Questões de Concurso Sobre português

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Q3622070 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 02 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.


Texto 02 


TEXTO_2.png (536×424)

Disponível em: https://www.culturagenial.com/. Acesso em: 13 ago. 2025. 
Em “Que eu possa dignificar/ minha condição de mulher” e em “dos valores que vão desmoronando”, o termo “que” foi usado, respectivamente, como 
Alternativas
Q3622069 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 02 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.


Texto 02 


TEXTO_2.png (536×424)

Disponível em: https://www.culturagenial.com/. Acesso em: 13 ago. 2025. 
Em “Saber viver é a grande sabedoria”, tendo em vista o uso de “saber” e “sabedoria”, é CORRETO afirmar que foi usada a figura de linguagem denominada 
Alternativas
Q3622068 Português
Texto 01


A brisa me chamou. E eu fui sem mapa, só com coragem 


    Outro dia me peguei tomando café com calma. Silêncio ao redor, xícara quente nas mãos, nenhum pensamento urgente batendo à porta. Foi aí que percebi: alguma coisa em mim mudou. Na verdade, muita coisa mudou.

    Depois de 20 anos numa estrada reta e sólida, dessas que a gente aprende a percorrer com os olhos fechados, a vida – com toda sua delicadeza e estranheza – veio e tirou o chão dos meus pés por um instante. Me vi de frente com a pergunta que eu adiava fazia tempo: e se agora for a hora de ir por outro caminho? 

    Dessa vez, não tentei voltar correndo para o conhecido. Não procurei reconstruir o mesmo cenário de antes. Ao invés disso, respirei fundo e decidi escutar o que há anos falava baixinho dentro de mim: o desejo de trabalhar com as pessoas, para as pessoas. O que era plano B, virou prioridade. E o que antes era sonho de canto de caderno, virou bússola. Foi uma escolha. Uma escolha com raízes. Priorizei o que conversa com meus valores, com a minha verdade. E, olha, não foi só uma troca de rumo profissional — foi uma troca de pele.  

    Hoje não aceito mais café tomado em pé. Quero tempo pra sentir o gosto. Não permito mais que meus dias sejam todos iguais, tão previsíveis que parecem cópia carbono. Preciso de espaço para o improviso, para a pausa, para o silêncio. Curiosamente, nunca me senti tão criativa. Tão viva. Tão inteira. E olha que passei a vida colecionando elogios pela objetividade, pelo foco, pelo resultado. Mas hoje, meu melhor resultado tem outro nome: leveza. Satisfação. Presença. 

    Sou mãe de adolescente, casada há 21 anos, cheia de histórias, certezas e revisões. E sigo acreditando que ainda posso – e devo – experimentar. Como quem entra num buffet elegante, com olhos curiosos e apetite por descobertas. Tenho testado novas técnicas nos atendimentos, estudado temas que antes pareciam fora do roteiro, redescoberto músicas, clipes, sensações que ficaram esquecidas em algum canto do passado.

    E o mais bonito de tudo isso é perceber que a bagagem que carrego – essa que veio dos anos vividos, dos desafios superados, das perguntas sem resposta – tem se tornado ferramenta. Tem sido ponte. Tem me permitido apoiar outras pessoas a se encontrarem no meio do caos, a se olharem com mais ternura, a enxergar luz em lugares onde antes só viam sombra. Mostrar que está tudo bem estar em obra. Que não é preciso estar pronto para estar em movimento. E que, às vezes, é preciso uma boa sacudida da vida para que a gente, enfim, escolha por onde deseja caminhar. 

    Tenho me permitido viver com mais poesia – e essa tem sido, talvez, minha maior revolução. 

    Porque às vezes é isso: a brisa chama, e a gente precisa ter coragem de largar o mapa. Para, enfim, se encontrar no caminho que faz sentido – mesmo que ele nem exista no papel.


Fonte: BORGONI, Tatiana Salvador. A brisa me chamou. E eu fui sem mapa, só com coragem. Disponível em: https://vidasimples.co/voce-simples/. Acesso em: 13 ago. 2025. Adaptado.


Texto 02 

TEXTO_2.png (536×424)

Disponível em: https://www.culturagenial.com/. Acesso em: 13 ago. 2025. 
Analise as afirmativas a seguir, tendo em vista a comparação que se pode fazer entre os textos 01 e 02.

I- Pertencem a uma mesma tipologia textual.
II- Usam com predominância a função fática.
III- Possuem aspectos temáticos em comum.
IV- Usam a subjetividade para a expressão. V- Empregam a função poética da linguagem.

Estão CORRETAS as afirmativas
Alternativas
Q3622067 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.


Texto 01


A brisa me chamou. E eu fui sem mapa, só com coragem 


    Outro dia me peguei tomando café com calma. Silêncio ao redor, xícara quente nas mãos, nenhum pensamento urgente batendo à porta. Foi aí que percebi: alguma coisa em mim mudou. Na verdade, muita coisa mudou.

    Depois de 20 anos numa estrada reta e sólida, dessas que a gente aprende a percorrer com os olhos fechados, a vida – com toda sua delicadeza e estranheza – veio e tirou o chão dos meus pés por um instante. Me vi de frente com a pergunta que eu adiava fazia tempo: e se agora for a hora de ir por outro caminho? 

    Dessa vez, não tentei voltar correndo para o conhecido. Não procurei reconstruir o mesmo cenário de antes. Ao invés disso, respirei fundo e decidi escutar o que há anos falava baixinho dentro de mim: o desejo de trabalhar com as pessoas, para as pessoas. O que era plano B, virou prioridade. E o que antes era sonho de canto de caderno, virou bússola. Foi uma escolha. Uma escolha com raízes. Priorizei o que conversa com meus valores, com a minha verdade. E, olha, não foi só uma troca de rumo profissional — foi uma troca de pele.  

    Hoje não aceito mais café tomado em pé. Quero tempo pra sentir o gosto. Não permito mais que meus dias sejam todos iguais, tão previsíveis que parecem cópia carbono. Preciso de espaço para o improviso, para a pausa, para o silêncio. Curiosamente, nunca me senti tão criativa. Tão viva. Tão inteira. E olha que passei a vida colecionando elogios pela objetividade, pelo foco, pelo resultado. Mas hoje, meu melhor resultado tem outro nome: leveza. Satisfação. Presença. 

    Sou mãe de adolescente, casada há 21 anos, cheia de histórias, certezas e revisões. E sigo acreditando que ainda posso – e devo – experimentar. Como quem entra num buffet elegante, com olhos curiosos e apetite por descobertas. Tenho testado novas técnicas nos atendimentos, estudado temas que antes pareciam fora do roteiro, redescoberto músicas, clipes, sensações que ficaram esquecidas em algum canto do passado.

    E o mais bonito de tudo isso é perceber que a bagagem que carrego – essa que veio dos anos vividos, dos desafios superados, das perguntas sem resposta – tem se tornado ferramenta. Tem sido ponte. Tem me permitido apoiar outras pessoas a se encontrarem no meio do caos, a se olharem com mais ternura, a enxergar luz em lugares onde antes só viam sombra. Mostrar que está tudo bem estar em obra. Que não é preciso estar pronto para estar em movimento. E que, às vezes, é preciso uma boa sacudida da vida para que a gente, enfim, escolha por onde deseja caminhar. 

    Tenho me permitido viver com mais poesia – e essa tem sido, talvez, minha maior revolução. 

    Porque às vezes é isso: a brisa chama, e a gente precisa ter coragem de largar o mapa. Para, enfim, se encontrar no caminho que faz sentido – mesmo que ele nem exista no papel.


Fonte: BORGONI, Tatiana Salvador. A brisa me chamou. E eu fui sem mapa, só com coragem. Disponível em: https://vidasimples.co/voce-simples/. Acesso em: 13 ago. 2025. Adaptado.
Assinale a alternativa que identifica corretamente as marcas linguísticas presentes no texto que comprovam o uso predominante da função emotiva/expressiva no texto. 
Alternativas
Q3622066 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.


Texto 01


A brisa me chamou. E eu fui sem mapa, só com coragem 


    Outro dia me peguei tomando café com calma. Silêncio ao redor, xícara quente nas mãos, nenhum pensamento urgente batendo à porta. Foi aí que percebi: alguma coisa em mim mudou. Na verdade, muita coisa mudou.

    Depois de 20 anos numa estrada reta e sólida, dessas que a gente aprende a percorrer com os olhos fechados, a vida – com toda sua delicadeza e estranheza – veio e tirou o chão dos meus pés por um instante. Me vi de frente com a pergunta que eu adiava fazia tempo: e se agora for a hora de ir por outro caminho? 

    Dessa vez, não tentei voltar correndo para o conhecido. Não procurei reconstruir o mesmo cenário de antes. Ao invés disso, respirei fundo e decidi escutar o que há anos falava baixinho dentro de mim: o desejo de trabalhar com as pessoas, para as pessoas. O que era plano B, virou prioridade. E o que antes era sonho de canto de caderno, virou bússola. Foi uma escolha. Uma escolha com raízes. Priorizei o que conversa com meus valores, com a minha verdade. E, olha, não foi só uma troca de rumo profissional — foi uma troca de pele.  

    Hoje não aceito mais café tomado em pé. Quero tempo pra sentir o gosto. Não permito mais que meus dias sejam todos iguais, tão previsíveis que parecem cópia carbono. Preciso de espaço para o improviso, para a pausa, para o silêncio. Curiosamente, nunca me senti tão criativa. Tão viva. Tão inteira. E olha que passei a vida colecionando elogios pela objetividade, pelo foco, pelo resultado. Mas hoje, meu melhor resultado tem outro nome: leveza. Satisfação. Presença. 

    Sou mãe de adolescente, casada há 21 anos, cheia de histórias, certezas e revisões. E sigo acreditando que ainda posso – e devo – experimentar. Como quem entra num buffet elegante, com olhos curiosos e apetite por descobertas. Tenho testado novas técnicas nos atendimentos, estudado temas que antes pareciam fora do roteiro, redescoberto músicas, clipes, sensações que ficaram esquecidas em algum canto do passado.

    E o mais bonito de tudo isso é perceber que a bagagem que carrego – essa que veio dos anos vividos, dos desafios superados, das perguntas sem resposta – tem se tornado ferramenta. Tem sido ponte. Tem me permitido apoiar outras pessoas a se encontrarem no meio do caos, a se olharem com mais ternura, a enxergar luz em lugares onde antes só viam sombra. Mostrar que está tudo bem estar em obra. Que não é preciso estar pronto para estar em movimento. E que, às vezes, é preciso uma boa sacudida da vida para que a gente, enfim, escolha por onde deseja caminhar. 

    Tenho me permitido viver com mais poesia – e essa tem sido, talvez, minha maior revolução. 

    Porque às vezes é isso: a brisa chama, e a gente precisa ter coragem de largar o mapa. Para, enfim, se encontrar no caminho que faz sentido – mesmo que ele nem exista no papel.


Fonte: BORGONI, Tatiana Salvador. A brisa me chamou. E eu fui sem mapa, só com coragem. Disponível em: https://vidasimples.co/voce-simples/. Acesso em: 13 ago. 2025. Adaptado.
Analise os itens a seguir, tendo em vista os tipos de linguagem usados no texto.

I- Conotativa.
II- Denotativa.
III- Coloquial.
IV- Formal.
V- Verbal.

Estão CORRETOS os itens 
Alternativas
Q3622065 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.


Texto 01


A brisa me chamou. E eu fui sem mapa, só com coragem 


    Outro dia me peguei tomando café com calma. Silêncio ao redor, xícara quente nas mãos, nenhum pensamento urgente batendo à porta. Foi aí que percebi: alguma coisa em mim mudou. Na verdade, muita coisa mudou.

    Depois de 20 anos numa estrada reta e sólida, dessas que a gente aprende a percorrer com os olhos fechados, a vida – com toda sua delicadeza e estranheza – veio e tirou o chão dos meus pés por um instante. Me vi de frente com a pergunta que eu adiava fazia tempo: e se agora for a hora de ir por outro caminho? 

    Dessa vez, não tentei voltar correndo para o conhecido. Não procurei reconstruir o mesmo cenário de antes. Ao invés disso, respirei fundo e decidi escutar o que há anos falava baixinho dentro de mim: o desejo de trabalhar com as pessoas, para as pessoas. O que era plano B, virou prioridade. E o que antes era sonho de canto de caderno, virou bússola. Foi uma escolha. Uma escolha com raízes. Priorizei o que conversa com meus valores, com a minha verdade. E, olha, não foi só uma troca de rumo profissional — foi uma troca de pele.  

    Hoje não aceito mais café tomado em pé. Quero tempo pra sentir o gosto. Não permito mais que meus dias sejam todos iguais, tão previsíveis que parecem cópia carbono. Preciso de espaço para o improviso, para a pausa, para o silêncio. Curiosamente, nunca me senti tão criativa. Tão viva. Tão inteira. E olha que passei a vida colecionando elogios pela objetividade, pelo foco, pelo resultado. Mas hoje, meu melhor resultado tem outro nome: leveza. Satisfação. Presença. 

    Sou mãe de adolescente, casada há 21 anos, cheia de histórias, certezas e revisões. E sigo acreditando que ainda posso – e devo – experimentar. Como quem entra num buffet elegante, com olhos curiosos e apetite por descobertas. Tenho testado novas técnicas nos atendimentos, estudado temas que antes pareciam fora do roteiro, redescoberto músicas, clipes, sensações que ficaram esquecidas em algum canto do passado.

    E o mais bonito de tudo isso é perceber que a bagagem que carrego – essa que veio dos anos vividos, dos desafios superados, das perguntas sem resposta – tem se tornado ferramenta. Tem sido ponte. Tem me permitido apoiar outras pessoas a se encontrarem no meio do caos, a se olharem com mais ternura, a enxergar luz em lugares onde antes só viam sombra. Mostrar que está tudo bem estar em obra. Que não é preciso estar pronto para estar em movimento. E que, às vezes, é preciso uma boa sacudida da vida para que a gente, enfim, escolha por onde deseja caminhar. 

    Tenho me permitido viver com mais poesia – e essa tem sido, talvez, minha maior revolução. 

    Porque às vezes é isso: a brisa chama, e a gente precisa ter coragem de largar o mapa. Para, enfim, se encontrar no caminho que faz sentido – mesmo que ele nem exista no papel.


Fonte: BORGONI, Tatiana Salvador. A brisa me chamou. E eu fui sem mapa, só com coragem. Disponível em: https://vidasimples.co/voce-simples/. Acesso em: 13 ago. 2025. Adaptado.
De acordo com o texto, infere-se que a mudança trouxe

I- curiosidade.
II- criatividade.
III- coragem.
IV- leveza.
V- foco.

Estão CORRETOS os itens 
Alternativas
Q3622064 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.


Texto 01


A brisa me chamou. E eu fui sem mapa, só com coragem 


    Outro dia me peguei tomando café com calma. Silêncio ao redor, xícara quente nas mãos, nenhum pensamento urgente batendo à porta. Foi aí que percebi: alguma coisa em mim mudou. Na verdade, muita coisa mudou.

    Depois de 20 anos numa estrada reta e sólida, dessas que a gente aprende a percorrer com os olhos fechados, a vida – com toda sua delicadeza e estranheza – veio e tirou o chão dos meus pés por um instante. Me vi de frente com a pergunta que eu adiava fazia tempo: e se agora for a hora de ir por outro caminho? 

    Dessa vez, não tentei voltar correndo para o conhecido. Não procurei reconstruir o mesmo cenário de antes. Ao invés disso, respirei fundo e decidi escutar o que há anos falava baixinho dentro de mim: o desejo de trabalhar com as pessoas, para as pessoas. O que era plano B, virou prioridade. E o que antes era sonho de canto de caderno, virou bússola. Foi uma escolha. Uma escolha com raízes. Priorizei o que conversa com meus valores, com a minha verdade. E, olha, não foi só uma troca de rumo profissional — foi uma troca de pele.  

    Hoje não aceito mais café tomado em pé. Quero tempo pra sentir o gosto. Não permito mais que meus dias sejam todos iguais, tão previsíveis que parecem cópia carbono. Preciso de espaço para o improviso, para a pausa, para o silêncio. Curiosamente, nunca me senti tão criativa. Tão viva. Tão inteira. E olha que passei a vida colecionando elogios pela objetividade, pelo foco, pelo resultado. Mas hoje, meu melhor resultado tem outro nome: leveza. Satisfação. Presença. 

    Sou mãe de adolescente, casada há 21 anos, cheia de histórias, certezas e revisões. E sigo acreditando que ainda posso – e devo – experimentar. Como quem entra num buffet elegante, com olhos curiosos e apetite por descobertas. Tenho testado novas técnicas nos atendimentos, estudado temas que antes pareciam fora do roteiro, redescoberto músicas, clipes, sensações que ficaram esquecidas em algum canto do passado.

    E o mais bonito de tudo isso é perceber que a bagagem que carrego – essa que veio dos anos vividos, dos desafios superados, das perguntas sem resposta – tem se tornado ferramenta. Tem sido ponte. Tem me permitido apoiar outras pessoas a se encontrarem no meio do caos, a se olharem com mais ternura, a enxergar luz em lugares onde antes só viam sombra. Mostrar que está tudo bem estar em obra. Que não é preciso estar pronto para estar em movimento. E que, às vezes, é preciso uma boa sacudida da vida para que a gente, enfim, escolha por onde deseja caminhar. 

    Tenho me permitido viver com mais poesia – e essa tem sido, talvez, minha maior revolução. 

    Porque às vezes é isso: a brisa chama, e a gente precisa ter coragem de largar o mapa. Para, enfim, se encontrar no caminho que faz sentido – mesmo que ele nem exista no papel.


Fonte: BORGONI, Tatiana Salvador. A brisa me chamou. E eu fui sem mapa, só com coragem. Disponível em: https://vidasimples.co/voce-simples/. Acesso em: 13 ago. 2025. Adaptado.
Analise os itens a seguir tendo em vista a relação que eles estabelecem com a mudança expressa a partir da seguinte afirmativa: “Na verdade muita coisa mudou”.

I- Imprevisibilidade.
II- Improvisação.
III- Objetividade.
IV- Satisfação.
V- Rotina.

Os itens que estabelecem relação com a mudança referida no texto são: 
Alternativas
Q3622063 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.


Texto 01


A brisa me chamou. E eu fui sem mapa, só com coragem 


    Outro dia me peguei tomando café com calma. Silêncio ao redor, xícara quente nas mãos, nenhum pensamento urgente batendo à porta. Foi aí que percebi: alguma coisa em mim mudou. Na verdade, muita coisa mudou.

    Depois de 20 anos numa estrada reta e sólida, dessas que a gente aprende a percorrer com os olhos fechados, a vida – com toda sua delicadeza e estranheza – veio e tirou o chão dos meus pés por um instante. Me vi de frente com a pergunta que eu adiava fazia tempo: e se agora for a hora de ir por outro caminho? 

    Dessa vez, não tentei voltar correndo para o conhecido. Não procurei reconstruir o mesmo cenário de antes. Ao invés disso, respirei fundo e decidi escutar o que há anos falava baixinho dentro de mim: o desejo de trabalhar com as pessoas, para as pessoas. O que era plano B, virou prioridade. E o que antes era sonho de canto de caderno, virou bússola. Foi uma escolha. Uma escolha com raízes. Priorizei o que conversa com meus valores, com a minha verdade. E, olha, não foi só uma troca de rumo profissional — foi uma troca de pele.  

    Hoje não aceito mais café tomado em pé. Quero tempo pra sentir o gosto. Não permito mais que meus dias sejam todos iguais, tão previsíveis que parecem cópia carbono. Preciso de espaço para o improviso, para a pausa, para o silêncio. Curiosamente, nunca me senti tão criativa. Tão viva. Tão inteira. E olha que passei a vida colecionando elogios pela objetividade, pelo foco, pelo resultado. Mas hoje, meu melhor resultado tem outro nome: leveza. Satisfação. Presença. 

    Sou mãe de adolescente, casada há 21 anos, cheia de histórias, certezas e revisões. E sigo acreditando que ainda posso – e devo – experimentar. Como quem entra num buffet elegante, com olhos curiosos e apetite por descobertas. Tenho testado novas técnicas nos atendimentos, estudado temas que antes pareciam fora do roteiro, redescoberto músicas, clipes, sensações que ficaram esquecidas em algum canto do passado.

    E o mais bonito de tudo isso é perceber que a bagagem que carrego – essa que veio dos anos vividos, dos desafios superados, das perguntas sem resposta – tem se tornado ferramenta. Tem sido ponte. Tem me permitido apoiar outras pessoas a se encontrarem no meio do caos, a se olharem com mais ternura, a enxergar luz em lugares onde antes só viam sombra. Mostrar que está tudo bem estar em obra. Que não é preciso estar pronto para estar em movimento. E que, às vezes, é preciso uma boa sacudida da vida para que a gente, enfim, escolha por onde deseja caminhar. 

    Tenho me permitido viver com mais poesia – e essa tem sido, talvez, minha maior revolução. 

    Porque às vezes é isso: a brisa chama, e a gente precisa ter coragem de largar o mapa. Para, enfim, se encontrar no caminho que faz sentido – mesmo que ele nem exista no papel.


Fonte: BORGONI, Tatiana Salvador. A brisa me chamou. E eu fui sem mapa, só com coragem. Disponível em: https://vidasimples.co/voce-simples/. Acesso em: 13 ago. 2025. Adaptado.
Em “O que era plano B, virou prioridade.”, pode-se inferir que o “plano B” seria 
Alternativas
Q3622062 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.


Texto 01


A brisa me chamou. E eu fui sem mapa, só com coragem 


    Outro dia me peguei tomando café com calma. Silêncio ao redor, xícara quente nas mãos, nenhum pensamento urgente batendo à porta. Foi aí que percebi: alguma coisa em mim mudou. Na verdade, muita coisa mudou.

    Depois de 20 anos numa estrada reta e sólida, dessas que a gente aprende a percorrer com os olhos fechados, a vida – com toda sua delicadeza e estranheza – veio e tirou o chão dos meus pés por um instante. Me vi de frente com a pergunta que eu adiava fazia tempo: e se agora for a hora de ir por outro caminho? 

    Dessa vez, não tentei voltar correndo para o conhecido. Não procurei reconstruir o mesmo cenário de antes. Ao invés disso, respirei fundo e decidi escutar o que há anos falava baixinho dentro de mim: o desejo de trabalhar com as pessoas, para as pessoas. O que era plano B, virou prioridade. E o que antes era sonho de canto de caderno, virou bússola. Foi uma escolha. Uma escolha com raízes. Priorizei o que conversa com meus valores, com a minha verdade. E, olha, não foi só uma troca de rumo profissional — foi uma troca de pele.  

    Hoje não aceito mais café tomado em pé. Quero tempo pra sentir o gosto. Não permito mais que meus dias sejam todos iguais, tão previsíveis que parecem cópia carbono. Preciso de espaço para o improviso, para a pausa, para o silêncio. Curiosamente, nunca me senti tão criativa. Tão viva. Tão inteira. E olha que passei a vida colecionando elogios pela objetividade, pelo foco, pelo resultado. Mas hoje, meu melhor resultado tem outro nome: leveza. Satisfação. Presença. 

    Sou mãe de adolescente, casada há 21 anos, cheia de histórias, certezas e revisões. E sigo acreditando que ainda posso – e devo – experimentar. Como quem entra num buffet elegante, com olhos curiosos e apetite por descobertas. Tenho testado novas técnicas nos atendimentos, estudado temas que antes pareciam fora do roteiro, redescoberto músicas, clipes, sensações que ficaram esquecidas em algum canto do passado.

    E o mais bonito de tudo isso é perceber que a bagagem que carrego – essa que veio dos anos vividos, dos desafios superados, das perguntas sem resposta – tem se tornado ferramenta. Tem sido ponte. Tem me permitido apoiar outras pessoas a se encontrarem no meio do caos, a se olharem com mais ternura, a enxergar luz em lugares onde antes só viam sombra. Mostrar que está tudo bem estar em obra. Que não é preciso estar pronto para estar em movimento. E que, às vezes, é preciso uma boa sacudida da vida para que a gente, enfim, escolha por onde deseja caminhar. 

    Tenho me permitido viver com mais poesia – e essa tem sido, talvez, minha maior revolução. 

    Porque às vezes é isso: a brisa chama, e a gente precisa ter coragem de largar o mapa. Para, enfim, se encontrar no caminho que faz sentido – mesmo que ele nem exista no papel.


Fonte: BORGONI, Tatiana Salvador. A brisa me chamou. E eu fui sem mapa, só com coragem. Disponível em: https://vidasimples.co/voce-simples/. Acesso em: 13 ago. 2025. Adaptado.
Tendo em vista o contexto em que foi proferida, a afirmativa “Outro dia me peguei tomando café com calma.” indica que “tomar café com calma” era um ato 
Alternativas
Q3622061 Português
Os tropeiros que conduziam manadas de bois, cavalos e mulas por longos trajetos, necessitavam de lugares para encontro, descanso e reabastecimento. Em Minas Gerais, povoados e vilas se desenvolviam a partir desses pontos de concentração. 

Considerando o texto apresentado, assinale a alternativa que apresenta uma extrapolação do seu assunto. 
Alternativas
Q3622041 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 02 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.


Texto 02 

Q7_10.png (345×396)

Disponível em: https://portalantenados.com.br/noticia/. Acesso em: 9 ago. 2025

É CORRETO afirmar que os verbos do texto 02 foram usados, predominantemente, no 
Alternativas
Q3622040 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 02 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.


Texto 02 

Q7_10.png (345×396)

Disponível em: https://portalantenados.com.br/noticia/. Acesso em: 9 ago. 2025

É CORRETO afirmar que a palavra “cérebro”, no título do texto 02, encontra-se acentuada por ser 
Alternativas
Q3622039 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 02 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.


Texto 02 

Q7_10.png (345×396)

Disponível em: https://portalantenados.com.br/noticia/. Acesso em: 9 ago. 2025

É CORRETO afirmar que, na composição do texto 02, 
Alternativas
Q3622038 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 02 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.


Texto 02 

Q7_10.png (345×396)

Disponível em: https://portalantenados.com.br/noticia/. Acesso em: 9 ago. 2025

Analise as afirmativas a seguir, tendo em vista as ideias veiculadas no texto 02.

I- Observar e ouvir influencia a aprendizagem tanto quanto praticar e discutir.
II- Ensinar aos outros é uma das maneiras mais eficazes para a aprendizagem.
III- A discussão é uma maneira de aprender mais eficaz que somente ouvir ou ler.
IV- O ver e o ouvir são atos que auxiliam mais a aprendizagem do que a discussão.
V- A prática influencia mais a aprendizagem que a leitura e a observação apenas.

Estão CORRETAS as afirmativas
Alternativas
Q3622037 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão,  que a ele se refere.


Texto 01 


Escrita à mão é coisa do passado? Parece que não... 


    Mariana Ferrari não sai de casa sem levar consigo um bloquinho e uma caneta. Pode até parecer estranho para outras pessoas, já que o aplicativo de bloco de notas do celular ocupa muito bem essa mesma função com uma logística muito menor. Mas, para a escritora, é indiscutível: “Se não escrevo à mão, é como se não existisse registro. Escrevo em todos os cantos, em papéis que sobram no meio da sala, em cadernos, blocos. Escrevo cartas, contos, diários e imaginações soltas. É com a palavra escrita à mão no papel que o texto ganha vida.” 

    Hoje em dia, é difícil encontrar pessoas como Mariana, apegadas à escrita à mão. Os teclados dos celulares e computadores tomaram o lugar do papel, da caneta e dos traços das letras. As razões são compreensíveis: facilidade, rapidez, conversão das ideias para o mundo digital. 

    No entanto, perdemos vários aspectos espontâneos da rotina – como cartinhas, bilhetes, desenhos nos cantos das páginas – e, principalmente, processos cognitivos muito importantes. 

    Escrever à mão é um exercício cognitivo completo, que movimenta áreas cerebrais importantes para a organização, coerência, pensamento criativo, linguagem e coordenação motora. Isso acontece porque processar letras e frases não é simplesmente juntar informações, mas articular vários conhecimentos de uma só vez. “O ato de escrever exige planejamento, organização de ideias e monitoramento contínuo do próprio desempenho para garantir que o texto seja coerente e legível. O córtex pré-frontal, centro de controle do nosso cérebro, é intensamente ativado para gerenciar essas tarefas”, explica a neurocientista Livia Ciacci. 

    Para construir uma simples frase no papel, o cérebro precisa manter as informações ativas na mente, planejar quais palavras irá usar e como distribuí-las no espaço fornecido na folha. É uma manipulação em tempo real, responsabilidade da memória operacional (sistema cognitivo que permite armazenar e manipular informações de forma temporária para a realização de tarefas). Além disso, a escrita manual é um dos treinos mais refinados para a coordenação motora fina, em que cada letra exige movimentos únicos e precisos dos dedos e da mão, controlados por uma comunicação entre cérebro e músculos. “O cérebro precisa planejar e executar uma sequência de movimentos organizados, o que chamamos de praxia. Esse processo fortalece as vias neurais responsáveis pelo controle motor, tornando os movimentos mais precisos e eficientes não apenas para escrever, mas para uma infinidade de outras tarefas manuais”, aponta Livia. Assim, com base na neurociência, escrever à mão impacta diretamente no aprendizado e na memória.


Fonte: CUSTÓDIO, Julia. Escrita à mão é coisa do passado? Parece que não... Disponível em: https://vidasimples.co/vida-simples/. Acesso em: 9 ago. 2025. Adaptado.
Os verbos, no primeiro parágrafo do texto, encontram-se conjugados, predominantemente, no 
Alternativas
Q3622036 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão,  que a ele se refere.


Texto 01 


Escrita à mão é coisa do passado? Parece que não... 


    Mariana Ferrari não sai de casa sem levar consigo um bloquinho e uma caneta. Pode até parecer estranho para outras pessoas, já que o aplicativo de bloco de notas do celular ocupa muito bem essa mesma função com uma logística muito menor. Mas, para a escritora, é indiscutível: “Se não escrevo à mão, é como se não existisse registro. Escrevo em todos os cantos, em papéis que sobram no meio da sala, em cadernos, blocos. Escrevo cartas, contos, diários e imaginações soltas. É com a palavra escrita à mão no papel que o texto ganha vida.” 

    Hoje em dia, é difícil encontrar pessoas como Mariana, apegadas à escrita à mão. Os teclados dos celulares e computadores tomaram o lugar do papel, da caneta e dos traços das letras. As razões são compreensíveis: facilidade, rapidez, conversão das ideias para o mundo digital. 

    No entanto, perdemos vários aspectos espontâneos da rotina – como cartinhas, bilhetes, desenhos nos cantos das páginas – e, principalmente, processos cognitivos muito importantes. 

    Escrever à mão é um exercício cognitivo completo, que movimenta áreas cerebrais importantes para a organização, coerência, pensamento criativo, linguagem e coordenação motora. Isso acontece porque processar letras e frases não é simplesmente juntar informações, mas articular vários conhecimentos de uma só vez. “O ato de escrever exige planejamento, organização de ideias e monitoramento contínuo do próprio desempenho para garantir que o texto seja coerente e legível. O córtex pré-frontal, centro de controle do nosso cérebro, é intensamente ativado para gerenciar essas tarefas”, explica a neurocientista Livia Ciacci. 

    Para construir uma simples frase no papel, o cérebro precisa manter as informações ativas na mente, planejar quais palavras irá usar e como distribuí-las no espaço fornecido na folha. É uma manipulação em tempo real, responsabilidade da memória operacional (sistema cognitivo que permite armazenar e manipular informações de forma temporária para a realização de tarefas). Além disso, a escrita manual é um dos treinos mais refinados para a coordenação motora fina, em que cada letra exige movimentos únicos e precisos dos dedos e da mão, controlados por uma comunicação entre cérebro e músculos. “O cérebro precisa planejar e executar uma sequência de movimentos organizados, o que chamamos de praxia. Esse processo fortalece as vias neurais responsáveis pelo controle motor, tornando os movimentos mais precisos e eficientes não apenas para escrever, mas para uma infinidade de outras tarefas manuais”, aponta Livia. Assim, com base na neurociência, escrever à mão impacta diretamente no aprendizado e na memória.


Fonte: CUSTÓDIO, Julia. Escrita à mão é coisa do passado? Parece que não... Disponível em: https://vidasimples.co/vida-simples/. Acesso em: 9 ago. 2025. Adaptado.
O emprego do discurso direto no texto é marcado pelo uso de 
Alternativas
Q3622035 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão,  que a ele se refere.


Texto 01 


Escrita à mão é coisa do passado? Parece que não... 


    Mariana Ferrari não sai de casa sem levar consigo um bloquinho e uma caneta. Pode até parecer estranho para outras pessoas, já que o aplicativo de bloco de notas do celular ocupa muito bem essa mesma função com uma logística muito menor. Mas, para a escritora, é indiscutível: “Se não escrevo à mão, é como se não existisse registro. Escrevo em todos os cantos, em papéis que sobram no meio da sala, em cadernos, blocos. Escrevo cartas, contos, diários e imaginações soltas. É com a palavra escrita à mão no papel que o texto ganha vida.” 

    Hoje em dia, é difícil encontrar pessoas como Mariana, apegadas à escrita à mão. Os teclados dos celulares e computadores tomaram o lugar do papel, da caneta e dos traços das letras. As razões são compreensíveis: facilidade, rapidez, conversão das ideias para o mundo digital. 

    No entanto, perdemos vários aspectos espontâneos da rotina – como cartinhas, bilhetes, desenhos nos cantos das páginas – e, principalmente, processos cognitivos muito importantes. 

    Escrever à mão é um exercício cognitivo completo, que movimenta áreas cerebrais importantes para a organização, coerência, pensamento criativo, linguagem e coordenação motora. Isso acontece porque processar letras e frases não é simplesmente juntar informações, mas articular vários conhecimentos de uma só vez. “O ato de escrever exige planejamento, organização de ideias e monitoramento contínuo do próprio desempenho para garantir que o texto seja coerente e legível. O córtex pré-frontal, centro de controle do nosso cérebro, é intensamente ativado para gerenciar essas tarefas”, explica a neurocientista Livia Ciacci. 

    Para construir uma simples frase no papel, o cérebro precisa manter as informações ativas na mente, planejar quais palavras irá usar e como distribuí-las no espaço fornecido na folha. É uma manipulação em tempo real, responsabilidade da memória operacional (sistema cognitivo que permite armazenar e manipular informações de forma temporária para a realização de tarefas). Além disso, a escrita manual é um dos treinos mais refinados para a coordenação motora fina, em que cada letra exige movimentos únicos e precisos dos dedos e da mão, controlados por uma comunicação entre cérebro e músculos. “O cérebro precisa planejar e executar uma sequência de movimentos organizados, o que chamamos de praxia. Esse processo fortalece as vias neurais responsáveis pelo controle motor, tornando os movimentos mais precisos e eficientes não apenas para escrever, mas para uma infinidade de outras tarefas manuais”, aponta Livia. Assim, com base na neurociência, escrever à mão impacta diretamente no aprendizado e na memória.


Fonte: CUSTÓDIO, Julia. Escrita à mão é coisa do passado? Parece que não... Disponível em: https://vidasimples.co/vida-simples/. Acesso em: 9 ago. 2025. Adaptado.
Assinale a alternativa CORRETA, de acordo com as ideias defendidas no texto. 
Alternativas
Q3622034 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão,  que a ele se refere.


Texto 01 


Escrita à mão é coisa do passado? Parece que não... 


    Mariana Ferrari não sai de casa sem levar consigo um bloquinho e uma caneta. Pode até parecer estranho para outras pessoas, já que o aplicativo de bloco de notas do celular ocupa muito bem essa mesma função com uma logística muito menor. Mas, para a escritora, é indiscutível: “Se não escrevo à mão, é como se não existisse registro. Escrevo em todos os cantos, em papéis que sobram no meio da sala, em cadernos, blocos. Escrevo cartas, contos, diários e imaginações soltas. É com a palavra escrita à mão no papel que o texto ganha vida.” 

    Hoje em dia, é difícil encontrar pessoas como Mariana, apegadas à escrita à mão. Os teclados dos celulares e computadores tomaram o lugar do papel, da caneta e dos traços das letras. As razões são compreensíveis: facilidade, rapidez, conversão das ideias para o mundo digital. 

    No entanto, perdemos vários aspectos espontâneos da rotina – como cartinhas, bilhetes, desenhos nos cantos das páginas – e, principalmente, processos cognitivos muito importantes. 

    Escrever à mão é um exercício cognitivo completo, que movimenta áreas cerebrais importantes para a organização, coerência, pensamento criativo, linguagem e coordenação motora. Isso acontece porque processar letras e frases não é simplesmente juntar informações, mas articular vários conhecimentos de uma só vez. “O ato de escrever exige planejamento, organização de ideias e monitoramento contínuo do próprio desempenho para garantir que o texto seja coerente e legível. O córtex pré-frontal, centro de controle do nosso cérebro, é intensamente ativado para gerenciar essas tarefas”, explica a neurocientista Livia Ciacci. 

    Para construir uma simples frase no papel, o cérebro precisa manter as informações ativas na mente, planejar quais palavras irá usar e como distribuí-las no espaço fornecido na folha. É uma manipulação em tempo real, responsabilidade da memória operacional (sistema cognitivo que permite armazenar e manipular informações de forma temporária para a realização de tarefas). Além disso, a escrita manual é um dos treinos mais refinados para a coordenação motora fina, em que cada letra exige movimentos únicos e precisos dos dedos e da mão, controlados por uma comunicação entre cérebro e músculos. “O cérebro precisa planejar e executar uma sequência de movimentos organizados, o que chamamos de praxia. Esse processo fortalece as vias neurais responsáveis pelo controle motor, tornando os movimentos mais precisos e eficientes não apenas para escrever, mas para uma infinidade de outras tarefas manuais”, aponta Livia. Assim, com base na neurociência, escrever à mão impacta diretamente no aprendizado e na memória.


Fonte: CUSTÓDIO, Julia. Escrita à mão é coisa do passado? Parece que não... Disponível em: https://vidasimples.co/vida-simples/. Acesso em: 9 ago. 2025. Adaptado.

Analise as afirmativas a seguir, tendo em vista as ideias defendidas no texto sobre o ato de escrever à mão.


I- Influencia no aprendizado e na memorização.


II- Desenvolve a coordenação motora.


III- Ativa operações cerebrais.


IV- Diminui o uso das novas tecnologias.


V- Causa demora na elaboração dos textos.


Estão CORRETAS as afirmativas 

Alternativas
Q3622033 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão,  que a ele se refere.


Texto 01 


Escrita à mão é coisa do passado? Parece que não... 


    Mariana Ferrari não sai de casa sem levar consigo um bloquinho e uma caneta. Pode até parecer estranho para outras pessoas, já que o aplicativo de bloco de notas do celular ocupa muito bem essa mesma função com uma logística muito menor. Mas, para a escritora, é indiscutível: “Se não escrevo à mão, é como se não existisse registro. Escrevo em todos os cantos, em papéis que sobram no meio da sala, em cadernos, blocos. Escrevo cartas, contos, diários e imaginações soltas. É com a palavra escrita à mão no papel que o texto ganha vida.” 

    Hoje em dia, é difícil encontrar pessoas como Mariana, apegadas à escrita à mão. Os teclados dos celulares e computadores tomaram o lugar do papel, da caneta e dos traços das letras. As razões são compreensíveis: facilidade, rapidez, conversão das ideias para o mundo digital. 

    No entanto, perdemos vários aspectos espontâneos da rotina – como cartinhas, bilhetes, desenhos nos cantos das páginas – e, principalmente, processos cognitivos muito importantes. 

    Escrever à mão é um exercício cognitivo completo, que movimenta áreas cerebrais importantes para a organização, coerência, pensamento criativo, linguagem e coordenação motora. Isso acontece porque processar letras e frases não é simplesmente juntar informações, mas articular vários conhecimentos de uma só vez. “O ato de escrever exige planejamento, organização de ideias e monitoramento contínuo do próprio desempenho para garantir que o texto seja coerente e legível. O córtex pré-frontal, centro de controle do nosso cérebro, é intensamente ativado para gerenciar essas tarefas”, explica a neurocientista Livia Ciacci. 

    Para construir uma simples frase no papel, o cérebro precisa manter as informações ativas na mente, planejar quais palavras irá usar e como distribuí-las no espaço fornecido na folha. É uma manipulação em tempo real, responsabilidade da memória operacional (sistema cognitivo que permite armazenar e manipular informações de forma temporária para a realização de tarefas). Além disso, a escrita manual é um dos treinos mais refinados para a coordenação motora fina, em que cada letra exige movimentos únicos e precisos dos dedos e da mão, controlados por uma comunicação entre cérebro e músculos. “O cérebro precisa planejar e executar uma sequência de movimentos organizados, o que chamamos de praxia. Esse processo fortalece as vias neurais responsáveis pelo controle motor, tornando os movimentos mais precisos e eficientes não apenas para escrever, mas para uma infinidade de outras tarefas manuais”, aponta Livia. Assim, com base na neurociência, escrever à mão impacta diretamente no aprendizado e na memória.


Fonte: CUSTÓDIO, Julia. Escrita à mão é coisa do passado? Parece que não... Disponível em: https://vidasimples.co/vida-simples/. Acesso em: 9 ago. 2025. Adaptado.
No texto, a palavra “cognitivo(s)” foi usada referindo-se a 
Alternativas
Q3622032 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão,  que a ele se refere.


Texto 01 


Escrita à mão é coisa do passado? Parece que não... 


    Mariana Ferrari não sai de casa sem levar consigo um bloquinho e uma caneta. Pode até parecer estranho para outras pessoas, já que o aplicativo de bloco de notas do celular ocupa muito bem essa mesma função com uma logística muito menor. Mas, para a escritora, é indiscutível: “Se não escrevo à mão, é como se não existisse registro. Escrevo em todos os cantos, em papéis que sobram no meio da sala, em cadernos, blocos. Escrevo cartas, contos, diários e imaginações soltas. É com a palavra escrita à mão no papel que o texto ganha vida.” 

    Hoje em dia, é difícil encontrar pessoas como Mariana, apegadas à escrita à mão. Os teclados dos celulares e computadores tomaram o lugar do papel, da caneta e dos traços das letras. As razões são compreensíveis: facilidade, rapidez, conversão das ideias para o mundo digital. 

    No entanto, perdemos vários aspectos espontâneos da rotina – como cartinhas, bilhetes, desenhos nos cantos das páginas – e, principalmente, processos cognitivos muito importantes. 

    Escrever à mão é um exercício cognitivo completo, que movimenta áreas cerebrais importantes para a organização, coerência, pensamento criativo, linguagem e coordenação motora. Isso acontece porque processar letras e frases não é simplesmente juntar informações, mas articular vários conhecimentos de uma só vez. “O ato de escrever exige planejamento, organização de ideias e monitoramento contínuo do próprio desempenho para garantir que o texto seja coerente e legível. O córtex pré-frontal, centro de controle do nosso cérebro, é intensamente ativado para gerenciar essas tarefas”, explica a neurocientista Livia Ciacci. 

    Para construir uma simples frase no papel, o cérebro precisa manter as informações ativas na mente, planejar quais palavras irá usar e como distribuí-las no espaço fornecido na folha. É uma manipulação em tempo real, responsabilidade da memória operacional (sistema cognitivo que permite armazenar e manipular informações de forma temporária para a realização de tarefas). Além disso, a escrita manual é um dos treinos mais refinados para a coordenação motora fina, em que cada letra exige movimentos únicos e precisos dos dedos e da mão, controlados por uma comunicação entre cérebro e músculos. “O cérebro precisa planejar e executar uma sequência de movimentos organizados, o que chamamos de praxia. Esse processo fortalece as vias neurais responsáveis pelo controle motor, tornando os movimentos mais precisos e eficientes não apenas para escrever, mas para uma infinidade de outras tarefas manuais”, aponta Livia. Assim, com base na neurociência, escrever à mão impacta diretamente no aprendizado e na memória.


Fonte: CUSTÓDIO, Julia. Escrita à mão é coisa do passado? Parece que não... Disponível em: https://vidasimples.co/vida-simples/. Acesso em: 9 ago. 2025. Adaptado.
De acordo com o texto, escrever à mão é 
Alternativas
Respostas
35221: B
35222: D
35223: E
35224: C
35225: E
35226: A
35227: B
35228: A
35229: C
35230: E
35231: A
35232: E
35233: B
35234: C
35235: E
35236: C
35237: D
35238: A
35239: B
35240: D