasimples.co/colunista/o-paraiso-e-um-estado-de-espirito/. Acesso em: 9 ago. 2025. Adaptado. 
De acordo com o texto, é CORRETO afirmar que o paraíso, no imaginário das pessoas, está relacionado a(à)

I- lugar físico.
II- perfeição
III- imperfeição.
IV- um estado permanente.
V- um estado transitório.

Estão CORRETOS os itens
Alternativas
Q3622071 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 02 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.


Texto 02 


TEXTO_2.png (536×424)

Disponível em: https://www.culturagenial.com/. Acesso em: 13 ago. 2025. 
Em “O passado foi duro/ mas deixou o seu legado”, a conjunção “mas” expressa uma ideia de 
Alternativas
Respostas
35201: C
35202: C
35203: D
35204: C
35205: D
35206: A
35207: B
35208: E
35209: E
35210: A
35211: D
35212: C
35213: A
35214: E
35215: C
35216: B
35217: E
35218: D
35219: B
35220: D