Questões de Concurso Sobre português

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Q3422983 Português
No Brasão de Armas do Município de Santana de Parnaíba está escrito PATRIAM FECI MAGNAM, que significa:
Alternativas
Q3422966 Português
Determine a alternativa onde temos um verbo no tempo passado. 
Alternativas
Q3422965 Português
Identifique a alternativa onde temos um verbo no tempo futuro. 
Alternativas
Q3422964 Português
Indique a alternativa, onde temos um par de sinônimos. 
Alternativas
Q3422962 Português
Assinale a alternativa, onde temos uma frase interrogativa. 
Alternativas
Q3422961 Português
Marque a alternativa onde temos uma frase exclamativa. 
Alternativas
Q3422960 Português
A respeito de mal / mau, marque a alternativa incorreta. 
Alternativas
Q3422959 Português

Leia o texto para responder à próxima questão.


DEFICIÊNCIAS. (Mario Quintana).


“Deficiente” é aquele que não consegue modificar sua vida, aceitando as imposições de outras pessoas ou da sociedade em que vive, sem ter consciência de que é dono do seu destino.


"Louco" é quem não procura ser feliz com o que possui.


"Cego" é aquele que não vê seu próximo morrer de frio, de fome, de miséria, só tem olhos para seus míseros problemas e pequenas dores.


"Surdo" é aquele que não tem tempo de ouvir um desabafo de um amigo, ou o apelo de um irmão. Pois está sempre apressado para o trabalho e quer garantir seus tostões no fim do mês.


"Mudo" é aquele que não consegue falar o que sente e se esconde por trás da máscara da hipocrisia.


"Paralítico" é quem não consegue andar na direção daqueles que precisam de sua ajuda.


"Diabético" é quem não consegue ser doce.


"Anão" é quem não sabe deixar o amor crescer.


E, finalmente, a pior das deficiências é ser miserável, pois: "Miseráveis" são todos que não conseguem falar com Deus. A amizade é um amor que nunca morre.

De acordo com o texto, pode-se compreender que a expressão “apelo” significa: 
Alternativas
Q3422958 Português

Leia o texto para responder à próxima questão.


DEFICIÊNCIAS. (Mario Quintana).


“Deficiente” é aquele que não consegue modificar sua vida, aceitando as imposições de outras pessoas ou da sociedade em que vive, sem ter consciência de que é dono do seu destino.


"Louco" é quem não procura ser feliz com o que possui.


"Cego" é aquele que não vê seu próximo morrer de frio, de fome, de miséria, só tem olhos para seus míseros problemas e pequenas dores.


"Surdo" é aquele que não tem tempo de ouvir um desabafo de um amigo, ou o apelo de um irmão. Pois está sempre apressado para o trabalho e quer garantir seus tostões no fim do mês.


"Mudo" é aquele que não consegue falar o que sente e se esconde por trás da máscara da hipocrisia.


"Paralítico" é quem não consegue andar na direção daqueles que precisam de sua ajuda.


"Diabético" é quem não consegue ser doce.


"Anão" é quem não sabe deixar o amor crescer.


E, finalmente, a pior das deficiências é ser miserável, pois: "Miseráveis" são todos que não conseguem falar com Deus. A amizade é um amor que nunca morre.

Marque a alternativa devida, de acordo com a correta separação de sílabas, das palavras do texto, (Deus, pior, sociedade).
Alternativas
Q3422957 Português

Leia o texto para responder à próxima questão.


DEFICIÊNCIAS. (Mario Quintana).


“Deficiente” é aquele que não consegue modificar sua vida, aceitando as imposições de outras pessoas ou da sociedade em que vive, sem ter consciência de que é dono do seu destino.


"Louco" é quem não procura ser feliz com o que possui.


"Cego" é aquele que não vê seu próximo morrer de frio, de fome, de miséria, só tem olhos para seus míseros problemas e pequenas dores.


"Surdo" é aquele que não tem tempo de ouvir um desabafo de um amigo, ou o apelo de um irmão. Pois está sempre apressado para o trabalho e quer garantir seus tostões no fim do mês.


"Mudo" é aquele que não consegue falar o que sente e se esconde por trás da máscara da hipocrisia.


"Paralítico" é quem não consegue andar na direção daqueles que precisam de sua ajuda.


"Diabético" é quem não consegue ser doce.


"Anão" é quem não sabe deixar o amor crescer.


E, finalmente, a pior das deficiências é ser miserável, pois: "Miseráveis" são todos que não conseguem falar com Deus. A amizade é um amor que nunca morre.

Com base na leitura do texto, assinale a alternativa incorreta. 
Alternativas
Q3422386 Português
A carta é um gênero textual de correspondência que estabelece uma comunicação direta entre os interlocutores, transmitindo uma mensagem de caráter pessoal ou formal.

Em relação à carta pessoal é correto o que se afirma em, EXCETO: 
Alternativas
Q3422385 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

O que torna as corujas tão incríveis, segundo a cientista que conhece a ave 'melhor que ninguém'

"Estar perto dela me fez sentir menor no meu corpo e maior na minha alma."

Jennifer Ackerman descreve assim, em seu último livro, o profundo impacto de um de seus muitos encontros com corujas.

A escritora americana é autora de vários livros famosos que foram traduzidos para mais de 20 idiomas, como A Inteligência das Aves.

Sua obra mais recente se chama What an Owl Knows: The New Science of the World's Most Enigmatic Birds ("O que uma coruja sabe: a nova ciência das aves mais enigmáticas do mundo", em tradução livre).

Como as corujas conseguem "ver" sons e "multiplicar" ao transmitir sinais? Por que, diferentemente de outras aves, seus olhos são voltados para frente?

Por que é tão difícil estudá-las (e alguns cientistas usam cães para fazer isso)?

E qual é o impacto negativo dos livros de Harry Potter sobre estas aves?

Jennifer Ackerman conversou com a BBC News Mundo, serviço de notícias em espanhol da BBC, no âmbito do Hay Festival Cartagena, que aconteceu entre 30 de janeiro e 2 de fevereiro.

BBC News Mundo - É comovente como você descreve em seu livro um encontro com uma coruja que "parecia um mensageiro de outro tempo e lugar, como a luz das estrelas". O que há nas corujas que nos fascina tanto?

Jennifer Ackerman - O encontro me fez sentir uma conexão profunda com uma criatura selvagem tão estranha, tão cheia de mistério, tão inescrutável e, ainda assim, profundamente familiar.

Me lembrou que faço parte de algo maior, um mundo natural precioso e que inspira reverência. É isso que a alma anseia (pelo menos, a minha alma!): este profundo sentimento de admiração, mistério e conexão com outras criaturas vivas.

Acho que é uma combinação de coisas que torna essas aves tão poderosas. Nós nos vemos nelas, com suas cabeças redondas e olhos grandes olhando para frente.

Algumas espécies são adoráveis, parecem bebês. Mas também são muito diferentes de nós e de outras aves. São criaturas da noite, magnificamente adaptadas ao mundo da escuridão, silenciosas no seu voo, ferozes na sua caça.

É toda essa combinação de fofa e brutal, familiar e estranha, que torna essas aves tão interessantes e, às vezes, tão perturbadoras.

BBC News Mundo - Por que é tão difícil estudá-las?

Ackerman - As corujas são enigmáticas e furtivas, além de bem camufladas. Elas geralmente vivem em áreas remotas e de difícil acesso.

Elas estão ativas à noite, quando é complicado estudá-las.

Nas últimas décadas, os pesquisadores encontraram maneiras inteligentes de usar novas tecnologias.

Por exemplo, drones para explorar habitats remotos, câmeras de infravermelho para ver o que eles fazem à noite, câmeras em ninhos e monitoramento de vídeo para ver as interações entre pais e filhotes, além de tags de rastreamento via sinais de rádio e satélite para decifrar seus movimentos em distâncias curtas e longas.


(https://www.bbc.com/portuguese/articles/cpdxpnnw2xqo fragmento)
"É isso que a alma anseia (pelo menos, a minha alma!): este profundo sentimento de admiração, mistério e conexão com outras criaturas vivas."

Os vocábulos 'conexão' e 'admiração' têm o plural em 'ões'. Os vocábulos a seguir, também têm o mesmo plural, com exceção de:
Alternativas
Q3422384 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

O que torna as corujas tão incríveis, segundo a cientista que conhece a ave 'melhor que ninguém'

"Estar perto dela me fez sentir menor no meu corpo e maior na minha alma."

Jennifer Ackerman descreve assim, em seu último livro, o profundo impacto de um de seus muitos encontros com corujas.

A escritora americana é autora de vários livros famosos que foram traduzidos para mais de 20 idiomas, como A Inteligência das Aves.

Sua obra mais recente se chama What an Owl Knows: The New Science of the World's Most Enigmatic Birds ("O que uma coruja sabe: a nova ciência das aves mais enigmáticas do mundo", em tradução livre).

Como as corujas conseguem "ver" sons e "multiplicar" ao transmitir sinais? Por que, diferentemente de outras aves, seus olhos são voltados para frente?

Por que é tão difícil estudá-las (e alguns cientistas usam cães para fazer isso)?

E qual é o impacto negativo dos livros de Harry Potter sobre estas aves?

Jennifer Ackerman conversou com a BBC News Mundo, serviço de notícias em espanhol da BBC, no âmbito do Hay Festival Cartagena, que aconteceu entre 30 de janeiro e 2 de fevereiro.

BBC News Mundo - É comovente como você descreve em seu livro um encontro com uma coruja que "parecia um mensageiro de outro tempo e lugar, como a luz das estrelas". O que há nas corujas que nos fascina tanto?

Jennifer Ackerman - O encontro me fez sentir uma conexão profunda com uma criatura selvagem tão estranha, tão cheia de mistério, tão inescrutável e, ainda assim, profundamente familiar.

Me lembrou que faço parte de algo maior, um mundo natural precioso e que inspira reverência. É isso que a alma anseia (pelo menos, a minha alma!): este profundo sentimento de admiração, mistério e conexão com outras criaturas vivas.

Acho que é uma combinação de coisas que torna essas aves tão poderosas. Nós nos vemos nelas, com suas cabeças redondas e olhos grandes olhando para frente.

Algumas espécies são adoráveis, parecem bebês. Mas também são muito diferentes de nós e de outras aves. São criaturas da noite, magnificamente adaptadas ao mundo da escuridão, silenciosas no seu voo, ferozes na sua caça.

É toda essa combinação de fofa e brutal, familiar e estranha, que torna essas aves tão interessantes e, às vezes, tão perturbadoras.

BBC News Mundo - Por que é tão difícil estudá-las?

Ackerman - As corujas são enigmáticas e furtivas, além de bem camufladas. Elas geralmente vivem em áreas remotas e de difícil acesso.

Elas estão ativas à noite, quando é complicado estudá-las.

Nas últimas décadas, os pesquisadores encontraram maneiras inteligentes de usar novas tecnologias.

Por exemplo, drones para explorar habitats remotos, câmeras de infravermelho para ver o que eles fazem à noite, câmeras em ninhos e monitoramento de vídeo para ver as interações entre pais e filhotes, além de tags de rastreamento via sinais de rádio e satélite para decifrar seus movimentos em distâncias curtas e longas.


(https://www.bbc.com/portuguese/articles/cpdxpnnw2xqo fragmento)
"Algumas espécies são adoráveis, parecem bebês. Mas também são muito diferentes de nós e de outras aves. São criaturas da noite, magnificamente adaptadas ao mundo da escuridão, silenciosas no seu voo, ferozes na sua caça.
Com base nos termos destacados no enunciado, analise as afirmativas:

I. Todos termos destacados são adjetivos.
II. Todos os termos destacados podem variar em gênero e número.
III. O adjetivo 'silenciosas' caracteriza o substantivo 'espécies' e o adjetivo 'ferozes' caracteriza o substantivo 'caça'.
IV. O adjetivo 'adaptadas' pode variar em gênero e número conforme o substantivo que ele qualifica.

Estão corretas:
Alternativas
Q3422383 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

O que torna as corujas tão incríveis, segundo a cientista que conhece a ave 'melhor que ninguém'

"Estar perto dela me fez sentir menor no meu corpo e maior na minha alma."

Jennifer Ackerman descreve assim, em seu último livro, o profundo impacto de um de seus muitos encontros com corujas.

A escritora americana é autora de vários livros famosos que foram traduzidos para mais de 20 idiomas, como A Inteligência das Aves.

Sua obra mais recente se chama What an Owl Knows: The New Science of the World's Most Enigmatic Birds ("O que uma coruja sabe: a nova ciência das aves mais enigmáticas do mundo", em tradução livre).

Como as corujas conseguem "ver" sons e "multiplicar" ao transmitir sinais? Por que, diferentemente de outras aves, seus olhos são voltados para frente?

Por que é tão difícil estudá-las (e alguns cientistas usam cães para fazer isso)?

E qual é o impacto negativo dos livros de Harry Potter sobre estas aves?

Jennifer Ackerman conversou com a BBC News Mundo, serviço de notícias em espanhol da BBC, no âmbito do Hay Festival Cartagena, que aconteceu entre 30 de janeiro e 2 de fevereiro.

BBC News Mundo - É comovente como você descreve em seu livro um encontro com uma coruja que "parecia um mensageiro de outro tempo e lugar, como a luz das estrelas". O que há nas corujas que nos fascina tanto?

Jennifer Ackerman - O encontro me fez sentir uma conexão profunda com uma criatura selvagem tão estranha, tão cheia de mistério, tão inescrutável e, ainda assim, profundamente familiar.

Me lembrou que faço parte de algo maior, um mundo natural precioso e que inspira reverência. É isso que a alma anseia (pelo menos, a minha alma!): este profundo sentimento de admiração, mistério e conexão com outras criaturas vivas.

Acho que é uma combinação de coisas que torna essas aves tão poderosas. Nós nos vemos nelas, com suas cabeças redondas e olhos grandes olhando para frente.

Algumas espécies são adoráveis, parecem bebês. Mas também são muito diferentes de nós e de outras aves. São criaturas da noite, magnificamente adaptadas ao mundo da escuridão, silenciosas no seu voo, ferozes na sua caça.

É toda essa combinação de fofa e brutal, familiar e estranha, que torna essas aves tão interessantes e, às vezes, tão perturbadoras.

BBC News Mundo - Por que é tão difícil estudá-las?

Ackerman - As corujas são enigmáticas e furtivas, além de bem camufladas. Elas geralmente vivem em áreas remotas e de difícil acesso.

Elas estão ativas à noite, quando é complicado estudá-las.

Nas últimas décadas, os pesquisadores encontraram maneiras inteligentes de usar novas tecnologias.

Por exemplo, drones para explorar habitats remotos, câmeras de infravermelho para ver o que eles fazem à noite, câmeras em ninhos e monitoramento de vídeo para ver as interações entre pais e filhotes, além de tags de rastreamento via sinais de rádio e satélite para decifrar seus movimentos em distâncias curtas e longas.


(https://www.bbc.com/portuguese/articles/cpdxpnnw2xqo fragmento)
"O que torna as corujas tão incríveis, segundo a cientista que conhece a ave 'melhor que ninguém".

Em relação aos vocábulos 'incríveis' e 'ninguém', identifique a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q3422382 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

O que torna as corujas tão incríveis, segundo a cientista que conhece a ave 'melhor que ninguém'

"Estar perto dela me fez sentir menor no meu corpo e maior na minha alma."

Jennifer Ackerman descreve assim, em seu último livro, o profundo impacto de um de seus muitos encontros com corujas.

A escritora americana é autora de vários livros famosos que foram traduzidos para mais de 20 idiomas, como A Inteligência das Aves.

Sua obra mais recente se chama What an Owl Knows: The New Science of the World's Most Enigmatic Birds ("O que uma coruja sabe: a nova ciência das aves mais enigmáticas do mundo", em tradução livre).

Como as corujas conseguem "ver" sons e "multiplicar" ao transmitir sinais? Por que, diferentemente de outras aves, seus olhos são voltados para frente?

Por que é tão difícil estudá-las (e alguns cientistas usam cães para fazer isso)?

E qual é o impacto negativo dos livros de Harry Potter sobre estas aves?

Jennifer Ackerman conversou com a BBC News Mundo, serviço de notícias em espanhol da BBC, no âmbito do Hay Festival Cartagena, que aconteceu entre 30 de janeiro e 2 de fevereiro.

BBC News Mundo - É comovente como você descreve em seu livro um encontro com uma coruja que "parecia um mensageiro de outro tempo e lugar, como a luz das estrelas". O que há nas corujas que nos fascina tanto?

Jennifer Ackerman - O encontro me fez sentir uma conexão profunda com uma criatura selvagem tão estranha, tão cheia de mistério, tão inescrutável e, ainda assim, profundamente familiar.

Me lembrou que faço parte de algo maior, um mundo natural precioso e que inspira reverência. É isso que a alma anseia (pelo menos, a minha alma!): este profundo sentimento de admiração, mistério e conexão com outras criaturas vivas.

Acho que é uma combinação de coisas que torna essas aves tão poderosas. Nós nos vemos nelas, com suas cabeças redondas e olhos grandes olhando para frente.

Algumas espécies são adoráveis, parecem bebês. Mas também são muito diferentes de nós e de outras aves. São criaturas da noite, magnificamente adaptadas ao mundo da escuridão, silenciosas no seu voo, ferozes na sua caça.

É toda essa combinação de fofa e brutal, familiar e estranha, que torna essas aves tão interessantes e, às vezes, tão perturbadoras.

BBC News Mundo - Por que é tão difícil estudá-las?

Ackerman - As corujas são enigmáticas e furtivas, além de bem camufladas. Elas geralmente vivem em áreas remotas e de difícil acesso.

Elas estão ativas à noite, quando é complicado estudá-las.

Nas últimas décadas, os pesquisadores encontraram maneiras inteligentes de usar novas tecnologias.

Por exemplo, drones para explorar habitats remotos, câmeras de infravermelho para ver o que eles fazem à noite, câmeras em ninhos e monitoramento de vídeo para ver as interações entre pais e filhotes, além de tags de rastreamento via sinais de rádio e satélite para decifrar seus movimentos em distâncias curtas e longas.


(https://www.bbc.com/portuguese/articles/cpdxpnnw2xqo fragmento)
"Além de tags de rastreamento via sinais de rádio e satélite para decifrar seus movimentos em distâncias curtas e longas."
Compare os vocábulos destacados no trecho acima, com os destacados nos enunciados a seguir:

I. Eles usam o poder olfativo dos cães para localizar espécies de corujas em áreas remotas como a Tasmânia, na Austrália e o noroeste do Pacífico dos Estados Unidos.
II. Estas pelotas regurgitadas emitem odores que os cães podem farejar.
III. A grande coruja-cinzenta pode detectar um arganaz (pequeno roedor) cavando um túnel de meio metro sob a neve.
IV. As corujas que caçam de ouvido, como a coruja-cinzenta, têm cabeças projetadas para escutar.

Considerando a ordem de emprego, as alternativas que apresentam os vocábulos destacados com a mesma classe gramatical dos que estão evidenciados no trecho do texto são: 
Alternativas
Q3422381 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

O que torna as corujas tão incríveis, segundo a cientista que conhece a ave 'melhor que ninguém'

"Estar perto dela me fez sentir menor no meu corpo e maior na minha alma."

Jennifer Ackerman descreve assim, em seu último livro, o profundo impacto de um de seus muitos encontros com corujas.

A escritora americana é autora de vários livros famosos que foram traduzidos para mais de 20 idiomas, como A Inteligência das Aves.

Sua obra mais recente se chama What an Owl Knows: The New Science of the World's Most Enigmatic Birds ("O que uma coruja sabe: a nova ciência das aves mais enigmáticas do mundo", em tradução livre).

Como as corujas conseguem "ver" sons e "multiplicar" ao transmitir sinais? Por que, diferentemente de outras aves, seus olhos são voltados para frente?

Por que é tão difícil estudá-las (e alguns cientistas usam cães para fazer isso)?

E qual é o impacto negativo dos livros de Harry Potter sobre estas aves?

Jennifer Ackerman conversou com a BBC News Mundo, serviço de notícias em espanhol da BBC, no âmbito do Hay Festival Cartagena, que aconteceu entre 30 de janeiro e 2 de fevereiro.

BBC News Mundo - É comovente como você descreve em seu livro um encontro com uma coruja que "parecia um mensageiro de outro tempo e lugar, como a luz das estrelas". O que há nas corujas que nos fascina tanto?

Jennifer Ackerman - O encontro me fez sentir uma conexão profunda com uma criatura selvagem tão estranha, tão cheia de mistério, tão inescrutável e, ainda assim, profundamente familiar.

Me lembrou que faço parte de algo maior, um mundo natural precioso e que inspira reverência. É isso que a alma anseia (pelo menos, a minha alma!): este profundo sentimento de admiração, mistério e conexão com outras criaturas vivas.

Acho que é uma combinação de coisas que torna essas aves tão poderosas. Nós nos vemos nelas, com suas cabeças redondas e olhos grandes olhando para frente.

Algumas espécies são adoráveis, parecem bebês. Mas também são muito diferentes de nós e de outras aves. São criaturas da noite, magnificamente adaptadas ao mundo da escuridão, silenciosas no seu voo, ferozes na sua caça.

É toda essa combinação de fofa e brutal, familiar e estranha, que torna essas aves tão interessantes e, às vezes, tão perturbadoras.

BBC News Mundo - Por que é tão difícil estudá-las?

Ackerman - As corujas são enigmáticas e furtivas, além de bem camufladas. Elas geralmente vivem em áreas remotas e de difícil acesso.

Elas estão ativas à noite, quando é complicado estudá-las.

Nas últimas décadas, os pesquisadores encontraram maneiras inteligentes de usar novas tecnologias.

Por exemplo, drones para explorar habitats remotos, câmeras de infravermelho para ver o que eles fazem à noite, câmeras em ninhos e monitoramento de vídeo para ver as interações entre pais e filhotes, além de tags de rastreamento via sinais de rádio e satélite para decifrar seus movimentos em distâncias curtas e longas.


(https://www.bbc.com/portuguese/articles/cpdxpnnw2xqo fragmento)
"O que uma coruja sabe: a nova ciência das aves mais enigmáticas do mundo, em tradução livre."

O vocábulo 'enigmáticas' não possui 'i' após a consoante 'g'. Identifique a alternativa em que a palavra NÃO foi grafada corretamente sem o 'i' após a consoante destacada. 
Alternativas
Q3422380 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

O que torna as corujas tão incríveis, segundo a cientista que conhece a ave 'melhor que ninguém'

"Estar perto dela me fez sentir menor no meu corpo e maior na minha alma."

Jennifer Ackerman descreve assim, em seu último livro, o profundo impacto de um de seus muitos encontros com corujas.

A escritora americana é autora de vários livros famosos que foram traduzidos para mais de 20 idiomas, como A Inteligência das Aves.

Sua obra mais recente se chama What an Owl Knows: The New Science of the World's Most Enigmatic Birds ("O que uma coruja sabe: a nova ciência das aves mais enigmáticas do mundo", em tradução livre).

Como as corujas conseguem "ver" sons e "multiplicar" ao transmitir sinais? Por que, diferentemente de outras aves, seus olhos são voltados para frente?

Por que é tão difícil estudá-las (e alguns cientistas usam cães para fazer isso)?

E qual é o impacto negativo dos livros de Harry Potter sobre estas aves?

Jennifer Ackerman conversou com a BBC News Mundo, serviço de notícias em espanhol da BBC, no âmbito do Hay Festival Cartagena, que aconteceu entre 30 de janeiro e 2 de fevereiro.

BBC News Mundo - É comovente como você descreve em seu livro um encontro com uma coruja que "parecia um mensageiro de outro tempo e lugar, como a luz das estrelas". O que há nas corujas que nos fascina tanto?

Jennifer Ackerman - O encontro me fez sentir uma conexão profunda com uma criatura selvagem tão estranha, tão cheia de mistério, tão inescrutável e, ainda assim, profundamente familiar.

Me lembrou que faço parte de algo maior, um mundo natural precioso e que inspira reverência. É isso que a alma anseia (pelo menos, a minha alma!): este profundo sentimento de admiração, mistério e conexão com outras criaturas vivas.

Acho que é uma combinação de coisas que torna essas aves tão poderosas. Nós nos vemos nelas, com suas cabeças redondas e olhos grandes olhando para frente.

Algumas espécies são adoráveis, parecem bebês. Mas também são muito diferentes de nós e de outras aves. São criaturas da noite, magnificamente adaptadas ao mundo da escuridão, silenciosas no seu voo, ferozes na sua caça.

É toda essa combinação de fofa e brutal, familiar e estranha, que torna essas aves tão interessantes e, às vezes, tão perturbadoras.

BBC News Mundo - Por que é tão difícil estudá-las?

Ackerman - As corujas são enigmáticas e furtivas, além de bem camufladas. Elas geralmente vivem em áreas remotas e de difícil acesso.

Elas estão ativas à noite, quando é complicado estudá-las.

Nas últimas décadas, os pesquisadores encontraram maneiras inteligentes de usar novas tecnologias.

Por exemplo, drones para explorar habitats remotos, câmeras de infravermelho para ver o que eles fazem à noite, câmeras em ninhos e monitoramento de vídeo para ver as interações entre pais e filhotes, além de tags de rastreamento via sinais de rádio e satélite para decifrar seus movimentos em distâncias curtas e longas.


(https://www.bbc.com/portuguese/articles/cpdxpnnw2xqo fragmento)
"Por exemplo, drones para explorar habitats remotos, câmeras de infravermelho para ver o que eles fazem à noite."
O vocábulo 'infravermelho' não possui hífen, pois o prefixo 'infra' somente é separado do segundo elemento por hífen nos casos em que este inicia por 'a' ou 'h'.

A seguir, os vocábulos também foram grafados corretamente sem hífen, EXCETO: 
Alternativas
Q3422379 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

O que torna as corujas tão incríveis, segundo a cientista que conhece a ave 'melhor que ninguém'

"Estar perto dela me fez sentir menor no meu corpo e maior na minha alma."

Jennifer Ackerman descreve assim, em seu último livro, o profundo impacto de um de seus muitos encontros com corujas.

A escritora americana é autora de vários livros famosos que foram traduzidos para mais de 20 idiomas, como A Inteligência das Aves.

Sua obra mais recente se chama What an Owl Knows: The New Science of the World's Most Enigmatic Birds ("O que uma coruja sabe: a nova ciência das aves mais enigmáticas do mundo", em tradução livre).

Como as corujas conseguem "ver" sons e "multiplicar" ao transmitir sinais? Por que, diferentemente de outras aves, seus olhos são voltados para frente?

Por que é tão difícil estudá-las (e alguns cientistas usam cães para fazer isso)?

E qual é o impacto negativo dos livros de Harry Potter sobre estas aves?

Jennifer Ackerman conversou com a BBC News Mundo, serviço de notícias em espanhol da BBC, no âmbito do Hay Festival Cartagena, que aconteceu entre 30 de janeiro e 2 de fevereiro.

BBC News Mundo - É comovente como você descreve em seu livro um encontro com uma coruja que "parecia um mensageiro de outro tempo e lugar, como a luz das estrelas". O que há nas corujas que nos fascina tanto?

Jennifer Ackerman - O encontro me fez sentir uma conexão profunda com uma criatura selvagem tão estranha, tão cheia de mistério, tão inescrutável e, ainda assim, profundamente familiar.

Me lembrou que faço parte de algo maior, um mundo natural precioso e que inspira reverência. É isso que a alma anseia (pelo menos, a minha alma!): este profundo sentimento de admiração, mistério e conexão com outras criaturas vivas.

Acho que é uma combinação de coisas que torna essas aves tão poderosas. Nós nos vemos nelas, com suas cabeças redondas e olhos grandes olhando para frente.

Algumas espécies são adoráveis, parecem bebês. Mas também são muito diferentes de nós e de outras aves. São criaturas da noite, magnificamente adaptadas ao mundo da escuridão, silenciosas no seu voo, ferozes na sua caça.

É toda essa combinação de fofa e brutal, familiar e estranha, que torna essas aves tão interessantes e, às vezes, tão perturbadoras.

BBC News Mundo - Por que é tão difícil estudá-las?

Ackerman - As corujas são enigmáticas e furtivas, além de bem camufladas. Elas geralmente vivem em áreas remotas e de difícil acesso.

Elas estão ativas à noite, quando é complicado estudá-las.

Nas últimas décadas, os pesquisadores encontraram maneiras inteligentes de usar novas tecnologias.

Por exemplo, drones para explorar habitats remotos, câmeras de infravermelho para ver o que eles fazem à noite, câmeras em ninhos e monitoramento de vídeo para ver as interações entre pais e filhotes, além de tags de rastreamento via sinais de rádio e satélite para decifrar seus movimentos em distâncias curtas e longas.


(https://www.bbc.com/portuguese/articles/cpdxpnnw2xqo fragmento)
"Nas últimas décadas, os pesquisadores encontraram maneiras inteligentes de usar novas tecnologias."

Identifique a alternativa que NÃO apresenta um vocábulo com o mesmo número de sílabas e a mesma posição da sílaba tônica do vocábulo 'tecnologias':
Alternativas
Q3422378 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

O que torna as corujas tão incríveis, segundo a cientista que conhece a ave 'melhor que ninguém'

"Estar perto dela me fez sentir menor no meu corpo e maior na minha alma."

Jennifer Ackerman descreve assim, em seu último livro, o profundo impacto de um de seus muitos encontros com corujas.

A escritora americana é autora de vários livros famosos que foram traduzidos para mais de 20 idiomas, como A Inteligência das Aves.

Sua obra mais recente se chama What an Owl Knows: The New Science of the World's Most Enigmatic Birds ("O que uma coruja sabe: a nova ciência das aves mais enigmáticas do mundo", em tradução livre).

Como as corujas conseguem "ver" sons e "multiplicar" ao transmitir sinais? Por que, diferentemente de outras aves, seus olhos são voltados para frente?

Por que é tão difícil estudá-las (e alguns cientistas usam cães para fazer isso)?

E qual é o impacto negativo dos livros de Harry Potter sobre estas aves?

Jennifer Ackerman conversou com a BBC News Mundo, serviço de notícias em espanhol da BBC, no âmbito do Hay Festival Cartagena, que aconteceu entre 30 de janeiro e 2 de fevereiro.

BBC News Mundo - É comovente como você descreve em seu livro um encontro com uma coruja que "parecia um mensageiro de outro tempo e lugar, como a luz das estrelas". O que há nas corujas que nos fascina tanto?

Jennifer Ackerman - O encontro me fez sentir uma conexão profunda com uma criatura selvagem tão estranha, tão cheia de mistério, tão inescrutável e, ainda assim, profundamente familiar.

Me lembrou que faço parte de algo maior, um mundo natural precioso e que inspira reverência. É isso que a alma anseia (pelo menos, a minha alma!): este profundo sentimento de admiração, mistério e conexão com outras criaturas vivas.

Acho que é uma combinação de coisas que torna essas aves tão poderosas. Nós nos vemos nelas, com suas cabeças redondas e olhos grandes olhando para frente.

Algumas espécies são adoráveis, parecem bebês. Mas também são muito diferentes de nós e de outras aves. São criaturas da noite, magnificamente adaptadas ao mundo da escuridão, silenciosas no seu voo, ferozes na sua caça.

É toda essa combinação de fofa e brutal, familiar e estranha, que torna essas aves tão interessantes e, às vezes, tão perturbadoras.

BBC News Mundo - Por que é tão difícil estudá-las?

Ackerman - As corujas são enigmáticas e furtivas, além de bem camufladas. Elas geralmente vivem em áreas remotas e de difícil acesso.

Elas estão ativas à noite, quando é complicado estudá-las.

Nas últimas décadas, os pesquisadores encontraram maneiras inteligentes de usar novas tecnologias.

Por exemplo, drones para explorar habitats remotos, câmeras de infravermelho para ver o que eles fazem à noite, câmeras em ninhos e monitoramento de vídeo para ver as interações entre pais e filhotes, além de tags de rastreamento via sinais de rádio e satélite para decifrar seus movimentos em distâncias curtas e longas.


(https://www.bbc.com/portuguese/articles/cpdxpnnw2xqo fragmento)
"Por que é tão difícil estudá-las (e alguns cientistas usam cães para fazer isso)?"

A alternativa em que o enunciado apresenta o coletivo que representa o substantivo 'cães' é: 
Alternativas
Respostas
35161: D
35162: B
35163: B
35164: B
35165: D
35166: B
35167: A
35168: C
35169: A
35170: D
35171: C
35172: B
35173: A
35174: D
35175: C
35176: B
35177: C
35178: D
35179: B
35180: C